Ansiedade 3 - Ciúme
Joao Marcos

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99eBooks é o site que mapeia eBooks gratuitos ou com mais de 50% de desconto

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Publicado no 33giga

Se você é um devorador de livros digitais, então precisa conhecer o 99eBooks. Esse site possui duas principais funções: ser um comparador de preços e reunir os melhores descontos em obras. E mais: você ainda pode se cadastrar na plataforma para receber e-mails sobre os gêneros que são de seu interesse.

Para usar o 99eBooks é fácil. Caso você queira pesquisar um título, basta ir até o campo dedicado e digitar o nome do livro ou do autor. Automaticamente, o site mostrará a obra e os preços nas livrarias virtuais – selecione a que mais lhe convém para ser redirecionado. Também é possível clicar na aba “Explorar” e conferir os eBooks separados por categorias.

Em “Ofertas”, você vê promoções de tempo limitado. Dá para encontrar livros com pelo menos 50% de desconto ou gratuitos. Durante os testes do 33Giga, uma promoção bem atrativa era a da coletânea “Todos os Contos”, de Clarice Lispector. A obra saiu de R$ 41,50 por R$ 8,30.

Para não perder promoções como essa, você pode se cadastrar no 99eBooks e receber notificações via e-mail. O usuário marca os gêneros que são de seu interesse e confere a mensagem em sua caixa de entrada uma vez por dia ou por semana – a decisão é sua.

As ofertas enviadas aos usuários da plataforma são sempre de grandes varejistas e, portanto, são compatíveis com os leitores de eBooks mais usados do mercado, como o Kindle e o Kobo.

5 coisas que você não sabia sobre Clube da Luta

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Publicado no Mundo Estranho

Em 1996, o escritor norte-americano Chuck Palahniuk lançou seu primeiro e mais famoso livro, Clube da Luta. Três anos depois, o filme homônimo era estrelado por nomes de peso como Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter e dirigido pelo aclamado David Fincher, que havia feito Alien 3 e Seven: Os Sete Pecados Capitais.

Recepcionado com avaliações mistas do público no começo, hoje em dia Clube da Luta é um ícone cult e uma das mais apreciadas críticas ao consumismo da literatura. Em homenagem aos 20 anos que a obra completou no ano passado, vamos desrespeitar a primeira e a segunda regras do Clube para trazer estas cinco curiosidades para você.

1) O autor quase não foi escritor

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A vida de Chuck não foi das mais fáceis. Formado em jornalismo, Palahniuk já foi lutador amador, caminhoneiro e mecânico de automóveis. Durante a adolescência, teve que lidar com o assassinato do pai e da namorada dele, a morte da avó e o suicídio do avô. Após ser indicado a um workshop literário por um amigo, finalmente permitiu que seu lado escritor crescesse e começasse a definir um estilo próprio – esse estilo, que o autor intitulou de “ficção transgressional”, é caracterizado pelo uso de frases curtas e repletas de humor irônico, repetidas ao longo do romance.

Após duas de suas primeiras obras autorais serem recusadas por diversas editoras, Chuck resolveu fugir completamente do mainstream e arriscar uma história mais obscura que as outras. Assim, nascia Clube da Luta. O autor também escreveu outros 16 livros, dentre eles, No Sufoco, adaptado para o cinema em 2008.

2) Os personagens foram inspirados em pessoas reais

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Palahniuk já admitiu em entrevistas e em um ótimo texto de 1999 que os personagens e situações do livro foram inspirados em pessoas e acontecimentos reais.

Ele diz: “Partes de Clube da Luta sempre foram reais. É menos um romance do que uma antologia das vidas dos meus amigos. Eu tenho insônia e fico sem dormir por vários dias. Garçons bravos que eu conheço mexem com a comida dos outros. Eles raspam suas cabeças. Minha amiga Alice faz sabão. Meu amigo Mike coloca frames de filmes eróticos em vídeos de família. (…) Um amigo alemão meu, Carston, aprendeu a falar inglês usando apenas clichês ultrapassados. Agora, as palavras dele estão saindo da boca de Brad Pitt. (…) A noite em que fui salvar meu amigo Kevin de uma overdose de Xanax é a cena de Brad correndo para salvar Helena.”

Em um artigo da revista Premiere, que entrevistou o elenco do filme e o autor do livro, a jornalista Johanna Schneller escreveu que o Tyler da vida real “é um carpinteiro com propensão a invadir propriedades, líder de incursões a prédios abandonados para salvar mármores e outros acessórios”. Palahniuk é citado dizendo que seu amigo Tyler é “uma dessas pessoas neorromânticas que pensam que, se o Bug do Milênio acontecesse, todos nós iríamos ser melhores”.

