Diário da Maísa

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Dica de leitura: confira que livro ler em cada década da sua vida

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Dica de leitura: confira que livro ler em cada década da sua vida  |  Fonte: Shutterstock

Dica de leitura: confira que livro ler em cada década da sua vida | Fonte: Shutterstock

 

Bibliotecários dão indicações de que livros ler durante cada década da sua vida, descubra quais são

Publicado no Universia Brasil

Qualquer um pode ler qualquer livro quando quiser, mas alguns livros são aproveitados melhor em uma idade especifica. Confira quais leituras são mais indicados para cada década da sua vida, de acordo com os bibliotecários da Biblioteca Pública de Nova York.

DOS 0 AOS 9 ANOS DE IDADE: Os Sneetches e Outras Histórias por Dr. Seuss

O livro ajuda crianças pequenas a entenderem uma lição de vida importante: diferenças externas não deveriam ser o que define as pessoas.

DOS 10 AOS 19 ANOS DE IDADE: A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao por Junot Diaz

Esse livro é ideal para os anos formativos de alguém, porque no seu cerne, ele é sobre um jovem tentando descobrir como se vive no mundo.

DOS 20 AOS 29 ANOS DE IDADE: Os Argonautas por Maggie Nelson

Se os anos da adolescência são para a experimentação, os 20 anos são para a reflexão. “Os Asrgonautas” é o tipo de livro que faz uma vida caótica parecer normal, e é principalmente sobre estar com a família e viver uma vida pensada.

DOS 30 AOS 39 ANOS DE IDADE: Sobrecarregados. Trabalho, Amor e Lazer Quando Ninguém Tem Tempo por Brigid Schulte

Numa idade em que a maioria das pessoas está criando os filhos ao mesmo tempo que balanceia uma carreira, o livro “Sobrecarregados” pode oferecer um pouco de claridade. Num mundo frenético de planos e datas de entrega, esse livro mostra uma saída para a falta de tempo.

DOS 40 AOS 49 ANOS DE IDADE: Mrs. Dalloway por Virginia Woolf

Todo o livro se trata de uma mulher nos seus 50 anos que decide examinar a própria vida. É uma mistura importante de passado e presente que deve acontecer nessa fase da sua vida. A dica é sempre continuar a examinar sua vida.

DOS 50 AOS 59 ANOS DE IDADE: Luz Sobre O Yoga por B.K.S. Iyengar

A satisfação emocional não é a única parte de envelhecer, a saúde física também importa.

Dos 60 aos 69 ANOS DE IDADE: Um Homem Bom é Difícil de Encontrar por Flannery O’Connor

O livro consiste de histórias curtas que olham para a vida diária com uma certa curiosidade mórbida, ao mesmo tempo que distanciada. Ele faz as pequenas tragédias da vida parecerem quase benignas, e nessa idade esse modo de ver o mundo é fácil de entender.

DOS 70 AOS 79 ANOS DE IDADE: O Universo Acidental: o mundo que você achou que conhecia por Alan Lightman

Pensamentos novos e desafiadores não devem ficar confinados na juventude, por isso expanda os seus horizontes e entenda a sua própria realidade de uma nova forma.

DOS 80 AOS 89 ANOS DE IDADE: Os Sneetches e Outras Histórias por Dr. Seuss

Pilhas e pilhas de coisas não são tão importantes depois de uma vida perseguindo o sucesso. Esse livro está aqui para lembrar você do que realmente importa na vida, e como no fim do dia são as pequenas alegrias as que mais importam.

10 livros que todo empreendedor deve ler em 2017

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10 livros que todo empreendedor deve ler em 2017  |  Fonte: Shutterstock

10 livros que todo empreendedor deve ler em 2017 | Fonte: Shutterstock

 

Confira a lista dos livros que todo empreendedor deve ler em 2017

Publicado no Universia Brasil

Como diz Bill Gates, não existe jeito melhor de aprender sobre um novo tópico do que lendo. O bilionário recentemente publicou os seus livros favoritos, e alguns deles constam nessa lista. Se você está começando um empreendimento agora, experimente ler esses 10 livros para ser um empreendedor melhor:

1. A MARCA DA VITÓRIA – PHIL KNIGHT

Um favorito de Bill Gates, “A Marca da Vitória” oferece um olhar interno para a jornada do empreendedor Phil Knight e como ele transformou a Nike na marca mundial que é hoje.

