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Com infecção pulmonar, escritor Rubem Alves tem piora na função renal

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O escritor Rubem Alves

O escritor Rubem Alves

Publicado por UOL

Internado há sete dias para tratar de uma pneumonia, o escritor Rubem Alves teve uma piora progressiva da função renal causada pela infecção pulmonar. A informação foi confirmada pelo cardiologista do Hospital Centro Médico de Campinas, Roberto Munimis, em boletim médico divulgado nesta quinta-feira (17).

Considerado um dos maiores pensadores contemporâneos da educação no Brasil, Alves está internado desde o dia 10 de julho na UTI do Centro Médico de Campinas, devido a uma insuficiência respiratória causada por uma pneumonia. O escritor, psicanalista, teólogo e educador de 80 anos continua respirando com aparelhos, sob sedação, e alimenta-se por sonda.

“Acreditamos na força do amor, da beleza, das orações e boas vibrações”, dizia uma mensagem publicada no perfil do Instituto Rubem Alves no Facebook. “Vamos emanar nossas melhores energias e pensamentos para ele”.

A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente.
Rubem Alves, leia mais frases e pensamentos do escritor no Pensador

Veja a íntegra do boletim médico desta quinta-feira:

“Segundo o intensivista e cardiologista do Hospital Centro Médico de Campinas, Roberto Munimis, o paciente Rubem Alves está estável em nível da infecção pulmonar, entretanto apresenta piora progressiva da função renal, causada pela própria infecção. Rubem Alves deu entrada no Centro Médico de Campinas no dia 10 de julho de 2014 e desde então está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por apresentar insuficiência respiratória devido a uma pneumonia”.

Biografia

Nascido em 15 de setembro de 1933 na cidade mineira de Dores da Boa Esperança, e autor de uma bibliografia de mais de 120 títulos, Rubem Alves é conhecido por sua grande contribuição à educação e por seus livros infantis.

Quando jovem estudou no seminário Presbiteriano do Sul, um dos mais conhecidos da América Latina, e tornou-se pastor de uma comunidade no interior de Minas Gerais. Acusado de subversivo pelo governo militar por pregar melhores condições de vida através da religião, e ficou exilado até 1968 nos Estados Unidos.

Em 1969 ingressou na Faculdade de Filosofia de Rio Claro, onde lecionou até 1974, quando foi para a Filosofia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), onde fez a maior parte da sua carreira acadêmica até se aposentar nos primórdios da década de 1990. Fez um curso para formação em psicanálise nos anos 1980 e manteve sua clínica até 2004.

#ForçaRubemAlves

Adolescentes brasileiros formam legião de leitores-fãs e impulsionam as vendas das editoras

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John Green e Cassandra Clare são alguns dos nomes favoritos dessa turma que não abre mão do papel

As amigas Mariana Rodrigues, Carolina Campello e Sofia Cheib são leitoras ávidas e não abrem mão das obras em papel - Simone Marinho / Agência O Globo

As amigas Mariana Rodrigues, Carolina Campello e Sofia Cheib são leitoras ávidas e não abrem mão das obras em papel – Simone Marinho / Agência O Globo

Josy Fischberg em O Globo

RIO – Não tem nada melhor que sentir o cheiro do livro, passar as páginas entre os dedos, saber de cara se falta muito para o fim, admirar a capa com atenção. Parece frase de quem tem de 40 anos para cima, mas é o que dizem adolescentes de 13 a 18 anos. No Brasil, uma geração plenamente digital vem consumindo livros de papel avidamente, destruindo generalizações como “adolescente vive na internet” ou “esses meninos não gostam de ler”. Em uma fase da vida em que tudo é intenso — eles amam demais ou odeiam demais — meninos e meninas vêm provando que suas paixões desmedidas também podem se voltar para as letras. Impressas no papel.

