Tininha

Tininha

(6 comments, 2194 posts)

This user hasn't shared any profile information

Posts by Tininha

Editoras mais populares no Facebook (2)

2

Facebook-Logo-3D-Laptop-Wallpapers

Sérgio Pavarini

Existem diferentes métricas para avaliar o sucesso nas redes sociais. A mais simples (e conhecida) compara o número de fãs/seguidores, ranqueando a popularidade. Quanto maiores os números, mais popular.

É possível passar bastante tempo discutindo qual critério é mais importante, mas o fato é que todos gostam de ser popular. Trata-se daquela “primeira olhada” que já detecta alguns atributos mais evidentes. :-)

Há 2 anos e meio publicamos o ranking das editoras mais populares no Twitter. A partir de agora, também informaremos mensalmente a escala de popularidade no Facebook. Alea jacta est.

Abraços

#1:   621.800 Intrínseca

#2:   524.100 Record

#3:   329.000 Arqueiro

#4:   314.100 Saraiva

#5:   304.700 Cia das Letras

#6:   299.400 Rocco

#7:   261.000 Novo Conceito

#8:   164.000 CPAD

#9:   160.400 Darkside Books

#10: 146.000 Casa Publicadora

#11: 133.800 Sextante

#12: 129.400 Leya Brasil

#13: 110.000 Universo dos Livros

#14: 106.300 L&PM Editores

#15: 103.300 Suma de Letras

#16:   88.900 Hagnos

#17:   79.900 Galera Record

#18:   74.000 Vida Nova

#19:   68.800 Novo Século

#20:   66.000 Mundo Cristão

ranking atualizado em 17/4

Professor surdo ministra aulas de Libras para alunos ouvintes em Goiás

0

Estudantes conseguem entender com uso de sinais e recursos tecnológicos.
Disciplina é optativa para alguns cursos do Instituto Federal Goiano (IFG).

Professor surdo se comunica com alunos durante aula no IFG, em Goiânia (Foto: Fernanda Borges/G1)

Professor surdo se comunica com alunos durante aula no IFG, em Goiânia (Foto: Fernanda Borges/G1)

Fernanda Borges, no G1

Com um silêncio incomum em sala de aula e mãos em movimentos constantes, os alunos do Instituto Federal de Goiás (IFG) prestam atenção ao máximo nas explicações do professor Luiz Pereira de França Júnior, 45 anos. Ele é surdo desde o nascimento e ministra a disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no campus Goiânia. O diferencial é que todos os presentes são ouvintes e interagem com o mestre apenas pela linguagem de sinais.

O G1 acompanhou uma aula do professor Luiz no IFG e contou com a ajuda da psicóloga e estudante de Libras Maraiza Oliveira Costa, 28 anos, para intermediar a entrevista.

De acordo com o professor, a técnica usada para ministrar as aulas faz toda a diferença para que todos possam se entender. “Utilizo bastante um projetor multimídia, pois os alunos precisam do visual para entender a linguagem de sinais. Também uso o método de perguntas e respostas, no qual o grupo interage e pode compartilhar informações. Além disso, fazemos atividades impressas, para que cada um possa, em casa, continuar os trabalhos. Se alguém tiver dúvida, uso também técnicas de soletração”, explicou Luiz.

Além dos slides e imagens, o professor faz comparações entre as gramáticas da Libras e do Português e faz traduções entre as duas linguagens. Com o movimento das mãos e expressões aguçadas, Luiz envolve os alunos, que participam o tempo todo das explicações e se ajudam entre si quando alguém não compreende um determinado ponto. O silêncio das aulas só é quebrado quando o professor faz alguma graça e as risadas tomam conta do ambiente.

Luiz nasceu no município de Sertânia, no interior do Pernambuco, e mudou com a família para Goiânia em 1995. Os pais dele moraram na capital por quatro anos, mas decidiram voltar para o estado natal. Ele preferiu continuar na cidade, onde já estudava a linguagem de sinais. Em 2006 começou a cursar Licenciatura em Letras-Libras, em um convênio entre o IFG e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que formou a primeira turma a distância em 2010.

