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Tininha

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Sonho de estudar em Hogwarts vira realidade em novo “curso para formar magos”

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Publicado por Hypeness

Os fãs de Harry Potter estão prestes a realizar um grande sonho. Agora já é possível estudar em Hogwarts como o bruxinho, ou quase isso. A Czocha College of Wizardry oferece uma experiência com duração de 3 dias que promete fazer você se sentir como se fosse um personagem saído dos livros de J. K. Rowling.

O “curso” foi criado por voluntários apaixonados pelo universo de Harry Potter e acontece no Castelo de Czocha, na Polônia. Para tornar tudo mais real, os alunos são escolhidos para uma das 5 casas da escola (Durentius, Faust, Libussa, Molin and Sendivogius) e podem decidir qual carreira seguir, entre Aurors, Curse Breakers, Healers, Magizoologists e Unspeakables. A carreira escolhida pelo aluno irá definir quais aulas ele vai assistir.

O evento é, na verdade, um grande jogo, em que cada envolvido assume um papel diferente na brincadeira, o que inclui até mesmo o uso de vestimentas especiais para dar um toque mais real à história.

A primeira edição do curso aconteceu em novembro e reuniu quase 200 pessoas de 11 nacionalidades diferentes. A segunda edição será realizada entre os dias 9 e 12 de abril de 2015 e as inscrições já estão abertas para qualquer pessoa maior de 18 anos. O valor da experiência é de € 280 (cerca de R$ 920) e inclui acomodação e alimentação durante o tempo no castelo.

Dá uma olhada:

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Você encontra mais informações sobre o curso aqui.

Todas as fotos via Independent

Criança escreve livros e doa para campanha O Natal de Todos Nós

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Renata, de 10 anos, publicou seu segundo livro e doou cem exemplares.
Mãe conta que criança já tem cinco livros escritos.

Criança doou cem exemplares para campanha. (Foto: Gabriela Jimenes/TV Diário)

Criança doou cem exemplares para campanha. (Foto: Gabriela Jimenes/TV Diário)

Jenifer Carpani, no G1

“Para ajudar as crianças e fazer elas felizes” a autora Renata Aparecida Fernandes, de apenas 10 anos, doou cem exemplares do livro ‘Um novo bom amigo’ para a campanha O Natal de Todos Nós.

Esta é uma iniciativa da TV Diário em parceria com uma empresa de transporte público de Mogi das Cruzes. Livros e brinquedos novos são arrecadados e distribuídos para crianças de bairros carentes da cidade. Somente no ano passado foram arrecadados mais de 8 mil livros e, para este ano, a expectativa é superar o número. Neste ano, a arrecadação terminou no domingo (14) e a distruibuição começa na terça-feira (15).

Para Renata, a maior alegria é ver o que escreveu impresso nas páginas de um livro. “Fico muito alegre, é legal ver a história publicada”, diz. Além de ter uma filha autora de livros, a instrutora Irecilma Fernandes, de 42 anos, tem também uma filha solidária. “É um orgulho para a gente, a gente fica feliz em saber que ela tem o coraçãozinho bom e que vai ajudar as pessoas a serem melhores. Ela começou a escrever com 8 anos, é o segundo ano que ela está doando cem livros para as crianças”, destaca a mãe orgulhosa.

Segundo Irecilma, foram feitos mil exemplares da história do sapinho. Renata diz que a ideia de escrever livros surgiu depois de um apagão em sua casa. “Teve um apagão em casa e minha mãe falou que os sapos enxergam no escuro. E aí eu tive a ideia”, se lembra. “O livro fala que o sapinho acha que é melhor que todo mundo. Daí depois quando ele vê que ninguém é mais amigo dele porque ninguém conversa com ele, ele fica triste. Aí ele convida outros sapinhos para fazer um campeonato para pular na vitória-régia, e depois disso todos ficam felizes e voltam a ser amigos”, resume.

Renata diz que já tem outros livros escritos e que o livro lançado neste ano é continuação do ano passado, quando ela doou outros 100 exemplares para a Campanha. “Tenho cinco livros prontos e dois publicados”, diz. A mãe completa: “no ano que vem ela publicará mais um livro, o Macaquices em Família”, diz, orgulhosa.

