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Bullying virtual gera medo real na escola, mostra estudo

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Publicado por Blog do Jairo Bouer

1Um estudo feito nos EUA mostra que o cyberbullying faz com que estudantes tenham medo de ir para a escola. Isso significa que as agressões que ocorrem “online” acabam tendo consequências na vida “offline”.

Pesquisas vêm mostrando que o bullying, tanto real quanto virtual, pode ter um impacto bastante negativo para as vítimas, como problemas de autoestima, insegurança, baixo desempenho acadêmico, depressão, ansiedade e até ideação suicida.

O atual trabalho, feito por pesquisadores da Universidade Sam Houston State, no Texas, contou com 3.500 alunos de 12 a 18 anos de diferentes partes do país, que responderam a questionários sobre o tema.

Cerca de 7% deles relataram ter sofrido cyberbullying alguma vez na vida, enquanto 29% já tinham vivenciado o bullying tradicional. Embora as agressões reais ainda sejam mais frequentes, a tendência, como mostra o estudo, é que o mundo virtual interfira cada vez mais na vida das pessoas.

Os resultados foram publicados na revista “Security”, que reúne artigos científicos sobre crimes na internet. Pessoas que são vítimas de cyberbullying, no Brasil, podem buscar orientação no site SaferNet (www.safernet.org.br).

Professor diz que deu ‘aula’ para provar não ser ladrão

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Publicado por Folha de S.Paulo

Professor de história da rede estadual, André Luiz Ribeiro, 27, afirma que “deu uma aula de dez minutos sobre a Revolução Francesa” a um grupo de bombeiros para provar sua identidade.

O caso aconteceu, de acordo com seu relato, no último dia 25, na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo. O Corpo de Bombeiros nega.

Ribeiro conta que, enquanto fazia sua corrida de rotina, foi confundido com um dos três ladrões que haviam acabado de levar R$ 450 de um bar próximo. “Me acorrentaram na rua. Um grupo de 15 a 30 pessoas me agrediu”, diz.

André Luiz Ribeiro, 27, que disse ter sido confundido com ladrão na zona sul de São Paulo / Ronny Santos/Folhapress

André Luiz Ribeiro, 27, que disse ter sido confundido com ladrão na zona sul de São Paulo / Ronny Santos/Folhapress

O docente afirma que só parou de ser espancado quando uma equipe de bombeiros que passava pelo local conteve os agressores.

Por estar sem documento, Ribeiro afirma que lecionou Revolução Francesa para provar ser professor. “Foi um dos bombeiros que pediu”, diz.

O Corpo de Bombeiros disse que as declarações “são improcedentes” e que “em nenhum momento houve desrespeito ou deboche”.

Mesmo assim, Ribeiro foi preso e indiciado sob suspeita de roubo qualificado -por uso de arma de fogo e ação em grupo. Foi solto após dois dias, por decisão da Justiça.

Segundo o delegado André Antiqueira, o dono do bar disse à polícia que o professor participou do roubo.

“À Polícia Civil cabe ir atrás dos outros dois autores. É a Justiça quem vai dizer, com base nas provas, se ele é ou não autor desse crime”, diz.

Os autores mais inventivos no Twitter

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Cinco escritores que usam o microblog de forma original

Publicado em O Globo

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Jennifer Egan (@Egangoonsquad)
Em 2012, a autora americana surpreendeu ao escrever “Caixa preta”, um conto completo dividido em tweets diários de 140 caracteres. Com oito mil palavras, o texto foi publicado originalmente no Twitter e só depois ganhou as páginas da “New Yorker”. Prêmio Pulitzer em 2011 com o romance “A visit from the Goon Squad”, Egan começou a experiência com o seguinte tweet: “People rarely look the way you expect them/to, even when you’ve seen pictures.” (As pessoas raramente se parecem com a ideia que fazemos delas, mesmo quando já as vimos em foto).

Márcia Foletto/05-07-2012

Márcia Foletto/05-07-2012

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Teju Cole (@tejucole)
O escritor nigeriano foi ainda mais longe do que Jennifer Egan: escreveu um conto apenas retuitando tweets de outros usuários. Ele também usou o Twitter para criar uma versão contemporânea do “Dicionário de ideias feitas”, de Flaubert. Fora isso, tem feito comentários divertidos sobre a copa do mundo no Brasil. Vejam esse sobre a mordida do Suárez: “Uma suspensão do futebol é apenas férias para Suárez. A melhor maneira de afetá-lo seria bani-lo de todos os restaurantes italianos”.

