Os Meninos Que Enganavam Nazistas

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Aplicativo oferecerá aulas de Alto Valiriano, idioma de ‘Game of Thrones’

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DAENERYS É A ÚNICA PERSONAGEM QUE FALA ALTO VALIRIANO NO DIALETO CORRETO (FOTO: REPRODUÇÃO)

DAENERYS É A ÚNICA PERSONAGEM QUE FALA ALTO VALIRIANO NO DIALETO CORRETO (FOTO: REPRODUÇÃO)

 

Publicado na Galileu

O Duolingo, app no qual é possível aprender idiomas, oferecerá aulas para quem quer falar como Daenerys Targaryen, de Game of Thrones. O curso de Alto Valiriano está sendo finalizado e, segundo o site do app, deve ficar disponível em 16 de julho, data de estreia da sétima temporada da série. As aulas serão oferecidas em inglês.

As lições estão em processo de desenvolvimento há oito meses na plataforma ‘Incubadora’ do Duolingo. O principal responsável por elaborar as aulas é David J. Peterson, que criou o idioma para a série. Ele também recebeu apoio de mais três especialistas.

Na segunda-feira (10), o linguista deixou na página do aplicativo a mensagem ‘Valyrio Māzis’. A tradução corresponde a ‘Valiriano está chegando’. O aviso faz alusão à frase ‘o inverno está chegando’, característico do seriado da HBO.

Jogo dos estudos

Esse não é o primeiro curso dedicado ao universo habitado por Jon Snow, Sansa e Arya Stark: a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, terá em sua grade a aula “The Real Game of Thrones: From Modern Myths to Medieval Models” (O Verdadeiro Jogo dos Tronos: dos Mitos Modernos para os Modelos Medievais, em tradução livre), que tem como objetivo analisar como a série “ecoa e adapta, bem como distorce a história e a cultura do ‘mundo medieval’ da Eurásia entre 400 e 1500”.

Netflix vai adaptar Caixa de Pássaros estrelando Sandra Bullock

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(Imagem: Divulgação)

(Imagem: Divulgação)

Publicado no Literatura Policial

Via Bookriot – A Netflix anunciou a adaptação de “Caixa de Pássaros”, thriller psicológico de Josh Malerman lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. Sandra Bullock será Malorie, mãe de duas crianças pequenas que sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

Susanne Bier, dinamarquesa vencedora do Oscar (In a Better World, Brothers, Serena), vai dirigir o filme. Eric Heisserer, indicado para o Oscar (The Arrival) escreveu o roteiro. O produtor Scott Stuber estava desenvolvendo o filme na Universal, mas trouxe o projeto com ele quando migrou para a Netflix. A produção começará em agosto.

3.000 livros raros da Biblioteca Brasiliana da USP estão disponíveis para download

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Biblioteca da USP abriga uma coleção de cerca de 60 mil volumes de livros raros e manuscritos, doados por bibliófilos

Biblioteca da USP abriga uma coleção de cerca de 60 mil volumes de livros raros e manuscritos, doados por bibliófilos

 

Juliana Domingos de Lima, no Nexo

A Biblioteca Guita e José Mindlin abriga uma coleção de cerca de 60 mil volumes de livros raros e manuscritos e pertence à Universidade de São Paulo. Agora, 3.000 títulos do acervo podem ser consultados on-line e baixados na plataforma digital da biblioteca, lançada em 5 de julho.

O projeto de digitalização, que conta com a colaboração da Superintendência de Tecnologia da Informação e do Centro de Tecnologia da Informação da USP de São Carlos, teve início em 2008. Entre as obras disponíveis atualmente, há livros, folhetos, periódicos, manuscritos, mapas e imagens. Alguns chegam a ter cinco séculos de idade.

Novas obras serão acrescentadas ao acervo digital a cada semana.

Por se tratarem de livros antigos, muitos já estão em domínio público, livres de direitos autorais, o que possibilita sua digitalização e disponibilização para download no formato pdf.

