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Smartphones na sala de aula: seis apps e plataformas para se dar bem

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Nem só para caçar Pokémon Go vive seu smartphone. Confira 6 ferramentas que podem turbinar seu desempenho na escola ou faculdade, sem cola

Publicado no PC World

Eles caçam Pokémon, mandam mensagens, tocam músicas, produzem vídeos, fotos e, acredite, até ajudam a passar de ano, sem cola. Os smartphones são dispositivos controversos quando o assunto é escola, mas a vertente de empresas de EduTech está surgindo para provar que, de vilões, eles podem ser a melhor ferramenta para ajudar professores e alunos.

Confira seis ferramentas, incluindo uma da Google, que vão ajudar a melhorar o ano:

AppProva: Ferramenta gratuita que possibilita ao usuário testar seus conhecimentos em questões do ENEM e dos principais vestibulares do país. Permite acumular pontos, desafiar amigos e descobrir pontos fortes e fracos. A startup tem como objetivo democratizar a educação de qualidade do Brasil e a missão de oferecer mais oportunidades para estudantes dos níveis básico e superior, bem como ajudar instituições e corporações com testes, diagnósticos, planos de estudos personalizados e certificações. A plataforma está disponível para versões WEB, IOS e Android.

Qranio: O Qranio é um aplicativo que funciona como um quizz, tem mais de 1 milhão de usuários inscritos e 18 milhões de perguntas respondidas. Disponibilizando premiações onde os usuários podem trocar suas moedas virtuais (os Qi$) por prêmios reais, a empresa já entregou mais de 6 mil prêmios desde sua criação.

MonsterJoy: O aplicativo permite que os professores elaborem exercícios para que os alunos possam estudar. Dessa forma, eles conseguem saber quais realmente concluíram as tarefas. Com o app, é possível enviar imagens, gráficos, documentos em PDF e páginas do aplicativo. Um dos seus diferenciais é a integração a outras ferramentas como Gmail, Drive e Google Docs. Ele está disponível para Android e IOS.

MonsterJoy: Aplicativo que tem como objetivo oferecer as escolas opções divertidas para os alunos estudarem e realizarem os deveres de cada. Por meio de um game, os professores disponibilizam aos alunos diversas atividades que valem pontos, e a partir do momento que os mesmos acertam as questões eles têm a possibilidade de subir de nível, desbloquear acessórios e elevar o ranking de pontuação. Disponível para Android, IOS, tablets, smartphones e computadores.

Edumais: Rede social voltada para a educação em que os professores disponibilizam conteúdo pago ou gratuito como vídeoaulas, resumos, simulados ou até eventos ao vivo, com o objetivo de se aproximar de professores e alunos, A interação entre eles é feita por meio de uma timeline ou mensagem direta e mecanismos de notificação alertam o professor quando o aluno faz alguma pergunta, assim como alertam o aluno quando o professor responde à dúvida. No site é possível encontrar materiais voltados para cursos livres (que não exigem autorização do MEC) possibilitando aos estudantes se prepararem para concursos públicos, ENEM, exames de categorias profissionais e cursos de idiomas.

Você Aprende Agora: curso de inglês online baseado na Cambridge University para que você aprenda rápido e use o inglês a seu favor em sua carreira profissional, estudos, viagens e relacionamentos. Criado por Felipe Dib, o modelo de ensino foi pensado para que você aprenda da maneira mais rápida e eficiente possível e não precise ir pessoalmente a um curso.

Emoção! Filha presenteia mãe de cem anos com formatura escolar que ela nunca teve

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Senhora

Publicado no Amo Direito

Uma mulher de 100 anos ganhou um presente de aniversário inesperado: a formatura do ensino médio que ela não teve. Clare Picciuto deveria ter iniciado o segundo grau em 1930. No entanto, a ‘Grande Depressão’ da época atingiu inúmeras famílias americanas e, com dificuldades financeiras, os pais de Clare pediram que ela abandonasse os estudos e começasse a trabalhar.

“Os irmãos dela foram autorizados a continuar com a sua educação, e ela sempre lamentou o fato de não não ter conseguido. Mas enunca perdeu seu amor pelo aprendizado”, disse a filha de Clare, Deborah Picciuto, de 59 anos, em entrevista à ABC News.

Ainda segundo Deborah, a mãe sempre a ensinou – e mais tarde, também às suas filhas – sobre a importância da leitura e do estudo.

