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Castle Rock | J.J. Abrams irá produzir série sobre universo dos personagens de Stephen King

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Renan Lelis, no Poltrona Nerd

De acordo com o THR, J.J. Abrams por meio da produtora Bad Robot está desenvolvendo uma série sobre o universo compartilhado dos livros de Stephen King para o Hulu.

Intitulado Castle Rock, o nome é o mesmo da cidade fictícia do Maine onde várias histórias de King são ambientadas como A Zona Morta, Cão Raivoso, A Dança da Morte, O Cemitério, entre outros.

A série terá o formato de antologia (algo semelhante às séries de Ryan Murphy) com cada temporada apresentando personagens diferentes, mas que fazem parte do mundo criado por Stephen King. Todas as histórias terão conexão por meio da cidade Castle Rock, indicando que os protagonistas de uma temporada e outra possam se encontrar.

Sam Shaw (Manhattan) será o produtor de Castle Rock, que já teve seu primeiro teaser divulgado. O vídeo cita os clássicos A Hora do Vampiro, A Coisa, The Shawshank Redemption (Um sonho de liberdade) e mais.

Turma da Mônica homenageia uma das mais influentes escritoras negras do Brasil

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Foto: Facebook/Turma da Mônica / Reprodução

Foto: Facebook/Turma da Mônica / Reprodução

 

Carolina de Jesus foi a mulher escolhida para representar o projeto #DonasdaRua, em parceria com a ONU Mulheres

Publicado no Zero Hora

Uma postagem feita nesta segunda-feira na página da Turma da Mônica no Facebook movimentou as redes em torno de uma figura ainda pouco lembrada na história nacional. Os personagens de Mauricio de Sousa homenagearam Carolina de Jesus (1914-1977), uma das primeiras e mais relevantes escritoras negras do Brasil.

Moradora da favela do Canindé, em São Paulo, Carolina trabalhava como catadora e registrava o cotidiano de sua comunidade em cadernos encontrados no lixo. No final da década de 1950, foram descobertos mais de 20 diários da escritora, que mais tarde deram origem ao livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. A publicação foi recusada por diferentes editoras na época, e acabou sendo impressa apenas em 1960.

A iniciativa faz parte do projeto Donas da Rua, lançado pela Turma da Mônica ainda no ano passado em parceria com a ONU Mulheres. A ideia é reforçar a autoestima de meninas de todo o Brasil e a defesa de seus direitos. A iniciativa já destacou outras brasileiras importantes, como a professora Dorina Nowill (1919-2010), pedagoga cega e uma das maiores ativistas pela inclusão de pessoas com deficiência visual no Brasil.

“Conhecer e honrar as guerreiras do passado é uma das formas de cultivar um futuro mais justo para as meninas. E nesse quesito, não temos nem o que dizer sobre Carolina de Jesus. Dona da Rua nata!”, destaca a publicação que já foi compartilhada quase 5 mil vezes, e movimentou as redes sociais no começo da semana.

Para acompanhar as homenagens do projeto, basta seguir a hashtag #DonasdaRua ou acessar o site da Turma.

carolina

Primeiro livro de Stephen King e Owen King estreia nos EUA em Junho

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Stephen King ao lado do filho Owen. (Foto: Divulgação)

Stephen King ao lado do filho Owen. (Foto: Divulgação)

 

Obra narra de forma sobrenatural, como o mundo sobreviveria ou não, sem mulheres

Fernando Rhenius, no Vavel

Como seria o mundo sem mulheres? Esta é a premissa do primeiro livro escrito por Stephen King e seu filho Owen King. Sleeping Beauties (belas adormecidas em tradução literal), conta de uma forma sobrenatural, o sumiço das mulheres da terra.

Em um almoço no dia 1º de Junho, no Jacob Javits Center em Nova York. A dupla vai apresentar o livro pela primeira vez. A informação foi confirmada pelos organizadores da convenção ReedPop à Associated press. Até então poucos detalhes foram divulgados sobre a história e personagens. Em entrevistas, pai e filho, revelaram o enredo tem seu início em uma prisão no estado de Virginia.