O Nexo pediu ao bibliotecário Rodrigo Moreira Garcia, coordenador responsável do projeto, que realizasse uma seleção de sete destaques entre as obras digitalizadas até o momento. Aqui sua seleção:

“Warhaftig Historia und beschreibung eyner Landtschafft der Wilden […]”, de Hans Staden (1557)

“Obra de um viajante alemão do século 16. A primeira edição publicada em 1557, descreve suas experiências no Brasil e como escapou de ser devorado por índios tupinambás em um ritual antropofágico.

O texto teve um papel importante na construção de um imaginário sobre o Brasil e influencia até hoje produções na literatura, cinema e artes plásticas que se debruçam sobre a formação e a identidade nacional. A BBM também possui uma edição em português de 1900.”

“Arte de grammatica da lingoa mais usada na costa do Brasil”, de José de Anchieta (1595)

“Primeira edição, de 1595, do livro escrito pelo padre José de Anchieta, da Companhia de Jesus. Anchieta escreve a gramática ao perceber a grande semelhança da língua falada pelos indígenas do litoral: os tupis. Os jesuítas, desde cedo, determinaram que a catequese seria mais facilmente realizada se usassem a linguagem dos nativos. Assim, essa obra surge como um instrumento da conversão do indígena.”

23 obras de João do Rio

“Entre as novas digitalizações, destacam-se as obras de João do Rio, pseudônimo de Paulo Barreto, jornalista, cronista, contista e teatrólogo brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras.

João do Rio foi importante cronista da vida carioca, no início do século 20. Em sua obra, o autor traduz, com maestria, os processos de modernização tanto políticos quanto sociais da então capital federal e suas consequências – tanto positivas, como a urbanização e o saneamento, e negativas, como a marginalização e a exclusão social.

Dentre suas obras mais importantes, destacam-se: “Psychologia urbana”, de 1911  ; “Os dias passam”, de 1912; e “No tempo de Wencesláo”, de 1917.

Os 9 fascículos da revista “KLAXON: mensário de arte moderna” (1922-23)

“Lançada em São Paulo no mesmo ano que se realiza a Semana de Arte Moderna, ‘Klaxon’ é a primeira revista modernista do Brasil. Do comitê de redação, participam ativamente Menotti del Picchia e Guilherme de Almeida. Das diversas revistas modernistas que proliferam no Brasil dos anos 1920, Klaxon sem dúvida é a mais audaciosa, a mais renovadora e a mais criativa, não só por sua belíssima diagramação, como pelas modernas ilustrações de Brecheret e Di Cavalcanti. A revista traz artigos e poemas de autores franceses, italianos e espanhóis, todos em suas línguas originais; e, além disso, poemas de Manuel Bandeira e Serge Milliet (que assinava assim na época) compostos em francês. Irreverente e sarcástica, Klaxon apresenta um perfil de típica agressividade vanguardista”.

Os 18 fascículos de “O Patriota: jornal litterario, político, mercantil” (1813-1814)

“A publicação dos 18 números de ‘O Patriota, Jornal Litterario, Politico, Mercantil’, entre fevereiro de 1813 e dezembro de 1814, na Impressão Régia, Rio de Janeiro, representou o aparecimento do que hoje chamaríamos de primeiro periódico dedicado exclusivamente à difusão do conhecimento científico no Brasil. Seu redator (hoje diríamos editor) era o baiano Manuel Ferreira de Araújo Guimarães (1777-1838). Apresenta expressiva contribuição iconográfica (gravuras, tabelas e quadros) e trata de temas como botânica, zoologia, mineralogia, cartografia, filosofia, viagens, literatura, história, medicina, matemática, química, topografia, hidráulica e navegação, entre outros”.

O documento do Dia do Fico

“Edital. O Senado da Camara, julga do seu dever anunciar ao Povo desta Cidade, que hoje ao meio dia, poz na Presença de S.A.R. o Principe Regente do Brasil as representações […]. Imprensa Nacional. 1822.