Uma breve olhada nas listas de livros mais vendidos dá a dimensão do fenômeno. Entre os dez primeiros lugares do último ranking do PublishNews, site especializado em mercado editorial, oito são queridinhos do público jovem, mesmo que nem sempre pertençam à categoria infantojuvenil. Quem encabeça a lista é John Green, com “A Culpa é das estrelas” (Intrínseca). Outros três livros do autor, cultuado por adolescentes, também estão lá. “A escolha” (Editora Seguinte), de Kiera Cass, que faz parte da trilogia “A seleção”, aparece em sétimo. “Instrumentos mortais — Cidade do fogo celestial” (Galera Record), de Cassandra Clare, fecha a lista geral dos dez mais.

— Esses jovens leitores não são só leitores. Eles têm uma relação de fã com os livros, com as séries, com os autores… E o livro, nessa história, é quase como um objeto de desejo: além de ler, eles querem colecionar, colocar na estante, organizar. Com e-book não tem muito disso. Você não tem como virar para um amigo e dizer: “Deixa eu te mostrar a minha estante de e-books” — analisa a editora-executiva do selo Galera Record, Ana Lima.

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Julia Schwarcz, publisher da Seguinte, selo jovem da Companhia das Letras, conta que já recebeu e-mails de leitores de pouca idade reclamando que o volume de uma série tinha meio centímetro a mais que outro, e isso, segundo eles, fica feio na estante:

— É curioso porque temos um livro de contos que lançamos em versão digital gratuita e só depois lançamos em versão física. Ele faz parte da série “A seleção”. Foi um sucesso de vendas. Muitos leram a versão digital e ainda fizeram questão de ter a publicação em papel.

O sucesso da série “A seleção” é realmente estrondoso. O último volume da trilogia, chamado “A escolha”, lançado em maio deste ano, teve tiragem inicial de 50 mil exemplares, quando tiragens básicas giram em torno de 3 mil. Desde o lançamento, a Seguinte já vendeu cerca de 100 mil cópias só dessa publicação.

Para o fundador do PublishNews, Carlo Carrenho, há algumas explicações para os bons números. Segundo ele, é preciso considerar a produção ainda pouco consistente de e-books no Brasil. Um livro digital infantojuvenil precisa ter um mínimo de interação para despertar interesse entre os jovens — e a leitura dos e-books por crianças e adolescentes em outros países vem crescendo. Ainda assim, há um aspecto social da leitura para os mais jovens que não se manifesta com tanta força entre os adultos:

— Se você está lendo um e-book, ninguém sabe o que você está lendo. Tem a história de você levar a publicação para a escola, de você formar uma tribo ou se juntar a um grupo pelos livros, o que é muito importante para os adolescentes. O adulto lê para ele e não precisa, necessariamente, mostrar para outras pessoas. O livro acaba sendo uma marca de consumo para os mais novos, assim como as roupas — explica Carrenho.

Aluna do Colégio Pedro II, Julia Amorim, de 13 anos, está lendo “Convergente” (Rocco Jovens Leitores), de Veronica Roth. É o seu 11º livro deste ano:

— Quando eu leio, realmente me desligo do mundo. Posso terminar um livro de 500 páginas em dois dias, de tão curiosa que eu fico para ver o que acontece no final.

Essa questão com os finais de livros, aliás, vem fazendo com que muita gente de pouca idade sofra com os spoilers.

— A gente fala tanto sobre o que está lendo com os amigos na escola que sempre tem um que conta o que vai acontecer e estraga tudo — brinca Mariana Rodrigues, de 13 anos, também do Pedro II.

Entre os livros escolhidos pelas duas e pelas amigas Sofia Cheib, Carolina Campello, Carolina Porto, da Sá Pereira, e Fernanda Metzler, do Franco Brasileiro, como os melhores dos últimos tempos, estão as séries “Jogos vorazes”, “Instrumentos mortais” e “A seleção”.

Da mesma forma que jovens leitores vêm mostrando que são mais do que leitores — são também fãs — autores de sucesso também demonstram que são mais que autores. John Green, por exemplo, é escritor e mestre nas redes sociais. Só no Twitter, ele tem 2,8 milhões de seguidores em seu perfil oficial. Durante a Copa do Mundo, um outro perfil dele, onde o autor só comenta sobre esportes, bombou. Green ainda montou uma campanha, junto com o irmão, para arrecadar dinheiro para uma fundação de combate ao câncer. As pessoas doavam um dólar e escolhiam por qual país o escritor deveria torcer na Copa. No próprio Twitter, ele dizia para quem iria a sua torcida, vestindo a camisa da seleção em questão.

