A História do Futuro de Glory O'brien

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25 livros que os universitários devem ler

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25 livros que os universitários devem ler  |  Fonte: Shutterstock

25 livros que os universitários devem ler | Fonte: Shutterstock

 

Alguns livros são eternizados pelos seus ensinamentos e histórias. Conheça 25 títulos que qualquer estudante na universidade deve ler

Publicado no Universia Brasil

O hábito de leitura está novamente a ser difundido no meio universitário. Além de aumentar o vocabulário, mostrar ao leitor uma realidade diferente, melhorar a sua escrita e ajudar na compreensão de matérias académicas e do mundo, os livros também se tornaram num meio de interação social. Preparamos uma lista com 25 livros que qualquer aluno na faculdade deveria ler para abrir um novo mundo de oportunidades. A saber:

1. Liberdade de Jonathan Franzen
O livro fala sobre o triângulo amoroso vivido por três alunos, que se veem diante a questão: seguir o coração ou a razão? Quando colocados perante a decisão de preservar uma amizade duradoura ou arriscar tudo em nome do amor, os amigos não sabem qual o rumo a seguir. O dilema é enfrentado por muitos jovens, que podem sentir-se inspirados pela leitura.

2. Este Lado do Paraíso de F. Scott Fitzgerald
Após a sua graduação, o ex-universitário vê-se perdido e não sabe exatamente o rumo que sua vida está a tomar, nem o que deve fazer desse momento em diante. Este conflito também é vivido por ex- alunos das faculdades, que depois de licenciados não sabem qual o caminho a trilhar.

3. Norwegian Wood de Haruki Murakami
O significado e importância da amizade e do amor verdadeiro são os principais temas deste livro emocionante, que ensina a valorizar os bens mais preciosos que temos: as pessoas que estão ao nosso redor e que nos apoiam.

4.1984 de George Orwell
Numa sociedade de grandes e fortes relações de poder, onde o estado tem controlo sobre tudo, alguns jovens questionam e enfrentam os mais influentes a fim de expor as suas opiniões. Será que também estaria disposto a arriscar a sua liberdade para isso?

5. Crime e Castigo de Fyodor Dostoyevsky
Após matar um penhorista, o jovem Raskolnikov tenta encontrar a sua verdadeira essência e procura incessantemente justificar a sua atitude e o seu lugar na vida. O livro faz-nos refletir sobre os valores que cada um traz dentro de si e mostra-nos que qualquer ação tem uma reação.

6. Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley
Considerada uma “utopia negativa” pelo próprio autor, o livro narra a história de um mundo futuro, onde a felicidade é valorizada e a individualidade não. Assim, as personagens seguem um padrão de vida e é levantada uma questão: É possível ser feliz sendo como os outros?

7. Cem anos de solidão de Gabriel Garcia Marquez
O livro mostra o quão importante é ter o apoio externo para viver uma vida de maneira otimista. Além disso, é possível ver como a solidão é capaz de destruir e dominar tudo ao nosso redor.

8. O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald
O romance, que acontece durante a primeira Guerra Mundial, mostra como os jovens devem acreditar na sua própria capacidade, expondo que eles podem realizar grandes feitos. Além disso, o livro mostra a impossibilidade de refazer algo errado do passado e expõe a importância dos amigos verdadeiros.

9. Lolita de Vladamir Nobokov
Compreensão, amor, perdão e sacrifício são algumas das lições passadas pelo livro polémico, que narra a história do amor proibido entre um homem de meia idade e Lolita, uma adolescente de 12 anos.

10. Adeus às armas de Ernest Hemingway
O desgaste emocional e físico vivido por jovens rapazes durante a primeira guerra mundial é ainda maior devido ao pouco contacto deles com o amor, além da pouca fé no futuro. O romance faz-nos refletir sobre importância do afeto na construção pessoal.

11. As Vinhas da Ira de John Steinbeck
Durante a crise nos Estados Unidos, uma família muda-se para Califórnia a fim de encontrar uma vida melhor. A importância do amor, das amizades, da família e do apoio são destacadas no texto.

12. O Mestre e a Margarida de Mikhail Bulgakov
A trama narra a chegada do diabo a Moscovo na década 20, e trata da luta entre o bem e o mal entre outros temas paradoxos, fazendo refletir como o lado mau pode ser mais honesto do que a sociedade e os regimes políticos.