Luiz interage com alunos o tempo todo durante as aulas de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Luiz interage com alunos o tempo todo durante as aulas de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Em 2012, já graduado, Luiz ministrou o curso de Libras para servidores do IFG e da rede estadual de ensino de Goiás. Logo depois, em agosto de 2013, foi aprovado como professor substituto no instituto, onde permanece dando aula. “No começo, as pessoas estavam preocupadas em como eu iria dar aula. Mas não tive dificuldades em me adaptar como professor. Conheço bem a gramática que envolve a Libras, como fonética e fonológica e isso ajuda muito”, esclarece.

A disciplina de linguagem de sinais só é obrigatória para os cursos de licenciatura. Para os demais, como hotelaria, engenharia de controle e automação e engenharia mecânica, a disciplina é optativa, mas as aulas nunca ficam sem interessados. Em média, cada uma tem 35 alunos inscritos, mas todos são ouvintes. De acordo com o IFG, atualmente, nenhum aluno surdo está matriculado no instituto.

Célia diz que aprendizagem sober Libras pode ser diferencial na carreira (Foto: Fernanda Borges/G1)

Célia diz que aprendizagem sober Libras pode ser
diferencial na carreira (Foto: Fernanda Borges/G1)

Além de dominar a escrita muito bem, o professor consegue fazer leitura labial quando os alunos falam pausadamente e nenhuma dúvida fica sem resposta.

“Ele usa muitos gestos e expressões que nos ajudam a entender e assimilar cada sinal. No começo foi muito desafiador, pois ele não fala nada, mas aos poucos fomos nos acostumando. Sem contar que ele é muito engraçado e a aula fica leve e divertida”, afirmou a estudante de hotelaria Célia Keiko, 34 anos, que conta que o professor é carinhosamente apelidado pelos alunos como “Mr. Bean”, pela semelhança física com o ator britânico Rowan Atkinson, que interpretou o personagem de filmes de comédia. “Até no e-mail dele ele se intitula assim”.

Para ela, optar pelas aulas de Libras será importante para o sucesso profissional. “Eu já falo japonês fluente e queria ter mais um diferencial. Encontrei na linguagem de sinais o que eu precisava, pois são pouquíssimas as pessoas que dominam e acredito que isso agrega valor ao currículo”, ressaltou Célia.
Para o estudante de engenharia mecânica David Uander, 27 anos, a paciência do professor com os alunos também é importante para favorecer o aprendizado. “Ele repete um movimento até 20 vezes se for necessário. Além disso, aprendemos o alfabeto e, quando alguém não entende, é possível ‘soletrar’ o que se quer dizer. Mas acho que o mais importante de tudo é que ele é divertido e faz o que for necessário para ser compreendido”, afirmou.

David também escolheu cursar a disciplina optativa para agregar conhecimentos a carreira. “Eu já tive contato com Libras a partir de um folheto que ganhei em um ônibus. Sozinho, comecei a me informar sobre a linguagem e queria muito aprender. Quando soube sobre a possibilidade de estudar aqui no IFG, não pensei duas vezes. Acho que em qualquer área que se escolha trabalhar é importante dominar todos os tipos de comunicação”, disse o estudante.

Alunos repetem movimentos ensinados pelo professor durante aula de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Alunos repetem movimentos ensinados pelo professor durante aula de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Além de Luiz, outros três integrantes da família são surdos. Ele conta que aprendeu a entender o que os ouvintes falavam ao prestar muita atenção nas conversar de uma irmã. Aos 4 anos, ainda em Pernambuco, ele começou a ser alfabetizado em uma escola que ensinava Libras para crianças surdas.

Já na 4ª série do ensino fundamental, Luiz passou a estudar em uma escola regular, onde só havia alunos e professores ouvintes. “Foi um desafio intenso, porque não tive intérprete e utilizava o método oralista junto com a Libras”, lembra o professor.

Após mudar para Goiânia, ele passou a estudar no Sistema Educacional Chaplin. “Lá, aprendi ainda mais sobre Libras e passei, de fato, a dominar a linguagem de sinais”, destacou. Luiz lembra que decidiu virar professor enquanto estudava em outra instituição particular na capital, pois as pessoas o incentivaram dizendo que ele era bom para ensinar.

Maraiza ajuda professor nas relações burocráticas com o IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Maraiza ajuda professor nas relações
burocráticas com o IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Desafios

Ele seguiu o conselho e realiza as atividades na sala de aulas sem maiores transtornos. No entanto, as relações com as partes burocráticas da função ainda são grandes desafios. No IFG, Luiz conta com a ajuda da psicóloga Maraiza Oliveira Costa, uma das poucas pessoas que trabalham no instituto e conseguem se comunicar na linguagem de sinais com ele.

