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São Paulo abriga 13 bibliotecas temáticas que você precisa conhecer

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Biblioteca Temática Paulo Setúbal

Biblioteca Temática Paulo Setúbal

 

As bibliotecas temáticas são espaços públicos dedicados a segumentos específicos. Tem biblioteca de poesia, biblioteca de cinema, e muitas outras em SP.

Luiz Paulo Pachella, no Vá de Cultura

A cidade de São Paulo abriga hoje 13 bibliotecas temáticas. São bibliotecas que, além do acervo tradicional de livros, oferecem, em cada unidade, publicações específicas sobre um determinado tema. Tem uma biblioteca focada só em poesia, por exemplo, e outra focada só em música. Outra em cinema, e por aí vai. Todas essas bibliotecas são públicas, e mantidas pela Secretaria Municipal de Cultura da capital.


O acervo das Bibliotecas Temáticas de SP

Um detalhe interessante é que além dos livros, cada biblioteca temática desenvolve programas e eventos ligados ao tema correspondente. Na biblioteca Cassiano Ricardo, que fica no Tatuapé e é dedicada à música, acontecem shows e, além disso, há um acervo de discos e CD’s, com alguns títulos raros.

Já no Ipiranga, na biblioteca Roberto Santos, dedicada ao cinema, há uma sala onde são exibidos filmes a preços populares. A sala SPCINE tem o mesmo nome do projeto que organiza as exibições. Os ingressos para assistir a um filme em cartaz na biblioteca custam R$ 4, com opção de meia entrada.

13 Bibliotecas Temáticas

Esses são só dois exemplos que ilustram de forma rápida como as bibliotecas temáticas de São Paulo funcionam. Há outras 11 bibliotecas em atividade, que funcionam da mesma forma, mas que têm temas diferentes e, alguns deles mais voltados às questões sociais atuais mais importantes, como a causa feminista e a cultura afro-brasileira.

Olha só a lista que a gente preparou, dividida por temas, com links para você conhecer cada uma delas:

 

Saber da existência dessas bibliotecas temáticas te possibilita uma nova experiência literária. Nos últimos anos criou-se, principalmente entre os cidadãos das grandes metrópoles, o hábito de frequentar as grandes livrarias. As bibliotecas quase são deixadas de lado na rotina do dia-a-dia.

Opinião

Se traçarmos um paralelo entre o hábito citado acima, e questões como a sustentabilidade, o consumo consciente e a relação entre os cidadãos, veremos que a própria literatura está fadada aos anseios e imposições do marketing e do consumismo. Nas bibliotecas públicas, e não só nas bibliotecas temáticas, em todas elas, o acesso à leitura é gratuito.

Esse acesso gratuito fomenta ainda o compartilhamento de obras e de experiências entre os leitores. O mais importante, porém, é que essas bibliotecas estão repletas de livros alternativos e outros ricos materiais exclusivos, que você não vê nas prateleiras de uma livraria. Então deixo aqui a dica: Visite as bibliotecas públicas! Conheça as bibliotecas temáticas. Além de ser uma experiência cultural diferente na sua agenda, é de graça.

Bibliotecas em casas de voluntários reúnem 40 mil livros para empréstimo no DF

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Menino lê livro de uma das estantes domiciliares espalhadas pelo Distrito Federal (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

Menino lê livro de uma das estantes domiciliares espalhadas pelo Distrito Federal (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

 

Obras cedidas pelo governo são emprestadas de graça para vizinhos. Segundo Secretaria de Cultura, foram feitos 1,5 milhão de empréstimos em 2016.

Publicado no G1

Bibliotecas que funcionam dentro das casas de moradores do Distrito Federal fizeram 1,5 milhão de empréstimos de livros no ano passado. As estantes domiciliares foram espalhadas por várias regiões por meio do projeto Mala do Livro, criado em 1991 pela Secretaria de Cultura. Ao todo, são 42.230 livros distribuídos em 280 minibibliotecas.

A média de livros para cada uma das minibibliotecas é de 150 exemplares – entre literatura brasileira e estrangeira, infantil e infantojuvenil e até livros de pesquisa. De acordo com a secretaria, o acervo é trocado a cada três meses, de forma rotativa.

As minibibliotecas também estão espalhadas em unidades hospitalares, presídios, Centros de Orientação Socioeducativos (Coses), Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), centros olímpicos e estações de metrô. Os empréstimos têm prazo de sete dias e podem ser renovados caso outra pessoa não tenha feito reserva.