13. A Cabana do Tio Tom de Harriet Beecher Stowe
Entre elogios e críticas, o romance de Stowe acontece num período controverso na sociedade norte-americana e, por isso, ensina-nos a compreender valores e princípios da nação norte-americana.

14. O Estrangeiro de Albert Camus
As indiferenças do universo unidas ao livre arbítrio e a intuição podem gerar uma grande mudança na vida dos jovens. A história narra a vida de um assassino que não se sente culpado pelo crime que comete até ao momento em que observa os absurdos do mundo que o cerca.

15. A Arte da Felicidade de Dalai Lama
As respostas de Dalai Lama durante as entrevistas podem ajudar as pessoas a compreender o verdadeiro significado do amor e como procurar a felicidade na vida.

16. Fausto de Johann von Goethe
A aposta entre Deus e Mefistófeles pela conquista da alma de Fausto torna-se numa jornada de desafios pela sua liberdade. A narrativa mostra-nos a diferença entre o mal e o bem, ambos presentes no dia a dia de qualquer universitário, e também das pessoas.

17. Paraíso Perdido de John Milton
Todos conhecemos bem a famosa história de Adão e Eva, que não resistiram às tentações de Lúcifer. Contudo, a história do anjo caído não é conhecida por muitas pessoas. Através do contexto pouco explorado, o livro mostra o bem e o mal, e permite-nos ver de uma perspetiva diferente.

18. O Deus das Moscas de William Golding
Uma ilha caótica sobre o comando de crianças e divisões sociais mal estabelecidas é palco para o livro de Golding que enfatiza a importância de se ter um líder e regras para serem seguidas, a fim de estabelecer uma sociedade controlada.

19. O Sol é Para Todos de Harper Lee

Tal como na vida de quase todos os jovens, o preconceito, a desonestidade, e a injustiça andam lado a lado com diversão, aventuras e relacionamentos na vida do protagonista, que através de sua intuição e caridade apoia todos independentemente da cor da pele ou classe social.

20. O Concorrente de Stephen King
Quão longe as pessoas podem e devem ir para ter aquilo que querem e precisam? Numa sociedade caótica e decadente, responder a essa pergunta é ainda mais difícil. Essa é uma das reflexões propostas por King no seu livro.

21. Laranja Mecânica de Anthony Burgess
O livro é narrado pelo jovem Alex, que vive numa sociedade futurista onde a violência é tão grande como as agressões do governo totalitário contra ele próprio, um líder de um gangue de rua.

22. O Mal Estar na Civilização de Sigmund Freud
Os entendimentos culturais e sociais de Freud são motivos suficientes para tornar “O Mal Estar na Civilização” uma leitura obrigatória a qualquer universitário. O livro permite-nos entender a sociedade em que vivemos atualmente segundo o pensador.

23. O Rio que Saía do Éden de Richard Dawkins
De maneira simples e didática, o biólogo Dawkins esclarece a teoria da evolução, dando uma explicação interessante e bonita sobre a origem e desenvolvimento do mundo em que vivemos.

24. Hamlet de William Shakespeare
“Ser ou não ser?” Eis a questão que perdura desde que o livro de Shakespeare foi lançado e eternizado. Hamlet ajuda-nos a refletir sobre a importância das escolhas e das responsabilidades que cada um tem na vida.

25. A Divina Comédia de Dante
Através de uma jornada espiritual, o livro de Dante Alighieri mostra-nos como as nossas atitudes se refletem nas nossas vidas, assim sendo, tudo que fazemos tem consequências e, portanto, um dia pagaremos pelos nossos pecados.

5 Livros para ler se você sente falta da série: ‘Two and a Half Men’

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Todos temos nossas series favoritas, e se dependesse de nós, elas seriam produzidas ad infinitum para o nosso bel prazer; mas infelizmente o formato deste produto tende a passar por nossas vidas durante anos, marcar instantaneamente todo uma geração e deixar nada mais do que muita saudade ao fim de sua última temporada.

Foi pensando nisso que criamos este espaço banzo, com o intuito de indicar livros que possuam conceitos semelhantes ao de séries passadas, e assim tentar resgatar um pouco do espírito que projetou o sucesso desses programas.

