livros

Conto romântico de John Green, autor de A Culpa é das Estrelas, será adaptado para os cinemas

0

Trama faz parte do livro Deixe A Neve Cair, que também traz histórias de dois outros escritores, todas ambientadas na véspera de Natal.

Publicado no Boa Informação [via  Adoro Cinema]

O estúdio Universal Pictures comprou os direitos de adaptação para os cinemas do livro Deixe A Neve Cair. Lançado em 2008, o romance traz três histórias amorosas distintas envolvendo adolescentes durante a véspera de Natal, enquanto uma forte nevasca castiga a cidade de Gracetown.

John Green

John Green

O conto “O Milagre da Torcida de Natal” é da autoria de John Green, famoso por seus livros voltados para o público juvenil. Esse segmento acompanha o personagem Tobin e seus amigos, que estão prontos para passar o Natal assistindo filmes do James Bond quando decidem sair da zona de conforto para ir se encontrar com belas líderes de torcida que estão na região. Deixe A Neve Cair traz ainda os contos “O Expresso Jubileu”, de Maureen Johnson, e “O Santo Padroeiro dos Porcos”, de Lauren Myracle.

Esta será a terceira vez que uma obra de John Green será adaptada para os cinemas. A Culpa é das Estrelas, seu livro de maior sucesso, ganhou um elogiado e rentável filme estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort. Atualmente, está sendo desenvolvida a versão para as telonas do livro Cidades de Papel, que terá Nat Wolff e Cara Delevingne como protagonistas e tem estreia prevista para o dia 30 de julho de 2015.

Ainda não há previsão para início de produção, nem informações sobre o diretor do filme e o elenco de Deixe A Neve Cair.

Cartunista islandês lança no Brasil livro com piadas sobre temas polêmicos, de zoofilia ao nazismo

0

Em ‘Como você pode rir de uma coisa dessas?’, cartunista islandês faz humor com temas macabros

Cartum de Dagsson, desenhista islandês, autor de "Como você pode rir de uma coisa dessas?" - Reprodução /

Cartum de Dagsson, desenhista islandês, autor de “Como você pode rir de uma coisa dessas?” – Reprodução /

Bolívar Torres em O Globo

RIO – Pode-se rir de tudo — mas não com todo mundo. A clássica frase do francês Pierre Desproges se aplica com perfeição ao trabalho do cartunista Dagsson. Nem todos vão rir dos seus desenhos, por mais que ele tente fazer graça com tudo. Publicados pela primeira vez no Brasil no recém-lançado “Como você pode rir de uma coisa dessas?” (Editora Veneta), que reúne em um só volume três livros do autor islandês, os despudorados cartuns trazem piadas sobre zoofilia, nazismo, vômito, esquartejamento, bullying, miséria, solidão… Um pacote insólito que faz jus ao seu título brasileiro.

— Se todo mundo gostasse do meu trabalho, eu estaria fazendo algo errado — diz o desenhista, em entrevista por e-mail. — As pessoas devem discordar sobre arte. Se alguns se sentem ofendidos por meus cartuns, isso é bom. Não há nada errado em ser ofendido. Eu, por exemplo estou sempre ofendendo a mim mesmo, buscando meus próprios limites.

Para o bem ou para o mal, é impossível ficar indiferente ao livro de Dagsson. Os próprios editores reuniram, na contracapa, algumas das reações iradas na imprensa internacional. Entre os xingamentos dos críticos, “lixo” é talvez o mais suave. “Proíbam esse livro”, suplica um jornalista do “Irish sun”. Já o resenhista do “Gateway Sun” afirma que o autor tem menos talento que o seu cachorro: “Não quero tal livro na minha casa, vou colocá-lo no lixo reciclável na esperança de que seu papel possa ser aproveitado em um título mais merecedor”, resume.