Marluce da Silva Franco, de 58 anos, hospeda a biblioteca domiciliar do projeto "Mala do Livro", da Secretaria de Cultura do DF (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

Marluce da Silva Franco, de 58 anos, hospeda a biblioteca domiciliar do projeto “Mala do Livro”, da Secretaria de Cultura do DF (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

Cadastramento

Três bibliotecárias fazem a seleção e a preparação das obras que entram na Mala do livro. Todas são cadastradas e identificadas antes de ocupar as estantes na casa dos moradores parceiros. Para participar do projeto é preciso ser morador do DF e fazer a inscrição na Secretaria de Cultura, no anexo do Teatro Nacional.

5 lugares para conhecer no Brasil se você ama livros

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Ama livros? Então, indicamos esses 5 lugares no Brasil para conhecer

Publicado no Universia Brasil

Se tem uma coisa capaz de encantar e apaixonar, isso é um bom livro. Às vezes, a receita para um dia feliz é a combinação de um lugar aconchegante e um livro. Que tal, então, conhecer 5 lugares aqui mesmo no Brasil que são perfeitos para quem ama ler? Confira a seguir:

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

Localizada no Rio de Janeiro, a famosa Academia Brasileira de Letras é o principal recanto da nossa literatura. Contando com nomes que marcaram na história, ela une aprendizado e curiosidades em um pacote só e é ideal para os amantes de livros.

CASA DE JORGE AMADO

Um espaço todo voltado à maravilhosa literatura baiana. A Fundação Casa de Jorge Amado fica em um casarão em frente ao Pelourinho, na Bahia, e reúne documentos sobre o autor que lhe dá nome, Zélia Gattai e muito mais. O local tem oficinas, seminários, exposições e, claro, livros.

CAMINHOS DRUMMONDIANOS

Homenageando um dos grandes poetas e escritores brasileiros, o Museu de Território Caminhos Drummondianos, em Minas Gerais, é um museu a céu aberto que traz trechos de poemas do autor em placas que ficam espalhadas pela cidade de Itabira. A paisagem envolta pela natureza é um convite à leitura.

BIBLIOTECA NACIONAL

Muita gente lembra dela por ser o local onde se faz registros autorais, porém, a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, é muito mais que isso. O espaço reúne mais de 9 milhões de itens no seu acervo é considerada uma das maiores bibliotecas nacionais do mundo. Se você está em busca de um clássico, lá é o lugar!

BIBLIOTECA DE SÃO PAULO

Também conhecida como a Biblioteca do Parque da Juventude, a Biblioteca de São Paulo, em São Paulo, foi premiada como uma das melhores do Brasil pelo Prêmio IPL – Retratos da Leitura em 2016. O local, que é voltado ao público jovem, possui uma arquitetura inovadora e consiste em, além de leituras, atividades para o público.

Doria quer bibliotecas abertas aos domingos e com cafeterias

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Bibliotecas: prefeito disse que o modelo de concessão não acarretará custos adicionais ao poder público (foto/Getty Images)

Bibliotecas: prefeito disse que o modelo de concessão não acarretará custos adicionais ao poder público (foto/Getty Images)

 

Prefeitura estuda conceder espaços das bibliotecas para a iniciativa privada instalar cafeterias, como em grandes livrarias

Publicado na Exame

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quinta-feira, 16, um projeto de mudanças nas 54 bibliotecas públicas da cidade, com ampliação do horário de atendimento também aos domingos, por quatro horas, aumento das atividades culturais e alterações na forma de aquisição dos lançamentos literários.

No mesmo evento de lançamento do programa, chamado de Biblioteca Viva, Doria disse que a Prefeitura estuda conceder espaços das bibliotecas para a iniciativa privada instalar cafeterias, como nas grandes livrarias privadas.

“Em algumas bibliotecas, aquelas que são maiores, vamos ver se a gente consegue fazer a concessão para termos cafés. Café é uma coisa que combina muito com essa interatividade e traz esse mesmo ambiente que as grandes livrarias já oferecem”, disse.

O prefeito disse que o modelo de concessão não acarretará custos adicionais ao poder público.

A gestão afirmou que também mudará a forma de aquisição dos livros. Em vez de comprá-los em distribuidoras, a ideia é ir direto às editoras das publicações. Com isso, o governo municipal diz que economizará. “Vamos ter livros mais novos e a um preço menor.”

Doria também afirmou que pedirá doação de livros às empresas.
Gastos

O secretário municipal de Cultura, André Sturm, disse que os gastos adicionais do programa já estão previstos no orçamento na pasta, mas não revelou os valores. Ele lembrou que existem unidades com equipes pequenas, de só dois funcionários.

