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Tininha

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Escola troca cadeiras por bicicletas ergométricas para prevenir obesidade

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Publicado por Hypeness

Crianças e adolescentes passam, em média, cinco horas por dia sentados na cadeira da escola assistindo a aulas e fazendo exercícios no caderno. Você já parou para pensar o quanto isso os ensina a serem sedentários? No estado da Carolina do Norte, nos EUA, uma escola resolveu inovar ao trocar as cadeiras da sala de leitura por bicicletas ergométricas.

Todos os dias, os alunos têm um tempo destinado à leitura de livros e revistas. Sabendo que o exercício físico estimula também o cérebro, a escola Ward Elementary, na cidade Winston-Salem, apostou nas bicicletas para prevenir a obesidade, que já atinge cerca de 17% das crianças e jovens norte-americanos, e para melhorar o foco das crianças. O projeto foi batizado de Read and Ride.

O resultado? Tiro e queda! No final do ano, a proficiência de leitura das crianças que utilizaram a bicicleta em vez da cadeira era 50% maior e as crianças se sentiam mais estimuladas à prática de outras atividades físicas.

O projeto, que começou há 5 anos, já foi levado para mais de 30 outras escolas, que adotaram a bicicleta não só nas salas de leitura, mas nas salas de aula. Nesses casos, uma ou duas bicicletas ficam no fundo da sala, disponíveis para quem quiser pedalar enquanto assiste às aulas – perfeito também para os hiperativos, hein?

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Todas as fotos © Read and Ride

Universidade oferece bolsas para jogadores de League of Legends

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Para a Robert Morris University, as habilidades desenvolvidas em games online são tão importantes quanto as desenvolvidas em esportes

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Publicado por Spotniks

A Robert Morris University, uma universidade privada de Chicago, tornou-se a primeira instituição acadêmica dos Estados Unidos a reconhecer League of Legends como um esporte oficial e já oferece bolsas de atleta para jogadores. O primeiro contemplado foi o jovem Youngbin Chung, que recebeu 50% de isenção da mensalidade para estudar redes de computadores.

“Nunca na minha vida havia pensado que ganharia uma bolsa de estudos por jogar videogames”, disse o rapaz, numa entrevista concedida à Associated Press.

Chung conta que, quando mais novo, era fascinado por videogames. Segundo ele, sua rotina diária incluía 10 horas de jogos online, o que começou a prejudicar seu desempenho escolar e levaram seus pais a acreditarem que o garoto nunca ingressaria numa universidade. Mas a história se mostrou outra: o garoto conseguiu uma bolsa de US$ 15 mil por sua habilidade com o game e se tornou um dos 35 alunos bolsistas que estudam na Robert Morris.

Youngbin Chung

Youngbin Chung

Segundo a instituição, as habilidades desenvolvidas nos games online, como trabalho em equipe, estratégias e reações rápidas, nada diferem das habilidades adquiridas por jogadores de futebol ou basquete e, por isso, está investindo dinheiro em bolsas para alunos com tais habilidades.

Para isso, a direção da universidade investiu cerca de US$ 100 mil na criação do Robert Morris Eagles, um time de League of Legends oficialmente ligado ao departamento atlético da instituição e que conta com uma sala própria, equipada com computadores e monitores robustos. A liga tem o objetivo de disputar o Campeonato Universitário de League of Legends da América do Norte, contra escolas renomadas como Harvard e MIT. Os primeiros colocados no ranking do campeonato poderão conseguir algo próximo de US$ 30 mil em bolsas de estudo.

De acordo com a Riot Games, desenvolvedora do League of Legends, pelo menos 27 milhões de pessoas jogam o game todos os dias. O rápido crescimento do RPG levou à criação de diversos campeonatos profissionais, além dos já citados campeonatos universitários. O próximo campeonato profissional do game ocorre no próximo dia 19, em Seul (Coreia do Norte) e tem como prêmio final US$ 1 milhão para o melhor time.

