Segredos de Pai para Filho

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11 filmes que vão te ajudar a estudar para o vestibular

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(Foto: Divulgação) "A Lista de Schindler"

(Foto: Divulgação) “A Lista de Schindler”

 

Quem disse que só dá para estudar com uma apostila?

Publicado na Galileu

Se seus olhos não aguentam mais correr por páginas de conteúdo para o ENEM, não se preocupe. A GALILEU fez uma seleção especial de filmes nacionais e estrangeiros que irão te ajudar a entender melhor vários capítulos dos seus livros de história e geografia.

1. OLGA (2004)

A história de Olga Benário Prestes, alemã judia de orientação comunista. Ela vai a Moscou para um treinamento militar e é enviada ao Brasil com Luís Carlos Prestes para liderar a Intentona Comunista de 1935. A revolta fracassa, e Olga, grávida de sete meses, é deportada pelo governo de Getúlio Vargas para a Alemanha Nazista, onde vai parar em um campo de concentração. Essencial para entender a situação política do Brasil durante a ascenção de Hitler.

2. ADEUS LÊNIN (2004)

A professora Kathrin Sass, moradora da antiga Alemanha Oriental e ferrenha defensora do regime soviético, tem um ataque cardíaco e entre em coma. Nos oito meses que passa desacordada, o Muro de Berlim vai para o chão, a Guerra Fria acaba e a Coca-Cola chega ao lado leste da capital alemã. Alexander, seu filho, sabe que o choque da mudança seria forte demais para a saúde da mãe, e arma uma enorme encenação para que a professora pense que tudo ainda está como antes. Essencial para entender a última grande mudança na geopolítica internacional.

3. O NOME DA ROSA (1986)

A adaptação cinematográfica do livro mais famoso de Umberto Eco, dirigida por Jean-Jacques Annaud, conta a história do frade franciscano Guilherme de Baskerville e seu aprendiz Adson von Melk, que são chamados para desvendar um crime insólito: sete monges foram mortos ao longo de sete dias e sete noites em uma abadia. A história é fictícia, mas a ambientação medieval é precisa, e dá uma ideia excelente do que era a Europa na época.

4. CENTRAL DO BRASIL (1998)

A histórica estação de trem do Rio de Janeiro dá nome ao clássico brasileiro dirigido por Walter Salles, que retrata a história de Dora, uma mulher que trabalha no terminal ferroviário carioca redigindo cartas para pessoas analfabetas. Entre os viagentes que atende, estão Ana e seu filho Josué, do sertão nordestino. Quando Ana morre atropelada ao sair da estação, Dora assume a missão de levar o garoto de volta para casa. O filme faz um retrato socioeconômico do Brasil capaz de gabaritar qualquer prova.

5. LINCOLN (2012)

O drama histórico dirigido por Steven Spielberg narra os últimos meses da vida do 16º presidente americano, quando ele pressionou a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos a aprovar uma emenda à Constituição que iria abolir formalmente a escravidão no país. Um capítulo essencial dos livros de história.

6. NASCIDO EM QUATRO DE JULHO (1989)

O soldado americano Ron Kovic, interpretado por Tom Cruise, volta paraplégico da Guerra do Vietnã e se torna um ativista político. A história mostra as condições a que eram submetidos os militares que voltavam debilitados do front e a reação da opinião pública americana à intervenção no sudeste asiático durante a Guerra Fria. Um retrato da turbulência política nos EUA das décadas de 1960 e 1970.

7. CORAÇÃO VALENTE (1995)

O filme dirigido por Mel Gibson conta a história de William Wallace, guerreiro escocês e herói medieval que lutou contra a opressão do rei inglês Eduardo I no século 13. Houve críticas a certas imprecisões históricas no roteiro, mas o longa ainda é uma das melhores formas de conhecer uma operação militar do final da Idade Média.