Já a amiga que inspirou Marla sempre teve o desejo de que Chuck se tornasse um grande escritor e sempre pediu que, se isso acontecesse, que ele a levasse para conhecer Brad Pitt. Dito e feito: quando Brad foi escalado para viver Tyler nos cinemas, Chuck levou todos os amigos que inspiraram os personagens (um total de seis), incluindo Marla, aos set de filmagens para conhecê-lo. Na entrevista, lembrou: “Então, eu pude dizer: ‘Tyler, este é o Tyler’; ‘Marla, esta é a Marla’, e todos estavam realmente fascinados uns pelos outros”.

3) Palahniuk prefere o filme ao livro

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Se você já leu Clube da Luta, sabe que o final do livro e o final do filme são diferentes. Atenção para os spoilers: no livro, o Narrador atira em si mesmo e, supostamente, consegue se livrar de Tyler (há contestações quanto a isso, mas vamos deixá-las de lado). Ele então acorda no que acredita ser o céu, mas é, na verdade, uma instituição psiquiátrica, na qual os funcionários aparecem machucados (seriam membros do clube da luta?) e dizem a ele que aguardam seu retorno. Ele tinha um plano de explodir um prédio, mas isso nunca é concretizado.

No filme, o Narrador atira em si mesmo, livrando-se da influência de Tyler, e explode vários prédios de sedes de empresas de cartões de crédito para acabar com as dívidas das pessoas (uma iniciativa de Tyler).

(fim dos spoilers) Em uma entrevista, o autor admitiu que o filme conseguiu simplificar o plot e apresentá-lo de maneira muito mais efetiva, além de estabelecer conexões que ele se sentia envergonhado de não ter feito antes na própria obra.

4) Existem clubes da luta na vida real

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No final do próprio livro, o autor admite que inúmeras pessoas entraram em contato com ele para que compartilhasse o segredo de onde se encontravam os clubes da vida real. Decepcionadas, recebiam a notícia que a coisa era toda fictícia.

Mas se engana quem pensa que os entusiastas pararam por ai: há relatos de que realmente existam clubes com o mesmo objetivo que o original por ai. Um deles, que segue a mesma linha, mas não é tão secreto, é o da Rússia, onde homens de negócio pagam para passar uma semana inteira com outros caras se estapeando e passando por outras formas de agressão física e psicológica com o objetivo de transformar cidadãos urbanos em “homens reais”. O anúncio deles na internet? “Você não é o que você tem — seu emprego, seu carro, sua conta bancária. Se você quer mudar sua vida, encontrar o guerreiro dentro de você e enfrentar seu inimigo interior — inscreva-se na nossa próxima turma!”.

Além do clube russo, há relatos de clubes em Nova York, na Califórnia e na Tailândia.

5) Há uma sequência e haverá mais uma

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Em 2015, a banda Nine Inch Nails anunciou em uma Comic Con a realização de uma versão ópera rock do Clube da Luta, que contará com as colaborações de Chuck Palahniuk e de David Finch, diretor do filme. O projeto ainda está em desenvolvimento.

Em 2016, foi lançada no Brasil a continuação da obra, Clube da Luta 2, uma graphic novel escrita por Palahniuk. A obra nos reapresenta o Narrador – agora chamado Sebastian – e Marla, agora sua esposa, 10 anos depois do final do primeiro livro. Os dois têm um filho de 9 anos e uma rotina enfadonha e careta, o que faz Tyler se agitar no subconsciente de Sebastian.

Tyler começa a tocar um projeto militar chamado Erga-ze ou Morra e sequestra o filho dos dois. Sebastian e Marla então partem atrás do filho, de formas diferentes. Em paralelo, Palahniuk quebra a quarta parede inserindo-se na história como um roteirista que, junto a outros colegas autores, quebra a cabeça para dar continuidade à trama (e falha).

A continuação dividiu os fãs entre críticas positivas e negativas. Apesar disso, Palahniuk já confirmou que haverá um Clube da Luta 3, também em quadrinhos.

6) BÔNUS: A teoria de Calvin e Haroldo

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Existe uma teoria maluca que conecta as famosas tirinhas de humor Calvin e Haroldo à trama de Clube da Luta. Segundo ela, o Narrador é Calvin crescido e Tyler é apenas uma versão evoluída de Haroldo.

Ao envelhecer, Calvin teria se visto obrigado a deixar Haroldo para trás e crescer, porém essa separação, somada à percepção de como a realidade é dolorida e amargurada, transformaria o garoto em um adulto ansioso e insone: o Narrador. Em meio a essa confusão mental, Haroldo ressurgiria como Tyler (já que, para um adulto, não seria mais cabível ter um amigo imaginário animal), também crescido e revoltado.

A teoria também argumenta que há semelhanças entre o Clube da Luta e o grupo formado por Calvin nos quadrinhos, o G.R.O.S.S. (sigla em inglês para “Get Rid of Slimy girlS”), um clube só para meninos. Enquanto Haroldo lia as atas das reuniões anteriores, os componentes brigavam entre si. Doideira!

