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Juiz impõe multa de até R$ 2.896 para professor que não cantar o Hino Nacional

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Oito docentes foram intimados a comparecer na delegacia por não terem cumprido a medida

 A determinação obriga escolas públicas e privadas de ensino fundamental a tocarem o hino nacional (foto: Agência Brasil )

A determinação obriga escolas públicas e privadas de ensino fundamental a tocarem o hino nacional (foto: Agência Brasil )

Publicado no R7

O juiz José Brandão, que trabalha na comarca de Conceição da Feira (localizada a 130 km de Salvador), adotou uma medida que prevê detenção ou multa por “abandono intelectual” contra professores que não cantarem o hino nacional.

A portaria judicial já está em vigor e integra um estudo idealizado pelo juiz, que também pretende reduzir a evasão escolar no município.

Em Crisópolis (BA), cidade em que o Brandão implantou a mesma medida em 2013, oito professores foram intimados a comparecer na delegacia por não terem cumprido a ordem.

Regras

A portaria obriga escolas públicas e privadas de ensino fundamental a tocarem o hino nacional pelo menos uma vez por semana, sob a pena de multa variável de até quatro salários mínimos. Segundo o autor, o objetivo é fazer cumprir a lei federal nº 12.031/09, que regula os símbolos nacionais.

Filho de ferroviário arrecada R$ 15 mil na internet para bancar estudos em Stanford, nos EUA

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O estudante Jessé Candido, de 17 anos (foto: Arquivo Pessoal)

O estudante Jessé Candido, de 17 anos (foto: Arquivo Pessoal)

Leonardo Vieira, em O Globo

Filho de um ferroviário e ex-aluno de escola pública, um jovem de 17 anos aprovado em nada menos que seis universidades americanas conseguiu arrecadar mais de R$ 15 mil em uma campanha na internet para financiar sua graduação. Assim, Jessé Leonardo Justino Cândido embarca em setembro para a conceituada Universidade de Stanford, na Califórnia. Essa é apenas mais uma história bem-sucedida de crowdfunding na educação, prática que vem crescendo segundo sites que acolhem as campanhas.

Jessé frequentou aulas em uma escola municipal até a 4ª série do ensino fundamental, quando conseguiu uma bolsa integral para estudar no Colégio Antônio, em Ourinhos (SP). Lá, o menino começou a alimentar seu sonho pela Física e pelas engenharias. Caçula de mais três irmãos, sendo dois bombeiros e uma estudante de Medicina, ele quis traçar seu caminho.

Enquanto não chegava o momento de ir para a universidade, Jessé foi colecionando conquistas em outras áreas acadêmicas. Ao longo do ensino médio, foram 17 medalhas em olimpíadas científicas estaduais e nacionais de Física, Oceanografia, Robótica, Química, Astronomia e Astronáutica. No ano passado, em época de vestibular, o menino conquistou o 1º lugar no Desafio Brasileiro de Matemática Pré-Universitária do Brilliant.

Aprovado em Física na Ufscar, em São Carlos (SP), Engenharia Mecatrônica na UFPR e Medicina na Unioeste (PR), ele foi aceito em Columbia, Universidade de Nova York, Middlebury College, Skidmore College e Universidade Minerva.

— Escolhi Stanford não só pela qualidade do ensino. Lá eu vou cursar o ciclo básico de exatas nos dois primeiros anos e, depois, poderei escolher Física ou Engenharia. Aqui eu teria que decidir agora — explica o rapaz, que participou do programa de financiamento coletivo da Fundação Estudar, que auxilia alunos do ensino médio na obtenção de vagas em instituições americanas. Ele gravou um vídeo contando seus sonhos e pedindo uma pequena ajuda para cumprir sua meta, de R$ 10 mil. Seu apelo está desde o dia 15 de março na plataforma da fundação, com prazo que deve terminar na próxima terça-feira.

OUTROS 16 APROVADOS E FINANCIADOS

Além dele, outros 16 estudantes aprovados em universidades americanas se valeram das “vaquinhas” on-line. Quatro deles conseguiram atingir as metas. Andreia Sales, de 17 anos, é uma delas. Filha de um piloto de aviação comercial e uma engenheira civil, Andreia explica que quis unir os dois conhecimentos em uma só atividade: ser astronauta da Nasa. Com uma vaga garantida na Universidade do Colorado, ela ultrapassou a meta de R$ 12 mil para financiar seus estudos iniciais nos EUA:

— Quero levar o nome do Brasil cada vez mais longe e aumentar a participação das mulheres na ciência.

