Ruina e Ascensão
Tininha

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Concurso Cultural Literário (99)

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capa mate-me

LEIA UM TRECHO

Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.

Numa parceria com o blog Leitora Compulsiva, vamos sortear 4 exemplares de “Mate-me quando quiser“, lançamento da Gutenberg.

Frase comumente atribuída a Shakespeare diz que “o destino embaralha as cartas, mas nós somos os que jogamos”. Você acha possível driblar o destino? Responda na área de comentários em no máximo 4 linhas e você já estará participando.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

Tenha o dobro de chances ao participar também no Leitora Compulsiva. Serão 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado dia 28/10 neste post.

Boa sorte! :-)

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Parabéns: Ir Daiene FonteneleElaine Pereira =)

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

Jerónimo Pizarro se firma como uma das maiores autoridades na obra de Fernando Pessoa

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Colombiano lidera jovens pesquisadores do espólio do poeta português

Equipe de jovens investigadores se beneficia do fato de obra do poeta (na foto múltipla acima) estar há dez anos em domínio público - Divulgação

Equipe de jovens investigadores se beneficia do fato de obra do poeta (na foto múltipla acima) estar há dez anos em domínio público – Divulgação

Maurício Meireles em O Globo

RIO — O labirinto que Jerónimo Pizarro percorre não é feito de paredes, mas de papéis. Trinta mil documentos, para ser mais exato. Há mais de dez anos, o pesquisador colombiano começou uma tarefa interminável: investigar os documentos deixados por Fernando Pessoa em seu espólio, guardado pela Biblioteca Nacional de Portugal. Hoje, Pizarro lidera uma equipe de jovens pesquisadores que é a principal responsável pelas novas descobertas nos arquivos do poeta. E o colombiano, que se consolida como uma das maiores autoridades da atualidade na obra do autor, é o mestre desse labirinto.

Pelos menos as últimas 30 edições com inéditos do poeta lusitano têm a participação do pesquisador, seja na descoberta ou na organização. Os poemas desconhecidos de Pessoa que a “Granta Portugal” publicou, ano passado, por exemplo, foram descobertos pelo colombiano e pelo brasileiro Carlos Pittella-Leite, seu orientando. A prosa de Álvaro de Campos, cuja edição antiga não estava completa, foi reorganizada por ele com os inéditos. A publicação de novos poemas em francês e em inglês, além da descoberta de novos heterônimos, teve seu comando. Sete das edições críticas que a Imprensa Nacional portuguesa patrocina desde os anos 1980, quando a primeira parte do espólio foi vendida à Biblioteca Nacional do país, foram organizadas por Pizarro. A lista de livros é profícua.

— Chamo o Jerónimo de mestre do labirinto, porque poucos sabem percorrer os documentos sem se perder. Há teorias de que ele possui irmãos gêmeos trabalhando para ele 24h por dia, pois ele sempre responde a qualquer e-mail em menos de dez minutos, a qualquer hora do dia. E ainda assim sempre aparenta saúde e bem-estar… — brinca o pesquisador Carlos Pitella Leite, da equipe do colombiano. — Além da professora Cleonice Berardinelli, com quem tive a honra de estudar por muitos anos, ninguém me surpreende tanto quanto o Jerónimo ao mergulhar na obra pessoana: o que a mestra Cleonice tem de profundidade, Jerónimo tem de amplitude.

São inúmeras novidades, mas nenhuma delas chegou ao Brasil. A única exceção é a edição crítica que Jerónimo Pizarro fez do “Livro do desassossego” — lançada no país ano passado, em versão comercial, pela Tinta-da-China.

Poeta proibido em casa

A obra é motivo de controvérsia, porque Pessoa apenas deixou fragmentos, alguns sem data, e ninguém sabe ao certo como pretendia organizá-los. Por isso, nas palavras de Jerónimo Pizarro, remexer os velhos papéis do poeta é como cair em uma armadilha.

— Havia muitas versões do “Livro…” Em 1982, surgiu uma importantíssima, que demorou 20 anos para ficar pronta. Outra editora lançou uma em 1991, mas a alterou em 1997. Em 1998, sai a do Richard Zenith (publicada no Brasil pela Companhia das Letras), mas a versão dele já foi alterada pelo menos três vezes — afirma Pizarro. — Em 2010, quando aparece a edição crítica, o cenário era muito caótico. A primeira edição tinha 500 fragmentos, a última já tinha quase 800. Era importante consultar de novo os originais.

Não à toa, depois das 20h Fernando Pessoa é assunto proibido na casa de Jerónimo Pizarro em Bogotá. E lá não entram fotos, camisas, souvenirs do poeta. É preciso desintoxicar, porque também é difícil viver tão imerso na obra de alguém.

