Os Meninos Que Enganavam Nazistas

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3.000 livros raros da Biblioteca Brasiliana da USP estão disponíveis para download

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Biblioteca da USP abriga uma coleção de cerca de 60 mil volumes de livros raros e manuscritos, doados por bibliófilos

Biblioteca da USP abriga uma coleção de cerca de 60 mil volumes de livros raros e manuscritos, doados por bibliófilos

 

Juliana Domingos de Lima, no Nexo

A Biblioteca Guita e José Mindlin abriga uma coleção de cerca de 60 mil volumes de livros raros e manuscritos e pertence à Universidade de São Paulo. Agora, 3.000 títulos do acervo podem ser consultados on-line e baixados na plataforma digital da biblioteca, lançada em 5 de julho.

O projeto de digitalização, que conta com a colaboração da Superintendência de Tecnologia da Informação e do Centro de Tecnologia da Informação da USP de São Carlos, teve início em 2008. Entre as obras disponíveis atualmente, há livros, folhetos, periódicos, manuscritos, mapas e imagens. Alguns chegam a ter cinco séculos de idade.

Novas obras serão acrescentadas ao acervo digital a cada semana.

Por se tratarem de livros antigos, muitos já estão em domínio público, livres de direitos autorais, o que possibilita sua digitalização e disponibilização para download no formato pdf.

O Nexo pediu ao bibliotecário Rodrigo Moreira Garcia, coordenador responsável do projeto, que realizasse uma seleção de sete destaques entre as obras digitalizadas até o momento. Aqui sua seleção:

“Warhaftig Historia und beschreibung eyner Landtschafft der Wilden […]”, de Hans Staden (1557)

“Obra de um viajante alemão do século 16. A primeira edição publicada em 1557, descreve suas experiências no Brasil e como escapou de ser devorado por índios tupinambás em um ritual antropofágico.

O texto teve um papel importante na construção de um imaginário sobre o Brasil e influencia até hoje produções na literatura, cinema e artes plásticas que se debruçam sobre a formação e a identidade nacional. A BBM também possui uma edição em português de 1900.”

“Arte de grammatica da lingoa mais usada na costa do Brasil”, de José de Anchieta (1595)

“Primeira edição, de 1595, do livro escrito pelo padre José de Anchieta, da Companhia de Jesus. Anchieta escreve a gramática ao perceber a grande semelhança da língua falada pelos indígenas do litoral: os tupis. Os jesuítas, desde cedo, determinaram que a catequese seria mais facilmente realizada se usassem a linguagem dos nativos. Assim, essa obra surge como um instrumento da conversão do indígena.”

23 obras de João do Rio

“Entre as novas digitalizações, destacam-se as obras de João do Rio, pseudônimo de Paulo Barreto, jornalista, cronista, contista e teatrólogo brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras.

João do Rio foi importante cronista da vida carioca, no início do século 20. Em sua obra, o autor traduz, com maestria, os processos de modernização tanto políticos quanto sociais da então capital federal e suas consequências – tanto positivas, como a urbanização e o saneamento, e negativas, como a marginalização e a exclusão social.

Dentre suas obras mais importantes, destacam-se: “Psychologia urbana”, de 1911  ; “Os dias passam”, de 1912; e “No tempo de Wencesláo”, de 1917.

Os 9 fascículos da revista “KLAXON: mensário de arte moderna” (1922-23)

“Lançada em São Paulo no mesmo ano que se realiza a Semana de Arte Moderna, ‘Klaxon’ é a primeira revista modernista do Brasil. Do comitê de redação, participam ativamente Menotti del Picchia e Guilherme de Almeida. Das diversas revistas modernistas que proliferam no Brasil dos anos 1920, Klaxon sem dúvida é a mais audaciosa, a mais renovadora e a mais criativa, não só por sua belíssima diagramação, como pelas modernas ilustrações de Brecheret e Di Cavalcanti. A revista traz artigos e poemas de autores franceses, italianos e espanhóis, todos em suas línguas originais; e, além disso, poemas de Manuel Bandeira e Serge Milliet (que assinava assim na época) compostos em francês. Irreverente e sarcástica, Klaxon apresenta um perfil de típica agressividade vanguardista”.

Os 18 fascículos de “O Patriota: jornal litterario, político, mercantil” (1813-1814)

“A publicação dos 18 números de ‘O Patriota, Jornal Litterario, Politico, Mercantil’, entre fevereiro de 1813 e dezembro de 1814, na Impressão Régia, Rio de Janeiro, representou o aparecimento do que hoje chamaríamos de primeiro periódico dedicado exclusivamente à difusão do conhecimento científico no Brasil. Seu redator (hoje diríamos editor) era o baiano Manuel Ferreira de Araújo Guimarães (1777-1838). Apresenta expressiva contribuição iconográfica (gravuras, tabelas e quadros) e trata de temas como botânica, zoologia, mineralogia, cartografia, filosofia, viagens, literatura, história, medicina, matemática, química, topografia, hidráulica e navegação, entre outros”.

