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Quer se dar bem nos estudos? Entre para o time dos mais inteligentes

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Jairo Bouer, no UOL
Quer se dar bem nos estudos?Uma pesquisa feita com alunos do ensino médio traz um conselho para quem quer se dar bem nos estudos: entre para o time dos mais inteligentes da classe. De acordo com sociólogos, a medida vai dobrar suas chances de ir para a faculdade.

Pesquisadores da Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, levaram quatro anos para reunir dados e criar um modelo estatístico para chegar à conclusão. Eles contaram com uma amostra de 90 mil estudantes e até dez amigos de cada um deles.

Embora a tendência dos pais seja manter o filho com notas baixas mais tempo em casa para estudar, essa pode não ser a melhor estratégia, de acordo com o estudo. Participar de uma atividade extracurricular junto com alunos que vão bem na escola, seja uma aula de futebol ou de música, pode trazer mais resultados.

O tipo de atividade não importa, segundo os pesquisadores, e sim a companhia. E participar de mais de uma aula extracurricular também não traz mais benefícios. Apenas uma é suficiente. Por último, eles dizem que quanto mais cedo isso for feito, melhor para o aluno.

Os autores ressaltam que, infelizmente, muitas escolas para estudantes de baixa renda não oferecem atividades extracurriculares. O que é uma pena, considerando que essa população talvez seja a que mais precisa do benefício. Os resultados serão publicados no periódico Social Science Research.

Por que devemos ler para os nossos filhos?

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A importância dos pais lerem para os filhos

A capacidade de compreensão da palavra escrita é um processo complexo e começa com as primeiras histórias que lemos para as crianças.

Michelle Müller, no Brasil Post
A leitura para crianças entrou na lista das orientações básicas que pediatras americanos devem passar aos pais durante as consultas. A importância dessa prática tornou-se oficial recentemente, com a nova declaração da Academia Americana de Pediatria (AAP). Ao recomendar que pais leiam aos filhos diariamente desde o berço, a entidade faz seu primeiro movimento para integrar a medicina pediátrica e o desenvolvimento da linguagem.

A declaração destaca o papel dos livros infantis na aquisição do vocabulário e de outras habilidades de comunicação que devem preceder a alfabetização para garantir o bom desempenho escolar.

Com essa estratégia, os pediatras esperam reduzir as diferenças de linguagem entre crianças de famílias de alta e de baixa renda. No final do ano passado, um estudo da Universidade de Standford concluiu que já aos dois anos é possível perceber diferenças no vocabulário de acordo com escolaridade e renda da família. Filhos de pais com níveis mais altos de educação conhecem, em média, 30% mais palavras nessa idade.

Como um estímulo isolado, os 15 a 20 minutos de leitura diária em família não garantem a educação literária. Seu sucesso depende de outros recursos que se complementam no lento e trabalhoso processo de familiarização com a palavra escrita.

Juntamente com os livros, o diálogo, as canções e as rimas vão construindo no cérebro infantil o caminho que, mais tarde, vai facilitar a passagem do universo das letras. Um universo que não se limita à decodificação dos símbolos: a relação saudável com a palavra escrita envolve a interpretação dos vários tipos de textos, uma capacidade restrita à minoria da população.

A dificuldade de compreensão na leitura é hoje um dos principais desafios da educação.

Começa na infância e com frequência atravessa toda a vida escolar e adulta. No Brasil, 38% dos alunos do ensino superior não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, de acordo com levantamento de 2012 do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), do Instituto Paulo Montenegro. Isso significa que mais de um terço dos profissionais graduados não compreendem um texto com ideias e estruturas gramaticais mais elaboradas e não têm a capacidade de utilizar a palavra escrita para se expressar de forma adequada.

O fato é que aprender a ler é um processo extremamente complexo, que começa no momento em que os pais apresentam o primeiro livro para o bebê e se estende por toda a vida escolar. O cérebro humano se desenvolveu para dominar a linguagem verbal, mas não apresenta nenhuma sequer estrutura dedicada especialmente à compreensão da escrita. Ele precisa criar um circuito para possibilitar a leitura, envolvendo e conectando diversas regiões.

Da região occipital (visual), a informação viaja rapidamente para fazer conexões no hemisfério esquerdo, passando pelo giro fusiforme – área dedicada ao reconhecimento de objetos da natureza, que é reciclada para decodificar os símbolos da escrita. O processo envolve também a área auditiva, que identifica o som e, finalmente, o lobo frontal, que dá significado à palavra de acordo com seu contexto.