— Sinto que durante toda a minha vida Fernando Pessoa vai me preparar surpresas. Afinal, mais da metade do espólio ainda está por conhecer. Estou a descobrir Pessoa todos os dias. É uma tentação permanente, estou sempre entre tentar fugir e ser atraído — diz o pesquisador, com seu português de sotaque castelhano e lusitano. — É um trabalho para várias gerações. Se formos brincar um bocadinho e formos analisar as previsões astrológicas do poeta, só daqui a 150 anos ele será plenamente conhecido.

Como um colombiano se tornou uma das principais autoridades na obra de Fernando Pessoa? Foi por amor, diz ele. Quando fazia seu doutorado em literatura hispânica em Harvard, Pizarro apaixonou-se por uma portuguesa. E, por isso, começou um doutorado simultâneo em Portugal relativo ao espólio — para ter motivos para passar o verão em Lisboa. Concluiu os dois. Hoje, ele ensina na Universidad de Los Andes, em Bogotá.

Claro que o amor não foi tudo. Jovem, Pizarro começou a ler literatura brasileira e apaixonou-se por Guimarães Rosa. Leu Manuel Bandeira, Machado de Assis e outros. Por pouco não veio para o Brasil estudar a obra do autor de “Grande sertão: veredas” (“Quase que Guimarães Rosa foi meu Fernando Pessoa”, brinca).

A equipe que trabalha com Jerónimo Pizarro se beneficia do fato de Fernando Pessoa ter entrado em domínio público em 2006, gerando um segundo boom dos estudos pessoanos. Num caso talvez inédito, a obra do poeta foi liberada para uso duas vezes. A primeira foi em 1985, nos 50 anos de sua morte. Na ocasião, os herdeiros do escritor descobriram uma brecha na lei que esticou o prazo do domínio público para 70 anos, e, em 1997, a obra de Pessoa voltou para a posse deles. Por isso, até 2006 só se conhecia do espólio os escritos permitidos pelos herdeiros — publicados pela Assírio & Alvim, em Portugal, e pela Companhia das Letras, no Brasil. Por aqui, as edições ainda têm o texto estabelecido naquele período.

— As editoras brasileiras e de outros países não reagiram ao fato de Pessoa estar em domínio público — avalia Pizarro.

No ano passado, o trabalho do colombiano foi laureado com o Prêmio Eduardo Lourenço, troféu que leva o nome do filósofo e crítico literário que é uma espécie de Antônio Cândido lusitano. Pizarro foi o primeiro autor latino-americano a receber a honraria. Lourenço definiu o colombiano como “o mais jovem dos heterônimos pessoanos” na ocasião. Afinal, editar Pessoa também é ajudar a construir a obra do poeta, já que ele só publicou um livro em vida, “Mensagem”. O que restou no espólio são livros inacabados, projetos com uma caligrafia difícil — que Pizarro hoje sabe decifrar como poucos.

No Brasil e em Portugal, a pesquisa em arquivos está um pouco fora de moda, depois de ter cedido espaço à teoria literária. MasPizarro defende que é impossível fazer a crítica literária da obra de Fernando Pessoa sem a pesquisa no espólio. Em primeiro lugar, porque as edições antigas podem conter erros. Em segundo, porque o que foi publicado não representa nem metade do que o autor escreveu.

— Hoje a universidade portuguesa estimula pouco os alunos a pesquisarem no espólio. Portugal e Brasil são países com muita influência francesa, e a França tem uma relação difícil com a filologia, em favor da teoria literária. É difícil explicar que a crítica textual faz parte da crítica literária, e elas podem conviver — defende Pizarro.

Fernando Pessoa ficou conhecido como o poeta múltiplo, por conta de seus heterônimos. Mas ele era muitos mais do que se pensava. Ao lado de Patrício Ferrari, Pizarro publicou “Eu sou uma antologia”, em que lista 136 autores fictícios criados pelo escritor — número que pode crescer com novas pesquisas documentais. A primeira lista do tipo, feita em 1990 por Teresa Rita Lopes, tinha 72 nomes.

A pesquisa pessoana sempre foi dividida em grupos de acadêmicos, nem sempre com relações amistosas. Ao formar um time de pesquisadores jovens, Jerónimo Pizarro espera se posicionar do lado de fora de conflitos acadêmicos históricos.

— Tentei criar um novo caminho, com mais liberdade. Quero trabalhar fora do feudalismo das universidades — diz ele.