O crowdfunding na educação já é praticado pela Fundação Estudar desde o ano passado, quando 14 estudantes participaram e oito atingiram as próprias metas, arrecadando mais de R$ 260 mil. Somente para este ano mais de 200 alunos participam do preparatório.

A gerente de educação da fundação, Renata Moraes, explica que as universidades americanas não exigem só boas notas. Segundo ela, o ideal é o candidato participar de projetos sociais, competições e iniciativas que demonstrem proatividade:

— Enquanto você mostra suas boas notas, tem gente que também tem notas altas e ainda dá aulas em um pré-vestibular social. É isso o que as universidades americanas querem. Ir bem nas matérias é só uma obrigação.

Valesca Popozuda vai pagar viagem de professora que a citou em trabalho acadêmico a congresso nos EUA

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Jaqueline foi convidada para um congresso sobre trabalhos relacionadas a Hernert Marcuse (Foto: Reprodução/Facebook)

Jaqueline foi convidada para um congresso sobre trabalhos relacionadas a Hernert Marcuse (Foto: Reprodução/Facebook)

Ana Carolina Pinto, no Extra

“Quando ouvi a Valesca Popozuda cantar ‘My Pussy é o poder’ pela primeira vez, pensei: uau! isso é mais profundo que Simone de Beauvoir”. A interpretação é da pedagoga Jaqueline Conceição da Silva, de 28 anos. Com mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), ela foi convidada pela prestigiada Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para apresentar seu trabalho sobre o funk e a juventude brasileira, “Só Mina Cruel – Algumas Reflexões Sobre Gênero e Cultura Afirmativa no Universo Juvenil do Funk”, em um congresso que acontece em setembro deste ano.

Moradora de Jardim Celeste, no bairro Campo Limpo, em São Paulo, Jaqueline comemorou a oportunidade de levar a cultura da periferia para outro país. Mas por não ter vínculo atual com nenhum programa de pós-graduação, a concretização do sonho da educadora tinha esbarrado na questão financeira. Até agora. Depois de saber da vaquinha online organizada por Jaqueline para levantar o dinheiro, Valesca contou ao EXTRA que quer ajudar.

- Quero arcar com metade do valor, se ela concordar. Fico muito feliz com o carinho dela e vou torcer pra ela conseguir. O trabalho deve ter ficado magnífico, pois o funk é bem amplo. Já peço uma cópia, pois depois eu quero ver e ler ele todinho.

Valesca ainda mostrou-se orgulhosa em ver o gênero ser representado nos Estados Unidos e mandou um recado para Jaqueline.

- Boa sorte na apresentação e representa lá o Brasil e o Funk que daqui estaremos torcendo orgulhosos pela força e coragem dela.

Ao saber da ajuda inesperada, Jaqueline ficou ainda mais animada. Fã da cantora, ela já tinha recebido um conselho para pedir ajuda a Valesca, mas tinha optado pelo financiamento. Agora, ela torce para conhecer a musa do hit “Beijinho no Ombro” pessoalmente e falar sobre o artigo.

- Espero conhecê-la, porque sou muito fã! Não sei o que me deixou mais bege, se foi o fato de ela contribuir ou de poder conhecê-la. Não sei o que me impactou mais. ‘Tô’ passada – brincou Jaqueline, que credita a história de Valesca como uma inspiração para outras mulheres.

- Acho que a trajetória dela, pensando num país como o Brasil, é uma trajetória que me inspira. São mulheres que vão buscando seu espaço em cima daquilo que acreditam. Estou muito feliz, apesar de não ser um trabalho em que defendo o funk enquanto música, de poder pegar um trabalho que elas construíram e poder discutir em cima dele, para podermos nos emancipar.

Libertação feminina

O artigo de Jaqueline não pretende analisar o funk como gênero musical, mas como produto cultural gerado pela juventude da periferia. Em sala de aula, seus alunos analisam as letras das músicas e debatem sobre a realidade retratada nas canções, sob a ótica dos autores de Teoria Crítica, Theodor W. Adorno e Hernert Marcuse. Para a pedagoga, que concluiu o mestrado no curso “Educação: História, Política, Sociedade”, apesar das críticas, é preciso avançar e entender como o fenômeno do funk está impactando a juventude, especialmente a das favelas.

- A ideia do trabalho é pensar sobre a sociedade em que vivemos. Neste contexto, o gênero femino é uma oposição ao que é ‘ser homem’. Assim, o nosso desejo enquanto mulher, de fazer isso ou não, também é relacionado através do que é o desejo para os homens. Então até que ponto dentro do funk, mesmo as mulheres podendo ter a liberdade de dizer que a ‘b* dela’, significa de verdade uma liberdade sexual, inclusive sobre o próprio corpo e o que ele representa? – questionou.