8. 12 ANOS DE ESCRAVIDÃO

Mais real do que isso, impossível. O filme foi baseado na autobiografia de Solomon Northup, um homem negro que nasce livre no estado de Nova York, no norte dos EUA, mas é capturado e vendido como escravo em Louisiana, onde trabalha por 12 anos. Um aula sobre o país no século XIX, dividido entre o norte progressista e o sul conservador.

9. A LISTA DE SCHINDLER (1993)

A história de Oskar Schindler, empresário alemão que salvou mais de mais de mil judeus durante a Segunda Guerra Mundial contratando-os para trabalhar em sua fábrica. Um clássico essencial para compreender o Holocausto.

10. SPARTACUS (1960)

O escravo que liderou uma revolta contra a decadente República Romana ganha vida nas mãos do diretor Stanley Kubrick. Na história, por sua desobediência, ele é sentenciado a combater como gladiador. Uma ótima alternativa para entender a cultura, a política e os costumes romanos na virada para o Império.

11. GANDHI (1982)

O filme biográfico épico narra a vida de Gandhi, que liderou o movimento de desobediência civil não-violenta na defesa da independência da Índia, que passou a primeira metade do século XX como colônia britânica. A direção de Richard Attenborough rendeu ao filme oito Oscars, incluíndo o de melhor filme.

O que seria da literatura numa “escola sem partido”?

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Aluna de uma escola estadual do Rio de Janeiro. Alessandra Coelho/PMRJ

Aluna de uma escola estadual do Rio de Janeiro. Alessandra Coelho/PMRJ

 

Dom Casmurro, de Machado de Assis, continuaria a ser um romance de adultério

José Ruy Lozano, no El País

Aconteceu em meados de 1990. O aluno, de família religiosa, dirige-se ao professor e afirma, em alto e bom som: “Não vou ler esse livro aí, é obra de Satanás”. A obra em questão era Noite na taverna, de Álvares de Azevedo, o romântico brasileiro discípulo de Byron e Musset, que temperou os enredos de seus contos com cemitérios, crânios humanos e orgias à meia-noite.

À época, não havia sombra do debate sobre a “escola sem partido”, frequente no ambiente de extrema polarização política que hoje toma conta do Brasil. Mas o fato – verídico – revela a impossibilidade de trabalhar com a literatura numa escola pretensamente neutralizada de qualquer questionamento histórico, político, social ou comportamental.

Para os defensores da ideia de uma “escola sem partido”, que ameaça a educação nacional, Dom Casmurro, obra-prima de Machado de Assis, continuaria a ser um romance de adultério. E Capitu, a Madame Bovary dos trópicos, a Anna Kariênina que pudemos ter. A interpretação hoje consagrada do narrador ambíguo e não confiável, representante da elite patriarcal brasileira, que suprime sua insegurança impondo cruel desterro à esposa, seria considerada esquerdismo militante, influência feminazi talvez. Para eles Capitu é culpada, não há dúvida.

Seria possível ignorar que romances como Vidas secas, de Graciliano Ramos, e Capitães da areia, de Jorge Amado, não sejam obras engajadas no debate político e social brasileiro do período – anos 30 do século passado – e ainda atuais nos dias que correm? Para os patronos da “escola sem partido”, todo o teor de denúncia social de obras como essas deveria ser ignorado, bem como qualquer diálogo com a realidade do jovem que ainda se depara com carências similares e injustiças idênticas.

Num exercício de reductio ad absurdum, imaginemos o professor de literatura brasileira apresentando aos alunos do Ensino Médio o poema narrativo O navio negreiro, de Castro Alves. Se o poeta toma partido dos escravos e critica a economia que engendrou o trabalho servil, logo teríamos os “apartidários” defendendo a discussão do outro lado: “Seria preciso ouvir a voz dos senhores, senão estaremos tomando partido em nossas aulas! ”

Podemos recuar mais e mais na discussão e perguntar o que foram os primeiros escritores do Brasil independente senão ideólogos de um projeto político de constituição da nacionalidade, para além de seus inquestionáveis méritos artísticos. Os índios de Gonçalves Dias e José de Alencar existiriam fora do processo de construção social a que se devotaram os dois autores? Certamente não.