A leitura e a infidelidade

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Cláudia De Villar, no Homo Literatus

A leitura provoca muitos sentimentos, mas percebe-se, já há algum tempo, que esse hábito está levando alguns leitores à infidelidade. Você que pensou que essa infidelidade ocorre quando um deles não lê e é deixado de lado pelo parceiro leitor, engana-se. Ambos traem. Não é uma traição levada pelas narrativas de amor e sexo, mas uma traição literária.

O leitor apaixona-se por uma obra, a narrativa não lhe sai da cabeça. Os sonhos são repletos de lugares e cenários do livro e essa paixão cega os olhos, provoca suores, calafrios. Esse leitor, doente de amor por seu livro, passa somente a falar dele. Não tem mais assunto. O assunto é o livro. A todos que ele encontra é feita uma ‘propaganda’ da obra. As qualidades daquela trama são descritas minimamente. Passa a achar ilógico alguém não se apaixonar por sua obra. Sim, sua, pois nesse momento a obra não é mais do autor, mas sua. Apodera-se do enredo, dos diálogos, dos pensamentos da personagem. Decide vestir-se igualmente ao mocinho da trama. Revolta-se com a proximidade do fim dos capítulos. Porém, a criatura vai a uma livraria e… É amor à primeira vista. Apaixona-se, perdidamente, por outra obra!

Então, o leitor, antes apaixonado pelo livro 1, vai até a prateleira, toca no novo livro, acaricia-o, vagarosamente, sente o seu cheiro, abre o livro, com ar de cientista, toca, novamente, em suas folhas, como se estivesse tocando em uma joia rara, aproxima os olhos, como se fosse míope, e olha com olhos arregalados o prefácio, lê o que há nas orelhas… Ah, as orelhas, são locais fantásticos para o leitor faminto por papel novo e, dessa forma, se vê perdidamente apaixonado pela nova obra. É infiel.

Sim, o leitor, mas o leitor com o terrível fetiche por leitura não consegue controlar os seus instintos literários e é infiel. Trai o livro que ainda está lendo. Muitas vezes, leva a nova obra para casa e a lê escondido, para que não seja descoberto! Vê o livro antigo na cabeceira de sua cama. Deixa-o ali mesmo e passa a levar o novo livro para o serviço. Lê nas horas vagas, lê na hora do almoço, lê nos intervalos, lê no ônibus e, quando chega em casa, age como um leitor honesto. Faz tudo igual, como sempre fez nos tempos remotos, toma banho, janta, assiste à novela e vai deitar ao lado de seu velho livro, de seu amor antigo. Primeiramente, ele olha para a obra e dá um longo suspiro e toca-o, meio a contragosto, abre-o. Nem o olha mais com aquele mesmo olhar apaixonado. Nem aspira mais o seu perfume. Lembra-se do livro que está em seu trabalho. O perfume do novo livro está em sua memória olfativa. Balança a cabeça a fim de espantar aquele cheiro inebriante! Esforça para se concentrar no livro antigo. Não lembra em qual página parou. Procura o marcador de páginas. Encontra-o. Volta a ler e dorme no meio da leitura. Sonha com o livro do serviço e suas páginas tentadoras com os seus belos parágrafos e sua língua, ops, sua linguagem envolvente. É infiel.

Como esse triângulo amoroso termina? Diga você, leitor, o que faz um leitor voraz?

Livro ‘perdido’ mostra Bob Dylan na intimidade

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Sam Tanhenhaus, na Folha de S.Paulo

Autor de um novo livro sobre o músico, “Another Side of Bob Dylan: A Personal History on the Road and off the Tracks”, Jake Maymudes diz que “nunca teve a intenção” de escrever a obra. Lançada nos Estados Unidos em 9 de setembro, despertou grande interesse.

O escritor é filho de Victor Maymudes, companheiro de Dylan que teve desentendimento feroz com o músico em 1997 e morreu quatro anos mais tarde, deixando 24 horas de recordações em fitas.

Jake, 34, tinha 7 anos quando foi apresentado a Dylan. Seu pai acompanhava o cantor em todas as viagens executando uma série de funções –diretor de turnê, motorista, guarda-costas… e também adversário no xadrez.

