Tininha

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Curiosidades Literárias: Alice – a verdadeira história

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A verdadeira história de Alice, a personagem do livro “Alice no País das Maravilhas

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Imagem da verdadeira Alice, protagonista do livro

Publicado por Eu amo leitura

Voce reconhece essa frase:
” Um presente de natal para uma criança querida em memória de um dia de verão”

Apesar dessa frase estar inclusa dentro de um livro muito famoso, você certamente jamais a leu por um motivo muito simples, ela não consta em nenhuma obra que foi publicada, e se encontra na capa do manuscrito de “Alice no País das Maravilhas” publicada por Lewis Carrol em 1865.

Antes de passar para o papel sua história, Carrol, em um passeio de barco pelo Rio Tâmisa, começou a conversar com os 03 filhos do vice-chanceler da Universidade de Oxford, e para distrai-los começou a contar uma história que só estava dentro da sua cabeça. Uma das filhas se chamava Alice Pleasance Lidell, que inspirou a criaçao da personagem principal.

Tudo isso aconteceu no verão de 1862, e Alice pediu que Carrol escrevesse esse livro para ela.
Depois desse passeio Carrol e Alice se tornaram inseparaveis.

Agora eu lhes pergunto, o que vocês fariam se sua filha de 7 anos se tornasse inesperadamente amiga de um escritor esquisitão de 31 anos fazendo com ele demorados passeios de canoa e posando para seus retratos artísticos? Em vez de chamar a polícia – como qualquer família normal – a de Alice Pleasance Liddell incentivou seu relacionamento com Charles Dodgson, um escritor que assinava como Lewis Carroll. E a menina acabou sendo a musa inspiradora dos clássicos Alice no País das Maravilhas (1865) e Através do Espelho (1871) – este inclusive termina com um poema em que as primeiras letras de cada estrofe formam o nome da menina. Até hoje não é claro o que exatamente estava rolando entre a menina e o escritor. Especula-se, e ninguém poderia deixar de especular, que havia uma paixão, consumada ou não. Sempre se acreditou que, quando ele deixou de frequentar a casa dos Liddell subitamente, em 1863, foi porque os pais de Alice haviam resolvido dar um basta naquele relacionamento inapropriado. Mas documentos descobertos pela biógrafa Karoline Leach mostram que Carroll talvez fosse tão simpático com Alice e suas irmãs porque estava interessado mesmo era na governanta da casa.

Mas independente das fofocas, o fato é que, dois anos depois, Carrol cumpriu o prometido e entregou um livro de 90 páginas,todo escrito a mao e com 37 ilustraçoes. Ao ver o livro, seus amigos , encantados com a história insistiram para que ele publicasse.Carrol então, fez algumas pequenas mudanças, e o livro foi publicado em 1865.

Muitos anos depois, Alice precisou vender seu manuscrito em um leilao

Hoje o manuscrito encontra-se na British Library em Londres, que disponibilizou na internet o manuscrito para quem quiser conhecer : http://www.bl.uk/onlinegallery/ttp/alice/accessible/introduction.html

Universidade de Columbia oferece pela primeira vez curso de pós-graduação no Brasil: mestrado executivo em Gestão Pública

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Universidade de Columbia é uma das mais conceituadas dos EUA e do mundo | Getty Images

Universidade de Columbia é uma das mais conceituadas dos EUA e do mundo | Getty Images

Gabriela Bazzo, no Brasil Post

A Universidade de Columbia vai oferecer, a partir de janeiro do ano que vem, um programa de pós-graduação no Brasil.

O curso, com duração de 18 meses, tem foco em Gestão Pública e será ministrado em formato híbrido, mesclando videoconferências e aulas presenciais.

O programa também inclui dois meses intensivos de aula no campus da Universidade, em Nova York, em julho de 2015 e 2016 – os estudantes cursarão seis disciplinas nos EUA. O trabalho final também será apresentado presencialmente na universidade.

No total, os alunos vão cursar 18 matérias.

A estrutura do curso, que foi criado em 1977 nos EUA, foi adaptada ao Brasil e inclui aulas de reforço – no Global Center Columbia, no Rio de Janeiro e via internet também.

Futuramente, o programa deve ser oferecido na China e na Índia.

De acordo com a Columbia, o curso é voltado para “profissionais competentes e dedicados à administração pública”. Entre os documentos exigidos para a inscrição no curso estão diploma em um curso superior com tradução juramentada para o inglês, prova de proficiência em inglês, e o exame GRE ou GMAT, além de cartas de recomendação e intenção.

As inscrições são feitas até o dia 30 de novembro no site da Columbia. O resultado será divulgado no dia 15 de dezembro.