O documento do Dia do Fico

“Edital. O Senado da Camara, julga do seu dever anunciar ao Povo desta Cidade, que hoje ao meio dia, poz na Presença de S.A.R. o Principe Regente do Brasil as representações […]. Imprensa Nacional. 1822.

Assinado por José Martins Rocha, é o edital que comunica a resolução de D. Pedro de permanecer no Brasil, datado de 9 de janeiro de 1922, dia do Fico.”

Documentos assinados por Diogo Antônio Feijó

Diogo Antônio Feijó, (São Paulo, 1784 -1843), foi um sacerdote católico e estadista brasileiro.

Em seu primeiro cargo político, foi vereador em Itu. Foi deputado por São Paulo às Cortes de Lisboa, abandonando a Assembleia antes da aprovação da Constituição. Foi deputado geral por São Paulo (1826 e 1830), senador (1833), ministro da Justiça (1831-1832) e com a proclamação do Ato Adicional, em 1834, que transformava a Regência Trina em Una, foi eleito pela Assembleia Geral Regente do Império (1835-1837). Por isso, é considerado o primeiro chefe do Poder Executivo devidamente eleito na história do Brasil, aproximando-se do cargo atual ocupado pelo Presidente da República”.

Razões para digitalizar

Preservação do objeto original

Segundo Rodrigo Moreira Garcia, a digitalização é a melhor estratégia de que se tem conhecimento atualmente para fins de preservação do objeto.

A operação também se preocupa em reproduzir, tanto quanto possível, as características materiais da obra original, explica Garcia. “Há diretrizes internacionais (como as da IFLA,  a International Federation of Library Associations and Institutions) para o planejamento de digitalização de obras raras e especiais, e a BBM procura segui-las e adaptá-las para as nossas necessidades”.

Democratização

Tornar o livro raro acessível pela digitalização maximiza a descoberta e o uso das coleções raras e especiais em maior medida do que um acervo físico de uma biblioteca é capaz. “Sem digitalização, as coleções raras e especiais permaneceriam obscuras e desconhecidas, ou no máximo conhecidas por um número mínimo de especialistas“, diz.

7 livros de escritoras negras da Flip 2017 que você precisa conhecer

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Uma lista de títulos para ler antes e depois da 15ª Festa Literária Internacional de Paraty.

Amauri Terto, no HuffpostBrasil

Faltam poucos dias para 15ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty).

Entre 26 e 30 de julho, a cidade história do litoral sul do Rio de Janeiro será palco de reflexões e debates sobre as atuais narrativas produzidas no Brasil e no mundo.

Com curadoria da jornalista Josélia Aguiar, o evento literário mais importante do país abre neste ano espaço inédito para a diversidade de vozes da literatura negra.

E não só isso.

Pela primeira vez em sua história, a Flip traz um número de autoras supera o de autores. Serão 22 mesas com 46 autores, dos quais 22 são homens e 24 são mulheres.

O escritor homenageado deste ano será Lima Barreto (1881-1922), autor marginal cuja trajetória foi marcada pela crítica contundente ao cotidiano racista e de segregação social no Brasil.

Na abertura do evento, o público acompanhará uma aula ilustrada sobre a vida e obra do escritor carioca. A antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz (autora de Lima Barreto: Triste Visionário) e o ator Lázaro Ramos conduzem o programa.

Em diálogo com os questionamentos que suscitam da obra de Lima Barreto estão 7 livros de autoras negras convidadas da Flip deste ano: Ana Maria Gonçalves, Djaimilia Pereira de Almeida, Grace Passô, Scholastique Mukasonga, Joana Gorjão Henriques e Conceição Evaristo.

Nascidas no Brasil, Portugal e em países do continente africano – e também radicadas em outros regiões não citados – essas escritoras são donas de narrativas, discursos e perspectivas tradicionalmente excluídos em eventos do gênero dentro e fora do País.

A seguir, o HuffPost Brasil destaca uma obra de cada autora. São livros que revelam uma literatura brasileira plural e que merecem espaço urgente nas mentes, corações e estantes dos brasileiros.

1. Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves

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O romance Um Defeito de Cor conta a impressionante história de Kehinde, trazida da África como escrava para o Brasil no século XIX que após, muitas andanças, consegue comprar a própria alforria e regressar à África em busca do filho perdido. Lançada em 2006, a saga da heroína negra – inspirada na lendária figura baiana de Luísa Mahin – conecta discussões sobre poder, raça, cultura e sociedade. Catatau de mais de 900 páginas, a obra levou quatro anos para ser finalizada – incluindo pesquisa, escrita, reescrita (do zero) e revisão. Não à toa, Um Defeito de Cor alçou Ana Maria Gonçalves ao posto de voz fundamental na reflexões sobre racismo no Brasil.

