Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Livrarias se reinventam para enfrentar crise e internet

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Publicado no Extra

RIO – Vista de fora, a Livraria Camerino, na Zona Portuária, parece uma loja de fotocópias, miudezas e artigos de papelaria. Mas quem cruza uma das três portas do antigo imóvel, em frente ao Jardim Suspenso do Valongo, descobre lá dentro um mundo de estantes e prateleiras abarrotadas de publicações usadas, entre elas, livros didáticos, romances, guias, almanaques e revistas raras. São 15 mil títulos à venda no sebo aberto desde 1971 e que pertence, há várias gerações, à família do livreiro Paulo Félix, de 55 anos. Já a livraria Lumen Chisti é especializada em edições novas, com conteúdos religiosos, mas quem procura a lojinha no pátio do Mosteiro de São Bento, também na área do Porto, encontra, ainda, chocolates e doces produzidos no Sul do país, imagens e medalhas.

Os dois endereços estão no “Guia de Livrarias da Cidade do Rio de Janeiro”, lançado pela Associação Estadual de Livrarias (AEL-RJ), no mês passado. Editado após dois anos de pesquisa, o material, no entanto, já chega às mãos dos leitores com necessidade de correção: dos 204 estabelecimentos listados, oito já fecharam as portas. Há três anos, eram 252.

Segundo o presidente da associação, Antônio Carlos de Carvalho, esse foi o primeiro guia do gênero produzido pela instituição e, como o objetivo era fazer um mapa completo, o levantamento incluiu todos os tipos de estabelecimentos do ramo. Há pequenas livrarias de rua, sebos, as que têm bistrô, as religiosas, as que diversificam com papelaria e as megalivrarias, que também vendem artigos eletrônicos. A diversificação pode ser a razão de essas casas resistirem aos tempos céleres da internet e dos e-books.

A MAIS ANTIGA É DE 1897

Das 204 apresentadas no guia carioca, a da Federação Espírita (Avenida Passos 28), fundada em 1897, é a única em atividade desde o século XIX. Além disso, sete foram abertas em 2016. No texto de abertura, o guia explica que esta mudança de perfil das lojas é, na verdade, uma volta às origens, “quando o livro era apenas um dos itens oferecidos”:

— Infelizmente, algumas que estão no guia, como a Casa Cruz e uma filial da Saraiva no Centro, fecharam. Mas ele mostra que ainda existem muitas. A realidade é que a grande maioria não vende só livros. Vende jogos, CDs, revistas e até café. Muitas se transformaram quase em bazares. Mas acredito que ainda é possível viver só de vender livros na cidade. Tanto que nossa família esta há mais 40 anos nesse ramo, e minha livraria só vende livros — defende Antônio Carlos, dono da Galileu (Rua Major Ávila 116, Tijuca).

Das livrarias cariocas, 25% são de títulos gerais, de várias áreas de conhecimento. As outras são segmentadas. Há 33 livrarias religiosas (sendo 15 evangélicas) e 27 sebos, segundo o guia. As que vendem livros didáticos e paradidáticos somam 28. A Livraria Camerino (Rua Camerino 52, Centro), por exemplo, tem principalmente livros de ciências exatas, para estudantes de graduação.

— Vendo pela internet para estudantes de 38 faculdades do Brasil, principalmente livros de engenharia e matemática. Metade do meu movimento vem daí — conta Paulo Félix, que, nos dias de visita guiada à Zona Portuária, costuma receber turistas à procura de livros sobre a história da região.

A Solário (Rua Sete de Setembro 169) é uma das tradicionais que resistem no Centro. Mas, como a maioria, também aderiu às vendas pela internet:

— Nos meses de janeiro e fevereiro, o forte são os didáticos. Ao longo do ano, vendemos os outros tipos de livros, como romance, esoterismo, autoajuda e infantis. Estamos sempre brigando com as vendas pela internet, com redes que compram em atacado e dão descontos. Tem até rede de eletrodomésticos vendendo livro no site. Mas, pela minha experiência, quem gosta de ler não vai desistir nunca de um livro. Temos que continuar — diz o gerente Alfredo Silva, há 15 anos na Solário.

Uma folheada no guia mostra que muitos proprietários diversificaram os negócios para garantir a sobrevivência. A Antiqualhas Brasileiras (Rua da Carioca 10, Centro) exibe na vitrine cachaça, objetos antigos e algumas capas de obras sobre o Rio Antigo. A Letra Viva (Rua Luís de Camões 10) é outro exemplo. No amplo salão, estantes de livros usados dividem espaço com as mesas de um bistrô. O proprietário Luiz Barreto acredita que o caminho para atrair os leitores é o ambiente:

— Somos um sebo, mas não aquele modelo antigo, escuro, empoeirado, mal-arrumado. O cliente vem e tem vontade de ficar mais tempo. Também fazemos leilões virtuais de livros de arte. O importante é diversificar os negócios.