O traço singelo e tosco do cartunista islandês dá um toque infantil aos desenhos (que, de fato, poderiam ter sido feitos por qualquer criança) e que contrasta com a violência dos temas. Buscando constantemente quebrar todos os tabus, Dagsson nos leva a refletir sobre a linha tênue que separa provocação e mau gosto.

— É difícil dizer o que é provocação e o que é mau gosto — avalia o autor. — Acho que esses cartuns são como uma terapia para mim. Tenho consciência da feiura do ser humano e uso o humor para lidar com isso.

Traço infantil e provocação - / Reprodução

Traço infantil e provocação – / Reprodução

A origem dessa visão macabra é um mistério. Dagsson afirma que teve uma infância banal — nenhum trauma, nenhum episódio envolvendo facas ou picadinho de crianças (sim, há um cartum sobre isso). Quando criança, ele gostava de ler quadrinhos como “Calvin & Haroldo”. Só mais tarde, descobrindo Monthy Python na adolescência, percebeu que “assassinatos e vômitos podiam ser divertidos”. Além dos conflitos entre provocação e mau gosto, o cartunista aprecia outra linha tênue: aquela que separa o horror e o humor.

— Minha infância foi normal e entediante — conta. — Quando criança, sempre gostei da fantasia. Tinha uma vívida imaginação. Sou extramente tímido, porém. E ainda o sou. Tinha medo de tudo e usei minha imaginação para escapar da realidade. Agora uso a imaginação para ridicularizar a realidade.

Ao folhear as páginas de “Como você pode rir de uma coisa dessas?”, o leitor poderá achar que atingiu o cume da miséria humana. Dagsson, porém, jura que pode ir mais longe. Por incrível que pareça, ele revela que pratica a autocensura. Chega até a largar a caneta sempre que uma ideia “particularmente horrível” está para ganhar vida. Perguntado sobre qual de seus desenhos considera mais chocante, o cartunista dá a entender que o pior ainda está para vir.

— Acho que esse desenho ainda não foi feito — garante.

Cartunista jura que já praticou autocensura - / Reprodução

Cartunista jura que já praticou autocensura – / Reprodução

Lista déjà-vu

0

Posições e números mudam pouco e livro de Augusto Cury briga pelo segundo lugar na lista anual

Cassia Carrenho, no PublishNews

Tem semana que é assim, a gente olha e parece que nada mudou. As primeiras seis posições da lista geral continuam iguais a última semana. Se eu ficar (Novo Conceito) manteve a liderança, seguido de Ansiedade (Saraiva) e A culpa é das estrelas (Intrínseca).

Para ter uma ideia do déjà-vu, em todas as categorias as duas primeiras colocações tem os mesmos títulos da semana passada!

Algumas novidades ajudaram a dar um toque diferente na lista dessa semana: ficção, Recordação mortal (Bertrand); não ficção, Mudar (MG Editores) e Aparecida (Globo); autoajuda, A intrusa (Lúmen) e negócios, A moda imita a vida (Estação das Letras e Cores)

No ranking das editoras, mais repeteco. Sextante ficou com 14 títulos, e Intrínseca e Record empataram com onze cada. A novidade foi a Globo que empatou com a Companhia das Letras, em terceiro, com oito títulos cada.

Na lista anual, a briga será para conhecer o segundo livro mais vendido no ano, já que o primeiro, A culpa é das estrelas (Intrínseca) parece estar definido. Destrua este diário(Intrínseca) está com 278.005 exemplares vendidos e Ansiedade (Saraiva) 262.975. A diferença é que o livro de Augusto Cury tem vendido mais que seu concorrente nas últimas semanas.

Adaptações de livros de Harlan Coben podem ter Liam Neeson e Hugh Jackman

0

1

Diego Santos, no Literatortura

Os fãs de Harlan Coben têm muito pra comemorar!

De acordo com as últimas notícias, chegou a hora das histórias do escritor policial emplacarem também nos cinemas.

