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Editoras mais populares no Instagram (6)

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Sérgio Pavarini

Disponível na América do Norte, no Reino Unido e na Irlanda, o Figure 1 é uma rede social para médicos que funciona como um “Instagram”.

O aplicativo foi desenvolvido para que médicos possam discutir e trocar ideias entre si e com outros estudantes de medicina. Até agora, mais de 150 mil profissionais da saúde enviaram fotos usando a rede.

Ao contrário da disputa comum nas redes sociais, é bem interessante o objetivo de cooperação no Figure 1. A publicação do ranking de popularidade das editoras em redes sociais não deve acirrar a competição num mercado em que há espaço para todas crescerem.

A ideia é mostrar quais empresas estão usando estratégias bem-sucedidas e que possam servir de inspiração. No dialeto marqueteiro, o famoso “benchmarking”. O desafio de construir o país com homens e livros requer foco, força e fé. Não nos desviemos dele.  :-)

A nova lista de popularidade no Instagram tem apenas uma novidade. A Madras Editora agora também faz parte do ranking. Welcome!

Até novembro.

Ranking Outubro

#1:   46.300 Intrínseca intrínseca

#2:   35.500 Rocco editorarocco

#3:   34.900 Panelinha editorapanelinha

#4:   25.100 Casa dos Espíritos casadosespiritos

#5:   22.300 Novo Conceito novo_conceito

#6:   10.600 Cia das Letras companhiadasletras

#7:   10.300 Arqueiro editoraarqueiro

#8:     9.300 Galera Record galerarecord

#9:     8.000 Gutenberg editoragutenberg

#10:   7.800 Mundo Cristão mundocristao

#11:   6.400 Editorial Record grupoeditorialrecord

#12:   5.200 Sextante editorasextante

#13:   4.400 Central Gospel editora_centralgospel

#14:   4.000 Cosac Naify cosacnaify

#15:   3.500 WMF Martins Fontes editorawmfmartinsfontes

#16:   2.700 Saraiva editora_saraiva

#17:   2.400 CPAD editora_cpad

#18:   2.300 Univdoslivros universodoslivros

#19:   2.100 Editorazahar editorazahar

#20:   1.900 Madras Editora madraseditora

Ranking atualizado em 20/9/14

Livro dará R$ 1,2 milhão ao primeiro leitor que desvendar seu mistério

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À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que espero vender milhões de cópias com este livro”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Luiza Belloni Veronesi, no InfoMoney

SÃO PAULO – Com o mercado editorial em crise, o escritor James Frey decidiu explorar o lado
“Sherlock Holmes” dos leitores para alavancar as vendas de sua mais nova obra. Frey acabou de lançar o
projeto “Endgame: O Chamado”, “um romance do século 21”, que esconde pistas que levarão a um
prêmio de US$ 500 mil (ou R$ 1,2 milhão) para o primeiro leitor que resolver seu mistério.

À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que
espero vender milhões de cópias com este livro e que ele tem uma vocação comercial”, disse Frey. “Isso
não significa que eu seja um cínico que escreve pensando em uma ideia milionária. Simplesmente tentei
oferecer ao leito a coisa mais legal que veio na minha cabeça.”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada,
inclusive no Brasil. Ele garante que o mistério presente na obra é “incrivelmente difícil” de ser
solucionado. A editora estima que, no melhor dos casos, levará cerca de nove meses para relacionar as
provas.

“Não importa os motivos que levarão as pessoas a lerem meu livro, desde que o leiam e desfrutem da história”, disse Frey. A obra conta a história de 12 linhagens milenárias que lutam entre si para sobreviver, escolhendo um representante que esteja preparado para uma catástrofe iminente.

O humor depreciativo de Gary Shteyngart

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No livro ‘Fracassinho’, autor russo relembra sua própria vida com doses de ironia e estranha tristeza

O escritor russo Gary Shteyngart

O escritor russo Gary Shteyngart

Ubiratan Brasil, no Estadão

Igor Shteyngart tinha sete anos, no final dos anos 1970, emigrou da União Soviética para os EUA. Seus pais, para evitar que o moleque sofresse bullying no bairro, trocaram seu primeiro nome para Gary. O problema é que humilhação já começava em casa. Diz ele: “Porque eu vivia doente e com o nariz escorrendo quando criança (e na idade adulta), meu pai me apelidou de ‘Soplyak’ – Melequento. Minha mãe, que estava desenvolvendo uma fusão interessante de inglês com russo, aprimorou o termo para ‘Failurchka’, ou Fracassinho”.

É justamente Fracassinho o título do novo livro de Shteyngart, divertida mistura de biografia com ficção, que a Rocco acaba de lançar. Com o típico humor auto depreciativo, Shteyngart não apenas diverte como intriga pela trama bem articulada e envolvente.