ZONA NORTE TEM MAIS ESPAÇOS

Os endereços indicados no guia são divididos pelas regiões da cidade, com mapas e um pequeno resumo de cada estabelecimento. A Zona Norte aparece em primeiro lugar, com 63 lojas; seguida do Centro, com 60; da Zona Sul, com 54, e da Zona Oeste, com 28. A publicação, que não será vendida, foi distribuída para editoras, livrarias e órgãos públicos.

Em 2014 e 2015, a cidade perdeu 18 estabelecimentos, segundo a associação. Para Bernardo Gurbanov, diretor-presidente da Associação Nacional de Livrarias, a crise do setor não pode ser interpretada como o fim do livro:

— O desafio de manter uma livraria é muito grande. O livro concorre com muitas outras alternativas de entretenimento, com as novas tecnologias. E cabe às livrarias e às editoras buscarem alternativas, como oferecer serviços agregados. Mas acredito que o livro vai manter seu espaço, porque um mundo sem histórias é inconcebível.

Segundo o Painel das Vendas de Livros no Brasil, pesquisa que o Sindicato Nacional dos Editores de Livros divulga mensalmente em parceria com a Nielsen Bookscan, apesar da crise, houve um crescimento de 6,02% na quantidade de livros vendidos no país. Estudos mostram que o número de leitores voltou a aumentar: em 2011, representava 50% da população e, em 2015, chegou a 56%. O índice de leitura indica que o brasileiro lê, em média, 4,96 livros por ano. A média anterior era de quatro.

Livrarias investem em público de nicho

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A sommelier Alexandra Corvo na escola Ciclo das Vinhas, que abriu livraria especializada em vinhos

A sommelier Alexandra Corvo na escola Ciclo das Vinhas, que abriu livraria especializada em vinhos

Anna Rangel, na Folha de S.Paulo

Se não dá para competir com os preços, a logística ou o estoque das megalivrarias, a alternativa para as pequenas lojas é investir em nichos onde as grandes não conseguem ou não querem entrar.

Há quem se especialize em uma área, como música ou arquitetura, ou invista em títulos que as líderes do setor só entregam sob encomenda.

“Assim, o livreiro oferece duas coisas que as grandes não podem: uma curadoria bem apurada dos volumes e um atendimento cuidadoso, de saber o que o cliente quer”, diz Bernardo Gurbanov, presidente da ANL (Associação Nacional de Livrarias).

Segundo a entidade, os negócios de menor porte representam 70% das cerca de 3.100 livrarias brasileiras.

Para selecionar bem os volumes que estarão no catálogo, o empreendedor precisa dominar o assunto.

A sommelier Alexandra Corvo, 42, que abriu neste ano uma pequena livraria especializada em sua escola de vinhos, a Ciclo das Vinhas, desistiu de “ter todos os livros possíveis no acervo”.

“Entendi que ser livreiro significa aprender a escolher. Tem muito material ruim, e precisamos filtrá-lo”, diz.

ESPAÇO PARA CRESCER

Brasil lança poucos volumes e população ainda gasta pouco por ano

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O investimento no estoque foi baixo, segundo Corvo, já que a maioria das editoras trabalha sob consignação -ou seja, eventuais encalhes são devolvidos.

Mas, se a ideia é investir em um número grande de títulos, como a Free Note, livraria especializada em música, a empreitada pode custar mais. “Se recebemos 2.000 livros, são cerca de 1.500 capas diferentes.

Mas precisamos ter estoque para que o cliente possa pegar os livros e decidir ali mesmo pela compra”, diz o administrador Vinícius Grossi. Para ele, vale a pena assumir o custo extra.

A empresa, que faturou R$ 900 mil em 2016, espera crescer cerca de 10% em 2017.

Mas, além de ter o livro, é preciso indicá-lo para as pessoas certas. Por isso, o empresário deve estar atrás do balcão, ajudando o cliente a construir sua biblioteca.

“Entender a necessidade do freguês é um trabalho artesanal, que leva tempo, mas é indispensável”, afirma Gurbanov, da ANL.

Esse contato direto é o maior ativo da livraria Vilanova Artigas, especializada em arquitetura, segundo o proprietário, Antonio Ricarte, 54, o Toninho dos Livros.

Em 2016, sua empresa faturou cerca de R$ 600 mil.

Há 45 anos no ramo, quando circulava pelas faculdades paulistanas vendendo livros, ele se tornou fornecedor e amigo de arquitetos de renome, à época calouros.