Márcia Foletto/05-07-2012

Márcia Foletto/05-07-2012

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Tao Lin (@tao_lin)
Epigramas, artes visuais, palavras perdidas e muito nonsense fazem da conta de Tao Lin um dos lugares mais estranhos do Twitter. O poeta e romancista encontrou uma dicção própria em 140 caracteres, transformando o corriqueiro em absurdo. Exemplos: “Cleaning my floor w watermelon” (“Limpando meu chão com melancia”); “Poetry collection titled ‘officially waiting for Indian food'” (“Por uma coleção de poesia intitulada ‘esperando oficialmente por comida indiana'”); ou ainda “Every holiday seems like a darker version of any other holiday” (“Cada feriado parece com uma versão mais sombria de qualquer outro feriado”).

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Mira Gonzalez (@miragonz)
Para a poeta californiana, poesia e Twitter têm o mesmo propósito: retratar uma rotina de melancolia narcótica, solidão virtual e muito álcool. “Tuitar é como atirar em um muro”, escreveu. Segundo a revista “Dazed and confused”, Mira é a única presença literária tão “prolífica e intensa na mídia social” quanto Tao Lin: “Suas duas contas no Twitter compõem um tipo de poesia de si e sobre si, muito representativa de sua primeira coletânea de poemas”, definiu a revista.

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Horse ebooks (Horse_ebooks)
Durante muito tempo, pensou-se que uma das contas mais divertidas e misteriosas do Twitter era um spambot – ou melhor: um programa projetado para enviar spam automaticamente. Os tuites aleatórios formavam frases dadaístas que encantavam pela falta de nexo, como “everything happens to much” (“tudo acontece demais”) ou “You will undoubtedly look back on this moment with shock and” (Você irá sem dúvida olhar para trás neste momento com choque e”). Em setembro do ano passado foi revelado que a conta na verdade não era administrada por um robô, e sim por Alexei Kouznetsov Kouznetsov, um web designer e spammer russo. Desde então, parou de ser atualizada.

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“Por que escrevo?” – 19 depoimentos que você precisa conhecer

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Mariana Gonçalves, no Homo Literatus

– Por que você escreve?

1No livro Por que escrevo?, organizado por José Domingos de Brito como parte da série “Mistérios da Criação Literária”, a pergunta parece ser feita a todos os mais variados cânones da literatura, da poesia, e do jornalismo – pessoas que, enfim, constroem e desconstroem com palavras. De A a Z, as respostas vão sendo traçadas uma a uma, em um espírito íntimo em meio ao qual o leitor tem, certas vezes, a impressão de ouvir da boca de seu grande ídolo as razões que o levaram a tal árdua profissão . Enquanto Allen Ginsberg diz que escreve porque gosta de cantar quando está só, Gabo diz que escreve para que seus amigos o amem mais. E assim o livro nos mostra, em uma coletânea despretensiosa e sem ornamentos — e com uma rica bibliografia sobre o ofício da escrita —, das respostas mais simples e definitivas às mais reflexivas, abrangentes e complexas possíveis.

Aqui vão algumas delas*:

01. Allen Ginsberg:

“(…) Eu escrevo poesia porque gosto de cantar quando estou só (…) Eu escrevo poesia porque minha cabeça contém uma multidão de pensamentos, 10 mil para ser preciso (…) Eu escrevo poesia porque não há razão, não há porquê. Eu escrevo poesia porque é a melhor forma de dizer tudo que me vem à cabeça no intervalo de um quarto de hora ou de toda uma vida.”

02. Augusto dos Anjos:

“A princípio escrevia simplesmente
Para entreter o espírito… Escrevia
Mais por impulso de idiossincrasia
Do que por uma propulsão consciente.

Entendi, depois disso, que devia,
Como Vulcano, sobre a forja ardente
Da ilha de Lemnos, trabalhar contente,
Durante as 24 horas do dia!

Riam de mim, os monstros zombeteiros.
Trabalharei assim dias inteiros,
Sem ter uma alma só que me idolatre…

Tenha a sorte de Cícero proscrito
Ou morra embora, trágico e maldito,
Como Camões morrendo sobre um catre!”

03. Carlos Drummond de Andrade:

“Posso dizer sem exagero, sem fazer fita, que não sou propriamente um escritor. Sou uma pessoa que gosta de escrever, que conseguiu talvez exprimir algumas de suas inquietações, seus problemas íntimos, que os projetou no papel, fazendo uma espécie de psicanálise dos pobres, sem divã, sem nada. Mesmo porque não havia analista no meu tempo, em Minas.”

04. Clarice Lispector:

“Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por que foi essa que segui. Talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E, no entanto, cada vez que vou escrever, é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estréia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.”