Victor Maymudes e Bob Dylan fotografados em fazenda de Woodstock, em 1964 / Edward A. Chavez/The New York Times

Victor Maymudes e Bob Dylan fotografados em fazenda de Woodstock, em 1964 / Edward A. Chavez/The New York Times

Victor, um homem corpulento e moreno com 1,83 metro de altura, era figura estabelecida no cenário do folk nos Estados Unidos.

Organizador de shows, empresário e proprietário de uma casa noturna em Los Angeles, ele foi apresentado ao músico em uma viagem a Nova York, em 1961 ou 1962.

Os dois estabeleceram uma conexão imediata e, enquanto a carreira de Dylan decolava, Victor entrava e saía de sua órbita esporadicamente –se afastando para tentar projetos pessoais, mas sempre retornando.

“Ele era visto como o guardião dos segredos”, diz David Hajdu, historiador de música cujo livro “Positively 4th Street” descreve o cenário folk do começo dos anos 60. “A reputação dele era a de ser enigmático, discreto, confiável e impenetrável”.

PUBLICAÇÃO

Em 2000, Victor assinou contrato para um livro com a editora St. Martin’s Press, e começou a gravar memórias em fitas. Um ano depois, morreu de aneurisma, aos 65.

Jake não se apressou em publicar o livro. Até que, em 2013, um incêndio destruiu a casa em que estavam as cinzas de seu pai. Praticamente só restaram as fitas.

“A ideia era a de escrever como uma homenagem ao meu pai”, diz Jake, que trabalha com efeitos especiais para cinema e televisão, sobre sua decisão de completar o trabalho de Victor. “Tudo o mais tinha sido queimado”.

Ele colocou uma hora das gravações originais, sem edição, no YouTube, “e não demorou para que o material registrasse 400 visitas por dia”, ele disse. Biógrafos, jornalistas e fãs fizeram contato, instando-o a divulgar as outras 23 horas de gravações, ou transformá-las em livro.

Jake diligentemente transcreveu as gravações e tentou publicar o livro pela mesma St. Martin’s Press, que o rejeitou, e depois por conta própria, mas não conseguiu o financiamento necessário.

Com a orientação de um agente, Jake tentou de novo, organizando as recordações de seu pai e as vinculando aos incidentes relatados em outras biografias. Quando ele voltou a procurar a St. Martin’s, conseguiu um contrato.

ÍNTIMOS

“Another Side of Bob Dylan” é uma adição incomum ao material disponível sobre o músico, um relato íntimo e informal sobre a tempestuosa amizade entre ele e o músico.

Em 1964, Dylan deixou a bolha do folk na costa leste e atravessou o país com Victor.

Em seguida, em Londres, ele tocou no Royal Albert Hall diante de um público muito maior do que costumava atrair nos EUA. Era Victor quem abria caminho entre os fãs para que ele passasse.

Logo depois, eles partiram em viagem de férias à Grécia. “Explorei a costa do Mediterrâneo”, Victor recorda, e Dylan ficou no hotel “datilografando e escrevendo à mão, entre cigarros, algo que ele consegue fazer por mais tempo do que qualquer pessoa que conheço”.

De volta a Nova York, correram para o estúdio onde Dylan “despejou tudo aquilo”, gravando 11 canções, “uma após a outra, sem ensaio”.

Mais tarde, ainda em 1964, ele foi convidado a conhecer os Beatles, e levou maconha. Dylan se acomodou para enrolar um baseado, mas se atrapalhou todo. O experiente Victor teve de assumir o comando da operação.

A conversação desordenada aconteceu sem a participação de Dylan. Exausto por uma sucessão de noites de pouco sono, e com a ajuda de alguns drinques, “caiu desmaiado no chão”, recorda Victor. Não que o livro seja um acerto de contas. Victor fala com reverência sobre a “grandeza” e “gênio” de Dylan.

Mas o retrato que apresenta sobre o músico se mantém curiosamente remoto. O livro sugere que quanto mais você se aproxima de Dylan, mais difícil é conhecê-lo.