“Eles nos pediam títulos e criamos um grande acervo de raridades porque aprendemos o que vale a pena vender”, afirma Ricarte.

O grande desafio do empreendedor, segundo Ribeiro, é capacitar a equipe de vendedores. Sem isso, fica difícil criar essa relação de confiança, fundamental para manter o negócio de pé.

E, para Ribeiro, é preciso se desapegar do anseio de oferecer o menor preço. Isso porque as grandes têm uma margem de negociação maior com as editoras. “O público de nicho busca qualidade, e isso custa”, diz.

PESQUISA DE CAMPO

Para identificar espaços no mercado, é preciso investigar os gargalos das líderes, diz Ribeiro. “O problema da grande é o sucesso da pequena.”

A produtora de eventos Elisa Ventura, 53, proprietária da livraria Blooks, descobriu na prática seu nicho: caçar itens já esgotados ou só disponíveis por encomenda nos grandes estabelecimentos.

“Os clientes relatavam dificuldades em encontrar alguns livros e fomos direcionando nossos esforços em função disso”, afirma.

Um jeito barato de descobrir essas lacunas é usar as redes sociais, segundo Ribeiro.

A dica é postar capas e testar a reação do público. Depois, basta entrar em contato e oferecer o título.

“As redes são o novo balcão, mas a maioria dos livreiros não percebeu isso”, afirma Ribeiro.

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13º lugar
é a posição do Brasil no ranking mundial dos maiores mercados de livros

70%
das livrarias brasileiras são de pequeno porte

R$ 37,74
é o tíquete médio nas livrarias do país

27,54%
é o desconto médio dado aos livros, em relação ao preço de capa

Sete livrarias com cafés em Curitiba para você aproveitar a leitura

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Roteiro de lugares da cidade onde, além de escolher um livro, você ainda aproveita para tomar café

Laura Beal Bordin, Gazeta do Povo

Poucos são os que discordam que um livro fica melhor com um café na mão. O principal ponto é que essa combinação tem o poder de transformar tanto a leitura, que fica mais prazerosa, quanto o café, que fica ainda mais saboroso. Confira sete livrarias com cafés para você aproveitar um cafézinho enquanto aproveita o prazer de ler um bom livro.

Livraria Cultura

No segundo piso da loja, a Liquori Caffè Gourmet oferece desde os cafés mais simples até os mais elaborados, uma série de sanduíches e doces. Para beber, o que mais mais sucesso é o drink negresco, que é feito com café, leite sorvete e essência de baunilha, biscoito negresco picado, chantilly e calda de chocolate (R$ 18,90). Para comer, uma opção é o pisa, que leva pão sírio, creme de iogurte, mussarela de búfala, peito de peru, tomate e alface (18,50).

Arte & Letra

A Livraria Arte & Letra não é nem livraria, nem cafeteria, nem editora. É uma livraria-cafeteria-editora. Lá, além dos livros, é claro, primeiro você escolhe o café e depois a receita. Os livros editados também são selecionados: a ideia é sempre formar leitores por meio das palavras. Lá, é possível provar a degustação de espressos – A Polaquinha, Molly Bloom e Chinaski – todos nomes relacionados a obras literárias (R$15) e provar um ratatouille vegano com arroz cateto (R$ 24,90).

Le Mundi Livroteca

Em um conceito diferente de livraria, a Le Mundi Livroteca é mais uma cafeteria do que uma livraria. Lá, você pode degustar os cafés mais diferentes, encontrar livros exclusivos e ainda levá-los para casa como forma de locação. Um dos carros-chefes da casa é o Mocha-Paris com café espresso, calda de chocolate e leite cremado. (R$ 7,50). A comidinha preferida é o brownie que pode ser de doce de leite, chocolate, oreo ou nutella com calda (R$ 9) ou com gelato (R$ 18).

Livraria Saraiva (Shopping Crystal)

Quem passa pela livraria Saraiva do Shopping Crystal pode fazer uma pausa para o café no Café na Escada. Além da bebida, os apreciadores de livros ainda contam com sanduíches, tortas e bolos caseiros. Além de nada do que sai do café seja industrializado, os tradicionais espresso (R$ 5) e o pão de queijo (R$ 4,20) ainda são os preferidos.

Livraria Curitiba (ParkShopping Barigui)

Na livrarias Curitiba do ParkShopping Barigui, o Café do Ponto serve aos amantes da leitura o melhor dos doces. Além do tradicional espresso curto (R$ 5,90), a casa serve o Frapê Red Velvet, que leva essência de framboesa, cereja e sorvete (R$ 16,90). Até o final de outubro, 30% do valor será doado a instituições participantes de ações do Outubro Rosa. Para comer, que tal um brownie (R$ 7,90) ou uma torta (R$ 13,50)?