O cérebro de um leitor iniciante é diferente de um leitor experiente. De acordo com o neurocientista cognitivo Stanislas Dehaene, em seu livro Os Neurônios da Leitura (Penso Editora), apenas na adolescência – e em pessoas habituadas a ler diariamente – o caminho da leitura estará bem construído no cérebro.

As mudanças provocadas pela leitura são tão profundas que afetam não apenas a atividade como a anatomia do cérebro. Segundo Dehaene, a parte de trás do corpo caloso (região que une os hemisférios cerebrais) é mais grossa em letrados, o que mostra forte aumento no fluxo de informações entre os hemisférios. Não apenas ao ler, como ao ouvir palavras, o lado esquerdo do cérebro é mais ativo nas pessoas com hábito de leitura.

Trata-se, portanto de uma transformação que não pode e nem deve acontecer de forma rápida ou precipitada. Apesar de muitos pais e escolas acreditarem que o sucesso na educação infantil está relacionado com a alfabetização precoce, ela pode ser um dos problemas da construção fraca desse novo circuito.

Estudos mostram que a maturidade para a alfabetização geralmente ocorre entre seis de sete anos, quando acontece o que Dehaene chama de “revolução mental”. É quando a criança começa a compreender que a palavra pode ser quebrada em diferentes fonemas. No entanto, nenhum cérebro é igual ao outro e pode haver variações na facilidade com que cada criança se familiariza com a linguagem escrita.

Seja qual for o tempo de cada um, a ampliação da capacidade cerebral requer muita prática. E a AAP está certa ao sugerir que ouvir histórias é o início dessa prática. O autor de livros infantis e especialista em leitura Mem Fox defende que, antes de a criança começar a ler, mil livros sejam lidos para ela. Isso não significa que devam conhecer todos os títulos infantis do mercado: repetições são válidas e importantes nessa fase da infância. Para crianças é uma grande satisfação poder prever o que vai acontecer na história, assim como estarem familiarizadas com as palavras e expressões do livro.

Segundo a diretora do Centro de Pesquisa em Leitura e Linguagem da Universidade e Tuft, Maryanne Wolf, nos primeiros cinco anos as crianças devem ser expostas às diversas formas de linguagem. Autora de Proust and The Squid, livro que explora a ciência do cérebro leitor, ela lembra que o circuito de leitura exige muito desenvolvimento das áreas que abrange. E isso não se consegue ensinando bebês a ler, mas lendo para eles, mostrando a eles, de forma incansável, toda a riqueza de significados e possibilidades que a língua oferece.

Veja sete dicas para ler melhor e se sair bem em exames e concursos

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sete dicas para ler melhor

Getty Images

O material impresso também permite uma seleção maior daquilo que nos interessa ou não

William Douglas, no Midia News [ via UOL]

A importância da leitura reside no fato de ser uma das mais utilizadas fontes de informação, além da mais disponível. Nem sempre podemos contar com um bom professor ou temos tempo para assistir palestras, mas os livros estão sempre disponíveis para quando quisermos.

O material impresso também permite uma seleção maior daquilo que nos interessa ou não. Se vamos assistir a um documentário, somos quase obrigados a participar de todo o processo criativo elaborado pelo diretor/produtor.

Em um jornal, por exemplo, podemos ler rapidamente o texto descobrindo aquilo que compensa uma leitura mais detida e abandonando assuntos que não nos são úteis.

Ler eficientemente, contudo, não significa ler rápido, mas buscar utilidade e prazer no ato de ler e obter o melhor equilíbrio entre três valores: captação maior ou menor de informações; fixação maior ou menor das informações captadas; e velocidade da leitura.

Quando se lê apenas para tomar conhecimento do que está acontecendo pelo mundo, não existe a mesma necessidade de fixação que se dá num texto que irá cair na prova etc.

Daí decorre que faremos diferentes tipos de leitura, conforme nossos interesses. É preciso saber ler de formas diferentes, ora aumentando a velocidade, ora diminuindo.

Existem diversos ritmos de leitura: a informativa, a de lazer e a de estudo (compreensiva). O nível de atenção e as técnicas para a assimilação de cada uma delas variam, conforme se pode imaginar. Quanto maior a necessidade de fixação, maior o número de técnicas a serem utilizadas.

É até possível que num dia em que esteja mais cansado você leia um livro sem todas as fases da leitura de estudo, mas como se fosse uma leitura informativa ou mesmo de lazer.

Eliminando-se vícios e adotando-se alguns cuidados, a qualidade da leitura irá aumentar naturalmente, resultando em maior velocidade, captação e fixação. Quanto mais a pessoa ler e treinar maior será sua velocidade de leitura.