— John Green é um fenômeno. Tem canal no YouTube, tem um Tumblr, tem contas no Facebook e no Instagram, tem os perfis seguidos por milhões de pessoas no Twitter, ou seja, tem uma presença maciça na internet — explica Danielle Machado, editora de infantojuvenil da Intrínseca, sobre o autor que já vendeu quase 1,5 milhão de exemplares de “A culpa é das estrelas” no Brasil, desde o seu lançamento em julho de 2012.

Fernanda Metzler com o livro do fenômeno John Green - Simone Marinho

Fernanda Metzler com o livro do fenômeno John Green – Simone Marinho

É a internet que também aumenta a expectativa dos leitores-fãs em torno da vinda da escritora Cassandra Clare, autora de “Instrumentos mortais — Cidade do fogo celestial” (Galera Record), ao Brasil. Cassandra já vendeu 26 milhões de exemplares da série no mundo todo — 800 mil só no Brasil. Mais de 3 mil pessoas já confirmaram presença na tarde de autógrafos da moça, na Bienal do Livro de São Paulo.

De diversas formas, a web, quem diria, ajuda muito a impulsionar e manter as vendas dos livros em papel para adolescentes. O boca a boca virtual se tornou fundamental. Tanto é que a rede está abarrotada de blogs, criados inclusive por jovens, onde os próprios escrevem suas resenhas e abrem debates com outras pessoas sobre os livros do momento. As editoras, cientes disso, enviam exemplares para esses críticos digitais, que também colecionam seguidores. Um deles é Pedro Vinícius, de 18 anos, do site O Livreiro.

— Eu leio, em média, uns dez livros por mês. Mas no ano passado, cheguei a ler 30 em algumas épocas, era um por dia mesmo. Eu preciso me programar para dar conta: leio no ônibus, no intervalo da escola, onde der — explica Pedro, que está no 3º ano do Ensino Médio e conta com colaboradores de outras partes do país para fazer resenhas e escrever notícias sobre o mercado literário.

O amor pelos livros também levou a carioca Kimberlly de Moraes, de 18 anos, a criar o blog Último Romance.

— Criei o site para poder conversar com outras pessoas que gostassem de ler, assim como eu. Depois de um tempo no ar, você começa a ter seguidores bacanas, que às vezes começam a ler um livro por conta de uma opinião sua, ou até mesmo escrevem para rebater com fúria algo que você escreveu e eles não concordam — brinca Kimberlly, que tem quase 3 mil curtidores do Facebook e 2.300 seguidores no Twitter.

A jovem, como muitos adolescentes que hoje veneram os livros, começou sua jornada literária por Harry Potter, que Carlo Carrenho, do PublishNews, considera um divisor de águas.

— Harry Potter veio com aqueles livros de muitas páginas, pesados, uma série inteira, e assim conquistou crianças e jovens no mundo todo, espantando os adultos que não imaginavam que isso pudesse acontecer. Depois vieram os vampiros, com a série “Crepúsculo”. O mercado editorial passou a caminhar para um sentido de entretenimento. Há 20, 30 anos, nós éramos crianças ou adolescentes e a nossa leitura estava muito mais ligada ao aspecto educacional. Hoje, para essa idade, ela está ligada à diversão — avalia Carrenho.

Editora imprime trechos de histórias em bolsos de calças

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Ação realizada pela LP&M, especializada em pocket books, em parceria com a marca de moda jovem Free Surf mostra que boas narrativas podem caber nesse compartimento da roupa

Renata Leite, no Mundo do Marketing

A editora de pocket books LP&M fechou parceria com a Free Surf, empresa de moda jovem com mais de 1.000 lojas no país, e imprimiu trechos de contos, poemas e poesias no forro de calças jeans da marca. No fim dos textos, uma frase explica o conceito da ação: “Carregue uma boa história com você”. A ação “The Original Pocket Books” foi idealizada pela agência DM9Rio, para mostrar que narrativas podem caber no bolso, assim como ocorre com os livros em formato de pocket.