“Ela esteve em muitas formaturas: a da minha escola, faculdade e mais um monte das minhas filhas. Então, eu quis dar a ela a sua própria formatura”, disse.

Deborah surpreendeu sua mãe na quarta-feira, quando Clare foi para um jogo de bingo. Ela não ganhou o jogo, mas se sentiu a grande vencedora do dia quando o superintendente das Escolas Públicas de Leitura do Norte se aproximou dela com um capelo e uma veste, uma medalha de honra e um diploma de segundo grau honorário.

“Eu disse a ela que, na minha opinião, suas experiências de vida tinham feito dela merecedora do diploma. Clare é tão articulada, nítida e positiva. Ela é verdadeiramente representante de todas as coisas que a gente deve aspirar”, disse o superintendente Jon Bernard.

Fonte: extra globo

Professor americano explica método de ensino baseado em tecnologia e troca entre alunos

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Andrea Ramal, no G1

Pela primeira vez no Brasil, o professor americano Aaron Sams vem lançar a edição brasileira do livro “Sala de Aula Invertida – Uma metodologia ativa de aprendizagem” (LTC), escrito em parceria com Jonathan Bergmann e já traduzido em dezenas de países, como Espanha, China, Japão, México, Itália e Coreia do Sul, entre outros. Devido aos resultados positivos desse novo modelo educativo, Sams tem rodado o mundo e falará a professores brasileiros em São Paulo e no Rio de Janeiro. Como prévia, concedeu a este blog uma entrevista exclusiva.

Para entender o método: o aluno estuda os conteúdos básicos antes da aula, com vídeos, textos, áudio e outros recursos tecnológicos. Em sala, o professor aprofunda o aprendizado com exercícios, estudos de caso e conteúdos complementares. Esclarece dúvidas e estimula o intercâmbio entre a turma. Na pós-aula, o estudante pode fixar o que aprendeu e integrá-lo com conhecimentos prévios, por meio de atividades como, por exemplo, trabalhos em grupo, resumos, intercâmbios no ambiente virtual de aprendizagem. O processo é permeado por avaliações para verificar se o aluno é capaz de aplicar conceitos e se desenvolveu as competências esperadas. Saiba mais aqui.

Qual a principal diferença entre a “sala de aula invertida” e sala de aula usual?
Aaron Sams: Na sala de aula invertida, os professores são essenciais e realizam as mesmas tarefas que fariam em ambientes de ensino tradicional, tais como auxiliar a aprendizagem dos estudantes, selecionar e cobrir conteúdos e avaliar o desempenho dos estudantes. A diferença mais importante é que neste novo método de ensino aproveitam-se de forma diferente as competências do professor dentro e fora do ambiente escolar. A aprendizagem invertida opera a partir do pressuposto de que a cobertura de conteúdo ocorre principalmente fora da sala de aula e deve ser uma tarefa compartilhada com os alunos, ao invés de um trabalho exclusivo do professor.

Os alunos, em geral, se mostram mais motivados na sala de aula invertida? Por quê?
Aaron Sams: Sim. Este método aumenta o interesse dos alunos, já que na estrutura de uma aula tradicional eles ficam com dúvidas que só vão perceber na hora do exercício ou do estudo, sozinhos em casa, o que é desestimulante. Com os vídeos, apresentamos aos alunos uma plataforma multimídia que é fácil de entender e muito mais engajadora.

O método de sala de aula invertida pode ser implementado em instituições com poucos recursos financeiros, como ocorre no ensino público brasileiro?
Aaron Sams: Sim! Uma sala de aula invertida pode ser implementada em instituições de diferentes recursos financeiros. Existem várias opções de recursos gratuitos e colaborativos de audiovisual, como ferramentas de produção de vídeo, distribuição de vídeo e sistemas de gerenciamento de ensino. O maior custo é a tecnologia do usuário final, que precisa ter internet adequada, mas com o grande número de smartphones, que estão cada vez mais baratos, até mesmo isso não se torna mais um problema.

A sala de aula invertida eleva o nível de aprendizado do aluno?
Aaron Sams: Qualquer pesquisa numérica que eu tenha visto indica que a inversão tem ganhos que vão de moderados a significativos. Não há indicações de que a sala de aula invertida cause danos. No mais, pesquisas mostram que os estudantes são mais felizes e menos estressados na sala invertida, assim como os professores. A inversão utilizada com outras estratégias de ensino se torna ainda mais eficaz. Alguns exemplos são o Peer Instruction (instrução pelos colegas), Active Learning (aprendizagem ativa), ou Mastery Learning (“aprendizagem de maestria”).