“Em Dois Homens e Meio (no original, Two and a Half Men) Charlie Harper, é um compositor de jingles, que mora numa bela casa na praia de Malibu, em Los Angeles. É rico, por isso tem uma enorme facilidade de conquistar as mulheres. Possui um belo carro na garagem, e sempre se envolve em confusões devido ao seu consumo de bebidas alcoólicas, com mulheres, jogos, e apostas. Seu estilo de vida muda, quando seu irmão Alan Harper , que esta no meio de um divórcio com a esposa, passa a morar com ele, junto ao o seu filho Jake Harper.

Apesar de Charlie ser muito diferente de seu irmão, ele o recebe em sua casa, pelo fato de não ter pra onde ir, e estar com o seu sobrinho. Embora sejam diferente um do outro, eles tem uma coisa em comum: Os dois amam Jake, e querem o melhor para o menino.”
Portanto, se você gostava de ‘Two and a Half Men’, então vai adorar ler…

✔ Espero que sirvam cerveja no Inferno (Tucker Max)
Finalmente uma literatura para homens… Você entra nas livrarias e vê livros para meninas, romances para mulheres solteiras, livros eróticos para mulheres casadas, e até temas para senhoras. Para homens, nada! Tucker Max escreveu o livro mais politicamente incorreto sobre as aventuras masculinas… Ele ri da vida, da saúde, da segurança dentro do trio: cerveja, noitada e mulheres… Mas não banca o garanhão invencível.

Ele conta as furadas, os micos, as mancadas, mas também o lado divertido dessas aventuras… para valer a máxima contida no título: Já que tem certeza de que não vai para o céu, ele torce para que sirvam pelo menos cerveja no inferno. (Faro editorial)

✔ Beber, Jogar, F@#er (Andrew Gottlieb)
Em ‘Beber, jogar, f@#er’, Bob Sullivan traído e abandonado por sua mulher, parte em uma jornada em busca da felicidade e da liberdade. Desiludido, Sullivan narra suas farras homéricas e algumas confusões como – encher a cara na Irlanda, apostar até as calças em Las Vegas, e dar asas a seus desejos proibidos na Tailândia. A única regra é não ter regras.

Se você se acha um bom boêmio só porque possui uma conta de pendura no bar de esquina da sua rua, experimente acompanhar o protagonista na Trilha do Whisky, um dos principais pontos turísticos da Irlanda, um país que possui toda sua cultura nativa baseada unicamente no consumo do álcool, a ponto de batizar com nomes de bebidas (e referencias) suas ruas, bairros, cidades e até mesmo seus pontos históricos. (Editora Planeta)

✔ O Enterro da Cafetina (Marcos Rey)
O mundo dos personagens de Marcos Rey começa quando o sol se põe e a noite cai sobre a cidade de São Paulo. Então, boêmios, garotas de programa, gigolôs, guerrilheiros urbanos (o livro foi escrito nos dias da ditadura militar), dançarinas de cabarés, taxi girls, alcoólatras começam a sair das tocas, como ratos famintos, em busca de aventuras, de divertimento, de um trouxa, de um trocado, de uma garrafa de álcool, ou do simples e exato exercício de suas profissões.
Como diz o autor, “são homens e mulheres que param nos bares, restaurantes, inferninhos, cabarés, boates e em certas casas onde tudo se tolera”, por vocação ou erro de educação, dor de cotovelo ou outra dor qualquer, vagabundagem. A noite paulistana, seus mistérios e misérias, faz a unidade de O Enterro da Cafetina, atando os sete contos entre si e formando um grande painel.