“Ainda estou aprendendo, mas consigo entendê-lo bem. Durante as aulas, o Luiz domina a comunicação sem problemas, mas quando precisa tratar de assuntos acadêmicos ou em reuniões, fica bem complicado. Existem algumas palavras que são complexas demais e fica difícil para ele entender. Mas vamos ajudando na medida do possível”, explicou Maraiza.

A psicóloga destaca que algumas questões do cotidiano podem virar grandes desafios para os surdos. “O Luiz precisou fazer o Imposto de Renda, por exemplo, e ele contratou os serviços de um contador. No entanto, não sabia que era preciso enviar os documentos e ficou aguardando. Sem entender os motivos da demora, me pediu para cobrar o serviço. Quando entrei em contato, o contador me explicou que ele não tinha entregado nada. Aí avisei ao Luiz, que ficou surpreso ao saber que precisava fazer todo esse procedimento. Muitas vezes a questão é simples, mas a dificuldade de comunicação com os ouvintes resulta em uma enorme barreira”, ressaltou.

Apesar das dificuldades, Luiz afirma que consegue lidar bem com as pessoas e diz que nunca foi alvo de preconceito. Segundo ele, os surdos podem atuar em qualquer profissão, desde que a audição não seja um requisito fundamental. “É preciso ter maior divulgação dos cursos para que as pessoas surdas tenham interesse e busquem a formação superior”, acredita.

Professor e alunos mostram sinal que representa a sigla do IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Professor e alunos mostram sinal que representa a sigla do IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Veja as incríveis capas de “As crônicas de Gelo e Fogo” no Japão

0

1

Diego Santos, no Literatortura

O sucesso do seriado Game of Thrones é indiscutível.

Tudo isso se deve, claro, a genialidade de George R.R. Martin, autor da saga literária As crônicas de Gelo e Fogo (Tá e a produção da HBO também).

Recentemente a saga foi considerada a série de fantasia mais vendida do século. Os livros que deram origem ao seriado já superaram a bíblia em vendas.

Segundo estatísticas, nos últimos 12 anos, foi vendida uma média de 86 mil cópias semanais. Os livros foram traduzidos para mais de 20 idiomas.

E quando chegou ao Japão, é claro que o país resolveu dar um pouco da sua cara à obra.

Calma, nada no enredo ou no conteúdo foi alterado.

Lá a obra foi dividida em partes menores e o título foi traduzido em algo como O trono dos Sete Reinos.

Mas além disso, as capas dos livros merecem uma atenção especial. São fantásticas.

Veja:

1

2

3

4

5

6

7

8

Concurso Cultural Literário (61)

29

capa diário

LEIA UM TRECHO

Aos 13 anos, Isadora Faber, uma estudante de escola pública de Florianópolis (SC), indignada com os problemas de ensino e infraestrutura de seu colégio resolveu criar uma página no Facebook, o Diário de Classe, para denunciá-los. Chamou a atenção da imprensa nacional e internacional, mobilizou milhares de seguidores e conseguiu as mudanças que reivindicou.

Sua jornada, no entanto, foi árdua: sofreu críticas, ameaças, represálias, agressões e processos. Porém, não desistiu, e hoje tem mais de 625 mil seguidores, inspirou a criação de mais de cem Diários de Classe, já participou de inúmeras palestras e eventos, ganhou prêmios e fundou a ONG Isadora Faber, com a qual continua seu trabalho por uma educação pública de qualidade no Brasil.

Mais que um relato de coragem e do poder do webativismo, este livro é um retrato perturbador da situação da educação e dos serviços públicos brasileiros, que grita por cidadania e por transformações urgentes.

Vamos sortear 3 exemplares de “Diário de classe – A verdade“, superlançamento da Gutenberg.

Para participar, registre na área de comentários uma dica de como os alunos podem contribuir para melhorar a Educação no Brasil (use no máximo 3 linhas).