Mundial de matemática no Rio tem só 10% de meninas entre competidores

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Publicado no UOL

Lápis e papel na mão. É com essas armas que competidores do mundo todo começam a disputar na próxima semana as provas da 58ª IMO (Olimpíada Internacional de Matemática, da tradução do inglês), que acontece pela primeira vez no Brasil.

De 17 a 23 de julho, estudantes de 112 países vão se reunir no Rio de Janeiro para fazer o que muita gente considera um pesadelo: resolver os problemas mais cabeludos da matemática. Podem participar jovens com menos de 20 anos e que não estejam na faculdade.

Cada país participante é responsável pela seleção dos membros da sua delegação. No Brasil, são considerados três critérios: a classificação do candidato na OBM (Olimpíada Brasileira de Matemática), seu desempenho em uma prova específica de seleção e a resolução de uma lista de exercícios.

Nesse universo dos números, um deles se destaca. Entre os 623 participantes da olimpíada, só 65 são meninas –ou seja, cerca de 10% dos competidores.

Essa proporção tem se mantido nos últimos dez anos. O número recorde de competidoras foi verificado no ano passado: do total de 602 participantes, 71 eram mulheres (aproximadamente 12%).

“É bem pouco. É uma coisa com que acabei me acostumando, mas deveria mudar”, afirma Deborah Alves, 24, que competiu pela equipe brasileira na IMO em 2011 e 2010.

Deborah é uma das 6 meninas que participaram da equipe brasileira na IMO

Deborah é uma das 6 meninas que participaram da equipe brasileira na IMO

Na delegação brasileira deste ano, não há nenhuma mulher. O país começou a participar da competição em 1979, e desde então apenas seis meninas participaram do time brasileiro. Curiosamente, as equipes costumam ter seis participantes a cada ano.

Esse padrão, para Deborah, é geral: “tem poucas mulheres envolvidas em áreas de exatas nas várias fases da vida, seja na infância ou mais tarde, no mercado de trabalho”, afirma.

Sua experiência de participação em olimpíadas de exatas vem de ainda mais cedo: ela ganhou sua primeira medalha, de bronze, quando estava na 6ª série e participou da OBM.

“Acho que tive muita sorte por sempre fazer amizade muito fácil nesse ambiente de olimpíada. Mas para as meninas é realmente difícil se sentir confortável sendo a única naquele ambiente em que todos os outros são meninos”, conta.

Machismo e desestímulo desde a infância
Hoje, Deborah é formada em ciência da computação e matemática pela Universidade Harvard –uma conquista que, para ela, vai contra uma cultura que desestimula as mulheres a buscarem uma carreira em exatas e também a permanecerem nessa área.

“A sociedade é machista. Tem muita coisa implícita, que as pessoas não percebem. Isso vem desde lá na infância, quando o brinquedo da menina é a boneca e não carrinho, lego ou outras coisas que estimulam o raciocínio lógico. É uma cultura que acaba desestimulando, que mexe com a autoconfiança das meninas. Menina que se exibe é um problema, enquanto menino que ‘se acha’ é normal”, diz.

“Isso acontece quando as crianças não têm nem consciência do que é matemática, do que é ciência, como se existisse um papel pré-determinado para cada um. É algo que vai sendo reforçado no colégio ou até dentro de casa. Por isso, os meninos chegam com mais pré-disposição e incentivo para estudar matemática”, complementa Carolina Araújo, 40.

Doutora em matemática pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, Carolina é a única mulher entre os quase 50 pesquisadores permanentes do Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada).

Para Carolina, meninos são mais incentivados a estudar matemática

Para Carolina, meninos são mais incentivados a estudar matemática

Ela diz que, em toda a sua trajetória de estudos, as mulheres sempre foram minoria. “Ainda existe muito preconceito porque é uma área predominantemente masculina. Infelizmente alguns colegas ou alunos acham que matemática não é coisa de mulher”, explica.

Calcule como uma garota
Para incentivar a participação das meninas na competição, a IMO estreia neste ano o Troféu Impa Meninas Olímpicas. A premiação, que vai contemplar as cinco estudantes que mais contribuírem com o resultado de suas equipes, passará a fazer parte do calendário permanente da olimpíada.

Carolina e Deborah veem a iniciativa com esperança. “Esse troféu especial é uma forma de trazer visibilidade para a questão de gênero e para as meninas, que estão conquistando seu espaço. Muitas vezes, para aquelas que pensam em competir, faltam modelos a serem seguidos”, afirma a pesquisadora.

“É um começo, apesar de o problema ser muito mais embaixo. As meninas conseguirem competir e continuarem se sentindo motivadas é muito necessário”, diz Deborah, que complementa: “aos poucos, a gente tem que começar a mostrar para as pessoas que as mulheres podem ser o que elas quiserem”.