“As considerações apontam no sentido de que tais jovens (produtores e consumidores do funk enquanto produto cultural da sociedade de massas) reproduzem em seu discurso as mesmas relações de opressão e submissão em que a mulher é submetida ao longo do processo civilizatório, mesmo que revestido de uma pseudoliberdade aparente na exacerbação da sexualidade feminina e do “direito” das jovens em usufruir do prazer que seu corpo pode lhes proporcionar”, destaca uma parte do resumo do artigo.

- Para mim, a Valesca é uma das mulheres que lida mais com essa dupla realidade nas músicas dela. Para uma mulher negra e pobre da periferia poder afirmar que “dá para quem quiser”, ou que hoje vai bancar e pode ostentar dinheiro, por exemplo, é um fato libertário, não podemos negar. A questão é até que ponto, na sociedade em que vivemos, isso pode ser realmente libertador, ou é só mais uma reprodução de como a mulher é vista. Me interessa pensar o funk como uma manifestação cultural legítima desses meninos e meninas. O que tem de imediato para a juventude? A sexualidade. E o funk fala sobre isso. Fui começar a entender as letras para entender este discurso, entender a realidade desses jovens para pensar os caminhos para os quais estamos levando eles, que tipo de formação estamos dando a estes jovens e quais as perspectivas que eles tem e podem vir a ter a partir disso.

Escritora erótica Sylvia Day estará na Bienal do livro de São Paulo

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Publicado no UOL

A autora de livros eróticos Sylvia Day chama a atenção da plateia com seu decote, durante papo na Bienal do Livro do Rio

A autora de livros eróticos Sylvia Day chama a atenção da plateia com seu decote, durante papo na Bienal do Livro do Rio

A escritora americana Sylvia Day confirmou nesta segunda (28) sua presença na 23ª Bienal de São Paulo, que acontece entre 22 e 31 de agosto, no Anhembi, zona norte de São Paulo.

No dia 30 de agosto, a partir de 15h, a  autora da série erótica “Crossfire” autografa seus principais lançamentos no estande da editora Universo dos Livros.

Com mais 500 mil livros vendidos no país, a escritora, que se dedica há uma década ao gênero erótico, ficou famosa após o sucesso da série “Cinquenta Tons”, de E.L. James.

Entre seus títulos estão “Toda Sua”, “Profundamente Sua” e “Para Sempre Sua”.

‘Péssimo em matemática’, garoto de 12 anos escreve seu sexto livro

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Hector também é ilustrador e escreve livros com linguagem para crianças.
Jovem é responsável pela criação de seis livros infantis em cinco anos.

Mãe e avó de Hector se orgulham do garoto (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Mãe e avó de Hector se orgulham do garoto
(Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Publicado no G1

Um garoto de 12 anos, morador de Santos, no litoral de São Paulo, ganhou destaque ao escrever e publicar seis livros infantis. Hector Angelo começou a escrever contos infantis por volta dos sete anos de idade e, além de ser responsável pela redação, ele também é o ilustrador das publicações, mostrando talento para escrever livros com linguagem simples e dramas elaborados.

A avó do garoto, Valdisa Soares, mostra muito orgulho ao falar sobre as obras criadas pelo jovem. Ela, inclusive, aponta quais são as principais características do neto. “Observo que, além do lúdico, ele também aborda muitos problemas atuais e se preocupa com o ser humano. Percebo que ele tem uma preocupação especial com pessoas adotadas, com a inclusão dessas pessoas”, explica.

Hector exibe brinquedos criados a partir de suas obras (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Hector exibe brinquedos criados a partir de suas
obras (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

De acordo com a mãe de Hector, Isadora Melo, o talento do filho surgiu logo após ele ser alfabetizado e, no começo, a família não deu muita importância para as obras do garoto. “Nós estávamos em casa e ele disse que escreveria um livro. Nós não demos muita importância, mas pouco depois ele voltou com o livro pronto”, comenta.

O autor dos livros “A Girafa que foi ao Espaço”, “Maricota à Procura de Sapatos”, “A Trasnformação de Joca”, “4Stars – Um fenômeno pop”, diz ter dificuldades apenas em uma disciplina na escola. “Sou péssimo em matemática”, afirma o jovem escritor.

Além da criação de livros, o garoto possui um blog onde posta contos, novelas e seriados. Ele também frequenta cursos de teatro e animação. Para o futuro, ele pretende fazer faculdade de cinema e teatro com o objetivo de ser escritor de novelas e cineasta.

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