Livraria Curitiba (Palladium)

Quem visita a Livrarias Curitiba do Shopping Palladium também pode contar com um Café do Ponto enquanto busca o livro ideal.

Livraria Cultura e Saraiva passam a vender dentro do Mercado Livre

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Livraria Cultura (foto), que foi pioneira no e-commerce, tem focado suas atenções em diversificar seus canais de venda.  Hugo Harada/Gazeta do Pov

Livraria Cultura (foto), que foi pioneira no e-commerce, tem focado suas atenções em diversificar seus canais de venda. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Parcerias fortalecem atuação do Mercado Livre no segmento literário e aproximam a empresa dos grandes negócios

Publicado na Gazeta do Povo

Apesar de ter crescido como uma plataforma para que pessoas físicas e pequenas empresas pudessem anunciar seus produtos, o Mercado Livre tem se aproximado cada vez mais dos grandes negócios. A empresa fechou parcerias com a Livraria Cultura e a Saraiva para que ambas vendam livros dentro do site do Mercado Livre. São parcerias que fortalecem o e-commerce do Mercado Livre no segmento literário e também dão continuidade ao projeto da empresa de ser o maior site de comércio eletrônico do país.

A Livraria Cultura fechou a parceira com o Mercado Livre neste mês. A empresa colocou à venda mais de 30 mil livros no site do Mercado Livre, com a possibilidade de expandir para até 250 mil títulos. Já em agosto, foi a vez da Saraiva anunciar a parceria com a gigante do comércio eletrônico. A livraria colocou, no primeiro mês, mais de mais de 20 mil livros de literatura nacional e em língua estrangeira à venda na plataforma do Mercado Livre. Hoje, as obras já passam de 70 mil.

Além da Cultura e da Saraiva, o Mercado Livre já conta com a parceira da Livrarias Curitiba e da Livraria Martins Fontes. A empresa paranaense começou a vender no Mercado Livre em junho e já oferece mais de 20 mil livros. A Martins Fontes entrou no e-commerce de origem argentina em setembro e oferece, atualmente, mais de 50 mil obras.

O Mercado Livre conta com mais de 4 milhões de livros anunciados em sua plataforma, o que inclui os títulos disponibilizados por pessoas físicas e pequenos e médios negócios. No ano passado, esse número era de 2,3 milhões.

Saraiva põe 10% do acervo de livros à venda no Mercado Livre

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Oli Scarff/Getty Images

Oli Scarff/Getty Images

Publicado Metro

O Mercado Livre inicia na próxima semana a venda de livros da rede de livrarias Saraiva, ampliando atuação numa das principais categorias de produtos do comércio eletrônico.

A Saraiva, maior rede de livrarias do Brasil, com 111 lojas, vai colocar inicialmente à venda pelo Mercado Livre cerca de 10% de seu acervo, num total de 21 mil títulos, disse o vice-presidente de operações da maior empresa de comércio eletrônico do país, Stelleo Tolda.

“Esta categoria (livros) está entre as principais, com uma frequência maior e quantidade maior de compras”, disse Tolda, sem dar detalhes específicos.

O executivo afirmou que o Mercado Livre sempre teve disponível a categoria de livros, mas apenas neste ano decidiu dar mais atenção ao segmento que no país tradicionalmente é mais trabalhado pelas grandes redes de varejo físico do setor e que desde 2014 passou a contar com a concorrência da gigante do varejo online global Amazon.com.

Segundo o diretor de comércio eletrônico da Saraiva, Adriano Tavolassi, a cada quatro livros comprados no Brasil, um é comprado em lojas ou pelo site da rede. “Nossa expectativa é aumentar as categorias de produtos disponíveis em nossa loja online dentro do Mercado Livre, como artigos de papelaria e o Lev (leitor de livros digitais) da Saraiva”, disse o executivo.

Tolda, do Mercado Livre, afirmou que o acordo com a Saraiva prevê oferta de descontos nas comissões aplicadas pelo site sobre as vendas, mas não falou sobre números. A expectativa da empresa é que até o final do ano a oferta de livros no Mercado Livre cresça 10 vezes.

Os executivos comentaram que as operações logísticas da loja da Saraiva no Mercado Livre devem ser realizadas pela própria livraria. Porém, Tolda afirmou que há potencial de convencer a rede a deixar esta parte da operação também a cargo do Mercado Livre, como forma de agilizar tempos de entrega dos produtos.

O Mercado Livre teve alta de 76% na receita total no segundo trimestre ante mesmo período de 2016, a US$ 180 milhões. Já a Saraiva teve estabilidade na receita, a US$ 370,3 milhões, mas as vendas online tiveram avanço de quase 11%, a US$ 133,8 milhões.

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