2. Esse Cabelo, de Djaimilia Pereira de Almeida

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Livro de memórias, ficção e ensaio. E também um manifesto antirracista. Pode-se definir assim o livro Esse Cabelo, da escritora Djaimilia Pereira de Almeida, lançado no Brasil pela editora Leya. Nascida em Luanda, na Angola, e radicada nos arredores de Lisboa, em Portugal, a autora apresenta nesta obra uma bem-humorada biografia do próprio cabelo crespo – interligando questões de raça, feminismo e identidade. Djaimilia é doutorada em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa e uma das representantes da novíssima literatura em língua portuguesa. É também fundadora e dirigente da revista de literatura Forma de Vida.

3. Por Elise, de Grace Passô

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Uma dona de casa que fala sobre a vida dos seus vizinhos. Um cachorro que late palavras. Uma mulher perdida E um lixeiro em busca de seu pai. Esses são alguns dos personagens da peça Por Elise, escrito e dirigido por Grace Passô juntamente com o grupo Espanca!. Umas das primeiras peças da autora mineira, a obra lhe rendeu o APCA e o SESC/SATED de melhor dramaturga e, em 2005, o Prêmio Shell de melhor texto em 2006. No formato livro, o leitor pode acompanhar um olhar muito particular sobre as relações humanas e as contradições que a conduzem.

4. A Mulher de Pés Descalços, Scholastique Mukasonga

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Escritora premiada, a ruandesa Scholastique Mukasonga é conhecida por abordar em sua obra o genocídio da etnia a que pertence, tutsi, que ocorreu durante a sangrenta guerra civil de Ruanda em 1994. No romance A Mulher de Pés Descalços, o leitor acompanha a trajetória de Stefania, mãe da autora, uma senhora alegre e conselheira da vida amorosa das moças da vizinhança, que viveu em meio a terríveis cenários de extermínio, tornando-se, ao fim, mais uma das cidadãs assassinadas pelos hutus.

 

5. Racismo em Português, de Joana Gorjão Henriques

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Como a política colonial de Portugal na África marcou as relações raciais no continente? É ao redor desta questão que gira Racismo em Português: O Lado Esquecido do Colonialismo, da jornalista portuguesa Joana Gorjão Henriques. O livro é fruto de um longo trabalho de jornalismo investigativo. Foram dezenas de entrevistas pelos cinco países da África lusófona: Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Moçambique. Como resultado, a autora tenta mostrar até que ponto o racismo afeta as relações nesses países

6. Poemas da Recordação e Outros Movimentos, de Conceição Evaristo

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Primeiro (e até agora único) livro de poesias de Conceição Evaristo, Poemas da Recordação e Outros Movimentos é uma obra que tem a crítica social como fio condutor. Publicado originalmente em 2008, a obra aborda temas como pobreza, dor, amor, desejo e o tempo, numa escrita marcada por ritmo, expressividade e toda a experiência de vida da autora. Nascida numa favela de Belo Horizonte, Conceição Evaristo é hoje uma das principais representantes da literatura negra brasileira. Acadêmica com doutorado em Literatura Comparada pela UFF, voz ativa denúncia de discriminações no Brasil, a escritora tem textos publicados em coletâneas estrangeiras, assim como obras traduzidas em outras línguas.

7. O Tapete Voador, Cristiane Sobral

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Coletânea de contos, O Tapete Voador é o quarto livro da atriz, escritora e poeta Cristiane Sobral. Ele foi publicado no ano passado pela Malê, editora focada em títulos literários em língua portuguesa de autores negros, brasileiros, africanos e da diáspora. Nascida no Rio, Cristiane migrou nos anos 90 para Brasília, onde se tornou a primeira mulher negra graduada em Interpretação Teatral pela UnB. Com carreira estabelecida nos palcos, ela estreou na literatura em 2000. Neste livro, a autora apresenta 19 narrativas que abordam de forma inventiva e contundente diversos aspectos sobra a questão racial no Brasil, incluindo racismo, empoderamento e colorismo – apontando para a construção de uma identidade negra contemporânea.

Fundação de Jorge Paulo Lemann indica 10 livros para alavancar a carreira

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Paula Zogbi, no InfoMoney

SÃO PAULO – A Fundação Estudar, do empresário e filantropo Jorge Paulo Lemann, enviou ao InfoMoney uma lista com livros essenciais para aqueles que desejam alavancar a carreira. A curadoria foi produzida por especialistas da Fundação, cujo objetivo é melhorar o país traçando trajetórias de impacto para os jovens brasileiros.