J.K. Rowling confessa sentir culpa pela morte de personagem de Harry Potter… E você nem imagina quem!

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Diego Santos, no Literatortura

A saga Harry Potter teve muitas mortes que entristeceram e revoltaram os fãs!

Recentemente, por meio do site Pottermore, a autora JK Rowling afirmou sentir um grande arrependimento pela morte de um de seus personagens…

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Alguma ideia de quem seja?!

Dumbledore? Fred Weasley? Lupin, Sirius, Tonks?

Nada disso. A morte que faz Rowling ter péssimas noites de sono é a de ninguém menos que a do sorveteiro Florean Fortescue.

Rowling afirmou que se sente muito culpada pela morte do dono da Sorveteria Florean Fortescue, no Beco Diagonal.

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Harry sempre parava nesta loja quando estava hospedado no Caldeirão Furado. O dono, o bruxo Florean Fortescue, costumava ajudar Harry com o dever de casa, além de oferecer sundaes de graça.

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Harry conheceu Florean no terceiro livro (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban), mas o sorveteiro desaparece no sexto (Harry Potter e o Enigma do Príncipe), levando a sorveteria a ser fechada.

A explicação vem ainda no sexto livro, ao dizer que o bruxo foi sequestrado pelos Comensais da Morte, que o assassinaram.

“Eu o sequestrei e o assassinei sem nenhuma razão. Ele não foi o primeiro mago que Voldemort assassinou porque sabia muito (ou muito pouco), mas somente com ele me sinto culpada, porque foi tudo culpa minha” lamenta a escritora.

Adolescentes recriam histórias consagradas e publicam na web

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Escrita por uma americana de 25 anos, a fanfic ‘After’ tem apelo erótico e um protagonista ‘mulherengo e bêbado’

Roberta Salomone em O Globo

RIO – Quando encontra um nome perfeito para um personagem ou consegue imaginar um desfecho surpreendente para um novo enredo, Caroline Figueiredo corre para fazer anotações em seu caderno. Depois, a estudante, fã de comédias e filmes como “Jogos vorazes” e “Os Vingadores”, passa tudo para o computador e disponibiliza a produção na internet. Já são mais de 60 histórias acompanhadas e comentadas por leitores de várias partes do Brasil e do mundo. Todas baseadas em “The 39 clues” (“As 39 pistas’’), série de livros que Caroline nem se lembra mais de quantas vezes leu.

— O que faço é fanfiction. Me inspiro para criar novas histórias a partir de outras que gosto — explica a menina de 16 anos sobre o gênero literário nascido na web e definido como “ficção de fã”.

Caroline Figueiredo, de 16 anos, costuma escrever suas histórias em cadernos - ANTONIO SCORZA

Caroline Figueiredo, de 16 anos, costuma escrever suas histórias em cadernos – ANTONIO SCORZA

Textos sobre os mais diferentes temas que usam celebridades como personagens e repetem tramas já conhecidas viraram febre entre os adolescentes, que seguem autores novatos como Caroline em sites que abrigam milhares de histórias. Harry Potter é, disparado, o mais citado. Entre as séries de TV, “Glee” e “Doctor Who” saem na frente, já no meio musical, só dá o One Direction. Escrita por uma americana de 25 anos, a fanfic “After” tem grande apelo erótico e um protagonista “mulherengo e bêbado” batizado com o mesmo nome e sobrenome de um dos integrantes da boyband. A trama teve mais de um bilhão de visualizações e deve seguir o sucesso de “Cinquenta tons de cinza”, também originária na internet e inspirada em outra obra: “Crepúsculo.’’ Por questões legais, a versão impressa de “After” teve nomes trocados antes de chegar às livrarias e, em breve, vai virar filme.

— Fanfic não é só sacanagem não — avisa Babi Dewet, de 28 anos, autora da trilogia “Sábado à noite’’, que vendeu mais de dez mil cópias e fala sobre a banda britânica pop McFly.