Veja o vídeo que apresenta a ação:

Imagem de Amostra do You Tube

5 livros que podem te levar a uma conversa com estranhos na rua

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Estamos prestes a contradizer uma regra básica que seus pais repetiram incessantemente durante toda a sua infância: “Nunca fale com estranhos!”
Não que já não tenhamos quebrado regras antes, mas como uma criança, você realmente não deveria falar com estranhos. Mas a medida que envelhecemos e ficamos mais sábios, conversar com estranhos passa a ser uma necessidade que pode gerar conversas bem interessantes. Principalmente quando se tem os livros envolvidos no papo.

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Eu posso quase que te garantir com absoluta certeza que, se você estiver lendo em público qualquer uma das obras indicadas abaixo, é bem provável que você seja abordado por alguém para conversar sobre o que você está lendo.

✔ O Azarão, de Markus Zusak
*Livro já resenhado aqui no blog. Clique aqui para acessar a resenha.

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Muita gente leu ‘A Menina que Roubava Livros’, mas poucos conhecem os outros trabalhos do autor Markus Zusak. Com essa indicação explícita na capa do livro, certamente alguém irá te perguntar se ele é tão bom quanto o best-seller do autor.
Narrado em primeira pessoa, o livro apresenta a história de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos perdido na vida e que vive às turras com a família. Trabalha com o pai encanador e sua mãe está sempre brigando com os filhos.
Steve é o mais velho e mais bem-sucedido. Sarah é a segunda, e está sempre dando uns amassos com o namorado. Rube é o terceiro e o mais próximo de Cameron. Os dois, além de boxeadores amadores, vivem armando esquemas para roubar lojas e outros locais do tipo. Contudo, os planos nunca saem do papel.
Uma história sobre a vida e sobre as lições que dela podem ser tiradas. Um romance de formação que exibe um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida.
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✔ A Culpa é das Estrelas, de John Green

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É o livro que todo mundo está falando no momento, e se você está pensando em lê-lo em público, com certeza alguém virá até você dizer algo a respeito. Garanto!
Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.
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✔ 1Q84, de Haruki Murakami

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1Q84 é o livro mais ambicioso de Haruki Murakami, fenômeno da literatura contemporânea. Escrita originalmente em três volumes, a obra esteve no topo das listas de mais vendidos no mundo inteiro e, só no Japão, ultrapassou a marca de 4 milhões de exemplares vendidos.
Tóquio, 1984. Aomame, uma mulher que esconde sua profissão de assassina, é enviada para matar um homem numa missão que mudará drasticamente sua vida. Em paralelo, Tengo, professor de matemática e aspirante a escritor, se envolve em um misterioso projeto de reescrever o romance Crisálida de ar, composto por uma menina de 17 anos. De forma alternada, as duas narrativas convergem, e aos poucos o leitor descobre o verdadeiro elo entre elas. Conforme 1Q84 caminha para uma resolução, acompanhamos o incerto destino se fechar ao redor de Aomame e Tengo. Ao mesclar com maestria suspense, fantasia e amor, Murakami alcança nesta trilogia o ápice de sua criatividade literária.
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✔ As Sombras de Longbourn, de Jo Baker