A turma de 2015 vai contar com 30 alunos, e a de 2016 – e de anos futuros – 35 pessoas. Serão oferecidas entre 20 a 30 bolsas parciais e integrais. Segundo a Columbia, os detalhes das bolsas serão divulgados posteriormente.

O curso custa US$ 68 mil por aluno, incluindo as viagens aos EUA e a acomodação durante os dois meses de residência em Nova York.

Nesta semana, serão promovidas palestras no Rio, em São Paulo e em Brasília sobre o curso. As inscrições para as sessões informativas podem ser feitas no site do programa.

SÃO PAULO
22 de outubro – 12h às 14h
Fundação iFHC – Instituto Fernando Henrique Cardoso
Rua Formosa, 367 – 6º andar, Centro

BRASÍLIA
23 de outubro – 12h às 14h
CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica
SEPN 515 Conjunto D, Lote 4 – Edifício Carlos Taurisano

RIO DE JANEIRO
24 de outubro – 12h às 14h
Global Center Rio de Janeiro
Rua Candelária, 9 – 3º andar, Centro

20 testamentos engraçados e últimos desejos absurdos deixados neste mundo

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Tatiane do Amaral Ribeiro, no Mega Curioso

Muita gente certamente tem aquele objeto favorito e já deve ter pensado: “Para quem eu vou deixar isso quando eu morrer?”. Pode ser na brincadeira ou até um pensamento sério, a verdade é que a gente quer deixar alguma coisa que nos lembre com alguém que amamos (ou nem tanto, como veremos mais abaixo).

Seja um simples último desejo ou até mesmo um complexo testamento, existem aqueles pedidos inusitados, estranhos e até mesmo divertidos deixados por pessoas no mundo inteiro. É claro que não temos acesso a todos eles, mas alguns famosos tornaram públicas suas vontades finais bizarras e agora você vai conhecer 20 delas.

01 – William Shakespeare

Último desejo: deixar sua “segunda melhor cama” para a esposa

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Esse não foi somente um último pedido de Shakespeare, pois ele até registrou como testamento. Naquela época, ter uma boa cama, sem pulgas ou vermes, era muito caro e muito valorizado. Os melhores móveis foram deixados para as filhas. Esse desejo de deixar a segunda melhor cama para a mulher fez aumentar as especulações a respeito de seu casamento.

Quando as pessoas leram o epitáfio que o escritor deixou para o seu túmulo, quase todos tiveram certeza de que ele e a esposa não estavam bem. Ele escreveu: “Bendito seja o homem que poupa essas pedras, e amaldiçoado quem move meus ossos”. Quando a mulher morreu, sete anos mais tarde, ninguém permitiu que seu corpo fosse colocado na mesma sepultura.

02 – Charles Dickens

Último desejo: que as pessoas que fossem ao seu funeral não usassem cachecol, casaco, laço preto, sobretudo ou qualquer tipo de vestimenta de luto

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Além disso, o escritor também não queria ter um funeral público e nem que fossem divulgados hora e local do velório e sepultamento. Ele pediu um funeral barato e simples, com o mínimo de pessoas possível. Mas, como era de se esperar para um autor tão importante, é óbvio que os seus pedidos foram todos ignorados.

Ele foi homenageado com um enorme cortejo fúnebre, com todos os amigos, familiares e fãs presentes em um funeral completo, que até mesmo se tornou um acontecimento nacional. O homem que estava acostumado a conseguir tudo o que queria em vida não teve o que desejada na sua morte.

03 – Benjamin Franklin

Último desejo: que sua filha não tivesse o passatempo caro e inútil de usar joias

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Benjamin Franklin foi um dos homens mais admirados do mundo ocidental no final do século 18. A razão do seu estranho pedido foi porque o ex-embaixador da França deu a Franklin um retrato do Rei Louis XVI em uma moldura cravejada com 408 diamantes.

Ele adorou o quadro e foi um dos seus objetos preferidos até a sua morte. Benjamin o deixou como herança para a sua filha, Sarah, mas com a condição acima mencionada, para impedi-la de remover os diamantes do quadro para fazer joias. (mais…)

Livro dará R$ 1,2 milhão ao primeiro leitor que desvendar seu mistério

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À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que espero vender milhões de cópias com este livro”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Luiza Belloni Veronesi, no InfoMoney

SÃO PAULO – Com o mercado editorial em crise, o escritor James Frey decidiu explorar o lado
“Sherlock Holmes” dos leitores para alavancar as vendas de sua mais nova obra. Frey acabou de lançar o
projeto “Endgame: O Chamado”, “um romance do século 21”, que esconde pistas que levarão a um
prêmio de US$ 500 mil (ou R$ 1,2 milhão) para o primeiro leitor que resolver seu mistério.