05. Fernando Pessoa:

“Eu escrevo para salvar a alma.”

06. Fernando Sabino:

“Tenho a impressão de que se eu soubesse responder a essa pergunta deixaria de ser escritor. Não haveria condição. Não saberia dizer, não. Está além da minha compreensão. Esta pergunta é tão grave como se perguntassem: ‘Por que vive? Por que ama? Por que morre? ’. Talvez eu escreva para atender a essas três presenças que são as únicas que existem na vida de um homem. No verso de Eliot: ‘Birth, copulation and death’; eu diria ‘nascimento, amor e morte’. Não sei por que escrevo. Eu nasci, virei homem e vou morrer.”

07. Gabriel García Márquez:

“Para que meus amigos me amem mais.”

08. George Orwell:

“Meu ponto de partida é sempre um sentimento de proselitismo, uma sensação de injustiça. Quando sento para escrever um livro, não digo a mim mesmo: ‘Vou produzir uma obra de arte’. Escrevo porque existe uma mentira que pretendo expor, um fato para o qual pretendo chamar a atenção, e minha preocupação inicial é atingir um público. Mas não conseguiria escrever um livro, nem um longo artigo para uma revista, se não fosse também uma experiência estética. Quem se dispuser a examinar meu trabalho perceberá que, mesmo quando é uma clara propaganda, contém muito do que um político de tempo integral consideraria irrelevante. Não sou capaz de abandonar por completo a visão de mundo que adquiri na infância, nem quero. Enquanto viver e estiver com saúde, continuarei a ter um forte apego ao estilo da prosa, a amar a superfície da Terra, a sentir prazer com objetos sólidos e fragmentos de informações inúteis. De nada adianta tentar reprimir esse meu lado. O trabalho é conciliar os gostos e os desgostos arraigados com as atividades essencialmente públicas, não individuais, que esta época impõe a todos nós.”

09. Jean-Paul Sartre:

“Porque a criação só pode encontrar seu acabamento na leitura; porque o artista deve confiar a outro a tarefa de concluir o que ele começou; porque somente através da consciência é que ele pode se ter como essencial a sua obra e toda obra literária é um apelo. Escrever é apelar ao leitor para que ele faça passar à existência objetiva o descobrimento que empreendi por meio da linguagem.”

10. João Cabral de Melo Neto:

“Por que escrevo é um negócio complicado… Eu tenho a impressão de que a gente escreve por dois motivos. Ou por excesso de ser — é o tipo do escritor transbordante, como a maioria dos escritores brasileiros; é uma atitude completamente romântica — ou por falta de ser. Eu sinto que me falta alguma coisa. Então, escrever é uma maneira que eu tenho de me completar. Sou como aquele sujeito que não tem perna e usa uma perna de pau, uma muleta. A poesia preenche um vazio existencial. Às vezes, eu escrevo porque quero dizer determinada coisa que eu acho que não foi dita; às vezes, porque me interessa que conheçam meu ponto de vista. Às vezes, escrevo também por prazer.”

11. José Saramago:

“Antes eu dizia: ‘Escrevo porque não quero morrer. ’ Mas agora eu mudei. Escrevo para compreender. O que é um ser humano?”

12. Julio Cortázar:

“(…) O fascínio que uma palavra produzia em mim. Eu gostava de algumas palavras, não gostava de outras, algumas tinham certo desenho, uma certa cor. Uma de minhas lembranças de quando estava doente (fui um menino muito doente, passava longas temporadas de cama com asma e pleurisia, coisas desse tipo) é a de me ver escrevendo palavras com o dedo, contra uma parede. Eu esticava o dedo e escrevia palavras, e via as palavras se formando no ar. Palavras que eram, muitas vezes, fetiches, palavras mágicas. Isso é algo que depois me perseguiu ao longo da vida. Havia certos nomes próprios — e sei lá por quê — que para mim tinham uma carga mágica. Naquela época havia uma atriz espanhola que se chamava Lola Membrives, muito famosa na Argentina. Bom, eu me vejo doente — aos sete anos provavelmente — escrevendo com o dedo no ar Lo-la-Mem-bri-ves, Lo-la-Mem-bri-ves. A palavra ficava desenhada no ar e eu me sentia profundamente identificado com ela. De Lola Membrives, a pessoa, eu não sabia muita coisa, nunca a tinha visto e nunca a vi. Na realidade, eram meus pais que iam ver as peças onde ela trabalhava. E foi nesse mesmo momento que comecei a brincar com as palavras, a desvinculá-las cada vez mais de sua utilidade pragmática e comecei a descobrir os palíndromos, que depois apareceram nos meus livros… Desde muito pequeno, minha relação com as palavras, com a escrita, não se diferencia da minha relação com o mundo em geral. Eu não acho que nasci para aceitar as coisas tal como estão, tal como me são oferecidas.”