Escrever ‘todxs’ ou ‘amig@s’ atrapalha softwares de leitura, dizem cegos

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Publicado no G1

Pessoas com deficiência visual que utilizam softwares de leitura de tela podem ter dificuldade de compreender palavras como “todxs” ou “alun@s”. Programas como o NVDA e o Virtual Vision, que buscam traduzir para áudio o que está escrito no celular e no computador, não leem corretamente as palavras e emitem sons confusos ao tentarem decifrar o “x” e o “@”.

O uso destes códigos é um recurso utilizado principalmente em redes sociais para que haja neutralidade de gênero – em vez do emprego do masculino. Adeptos de movimentos feministas e LGBTs, por exemplo, defendem a escrita de frases como “Todxs xs alunxs foram à aula”, em vez de “Todos os alunos foram à aula”.

A jornalista Giselle se queixou em seu perfil do Twitter sobre essa forma de escrita. “Essa linguagem neutra, que muitos dizem ser inclusiva, é tudo, menos inclusiva. É extremamente cruel com a pessoa que tem deficiência visual”, afirma.

Ela descobriu, há pouco tempo, que tem doença celíaca. Sua visão fica comprometida em alguns dias. “Vivo entre dois mundos, o da deficiência visual e o de enxergar normalmente”, conta. Para conseguir usar celular, ela faz uso do Google Talk Back, aplicativo do sistema Android que lê telas. “Quando são textos com muitos ‘x’, fica muito complicado, não dá para entender nada, nem o contexto. Eu não entro mais em Facebook porque é um pesadelo para a pessoa com deficiência”, afirma. “Consigo entender frases curtas, quando o significado é óbvio. Mas quando são maiores, não dá.”

Marina Yonashiro, estagiária de jornalismo na Fundação Dorina Norwill para Cegos, diz que o problema de compreensão também varia conforme a voz baixada no software de leitura de telas. “Quando a voz é mais humana, fica confuso. A versão mais robotizada tem maior espaço entre as sílabas, aí consigo entender”, conta. “Dá para regular a velocidade do áudio. Quando colocamos com ritmo menor, temos menos problemas. Mas quebra o ritmo da leitura.”

Linguagem exclui

Para ensinar os cegos a usar o computador no meio corporativo, em programas como Excel e Word, Francisco Carlos Alves Batista dá aulas na Adeva (Associação de Deficientes Visuais e Amigos). Ele tem deficiência visual e é usuário da Biblioteca Braille do Centro Cultural São Paulo (SP). “Esse tipo de linguagem realmente exclui os cegos. Nós não vamos entender. Mas temos que levar em conta que é um recurso que as pessoas utilizam e que eu, dentro da minha deficiência, não vou poder usufruir”, diz.

Ele explica que abreviações também oferecem dificuldade para os cegos, como “td” (tudo) ou “blz” (beleza). “O dicionário virtual dos leitores de tela não lê de forma fidedigna estes códigos”, afirma.
O professor esclarece que, a cada lançamento de sistema operacional, os recursos vêm inacessíveis e um desenvolvedor trabalha para tentar adaptá-lo aos cegos. “Quando fica bom, troca a versão. Espero que um dia a pessoa com deficiência visual possa comprar o computador na loja, ligar em casa e usar, sem essa espera. Mas as coisas são feitas para quem enxerga, porque o mundo é dele”, completa.

Concurso Literário Cultural (187)

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Mademoiselle Caroline, Julie Dachez (autoria), Renata Silveira (tradução)

Marguerite tem 27 anos, e aparentemente nada a diferencia das outras pessoas. É bonita, vivaz e inteligente. Trabalha numa grande empresa e mora com o namorado. No entanto, ela é diferente. Marguerite se sente deslocada e luta todos os dias para manter as aparências. Sua rotina é sempre a mesma, e mudanças de hábito não são bem-vindas. Seu ambiente precisa ser um casulo. Ela se sente agredida pelos ruídos e pelo falatório incessante dos colegas.

Cansada dessa situação, ela sai em busca de si mesma e descobre que tem um Transtorno do Espectro Autista – a síndrome de Asperger. Sua vida então se altera profundamente.

***

Em parceria com a Editora Nemo, vamos sortear 2 exemplares de “A diferença invisível”, de Mademoiselle Caroline.

Para concorrer, envie para o email concurso@livrosepessoas.com o nome do médico austríaco que dá nome a esse transtorno. Respostas na área de comentários serão deletadas.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos nesta ação::

O resultado será divulgado dia 3/8 neste post.

 

ATENÇÃO PARA OS GANHADORES:

 

Rayanderson Oliveira e Ellem Lisboa

 

Entraremos em contato via e-mail.

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