A estratégia será de adotar medidas econômicas, como a contratação de estagiários, que receberão R$ 1.000 mensais para atuar nas unidades. Também haverá pagamento de hora extra a alguns servidores, incluindo funcionários de outras secretarias.

“Não há recurso para contratar novos servidores”, declarou Sturm.

O Biblioteca Viva terá nove eixos de transformação, segundo a administração municipal. Entre eles estão a ampliação dos dias de atendimento, a proposta de ampliar os pontos de Wi-Fi para todas as unidades (hoje só 19 têm o serviço), a alteração da exposição dos livros para que sejam visualizados pelas capas e não pelas lombadas, a divisão de categorias por gênero (humor, literatura policial, etc).

A Prefeitura também quer chamar escritores consagrados para “apadrinhar” as bibliotecas, apelidados de “embaixadores”.
Foco

O secretário garantiu que, mesmo com a expansão das atividades culturais, não haverá prejuízo para o principal público alvo, o leitor. “Vamos fazer atividades compatíveis com o espaço. Não vai ter show de rock”, disse.

Com as mudanças, Sturm prevê um aumento de até 50% do público geral das unidades até o fim de 2017. Não afirmou, no entanto, qual é a atual quantidade de frequentadores.

Conheça a biblioteca que guarda os segredos do Vaticano

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Salone Sistino da Biblioteca Apostólica Vaticana (Foto: Reprodução/Facebook)

Salone Sistino da Biblioteca Apostólica Vaticana (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Digitalização de acervo já teve início e deve durar 18 anos

Publicado na Época Negócios

Volumes amarelados, documentos e textos sagrados, os primeiros mapas criados e um dos maiores acervos do mundo podem ser encontrados na Biblioteca do Vaticano, conhecida como a “Biblioteca dos livros do Papa”.

Localizada na cidade do Vaticano, a Biblioteca Apostólica foi fundada pelo papa Nicolau V Parentucelli (1447-1455) no Palácio dos Papas. No final do século 16, ela foi transferida para o Salão Sistino pelo papa Sisto V Peretti (1585-1590).

Atualmente, em seu acervo há mais de 180 mil volumes de manuscritos e arquivos, 1,6 milhão de livros impressos, 8,6 mil incunábulos, 300 mil moedas e medalhas, 150 mil gravuras e desenhos e 150 mil fotografias. No entanto, os arquivos secretos do Vaticano foram retirados do local.

Considerada uma das mais antigas do mundo, a biblioteca começou, recentemente, a digitalizar seu acervo para ficar disponível para visualização on-line e totalmente gratuita.

Para apoiar a iniciativa, a associação “Digita Vaticana Onlus”, em parceria com a Biblioteca e a empresa japonesa NTT DATA, imprimiu 200 cópias do manuscrito raro “Folio” do “Virgílio do Vaticano”, uma das obras mais importantes do acervo, criado por volta de 400 d.C para presentear os primeiros doadores que ajudassem com uma quantia de 500 euros em apoio ao projeto.

“O projeto é uma das iniciativas da nossa associação para levantar fundos para apoiar a digitalização dos manuscritos da biblioteca, e assim dar a oportunidade para todos, estudiosos ou não, de acessar este imenso patrimônio”, afirmou Maite Bulgari, fundador da associação “Digita Vaticana”.

A Biblioteca do Vaticano é composta por um grande salão com mais de 70 metros de comprimento e 11 metros de largura e acomoda a história e os pensamentos da humanidade através da arte, literatura, matemática, ciência, direito e medicina, do início da era Cristã até os dias atuais, em diversos idiomas.

“Obras que foram transcritas através do trabalho dos escribas, os monges que passaram boa parte de suas vidas copiando os exemplares. E agora, com a digitalização é possível voltar ao passado. Essa é a a versão moderna dos copiadores antigos”, afirmou Irmgard Shuler, responsável pelo laboratório que digitaliza os arquivos.

Antes de serem escaneados, os volumes passam por outro laboratório, conhecido como a “clínica” dos livros do Papa, onde é feito um restauro. “O inimigo número um dos livros antigos? Na minha opinião, é o homem”, ressaltou Angela Nunez, líder do departamento, que indicou que às vezes os livros se deterioram ao longo dos anos por problemas de umidade e insetos.

A previsão é de que a digitalização de todo o acervo da Biblitoeca do Vaticano aconteça em até 18 anos.

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