O que contam essas histórias? Coisas terríveis que acontecem na noite, como diz a Bíblia, mas também casos surpreendentes, quase patéticos, insuspeitas generosidades. Noitadas de amigos, regadas a muito álcool, que terminam de forma trágica; o gigolô bem-sucedido, homem de muitas mulheres, apaixonado por uma moça de família, a quem auxilia financeiramente; a morte e o enterro retumbante da velha cafetina; jogos de sedução em que cada um procura lograr o outro; a ação de guerrilheiros mais ou menos trapalhões; um caso de ciúmes neurótico; o redator alcoólatra lutando pela sobrevivência. (Editora Global)

✔ Fabulário Geral do Delírio Cotidiano (Charles Bukowski)
Este livro é o segundo volume da obra Ereções, ejaculações e exibicionismos, do genial Charles Bukowski (1920-1994). Depois de Crônica de um amor louco, o velho Buk descreve, nestes mais de trinta contos fortemente autobiográficos, suas desventuras, traumas, amores fracassados e prisões inesperadas. Eis toda a excitação frenética do escritor nascido na Alemanha e emigrado para os Estados Unidos que imortalizou o mundo marginal de Los Angeles, sua cidade de adoção. O olhar estrangeiro-nativo de Bukowski esmiúça o lado negro do sonho americano – e revela o anti-sonho -, um mundo de marginais, viciados, bêbados e prostitutas, dos quais só não se pode dizer que estão na sarjeta porque sempre decaem um pouco mais. São pessoas tal qual na vida real, retratadas de forma triste, divertida, escatológica e universal, em toda sua vulgaridade e realidade.

Eis todo o gênio narrativo de Charles Bukowski, que, como John Fante, representa o último grito da geração beat e cujo humor cáustico foi comparado ao de Henry Miller, Louis-Ferdinand Céline e Ernest Hemingway. (Editora L&PM)

✔ Se Você Gostou da Escola, Vai Adorar Trabalhar (Irvine Welsh)
O que há em comum entre uma madame de Chicago, jovens americanos hedonistas, escoceses bêbados e outros tipos pra lá de banais? Com seu inconfundível senso de humor, Irvine Welsh dá voz a uma galeria de personagens tão bizarros quanto inesquecíveis na coletânea. Se Você Gostou da Escola, Vai Adorar Trabalhar- Mais cáustico do que nunca, o autor de Trainspotting mostra, nas quatro histórias e uma novela que compõem o livro, que também é um mestre das narrativas curtas, gênero que não trabalhava desde a década de 1990.

Em comum, os personagens criados por Welsh vivem todos alguma forma de desespero silencioso. Em “Cascavéis”, uma ex-promessa do futebol americano, que desperdiçou sua carreira entre as drogas, a bebedeira e um amor não correspondido, se vê em uma situação limite em pleno deserto; no conto seguinte, que dá título ao livro, um britânico troca a Inglaterra pelo Caribe em busca de uma vida de prazeres, mas os problemas o seguem; a heroína de “Cães de Lincoln Park” vive uma montanha-russa de emoções, equilibrando-se entre a hipocrisia de amizades duvidosas e seus próprios preconceitos; em “Miss Arizona”, um cineasta a caminho do estrelato encontra mais do que esperava ao pesquisar a biografia de seu ídolo; e, em “O Reino de Fife”, o autor acompanha o crescente efeito opressivo da rotina e da falta de perspectivas sobre um grupo de jovens moradores de uma pequena cidade escocesa. (Editora Rocco)

As adaptações literárias da Netflix que você talvez não conheça

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João Pedro Pina, em A Gambiarra

Inúmeros filmes e séries nascem a partir de um livro. Até a Netflix tem criado produções baseando-se na literatura. Por exemplo, no próximo dia 31, o serviço irá disponibilizar sua nova série original Os 13 porquês, que é uma adaptação de um best-seller do escritor Jay Asher.

Além desse, confira uma lista com 13 títulos que preparamos com as maiores adaptações literárias que você respeita. Todas estão disponíveis na Netflix.

Os 13 Porquês

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Os 13 porquês é a adaptação do livro best-seller do renomado autor Jay Asher e que deu o que falar. A série traz os desdobramentos do suicídio de Hannah Baker e de quando Clay Jensen — colega de classe da jovem — descobre fitas cassete gravadas na própria casa. Nas fitas, Hannah explica as treze razões pelas quais decidiu acabar com sua vida. Você teria coragem de ouvi-las?

House of Cards

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Eu sei que todos conhecem e amam House Of Cards, mas você sabia que a série nasceu da literatura também? O livro, que também se chama House Of Cards, apresenta Francis Urquhart, líder da bancada governista do Parlamento britânico e que faz de tudo para manter o poder a qualquer custo. Mais semelhanças? Temos uma jovem jornalista que quer desmascará-lo.