2. AS FERRAMENTAS DOS TITÃS – TIM FERRISS

No seu último livro o empreendedor e estrategista Tim Ferris compartilha os segredos de produtividade de mais de 200 das “pessoas com performances mais efetivas do mundo”, que ele entrevistou.

3. THE POWER OF BROKE – DAYMOND JOHN

A estrela do Shark Tank e fundador do Fubu, Daymond John explica que começar um negócio com recursos limitados é uma vantagem competitiva, não uma desvantagem.

4. OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA – VISHEN LAKHIANI

E se tudo o que você pensa sobre o amor, o trabalho e a vida estivesse errado? Vishen Lakhiani, fundador da MindValley, desafia as suas mais arraigadas crenças num esforço para redefinir a sua definição de sucesso.

5. DISRUPTED – DAN LYONS

Esse é um relato bagunçado do que acontece quando um jornalista estabelecido de uma das maiores revistas de notícias toma um emprego numa startup que faz marketing de software. Ele conta sobre o seu tempo na Hubspot, onde encontrou “investidores anjos diabólicos, capitalistas de risco em decadência, empreendedores e aspiradores a empreendedores.”

6. ORIGINALS – ADAM GRANT

O autor e professor Adam Grant examina como pessoas podem rejeitar a conformidade e melhorar o status quo através de ideias criativas e originais.

7. HUSTLE – NEIL PATEL, PATRICK VLASKOVITS E JONAS KOFFLER

Esse best seller do New York Times guia leitores pelo processo de “escapar da escravidão” nas suas vidas e transformar o seu potencial em oportunidade.

8. GARRA – ANGELA DUCKWORTH

A psicóloga Angela Duckworth defende que o sucesso e resultado de paixão e persistência, não talento e sorte.

9. CONSTRUINDO A INTERNET DAS COISAS – MACIEJ KRANZ

Esse é um guia prático para empreendedores que são focados nas implicações para os negócios da Internet das Coisas.

10. RÁPIDO E DEVAGAR – DUAS FORMAS DE PENSAR – DANIEL KAHNEMAN

Mesmo que tenha sido publicado originalmente em 2011, esse livro continua sendo um best-seller em 2016. O renomado psicólogo Daniel Kahneman faz uma análise profunda sobre os dois sistemas cognitivos que moldam o julgamento e as decisões que fazemos no nosso dia-a-dia.

Está curtindo ‘Dois Irmãos’? Relembre outras 5 obras literárias que fizeram sucesso na TV

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Na trama, Zana é mãe de Yaqub (Lorenzo Rocha) e Omar (Enrico Rocha) (Foto: TV Globo)

Na trama, Zana é mãe de Yaqub (Lorenzo Rocha) e Omar (Enrico Rocha) (Foto: TV Globo)

 

Muito antes de Yaqub e Omar, outros personagens da literatura brasileira ganharam as telinhas e o coração do público.

Publicado no Blasting News

'Dois Irmãos' é baseada no livro de Milton Hatoum (via GShow)

‘Dois Irmãos’ é baseada no livro de Milton Hatoum (via GShow)

 

Adaptar livros para as telas é uma fórmula que dá resultados! Os protagonistas de ‘#Dois Irmãos’, os gêmeos Omar e Yaqub, estão dando o que falar, mas não é de hoje que personagens literários dominam a #Televisão. Relembre aqui outros sucessos da TV que nasceram nas páginas dos livros:

‘A Escrava Isaura’ (1976 e 2004)

Baseada no livro homônimo de Bernardo Guimarães, publicado em 1875, e estrelada por Lucélia Santos (versão de 1976) e Bianca Rinaldi (versão de 2004), ‘A Escrava Isaura’ narra a dramática história de uma escrava de pele branca que luta para conseguir a liberdade e escapar do assédio de seu obcecado dono, Leôncio Almeida, que até hoje é lembrado como um dos maiores vilões da teledramaturgia. A obra já foi adaptada duas vezes, ambas alcançando grande sucesso, sendo a primeira versão considerada um clássico das novelas.