13. Manuel Bandeira:

“Na verdade, faço versos porque não sei fazer música… Jamais senti que meu destino fosse a Poesia, sobretudo assim com esse P maiúsculo que pressinto na sua garganta. Creio que se fui poeta em alguns momentos, só o fui por incidente patológico ou passional.”

14. Moacyr Scliar:

“Quando criança, eu era adicto à literatura, não podia ficar sem ler. A minha conexão com a vida acontecia via literatura. Eu lia para aprender a viver, para saber o que fazer. É claro que isso provoca muitas desilusões, muitos choques, porque a vida não é a literatura. Assim, quando comecei a escrever, foi porque lia. Outra razão é que meus pais foram grandes contadores de história. Numa noite quente como essa, as pessoas do meu bairro se reuniam para contar histórias, o que, desde muito cedo se incorporou em mim, passou a ser uma coisa que eu também queria fazer, só que à minha maneira, escrevendo.”

15. Paulo Francis:

“Escrevo romances para me perpetuar, para ter fama, glória, dinheiro, amor, essas coisas comezinhas da vida.”

16. Rachel de Queiroz:

“Acho que para cada escritor há uma razão diferente. No meu caso, num certo sentido, é o desejo interior de dar um testemunho do meu tempo, da minha gente e principalmente de mim mesma: eu existi, eu sou, eu pensei, eu senti, e eu queria que você soubesse. No fundo, é esse o grito do escritor, de todo artista. Creio que o impulso de todo artista é esse. É se fazer ver. Eu existo, olha pra mim, escuta o que eu quero dizer: tenho uma coisa pra te contar. Creio que é por isso que a gente escreve.”

17. Sérgio Milliet:

“Quer saber de uma coisa? Não acredito na predestinação literária. São circunstâncias acidentais que fazem o escritor e é o acaso de um primeiro êxito que o leva a perseverar. Um homem de inteligência média faz qualquer coisa; basta que a vida o exija. Qualquer camarada de algumas letras escreveu versos na mocidade; se não continuou, foi porque outra coisa lhe interessou.”

18. Truman Capote:

“Sou um escritor essencialmente horizontal. Não posso pensar mais do que quando estou encostado, com um cigarro nos lábios e uma xícara de café ao alcance da mão. A xícara de café pode ser trocada por um copo de vodka, não há por que ser maníaco. Não uso máquina de escrever, redijo à mão, com lápis. Trabalho quatro horas por dia durante quatro meses por ano. Sou um estilista: me preocupa mais onde colocar uma vírgula que ganhar o prêmio Nobel.”

19. William Faulkner:

“Para ganhar a vida.”

E você, por que escreve?

***

*Todos os depoimentos a seguir transcritos pertencem à coletânea “Por que escrevo?”, organizada por José Domingos de Brito (editora Novera), com suas respectivas fontes individuais.

Novo livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo” pode sair em 2017

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Desirée Soares, no Cabine Literária

Há um bom tempo os fãs esperam um novo livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo” – “Dança dos Dragões”, o quinto livro da série, foi lançado em 2011. Ainda não há uma data oficial para “The Winds of Winter”, próximo livro da série, mas segundo estimativas do Washington Post, ele deve ser lançado em 2017. O site ainda comparou o lançamento dos livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo” com outras sagas literárias:

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Segundo estatísticas do site Five Thirty Eight, se George R. R. Martin escrever uma média de 350 palavras por dia, vai terminar o livro em agosto desse ano. Se for 300 palavras por dia, em fevereiro do ano que vem; e se for só 250, em outubro de 2015. O site também fez uma tabela, com quantas palavras há em cada livro da série até agora:

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Isso tudo é apenas especulação. O único fato que realmente sabemos é que em outubro de 2012, Martin deu uma entrevista e disse que já tinha escrito 400 páginas de “The Winds of Winter”. Depois disso, não houve mais notícias sobre o progresso da obra.

Também devemos levar em consideração que George R. R. Martin escreve um episódio a cada temporada de “Game of Thrones”, dá consultoria à livros de outros escritores – como a enciclopédia “The World of Ice And Fire” – e edita algumas antalogias, como “Dangerous Women”, ainda não publicado no Brasil.

Aos fãs resta esperar, e torcer para que não aconteça nada com Martin enquanto ele escreve a série.

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