Desventuras em Série

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Esta franquia de livros fez tanto sucesso que não tinha como ter outro rumo: virou uma série também aclamada pelos fãs. Baseada no best-seller do escritor Lemony Snicket (Daniel Handler) e estrelando Neil Patrick Harris, Desventuras em Série conta a história trágica dos irmãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire, órfãos e herdeiros de uma fortuna que o maldoso guardião Conde Olaf constantemente tenta roubar. Não prometemos um final feliz.

Cooked

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O autor best-seller Michael Pollan tinha duas missões: examinar a necessidade humana primordial de cozinhar e emitir um chamado para uma volta das pessoas à cozinha a fim de recuperar as tradições perdidas. E foi o que ele fez. Primeiro escreveu Cooked, que logo virou um sucesso. Logo depois, a obra virou uma série original da Netflix, em que cada um dos quatro episódios examina um dos elementos físicos usados ao longo dos tempos para transformar ingredientes crus em deliciosos pratos através da cozinha: fogo, água, ar e terra. Deu água na boca?

Quatro estações em Havana

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Esta série foi adaptada pelo próprio escritor Leonardo Padura e traz a violência no coração da Havana de 1989, quando a União Soviética ainda era um grande apoio político de Cuba. Com toda a criminalidade a solta, o detetive Mario Conde ronda a cidade para desmascarar os crimes mais obscuros. Uma forma de entender Cuba como nunca antes.

Life, animated

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O livro de Ron Suskind só chega em maio às livrarias, mas você já pode se antecipar e dar play neste documentário que foi indicado ao Oscar deste ano. Acompanhe a história de Owen Suskind desde quando aprendeu a se comunicar com a ajuda de desenhos animados, até hoje, quando se prepara para entrar na vida adulta.

O Sal da Terra

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Este documentário, baseado no livro homônimo e dirigido pelo filho de Sebastião Salgado, Juliano, e pelo premiado diretor Wim Wenders, faz uma retrospectiva do trabalho do fotógrafo, que segue há 40 anos os passos de uma humanidade em mutação. A produção foi indicada ao Oscar de Melhor Documentário

A viagem

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Baseado no livro Atlas de Nuvens, de David Mitchell, o filme conduz o espectador por seis histórias que se conectam no tempo e no espaço, mostrando a vida de diferentes personagens. Para aqueles que gostam de um filme complexo. Dos mesmos diretores de Matrix.

Under the Dome

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Under the Dome é um clássico de Stephen King e conta a história de moradores de uma pequena cidade americana e que de repente se veem presos dentro de uma enorme e transparente cúpula indestrutível. Sem acesso ao mundo exterior, eles precisam aprender a sobreviver entre as diversas tensões que começam a acontecer.

12 anos de escravidão

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Vencedor do Oscar de Melhor Filme, 12 Anos de Escravidão foi baseado no livro de Solomon Northup e conta a história de um negro livre que vivia em paz com sua família até ser sequestrado, acorrentado e vendido como escravo. Durante doze anos, ele viveu entre dois senhores que exploraram seus serviços.

Quebrando a banca

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O livro de Ben Mezrich foi adaptado e um de seus protagonistas é o intérprete do eterno Frank Underwood. A história se passa em Las Vegas e mostra um aluno brilhante do MIT que precisa de dinheiro para pagar a faculdade. Ele então acaba entrando para um grupo de estudantes que utilizam o conhecimento matemático para ganhar nos cassinos da cidade.

Bonequinha de Luxo

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O clássico de Truman Capote, Bonequinha de Luxo, foi adaptado com sucesso e alavancou a carreira de Audrey Hepburn. No filme, ela é Holly Golightly, uma garota de programa que está decidida a se casar com um milionário. Um pouco perdida, passa os dias tomando café da manhã em frente à joalheria Tiffany, quando seus planos mudam e ela conhece Paul Varjak, um jovem escritor bancado pela amante.

Orgulho e Preconceito

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Jane Austen teve seu célebre livro adaptado para o cinema. A obra conta a história de Elizabeth, uma jovem que enfrenta a pressão da família para se casar. Porém, quando conhece Darcy, a natureza extremamente reservada dele ameaça a relação.