A Universal Pictures, está preparando a adaptação Hollywoodiana da obra “Não Conte a Ninguém” e, segundo informações, pretende incluir ninguém menos que Liam Neeson no elenco.

A adaptação já foi escrita, sob a responsabilidade de Chris Terrio, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Argo. Porém, algumas alterações ainda devem ser feitas, antes que Neeson confirme ou não sua participação no longa.

O livro já foi adaptado em 2006, na França, com direção de Guillaume Canet.

Confira abaixo o trailer:

Imagem de Amostra do You Tube

Além de “Não conte a Ninguém”, uma adaptação do livro Seis Anos Depois será produzido pela Paramount Pictures e conta com Hugh Jackman no elenco.

Os direitos do livro mais recente de Coben, Missing You, também já foram vendidos para o cinema e a adaptação será produzida pela Warner Bros. e RatPac Entertainment.

O escritor Harlan Coben esteve recentemente no Brasil, na Bienal do Livro de São Paulo no mês de agosto, no qual participou de uma divertida entrevista e demonstrou todo o seu carisma atendendo aos fãs, respondendo perguntas e até autografando livros.

Confira no Indique um livro a resenha da obra (fantástica, por sinal) Seis Anos Depois.

Isabela Freitas, do best-seller ‘Não se apega, não’, celebra autoajuda juvenil

0

Autora de 23 anos explica ao G1 como foi vender 80 mil livros em 3 meses.
Obra junta ficção, realidade e tom motivacional ao abordar relacionamentos.

Cauê Muraro, no G1

A escritora Isabela Freitas, autora de 'Não se apega, não' (Foto: Divulgação/Intrínseca)

A escritora Isabela Freitas, autora de ‘Não se
apega, não’ (Foto: Divulgação/Intrínseca)

Isabela Freitas demorou para ter internet em casa: até 2010, não fazia noção do que eram redes sociais. Mas aí resolveu criar um perfil no Twitter e arrebanhou milhares de seguidores. Eles gostaram tanto que pediram mais, talvez um site. Ela jogou no Google “o que é blog e como criar”, deu certo de novo, e uma editora a convidou a escrever um livro. E Isabela escreveu.

“Não se apega, não” (Intrínseca) fala de relacionamentos, ou mais precisamente da vida após o término. Mas a abordagem é positiva e otimista. A obra saiu no final de junho e virou líder nas listas de best-sellers. Já vendeu mais de 80 mil exemplares. Isabela tem 23 anos e trancou a faculdade de Direito no oitavo período. Quer um dia retomar os estudos e pensa ainda em cursar publicidade ou jornalismo. Ou psicologia. Certeza ela só tem de que “mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua”. O site de Isabela soma mais de 60 milhões de visualizações. E ela tem 163 mil seguidores no Twitter. Eles adoram saber detalhes da vida pessoal da autora. E também adoram o teor motivacional dos posts, atributo que a jovem sabidamente transporta para livro. “O ‘Não se apega, não” tem o lado ficção, e tem o lado autoajuda. Dei uma mesclada nos dois, e esperei para ver a reação do público. Eles gostaram! E pediram por mais!”, explicou ao G1 em entrevista por e-mail. Assim: com exclamações.

G1 – Você se diz: ‘escritora, blogueira e exagerada’. Exagerada em que sentido?
Isabela Freitas – Em todos. Eu sinto muito e a todo momento, quando gosto de alguém – gosto muito. Quando gosto de alguma coisa – gosto muito. Quando quero alguma coisa – quero muito. Sou aquele tipo de pessoa que vive aos extremos, se me matriculo em uma academia, eu me matriculo para ir todos os dias, ser a melhor. Quando entrei na faculdade, só aceitava notas altas. Quando amo, eu amo muito. Quando fico triste, você vê no meu semblante a tristeza. Aqui não tem muito meio termo, nem equilíbrio.