O resultado será divulgado no dia 19/5 às 17h30 neste post.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

Boa sorte! :-)

***

Parabéns aos ganhadores: Gabriela RodriguesFelipe BritoLuiz Fernando Cardoso.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

Quem é o novo assassino de ‘Game of thrones’? (spoiler)

5

Publicado em O Globo

Quem leu os livros que inspiram a série ‘Game of thrones’ já sabia que o desprezível rei Joffrey Baratheon morreria, mas poucos esperavam que acontecesse tão cedo na temporada, ainda no segundo episódio (apesar da distância entre os dois casamentos fatais no livro ser de menos de 100 páginas).

Joffrey morreu, envenenado pelo vinho ou pela torta, em sua festa de casamento com Margaery Tyrell, no episódio que foi ao ar neste domingo. Na festa que deveria selar a paz em todo o reino de Westeros ficou claro que a guerra ainda está longe de acabar.

Logo após a morte do filho, a rainha-regente Cersei Lannister não teve dúvidas e mandou prender o irmão Tyrion pelo assassinato. Mas entre os espectadores a culpa do anão está longe de ser uma certeza. Então, quem matou Joffrey Baratheon?

1. Tyrion Lannister

Imagem de Amostra do You Tube

A relação entre Tyrion e Joffrey nunca foi boa. Apesar do comportamento hedonista, Tyrion sempre foi muito mais rígido com o sobrinho do que os pais dele. Durante o casamento, Joffrey faz tudo o que pode para humilhar o tio, incluindo um show de comédia de anões na cerimônia e até mesmo derramando vinho na cabeça dele. No fim, exige que o tio lhe sirva o vinho que pode ter causado a sua morte.

O vídeo acima é da primeira temporada, quando Tyrion já tentava ensinar modos ao ainda príncipe Joffrey. O tapa no rosto acabou virando meme.

2. Oberyn Martell

1

A Víbora Vermelha de Dorne entrou para a série nesta temporada e já no primeiro episódio deixou claro que está na cidade para matar Lannisters. O príncipe de Dorne quer vingar a morte de sua irmã, Elia. Ela era a mulher do príncipe Rhaegar, morto durante a rebelião de Robert Baratheon, que teve em Tywin Lannister um dos principais aliados.

3. Petyr Baelish, o Mindinho

1

‘O caos é uma escada’, ele disse na terceira temporada. E poucas coisas desestabilizam mais que o assassinato de um rei. Um dos principais conselheiros do rei, Mindinho não estava no casamento, o que torna tudo ainda mais suspeito. Ou não?

4. Varys

1

Mais um que age nos subterrânos do poder. Curiosamente, a câmera foca nele em vários momentos do casamento, o que pode ser uma tentativa do diretor de sugerir uma ligação dele com o assassinato ou de desviar a atenção para os verdadeiros culpados. De qualquer forma, Varys sempre gosta de reforçar que nada acontece na corte sem que ele saiba.

5. Dontos Hollard

1

O bobo da corte era uma das vítimas favoritas das humilhações impostas por Joffrey a todos a sua volta. Ele pode não ser culpado, mas estava pelo menos informado de que algo iria acontecer, pois aparece muito rápido para tirar Sansa de cena, sabendo dos riscos que ela corria.

6. Sansa Stark

1

Desde a primeira temporada, quando Joffrey mandou executar Ned Stark, o pai de Sansa, ninguém tem mais motivos para querer matá-lo do que ela. Depois do assassinato, o rei ainda se dedicou a humilhar e agredir a ex-noiva sempre que podia. Mas uma atitude tão drástica não parece fazer parte do tempramento de Sansa, sempre passiva e subserviente.

7. Olenna e Margaery Tyrell

1

Ao chegar a Porto Real, com a neta Margaery já prometida em casamento a Joffrey, a senhora Olenna Tyrell pergunta a ex-noiva Sansa como é o comportamento do rei. “Ele é um monstro”, é a resposta nada tranquilizadora. A morte poderia ser uma tentativa de proteger a neta, mas a escolha do momento não parece adequada. Afinal, Margaery sequer consumou o casamento e não tem direito de sucessão com a morte de Joffrey.

8. Melisandre

1

Na última temporada, a sacerdotisa jogou três sanguessugas no fogo, representando os três reis que desafiavam Stannis Baratheon. Robb Stark e Joffrey já se foram. Se Balon Greyjoy morrer nos próximos episódios, será difícil questionar os poderes do deus de Melisandre.

Tininha's RSS Feed
Go to Top