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Biblioteca à beira mar reúne centenas de livros em praia do litoral Sul do RN

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Proposta foi lançada há três anos pelo professor de surf Adalberon Omena.
Biblioteca fica na Praia do Amor, uma das mais conhecidas de Tibau do Sul.

Biblioteca montada na Praia do Amor recebeu doações e cresceu (Foto: Aldaberon de Omena/G1)

Biblioteca montada na Praia do Amor recebeu doações e cresceu (Foto: Aldaberon de Omena/G1)

Felipe Gibson, no G1

Na Praia do Amor, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, chama atenção um atrativo que foge ao sol e mar admirados por turistas de todo o mundo. Localizada ao lado da famosa Praia da Pipa, no município de Tibau do Sul, o local possui uma biblioteca à beira mar. No acervo, centenas de livros em português, mas também em idiomas como inglês, francês e mandarim. A biblioteca funciona todos os dias das 9h às 17h.

A proposta foi lançada há três anos pelo surfista Adalberon Batista de Omena, 37 anos, que mantém uma escola de surf na praia. Natural de Olinda, em Pernambuco, Adalberon chegou a Pipa em 1995 para surfar. Veio e ficou. “Cheguei por causa do surf, mas vi todo o potencial da cidade para o turismo”, explica.

Pernambucano chegou a Tibau do Sul em 95 (Foto: Arquivo Pessoal/Adalberon Omena)

Pernambucano chegou a Tibau do Sul em 95
(Foto: Arquivo Pessoal/Adalberon Omena)

De acordo com o sufista, a biblioteca surgiu por acaso. “Começou com um banquinho e foi crescendo. Recebemos doações, ajuda de moradores, e também comprei alguns. A comunidade e o turismo fizeram crescer”, conta. Com o tempo o banquinho deu lugar às prateleiras que guardam centenas de livros atualmente.

Aberta ao público, a biblioteca pode ser usufruída pelos visitantes na praia, mas também existe a opção de levar o livro para outro local. “Quando as pessoas querem levar cobro um ‘calção’ de R$ 10. Quando o livro volta, o dinheiro está lá. Também faço trocas”, ressalta o criador da Biblioteca da Praia, que mensalmente promove eventos voltados para crianças.

Para Adalberon, as aulas de surf e a biblioteca vão além de atrativos turísticos. “Vi que com esporte e educação é dá para fazer algo, buscar uma mudança. Falo principalmente das crianças, que ainda estão aprendendo com a vida e têm uma consciência para formar”, encerra o pernambucano.

Biblioteca de Stuttgart em forma de cubo

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Publicado por Eu amo leitura

Essa é a Biblioteca de Stuttgart na Alemanha, inaugurada em outubro de 2011.

Em 1999, o escritorio de arquitetura do Coreano Eun Young Yi foi o escolhido dentre 235 projetos para construir a nova Biblioteca de Stuttgart na Alemanha.

A construçao da nova Biblioteca custou 80 milhões de Euros. Ela começou em 2008 e foi inaugurada em outubro de 2011.

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A palavra Biblioteca se encontra em quatro linguas nas paredes externas:

-Na parede Norte em alemão (lingua local)
-Na parede Oeste em Inglês (lingua franca)
-Na parede Sul em Árabe (lingua dos antigos conhecimentos)
-Na parede Leste em Coreano (idioma nativo do Eun Young Yi que projetou o prédio)

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O Prédio é totalmente branco, tem formato de cubo, possui 11 andares, dois deles subterrâneos, todos intercalados pelas escadarias e teto de vidro.

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Qual é a opinião de vocês sobre essa mais nova Biblioteca de Stuttgart?

Britânico transforma cabine telefônica sem uso em biblioteca

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Um morador de Londres transformou uma cabine telefônica antiga em uma espécie de “microbiblioteca” pública.

Imagem de Amostra do You Tube

Publicado por BBC

Sebastian Handley 'adotou' cabine e transformou em micro-biblioteca

Sebastian Handley ‘adotou’ cabine e transformou em micro-biblioteca

Sebastian Handley “adotou” a cabine, que é oferecida pela empresa de telecomunicações BT. A telefônica quer incentivar pessoas a reinventarem usos para as obsoletas cabines.

O britânico pagou uma libra (pouco mais de R$ 3) pela cabine no bairro de Lewisham, no sul da cidade.

Em três meses, ninguém vandalizou a cabine, que é chamada informalmente de “a menor biblioteca pública de Londres”. Os leitores têm respeitado a regra de pegar um livro emprestado e deixar outro no lugar.

Empresa japonesa irá digitalizar 15 mil manuscritos da Biblioteca do Vaticano

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AFP O presidente da NTT Data Corporation, Toshio Iwamoto, e o arquivista do Vaticano, Jean-Louis Bruges, cumprimentam-se após a assinatura do acordo

AFP
O presidente da NTT Data Corporation, Toshio Iwamoto, e o arquivista do Vaticano, Jean-Louis Bruges, cumprimentam-se após a assinatura do acordo

Publicado no MSN

A empresa japonesa NTT DATA irá digitalizar cerca de 3.000 manuscritos da Biblioteca do Vaticano em um período de quatro anos, e 15 mil no total até 2018, no âmbito de um acordo inédito assinado nesta quinta-feira.