G1 – Também diz que você é ‘louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua’. Qual a sua história de amor favorita? E o seu desenho?
Isabela Freitas – Minha história de amor favorita é Tristão e Isolda – amo histórias de amor trágicas e… exageradas. E meu desenho favorito é Mulan, porque foi o primeiro da Disney em que vi uma princesa que se salva sozinha, e é independente. Quando pequena assisti esse filme e fiquei pensando: “Quero ser igual a ela!”.

G1 – Esta perda recente, a morte do seu avô alguns dias antes da entrevista, mudou o jeito como você avalia as coisas das quais devemos ou não nos desapegar?
Isabela Freitas – Não mudou, não. Sempre disse que devemos desapegar das coisas ruins da nossa vida, no caso da morte do meu avô, estou tentando me desapegar da tristeza, da angústia, e desse sentimento sem nome que fica na minha cabeça martelando ‘’por quê? por quê?’’. Agora vou me apegar às lembranças boas que tive ao lado dele, das memórias gostosas, do sorriso, e da alegria de viver que ele tinha. Nunca vou desapegar do meu avô, mas vou aceitar a sua partida com o tempo. O amor fica, o sentimento ruim uma hora vai…

1

G1 – ‘Não se apega, não’ é descrito como ‘não ficção’. Mas, numa entrevista antes de ele ser publicado, também no site, a editora informava que o livro seria ‘ficção young adults’. Afinal, o ‘Não se apega, não’ é o quê?
Isabela Freitas
– Uma mistura de tudo, pode? O “Não se apega, não” tem o lado ficção, e tem o lado autoajuda. Dei uma mesclada nos dois, e esperei para ver a reação do público. Eles gostaram! E pediram por mais! Então no próximo livro, continuação do primeiro, pretendo continuar com essa fórmula. Vou ver se foco mais na ficção, porque percebi que os leitores gostaram bastante dos personagens. Mas é claro, sem perder a essência da personagem que vem ajudando tantas pessoas por aí.

G1 – Tem diferença entre a Isabela que narra o livro e a Isabela com que está respondendo essas perguntas?
Isabela Freitas
– Ah, tem. A Isabela do livro é um “ideal”, tento colocá-la de forma bem madura (em alguns momentos, rs!). Coisa que muitas vezes na vida real, é difícil. Ela é mais o que eu queria ser. Nós somos duas pessoas diferentes, apesar de bem iguais. É o que sempre digo quando alguém me diz “você escreveu sobre minha vida!”, sim! Eu escrevi sobre a vida de uma garota comum. O nome é o que menos importa.

G1 – O material do livro é fruto de experiência pessoal ou mistura relatos?
Isabela Freitas
– Um pouco dos dois. Tem coisas que já vivi, e modifiquei para ficção, e tem relatos de amigos que tive vontade de incluir na ficção. Minha vida não é tão interessante, e tão intensa. Mas quis que a da Isabela fosse, afinal, existem muitas Isabelas por aí.

G1 – Acha que, se não fosse considerada bonita, o seu sucesso seria o mesmo?
Isabela Freitas
– Seria, sim. As pessoas não gostam do que escrevo, ou falo, pela minha aparência. Eu não vendo minha imagem, sabe? Isso é irrelevante. Até porque não me considero bonita! Minha mãe talvez me ache a mais linda do mundo (risos).

1

G1 – Você começou no Twitter, em 2010, inspirada pela série ‘Gossip girl’?
Isabela Freitas
– Sim, foi isso mesmo. Gosto de ressaltar que meu pai demorou a colocar internet aqui em casa, então eu fui ter uma noção e prazer por redes sociais em 2010 só! Rs. Criei a personagem de “Gossip girl”, e postava frases ácidas, e sinceras. Os temas que rendiam eram sempre sobre relacionamentos no geral, a Blair falava o que todo mundo pensava, mas por algum receio, não falava.

