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7 maneiras de incentivar alunos a transformarem conhecimento em prática

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Você quer que os seus alunos sejam capazes de transformar o conhecimento dado em sala de aula em prática no cotidiano? Veja 7 dicas para conseguir isso

Publicado no Universia Brasil

Um dos maiores desafios que os professores enfrentam nas salas de aula é incentivar os seus alunos a transformarem o conhecimento em prática. Afinal, informações só são úteis quando permitem produzir coisas novas com elas. Por isso, veja 7 dicas para estimular o uso do conhecimento no cotidiano:

Fonte: Shutterstock

Incentive os alunos a terem o costume de analisarem seu progresso nas aulas

1 – Faça conexões

A primeira e mais conhecida dica é fazer conexões entre conceitos complexos e fenômenos comuns: um professor de física pode explicar refração de luz utilizando o arco-íris como exemplo.

2 – Progresso

Incentive os alunos a terem o costume de analisarem seu progresso nas aulas. Peça para que eles criem calendários com pequenas metas e vejam como está o seu desempenho escolar.

3 – Cotidiano

Ao invés de aprender somente dentro da sala de aula, alunos podem conhecer novas teorias e conceitos por meio de coisas comuns no dia a dia. Antes de uma aula botânica, o professor pode propor que os estudantes façam um relatório das plantas que eles têm em casa.

4 – Recursos

Aproveite os benefícios que a tecnologia pode trazer para a sala de aula e os utilize no aprendizado. Traga vídeos demonstrando teorias da química e física, ou jogos que reforcem o conhecimento em matemática. Além de ser divertido, utilizar outros recursos na aula faz com que os alunos vejam aplicações reais do que eles aprendem nos livros.

5 – Colaboração

Grupos de estudos são uma ótima ferramenta para aprender mais e melhor. Por isso, proponha que os alunos resolvem exercícios em conjunto e possam argumentar entre si sobre as possíveis soluções.

6 – Habilidades

Fique atento às habilidades que seus alunos demonstram ter. Se você conhece um estudante com grande conhecimento em música, por exemplo, trabalhe com ele e, juntos, criem uma música ensinando um novo conceito. Além de ser bom para ele, músicas são ótimas estratégias para decorar informações.

7 – Repetição

Se o conceito for muito complexo, a melhor estratégia para os alunos o colocarem em prática é a repetição. Proponha diferentes exercícios, que abordem o tema de diversas formas, e os resultados serão melhores.

Escola suspende aluna que raspou a cabeça para apoiar amiga com câncer

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Justificativa é que atitude viola o código de vestimenta do colégio dos EUA.
Após repercussão negativa, escola voltou atrás na decisão.

Kamryn Renfro, de 9 anos (à esquerda), raspou a cabeça em apoio a Delaney Clemente, de 11 anos, que faz quimioterapia para combater o câncer (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Kamryn Renfro, de 9 anos (à esquerda), raspou a cabeça em apoio a Delaney Clemente, de 11 anos, que faz quimioterapia para combater o câncer (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Publicado por G1

Uma escola dos Estados Unidos suspendeu uma aluna de 9 anos que raspou toda a cabeça em solidariedade a uma colega que luta contra o câncer. Kamryn Renfro ficou careca para apoiar Delaney Clements, que está passando pelo tratamento de quimioterapia. A escola, que fica no município de Grand Junction, no Colorado, no entanto, alegou que Kamryn quebrou as regras de vestuário da escola, nas quais todos os alunos devem seguir um “padrão” que não desvie a atenção dos outros estudantes.

“Será que o comprimento do cabelo das crianças irão necessariamente afetá-los em sala de aula?”, questionou Jamie Renfro, mãe de Kamryn. “Eu realmente duvido disso.”

A mãe de Kamryn, Jamie Renfro, iniciou campanha nas redes sociais em apoio à decisão da filha Foto: Christopher Tomlinson/The Grand Junction Daily Sentinel/AP)

A mãe de Kamryn, Jamie Renfro, iniciou campanha
nas redes sociais em apoio à decisão da filha
Foto: Christopher Tomlinson/The Grand Junction
Daily Sentinel/AP)

Em entrevista à US TV, Kamryn explicou que decidiu cortar os cabelos depois de ver a amiga Delaney, de 11 anos, enfrentando as consquências da quimioterapia: perda de cabelos, náuseas, fadiga, e perda de apetite. “Me pareceu a coisa certa a fazer”, disse Kamryn.

Delaney gostou da atitude da colega. “Me senti muito bem. Às vezes as pessoas me chamam de menino, e fiquei feliz em saber que teria alguém para me apoiar em cada passo”, afirmou.

A decisão da escola de suspender Kamryn levou a mãe da menina a iniciar uma campanha nas mídias sociais para chamar a atenção para o caso. Depois da repercussão, o conselho escolar, formado por pais e professores, decidiu nesta terça-feira (15) voltar atrás e permitir que Kamryn volte a frequentar a escola.

O caso ganhou forte repercussão nos Estados Unidos e abriu a discussão sobre estes “dress codes” (códigos de vestuário) que as escolas impõem. Algumas escolas proibiram as alunas de usar calças legging, a menos que coloquem uma saia por cima. Assim, não chama tanto a atenção dos meninos.