Confira os títulos e uma breve descrição de cada um:

1.     Garra (Grid), de Angela Duckworth

Neste livro obrigatório para todos que desejam alcançar o sucesso, a psicóloga Angela Duckworth demonstra para pais, estudantes, educadores, atletas e empreendedores que o segredo para realizações incríveis não é o talento, mas uma mistura de paixão e perseverança que ela chama de “garra” – a capacidade de perseverar e produzir resultados além do puro talento, da sorte ou das eventuais derrotas. Ao usar como exemplo a própria história como filha de um cientista que, com frequência, notava sua falta de “genialidade”, Duckworth, agora professora e pesquisadora renomada, descreve as primeiras revelações que a levaram à hipótese de que não é a “genialidade” que realmente conduz ao sucesso, mas uma combinação especial de paixão e perseverança. Em “Garra”, ela cita o caso dos cadetes que se esforçam em seus primeiros dias na Academia Militar de West Point e de professores que trabalham nas escolas mais difíceis de lecionar dos Estados Unidos. Destaca conceitos e insights fascinantes buscados tanto na história quanto nos mais modernos experimentos sobre alta performance e, finalmente, compartilha com o leitor o que aprendeu ao entrevistar dezenas de pessoas bem-sucedidas nos mais diversos campos de atuação: do CEO do J. P. Morgan a um cartunista da The New Yorker e um treinador da National Football League, entre outros. Pessoal e inspirador, capaz de transformar vidas, “Garra” é um livro sobre o que se passa na cabeça das pessoas durante as derrotas e como isso – não o talento ou a sorte – pode fazer toda a diferença.

2.     Empresas feitas para vencer (Good to great), de Jim Collins

Considerado, pela Time Magazine, um dos livros de negócios mais importantes de todos os tempos, esta obra seminal de Jim Collins responde a seguinte pergunta: Como empresas boas, medianas e até ruins podem atingir uma qualidade duradoura? Empresas feitas para vencer mostra como as grandes empresas triunfam no decorrer do tempo e como o desempenho sustentável a longo prazo pode ser inserido no DNA de uma organização desde sua concepção. Collins apresenta exemplos que desafiam a lógica e transformam a mediocridade em uma superioridade duradoura. O autor apresenta também quais são as características universais que levam uma empresa a se tornar excelente e outras não. Os resultados do estudo irão surpreender muitos leitores e lançar novas abordagens sobre quase todas as áreas da gestão.

3.     Vencedoras por opção (Great by choice), de Jim Collins e Morten T. Hansen.

Este livro busca enumerar princípios para construir uma empresa de sucesso em tempos tidos como imprevisíveis e tumultuados. Os autores procuraram estudar companhias que alcançaram sucesso em cenários caracterizados por mudanças bruscas em que os gestores não podiam prever nem controlar. Depois, pretenderam comparar o desempenho dessas empresas com o de outras que não tiveram sucesso neste mesmo mercado. A obra visa apresentar estes resultados, tais como o estilo dos líderes das empresas de sucesso, inovação, o problema em seguir com velocidade decisões e ações.

4.     O lado difícil das situações difíceis (The hard thing about hard things), de Ben Horowitz

Em O lado difícil das situações difíceis, Ben Horowitz, um dos empreendedores mais respeitados e experientes do Vale do Silício, conta a história de como ele mesmo fundou, dirigiu, vendeu, comprou, geriu e investiu em empresas de tecnologia, oferecendo conselhos essenciais e normas de sabedoria prática para ajudar os empreendedores a resolver os problemas mais difíceis – aqueles de que as faculdades de administração não tratam. Seu blogue alcançou um público dedicado de milhões de leitores, que passaram a confiar no autor para ajudá-los a gerir suas próprias empresas. Horowitz, grande fã de rap, ilustra as lições empresariais com letras de suas músicas favoritas e fala a verdade nua e crua sobre os assuntos mais espinhosos, desde como demitir um amigo até saber o melhor momento para vender a empresa.

5.     Faça acontecer (Lean in), de Sheryl Sandberg

Neste livro absolutamente inspirador, Sheryl Sandberg investiga as razões de o crescimento das mulheres na carreira estar há tantos anos estagnado, identificando a raiz do problema e oferecendo soluções práticas e sensatas para que elas atinjam todo o seu potencial. Eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, Sheryl encoraja as mulheres a sonharem alto, assumirem riscos e se lançarem em busca de seus objetivos sem medo. Ela acredita que um maior número de mulheres na liderança levará a um tratamento mais justo de todas as mulheres. A executiva faz uma autorreflexão sincera sobre os acertos e os erros de sua carreira, que, unidos a uma pesquisa vasta, resultaram neste livro escrito com humor e sabedoria. “Faça acontecer” é um manifesto feminino para homens e mulheres, fundamental para se pensar os impasses e as questões de gênero no mundo do trabalho.

6.     Fora de Série (Outliers), de Malcolm Gladwell

O que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de “fora de série”? Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, Malcolm Gladwell mostra que ninguém “se faz sozinho”. Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular. Esses são os indivíduos fora de série. Para Gladwell, mais importante do que entender como são essas pessoas é saber qual é sua cultura, a época em que nasceram, quem são seus amigos, sua família e o local de origem de seus antepassados, pois tudo isso exerce um impacto fundamental no padrão de qualidade das realizações humanas. E ele menciona a história de sua própria família como exemplo disso.