ANOTHER SIDE OF BOB DYLAN
Autores Victor e Jacob Maymudes
Editora Saint Martin’s Press
Quanto US$ 26,99 (cerca de R$ 67) em www.amazon.com

Mãe evangélica reescreve Harry Potter, com medo de seus filhos virarem bruxos

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Duda Delmas Campos, no Literatortura

No presente momento de frenesi eleitoral e acirradas discussões políticas, muito se diz a respeito do conservadorismo religioso, que não só no Brasil, mas mundo afora, afeta as vidas de muitas pessoas, assim como se debate acerca da validade do fundamentalismo. E é nesse contexto que surge Grace-Ann, nos EUA. A texana, amedrontada ante a possibilidade de seus filhos tornarem-se bruxos ao lerem Harry Potter, decidiu reescrever a saga, retirando-lhe as partes mágicas. Pois é.

A nota que precede essa releitura de Harry Potter, que você pode conferir aqui, lê: “Olá, amigos! Meu nome é Grace Ann. Sou nova nessa coisa de fanfic; mas, recentemente, encontrei um problema para o qual acredito que essa seja a solução. Meus pequenos têm pedido para ler os livros de Harry Potter, e é claro que fico feliz que estejam lendo, mas não quero que se transformem em bruxos! Então pensei… por que não fazer algumas pequenas mudanças para que esses livros sejam familiares? E depois pensei, por que não compartilhar isso com todas as outras mães que estão enfrentando o mesmo problema?”

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Segundo a autora, a história de Harry Potter tem muito potencial, já que trata de amizade e coragem, mas, pela existência de bruxaria, seus filhos não podem ler, de forma a ter sido necessário que ela a reescrevesse mantendo toda a aventura e a “boa moral”, mas eliminando todas as coisas ruins, ou seja, a magia. Você pode estar perguntando-se: e como ela simplesmente retira a magia de um livro que é fundamentalmente sobre isso? Bom, então vamos a uma breve sinopse desse novo mundo.

Basicamente, o bom e obediente órfão Harry Potter mora com seus tios, evolucionistas que negam a existência divina, até que um dia é visitado por Hagrid, um pregador cristão que bate na casa dos Dursley para perguntar se eles querem ser salvos. Harry, puro e pleno de “santa energia”, aceita e parte para a Escola de Orações e Milagres de Hogwarts, a fim de aprender a ser cristão. Lá é recebido pelo Reverendo Dumbledore e sua esposa, Minerva, pais de Hermione Granger. A menina lhe explica sobre Voldemort, um homem que deseja destruir tudo por que eles lutam, pressionando o Congresso a aprovar uma pauta que os impediria de expressar livremente sua religião.

Temos também Rony, um sonserino que deixa Harry bastante intrigado por estar rezando a uma estátua. O Rev. Dumbledore explica que, como tempos difíceis estão chegando, a escola é inclusiva em relação a todos aqueles que acreditam n’O Senhor, independentemente de como, de modo que as divisões do cristianismo funcionam como as Casas Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal. A esta última casa pertence Draco, que crê que mulheres são inferiores a homens, por isso não devem trabalhar, o que incomoda profundamente nosso herói Harry, para quem mulheres não devem ter uma carreira porque devem cuidar dos filhos. Já Luna pertence à Lufa-Lufa, pregando Mateus 7:1:“Não julgueis, para que não sejais julgados”.

Outra alteração é que Snape é o professor responsável pela Grifinória e defende que existem forças malignas que querem a derrocada dessa Casa, já que as outras ou estão conspirando com Voldemort, ainda que isso contrarie a 1ª Emenda Constitucional, ou simplesmente acreditam em tudo. E isso é o que temos até agora. Não há muita aventura ainda, contrariando o que a autora afirmou, mas quem sabe nos próximos capítulos? Talvez…?

Finda a nossa sinopse, é preciso constatar: claramente há alguns problemas aí. Pelo menos alguns. Dentre eles, os mais imediatos seriam: Dumbledore e McGonnagall, casados? E pais de Hermione? Rony, aluno da Sonserina? Pelas barbas de Merlin! Snape, professor da Grifinória??! Um pouquinho de verossimilhança com o mundo fictício, por favor! Já em termos de qualidade literária, a “obra” peca pela monotonia das cenas, sempre marcadas por discussões religiosas e pensamentos castos, corretos e puritanos do herói, tornando-a uma leitura bastante chata, principalmente se considerarmos o público alvo.

