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Escola suspende aluna que raspou a cabeça para apoiar amiga com câncer

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Justificativa é que atitude viola o código de vestimenta do colégio dos EUA.
Após repercussão negativa, escola voltou atrás na decisão.

Kamryn Renfro, de 9 anos (à esquerda), raspou a cabeça em apoio a Delaney Clemente, de 11 anos, que faz quimioterapia para combater o câncer (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Kamryn Renfro, de 9 anos (à esquerda), raspou a cabeça em apoio a Delaney Clemente, de 11 anos, que faz quimioterapia para combater o câncer (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Publicado por G1

Uma escola dos Estados Unidos suspendeu uma aluna de 9 anos que raspou toda a cabeça em solidariedade a uma colega que luta contra o câncer. Kamryn Renfro ficou careca para apoiar Delaney Clements, que está passando pelo tratamento de quimioterapia. A escola, que fica no município de Grand Junction, no Colorado, no entanto, alegou que Kamryn quebrou as regras de vestuário da escola, nas quais todos os alunos devem seguir um “padrão” que não desvie a atenção dos outros estudantes.

“Será que o comprimento do cabelo das crianças irão necessariamente afetá-los em sala de aula?”, questionou Jamie Renfro, mãe de Kamryn. “Eu realmente duvido disso.”

A mãe de Kamryn, Jamie Renfro, iniciou campanha nas redes sociais em apoio à decisão da filha Foto: Christopher Tomlinson/The Grand Junction Daily Sentinel/AP)

A mãe de Kamryn, Jamie Renfro, iniciou campanha
nas redes sociais em apoio à decisão da filha
Foto: Christopher Tomlinson/The Grand Junction
Daily Sentinel/AP)

Em entrevista à US TV, Kamryn explicou que decidiu cortar os cabelos depois de ver a amiga Delaney, de 11 anos, enfrentando as consquências da quimioterapia: perda de cabelos, náuseas, fadiga, e perda de apetite. “Me pareceu a coisa certa a fazer”, disse Kamryn.

Delaney gostou da atitude da colega. “Me senti muito bem. Às vezes as pessoas me chamam de menino, e fiquei feliz em saber que teria alguém para me apoiar em cada passo”, afirmou.

A decisão da escola de suspender Kamryn levou a mãe da menina a iniciar uma campanha nas mídias sociais para chamar a atenção para o caso. Depois da repercussão, o conselho escolar, formado por pais e professores, decidiu nesta terça-feira (15) voltar atrás e permitir que Kamryn volte a frequentar a escola.

O caso ganhou forte repercussão nos Estados Unidos e abriu a discussão sobre estes “dress codes” (códigos de vestuário) que as escolas impõem. Algumas escolas proibiram as alunas de usar calças legging, a menos que coloquem uma saia por cima. Assim, não chama tanto a atenção dos meninos.

Delaney recebeu a visita de Kamryn em hospital do Colorado (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Delaney recebeu a visita de Kamryn em hospital do Colorado (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Escolas dos EUA só permitem que meninas usem calça legging se colocarem uma saia por cima (Foto: Tween Brands/AP)

Escolas dos EUA só permitem que meninas usem calça legging se colocarem uma saia por cima (Foto: Tween Brands/AP)

Concurso Cultural Literário (63)

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capa snoopy

LEIA UM TRECHO

A adorada turma do Snoopy está toda aqui nesta coletânea inédita de quadrinhos! Misturando novas histórias com as páginas dominicais de Charles Schulz, esta edição irá lembrá-lo do motivo de Snoopy ser amado por milhões em todo o mundo. Os antigos fãs e os novos leitores irão encontrar algo para amar em Snoopy, Woodstock, Linus, Lucy, Chiqueirinho, Schroeder e, é claro, o bom e velho Charlie Brown!

Vamos sortear 3 exemplares de “Snoopy – Vol. 1“, lançamento superlegal da Nemo.

Para participar é só responder: “Qual é a sua interpretação de ‘dormir no telhado da casa’, ato emblemático do Snoopy?

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 7/5 às 17h30 neste post.

Boa sorte! :-)

‘Pratos fictícios’: Designer recria cardápios de 50 clássicos da literatura

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Publicado por UOL

A designer Dinah Fried recriou e fotografou refeições de 50 clássicos literários. Nesta imagem, o chá de “Alice no País das Maravilhas”, do inglês Lewis Carroll. O projeto “Pratos fictícios” (Fictitious Dishes) virou livro, publicado nos Estados Unidos pela Harper Collins neste mês.

Reprodução/dinahfried.com

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A designer Dinah Fried recriou e fotografou refeições de 50 clássicos literários. Na imagem, o sanduíche de queijo e o milk-shake de chocolate de “O Apanhador no Campo de Centeio”, de J. D. Salinger. O projeto “Pratos fictícios” (Fictitious Dishes) virou livro e foi publicado nos Estados Unidos pela Harper Collins neste mês.

Reprodução/dinahfried.com

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A designer Dinah Fried recriou e fotografou refeições de 50 clássicos literários. As famosas madalenas (bolinhos típicos) descritas pelo francês Marcel Proust no livro “Em Busca do Tempo Perdido” foram retratadas no projeto “Pratos fictícios” (Fictitious Dishes).