Imagem de Amostra do You Tube

Na sua obra, a ficção e a realidade às vezes coincidem. Ao escrever seu livro de memórias, você desejou ocultar alguma coisa porque já havia escrito a respeito num romance?
Existem alguns similaridades entre o meu ser e alguns dos cabeludos imigrantes judeus soviéticos em meu romance. Mas o que ocorre com eles nos romances é muito mais melodramático e insano. Por exemplo, jamais tentei comprar uma cidadania belga falsificada ou entrar para a máfia russa como os meus alter egos fizeram. Mas felizmente minha vida foi bastante interessante sem a criminalidade.

A figura do pai é muito importante para você. Por que?
Ah, sim. Pais e filhos. O pai exerce um domínio avassalador durante toda a nossa vida, para o bem como para o mal. De qualquer modo, escreve-se extensivamente sobre a mãe judia. Então, por que não o pai?

Você escreve num estilo de sátira particular. É uma peculiaridade russa? Ou adotou-o conscientemente?
Adoro a sátira! A Rússia é um país que merece um bom olhar satírico. E os tempos que vivemos lá quando o mal e a estupidez colidem diariamente são perfeitos para a sátira.

Você acompanhou seus pais pela Rússia com um gravador de vídeo. Há alguma entrevista que se destaca como particularmente dolorosa ou reveladora?
Oh, cada momento foi doloroso e revelador. Descobri principalmente o quão difícil foi a sua vida em comparação com a minha. Hitler e Stalin garantiram uma infância interessante.

É interessante quando você começou a fazer psicanálise. O quão importante foi isto em seu processo criador?
Eu não teria conseguido escrever este livro sem os 15 anos de psicanálise. Mas faço apenas quatro vezes por semana. Cinco vezes é uma loucura!

David Slone Wilson, em seu ensaio Evolutionary Social Construction, observa que constantemente nos construímos e reconstruímos para atender às necessidades de situações com que deparamos. Segundo ele, agimos assim orientados por nossas lembranças do passado e nossas esperanças e temores do futuro. O que o senhor acha?
Parece-me correto. E o imigrante está sempre em processo de readaptação. Crescer na Rússia para mim foi terrível. Depois foi ótimo. Hoje é terrível novamente. Devo vestir minha camisa de cossaco ou não?

A experiência do imigrante há muito tempo é uma grande preocupação da literatura americana e isto vem sendo retomado nos últimos anos por vários escritores que chegaram à maturidade numa era de globalização. O quão difícil é para um imigrante se integrar plenamente na vida americana?
Em Nova York todo mundo vem da China, ou Brasil, Índia ou Rússia. Esta é a cidade dos Brics. Então venha até aqui e compre um apartamento ao lado do meu. Preciso de alguma “farofa” em minha vida.

Que tal ser considerado a mistura de Woody Allen e Nabokov?
Acho ótimo! Vou usar isto da próxima vez.

5 coisas que aprendi com The Sims 4

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Jessica Grecco, no Indiretas do Bem

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Um dos meus jogos favoritos no mundo é o The Sims. Sou viciada desde pequena, e me lembro de gastar horas e horas das minhas férias reformando quartos, baixando novas roupas e reconstruindo uma Hogwarts inteira vizinha à família Caixão.

Ao lado das leituras, The Sims era uma das minhas coisas favoritas nas férias, junto com seus mil pacotes de expansão, claro – para tristeza do meu computadorzinho, coitado, que vivia mais lento que uma lesma.
Mês passado saiu a quarta versão do jogo, muito mais evoluída e cheia de detalhes que ~na minha época~, há quase 14 anos atrás. Como eu estou ficando velha, gente! No começo os movimentos dos Sims eram muito mais robóticos e eu amava a aptidão que eles tinham de fazer um rodo aparecer pelas costas, além de, é claro, não engravidar – o bebê simplesmente brotava no berço, PUFT assim. Bons tempos!

Ao longo desse último mês testando a nova edição, percebi que existem certas lições importantes que podemos transpor para a nossa vida. Quer ver só? :-)

Não existe nada que um bom banho de bolhas não resolva.

bubbles bath

No The Sims 4, assim como na vida, as pessoas vivem baseadas em humores, que oscilam entre coisas como cansado, nervoso, apaixonado, inspirado, e por aí vai. Todos esses estilos são influenciados por ações que os Sims exercem ao longo do jogo, e uma delas é tomar um banho de bolhas, alterando o humor para brincalhão. Após a traumática morte do roomate da minha Sim que a viu pelada no banheiro e morreu de vergonha (exatamente), ela chorou por apenas 2 horas e o banho de bolhas logo resolveu a situação. Não existe tristeza que um banho gostoso não resolva, não é mesmo?