Assinado por José Martins Rocha, é o edital que comunica a resolução de D. Pedro de permanecer no Brasil, datado de 9 de janeiro de 1922, dia do Fico.”

Documentos assinados por Diogo Antônio Feijó

Diogo Antônio Feijó, (São Paulo, 1784 -1843), foi um sacerdote católico e estadista brasileiro.

Em seu primeiro cargo político, foi vereador em Itu. Foi deputado por São Paulo às Cortes de Lisboa, abandonando a Assembleia antes da aprovação da Constituição. Foi deputado geral por São Paulo (1826 e 1830), senador (1833), ministro da Justiça (1831-1832) e com a proclamação do Ato Adicional, em 1834, que transformava a Regência Trina em Una, foi eleito pela Assembleia Geral Regente do Império (1835-1837). Por isso, é considerado o primeiro chefe do Poder Executivo devidamente eleito na história do Brasil, aproximando-se do cargo atual ocupado pelo Presidente da República”.

Razões para digitalizar

Preservação do objeto original

Segundo Rodrigo Moreira Garcia, a digitalização é a melhor estratégia de que se tem conhecimento atualmente para fins de preservação do objeto.

A operação também se preocupa em reproduzir, tanto quanto possível, as características materiais da obra original, explica Garcia. “Há diretrizes internacionais (como as da IFLA,  a International Federation of Library Associations and Institutions) para o planejamento de digitalização de obras raras e especiais, e a BBM procura segui-las e adaptá-las para as nossas necessidades”.

Democratização

Tornar o livro raro acessível pela digitalização maximiza a descoberta e o uso das coleções raras e especiais em maior medida do que um acervo físico de uma biblioteca é capaz. “Sem digitalização, as coleções raras e especiais permaneceriam obscuras e desconhecidas, ou no máximo conhecidas por um número mínimo de especialistas“, diz.

Harry Potter é tema de curso de história na Unicamp para público da terceira idade

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Harry Potter (Foto: Divulgação)

Harry Potter (Foto: Divulgação)

Obra literária da escritora britânica J. K. Rowling é destaque em oficina do programa UniversIDADE, gratuito e aberto a pessoas com mais de 50 anos.

Fernando Evans, no G1

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) oferece, a partir de agosto, um curso de história cujo tema é o clássico literário Harry Potter, da escritora britânica J. K. Rowling. A oficina faz parte do programa UniversIDADE, que desenvolve atividades de extensão gratuita para o público acima dos 50 anos.

Instrutor da oficina, Victor Henrique da Silva Menezes, de 25 anos, conta que foram alunos do curso que ministrou no primeiro semestre deste ano os responsáveis pela incursão no universo de Harry Potter.

“Dei aulas sobre a Roma antiga no cinema, comentando referências históricas nas produções, e alguma vezes usei o Harry Potter como exemplo, para falar da influência na literatura. Para minha surpresa, boa parte da sala conhecia a história e eles sugeriram a obra como tema.”

Aluno do curso de mestrado em história no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, Menezes é fã da série, e acompanha os livros desde os 11 anos de idade. Apesar disso, apronfundou-se nas pesquisas para preparar 17 aulas sobre o tema.

“O Harry Potter é como um fio condutor do curso. Vamos partir da obra, discutir os livros e a história, mas também questões que aparecem ali. Estou desde maio preparando o curso. Tenho lido bastante sobre história contemporânea, da Inglaterra e Europa, livros sobre cultura inglesa. Vamos ler o livro tentando entender o nosso mundo contemporâneo”, explica Menezes.

Para todas as idades

O instrutor lembra que um dos maiores erros de quem não conhece a obra de J. K. Rowling é imaginá-la como literatura infantil. “Há uma ideia de que é um livro para crianças, e não é. Temas importantes são abordados, como o papel da mulher, sexualidade.”

A força dos personagens também é destaque na oficina, que conta com alunos da chamada “melhor idade”.

