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12 sugestões de livros para quem quer passar o Carnaval lendo

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Girl sitting on red chair reading on beach

Caio Delcolli, no Brasil Post

Ah, o Carnaval!

Uma época do ano repleta de aglomerações, trios elétricos barulhentos e festas selvagens. No entanto, nem só deste tipo de diversão vivem os seres humanos. Livros e feriados combinam muito bem também.

O Carnaval é uma ótima oportunidade para você colocar em dia a leitura acumulada ou simplesmente aproveitar a companhia dos livros nesses dias de folga.

Aqui está uma lista com sugestões de títulos interessantes. Todos são lançamentos recentes: vai de poesia brasileira a histórias em quadrinhos e questões políticas.

Gostando ou não de folia, lembre-se dos livros nos feriados. Ler é bom demais.

1 – ‘A Garota Dinamarquesa’, de David Ebershoff

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Inspirado na história da dinamarquesa Lili Elbe (1882-1931), considerada uma das primeiras pessoas transgêneras a fazer a cirurgia de mudança de sexo, o romance de Ebershoff narra a transformação da protagonista. Antes de perceber-se como mulher, via-se como um homem: Einar era um renomado pintor. Seu casamento, sua arte e sua vida social são afetados pela mudança. E o desafio de ser quem ela realmente é em uma época em que a ciência e a sociedade pouco sabiam a respeito da transgeneridade torna-se um desafio. O livro foi adaptado para o cinema, sob direção de Tom Hooper (Os Miseráveis).

Editora: Fábrica 231
Páginas: 368
Preço: R$ 34,50; e-book R$ 22,50

2 – ‘Grande Magia: Vida Criativa sem Medo’, de Elizabeth Gilbert

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Neste livro de não ficção, a autora do sucesso Comer, Rezar e Amar investiga a criatividade em textos jornalísticos e autobiográficos. Segundo a autora, a curiosidade é essencial para se viver uma vida sem medo. Por meio de seu texto claro e envolvente, Gilbert entra em assuntos como viver o cotidiano com mais paixão e lidar com dificuldades no trabalho. O livro se divide em seis partes: coragem, encantamento, permissão, persistência, confiança e divindade. Você pode começar por esta palestra no Ted para ouvir o que a autora tem a dizer sobre criatividade e sua pesquisa sobre o assunto.

Editora: Objetiva
Páginas: 192
Preço: R$ 29,90; e-book R$ 19,90

3 – ‘Entre o Mundo e Eu’, de Ta-Nehisi Coates

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Entre o Mundo e Eu é, antes de mais nada, uma carta do autor para o próprio filho. Uma das vozes negras de mais ressonância na atualidade, Coates, aclamado jornalista da Atlantic, usa experiências pessoais para relatar como é ser negro nos Estados Unidos e dizer ao filho que, apesar de resquícios da escravatura estarem presentes até hoje na sociedade, é possível encontrar seu lugar no mundo. O escritor entrelaça, no livro, a história dos EUA com preocupações íntimas que apenas um pai pode ter pelo filho. O New York Times elogiou Entre o Mundo e Eu por este ser dirigido apenas a pessoas negras. O livro venceu o National Book Award, um dos principais prêmios literários do país. Em 2016, o autor estreia como roteirista dos quadrinhos do super-herói Pantera Negra, da Marvel.

Editora: Objetiva
Páginas: 144
Preço: R$ 25,50

4 – ‘Revival’, de Stephen King

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Jamie Morton, com seus 30 a poucos anos, toca em uma banda de rock, é dependente químico e vive atormentado por uma lembrança terrível do passado. Ele reencontra, inesperadamente, um dos personagens desse momento: o carismático reverendo Jacobs, expulso da cidade muitos anos atrás após chocá-la em um sermão. Obcecado por experimentos elétricos, Jacobs “cura” Jamie. Após isso, o protagonista percebe não ser a mesma pessoa de antes, mas agora ele já está envolvido com o reverendo, que parece estar enlouquecendo. Em mais um elogiado romance de terror, Stephen King retrata o comportamento humano em seus momentos mais sombrios e esquisitos.

Editora: Suma de Letras
Páginas: 376
Preço: R$ 49,90; e-book R$ 29,90

5 – ‘O Livro da Literatura’

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Se você tem vontade de investigar escritores e suas obras de modo dinâmico e divertido, aqui está a oportunidade. O novo livro da coleção As Grandes Ideias de Todos os Tempos estuda clássicos literários de diferentes gêneros, analisando as influências (mais…)

Por que ler Guimarães Rosa?

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Miquéias Sartorelli, no Homo Literatus

Como a leitura das obras de Guimarães Rosa auxilia a reconhecer as diferenças do outro

"O que mais vou escrever além do Veredas? Já sei."

"O que mais vou escrever além do Veredas? Já sei."

A educação básica e, sobretudo, os cursinhos pré-vestibulares têm uma categoria curiosa para enquadrar Guimarães Rosa na história da literatura. Para eles, o escritor mineiro pertence à terceira geração do nosso modernismo. No entanto, esse rótulo não diz quase nada relevante sobre seus traços norteadores ou suas contribuições para a ficção brasileira. Aliás, quanto mais avançamos no sentido temporal das escolas literárias, mais as nomenclaturas dão sinal de clara insuficiência.

O que interessa aqui, contudo, não é debater os limites e malefícios desse modo particular – infelizmente soberano – de apresentar a literatura nas escolas, mas sim fazer um sobrevoo mais rente a dois aspectos desse autor imprescindível para a cultura brasileira: o aspecto fabulista e o aspecto regionalista.