Tenho visto boas experiências da sala de aula invertida em universidades. É um caminho para renovar o ensino superior?
Aaron Sams: Acredito firmemente que a sala de aula invertida é uma maneira de inovar na educação superior. Salas invertidas são o primeiro passo que professores podem fazer para sair da frente da sala como um “entregador de informações” e adquirir um papel de facilitador do aprendizado. Esse passo pode redefinir o papel do professor como um especialista pedagógico, assim como um especialista no conteúdo.

Como educador que tem conversado com muitos professores ao redor do mundo, qual sua principal recomendação para os mestres brasileiros, que lidam com uma realidade desafiadora nas escolas e universidades?
Aaron Sams: Professores e estudantes ao redor do mundo são surpreendentemente similares. Eles têm desafios e objetivos semelhantes. Apesar das diferenças culturais e dos desafios financeiros, todos estão empenhados em fazer da educação algo relevante e ativo, personalizado para os estudantes. Estou animado por viver num tempo em que tecnologias são desenvolvidas para ajudar nesses objetivos.

Foto: Divulgação/Seduc

5 dicas para conciliar trabalho e estudos

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Determinação e disciplina são duas qualidades importantes para todos os concurseiros. Para os que além de estudar ainda precisam trabalhar, elas são essenciais.

Marluci Fontana, no Ache Consursos

Não é todo mundo que, ao decidir por concorrer a um cargo público, consegue se dedicar integralmente aos estudos. Muitos não podem se dar ao luxo de ficar em casa estudando e precisam trabalhar, inclusive, para poder pagar inscrições, cursinhos e materiais. Sendo assim, esses concurseiros buscam, com determinação e muita disciplina, encontrar a melhor fórmula possível para não deixar o cansaço da rotina atrapalhar a trajetória pela realização de um sonho ou objetivo. Neste artigo vamos elencar cinco dicas que poderão ser muito úteis se este também é o seu caso.

1. Seja prático com o seu material

Para que você possa aproveitar melhor os seus estudos você precisa ser prático com o material que utiliza. Se você costuma ler em livros ou polígrafos normalmente extensos e pesados, uma boa dica é desmembrá-los. Isso mesmo, sem dó ou piedade. Livro bonito é importante para decoração, para estudante ele só vale se passar o conteúdo. Mas, por que destruí-los? Simples. Se você separar o seu material em capítulos, por exemplo, poderá carregar com você, para onde for, o material e isso não irá ser um peso extra na sua bolsa ou mochila. Além disso, separando os textos em partes você poderá organizar e estipular metas para as leituras diárias. Garanto que será muito mais tranquilo e possível de alcançá-las. Outra coisa que você pode fazer para facilitar os seus estudos é ler em voz alta e gravar os conteúdos explicados ou resumidos. Grave no celular e ouça enquanto vai ao trabalho, se desloca no trânsito ou espera uma consulta. Essas simples atitudes farão a sua rotina de estudo mais produtiva e assim você aproveitará todos os intervalos que tiver.

2. Aproveite todo e qualquer tempo

Com o material organizado é hora de colocar em prática a dica anterior. No carro enquanto espera o trânsito fluir, no ônibus enquanto vai para o trabalho, na fila do banco, na sala de espera do médico, na caminhada ou durante o treino da academia, em todo e qualquer tempo livre aproveite para ler ou ouvir os seus resumos gravados. Não tem problema se a sua leitura não terá a companhia do marca texto porque você está se exercitando e não poderá grafar o que achar relevante. Leia mesmo assim. Mesmo que você não faça, neste primeiro momento, anotações ou destaque uma parte importante do texto, o assunto estará na sua cabeça e isso já é um grande passo para quem não tem muita disponibilidade para se dedicar 100% aos estudos. O intervalo do almoço é outro momento oportuno para você atualizar os seus conhecimentos. Normalmente, as empresas liberam uma ou duas horas para o funcionário almoçar e sempre sobram uns minutinhos de folga nesse período. Não desperdice-os! Eles são preciosos e, neste caso, vale o ditado, tempo é dinheiro. Depois do almoço, faça exercícios, leia e faça anotações.

