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Estudar inglês em casa vale a pena?

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Aprender inglês em casa é um bom negócio? Neste artigo mostramos como algumas pessoas estão aprendendo o idioma sem precisar frequentar cursos presenciais

Guilherme Willian, no Administradores

Os cursinhos presenciais de inglês estão perdendo alunos. Com o grande crescimento da tecnologia, milhares de pessoas estão optando por estudar inglês sem precisar sair de casa. Aprender inglês sozinho não é uma missão nada fácil, mas o suporte online de professores conhecidos está facilitando a vida dos alunos.

Estudar em casa é mais econômico

O primeiro fator para analisarmos sobre estudar inglês em casa é que a questão da economia que o aluno faz. Um cursinho online chega a ser até 3 vezes mais barato do que um curso presencial. Essa economia se dá em virtude do material ser passado em PDF, sem custo adicional para o aluno. Já na maioria dos cursinhos presenciais se faz necessário adquirir livros com o custo adicional.

Outro ponto de econômia é a questão do deslocamento. Estudando em casa o aluno não terá gastos com transporte, como ônibus, trem, gasolina, etc. Com relação ao transporte ainda podemos citar o ganho de tempo.

Quais são os melhores professores online?

Temos diversos professores renomados quando falamos sobre cursos de inglês online. Conforme mencionei no começo do artigo, a grande vantagem de estudar online é poder ter o suporte do professor mesmo sem precisar sair de casa. O que muitos professores oferecem são grupos no Facebook e fórum tira-dúvidas.

Além disso, os alunos podem treinar online a conversação em inglês com outros alunos do curso.

Entre os principais professores online podemos citar o Mairo Vergara, que possui um canal no youtube com quase 300 mil assinantes.

Um outro professor de bastante sucesso é o Paulo Barros, autor do curso VIP Inglês Winner e do E-book Inglês para Viagens. O canal de Paulo Barros no youtube possui mais de 500 mil inscritos.

O último curso lançado pelo Paulo Barros foi o Inglês para Sobrevivência, com o objetivo de ajudar as pessoas que querem aprender inglês de forma rápida.
Aplicativos

Os aplicativos também são uma ótima maneira de estudar em casa. Temos aplicativos como o Duolingo, que ajudam as pessoas a aprenderem inglês através de questões simples. Além disso, ainda podemos citar os podcasts em inglês, que ajudam muito a aprender novas frases em inglês.

Afinal de contas, vale a pena?

Sem dúvidas estudar inglês em casa vale sim a pena. Não apenas pela questão financeira, mas também pela facilidade de ter contato com outros alunos e também com os professores. Para quem já fez algum curso de inglês presencial deve saber como é difícil a parte de conversação, até porque muitas pessoas são tímidas ou têm vergonha de errar as pronúncias durante a aula. Estudando em casa já é muito mais simples de treinar a fala.

7 cursos online para quem gosta de literatura

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Na web, você também pode aprender sobre literatura (Foto: Ginny/Flicker/Creative Commons)

Na web, você também pode aprender sobre literatura (Foto: Ginny/Flicker/Creative Commons)

 

Edson Caldas na Galileu

Você nem precisa estar em época de vestibular: se curte literatura, estudá-la é o máximo. E que tal fazer isso sem sair de casa? Diversas instituições e até professores independentes disponibilizam vídeos gratuitos na web. Selecionamos sete alternativas para você:

Literatura, AulaDe.com.br
Material disponibilizado por um projeto educacional de professores brasileiros que querem democratizar o conhecimento por meio de aulas gratuitas.

Professor Wallace
O canal apresenta comentários e reflexões sobre língua portuguesa, literatura brasileira e redação para vestibulares.

Literatura, Aulalivre.net
Ministradas por Greice Cunha, as oito aulas ajudam a fixar e compreender conteúdos básicos da área.

Introdução à Teoria Literária, Yale
As 26 aulas ministradas por Paul H. Fry ajudam a dar o pontapé inicial para quem quer se aventurar por Teoria Literária. O curso aborda temas como semiótica, linguística e a construção institucional do estudo literário. Legendado em português.

Dante Alighieri e a Divina Comédia, Yale
Quer saber tudo sobre o poema épico de Dante Alighieri? Assista as 23 aulas de Giuseppe Mazzotta. O conteúdo é legendado em português.

Palavras, palavras, palavras!, TED
Uma seleção de palestras bem interessantes envolvendo literatura. Tem “Como a linguagem transformou a humanidade”, de Mark Pagel, “tc mata a linguagem. OMG!!!”, de John McWhorter, e muitas outras. Legendado em português.

Cervantes’ Don Quixote, Yale
As aulas comandadas por Roberto González Echevarría facilitam uma leitura aprofundada de Don Quixote, situando seu contexto artístico e histórico. Em inglês.