À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que
espero vender milhões de cópias com este livro e que ele tem uma vocação comercial”, disse Frey. “Isso
não significa que eu seja um cínico que escreve pensando em uma ideia milionária. Simplesmente tentei
oferecer ao leito a coisa mais legal que veio na minha cabeça.”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada,
inclusive no Brasil. Ele garante que o mistério presente na obra é “incrivelmente difícil” de ser
solucionado. A editora estima que, no melhor dos casos, levará cerca de nove meses para relacionar as
provas.

“Não importa os motivos que levarão as pessoas a lerem meu livro, desde que o leiam e desfrutem da história”, disse Frey. A obra conta a história de 12 linhagens milenárias que lutam entre si para sobreviver, escolhendo um representante que esteja preparado para uma catástrofe iminente.

O humor depreciativo de Gary Shteyngart

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No livro ‘Fracassinho’, autor russo relembra sua própria vida com doses de ironia e estranha tristeza

O escritor russo Gary Shteyngart

O escritor russo Gary Shteyngart

Ubiratan Brasil, no Estadão

Igor Shteyngart tinha sete anos, no final dos anos 1970, emigrou da União Soviética para os EUA. Seus pais, para evitar que o moleque sofresse bullying no bairro, trocaram seu primeiro nome para Gary. O problema é que humilhação já começava em casa. Diz ele: “Porque eu vivia doente e com o nariz escorrendo quando criança (e na idade adulta), meu pai me apelidou de ‘Soplyak’ – Melequento. Minha mãe, que estava desenvolvendo uma fusão interessante de inglês com russo, aprimorou o termo para ‘Failurchka’, ou Fracassinho”.

É justamente Fracassinho o título do novo livro de Shteyngart, divertida mistura de biografia com ficção, que a Rocco acaba de lançar. Com o típico humor auto depreciativo, Shteyngart não apenas diverte como intriga pela trama bem articulada e envolvente.

Imagem de Amostra do You Tube

Na sua obra, a ficção e a realidade às vezes coincidem. Ao escrever seu livro de memórias, você desejou ocultar alguma coisa porque já havia escrito a respeito num romance?
Existem alguns similaridades entre o meu ser e alguns dos cabeludos imigrantes judeus soviéticos em meu romance. Mas o que ocorre com eles nos romances é muito mais melodramático e insano. Por exemplo, jamais tentei comprar uma cidadania belga falsificada ou entrar para a máfia russa como os meus alter egos fizeram. Mas felizmente minha vida foi bastante interessante sem a criminalidade.

A figura do pai é muito importante para você. Por que?
Ah, sim. Pais e filhos. O pai exerce um domínio avassalador durante toda a nossa vida, para o bem como para o mal. De qualquer modo, escreve-se extensivamente sobre a mãe judia. Então, por que não o pai?

Você escreve num estilo de sátira particular. É uma peculiaridade russa? Ou adotou-o conscientemente?
Adoro a sátira! A Rússia é um país que merece um bom olhar satírico. E os tempos que vivemos lá quando o mal e a estupidez colidem diariamente são perfeitos para a sátira.

Você acompanhou seus pais pela Rússia com um gravador de vídeo. Há alguma entrevista que se destaca como particularmente dolorosa ou reveladora?
Oh, cada momento foi doloroso e revelador. Descobri principalmente o quão difícil foi a sua vida em comparação com a minha. Hitler e Stalin garantiram uma infância interessante.

É interessante quando você começou a fazer psicanálise. O quão importante foi isto em seu processo criador?
Eu não teria conseguido escrever este livro sem os 15 anos de psicanálise. Mas faço apenas quatro vezes por semana. Cinco vezes é uma loucura!

David Slone Wilson, em seu ensaio Evolutionary Social Construction, observa que constantemente nos construímos e reconstruímos para atender às necessidades de situações com que deparamos. Segundo ele, agimos assim orientados por nossas lembranças do passado e nossas esperanças e temores do futuro. O que o senhor acha?
Parece-me correto. E o imigrante está sempre em processo de readaptação. Crescer na Rússia para mim foi terrível. Depois foi ótimo. Hoje é terrível novamente. Devo vestir minha camisa de cossaco ou não?

A experiência do imigrante há muito tempo é uma grande preocupação da literatura americana e isto vem sendo retomado nos últimos anos por vários escritores que chegaram à maturidade numa era de globalização. O quão difícil é para um imigrante se integrar plenamente na vida americana?
Em Nova York todo mundo vem da China, ou Brasil, Índia ou Rússia. Esta é a cidade dos Brics. Então venha até aqui e compre um apartamento ao lado do meu. Preciso de alguma “farofa” em minha vida.

Que tal ser considerado a mistura de Woody Allen e Nabokov?
Acho ótimo! Vou usar isto da próxima vez.

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