O Eduardo Jorge diz que lê Tolstói e a Veja entende Toy Story

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Aqui trataremos de uma piada que ocorreu a respeito de uma coletiva com o candidato a presidente Eduardo Jorge. Deixando claro que não é apologia ou campanha eleitoral, já que as eleições passaram, mas para retratar a triste realidade do nosso jornalismo, principalmente no que tange a literatura e até a arte em geral.

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Marcelo Vinicius, no Homo Literatus

Do que estamos comentando? De um alvoroço que tem rodado nas redes sociais a respeito do momento em que o candidato Eduardo Jorge disse em uma coletiva (você encontra o vídeo aqui) que prefere ler Tolstói (um clássico escritor russo), mas a jornalista Marcela Mattos registra que ele disse preferir assistir Toy Story. Transformando isso em manchete e publicando no site da Veja.

Como disse o nosso escritor Rafael Gallo, ganhador do Prêmio Nacional Sesc de Literatura, em sua rede no Facebook, a respeito dessa gafe:

Deve se achar esperta ainda, feito o monte de gente que tenho visto e ouvido nesses dias, que não fazem a menor ideia do tamanho das besteiras que têm soltado.

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Outro escritor, o Sérgio Leo, que também ganhou Prêmio Sesc de Literatura, comentou a respeito, no perfil do seu Facebook:

Voltei, só para compartilhar o espanto com certo jornalismo nacional. O repórter pede desculpas por invadir a “privacidade pessoal” (!) do candidato. (Já eu me pergunto o que será privacidade impessoal). Eduardo Jorge diz que nunca fumou maconha e prefere Tolstói e a Veja relata que ele disse preferir… Toy Story.

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O jornalismo é de uma grande responsabilidade ou deveria ser. Exige apuração, pois somos nós, leitores, que podemos ser prejudicados ou beneficiados. No mínimo deveria ter verificado o que o candidato disse de fato, que, por sinal, é facilmente possível verificar também por todos nós, acessando o próprio vídeo da coletiva mencionada. Analisaríamos, então, também, a expressão do Eduardo ao dizer “ler” e não “assistir”, como quis afirmar a tal jornalista da Veja, entre outras coisas.

Mas, todo ser humano erra, e ela errou. Compreendemos, pois quem nunca errou? Porém não deixa de ser uma gafe gritante, até porque o Eduardo foi bem claro na sua fala, sendo quase que impossível ocorrer um erro de interpretação tão destoante como esse. Contudo, não podemos duvidar de nada.

Salientando também que certos erros podem levar a uma consequência mais séria, principalmente se tratando de política (às vésperas da eleição) ou da imagem de uma pessoa sendo divulgada, dessa forma, na internet pelo um portal de notícias não tido como um portal de comédia, tornando preocupante certas deturpações.

Segue a tal matéria da Veja:

Defensor da descriminalização da maconha, o folclórico Eduardo Jorge afirmou, após debate entre os presidenciáveis nesta quinta-feira, que jamais experimentou a droga. “Eu tenho uma família de esportistas. Na minha casa nunca ninguém fumou nem cigarro, imagine maconha. Nós cuidamos muito da nossa saúde”, disse, ressaltando que é médico e que jamais “cairia numa bobagem dessas”. Para provar que não precisa de entorpecentes, o candidato à Presidência pelo Partido Verde citou alguns de seus hobbies: “Prefiro assistir a Toy Story com meu neto ou jogar futebol”, disse. (Marcela Mattos, do Rio de Janeiro)

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A matéria pode ser acessada aqui.

Obs.: a gafe foi corrigida na revista Veja. O importante é isso, é reconhecer o erro, mesmo um erro que não poderia passar despercebido por ser tão gritante e envolver questões políticas, às vésperas da eleição, e imagem pessoal, mas acontece nas melhores famílias. Tudo resolvido, então, e bola para frente (depois das redes sociais, as notícias correm rápidas demais).

PS.: Compactuando com Rafael Gallo, não votei no Eduardo. Não se trata de defender um candidato, e sim de mostrar o quão sem referência os discursos são formados e – pior – formam a sua recepção.

De onde vem aquele cheirinho de livro velho?

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Reprodução

Reprodução

Ione Aguiar, no Brasil Post

Quem é apaixonado por livro sabe: a graça não está só na profundidade das histórias. Pegar um exemplar da estante, tocá-lo, virar página por página e sentir aquele cheirinho gostoso de livro pode ser uma das melhores terapias do mundo.

Mas por que os livros têm aquele cheiro? Um estudo publicado na revista Analytical Chemistry revela que o aroma resulta de compostos orgânicos voláteis (COVs) que evaporam quando viramos as páginas.