7.     O poder da confiança (Speed of Trust), de Stephen M R Covey

Revolucionário e rompedor de paradigmas, o livro demonstra que a confiança é um fator de motivação econômica extremamente importante – uma habilidade adquirível e mensurável que torna as organizações mais lucrativas, as pessoas mais evidentes, os relacionamentos mais intensos. Covey, antigo Diretor Geral da Covey Leadership Center (fundada por seu pai, Dr. Stephen R. Covey), aborda sobre sua experiência de liderar uma empresa de US$100 Milhões de Dólares, para explicar como a confiança pode ajudar as pessoas a criar sucesso sem precedentes e prosperidade sustentável em cada aspecto da vida. Ele aponta os 13 comportamentos comuns aos Líderes altamente confiáveis e apresenta argumentos persuasivos que nos ajudam a aumentar e inspirar confiança em todos os nossos relacionamentos importantes.  O livro O Poder da Confiança, delineia um mapa para se estabelecer confiança em todos os níveis, construir caráter e competência, melhorar a credibilidade e criar uma liderança que inspire confiança.

8.     Extreme ownership, de Jock Willink e Leif Babin

Enviados para o mais violento campo de trabalho do Iraque, Jock Willink, Leif Babin e sua unidade da SEAL, enfrentaram uma missão aparentemente impossível: ajudar as forças norte-americanas a protegerem Ramadi, uma cidade considerada “quase perdida”. Ao lidar com vitórias difíceis, heroísmo e perdas trágicas, eles aprenderam que liderança, em todos os níveis, é o fator mais importante na vitória ou na perde de uma equipe. Depois de deixarem as equipes SEAL, lançaram a Echelon Front, uma empresa que ensina esses mesmos princípios de liderança para empresas e organizações. Desde startups promissoras até empresas presentes na Fortune 500, Babin e Willink ajudaram dezenas de clientes em uma ampla gama de segmentos a construir suas próprias equipes de alto desempenho e dominar seus campos de batalha. Agora, detalhando a mentalidade e os princípios que permitem às unidades SEAL realizar as missões mais difíceis em combate, a Extreme Ownership mostra como aplicá-las a qualquer equipe, família ou organização. Cada capítulo enfoca um tópico específico, explicando por que é importante e como implementá-los em qualquer ambiente de liderança. Uma narrativa atraente com instrução poderosa e aplicação direta, Extreme Ownership revoluciona a gestão de negócios e desafia líderes em todos os lugares a cumprir seu objetivo final: liderar e ganhar.

9.     Start with why, de Simon Sinek

Ao estudar os líderes que tiveram maior influência no mundo, Simon Sinek descobriu que todos pensam, agem e se comunicam exatamente da mesma maneira – e é o oposto completo do que todo mundo faz. Pessoas como Martin Luther King Jr., Steve Jobs e os irmãos Wright podem ter pouco em comum, mas todos começaram com o porquê. Com base em uma ampla gama de histórias da vida real, Sinek tece uma visão clara do que realmente leva para liderar e inspirar.

10.  Cultura de Excelência, de David Cohen

Criada em 1991 com objetivo disseminar uma cultura de excelência e alavancar os estudos e a carreira de universitários e recém-formados, a Fundação Estudar contabiliza seu impacto com 617 ex-bolsistas, 25 mil jovens beneficiados pelos cursos e 15 milhões de pessoas alcançadas pelos canais disponíveis na Internet. Como forma de celebrar essas histórias de sucesso, o jornalista David Cohen escreveu o livro Cultura de Excelência, lançado pela editora Sextante, convidando o leitor a conhecer a trajetória da Estudar, seus valores e métodos por meio de grandes cases de sucesso. Em Cultura de Excelência, cada capítulo se debruça sobre um dos seis princípios básicos em que a fundação se baseia para guiar o profissional à tão sonhada excelência. Esses valores – ter metas ambiciosas, trabalhar duro, unir-se a gente boa, investir em conhecimento, assumir o papel de protagonista em sua história e almejar um impacto positivo na sociedade – são o fio condutor do livro e são apresentados por meio de histórias inspiradoras de gente dedicada e comprometida, que seguiu à risca os ensinamentos da Fundação Estudar e hoje tem lugar de destaque no âmbito profissional.

Confira dez livros para ler ou presentear no Dia do Rock

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(foto: Divulgação)

(foto: Divulgação)

Publicado no Bem Paraná

O Dia Mundial do Rock é celebrado no dia 13 de julho. Pensando nisso, a Benvirá, selo para cultura, entretenimento e negócios da editora Saraiva, selecionou dez livros sobre o gênero musical para os roqueiros de plantão comemorarem a data. As obras também servem como dicas para quem quer presentear um amigo que gosta de rock n’ roll.

Nothin’ To Lose – A formação do Kiss, Eu sou Ozzy, No ritmo do prazer – amor, morte e Duran Duran e Jagger – A biografia estão entre os dez.