Reprodução/dinahfried.com

Reprodução/dinahfried.com

A torta de maçã com sorvete de creme do livro “On the road”, de Jack Kerouac, foi fotografada pela designer Dinah Fried. Em seu projeto “Pratos fictícios” (Fictitious Dishes), ela recriou refeições de 50 clássicos literários. O ‘cardápio’ virou livro e foi publicado em abril nos Estados Unidos.

Reprodução/dinahfried.com

Reprodução/dinahfried.com

Em “Oliver Twist”, de Charles Dickens, mingau de aveia é servido para os garotos do orfanato inglês. A refeição foi recriada pela designer Dinah Fried em seu projeto “Pratos Fictícios” (Fictitious Dishes). O ‘cardápio’ de 50 clássicos literários foi reunido em um livro publicado em abril nos Estados Unidos.

Reprodução/dinahfried.com

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A designer Dinah Fried recriou em fotografias refeições de 50 clássicos literários. Herman Melville descreve uma refeição com frutos do mar e pão em seu clássico “Moby Dick”. O projeto “Pratos fictícios” (Fictitious Dishes) virou livro e foi publicado nos Estados Unidos pela Harper Collins neste mês.

Reprodução/dinahfried.com

Reprodução/dinahfried.com

Do livro “A Redoma de Vidro”, de Sylvia Plath, a designer Dinah Fried destacou um prato de abacate com salada de carne de siri. O ‘cardápio’ de 50 clássicos literários foi reunido no livro “Pratos Fictícios” (Fictitious Dishes), publicado em abril nos Estados Unidos.

Reprodução/dinahfried.com

Reprodução/dinahfried.com

As fatias de pão com queijo gratinado saíram das páginas de “Heidi”, da suíça Johanna Spyri. Essa é uma das 50 refeições retratadas pela designer Dinah Fried no livro “Fictitious Dishes”, publicado neste mês nos Estados Unidos.

Reprodução/dinahfried.com

Reprodução/dinahfried.com

O café da manhã com sanduíches abertos com queijo e ovos, porção de pepino e xícara de café foram tirados do livro “Os Homens que não Amavam as Mulheres”, do sueco Stieg Larsson. Essa é uma das 50 refeições retratadas pela designer Dinah Fried no livro “Fictitious Dishes”, publicado neste mês nos Estados Unidos.

Reprodução/dinahfried.com

Reprodução/dinahfried.com

Do livro “O Sol é para Todos”, de Harper Lee, saiu o prato com frango, vagem e tomate. A imagem é parte do projeto “Pratos fictícios” (Fictitious Dishes), da designer Dinah Fried. Ela recriou em fotografias refeições de 50 clássicos literários.

Reprodução/dinahfried.com

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Concurso Cultural Literário (62)

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capa salvador

LEIA UM TRECHO

Para que serve a cruz?

Símbolo de maldição, a pena de morte mais cruel, a cruz foi redimida com toda a humanidade e se transformou em algo muito maior do que um símbolo. A cruz lembra que Jesus veio ao mundo para salvar você e, para tanto, aceitou pagar um preço bastante elevado.

A correta compreensão do sentido da cruz pode fazer toda a diferença em sua vida. Ela revela um Deus que ama você de tal maneira que escolheu seu próprio filho para sofrer em seu lugar. A cruz aponta para a esperança por dias melhores; é um sinal da eternidade oferecida para aqueles que reconhecem Jesus como seu Salvador.

Por isso, você precisa descobrir ou redescobrir o sentido da Cruz.

Por isso o chamam Salvador foi escrito por Max Lucado quando de sua passagem pelo Brasil como missionário, no início dos anos 1980.

Olhando para trás, é possível perceber como ele realmente encarnou a mensagem da Cruz, apresentada nesta obra, e se tornou um mensageiro da graça de Deus cuja repercussão alcançou dimensões planetárias.

Este livro trata da essência do evangelho e de como você pode fazer de sua existência um tributo àquele que resolveu enfrentar, em seu lugar, o desprezo e a violência, a fim de que hoje você possa viver a esperança da plenitude do Reino de Deus.

Max Lucado é pastor e escritor de best-sellers mundialmente aclamados, com mais de setenta livros publicados e oitenta milhões de exemplares vendidos em dezenas de idiomas. Ele serve, atualmente, na Igreja de Oak Hills em San Antonio, Texas (EUA), junto com a esposa, Denalyn, e três filhas. Max e Denalyn atuaram por cinco anos como missionários no Brasil.

Vamos sortear 3 exemplares de Por isso o chamam Salvador, livro escrito por Max Lucado quando de sua passagem pelo Brasil como missionário, no início dos anos 1980.

A cruz aponta para a esperança por dias melhores. Para participar do concurso, registre na área de comentários um pedido de oração por nosso país. “A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos” (Tiago 5.16 – Nova Bíblia Viva).

O resultado será divulgado dia 6/5 às 17h30 neste post.

Até que ponto o ensino é prejudicado…

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Publicado em O Globo

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FONTE: DADOS DA ORGANIZAÇÃO PARA A COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (OCDE) COMPILADOS PELA FUNDAÇÃO LEMANN

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