Por isso é tão importante que se invista em ler mais e melhor, sempre que possível, para isso, separei dicas que não podem deixar de ser observadas em se tratando de otimização de leitura:

- Passe a decidir qual espécie de leitura irá fazer em cada caso: informativa, de lazer ou de estudo. Se quiser uma boa retenção daquilo que será lido, utilize as diversas técnicas de fixação e memorização.

- Observe-se para descobrir qual é a sua velocidade de equilíbrio na leitura. Experimente acelerar ou diminuir o ritmo de sua leitura normal e aquilatar o resultado na compreensão, concentração e retenção.

- Adquira o hábito de consultar dicionários para melhorar seu vocabulário.

- Controle os vícios de leitura e aperfeiçoe as qualidades.

- Comece a distinguir o que está efetivamente escrito no texto daquilo que é sua interpretação.

- Preste atenção na entonação, pois ela pode modificar o sentido do texto.

- Adquira o hábito da leitura.

Com essas diretrizes sua leitura certamente será melhor e, em pouco tempo, você notará a diferença em sua comunicação, provas e no quanto você apreciara a leitura e compreenderá melhor seu conteúdo.

Cai 9% o número de matriculados em escolas públicas no Brasil

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Publicado no UOL

A escola pública encolheu. A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD-2013) mostra que 76,5% dos estudantes estavam matriculados em alguma instituição pública. No ano anterior, a proporção era de 77,4% dos estudantes. Em um ano, foram 445 mil alunos a menos. Nesse período, os estudantes da rede particular passaram de 12,1 milhões para 12,6 milhões.

A redução de matrículas na escola pública tem se mostrado uma tendência – nos anos de 2004 e 2005, 80,9% dos estudantes brasileiros estudavam em instituições municipais, federais ou estaduais. A partir de 2006, essa proporção começa a cair.

“A PNAD reforça o que o Censo Escolar já vinha mostrando. Também encomendamos estudo à Fundação Getúlio Vargas que mostra essa migração da escola pública para a particular nos segmentos da educação infantil e no ensino fundamental.

O ensino médio está estagnado”, afirma o diretor da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), Antônio Eugênio Cunha. Ele aponta a ascensão da classe C como uma das causas para essa migração. “O poder aquisitivo melhorou, consequentemente as pessoas querem qualidade do serviço. E a educação é fundamental”.

Em 2013, a Região Centro-Oeste era a que tinha a maior proporção de alunos matriculados em escolas pagas, 27,3%. O Sudeste vem em segundo lugar, com 26,3%; seguido de Sul (24,2%); Nordeste (21,8%); e Norte (14,6%).

O Grupo Educacional Alub, voltado para a classe C, com onze unidades em Goiás e Brasília, é exemplo dessa migração – saltou de 5 mil alunos em 2013 para 11 mil, este ano. “Esse fenômeno tem duas causas: o aumento do poder aquisitivo de uma parcela da população que agora ganha entre R$ 3 mil e R$ 4 mil; e a falta de escolas públicas nos novos bairros”, afirma Alexandre Crispi, diretor do Grupo Alub.

“A classe C já não consegue se manter nos centros, onde estão as escolas, e vai para esses novos bairros, que não chegam a formar uma periferia. São áreas verticalizadas, com condomínios com serviços, mas onde a escola pública não chegou”.

Crispi sugere a criação de um Prouni para os ensinos fundamental e médio. Ele se refere ao programa do governo que dá bolsas integrais ou parciais para a educação superior em instituições privadas. “A escola particular está recebendo mais de 300 mil alunos por ano. É uma demanda grande, que Estados e municípios não conseguem suprir”, afirmou.

A coordenadora do movimento Todos Pela Educação, Alejandra Meraz Velasco, ressalta que os dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), divulgado no início do mês, e que apontam para uma queda da qualidade na educação particular, são um sinal de alerta.

“A qualidade percebida pelos pais na escola particular é almejada e, na medida em que as condições econômicas permitem, eles fazem essa migração. Mas o indicador de que a qualidade da escola particular caiu é preocupante. Essa expectativa não se cumpre”, afirma.

Para Alejandra, a saída dos alunos com melhor condição econômica é prejudicial para o ensino público. “O ideal seria o contrário. A escola pública melhoraria muito se a classe média trouxesse seus filhos. Numa discussão mais ampla, não tem bala de prata na educação: a melhora passa pela execução do Plano Nacional de Educação, melhorar a infraestrutura, investir na formação de professores, oferecer condições de trabalho”.

Antônio Eugênio Cunha, da Fenep, diz que a “grande preocupação” da escola particular é manter a qualidade. “Recebemos alunos com algumas defasagem, que enfrentaram greves, que não tiveram professores de algumas matérias. Fazemos a adequação ao longo do ano. Não é imediato”.