G1 – Por que o seu Twitter fez tanto sucesso?
Isabela Freitas
– Olha, porque desde o início eu fugi do padrão “mais do mesmo”. Eu não pedia para me seguirem de volta, não pedia indicação, e não escrevia frases simplesmente para fazer sucesso e ganhar RTs. Eu postava porque gostava de escrever, e porque queria distrair minha mente com alguma coisa. Acho que para fazer sucesso você tem que fazer por paixão, e não por fama.

G1 – Como foi a criação para o blog? Foi ‘atendendo a pedidos’ ou era uma ideia que você já tinha?
Isabela Freitas
– Foi atendendo a pedidos mesmo. Eu não sabia o que era um blog, para você ter uma noção… Não visitava nenhum, não conhecia nenhum. Joguei no Google “o que é blog e como criar um”, e fiz. Desse jeito!

1

G1 – Você se incomoda quando dizem que o livro é ‘autoajuda juvenil’?
Isabela Freitas
– Claro que não, fico muito honrada. “Seu livro mudou minha vida”, “depois do seu livro sou outra pessoa”, “você me ajuda demais”, “você se tornou minha melhor amiga” – são frases que escuto por aí. E se isso é uma autoajuda juvenil, olha que beleza? Um orgulho! Sempre quis que meu livro fosse além da ficção, porque meu blog tem esse cunho de ajudar quem o lê. O “Não se apega, não” veio para ser um refúgio para o leitor. No Twitter é fácil, são pensamentos rápidos. No blog já são textos maiores. Mas um livro, nossa! Como senti dificuldade no início. Uma história, mais de 200 páginas. Você pensa “nunca vou conseguir preenchê-las com um pensamento contínuo”, e quando vê, já se foram quatro capítulos… Cinco, o livro todo. Você precisa encontrar a voz do seu personagem.

G1 – No livro, há ’20 regras do desapego’. A número 6 diz: ‘As pessoas são falsas, e sempre que tiverem uma oportunidade vão te apunhalar pelas costas’. Já a número 19 diz: ‘É preciso acreditar nas pessoas, mesmo quando nem elas mesmas acreditam’. Mas como ‘acreditar nas pessoas’ se elas são ‘falsas e sempre que puderem vão te apunhalar pelas costas’?
Isabela Freitas
– Então vamos lá. Na regra número 6, eu me refiro a algumas pessoas, que estão sempre ali, por perto, esperando por uma oportunidade para te apunhalar pelas costas. Na 19, o significado do acreditar é diferente. Eu digo para você acreditar que a pessoa é capaz de alguma coisa. Acreditar que seu amigo pode se tornar o médico que tanto sonha, acreditar que seu irmão vai sim, passar naquele concurso tão disputado, entende? É algo que parte de você, não das outras pessoas. Você precisa acreditar no outro, torcer por ele. Se ele te decepcionar, quem está perdendo? Ele. Mas você fez de tudo. Você foi verdadeiro. Mesmo que as outras pessoas não tenham sido. Certo?

G1 – O seu livro foi inicialmente pensado para mulheres?
Isabela Freitas
– Claro. Meu público é 90% composto por mulheres. Mas eu adoro ver que alguns homens se rendem a leitura, e vem me elogiar. Alguns gostam de entender a mente das mulheres, e nada melhor do que o meu livro, né? Nós somos complicadas. Homens podem aprender a entender as mulheres, e claro, desapegar. Porque quando falamos de amor… não existe gênero.

G1 – Você costuma se comunicar bastante com o público, falar do seu dia a dia. Compartilhar esses assuntos banais é essencial para o sucessos?
Isabela Freitas
– Essencial. Os leitores gostam de saber o que você fez, o que usou no dia, o que comeu, onde foi, com quem foi, o que fez. Isso nos torna (mais) próximos, somos quase como melhores amigos distantes. Gosto bastante disso, de compartilhar com eles meus sentimentos, o que estou pensando, sentindo, comentar sobre os assuntos que estão em pauta no momento. Acho muito importante.

Go to Top