Brothers se rendem à leitura: saiba quais são os livros preferidos na casa do BBB

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Marcos lê para Emilly no gramado da casa do BBB Foto: Divulgação / TV Globo Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/educacao/vida-de-calouro/brothers-se-rendem-leitura-saiba-quais-sao-os-livros-preferidos-na-casa-do-bbb-20976989.html#ixzz4ZhTbRvdN

Marcos lê para Emilly no gramado da casa do BBB Foto: Divulgação / TV Globo

Juliana Alcantara, no Extra

Entre intrigas, amores, e muita festa, os participantes do Big Brother Brasil 17 ainda arranjam tempo para a leitura. Veja quais são os livros preferidos dos BBBs, apontados por eles para a produção do programa antes de entrarem na casa.

Daniel: “Os elefantes não esquecem”, Agatha Christie

Publicado em 1975, este foi o penúltimo livro escrito pela romancista britânica, mestre do suspense e uma das maiores vendedoras de livros de todos os tempos. Aqui, a personagem principal, Ariadne Oliver, é questionada sobre um caso de assassinato que aconteceu há 15 anos.

Elis: “O Segredo”, Rhonda Byrne

Best-seller do início dos anos 2000, “O Segredo” virou filme, com igual sucesso de bilheteria. A máxima de que o universo conspira a nosso favor ainda hoje inspira a sister Elis.

Ieda: “O pequeno príncipe”, Antoine de Saint-Exupéry

Recheado de mensagens inspiradoras, o livro do francês Antoine de Saint-Exupéry não é apenas o preferido das misses e das sisters. O ‘princepesinho’ é um dos personagens mais queridos por crianças e adultos de todo o mundo!

Ilmar: “Admirável mundo novo”, Aldous Huxley

Mais um escritor inglês entre os preferidos dos brothers. O advogado e cozinheiro Ilmar escolheu o clássico, de 1932, que fala de uma sociedade em que as pessoas são pré-condicionadas

Marcos: “Ponto de Virada”, Malcolm Gladwell

Best-seller nos Estados Unidos, trata das mudanças que, embora pequenas, surtem efeito extraordinário. O livro da editora Sextante já vendeu mais de cinco milhões de exemplares.

Marinalva: “Não se deixe manipular pelos outros”, Wayne Walter Dyer

A auto-ajuda é o gênero do escritor americano Wayne Walter Dyer, morto em 2015. O livro mostra como se prevenir contra as armadilhas do abuso e optar sempre por uma escolha firme.

Pedro: “O dono do morro”, Misha Glenny

A história real de Nem, ex-chefe do tráfico da maior favela da América Latina, a Rocinha, é a atual queridinha do jornalista. O livro foi escrito pelo também jornalista e historiador britânico Misha Glenny a partir de uma série de entrevistas feitas na prisão de segurança máxima onde Nem está preso.

Roberta: “Los Angeles”, Marian Keyes

No auge dos seus 21 anos, Roberta escolheu um título da rainha do chick-lit, a autora irlandesa Marian Keyes. O sucesso entre os jovens é tanto que ela já vendeu mais de 22 milhões de exemplares, traduzidos em 32 idiomas.

Rômulo: “Em alguma parte alguma”, Ferreira Gullar

A seleção de poemas do consagrado escritor brasileiro, que faleceu em dezembro do ano passado, é o livro de cabeceira do diplomata. “Em alguma parte alguma” foi lançado em 2010 pela editora José Olympio e traz 58 poemas de Gullar.

Cinco leituras para o carnaval

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A literatura é a grande viagem dos não carnavalescos

Raphael Montes, em O Globo

O carnaval vem aí — na verdade, ele já chegou faz algumas semanas, com muita folia pelas ruas, purpurina, glitter, fantasias e disposição para dar e vender ao enfrentar os blocos sempre abarrotados. Pessoalmente, amo o carnaval, o clima contagiante das pessoas, dá até vontade de sair pulando no meio de todo mundo e de deixar as responsabilidades um pouco de lado.

