Tininha

Tininha

(6 comments, 2378 posts)

This user hasn't shared any profile information

Posts by Tininha

Concurso Cultural Literário (94)

3

capa taylor

LEIA UM TRECHO

Taylor Swift é considerada uma das artistas de maior sucesso dos últimos tempos, tendo vendido mais de 26 milhões de discos, ganhado diversas vezes os maiores prêmios da música mundial e conquistado uma enorme legião de fãs ao redor do globo, que também a seguem na internet. Cantora, atriz, compositora, instrumentista e produtora musical, tem em sua personalidade uma combinação irresistível de força e delicadeza, que, aliadas ao seu talento, carisma e beleza a transformaram em uma das estrelas mais inspiradoras da sua geração.

Este fascinante livro é recheado de detalhes surpreendentes e reveladores da verdadeira Taylor e contam a história completa: o que a motiva, suas influências, a verdade sobre seus relacionamentos com John Mayer, Harry Stiles e Jake Gyllenhaal, sua discografia e filmografia, fotos coloridas, intimidades, planos e muito mais sobre a vida da princesa do pop country que despontou aos 17 anos no interior dos Estados Unidos e conquistou o mundo.

Vamos sortear 3 exemplares de “Taylor Swift – A história completa“, superlançamento da Gutenberg.

Para participar, basta dizer qual é a sua música favorita da Taylor Swift.

Não esqueça de deixar seu e-mail se usar o Facebook.

O resultado será divulgado dia 9/10 neste post.

Boa sorte! ;-)

Cartunista islandês lança no Brasil livro com piadas sobre temas polêmicos, de zoofilia ao nazismo

0

Em ‘Como você pode rir de uma coisa dessas?’, cartunista islandês faz humor com temas macabros

Cartum de Dagsson, desenhista islandês, autor de "Como você pode rir de uma coisa dessas?" - Reprodução /

Cartum de Dagsson, desenhista islandês, autor de “Como você pode rir de uma coisa dessas?” – Reprodução /

Bolívar Torres em O Globo

RIO – Pode-se rir de tudo — mas não com todo mundo. A clássica frase do francês Pierre Desproges se aplica com perfeição ao trabalho do cartunista Dagsson. Nem todos vão rir dos seus desenhos, por mais que ele tente fazer graça com tudo. Publicados pela primeira vez no Brasil no recém-lançado “Como você pode rir de uma coisa dessas?” (Editora Veneta), que reúne em um só volume três livros do autor islandês, os despudorados cartuns trazem piadas sobre zoofilia, nazismo, vômito, esquartejamento, bullying, miséria, solidão… Um pacote insólito que faz jus ao seu título brasileiro.

— Se todo mundo gostasse do meu trabalho, eu estaria fazendo algo errado — diz o desenhista, em entrevista por e-mail. — As pessoas devem discordar sobre arte. Se alguns se sentem ofendidos por meus cartuns, isso é bom. Não há nada errado em ser ofendido. Eu, por exemplo estou sempre ofendendo a mim mesmo, buscando meus próprios limites.

Para o bem ou para o mal, é impossível ficar indiferente ao livro de Dagsson. Os próprios editores reuniram, na contracapa, algumas das reações iradas na imprensa internacional. Entre os xingamentos dos críticos, “lixo” é talvez o mais suave. “Proíbam esse livro”, suplica um jornalista do “Irish sun”. Já o resenhista do “Gateway Sun” afirma que o autor tem menos talento que o seu cachorro: “Não quero tal livro na minha casa, vou colocá-lo no lixo reciclável na esperança de que seu papel possa ser aproveitado em um título mais merecedor”, resume.

O traço singelo e tosco do cartunista islandês dá um toque infantil aos desenhos (que, de fato, poderiam ter sido feitos por qualquer criança) e que contrasta com a violência dos temas. Buscando constantemente quebrar todos os tabus, Dagsson nos leva a refletir sobre a linha tênue que separa provocação e mau gosto.

— É difícil dizer o que é provocação e o que é mau gosto — avalia o autor. — Acho que esses cartuns são como uma terapia para mim. Tenho consciência da feiura do ser humano e uso o humor para lidar com isso.

Traço infantil e provocação - / Reprodução

Traço infantil e provocação – / Reprodução

A origem dessa visão macabra é um mistério. Dagsson afirma que teve uma infância banal — nenhum trauma, nenhum episódio envolvendo facas ou picadinho de crianças (sim, há um cartum sobre isso). Quando criança, ele gostava de ler quadrinhos como “Calvin & Haroldo”. Só mais tarde, descobrindo Monthy Python na adolescência, percebeu que “assassinatos e vômitos podiam ser divertidos”. Além dos conflitos entre provocação e mau gosto, o cartunista aprecia outra linha tênue: aquela que separa o horror e o humor.

— Minha infância foi normal e entediante — conta. — Quando criança, sempre gostei da fantasia. Tinha uma vívida imaginação. Sou extramente tímido, porém. E ainda o sou. Tinha medo de tudo e usei minha imaginação para escapar da realidade. Agora uso a imaginação para ridicularizar a realidade.