METALLICA – ALL THAT MATTERS

Com mais de três décadas de estrada, 140 milhões de discos vendidos e nove prêmios Grammy, o Metallica é uma das bandas mais importantes do planeta. ‘Metallica – All that matters’ – a história definitiva desvenda cada detalhe do passado da banda, os altos e baixos que levaram o grupo dos estádios para os tribunais e de lá para a reabilitação, enquanto desata os nós de algumas de suas maiores contradições. Com entrevistas inéditas de amigos esquecidos e ex-amantes, aqui está a história completa da banda, sem censura – e tudo o que importa para os fãs do Metallica de todas as gerações. (Benvirá, R$ 30,90)

EU SOU OZZY

Ozzy Osbourne é um dos nomes mais importantes no rock. Ao formar a banda Black Sabbath, ele ajudou a moldar um estilo que, anos mais tarde, se tornaria conhecido no mundo todo e adorado por milhares de fãs. Além do impacto musical, sua personalidade carismática e desvairada foi responsável por sua popularidade. Nos anos loucos em que esteve à frente do Sabbath, Ozzy protagonizou episódios de exageros com drogas, os quais resultaram em sua saída do grupo. Iniciou carreira solo bem-sucedida, também permeada pelos excessos. Após a morte trágica do guitarrista de sua banda e grande amigo Randy Rhoads em um acidente de avião, Ozzy diminuiu o ritmo e a intensidade de seu comportamento, mas nunca o talento. Nesta autobiografia, o “madman” conta em detalhes e com muito humor sua trajetória de sucesso, escândalos, amor e muito rock ‘n’ roll. (Benvirá, R$48,00)

CONFIE EM MIM – EU SOU O DR. OZZY

Pelas leis naturais, Ozzy Osbourne não deveria estar vivo. Ele passou 40 anos usando drogas, ‘comendo’ morcegos e bebendo. Quebrou o pescoço ao andar em um quadrículo a oito quilômetros por hora e ‘morreu’ duas vezes em comas induzido quimicamente. E agora – aos 62 anos de idade – ele está mais saudável e mais feliz do que nunca. Ele é um milagre da medicina! Então, quem melhor do que ele para oferecer conselhos médicos e palavras de conforto ao seu público? Em maio de 2010 do Sunday Times convidou ‘Dr.’ Ozzy para ter uma coluna de aconselhamento. Desde então, ele responde às perguntas que vão desde depressão do cão a dúvidas de adolescentes sobre sexo. Com sensibilidade até então desconhecida pelo público, Ozzy oferece sábios conselhos, entre eles o de se manter longe das drogas – assunto que ele domina. A coluna se tornou um fenômeno, e agora o Dr. Ozzy decidiu reunir todos os seus conselhos em um guia prático. O lema de Ozzy é que se pode sobreviver e desfrutar de uma vida feliz e saudável. (Benvirá, R$ 39,90)

NOTHIN’ TO LOSE – A FORMAÇÃO DO KISS

O cenário musical dos anos 1970 foi marcado por homens maquiados e com roupas espalhafatosas. Quando levaram essas características ao extremo, Gene Simmons e Paul Stanley ficaram a um passo de criar o Kiss. Com maquiagem, roupas chamativas e botas plataforma se transformaram em figuras paradoxais: cativantes e assustadoras ao mesmo tempo. Simmons virou “Demon” e Stanley se tornou “Starchild”. Aos dois, juntaram-se “Space Man” (Ace Frehley) e “Catman” (Peter Criss).

Com duas dezenas de discos lançados e 100 milhões de cópias vendidas, o Kiss é praticamente uma instituição do rock. Em mais de 40 anos de carreira, seu legado parece inesgotável, e sua legião de fã, inabalável. Para explicar o Kiss, o jornalista Ken Sharp, com a colaboração de Stanley e Simmons, vasculhou o passado da banda atrás de material exclusivo e histórias inéditas. E descobriu muito. Mais de 200 entrevistas depois, o resultado é Nothin’ To Lose, um relato íntimo e original sobre os passos iniciais da banda que conseguiu reinventar o rock. (Benvirá, R$ 44,00).

JAGGER – A BIOGRAFIA

Em ‘Jagger’, o jornalista musical Marc Spitz desvenda mistérios de um dos mais polêmicos e importantes personagens do rock de todos os tempos. Spitz traça um perfil de Jagger por meio das lembranças de amigos e colegas – roqueiros, cineastas, escritores e artistas – que cruzaram o caminho do Rolling Stone e revela as múltiplas facetas do cantor, até então escondidas sob sua imagem de sex symbol.