Até nas mais remotas obras da literatura portuguesa encontramos dificuldades semelhantes. Quando Gil Vicente apresenta em suas peças de teatro o padre lascivo e o comerciante ladrão, o professor se verá na contingência de fazer o contraponto. Para amenizar a crítica religiosa, ler, talvez, trechos da vida dos santos? Tecer elogios às virtudes do livre-mercado a fim de dirimir a acusação ao capitalismo predatório?

Sombrios os tempos em que somos obrigados a reafirmar a literatura não só como experiência de linguagem e veículo de sensibilidade mas também de conhecimento, de tomada de consciência do mundo. Os abnegados sem partido recitariam os versos de Ferreira Gullar sem perceber a acidez irônica que o poeta militante lhes dá: “O preço do feijão/não cabe no poema. O preço/do arroz/não cabe no poema (…)/Como não cabe no poema/o operário/que esmerila seu dia de aço/e carvão/nas oficinas escuras/(…) Só cabe no poema/o homem sem estômago/a mulher de nuvens/a fruta sem preço”. Ou, então, caberia ao professor explicar a política econômica da atual gestão e das que a antecederam. Sem tomar partido, é óbvio.

José Ruy Lozano é professor do Instituto Sidarta e autor de livros didáticos.

Os segredos dos melhores professores de matemática do mundo

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Considera-se que estudantes de Xangai estão três anos à frente dos outros

Considera-se que estudantes de Xangai estão três anos à frente dos outros

 

Vanessa Perasso, na BBC Brasil

Os professores de matemática de Xangai, na China, estão entre os melhores do mundo graças ao do alto desempenho de seus alunos em exames internacionais.

A reputação deve-se ao método empregado pelos docentes, que se tornou um dos principais produtos de exportação da cidade mais populosa da China – metade das escolas no Reino Unido, por exemplo, devem adotar o “sistema de ensino de Xangai”.

Estatísticas comprovam que alunos do ensino fundamental que aprendem matemática usando a técnica têm rendimento superior aos demais.

Os estudantes de Xangai, por exemplo, estão três anos à frente dos de outros países em termos de escolaridade.

Mas qual é o segredo do sucesso da cidade? A BBC compilou os princípios do método – bem como suas críticas.

Conceito é tudo

O método de Xangai estrutura cada aula em torno de um único conceito matemático – como aprender adições básicas, resolver uma equação ou entender as frações como parte de um todo.

E tudo é coberto muito metodicamente, de modo que a aula não avança até que cada estudante tenha entendido.

“Em muitas partes do mundo, acredita-se que uma boa aula é aquela que cobre grande parte da ementa do dia, ou seja, quanto mais se avança, melhor”, diz Mark Boylan, especialista em educação da Universidade Sheffield Hallam, do Reino Unido, e colaboradora da publicação Schools Week.

“Em Xangai, o objetivo é assegurar que um conceito seja totalmente aprendido e não seja ensinado de novo no futuro.”

Especialistas em matemática consideram o sistema muito rigoroso ou exigente, baseado em manuais feitos sob medida que substituem folhetos ou planilhas.

Trata-se de uma metodologia altamente conceitual, na medida em que professores baseiam suas aulas em métodos fundamentais e leis da matemática, embora os alunos sejam encorajados a representar fisicamente os conceitos usando objetos e imagens para ajudá-los a visualizar ideias abstratas.

Além disso, a forma como os alunos falam e escrevem sobre matemática, acreditam os especialistas, pode contribuir para seu sucesso.