Polícia Federal conclui que houve vazamento do Enem 2016

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Estudantes aguardam para realizar a prova do Enem, em São Paulo (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

Estudantes aguardam para realizar a prova do Enem, em São Paulo (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

 

Candidatos receberam, pelo celular, fotos da prova e tiveram acesso ao gabarito e ao tema de redação

Publicado no Guia do Estudante

O Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) anunciou, nesta quinta-feira (1), que o inquérito da Polícia Federal sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) concluiu que houve vazamento das provas do primeiro e do segundo dia para pelo menos dois candidatos.

No relatório transmitido ao MPF, a Polícia Federal destacou que os candidatos receberam, pelo celular, fotos da prova e tiveram acesso ao gabarito e ao tema de redação antes do início do exame.

Além disso, os candidatos tiveram acesso à frase do caderno de prova rosa, que deve ser transcrita no gabarito. Essa frase permitiu que os candidatos pudessem preencher o cartão de respostas de acordo com o gabarito da quadrilha, não importando a cor da prova que tivessem recebido – a prova é corrigida pelo sistema de acordo com as informações que são preenchidas no gabarito.

Os candidatos também receberam o tema da prova de redação com algumas horas de antecedência. A perícia identificou que o tema da redação começou a ser pesquisado por eles no Google a partir das 9h38 do domingo de prova, 6 de novembro.

O relatório também explica que os dois candidatos foram presos em operações diferentes, em Minas Gerais e no Maranhão, mas as fotografias recebidas foram as mesmas, o que permite concluir que o vazamento têm só uma origem.

Outros casos

A PF realizou duas operações (Embuste e Jogo Limpo) em oito estados do Brasil para desarticular organizações criminosas que vendiam o gabarito e o acesso antecipado à prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. Foram presas 11 pessoas em flagrante.

Segundo a PF, a modalidade de fraude mais comum podia ser feita de duas formas: o candidato realiza a prova e recebe o gabarito através da escuta, ou uma pessoa designada se passa pelo candidato e faz a prova em seu lugar. O valor poderia custar entre R$ 40 a R$ 200 mil.

O trabalho foi feito também em conjunto com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que identificou gabaritos anteriores suspeitos de fraude de pessoas que fariam o exame novamente este ano.

USP tem mais de 3 mil livros e jornais disponibilizados gratuitamente

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Mapas e documentos também estão no acervo | Fonte: Shutterstock

 

Materiais estão em site e fazem parte do acervo da Biblioteca Brasiliana

Publicado no Universia Brasil

Não há nada como descobrir que aquele livro que você estava buscando se encontra disponível online. Melhor ainda se for gratuitamente. Pensando nisso, a Universidade de São Paulo (USP) disponibilizou mais de 3 mil títulos – que contam com jornais – em seu site.

As obras, que compõem o acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, estão disponíveis no site Brasiliana e podem ser consultados a partir do nome do autor, data de publicação ou assunto. Digitalizadas pela universidade, as obras se encontram disponíveis para download.

Além de livros, há também uma gama de jornais clássicos, como “A Cigarra”, manuscritos, mapas, imagens e documentos históricos. Não é preciso ser cadastrado na biblioteca para realizar os downloads.

Harvard exige mil páginas de leitura por semana, diz aluna

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Universidade de Harvard: muita leitura (Robert Spencer/ Getty Images)

Universidade de Harvard: muita leitura (Robert Spencer/ Getty Images)

 

Tábata Amaral, que acabou de se formar em Harvard, compara sua rotina de estudos lá com a da USP

Publicado na Exame

Segundo a paulista Tábata Amaral, que se graduou em Ciências Políticas e Astronomia pela Universidade de Harvard, a instituição se diferencia de todas as outras em três pontos principais: o foco no pensar, e não no conteúdo; o contato com pessoas que são as melhores do mundo em suas áreas; e a formação de pessoas englobando seus mais diferentes interesses.

“Lá, o objeto de estudo importa muito pouco; como você aprende a pensar importa muito”, explica ela. No vídeo abaixo, gravado durante um encontro de Bolsistas da Fundação Estudar, a jovem explica como uma formação tão diversa (as pessoas sempre a questionam o porquê da escolha por Astrofísica) contribuiu para o seu desenvolvimento.

Na ocasião, ela também comentou sobre a sua rotina na melhor universidade do mundo – comparando com o período em que estudou Física na Universidade de São Paulo, considerada a melhor universidade do Brasil. “Em Harvard, a gente passa muito pouco tempo em aula e muito tempo na biblioteca”, explica. “Em ciências políticas, tem aula que tem mais de mil páginas de leitura por semana. Normal”, completa.

Por fim, Tábata argumenta que lá ela aprendeu a ser uma pessoa completa, que podia, sim, se interessar ao mesmo tempo por matemática, política e – por que não? – danças latino-americanas.

Quer saber o que Harvard tem de tão diferente? Confira no vídeo abaixo:

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