Nada escapa aos olhos e ouvidos atentos de Spitz: a fama de conquistador, os conturbados relacionamentos – com Marianne Faithfull e as ex-esposas Bianca Jagger e Jerry Hall –, a complexa e criativa parceria com Keith Richards e a rivalidade com os Beatles, no começo de tudo. Combinando biografia com história cultural, ‘Jagger’ se desdobra como um documentário vibrante, que vai da infância do artista numa família de classe média em Londres, no pós-guerra, até seu reconhecimento como cavaleiro da Coroa Britânica. Perspicaz, e muitas vezes engraçado, o livro oferece um retrato fiel do homem por trás do mito. (Benvirá, R$34,90)

ROCKS – MINHA VIDA DENTRO E FORA DO AEROSMITH

Antes de fazer shows em grandes arenas como integrante de uma das mais importantes e duradouras bandas de rock do mundo, Joe Perry era um garoto de classe média que vivia numa pequena cidade em Massachusetts, nos Estados Unidos. Nascido em 1950, ele idolatrava Jacques Cousteau, adorava passeios ao ar livre e seu grande sonho era ser biólogo marinho. Mas os vizinhos dos Perry tinham filhos adolescentes que tocavam guitarra… E o barulho que vinha da casa ao lado mudaria de vez sua vida.

A guitarra se tornou sua paixão, um objeto de desejo, uma válvula de escape para sua inquietação e sua alma rebelde. Logo, essa paixão se tornou uma obsessão, e ele montou uma banda. Uma noite, depois de um show, acabou conhecendo um músico jovem e barulhento chamado Steven Tallarico (futuramente, Steven Tyler); pouco tempo depois, nasceria o Aerosmith, na cidade de Boston. E tudo que aconteceu nos 45 anos seguintes é história: brigas homéricas entre os membros da banda, grandes quantidades de drogas e de bebida, internações em clínicas de reabilitação, estádios lotados, músicas de sucesso, disputas com empresários e reconciliações.

Recheado com mais de cem fotos, Rocks é o livro de memórias de uma vida que vai do topo do mundo ao fundo do poço – várias vezes. Fala de paixão e fama, persistência e companheirismo. Ao abordar sua incrível experiência ao lado dos colegas da banda, relata com uma sinceridade impressionante a intensa, porém conflituosa, relação com Tyler. (Benvirá, R$44,00)

COMO O ROCK PODE AJUDAR VOCÊ A EMPREENDER

Nem só de amor à música vivem as estrelas do rock. A profissionalização do setor fica cada vez mais evidente, e o que antes era apenas um grupo de amigos tocando para pequenas plateias tornou-se um negócio. Há algumas décadas, os músicos são empreendedores que têm um negócio (a música) e clientes (os fãs). Em “Como o Rock Pode Ajudar Você A Empreender”, os jornalistas Daniel Fernandes – fascinado por negócios – e Marco Bezzi – apaixonado pelo cenário musical – mostram, por meio das histórias de grandes nomes, como Legião Urbana, Guns N’ Roses e Beatles, lições de negócios que podemos tirar do universo musical. (Benvirá, R$ 24,90)

O BARULHO NA MINHA CABEÇA TE INCOMODA?

Steven Tyler é vocalista da famosa banda norte-americana Aerosmith, formada em Boston, Massachusetts, no início dos anos 70. Sua trajetória como líder da banda é narrada aqui, por ele mesmo, sem cortes: desde a formação como músico; o afastamento para tratar da dependência de drogas, sem muito sucesso; o regresso em 1984, quando, em turnê, Tyler chegou a desmaiar no palco… Ele também narra suas aventuras sexuais e fala do reconhecimento da paternidade da atriz Liv Tyler. Um livro polêmico – como é, muitas vezes, a vida de um astro do rock. (Benvirá, R$44,00)


RELENTLESS – 30 ANOS DE SEPULTURA

Em uma época em que fazer música poderia levar para a cadeia, quatro jovens de Belo Horizonte ousaram se aventurar por um ritmo pouco explorado no Brasil: o metal.

Com músicas polêmicas – “Antichrist” e “Bestial devastation” – e letras em inglês, o Sepultura começou, nos anos 1980, a trilhar um caminho de sucesso que o alçaria ao estrelato internacional. Em Relentless, o americano Jason Korolenko narra a história do grupo criado originalmente por Max, Igor, Jairo e Paulo; desde seu começo, quando o país passava por grandes transformações políticas, até os dias de hoje, com seus 30 anos de carreira. (Benvirá, R$ 39,90)

NO RITMO DO PRAZER – AMOR, MORTE E DURAN DURAN

A juventude dos anos 1980 foi à loucura do som Duran Duran, a banda inglesa que criou algumas das melhores músicas do nosso tempo. Desde seu single de estreia, “Planet Earth”, até seu disco mais recente, All You Needs Is Now, o Duran Duran sempre teve o mundo a seus pés.