Delaney recebeu a visita de Kamryn em hospital do Colorado (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Delaney recebeu a visita de Kamryn em hospital do Colorado (Foto: AP/Arquivo pessoal)

Escolas dos EUA só permitem que meninas usem calça legging se colocarem uma saia por cima (Foto: Tween Brands/AP)

Escolas dos EUA só permitem que meninas usem calça legging se colocarem uma saia por cima (Foto: Tween Brands/AP)

Até que ponto o ensino é prejudicado…

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Publicado em O Globo

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FONTE: DADOS DA ORGANIZAÇÃO PARA A COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (OCDE) COMPILADOS PELA FUNDAÇÃO LEMANN

Professor é impedido de assumir cargo público por ser considerado obeso

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Reprodução/Facebook

Reprodução/Facebook

Eduardo Schiavoni, no UOL

Um professor de química de Aguaí (SP) foi impedido de assumir cargo público no concurso da Secretaria de Educação de São Paulo. Mesmo classificado em 5º lugar, ele foi rejeitado no exame pericial por conta de sua obesidade.

Contatado pelo UOL, o Departamento de Perícias Médicas do Estado informou, em nota, que o candidato apresenta doença grave (obesidade mórbida), o que o considera inapto para ingresso no Estado.

“A obesidade, por si só, não é considerada fator impeditivo para o ingresso na carreira pública. Já no caso da obesidade mórbida, se faz necessária uma avaliação mais detalhada, dadas as doenças oportunistas”, diz a nota.

José Luís de Sá da Silva, 21, é recém-formado, tem 1,74m de altura e pesava 132 quilos quando passou pela perícia médica para assumir uma das seis vagas de professor na Diretoria de Ensino de São João da Boa Vista (SP).

De acordo com a perícia, realizada no dia 5 de março, o IMC (Índice de Massa Corporal) de José Luís era de 43,5. Valores acima de 40 são classificados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como obesidade mórbida.

O professor, que se diz humilhado, recorreu e pediu nova perícia que será realizada nesta terça-feira (15). Ele está fazendo dieta para ser aprovado e acredita que a norma é “absurda”.

“Estou gordo, mas não sou incapaz. Tenho direito a ter um emprego como qualquer pessoa. Eles dizem que não é discriminação, mas no fim das contas é sim”, disse.

Ele afirma que dá aulas como temporário na rede estadual há mais de dois anos e que nunca deixou de ir ao trabalho ou teve qualquer falta motivada pelo sobrepeso. Ao ser contratado, segundo ele, apresentou um exame médico que atesta sua capacidade laboral.

“Dou 30 aulas semanais como temporário. É incrível que, para ser professor temporário, não há problema no meu peso. Mas, para assumir um cargo como efetivo, com dez aulas, eles criam problemas. Não há lógica nisso”.

O professor disse que irá recorrer à justiça para garantir sua vaga, caso não seja aprovado na segundo perícia.

Romário quer aulas de direito constitucional para jovens nas escolas

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Romário defende que jovens tenham aula sobre direitos e deveres Antonio Augusto/04.12.2013/Câmara dos Deputados

Projeto de lei do deputado altera currículo escolar dos ensinos fundamental e médio

Carolina Martins, no R7

Aulas de direito constitucional, noções do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e reforço dos valores morais e cívicos da sociedade. Esses assuntos devem ser obrigatoriamente tratados em sala de aula, de acordo com projeto de lei apresentado pelo deputado federal Romário (PSB-RJ).

A proposta de Romário é alterar a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e reformar o currículo escolar dos ensinos fundamental e médio para incluir a disciplina “constitucional”.

O objetivo é que crianças e adolescentes, de 6 a 17 anos, tenham aulas nas escolas sobre os direitos e deveres do cidadão previstos na Constituição Federal.

Na justificativa do projeto, o deputado cita as manifestações populares que tomaram conta das ruas do País em junho do ano passado. Para Romário, a movimentação política revela que se tornou “necessária maior atenção aos nossos jovens, quase adultos, que nos remetem à lembrança dos caras-pintadas de outrora”.

Segundo o deputado, a intenção do projeto é aumentar o conhecimento dos jovens que, aos 16 anos, já podem escolher seus representantes políticos.

— O objetivo deste projeto de lei é expandir a noção cívica dos nossos estudantes, ensinando-lhes sobre seus direitos constitucionais, como cidadão e futuro eleitor, e, em contrapartida, aprenderem sobre seus deveres.

ECA no ensino fundamental

De acordo com o projeto de Romário, as aulas sobre os direitos e deveres previstos na Constituição para as crianças do ensino fundamental devem ter como diretriz o ECA. No texto, o deputado também determina a produção e distribuição de material didático adequado para as aulas.

Para a especialista em educação da UnB (Universidade de Brasília) Lívia Borges, a proposta é desnecessária, porque o tema sugerido por Romário já é contemplado em várias disciplinas que integram o currículo escolar atual.

A professora acredita que uma proposta que modifique a LDB deve ser amplamente discutida com a comunidade escolar, por meio de audiências públicas, e lembra que não é mudando a legislação que se garante melhor formação para os alunos.

— Não é uma lei por si só que garante que a temática da disciplina estará presente na formação das crianças e dos jovens. É preciso ver a educação na sua totalidade e não apenas como uma disciplina que deverá ser obrigatória no currículo da educação básica.

O projeto de Romário está parado, aguardando apreciação da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados.

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