Seguindo os passos do pai, Owen já tem quatro livros publicados (Intro to Alien Invasion, Double Feature, Who Can Save Us Now? e We´re All in This Together). Também foi coautor de outras obras. Segundo o site oficial de SK, Sleeping Beauties, será lançado em outubro.

No Brasil, o livro mais recente de King , O Bazar dos sonhos ruins, já está em pré venda.

Documentos da CIA revelam investigações sobre escritor Jorge Amado

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Jorge Amado e o escritor colombiano Gabriel García Márquez, que ficaram impedidos de entrar nos EUA

Jorge Amado e o escritor colombiano Gabriel García Márquez, que ficaram impedidos de entrar nos EUA

Publicado no Alagoas 24Horas

Considerado “garoto de recados dos comunistas”, o nome de Jorge Amado, morto em 2001, aparece em um documento confidencial da CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, no início dos anos 1950.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o escritor baiano era um dos intelectuais monitorados pelo espiões norte-americanos por causa da ligação com o comunismo. São ao menos 27 os relatórios que mencionam o romancista brasileiro.

Qualquer indício de simpatia aos comunistas importava aos EUA durante a Guerra Fria (1945-1981). Por conta da “ameaça”, os passos do escritor passaram a ser seguidos. Amado, por exemplo, não podia nem mesmo entrar em território norte-americano. A lei de imigração passou a barrar os vistos de intelectuais “suspeitos” a partir de 1952.

Além dele, o escritor colombiano Gabriel García Márquez, o mexicano Carlos Fuentes, o argentino Julio Cortázar e o poeta chileno Pablo Neruda também tiveram o ingresso impedido.

Antes secretos, os documentos que mostram o interesse dos americanos pelo baiano foram liberados ao público pela CIA no final de 2016. Cerca de 11,1 mil papéis falam sobre o Brasil.

Espionagem ‘interna’
Amado também foi o escritor mais espionado em seu próprio país, de 1936 (sua primeira prisão) até 1985 (fim da ditadura), como mostrou reportagem da Folha, em 2001, ano em que morreu, aos 88 anos.

A espionagem do governo brasileiro iniciou em 1936, quando ele foi preso pela primeira vez no Rio, acusado de participar do levante contra Getúlio Vargas. Documentos mostram que ele foi vigiado no Brasil até, ao menos, 1985, no final da ditadura militar.

Seus livros chegaram a ser queimados em praça pública por ordem de Getúlio Vargas.

Na década de 1950, ele passou a figurar com frequência nos relatórios da CIA, aparecendo quase sempre ao lado do amigo Pablo Neruda.

Ambos atuavam no Conselho Mundial da Paz, órgão criado por intelectuais em 1949, que combatia o uso de armas nucleares, como as lançadas pelos EUA no Japão, e promovia eventos culturais, como seminários e premiações.

Ainda conforme a Folha, foi durante um congresso organizado por Amado e Neruda em Santiago, em março de 1953, que o brasileiro recebeu a notícia de que a saúde de seu amigo Graciliano Ramos havia piorado.

Ele, que havia sido convocado a deixar o Chile de imediato para comparecer ao enterro de Joseph Stálin, optou por ir ao Rio visitar Graciliano, que morreu em seguida.

“É ridículo para qualquer um acreditar que os líderes comunistas estejam interessados em intercâmbio cultural”, dizia um dos papéis sobre as atividades dos amigos.

Em um memorando de 1948, Amado é acusado de fazer “propaganda comunista” depois que “os russos detalharam o programa” a ser divulgado no Brasil.

O escritor nascido em Itabuna foi deputado federal do Partido Comunista Brasileiro (PCB), eleito por São Paulo, e participou da Constituinte de 1946. Quando o PCB entrou na ilegalidade, em 1948, o autor se exilou em Paris.

Outro documento, de 1949, denuncia a distribuição de “literatura comunista” aos professores uruguaios e afirma que Amado teria negociado a impressão de panfletos na cidade fronteiriça de Rivera, no Rio Grande do Sul.

A incongruência de datas mostra que nem sempre os espiões acertavam, seguindo rumores que haviam escutado.

Eles, aliás, não se restringiam à espionagem política. Um relatório reconhece o talento literário de Amado, mas não perdoa o viés ideológico.

