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Editoras mais populares no Facebook (5)

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Sérgio Pavarini

A má conservação das calçadas sempre exigiu atenção de quem caminha pelas cidades. Atualmente, outro fator de risco foi incorporado à rotina dos pedestres. É preciso caminhar com atenção para não se chocar com gente que está navegando na internet enquanto anda. Alguns mais habilidosos chegam a “conversar” no WhatsApp durante a caminhada. #OMG

Estudo recente aponta que em algum tempo a prática vai se estender para as ruas. Yes, os carros do futuro vão tuitar e publicar no Facebook. De acordo com estimativas, 90% dos veículos terão conexão com a internet em 2020.

Elaborado a partir de entrevistas com 5,6 mil motoristas de cinco países, o “Relatório da Indústria do Carro Conectado” mostrou aquilo que todos sabem: os brasileiros são a-lu-ci-na-dos por redes sociais e são os que mais desejam se conectar aos amigos enquanto dirigem. Perigo a vista… e a prazo!

Vamos conferir a nova edição do ranking das editoras mais populares no Facebook. Tivemos apenas duas alterações na lista. A Sextante ganhou uma posição e está no Top 10. A Mundo Cristão novamente subiu, ocupando agora o 17º lugar. Digna de menção ainda a ampliação da distância que separa a Chiado da Intrínseca. A editora portuguesa ganhou mais de 400 mil likes desde a última edição. #orapois

Sucesso a todos e até breve. :-)

 

#1:   1.509.100 Chiado

#2:      723.700 Intrínseca

#3:      561.500 Record

#4:      501.200 Saraiva

#5:      408.000 Arqueiro

#6:      377.000 Rocco

#7:      367.300 Cia das Letras

#8:      281.600 Novo Conceito

#9:      186.000 Darkside Books

#10:    171.700 Sextante

#11:    170.800 CPAD

#12:    165.000 Casa Publicadora

#13:    150.500 Leya Brasil

#14:    131.100 Universo dos Livros

#15:    122.000 Suma de Letras

#16:    116.500 L&PM Editores

#17:    107.600 Mundo Cristão

#18:    102.200 Hagnos

#19:      97.500 Galera Record

#20:      91.600 Bertrand Brasil

ranking atualizado em 21/7

Morre aos 73 anos o escritor João Ubaldo Ribeiro

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Publicado por Rede TV!

Morreu na madrugada desta sexta-feira (18), em sua casa, no Leblon, zona sul do Rio, o escritor e acadêmico João Ubaldo Ribeiro. Ubaldo, de 73 anos, teve uma embolia pulmonar.

O escritor ganhou em 2008 o Prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa. Ele é autor de obras como “Sargento Getúlio”, “A casa dos budas ditosos” e “Viva o povo brasileiro”. Era o 7º ocupante da cadeira número 34 da Academia Brasileira de Letras, sendo eleito em outubro de 1993, na vaga de Carlos Castello Branco.

Nascido em Itaparica, na Bahia, viveu até os 11 anos com a família em Sergipe, onde o pai foi professor e político.

Ficou um ano em Lisboa e um ano no Rio. Depois, voltou de vez para Itaparica.

As 20 editoras mais populares do Twitter (35)

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Sérgio Pavarini

A Copa do Mundo 2014 foi a Copa das redes sociais. Logo após a Alemanha bater a Argentina, Lukas Podolski publicou uma selfie no Twitter quando ainda estava dentro de campo.

O atleta alemão deu um show nas redes sociais e contou com a ajuda de um amigo brasileiro para postar em português, levando os seguidores ao delírio quando mandou um #SabeDeNadaInocente.

Em 2010, a final entre Holanda e Espanha teve um pico de 120 mil tuítes por segundo. Quatro anos depois, esse número saltou para mais de 600 mil tuítes por minuto, crescimento de cerca de 400%. Como será em 2018?