A jornada da banda foi emocionante e sem limites e, para John Taylor, quase destrutiva. Agora, pela primeira vez, o baixista conta sua historia de sonhos realizados, lições aprendidas e, principalmente, demônios vencidos. (Benvirá, 42,50)

7 filmes inspirados por livros clássicos da literatura brasileira

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Cena do filme Macunaíma (Reprodução/Divulgação)

Cena do filme Macunaíma (Reprodução/Divulgação)

 

Uma seleção de boas produções do cinema que recriam obras literárias brasileiras

Publicado no Guia do Estudante

Nada substitui a leitura direta das obras literárias abordadas nos vestibulares. Mas os filmes que se baseiam nesses livros podem ampliar a compreensão a seu respeito. Muitos fornecem uma visão crítica das obras e até ajudam a memorizar os personagens, o espaço e o enredo. Vale a pena, então, procurar pelos títulos que foram adaptados para outras linguagens.

Lembre-se, porém, de que um filme não tem o compromisso de seguir fielmente a história na qual se inspirou. É outra criação artística, que amplia e enriquece a original.

MACUNAÍMA
Baseado na obra homônima de Mario de Andrade.
Direção: Joaquim Pedro de Andrade (1969). Colorido, 108 minutos. Elenco: Paulo José, Grande Otelo, Dina Sfat, Milton Gonçalves, Jardel Filho.
Sinopse: O herói sem caráter, que nasceu na selva e chegou à cidade para viver várias aventuras, ganhou nessa adaptação cores tropicalistas. O diretor Joaquim Pedro de Andrade fez uma leitura particular da obra de Mario de Andrade sem pretender a fidelidade absoluta ao livro.

A HORA DA ESTRELA
Baseado no romance homônimo de Clarice Lispector.
Direção: Suzana Amaral (1985). Colorido, 96 minutos. Elenco: Marcélia Cartaxo, José Dumont, Fernanda Montenegro.
Sinopse: Conta a história de Macabéa, migrante nordestina que trabalha como datilógrafa e perde o namorado para uma colega de trabalho. Ela recorre a uma cartomante para pedir conselhos amorosos e recebe dela a previsão de que encontrará um homem bonito e rico. O filme recebeu mais de 20 prêmios no Brasil e no exterior.

MEMÓRIAS PÓSTUMAS
Baseado no romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
Direção: André Klotzel (2001). Colorido, 101 minutos. Elenco: Reginaldo Faria, Sônia Braga, Walmor Chagas, Stepan Nercessian, Petrônio Gontijo.
Sinopse: O filme mostra a vida de Brás Cubas, contada por ele mesmo depois de sua morte. Entre as adaptações que o texto sofreu nessa produção, há um fator temporal. É como se o protagonista tivesse saído da tumba para contar sua história no ano 2000.

O TEMPO E O VENTO
Baseado na obra homônima de Erico Verissimo.
Direção: Paulo José, Walter Campos e Denise Saraceni (1985). Colorido, 7 horas e 30 min. (minissérie da Rede Globo). Elenco: Tarcísio Meira, Glória Pires, Armando Bogus, Lélia Abramo.
Sinopse: Essa produção, lançada em DVD em 2005, havia sido um sucesso na TV 20 anos antes. Conta a história de Ana Terra, do Capitão Rodrigo Cambará e de Bibiana, que estão no romance O Continente, integrante da obra O Tempo e o Vento.

POLICARPO QUARESMA, HERÓI DO BRASIL
Baseado no romance Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
Direção: Paulo Thiago (1998). Colorido, 123 min. Elenco: Paulo José, Giulia Gam, llya São Paulo, Antônio Calloni, Bete Coelho.
Sinopse: O major Policarpo Quaresma é um visionário, que ama o Brasil e quer seu progresso. Suas propostas, porém, são tidas como fora da realidade, e ele é criticado ao propor o tupi-guarani como língua oficial do país. Policarpo recebe ajuda de sua afilhada Olga e do compositor de modinhas Ricardo Coração dos Outros.

O AUTO DA COMPADECIDA
Baseado na peça Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.
Direção: Guel Arraes (2000). Colorido, 104 min. Elenco: Matheus Nachtergaele, Selton Mello, Fernanda Montenegro, Rogério Cardoso, Denise Fraga, Diogo Vilela, Marco Nanini.
Sinopse: As aventuras de João Grilo, nordestino esperto que vive de enganar os ricos e poderosos, e seu parceiro Chicó. Versão para o cinema de minissérie produzida para a televisão, o filme foi vencedor do Grande Prêmio Cinema Brasil nas categorias diretor, ator, roteiro e lançamento.

VIDAS SECAS
Baseado na obra homônima de Graciliano Ramos.
Direção: Nelson Pereira dos Santos (1963). Preto-e-branco, 103 min. Elenco: Átila Iório, Maria Ribeiro, Orlando Macedo, Jofre Soares.
Sinopse: Uma das principais produções do cinema novo brasileiro, conta a história de uma família de retirantes que atravessa o sertão para fugir da seca, na companhia da cadela Baleia. Premiado em festivais internacionais, foi indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras que não podem faltar em uma cinemateca.

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