Sem preconceito

Trabalhar com questões de gênero e sexualidade com um público acima dos 50 anos deixou o instrutor um pouco receoso, mas a reação dos alunos ajudou a quebrar paradigmas e serviu de lição para Menezes.

Para o historiador, a abertura encontrada com o grupo de alunos, com idades entre 51 e 85 anos, serviu para mostrar que o preconceito não tem relação com as visões de diferentes gerações.

“Fiquei um pouco com medo de como seria a reação, e logo na primeira aula do outro curso eles falaram tranquilamente sobre sexualidade, gênero. Às vezes, achamos que determinado público não terá interesse em debater determinado tema. Numa sala de aula, tudo pode ser falado. Esse curso demonstrou bastante isso.”

Entre os temas que Harry Potter levará às salas do UniversIDADE é a homosexualidade. “Nos últimos livros da J. K. Rowling, havia indício que o personagem Dumbledore seria gay. A autora confirmou isso depois. O bacana que isso não precisa ser um rótulo. Ele é importante na história, é o tutor do Harry Potter, e o fato de ser gay não muda nada na história”, comenta.

Entre os personagens de Harry Potter, também haverá destaque para a força da mulher. “É uma característica da autora criar personagens muito fortes, protagonistas”, destaca o instrutor.

Inscrições

O programa UniversIDADE, mantido pela reitoria da Unicamp, oferece cursos de extensão em quatro diferentes áreas para o público que tem acima de 50 anos. “O programa tem um caráter social e é aberto a toda a comunidade da universidade e moradores de Campinas e região”, destaca Katia Stancato, coordenadora do UniversIDADE.

As oficinas estão separadas em quatros áreas: Arte e Cultura, Esportes e Lazer, Saúde física e mental, e Sociocultural e Geração de renda. As inscrições podem ser feitas no site do programa, e funcionarão em duas etapas:

Dias 24 e 25 de julho – Inscrições nas oficinas para os alunos inscritos no programa
Dias 26, 27 e 28 de julho – Inscrições de novos alunos

O curso “Harry Potter: História, Cultura e Relações de Gênero no Mundo Mágico de J. K. Rowling” começa no dia 15 de agosto e vai até 5 de dezembro, com aulas às terças, das 14h às 17h.

Conheça lugares que inspiraram filmes e livros de ficção

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livraria Lello, em Portugal.

Publicado no Notícias ao Minuto

Autores de livros ou cineastas costumam se inspirar em lugares da vida real para criar cenários mágicos ou fantasiosos. Em várias cidades do mundo, é possível fazer turismo e visitar pontos que serviram de base para grandes histórias.

A famosa escola de bruxos de “Hogwarts”, da série “Harry Potter”, foi inspirada no Castelo de Alnwick, em Oxford, na Inglaterra, país natal da autora J.K Rowling. Já as colinas que circundam o lago na cidade fantasiosa de Harry Potter, são, na realidade, as margens do Loch Shiel, em Lochaber. Já as escadarias de madeira da livraria Lello, no Porto, serviram de inspiração para as escadas de Hogwarts.

Castelo de Alnwick, em Oxford

Castelo de Alnwick, em Oxford

Trechos do famoso romance “Viagem ao Centro da Terra”, de Jules Verne, foram totalmente inspirados na península de Snaefellsnes, ao noroeste da Islândia. Já o herói de Alexandre Dumas que roubava dos ricos e dava aos pobres, Robin Hood, teve seu quartel general inspirado na floresta de Sherwood, em Nottinghamshire. Na cidade são realizados diversas festas celebrando o personagem.

Foto: BILL STOREY

Loch Shiel, Escócia. Foto: BILL STOREY

 

Por fim, o local onde “vivem” Os Três Mosqueteiros, também do romancista francês Alexandre Dumas, foi inspirado na região da Gasconha, na França. Com informações da Ansa.

Península de Snaefellsnes, Islândia.

Península de Snaefellsnes, Islândia.

 

Floresta de Sherwood, em Nottingham, Inglaterra

Floresta de Sherwood, em Nottingham, Inglaterra

 

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