‘Cabocla’ (1979 e 2004)

Baseada no livro também homônimo de Ribeiro Couto, publicado em 1931, e estrelada por Glória Pires (versão de 1979) e Vanessa Giácomo (versão de 2004), ‘Cabocla’ gira em torno do romance entre Luís Jerônimo, um jovem rico e mulherengo que vive na cidade, e Zuca, uma moça do interior, a cabocla do título.

‘Gabriela’ (1975 e 2012)

Baseada no livro ‘Gabriela, Cravo e Canela’ de Jorge Amado, publicado em 1958, a #Novela foi estrelada por Sônia Braga na primeira versão e por Juliana Paes na segunda. A trama de ‘Gabriela’ se passa na década de 1920 e tem como tema central uma jovem alegre e muito bela que, fugindo da seca no sertão, chega à cidade de Ilhéus e atrai a atenção de todos.

‘O Cravo e a Rosa’ (2000)

Inspirada na peça ‘A Megera Domada’ de William Shakespeare, escrita em 1593, ‘O Cravo e a Rosa’ é uma comédia ambientada nos anos 1920 e estrelada por Adriana Esteves. A personagem principal é Catarina Batista, uma mulher de gênio forte, à frente de seu tempo, que rejeita a ideia de se casar, mas que acaba tendo que se unir a um homem antiquado chamado Petruchio.

‘A Casa das Sete Mulheres’ (2003)

Inspirada no livro homônimo de Letícia Wierzchowski, publicado em 2002, a minissérie de apenas 51 capítulos conta a história da Revolução Farroupilha, ocorrida no sul do Brasil entre os anos de 1835 a 1845, do ponto de vista das mulheres pertencentes à família de um dos líderes da revolta. Personagens históricos muito conhecidos, como Bento Gonçalves e o casal Giuseppe e Anita Garibaldi tiveram papéis de destaque na trama.

Livros que merecem lugar na estante em 2017

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Amélia Gonzales, no G1

Astrologicamente, o ano de 2017 só vai começar em março, dizem os especialistas. Assim, ainda tenho tempo para sugerir aos leitores alguns bons livros que li no ano passado e que me ajudaram bastante a ampliar o pensamento a respeito das mudanças climáticas, de uma nova economia, de uma nova sociopolítica, de uma nova ordem mundial que anda se impondo. Mesmo com a eleição de um “cético do clima” à presidência dos Estados Unidos – Donald Trump, é claro – não se pode perder de vista a necessidade de manter o Acordo de Paris, conseguido a duras penas no fim de 2015, que pretende neutralizar tantas emissões de carbono, organizar mais a produção, o consumo, para que sobrem recursos. E é bom visitar textos de pessoas que pensam a respeito, propondo novos caminhos. Não proponho um debate porque acho pobre quando se fica em posições opostas. Proponho o pensamento, a reflexão, para se tentar um caminho de mudanças possíveis.

Começo, pois, com David C. Korten e seu “When corporations rule the World”. Infelizmente ainda não foi traduzido no Brasil, mas deveria ter sido. Porque traz ponderações de grande importância sobre o valor imenso que deixamos que as megas corporações tenham em nosso mundo. Algo semelhante já foi escrito, depois traduzido para um vídeo documentário, com o nome de “The Corporations”, em 1995.

A primeira edição do llivro “When corporations rule the World” é do mesmo ano, e ganhou em 2015 uma introdução para comemorar os vinte anos de sua publicação.Fiquei presa às observações do autor feitas há vinte anos, vejam só:

“A escalada da concentração do poder econômico atual é revelada em estatísticas. Das cem maiores economias do mundo, 50 são corporações, e as vendas agregadas das dez maiores corporações em 1991 excedem o PIB das cem economias dos menores países do mundo. As receitas obtidas com as vendas da General Motors em 1992 (133 bilhões de dólares) quase se esquivale ao PIB de Bangladesh, Etiopia, Kenya, Nepal, Nigéria, Paquistão, Tanzania, Uganda e Zaire. 550 milhões de pessoas habitam esses países, um décimo da população global. As 500 maiores corporações industriais do mundo, que empregam somente meio a 1 por cento da população mundial, controlam 25% do rendimento econômico do mundo”.