3. Faça um planejamento e siga-o com rigor

Focar nos estudos não é uma coisa muito fácil, para quem trabalha e ainda precisa estudar o esforço para se manter focado é ainda maior. Por isso, por menos tempo livre que você tenha, não deixe de planejar os seus dias. Organize em uma folha de papel mesmo a sua rotina. Anote os dias da semana, os horários e as atividades que você precisa cumprir durante o dia. Aponte tudo, desde o horário que você acorda, calcule o tempo que leva para estar pronto, o quanto demora para chegar ao trabalho, enfim, descreva a sua programação diária. Vendo no papel, você perceberá quais as lacunas que poderão ser preenchidas com estudo. Agende esses momentos e siga-os à risca. Programe-se, por exemplo, para antes de dormir resolver exercícios e provas antigas. A essa altura da noite, você já está mais cansado e, naturalmente, o sono começa a chegar, então imagine se for ler? Vai dormir em cima do material. Os exercícios ajudam a despertar o sono e ainda a praticar todo o conteúdo que você leu e ouviu durante o dia.

4. Acordar mais cedo

Sim, imagino que você se canse no trabalho e, por isso, todo minutinho extra na cama é mais do que valioso. No entanto, se acordar uma hora mais cedo do que é habitual para você, poderá dar uma lida nos seus resumos e já sair de casa com a sensação de fazer o certo. Além disso, especialistas apontam que, estudar no período da manhã é melhor para absorver as informações, já que a mente está descansada. Por isso, aproveite para ler o que for mais teórico, aprender algo novo, esse é o momento mais indicado para as atividades que exigem um esforço maior para a aprendizagem. E, no fim, você contabiliza mais uma hora de estudos bem aproveitada.

5. Qualidade é melhor que quantidade

Não culpe-se por não ter disponibilidade de estudar 10 horas por dia. Tem gente que tem esse tempo livre e não consegue se dedicar. Tudo tem o seu lado bom e o ruim. O bônus de estar em casa 24 horas por dia é ter tempo para estudar, porém nem todos que possuem essa condição conseguem aproveitá-la. Os motivos são muitos. A pressão por estar ?apenas? estudando e a falta de dinheiro geram ainda mais ansiedade, fator que boicota muitos concurseiros e aí está o ponto negativo. Por outro lado, quem trabalha e ainda estuda, cria oportunidades para estar em contato com o conteúdo, se atualizando. Os sábios dizem, e isso dá pra associar em tudo na vida, que não importa a quantidade de tempo e sim a qualidade dele. De nada adianta dez horas lendo um livro se aquelas informações não forem assimiladas. Faça dos 20 minutos que lhe sobram no intervalo do almoço o melhor tempo de estudo que poderia ter. No final, somando tudo, você poderá se surpreender com a qualidade do seu aprendizado.

Desempregado, professor de história dá aulas em ônibus

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Publicado no Curiosamente

Um professor começou a fazer sucesso na internet depois que uma passageira divulgou um relato sobre a experiência que teve ao receber sua aula de história, realizada dentro de um ônibus em Belém, no Pará. O rapaz, Eduardo Veras, possui até canal no YouTube com os registros de algumas das aulas divulgadas desde março de 2016.

No relato, a mulher, identificada como Alexandra Abdon, fala que o professor está desempregado e compartilha com os passageiros seu sonho de fazer mestrado e ensinar em universidades. Eduardo distribui resumos para que os passageiros possam acompanhar as aulas, recolhidos ao final, com qualquer contribuição, caso alguém queira ajudá-lo.

“Eu acredito que a Educação pode salvar o nosso País. E é por isso que quando vejo esse tipo de coisa, não consigo fazer vista grossa. O Professor Eduardo Veras é mais um desempregado, mais um sem oportunidade, mais um que poderia optar em nos assaltar no coletivo, ao invés de nos dar aula. Mas ele preferiu fazer o que melhor sabe: ENSINAR. E de uma forma maravilhosamente didática”, disse Alexandra em seu Facebook, em postagem que começou a ser compartilhada por internautas de todo o Brasil em menos de 24 horas.

alexandra

Eduardo mantém um canal no YouTube, com poucas postagens. Entre as metas estabelecidas por ele, está a de chegar a 1 milhão de visualizações um dia.

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