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Se alguém olhar rapidamente a capa desse livro, ele será rapidamente remetido ao clássico ‘Orgulho e Preconceito’. Então, essa pessoa (de olhar fantástico) provavelmente irá te perguntar algo sobre a obra que tem em mãos.
Admiradora de Jane Austen, a romancista Jo Baker perguntava-se quem seriam aquelas presenças pontuais e quase inumanas que serviam à mesa ou entregavam um recado para os personagens de ‘Orgulho e Preconceito’, um dos romances mais recontados em versões literárias desde a sua publicação, há duzentos anos. Por trás de cada descrição da toalete das irmãs Bennet havia certamente o trabalho de uma criada, e cada refeição servida implicava uma cozinheira, um mordomo para servi-la. Qual seria a história não contada desses personagens?
As Sombras de Longbourn é o romance dessas figuras invisíveis. Sob o comando da governanta e cozinheira sra. Hill, trabalham Sarah e Polly, duas jovens trazidas de um orfanato quando ainda eram crianças para trabalhar na casa. O mordomo idoso, sr. Hill, serve à mesa e divide a administração da casa com a sra. Hill. Os quatro formam um pequeno exército de empregados que labuta dezoito horas por dia para que a família Bennet goze do máximo conforto possível.
Por sua impressionante pesquisa sobre a vida cotidiana no início do século XIX, e também por impor um estilo próprio a sua narrativa, Jo Baker recebeu elogios de críticos e publicações como The New York Times, que considerou ‘As Sombras de Longbourn’ excepcional: não uma sequência, mas um olhar comovente sobre o mundo de Orgulho e preconceito, só que do ponto de vista da área de serviço.
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✔ O Teste: Seu Tempo Está Acabando, de Joelle Charbonneau

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A primeira vista, o visual dessa obra pode até sugerir um spin-off de ‘Jogos Vorazes’, e qualquer fã da saga ficará tentado em perguntar do que se trata o livro.
No dia de formatura de Malencia ‘Cia’ Vale, e dos jovens da colônia de Five Lakes, tudo o que ela consegue imaginar – e esperar – é ser escolhida para O Teste, um programa elaborado pela United Commonwealth que seleciona os melhores e mais brilhantes recém-formados para que se tornem líderes na demorada reconstrução do mundo pós-guerra. Ela sabe que é um caminho árduo mas existe pouca informação a respeito desta seleção. Mas então ela é finalmente escolhida e seu pai, que também havia participado da seleção, se mostra preocupado.
Desconfiada sobre o seu futuro, ela corajosamente segue para longe dos amigos e da família, talvez para sempre. O perigo e o terror a aguardam. Será que uma jovem é capaz de enfrentar um governo que a escolheu para se defender?
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E por falar em conversa, use o nosso espaço dos comentários abaixo para contar quais livros já provocaram uma conversa com algum estranho na rua.

Rubem Alves é internado em UTI após pneumonia em Campinas, SP

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Novo boletim médico deve ser divulgado no começo da tarde de quarta-feira.
Página oficial em rede social pede orações e ‘boas vibrações’ para o poeta.

Publicado por G1

Rubem Alves, de 80 anos, é poeta, pedagogo e escritor. (Foto: reprodução/EPTV)

Rubem Alves, de 80 anos, é poeta, pedagogo e
escritor. (Foto: reprodução/EPTV)

O escritor Rubem Alves está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Centro Médico de Campinas (SP) há seis dias. De acordo com o hospital, ele foi encaminhado para o local na noite da quinta-feira (10) por insuficiência respiratória, após uma pneumonia.

De acordo com o último boletim médico divulgado pelo hospital na noite de terça-feira (15), o escritor, de 80 anos, se alimentava por sonda, respirava com a ajuda de aparelhos, estava sedado, mas apresentava quadro estável.

Segundo a entidade, um novo boletim médico deve ser divulgado no começo da tarde desta quarta-feira (16).

A página oficial do escritor em uma rede social divulgou uma nota sobre a internação de Rubem Alves e pediu para que os fãs enviassem ‘boas vibrações’ e orações para ajudar na recuperação do poeta.

Intelectual

Rubem Alves é pedagogo, poeta, filósofo, cronista, contador de estórias, ensaísta, teólogo, acadêmico, palestrante, autor de livros para crianças e psicanalista. Ele nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, no sul de Minas Gerais e atualmente mora em Campinas.

Página oficial pede para fãs enviarem 'boas vibrações' para o escritor (Foto: Reprodução/ Facebook)

Página oficial pede para fãs enviarem ‘boas vibrações’ para o escritor (Foto: Reprodução/ Facebook)

#ForçaRubemAlves

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