Hora de conferir a presença das editoras na microrrede. Tivemos apenas uma alteração durante as últimas semanas: a L&PM Editores subiu uma posição e agora está no 17º lugar. Muitas editoras estão com números próximos e a disputa deve continuar acirrada. A bola continua em jogo. Sucesso para todos. :-)

Ranking Junho

#1: 86.800 Intrínseca @intrinseca

#2: 77.700 Mundo Cristão @mundocristao

#3: 67.300 Companhia das Letras @cialetras

#4: 64.200 Editora Rocco @editorarocco

#5: 50.200 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#6: 45.200 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 44.000 Novo Conceito @Novo_Conceito

#8: 43.000 Sextante @sextante

#9: 42.900 Galera Record @galerarecord

#10: 41.600 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 40.700 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#12: 37.400 Editorial Record @editorarecord

#13: 32.900 Cosac Naify @cosacnaify

#14: 30.000 Editora Leya @EditoraLeya

#15: 28.800 Editora RT @revtribunais

#16: 28.000 Suma de Letras @Suma_BR

#17: 27.300 L&PM Editores @LePM_Editores

#18: 27.300 Editora Nemo @editoranemo

#19: 27.000 Casa Publicadora @casapublicadora

#20: 25.700 Globo Livros @GloboLivros

Ranking atualizado em 14/7/14

Professora americana elege clássicos chatos da literatura e gera polêmica

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Johann Wolfgang von Goethe

Johann Wolfgang von Goethe

Marco Rodrigo Almeida, na Folha de S.Paulo

Livros clássicos, diz uma definição famosa, são aqueles que nunca deixamos de ler. Em parte pelo intenso prazer que proporcionam. Em parte porque pode ser muito difícil entendê-los em uma única leitura.
Muitos deles continuam complexos demais mesmo após inúmeras leituras.

Para socorro dos que associam literatura à tortura, entre eles seus próprios alunos, a escritora e professora americana Sandra Newman publicou “História da Literatura Ocidental sem as Partes Chatas”, que chega agora ao Brasil.

Trata-se de um guia irreverente sobre alguns cânones, dos clássicos gregos (escritos por volta de 900 a.C.) até William Faulkner (1897-1962).

Ao contrário do que diz o título, o recorte não é tão amplo. A lista é dominada por autores de língua inglesa. Da literatura espanhola só há Miguel de Cervantes (1547-1616). Portugueses e latino-americanos estão ausentes.

“Os editores americanos são muito hostis aos livros desconhecidos pela maioria da população. Queria incluir Fernando Pessoa, mas não houve jeito”, diz Newman.

No guia, além de breves textos biográficos sobre os autores, ela faz resumos sucintos e irônicos sobre as obras, apontando, em sua visão, o que merece ser lido e o que pode ser descartado.

Os livros clássicos são avaliados, numa escala de 0 a 10, em três categorias: importância, acessibilidade e diversão.

“No quesito diversão, tentei avaliar tanto a graça da poesia quanto aquela vontade que nos faz virar as páginas dos romances uma após a outra. Não quer dizer se um livro é, ou não, uma obra-prima imortal”, explica Newman.

Por esses critérios, o poema épico “Paraíso Perdido”, de John Milton (1608-1674), é o maior sonífero (poderia se chamar “Consciência Perdida”, brinca a professora).

Como toda classificação desse tipo, a de Newman provoca intensa controvérsia entre escritores e acadêmicos.

Para Luiz Costa Lima, crítico e professor emérito da PUC-RJ, “é um serviço público” denunciar o trabalho.

“Quem é capaz de analisar o conjunto da literatura ocidental? E mais ainda, de julgá-la pelo critério do que é ou não é chato?”, argumenta.

“O clássico não é clássico porque seja de imediato engraçado e comovente. De imediato agradável ou desagradável são apenas os produtos culinários”, define Lima.

Nos EUA, Newman também revoltou professores ao avaliar (e reprovar) livros canônicos pelo prisma da diversão.

“Talvez não seja o único critério, mas parece uma decisão extrema não levar a diversão em conta. Vários clássicos, como as peças de Shakespeare, foram escritos para entreter. Fico preocupada quando dizem que algo não pode ser importante e divertido ao mesmo tempo.”

*

CLÁSSICOS FATIADOS
Os mais tediosos e os mais divertidos, na visão de Sandra Newman

SE PUDER, NÃO LEIA!

“As Nuvens”
Aristófanes
Importância 5
Acessibilidade 5
Diversão 3
“Algumas pessoas dizem achar as obras de Aristófanes engraçadas. É melhor evitar essas pessoas”

“Paraíso Perdido”
John Milton
Importância 10
Acessibilidade 4
Diversão 4
“É uma obra de gênio, mas tão divertida quanto ficar trancado dentro de um freezer”

“Fausto – Parte Dois”
Johann Wolfgang von Goethe
Importância 10
Acessibilidade 4
Diversão 3
“Pouquíssimos a leem. Os que efetivamente conseguem podem ser reconhecidos pelos cabelos brancos como algodão, pelas mãos trêmulas e pelos olhos fixos e esgazeados”