Durante uma coletiva de imprensa, o arquivista e bibliotecário do Vaticano, o francês Jean-Louis Bruguès, o prefeito da Biblioteca, o italiano Cesare Pasini, e o presidente e CEO da NTT DATA Corporation, Toshio Iwamoto, apresentaram o acordo no valor de 18 milhões de euros (22,6 milhões de dólares) e válido até 2018, que constitui apenas “a primeira fase da colaboração” entre as duas partes.

O bispo Casini explicou que o grande projeto para digitalizar todos os livros da Biblioteca começou há alguns anos e que o contrato com a NTT DATA vai possibilitar a digitalização de um total de 15.000 manuscritos até 2018.

“A NTT DATA e a Biblioteca Apostólica do Vaticano (BAV) assinaram um contrato inicial para a operação que digitalizará e preservará cerca de 80.000 volumes e 41 milhões de páginas, que podem ser consideradas patrimônio histórico da humanidade, escritas entre o II e o XX séculos”, informou Iwamoto.

A Biblioteca do Vaticano é única em razão de sua variedade geográfica e antiguidade dos documentos. Dez manuscritos de valor histórico e artístico estão entre os 3.000 que serão digitalizados pela NTT DATA, segundo o Vaticano.

O bispo Bruguès ressaltou a vontade da Santa Sé “em disponibilizar este imenso tesouro que lhe foi confiado, oferecendo-o para livre consulta na web”.

“Os manuscritos que serão digitalizadas vão da América pré-colombiana ao Extremo Oriente chinês e japonês, passando por todas as línguas e culturas que alimentaram a Europa”, observou o prelado francês.

A missão da Biblioteca é “levar à periferia as mais diversas culturas”,  acrescentou, repetindo uma fórmula do Papa Francisco.

A NTT DATA Corporation, que fornece serviços em mais de 40 países, foi selecionada por ser especializada na preservação a longo prazo de manuscritos digitalizados.

BookBot encontra para você qualquer livro nesta imensa biblioteca

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Jordan Kushins, no GIZMODO

O BookBot é um enorme sistema de entrega automatizada, instalado na impressionante Biblioteca Hunt, da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA). Após você tocar em alguns botões, ele busca e entrega qualquer título – na coleção de dois milhões de volumes – direto para suas mãos.

O cérebro por trás da biblioteca é o escritório de arquitetura Snøhetta, baseado na Noruega e em Nova York. Craig Edward, fundador do Snøhetta, esteve na Conferência de Design da Bloomberg Businessweek e disse como o BookBot impactou a biblioteca desde que foi instalado.

Provavelmente não é surpresa que a circulação aumentou significativamente desde que o BookBot fez sua estreia. Veja-o em ação:

Imagem de Amostra do You Tube

 

Tudo parece tão futurista, com uma perfeição que o torna quase impessoal… até chegar a caixa de livros. Eles possuem diferentes tamanhos, alguns com sinais marcantes de uso, alguns ainda novinhos, todos catalogados no lado com tinta comum; e então eles são levados de volta para as profundezas da biblioteca. Aparentemente, o sistema economiza 18.500 m² de espaço no local; os recursos financeiros se concentraram em melhorar o restante da experiência.

E a biblioteca em si é estonteante. Não consigo imaginar um lugar mais bonito para fazer pesquisas, se preparar para uma prova, ou simplesmente se perder em um romance durante toda uma tarde.

 

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O design é cheio de toques inteligentes. O que você faz para chamar a atenção das pessoas para as escadas? Basta deixá-las tão lindas que seria loucura não usá-las. Há escadas em todos os lados, e elas são pintadas com uma cor amarela bem chamativa. Elas também oferecem uma bela vista do interior do edifício.

Também há elevadores, mas você tem que passar pelas escadas no térreo para chegar à área “escura e assustadora” do elevador, como Craig Dykers a descreveu na conferência.

Há também um Laboratório de Jogos para designers e desenvolvedores. As luzes coloridas sobre as telas HD, junto às superfícies digitais interativas, fazem tudo parecer como uma espécie de universo hacker do Dr. Fantástico:

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Os EUA vêm propondo avanços muito bem-vindos nessa área. Em janeiro, foi aberta no Texas a primeira biblioteca pública que não tem livros físicos, só leitores de e-book. E há uma proposta para evoluir uma biblioteca de Washington DC para além dos livros, incluindo computadores e impressoras 3D.

No Brasil, também vemos a tecnologia conviver de forma mais próxima aos livros. Na Biblioteca de São Paulo, há Kindles para uso interno; e a Brasiliana-USP usa máquinas avançadas para digitalizar seu acervo de volumes raros e históricos, gerando mais de 20 terabytes de material.

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