“O que aconteceu com a arte de Jorge Amado desde que ele se tornou um comunista? Um escritor de grande talento e prestígio… agora que eles [comunistas] o têm, claro, sufocaram sua criatividade e liberdade e fizeram dele um garoto de recados”, diz o texto.

“Quando eles permitem que ele tenha tempo para escrever, ele se torna confuso, atrapalhado, com histórias mal construídas”, comenta o espião feito crítico.

Coincidência?
A reportagem da Folha destaca que a crítica da CIA é muito semelhante à que lhe opunha uma parcela da crítica literária brasileira naquela época.

Ao jornal paulista, a pesquisadora Márcia Rios, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), relembra que, quando “O Mundo da Paz” foi lançado, em 1951, o escritor Oswald de Andrade não poupou Amado.

“Procurei com tristeza nestas páginas aquele menino de gênio que 20 anos atrás aparecia no Rio com uma obra – prima na mão – ‘Jubiabá’. Está seco e reduzido a um alto-falante que mecanicamente repete as lições do DIP vermelho do Kremlin”, disse.

Os leitores, porém, não reagiam da mesma maneira. Márcia pesquisou as cartas que o escritor recebia de seus fãs. “Não encontrei censura alguma pelo fato de Jorge Amado ser comunista”, relatou a professora.

O brasileiro passou a ser investigado pela CIA três anos após publicar “Terras do sem Fim”, em 1945, seu primeiro livro nos EUA por uma editora de prestígio, a Alfred Knopf.

A perseguição ao escritor também explica por que seu segundo livro nos EUA foi publicado apenas 17 anos mais tarde. O sucesso, porém, foi estrondoso. “Gabriela, Cravo e Canela” ficou um ano na lista dos mais vendidos do jornal “The New York Times”.

Restrição e abertura
Se o engajamento prejudicou Amado nos Estados Unidos, facilitou sua recepção na antiga União Soviética, segundo Marina Darmaros, doutoranda na Universidade de São Paulo (USP). “Nem por isso, porém, suas obras estavam livres de cortes e alterações de cunho ideológico”, disse à Folha.

A pesquisadora constatou que a tradução de “Gabriela” teve alterações tanto em trechos sensuais como em referências a Lênin, por exemplo.

Ela teve acesso a estereogramas (mensagens secretas) em que intelectuais soviéticos discutiam se deveriam ou não publicar “Gabriela”.

O debate sobre a publicação foi motivado pelo fato de Jorge Amado ter se mostrado arrependido da militância após a divulgação do Relatório Khrushchov (1956), que denunciou os crimes de Stálin.

Ainda assim, “Gabriela” acabou saindo na URSS – em 1961, um ano antes da publicação nos EUA. As informações são da Folha de S.Paulo.

Fonte: Correio24horas

Game of Thrones | Novo conto do universo será publicado no Brasil em outubro

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Conto de George R. R. Martin em “The Book of Swords” será sobre filhos de Aegon Targaryen

Caio Soares, no Omelete

A antologia The Book of Swords, editada por Gardner Dozois e que terá um novo conto de George R.R. Martin ambientado em Westeros, será lançada no Brasil em outubro pela Editora LeYa. As informações são do jornalista do Globo, Lauro Jardim.

A história intitulada The Sons of the Dragon (“Os Filhos do Dragão”) retratará as vidas de Maegor Targaryen e Aenys I Targaryen, os filhos de Aegon I (“O Dragão” ou “O Conquistador”). George disse também que a obra compartilha a mesma fonte de A Princesa e a Rainha e O Príncipe de Westeros, os outros dois contos de história falsa sobre os Targaryen que foram publicados em antologias.

A Princesa e a Rainha está na coletânea Mulheres Perigosas, que será lançada em fevereiro pelo selo LeYa/Omelete e que já está em pré-venda. Também chamado de “Os Negros e os Verdes”, o conto narra a disputa entre a princesa Rhaenyra Targaryen e sua madrasta, a rainha Alicent Hightower que, com seus respectivos aliados (o “Negros” e os “Verdes”, nessa ordem), deram início ao conflito sangrento conhecido nas Crônicas de Gelo e Fogo como “A Dança dos Dragões”.

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