“Sempre lhes pedimos para explicar a resposta em frases completas. Ou seja, não adianta escrever apenas a resposta certa, mas entender o conceito. Essa é a chave para construir o raciocínio lógico e a linguagem matemática”, informa o programa de desenvolvimento profissional Mathematics Mastery, baseado no método asiático.

Por outro lado, críticos dizem que o sistema é muito abstrato e não aplica a matemática em cenários da vida real.

Alguns também argumentam que o método ensina os alunos a se preparar para provas, ou seja, a ter um bom desempenho nos exames internacionais, mas sem adaptar o conhecimento a situações do dia a dia.

Unidos venceremos

Há também um princípio de coesão por trás do método de Xangai: a classe aprende como se fosse um só aluno, todos avançando no mesmo ritmo – não prosseguindo se alguém ainda estiver com dúvidas.

Os professores, por exemplo, não dividem o grupo com base na capacidade individual, nem em tarefas com dificuldade variada. Todo mundo é considerado um matemático nato e cabe aos professores tirar o melhor dos alunos.

Os estudantes com melhor desempenho são encorajados a aprofundar o conhecimento e ajudar o restante da classe, em vez de se distanciarem dos colegas menos aptos.

Enquanto essa busca pela igualdade dentro de sala é comemorada por muitos, críticos acreditam que o sistema desestimula os estudantes mais avançados, que acabariam ficando entediados.

A disposição das carteiras, porém, segue o modelo tradicional – o que, segundo críticos, não estimula a colaboração entre os pares.

“Trata-se de uma disposição rígida e pouco inspiradora”, dizem.

Repetição, repetição, repetição

A repetição de conceitos também é um ingrediente fundamental da receita secreta de Xangai.

Crianças a partir de cinco anos são submetidas a testes para praticar exercícios até dominar cada conceito por meio da repetição.

Um aluno responde à pergunta de um professor e os outros repetem a resposta em uníssono. Em seguida, outra responde a uma outra pergunta e o restante repete. A sequência continua à exaustão.

Nessa rotina militar, espera-se que os estudantes aperfeiçoem o uso do vocabulário matemático – não apenas exercícios de matemática – na medida que a aula avança.

Mas as aulas são também muito interativas, destacam os especialistas.

Além disso, são curtas e harmoniosas: consistem de 35 minutos de ensino focado, seguido de 15 minutos de brincadeiras não estruturadas.

A estrela: o professor

Mas é no número de horas em sala de aula que se encontra o que é talvez o fator mais negligenciado da história de sucesso de Xangai.

Uma avaliação do modelo de ensino, publicado na semana passada pela Universidade Sheffield Hallam, mostrou que os professores só têm duas aulas diárias de 40 minutos.

O resto do dia é dedicado ao desenvolvimento profissional, incluindo feedback entre os colegas e observação das aulas.

Mas o mais importante é que um professor de matemática em Xangai passa até cinco anos na universidade estudando especificamente como ensinar matemática a alunos do ensino fundamental.

“Parte do sucesso do ensino de matemática em países como China e Cingapura vem do respeito aos professores e do tempo que eles têm para se planejar e preparar”, diz o especialista em educação britânico James Bowen.

No entanto, críticos argumentam que há um descompasso entre o bem-estar dos professores e o dos estudantes.

Um estudo de 2014 sobre o bem-estar da criança, realizado pelo Instituto para o Desenvolvimento Social na NYU Xangai, revelou que enquanto a maioria das escolas está equipada com salas de aula adequadas, bibliotecas e laboratórios de informática, não têm facilidades como auditórios, ginásios ou salas de reuniões.

E cerca de 13% das crianças apresentam saúde regular ou ruim.

Jovem sem-teto pedala por 80 km em bicicleta infantil para ir à faculdade

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Fred Barley estuda biologia no Gordon State College (Foto: Reprodução/Facebook)

Fred Barley estuda biologia no Gordon State College (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Fred Barley, aluno de biologia, não tinha onde dormir nas férias e acampou na frente da universidade. Moradores doaram 185 mil dólares a ele.