No entanto, a fanfic evidencia outros problemas muito mais graves, obviamente. Evidencia o quanto as artes ainda são censuradas e revisadas com intuito doutrinário. Evidencia como o fundamentalismo religioso não é restrito apenas a jihadistas do Oriente Médio. Evidencia como a intolerância religiosa é perigosa para a sociedade. E ratifica uma visão errada sobre a religião, perpetuando o equivocado estereótipo de instituição arcaica e ignorantemente extremista.

Em primeiro lugar, é preciso deixar bem claro que Grace-Ann tem todo o direito de fazer isso. Ela não está falando em nome de um governo ou instituição laica, nem mesmo obrigando ninguém a ler. Mas isso não quer dizer que possamos tão somente ignorar iniciativas como as dela, pois, assim como cabe a apologia por ela feita, cabe também a crítica. Crítica porque ela se utiliza de um discurso falacioso segundo o qual religião e Teoria Evolutiva são excludentes; crítica porque ela confunde religião com misoginia e esvazia o papel da mulher na sociedade; crítica porque ela hierarquiza as religiões de acordo com a proximidade de Deus ao invés de colocá-las em patamar de igualdade; crítica porque ela crê que ficção e magia possam ser demoníacas e não sensibilizantes, libertadoras e enriquecedoras (imagine o que ela deve não fazer com contos de fada). Enfim, como todo projeto polêmico, a Escola de Orações e Milagres de Hogwarts invariavelmente atrai críticas. E tanto a desaprovação quanto a defesa, você deve expressar nos comentários – vamos aquecer a discussão!

De todo modo, é muito interessante pensar que Harry Potter, de todos os livros, provoque reações desse tipo, já que a própria autora (cristã declarada, diga-se de passagem) frontalmente as ironizou em seu “Os Contos de Beedle, o Bardo”, nas notas de Dumbledore sobre a história “O Bruxo e o Caldeirão Saltitante”. Portanto, para fechar essa matéria, vou deixar aqui dois trechos para comparação: um de Grace-Ann e um de sua satírica e até profética equivalente fictícia, Beatrix Bloxam, que reescreve consagrados contos infantis do mundo mágico, tornando-os mais apropriados aos delicados ouvidos das crianças. A análise fica a critério do leitor.

“Então a panelinha dourada dançou de prazer – tim tirim tim! – batendo seus pezinhos rosados! Willyizinho tinha curado as barriguinhas dodóis de todas as bonequinhas, e a panelinha ficou tão feliz que se encheu de docinhos para Willyizinho e suas bonequinhas! ‘Mas não se esqueça de escovar seus dentinhos’ – gritou a panela.”.(Beatrix Bloxam)

“Hagrid irradiou de alegria. Havia rezado tanto para salvar uma alma aquele dia e estava tão feliz de ter salvado a alma de um pequeno tão sério e sensível. O pobre garoto, tendo sido criado por dois pais que não eram cristãos e que iam ambos trabalhar, deixando-o sozinho com a babá. Era uma coisa boa que Hagrid tivesse chegado lá em tempo. Cinco anos depois, Harry poderia ter se tornado um evolucionista fornicador e drogado!

(…)

‘Eu te perdoo, Tia Petunia, por causa de Lucas 23:34.’. Hagrid mais uma vez ficou espantado com a sabedoria dos pequenos. Ele não sabia se poderia perdoar alguém que o tivesse machucado tanto quanto aquela mulher havia machucado o pequeno Harry. Negá-lo a verdade? Quem seria tão cruel? Mas Harry nem pensou duas vezes. Perdoou-a simplesmente! Verdadeiramente, Hagrid ganhara um novo entendimento de Mateus 19:14 aquele dia.” (Grace-Ann)

Obs.: Este é um artigo de opinião, portanto, onde é opinativo é porque é opinativo mesmo, não possuindo qualquer caráter manipulador ou doutrinário. E também não possui a intenção de transformar nenhum leitor em bruxo contra sua vontade. ;)

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