Empresa pede desculpas por reclamar da falta de dedicação de estudantes do Ciência Sem Fronteiras

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Mensagem deveria ter sido destinada apenas a alguns bolsistas que não compareceriam às aulas, diz novo e-mail

Leonardo Vieira, em O Globo

RIO – Dias depois de ter enviado um e-mail a bolsistas do programa Ciência Sem Fronteiras reclamando da falta de empenho acadêmico na Universidade de Southampton, no Reino Unido, a empresa que intermedeia os contratos estudantis com a instituição, a Science without Borders UK (SWB UK), pediu desculpas aos alunos pelo transtorno. A confusão teria acontecido porque, em nome da universidade, a SWB enviou a mensagem no mês passado para todos os cerca de 90 estudantes de graduação brasileiros matriculados ali, e não somente para os casos específicos de baixo desempenho, que seriam “pontuais”.

O caso foi revelado pela Agência Brasil. No primeiro e-mail, a SWB UK diz que foi contactada “pela Universidade de Southampton devido ao número considerável de reclamações das faculdades em relação ao comparecimento e à aplicação nos estudos”. Outro trecho diz: “é muito decepcionante, para nós, ouvir da universidade que os resultados têm sido bastante baixos e que [os estudantes] não têm se esforçado. Eu entendo que isso não se aplica a todos vocês, no entanto, para aqueles [que estão nessa situação], gostaria de pedir que se esforcem mais e que cumpram todos os compromissos firmados, incluindo reuniões com o supervisor do projeto para monitorar o progresso.”

Dias depois, em novo e-mail ao qual O GLOBO teve acesso, a SWB pediu desculpas aos estudantes. Na mensagem, assinada pela diretora-assistente de Programas e Operações da empresa, Tania Lima, é dito que o alerta era para “poucos alunos”. E continua: “Por favor, aceite meu sincero pedido de desculpas por isso. Nós não queríamos inferir que você pessoalmente não está se esforçando”. Leia a mensagem na íntegra, em inglês.

Em novo e-mail, SWB pede desculpas pela generalização - / Reprodução

Em novo e-mail, SWB pede desculpas pela generalização – / Reprodução

No entanto, ao GLOBO, a SWB informou que o e-mail não era para ser enviado a ninguém, e que o episódio ocorrera apenas por um “erro administrativo”. A instituição parceira do CsF ressaltou que os estudantes brasileiros têm um “impacto positivo” nos campi e que, frequentemente, as universidades britânicas os elogiam.

O caso gerou constrangimento entre os estudantes. Muitos procuraram os respectivos departamentos para reclamar da mensagem e comprovar que tinham bom aproveitamento acadêmico. Uma aluna de bioquímica, que preferiu não se identificar, foi uma delas:

– Olha sinceramente acho que foi exagero. Todos nós nos sentimos muito ofendidos com o e-mail, e cada um procurou seu tutor na universidade. Eu inclusive procurei o meu pra pedir orientação. Meus amigos tiveram ótimo desempenho academico, todos levaram muito a serio seus projetos e as aulas. Todos nós estamos muito chateados com o que está acontecendo – disse ao GLOBO.

Alguns inclusive acreditam que apenas a mobilização dos estudantes fez com que a SWB voltasse atrás e pedisse desculpas. De acordo, Wladimir Faé Neto, que cursa Oceanografia na universidade britânica, ainda há certo desconhecimento tanto por parte do governo brasileiro quanto por parte da empresa sobre o que acontece com os bolsistas do CsF.

– O maior problema na história é que o UKK aparentemente não tem muita ideia do que ocorre dentro de cada universidade e em cada caso em especial, provavelmente muito menos a CAPES e o CNPq – afirmou Wladimir ao GLOBO.

O Reino Unido é o segundo na lista de destinos preferidos pelos candidatos às bolsas. São quase 9 mil bolsas implementadas, entre estudantes de graduação e pós. Segundo a SWB UK, mais de 100 instituições as que recebem esses alunos. Os Estados Unidos aparecem no topo da lista de países, com mais de 20 mil bolsas concedidas.

O CsF foi lançado em 2011, com o objetivo de promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores altamente qualificados e professores seniores ao Brasil. Oferece bolsas, prioritariamente, nas áreas de ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde. A meta é oferecer 101 mil bolsas até o final deste ano. A partir do ano que vem, começa uma nova segunda etapa, com mais 100 mil bolsas, que devem ser implementadas até 2018.

Como houve desencontro de informações entre os e-mails enviados aos estudantes e ao GLOBO, a reportagem pediu novos esclarecimentos à empresa SWB sobre possíveis bolsistas com baixo rendimento acadêmico, mas ainda não obteve retorno.

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