Publicado no G1

Fred Barley, de 19 anos, estuda biologia no Gordon State College, na Geórgia, Estados Unidos. Durante o ano letivo, ele mora nos dormitórios da universidade, mas, nas férias, fica desabrigado. Para garantir sua moradia na volta às aulas, o menino pegou a bicicleta de seu irmão mais novo e pedalou por 80 km até a universidade. Na mochila, carregava uma caixa de cereais e duas garrafas de água.

Na frente da instituição de ensino, Fred acampou em uma barraca para esperar que os dormitórios fossem reabertos. Policiais que passavam pela região estranharam a presença do menino e pediram para que colocasse as mãos ao alto. Depois de ouvirem a história do jovem, as autoridades se comoveram e pagaram a ele duas diárias em um hotel.

Moradores do entorno, ao saber do ocorrido, ajudaram Fred a conseguir um emprego: ele conquistou uma vaga para lavar louças em uma pizzaria do bairro. Em um site de arrecadação de dinheiro, 5.730 pessoas doaram 184.266 dólares (mais de 600 mil reais) em seis dias para ajudar o menino a comprar roupas e alimentos.

Prestes a cursar o segundo semestre do curso, Fred conta à imprensa dos Estados Unidos seu sonho: um dia se tornar médico e trabalhar como psiquiatra.

Doação superou a meta de 150 mil dólares. (Foto: Reprodução)

Doação superou a meta de 150 mil dólares. (Foto: Reprodução)

Veja 5 motivos para que entenda por que você não consegue se concentrar nos estudos

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Concentrar nos estudos

Publicado no Amo Direito

Você tem a sensação de que, por mais que tente, não consegue se concentrar naquilo que está estudando? Esse é um problema que afeta muitos estudantes e que pode ter diversas causas, sejam elas médicas ou não. Confira, a seguir, as principais delas e saiba como melhorá-las:

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1 – Noites mal dormidas
O sono é uma das principais causas da falta de concentração. Pessoas que costumam dormir mal ou poucas horas por noite tendem a ter não só problemas pessoais, mas também físicos e emocionais – o que pode afetar a qualidade dos seus estudos. Tente dormir ao menos 8 horas por noite e veja se você percebe alguma diferença.

2 – Ansiedade
Você costuma se sentir pressionado e tenso? Se sim, é aí que pode estar a causa da sua falta de concentração. Pessoas ansiosas costumam ter bastante dificuldade em manter o foco justamente pela tensão a qual se sentem submetidas. Neste caso, a melhor solução é desabafar com alguém ou procurar um psicólogo.

3 – Empolgação
Querer fazer várias coisas ao mesmo tempo também é prejudicial: quem desempenha várias tarefas simultaneamente costuma perceber a queda da qualidade em alguma delas. No caso dos estudos, isso é ainda pior, já que durante o aprendizado é importante manter-se concentrado apenas no conteúdo que está sendo lido. Portanto, contenha-se na hora de estudar e concentre sua empolgação naquilo que você está estudando.

4 – Má alimentação
Acredite: sua alimentação pode prejudicar – e muito – a sua concentração. É importante que você mantenha uma alimentação balanceada e consuma alimentos de diversos grupos, como carboidratos e proteínas, e que evite a ingestão frequente de alimentos gordurosos. Caso você esteja de dieta, tome cuidado: estudos apontam que estudantes que consomem apenas alimentos de baixas calorias têm uma tendência maior à depressão.

5 – Falta de motivação
Não se encaixa a nenhum dos exemplos acima? Talvez o seu problema seja a falta de motivação. Para melhorar esse problema, tente estabelecer objetivos e mantenha em mente o que você deseja atingir no futuro e por que essa etapa de estudos é importante. Pensar no futuro pode ser uma boa forma de melhorar o presente.

Fonte: noticias universia

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