Babi Dewet ganhou fama na internet com suas “fanfics”, que viraram livros - ANTONIO SCORZA

Babi Dewet ganhou fama na internet com suas “fanfics”, que viraram livros – ANTONIO SCORZA

O primeiro livro de Babi foi bancado pela mãe. Hoje, ela está entre as escritoras mais populares do gênero por aqui. É formada em Cinema, coleciona seguidores no Twitter e no Instagram e com seus longos cabelos com pontas azuladas, dificilmente passa despercebida. Nos braços carrega nove tatuagens, entre elas um Yoda de “Star Wars”, os símbolos das relíquias da morte de “Harry Potter”, e uma estrela igual à do líder do grupo preferido.

Ainda que não tão estilosas como Babi, muitas outras meninas (sim, elas são maioria esmagadora no mundo das fanfctions) sonham em trilhar o mesmo caminho e não medem esforços para isso. Sabem que fórmula pronta não existe, mas reconhecem que há algumas maneiras de fisgar novos leitores na web. Escrever ou pelo menos pensar num título em inglês, por exemplo, pode despertar uma maior curiosidade e resultar num maior número de visualizações.

Enquanto uns acham que usar enredos já conhecidos ou nome de famosos não passa de plágio, há quem veja a produção como uma homenagem.

— Ninguém é verdadeiramente famoso hoje em dia se não tiver sua obra recriada por dezenas, centenas e milhares de fãs — afirma Cristiane Costa, autora de “Sujeito oculto”, livro escrito a partir de uma colagem de diferentes títulos. — O mercado passou a olhar este tipo de literatura com outros olhos. O que chama atenção é o número de visualizações e seguidores. É um tipo de autor que já vem com seu próprio público a tiracolo.

Marcela Moreira (à direita) e Leticia Black fazem parte do Clube das Autoras, site que tem 30 mil leitores - ANTONIO SCORZA

Marcela Moreira (à direita) e Leticia Black fazem parte do Clube das Autoras, site que tem 30 mil leitores – ANTONIO SCORZA

Foi exatamente o que aconteceu com Letícia Black, também conhecida como ” Leka Judd. No currículo da escritora de 24 anos há 90 fanfics espalhadas pela internet e o recém-lançado “Garota de domingo”, que fala sobre o conturbado romance entre Pam e Davi. O livro de Letícia está nas estantes de grandes livrarias dividindo espaço com séries best sellers internacionais como “Diário de um banana”.

Marcella Moreira tem 19 anos e é autora de 18 fanfics (“Eu escrevo muito e muito devagar”, confessa). Como Letícia, Cell é uma das participantes do Clube das Autoras, site que existe há dois anos, tem 30 mil leitores e cerca de 200 textos disponíveis.

— Os homens têm preconceito com o nosso trabalho. Acham que só escrevemos sobre bandas com garotos bonitinhos. Mas não sou dessas que ficam apaixonadas por qualquer um. Meu coração bate mais forte é pelo Fluminense — conta Marcella, que não tem namorado e é autora de alguns contos indicados apenas para maiores de idade por relatarem triângulos amorosos, traições e vinganças.

Beatriz Sosinho, de 16 anos, também fala e escreve sobre esses e outros assuntos, em tese “proibidos” para menores como ela. Prefere usar títulos em inglês e sempre cita bandas e cantores em seus textos. A ideia de “The fox and the snake” veio de “Hey you”, do Pink Floyd, e a história medieval “Stairway to heaven” foi batizada como a música do Led Zeppelin.

— Conheci o Sex Pistols lendo fanfics, sabia? — comenta Beatriz, a BJ Stewart.

Da esquerda para a direita, Beatriz Sosinho, Giovana Rita e Giovanna Lobo passam noites em claro lendo e escrevendo suas histórias - ANTONIO SCORZA

Da esquerda para a direita, Beatriz Sosinho, Giovana Rita e Giovanna Lobo passam noites em claro lendo e escrevendo suas histórias – ANTONIO SCORZA

Enquanto alguns carregam o laptop para a cama para acompanhar as aventuras de seus personagens favoritos, outros leitores chegam a imprimir páginas e mais páginas de textos como uma forma de driblar o controle dos pais.