Acho curioso como tem muita gente que não gosta. No último final de semana, estive com alguns amigos e perguntei o que eles estavam programando para os dias de festa e a resposta foi: ler e relaxar. Sem dúvida, para os que não gostam, o feriado é um ótimo motivo para viajar e ficar longe de toda a muvuca que se cria nas ruas; um bom momento também para ser introspectivo e se preparar para o ano que finalmente vai se iniciar. E nada melhor que uma boa leitura para os dias de descanso — a literatura é a grande viagem dos não carnavalescos. O bloco está nas páginas. Então, aqui vão algumas recomendações de lançamentos recentes que tive a oportunidade de devorar.

No início do ano, terminei de ler o festejado “Enclausurado” (ed. Companhia das Letras), de Ian McEwan, escritor inglês conhecido por obras-primas como “Reparação”, “Amor sem fim” e “Na praia”. A meu ver, Ian McEwan é um autor que une com perfeição a trama bem arquitetada a um texto de qualidade, une entretenimento ao erudito, como defendo com frequência nas minhas colunas neste jornal. Claramente inspirado em Hamlet, “Enclausurado” oferece um narrador inusitado: um feto dentro da barriga de sua mãe que descobre que a genitora planeja matar o ex-marido com a ajuda do amante. É um livro para ser lido no sábado de carnaval, deliciando-se com as viradas da história e as reflexões propostas por um feto irônico e um tanto ácido.

Outra ótima opção para o feriado inteiro é “Casos de família” (ed. Darkside Books), livraço de Ilana Casoy, em edição de luxo com capa dura ilustrando uma espécie de caderno antigo. Isto porque, neste livro, a criminóloga destrincha dois crimes que chocaram o país — os assassinatos do casal Richthofen e o de Isabella Nardoni —, informa bastidores das investigações e, pela primeira vez, revela seus cadernos de anotações utilizados durante a pesquisa na Polícia Civil. Sou fã de Ilana Casoy desde seus primeiros livros, sobre serial killers do mundo e serial killers brasileiros, e é um privilégio ler o trabalho acurado de uma boa profissional. Um prato cheio para quem gosta do mundo investigativo.

Se a ideia for uma leitura mais complexa e aventureira, vale conferir “As primeiras quinze vidas de Harry August” (editora Bertrand Brasil), de Claire North. A meu ver, a maior qualidade deste livro é usar um tema clássico (viagem no tempo) com uma premissa inovadora: Harry é uma pessoa com um dom incomum — toda vez que morre, ele retorna para o início da vida (renasce), mas mantém todas as lembranças e conhecimentos das vidas anteriores. Até compreendermos toda a mitologia criada pela autora, passeamos por diferentes períodos do século XX e culturas de países de todo o mundo, da Inglaterra à Rússia. Um livro perfeito para transitar entre épocas e países, com boas reviravoltas e alguns momentos de tensão.

Outra leitura que superou minhas expectativas foi “Nimona” (ed. Intrínseca), de Noelle Stevenson. Publicada de forma independente na internet, a história ganhou o carinho do público e conquistou uma editora. Confesso que não sou o maior entendedor de histórias em quadrinhos, mas os traços coloridos chamaram minha atenção e comecei a ler despretensiosamente. Quando percebi, estava dando gargalhadas, como quando assistimos a um bom desenho animado. Nimona é uma metamorfa — um ser que pode se transformar em qualquer tipo de animal — e se alia a Lorde Ballister Coração-Negro, o maior vilão que já existiu, mas com um bom coração, para realizar um plano de vingança. Com uma trama bem original, Nimona te fará rir e refletir, com boas doses de ação.

Por fim, e como não poderia deixar de ser, indico um romance policial que comecei a ler esta semana — “O canto dos segredos” (ed. Rocco), da irlandesa Tana French. Tive o privilégio de conhecê-la em Nova York e conversamos muito sobre o gênero. A autora segue o velho e bom estilo whodunit, uma espécie de Agatha Christie moderna, com um interesse maior na profundidade psicológica dos personagens e com uma escrita cirúrgica. Desta mesma autora, li os ótimos “No bosque da memória” e “O passado é um lugar”. Em “O canto dos segredos”, o detetive Stephen Moran é chamado a desencavar o caso de um jovem assassinado em um prestigioso colégio feminino. Entre um bloco carnavalesco e outro, voltarei a tentar desvendar este mistério. Boa folia (e boas leituras) a todos!

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