Descarregue frustrações: Jogar bebida na cara de quem você não gosta é sempre uma alternativa viável

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A intensidade das emoções estão à flor da pele nessa edição. As brigas são mais intensas e é possível sair por aí chutando lixeiras quando você estiver muito irritado com o mundo. Em um desses turbilhões de emoções é possível desabafar com aqueles Sims que você ama, e algumas outras coisinhas com aqueles inimigos, como gritar, xingar, dar tapa na cara e lógico, tirar sabe-se lá de onde, uma taça de Cosmopolitan e jogar na cara do amiguinho. Eu odeio brigar “na vida real”, e por isso essas situações no jogo são boas para extravasar e esquecer dos problemas. Num dia de chateações, recomendo gritar muito com seu vizinho (no jogo, viu).

É possível viver sem uma piscina no seu jardim

swimming pool

Essa foi a notícia mais triste do jogo: acabaram as piscinas! Sim, as maravilhosas, temidas e assassinas piscinas. Quantos Sims não morreram sem a escadinha nas edições anteriores? Pois bem, nessa edição não existem mais piscinas – a minha teoria é que vem por aí um pacote de expansão lindo e aquático, será?

Mesmo assim, é possível se divertir bastante e manter os churrascos na varanda como sempre. É possível ser feliz sem piscina, sim! Como uma moradora de São Paulo e quase sem piscinas na região, posso dizer que isso é verdadeiro.

Cuide da vida dos outros apenas no jogo

watch

Eu sempre penso naquelas pessoas que passam dias e dias stalkeando e procurando defeitos das outras pela internet. Mas que falta do que fazer, que inveja absurda! Se elas precisam de alguém para monitorar a vida eu aconselho jogar The Sims, seriamente. Você passa horas cuidando da sua família, dando ordens de tudo o que você quer que eles façam e ainda se diverte muito. Pra quê cuidar da vida alheia se você pode jogar The Sims? Esse é meu lema.

Grandes objetivos não nascem sem grades esforços – e algumas noites mal dormidas.

the-sims

Ao menos que você seja um Hacker, aí você invade as notas do colégio e fica tudo bem.

Algumas novas profissões foram incluídas e entre elas existe programação – basta você ter um computador para começar a treinar. Com isso, você pode evoluir suas aptidões e praticar “pequenos delitos” como hackear a conta bancária dos seus vizinhos e até burlar as notas do colégio se você for adolescente. Ainda assim é possível usar a programação para criar seus próprios joguinhos e aplicativos, se mantendo dentro da lei e ganhando alguns Simoleons por méritos próprios, viu?

Passe algumas noites sem dormir estudando, se esforce um pouquinho a mais no trabalho e você verá que tudo valeu à pena – ei, parece com a vida real! <3

‘Sangue do Olimpo’ massacra aspirantes ao primeiro lugar

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O título vendeu quase três vezes mais do que o segundo lugar, ‘Se eu ficar’

Publicado por PublishNews

A lista de mais vendidos desta semana trouxe uma novidade um pouco sangrenta. A estreia de Sangue do Olimpo (Intrínseca), da série Os heróis do Olimpo, Rick Riordan exterminou a possibilidade de qualquer outro título ficar em primeiro lugar. O título vendeu 27.634 exemplares, quase três vezes mais do que o segundo lugar, Se eu ficar (Novo Conceito), que vendeu 9.645 exemplares. Fazia já onze semanas que um livro não passava da marca de 15 mil exemplares, quanto mais a de 25 mil. O restante da lista não trouxe muitas novidades. Em terceiro lugar ficou o já conhecido Destrua este diário (Intrínseca), com 7.647 exemplares vendidos.

Na lista de ficção, a única novidade foi o romance inacabado de José Saramago, Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas, publicado pela Companhia das Letras, que ficou lá embaixo na lista, em 16º lugar.

Também não houve muitas mudanças na lista de não ficção, mas entraram dois novos livros na lista. O Guinness world records 2015 (Agir) e o Guia de estilo – 40 forever (LeYa/Casa da Palavra) ficaram em 13º e 14º lugar respectivamente.

Além de nosso campeão, a lista de infantojuvenis trouxe oito livros da série Diário de um banana e três da Peppa, sendo que dois deles – Peppa e a fada dos dentes e Peppa e a festa do pijama (ambos da Salamandra) – são novidade.

Dos cinco primeiros lugares da lista de autoajuda, três são de Augusto Cury, cada um publicado por uma editora diferente. O primeiro lugar ficou com Ansiedade: Como enfrentar o mal do século (Saraiva), que vendeu 7.236 livros.

Não houve mudança nos três primeiros lugares da lista de negócios, onde a dupla De volta ao mosteiro e O monge e o executivo, ambos da Sextante, venderam 2.764 e 1.436, respectivamente.

No ranking de editoras, o primeiro lugar ficou com a Sextante, que emplacou 13 livros na lista. Na posição seguinte ficaram a Intrínseca e a Vergara & Riba, ambas com 11 livros.

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