Ao folhear as páginas de “Como você pode rir de uma coisa dessas?”, o leitor poderá achar que atingiu o cume da miséria humana. Dagsson, porém, jura que pode ir mais longe. Por incrível que pareça, ele revela que pratica a autocensura. Chega até a largar a caneta sempre que uma ideia “particularmente horrível” está para ganhar vida. Perguntado sobre qual de seus desenhos considera mais chocante, o cartunista dá a entender que o pior ainda está para vir.

— Acho que esse desenho ainda não foi feito — garante.

Cartunista jura que já praticou autocensura - / Reprodução

Cartunista jura que já praticou autocensura – / Reprodução

Lista déjà-vu

0

Posições e números mudam pouco e livro de Augusto Cury briga pelo segundo lugar na lista anual

Cassia Carrenho, no PublishNews

Tem semana que é assim, a gente olha e parece que nada mudou. As primeiras seis posições da lista geral continuam iguais a última semana. Se eu ficar (Novo Conceito) manteve a liderança, seguido de Ansiedade (Saraiva) e A culpa é das estrelas (Intrínseca).

Para ter uma ideia do déjà-vu, em todas as categorias as duas primeiras colocações tem os mesmos títulos da semana passada!

Algumas novidades ajudaram a dar um toque diferente na lista dessa semana: ficção, Recordação mortal (Bertrand); não ficção, Mudar (MG Editores) e Aparecida (Globo); autoajuda, A intrusa (Lúmen) e negócios, A moda imita a vida (Estação das Letras e Cores)

No ranking das editoras, mais repeteco. Sextante ficou com 14 títulos, e Intrínseca e Record empataram com onze cada. A novidade foi a Globo que empatou com a Companhia das Letras, em terceiro, com oito títulos cada.

Na lista anual, a briga será para conhecer o segundo livro mais vendido no ano, já que o primeiro, A culpa é das estrelas (Intrínseca) parece estar definido. Destrua este diário(Intrínseca) está com 278.005 exemplares vendidos e Ansiedade (Saraiva) 262.975. A diferença é que o livro de Augusto Cury tem vendido mais que seu concorrente nas últimas semanas.

Argentina comemora 50 anos de Mafalda com mostra

0

Publicado por Folha de S.Paulo

Mafalda, uma das mais famosas personagens dos quadrinhos argentinos, é tema de uma exposição em Buenos Aires que teve início nesta semana.

“El Mundo Según Mafalda” (“O Mundo segundo Mafalda”, em livre tradução do espanhol) traz reconstruções de cenas dos quadrinhos desenhados por Joaquín Salvador Lavado, mais conhecido como Quino, além de estátuas dos personagens, jogos, músicas e muitas outras peças interativas.

O cartunista Quinto, criador da Mafalda, na inauguração da exposição em Buenos Aires (Natacha Pisarenko/Associated Press)

O cartunista Quinto, criador da Mafalda, na inauguração da exposição em Buenos Aires (Natacha Pisarenko/Associated Press)

A exposição marca o aniversário de 50 anos de Mafalda, assim como os 60 anos da estreia de Quino como chargista.

Após passar também por México, Chile e Costa Rica, a mostra está programada para chegar a São Paulo em dezembro deste ano.

Mafalda é uma garotinha argentina cheia de questionamentos sobre a vida e a sociedade.

Junto a seus amigos e seus pais, suas histórias comovem crianças e também adultos há décadas e suas aventuras já foram traduzidas para cerca de 30 línguas.

Quino ganhou este ano o prêmio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades.

Adaptações de livros de Harlan Coben podem ter Liam Neeson e Hugh Jackman

0

1

Diego Santos, no Literatortura

Os fãs de Harlan Coben têm muito pra comemorar!

De acordo com as últimas notícias, chegou a hora das histórias do escritor policial emplacarem também nos cinemas.

A Universal Pictures, está preparando a adaptação Hollywoodiana da obra “Não Conte a Ninguém” e, segundo informações, pretende incluir ninguém menos que Liam Neeson no elenco.

A adaptação já foi escrita, sob a responsabilidade de Chris Terrio, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Argo. Porém, algumas alterações ainda devem ser feitas, antes que Neeson confirme ou não sua participação no longa.

O livro já foi adaptado em 2006, na França, com direção de Guillaume Canet.

Confira abaixo o trailer:

Imagem de Amostra do You Tube

Além de “Não conte a Ninguém”, uma adaptação do livro Seis Anos Depois será produzido pela Paramount Pictures e conta com Hugh Jackman no elenco.

Os direitos do livro mais recente de Coben, Missing You, também já foram vendidos para o cinema e a adaptação será produzida pela Warner Bros. e RatPac Entertainment.

O escritor Harlan Coben esteve recentemente no Brasil, na Bienal do Livro de São Paulo no mês de agosto, no qual participou de uma divertida entrevista e demonstrou todo o seu carisma atendendo aos fãs, respondendo perguntas e até autografando livros.

Confira no Indique um livro a resenha da obra (fantástica, por sinal) Seis Anos Depois.

Tininha's RSS Feed
Go to Top