Fico impressionada porque todo esse poderio, que já assustava, foi identificado e descrito há vinte anos. E, de lá para cá, só fez crescer. Será sempre necessário refletir a esse respeito, trazendo para a mesa uma série de indagações que não têm sido feitas pelo senso comum. O livro de David Korten é um convite.

De uma certa forma, o historiador Jessé Souza, pesquisador e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), também ajuda a pensar sobre o papel protagonista das empresas brasileiras quando faz uma retrospectiva em seu “A Radiografia do Golpe” (Ed. Leya). O problema de estarmos vivendo um dos períodos de maior polarização política no país é a dificuldade de se abrir espaço para o “outro” expor suas ideias se elas não se adaptam à crença do “um”. Jessé, já no título, deixa claro o que pensa sobre o impeachment da presidente Dilma Roussef. E parte de uma leitura sofisticada e lúcida sobre a divisão de classes no sistema capitalista para ampliar o pensamento sobre o momento político.

Jessé Souza também denuncia o poderio do mundo das empresas, do mundo das finanças, identificando-os como “elite do dinheiro e do poder” que sempre precisaram “convencer a imensa maioria dominada e explorada de que seus privilégios são merecidos e justos”. O historiador denuncia também o racismo de classe, que se revelou de diversas maneiras durante todo o período do Lulismo. Para ele, um presidente com modos populares e metáforas de futebol foi demais para uma classe média que não gostava também de compartilhar espaços sociais antes restritos com os “novos bárbaros” das classes populares. Este sentimento seria o pano de fundo que deu força à manobra que depôs Dilma Roussef do poder.

“Foi nesse contexto que se deu a construção da ‘linha do moralismo’, como mais uma forma alternativa de produzir solidariedade interna entre os privilegiados e de permitir formas aparentemente legítimas de exercer preconceito e racismo de classe contra os de baixo. A linha do moralismo é a linha divisória imaginária que separa aqueles que se percebem como superiores , posto que se escandalizam com a corrupção política partidária e estatal, daqueles que não se sensibilizam com esse tema”, escreve ele.

O livro de Jessé Souza certamente também merece lugar na estante daqueles que não se conformam e querem ter mais dados para pensar sobre nosso tempo.

Pulando de um para outro tema, vou sugerir aos leitores a leitura de “A espiral da morte” (Ed. Companhia das Letras), do jornalista Claudio Angelo, atualmente um dos diretores da ONG Observatório do Clima. Já tinha este livro na lista antes mesmo de ler, hoje à tarde, a notícia sobre o iceberg gigante que está se desprendendo da Antártida, o que anda gerando muita preocupação aos ambientalistas.

O bloco de gelo de 5 mil quilômetros quadrados pode se soltar a qualquer momento e, se todo o gelo derreter, o nível dos mares aumentaria em cerca de dez centímetros. Não é pouca coisa e, como se lê no livro de Ângelo, trata-se de uma crônica do desastre anunciado.

“As duas regiões polares foram as vítimas iniciais do aquecimento global. Da maneira como elas reagirão ao aumento das temperaturas nos próximos anos dependerá, em larga medida, o futuro da sociedade, em especial nos países em desenvolvimento. A consequência mais conhecida e temida do degelo polar, claro, é a elevação do nível médio dos oceanos”, escreve ele.

O jornalista não se limita a repisar sobre a decorrência mais conhecida e comentada do degelo. Vai fundo também na história de vida dos cientistas que se dedicam anos a fio explorando as zonas mais inóspitas da Terra para estudar e tentar informar aos outros detalhes cada vez mais perturbadores e reveladores sobre o clima do planeta. Claudio Ângelo acompanhou alguns desses cientistas e não poupa os leitores quando descreve o que viu e ouviu:

“Mesmo que as emissões de carbono fossem zeradas hoje, várias mudanças já em curso são irreversíveis. A inércia do sistema climático fará os polos derreterem e o mar subir por milênios. Segundo um cálculo do climatologista americano David Archer, da Universidade de Chicago, uma parte do CO2 que já lançamos na atmosfera estará mudando o clima da Terra daqui a cem mil anos, graças ao tempo de vida longo desse gás na atmosfera e à enorme inércia dos oceanos ao absorver calor”, escreve ele.