Pois é: os livros soltam gases (hihi) que, ao longo dos anos, vão se desprendendo da tinta, do papel e da cola utilizados para fazê-los. O interessante é que cada tipo de composto químico causa um tipo de cheiro, o que faz com que cada livro tenha uma assinatura aromática, que pode ir do “floral com notas de amêndoa” até o “adocicado com um fundo de baunilha” (veja o infográfico abaixo).

E daí, ser “sommelier de livro” tem alguma utilidade? Conforme o site Compound Interest, o cheiro ajuda a determinar a idade, a composição e até mesmo o estado de conservação de um livro, o que pode salvar bibliotecas inteiras e ajudar a preservar documentos a postos.

Se você tem um e-book e ficou com saudade daquele cheirinho ao ler esse post: algum doido já inventou o perfume na versão aerossol para “aromatizar” o seu Kindle.

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Prêmio Nobel de Literatura sai na quinta, 9; veja previsões

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Queniano Ngugi wa Thiong’o e o japonês Haruki Murakami são os favoritos dos apostadores

Publicado por Estadão

ESTOCOLMO – A Academia Sueca divulgou que o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura será anunciado nesta quinta-feira, 9.

Portanto, falta pouco para o evento do ano da cultura highbrow. Mas não se preocupe se você ficar coçando a cabeça depois que o vencedor for anunciado.

Enquanto que às vezes a Academia Sueca escolhe autores bem conhecidos com grande fortuna crítica, ela também surpreende o mundo com desconhecidos arrancados da obscuridade. O secretariado da Academia não fornece pistas de quem eles estão considerando, mas o Secretário Permanente, Peter Englund, disse que neste ano a lista tinha 210 indicados, incluindo 36 estreantes.

Alice Munro, canadense vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013

Alice Munro, canadense vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013

Aqui vai uma olhada nas potenciais surpresas e nos favoritos:

Surpresas em Potencial

Mesmo críticos literários foram surpreendidos por anúncios de vencedores como a austríaca Elfriede Jelinek em 2004, que era bastante desconhecida fora do mundo germânico na época, do escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clezio em 2008 e do chinês Mo Yan em 2012.

Parte da razão para isso é que a Academia parte da premissa de incluir literatura de todos os cantos do mundo nas suas considerações, mesmo aquelas não traduzidas ao inglês com frequência. Eles também procuram premiar poetas, dramaturgos e outros tipos de escritores. Quem poderia surpreender esse ano? Fique de olho: o dramaturgo norueguês Jon Fosse, a jornalista investigativa e escritora bielorrussa Svetlana Alexievich e a romancista e ensaísta croata Dubravka Ugresic. Outros escritores que podem ter tido atenção da Academia são a escritora finlandesa Sofi Oksanen, a autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie e Jamaica Kincaid, da ilha de Antígua, de acordo com a crítica Maria Schottenius, do diário sueco Dagens Nyheter.

Autores estabelecidos

A Academia trabalha sobre uma lista em constante evolução, e às vezes um grande nome ressurge. Enquanto alguns podem ter tido grande exposição no início de suas carreiras, autores muito conhecidos como a britânica Doris Lessing, o peruano Mario Vargas Llosa e a canadense Alice Munro eventualmente levaram o Prêmio. Entre os candidatos frequentemente mencionados que ainda estão na espera, estão o escritor tcheco Milan Kundera, o escritor albaniano Ismail Kadare, o romancista argelino Assia Djebar e o poeta sul-coreano Ko Un. Críticos suecos também sugeriram os escritores israelenses Amos Oz e David Grossman, assim como os americanos Richard Ford e Philip Roth.

Favoritos dos apostadores

O escritor queniano Ngugi wa Thiong’o e o japonês Haruki Murakami frequentemente ocupam o topo da lista dos apostadores antes do anúncio. Enquanto Thiong’o pode de fato ser um candidato forte, a posição de Murakami nos rankings é provavelmente mais um reflexdo do fato de que ele é muito lido, diz Elise Karlsson, crítica do jornal sueco Svenska Dagbladet. Embora a Academia tenha feito esforços para prevenir vazamentos de informações antes do anúncio oficial, o vencedor frequentemente está entre os que recebem mais atenção dos apostadores.

No fim de semana, Murakami era o favorito na casa de apostas Ladbrokes, seguido por Djebar, Kadare e o poeta sírio Adonis.

Por tradição, a data do Nobel de Literatura é a última confirmada para o anúncio dos prêmios. Cada prêmio vale 8 milhões de coroas suecas, equivalentes a US$ 1,1 milhão. O Prêmio será entregue no dia 10 de dezembro, aniversário da morte do criador do galardão, Alfred Nobel.

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