— Já fiz isso, mas hoje prefiro ler no celular mesmo. Aí sei que ninguém vai implicar comigo. Se pudesse, passava noites em claro lendo, mas tenho que acordar cedo para ir para a escola — reclama Giovana Rita, de 17 anos, fã de mitologia grega e autora de cinco fanfics.

Um dos segredos do sucesso das “ficções de fãs” é a possibilidade de dar ao leitor a chance de “customizar” o que vai ler. Antes do acesso ao texto, muitas delas permitem que se escolha o nome, cor dos olhos e cabelos do protagonista, além do nome do melhor amigo ou pretendente. É uma maneira de ser inserido no cenário e fazer parte do universo que tanto gosta.

Nos Estados Unidos, só o site Fan Fiction tem cinco milhões de textos em 30 idiomas, e um dos principais no Brasil, o Fanfic Obsession, disponibiliza mais de oito mil histórias de diferentes gêneros, tem 18 mil acessos todos os dias de 25 países e 97% dos leitores do sexo feminino, entre 14 e 21 anos. Vislumbrando um mercado dos mais lucrativos, a Amazon permite desde o ano passado que fanfics sejam vendidas através do Kindle Worlds. Lá, a regra é clara: os lucros com as vendas devem ser divididos com os autores das obras originais.

— Acho o máximo participar de tudo isso e não ligo para quem diz que o que a gente faz é plágio. Esta é uma forma de incentivar a leitura e fazer novos amigos — acredita Giovanna Lobo, de 16 anos, que tem 36 textos publicados e um deles, “Anjo imperfeito”, com partes inteiras copiadas em outra fanfic na semana passada. — Não tem jeito. Até a gente corre esse risco.

A primeira vez a gente nunca esquece

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Duas editoras estreiam na lista, Bispo avança ao topo e Sextante e Record brigam pelo ranking anual das editoras

Cassia Carrenho, no PublishNews

Na lista dessa semana duas editoras podem espalhar para os amigos que finalmente se deram bem e entraram na lista dos mais vendidos. A editora Aleph, com um certo charme geek, emplacou o livro Star Wars – Herdeiro do Império, no oitavo lugar da lista de ficção, com 1.718 exemplares vendidos. Já a editora Pandorga, ficou em 15º com Eu escolhi respirar. Outra editora que não é estreante, mas não aparecia desde 2012 foi a Realejo, que com a ajuda de um rei, ficou em 16º na lista de não ficção com o livro Pelé.

Nada a perder v.3 (Planeta) conseguiu avançar mais um pouco e diminuir a distância para A culpa é das estrelas (Intrínseca) para 56.824 exemplares. Parece muito, mas se continuar nesse ritmo, a disputa pelo livro mais vendido em 2014 ficará em suspense até a última semana do ano.

A Intrínseca, que ficou em segundo lugar no ranking das editoras, conseguiu colocar mais três livros na lista: em infantojuvenil, A vingança do sete, em ficção, A garota que você deixou para trás e o polêmico, Não sou uma dessas.

Já a Sextante, primeiríssimo lugar no ranking, teve ajuda do livro da famosa apresentadora Oprah Winfrey, O que eu sei de verdade, em sétimo na lista de autoajuda, com 1088 exemplares vendidos, e o Jardim Secreto, em não ficção

Record, empatada em terceiro com a Companhia das Letras, fez uma trinca Dukan. Além dos já conhecidos Eu não consigo emagrecer e O método Dukan ilustrado, colocou o livro 60 dias comigo, também de Pierre Dukan. Todo mundo correndo atrás do prejuízo e querendo ficar em forma para o verão!

No ranking anual das editoras a briga deve ficar entre Sextante e Record. A primeira está com 66 títulos, e Record, com 62. Entre elas, duas semanas até o fechamento da lista!

PS: Somando o grupo Companhia-Objetiva, no ranking das editoras o grupo empatou com a Intrínseca, com 14 títulos.

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