“A Letra Escarlate”
Nathaniel Hawthorne
Importância 9
Acessibilidade 3
Diversão 4
“Meu pesar acompanha todos aqueles que foram obrigados a estudar esse livro na escola. Não tenho explicações a dar e não posso fazer com que você recupere aqueles dias perdidos”

“Finnegans Wake”
James Joyce
Importância 5
Acessibilidade 1
Diversão 4
“Pouquíssimas pessoas leem o livro inteiro, de modo que aqueles que escrevem dissertações sobre o livro devem ser a maior parte dos leitores”

DIVERSÃO GARANTIDA

“Dom Quixote”
Miguel de Cervantes
Importância 10
Acessibilidade 7
Diversão 10
“No final do livro, já estamos encantados o suficiente para acreditar que o mundo não será tão bom sem o Cavaleiro da Triste Figura e suas fantasias”

“Hamlet”
William Shakespeare
Importância 10
Acessibilidade 3
Diversão 9
“Assistir a ‘Hamlet’ tentando vingar o pai é como assistir ao seu filho adolescente procurando emprego”

“A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy”
Laurence Sterne
Importância 10
Acessibilidade 5
Diversão 10
“Página por página, talvez seja o romance mais engraçado que já existiu”

“Orgulho e Preconceito”
Jane Austen
Importância 10
Acessibilidade 10
Diversão 10
“Você não precisa ser esperto para gostar de Jane Austen. Tudo de que você precisa são olhos. Se você deixar o livro no chão, quando voltar para casa o gato estará lendo”

“Em Busca do Tempo Perdido”
Marcel Proust
Importância 10
Acessibilidade 4
Diversão 10
“Este é um daqueles livros que desejamos que nunca termine —e, de fato, ele quase não termina de tão comprido que é”

Loja online de livros usados realiza sonho de portuguesa

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Uma loja de livros usados mas recentes, a preços acessíveis, era o sonho para a reforma de Ana Amélia. Até ao final do ano, vai tornar-se realidade através da internet, num sistema de créditos para trocar obras.

naom_515315c930cfbPublicado no Notícias ao Minuto

Aos muitos livros em casa e à inspiração noutros locais, como a Escócia, Ana Amélia somou a “paixão” e a “perdição” pelos livros e a certeza de que uma “lojinha em Torres Vedras”, onde mora, ou mesmo em Lisboa não seria “viável em termos económicos”.

Um conselho de um amigo para avançar pela internet foi bem acolhido, mas ainda faltava tempo por causa do trabalho executivo numa grande empresa. A saída dessa carreira fez concretizar a “2.ª Leitura”, que aplica o conceito de livros com recompra.

O projeto iniciou-se com a aquisição de livros, o que se tornou relativamente fácil “numa altura de crise”.

“As pessoas precisam de dinheiro”, resume à agência Lusa Ana Amélia, que recorreu, por exemplo, aos anúncios de vendas de particulares.

O preço combinado pela quantidade de livros torna os valores mais atrativos para que depois fiquem também acessíveis a quem quer ler e cada vez se queixa mais das dificuldades em comprar, como nota Ana Amélia.

Nesta “2.ª Leitura”, o cliente poderá encomendar um livro, tê-lo durante 15 dias e devolvê-lo depois mediante um valor predeterminado, que funcionará como crédito para ser deduzido em encomendas futuras. Caso o leitor queira ficar com o livro, não há acerto.

As recompras devem estar operacionais até ao final do ano, uma vez que Ana Amélia tem inserido livros na base de dados, o que inclui fotografar as capas, até para mostrar o estado de conservação dos livros.

“A aposta vai ser nos livros mais recentes e facilitar o acesso a preços mais acessíveis”, explica Ana Amélia, lembrando ser “raro ler o mesmo livro duas vezes”, pelo que este site também é útil para quem quer libertar espaço nas prateleiras.

“A plataforma também pode proporcionar a venda a terceiros, um espaço de partilha, com muito cuidado na inserção dos livros, num processo completamente transparente”, garante à Lusa.

Acerca dos atuais sistemas de trocas de livros, Ana Amélia recorda que podem ter “muitas limitações”, ao, por exemplo, haver apenas escolha entre os livros de uma só pessoa.

Por isso, Ana quer a sua base de livros com a maior escolha possível, incluindo em línguas estrangeiras.

Em termos comerciais, este projeto “não tem retorno” face ao trabalho de manutenção e administração: “A margem praticamente nem cobre isso, mas há o sonho, a partilha e a paixão pelos livros”, explica.

dica do Ailsom Heringer

 

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