O livro de Claudio Ângelo, assim como os outros dois que sugeri, certamente não vai deixar os leitores em harmonia com o universo, muito menos se sentindo navegando em mares de almirante. É mesmo para mexer, colaborar com novos pensamentos e reflexões. Boas leituras!

Foto: CDC/ Amanda Mills

Confira 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios

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Confira 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios  |  Fonte: Shutterstock

Confira 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios | Fonte: Shutterstock

 

O ditado diz que quem você anda define quem você é. Que tal ouvir as ideias das pessoas influentes da atualidade? Indicamos os livros das pessoas mais influentes nos negócios

Publicado no Universia Brasil

A leitura de livros para inspiração é uma das maiores – e mais indolores -oportunidades de aprendizado que alguém pode ter no mundo moderno. A maioria dos autores defende que o melhor jeito de aprender é com erros, mas o detalhe é que eles não precisam ser os seus erros.

Descubra os equívocos, modos de pensar e ideias de quem teve uma vida que deu muito certo. Veja a seguir 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios e aplique os seus conselhos para conseguir uma vida melhor:

1. COMO AVALIAR SUA VIDA? – CLAYTON CHRISTENSEN
Clayton Christensen é um professor da Universidade de Harvard. É considerado um dos maiores experts em inovação do mundo. No seu livro de 2012 “Como avaliar sua vida?”, ele se desvia do padrão dos seus outros trabalhos para escrever um livro muito mais pessoal. A obra é baseada nas suas experiências de pesquisa e vida pessoal. Christensen explora, por exemplo, o que realmente significa ser bem-sucedido e o que leva algumas pessoas talentosas a crescerem.

2. PRESENÇA – AMY CUDDY
Amy Cuddy é uma psicóloga social da Universidade de Harvard que conseguiu a atenção da grande mídia com a sua TED Talk de 2012 “Sua linguagem corporal molda quem você é”, que já foi visualizada mais de 40 milhões de vezes. No seu livro “Presença” ela explica como a auto percepção dos nossos cérebros pode ser manipulada para superar a falta de confiança para permitir que você se desenvolva melhor socialmente e como pessoa.

3. DAR E RECEBER – ADAM GRANT
Adam Grant é um psicólogo de organizações em Wharton. Ele conduz uma pesquisa que mostra como não são os tipos egoístas e maquiavélicos aqueles que chegam no topo de empresas, mas aqueles vistos como generosos. No seu livro de 2013 ele explica que essas pessoas são aquelas que criam valor para outros sem esperar nada em troca. Essa abordagem funciona muito bem para o mundo profissional, desde que seja bem feita.

4. AJA COMO UM LÍDER, PENSE COMO UM LÍDER – HERMINIA IBARRA
Herminia Ibarra é professora da INSEAD. No seu livro de 2015 ela apresenta um guia de carreira não convencional que ensina como se aproveitar do mercado de trabalho atual com seu ritmo frenético, para chegar numa posição de liderança. Por exemplo, ela desafia a importância de ter “autenticidade”, uma palavra popular no mundo da liderança, dizendo que existem sim formas de ser honesto demais, e que a linha pode ser extremamente fácil de cruzar.

5. A ASCENSÃO DA CLASSE CRIATIVA – RICHARD FLORIDA
Richard Florida é o diretor do Instituto de Marin Prosperity, na Rotman School of Business. Ele é mais conhecido pelo seu trabalho com a classe criativa e sua relação com cidades. No seu livro de 2002 “A Ascensão da Classe Criativa”, ele argumenta que as cidades de maior sucesso vão evoluir para atrair talentos jovens, ser o lar de setores da tecnologia e passar políticas sociais liberais.

6. O FIM DA VANTAGEM COMPETITIVA – RITA MCGRANTH
Rita McGrath é professor da Columbia Business School. Ele serviu como consultor de liderança para grandes companhias como a Coca-Cola, a GE e a Pearson. No seu livro de 2013, “O Fim da Vantagem Competitiva”, ela argumenta que as empresas de maior sucesso precisam ser mais agressivas com novas oportunidades e passar para uma nova fase no mercado antes que se tornem ultrapassadas.

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