Quem procurar pela bibliografia de Guimarães Rosa talvez possa se enganar no que diz respeito ao volume de sua produção. São apenas cinco livros publicados em vida e três póstumos. Estreia com Sagarana, em 1946, reaparece dez anos depois com Corpo de Baile e Grande Sertão: Veredas e termina, na década de 1960, com Primeiras Estórias e Tutaméia. Após a morte, são editados Estas Estórias, Ave, Palavra e Magma, sendo os dois últimos procurados, em larga medida, mais por pesquisadores que por leitores não especializados.

Essa aproximada meia dúzia de obras, entretanto, enfeixa um extraordinário número de narrativas, causos, estórias, contos e enredos. Assim, tudo se sagaranamultiplica, prolifera-se. Ao contrário de muitos escritores e escritoras que parecem, a cada livro lançado, gravitar sempre em torno de semelhante entrecho, Rosa é prolífico em criar renovadas situações e personagens.

Sua espantosa capacidade de fabulação nos leva ao primeiro ponto de interrogação que consideraremos, pois crucial no campo da estética e incontornável para cada pessoa que se proponha a escrever: é possível ainda contar histórias?

O filósofo alemão Theodor Adorno, em ensaio fundamental sobre a posição do narrador no romance, afirma que não, em especial se a intenção for continuar sob as mesmas roupagens do século XIX. Ressalta a impossibilidade de narrar depois do abalo que as grandes guerras provocaram na sensibilidade humana. Decorreria desse impacto terrível um deslizamento da antiga figura do contador de aventuras para a fragmentação e dispersão do modo de expor os dados da experiência, incapaz agora de ordenar os acontecimentos e coisas do mundo.

Nesse sentido, não é estranho que ele defenderá as vanguardas, expressões dessa ruptura com o modelo narrativo tradicional que remonta, em última instância, à oralidade. A posição do frankfurtiano, no limite, cristaliza ideias que estão no cerne das grandes questões da modernidade.

Ora, Grande Sertão: Veredas, por exemplo, é uma resposta formidável a esse impasse. Sem apostar em realismos, algo também combatido veementemente por Adorno, o livro é um rico painel de histórias. Vale registrar que Riobaldo, protagonista do romance, não deixa de sublinhar a arbitrariedade que conduz sua fala, o distorcimento dos fatos pela memória, ao longo do envolvente relato de sua vida; no entanto e igualmente, não se furta ao ato de narrar. Em resumo, a perspectiva desfigurada se faz sentir também na obra, mas com outros propósitos. No lugar de plasmar cruamente um mundo desencantado, investe na tentativa de reencantá-lo com histórias e momentos poéticos. Não que tal resposta seja a solução, o único caminho possível, mas representa uma alternativa.

A título de comparação, tomemos o caso da poesia concreta, movimento cosmopolita sintonizado com o que havia de mais moderno e radical no panorama literário contemporâneo a Rosa. Arquitetada sobre princípios de veredasdesintegração de linguagem/comunicabilidade, autorreferência e autonomia da obra de arte e capitaneada pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos e pelo não menos importante Décio Pignatari, a poesia concreta pouco se interessava em contar algo ou investir em conteúdo, a preocupação era entusiasticamente formal.

Guimarães Rosa percorre, como observamos, vias diferentes. Além disso, inscreve-se numa tendência regionalista que, embora dominante nos anos 1930, já sinalizava certo esgotamento naquela conjuntura marcada pelo desenvolvimentismo.

Fator decisivo para nosso segundo ponto de interrogação: é possível ainda ser regionalista?

Nome destacado nos estudos rosianos, Walnice Nogueira Galvão, compreende o lugar de Rosa na literatura brasileira como uma síntese de duas vertentes literárias: o já citado filão regionalista e a linha espiritualista. Em razão disso, conciliaria descrição da vida sertaneja e especulação metafísica. O autor mostraria que o mais papudo dos catrumanos dos rincões do Brasil pode aspirar à transcendência, mesmo sendo iletrado. Visão bem distinta de uma abordagem que representa o pobre como tipo social, sem qualquer densidade psicológica.

Um dado importante de frisar é que a ficção introspectiva, herdeira do romance católico francês, é algo relativamente novo, enquanto a prosa ao rés-do-chão, comprometida com a pesquisa geográfica e social, é velha companheira das letras nacionais. Esteve presente desde os cronistas coloniais, passando pelos subprodutos indianistas e sertanistas do romantismo. Mais adiante, ganha novo sopro com autores naturalistas e chega ao limiar do modernismo paulista. Nos anos 1930, dá um grande salto de qualidade nas mãos de um Graciliano Ramos ou uma Rachel de Queiroz, em especial porque coincide com a formação de um mercado editorial e com a ampliação de um público leitor. Nesse contexto, o papel do livreiro José Olympio é decisivo.

Isso tudo faz com que a vertente regionalista seja um programa estético dominante entre nós, mas que em fins da década 1940 sofra, por outro lado, sua contrapartida mais incisiva: o processo de urbanização.

Vidas Secas (1938) e O Quinze (1930), para citar os títulos consagrados dos nomes acima elencados, tratam da diáspora nordestina. Mas o que vem depois? E quando parte significativa da população das zonas rurais já se deslocou para as cidades, como São Paulo ou Brasília?

Talvez possamos nos valer de uma equação entre os mundos rural e urbano: quanto mais incorporada e diluída a cultura dos interiores do país pela modernização, mais o projeto literário regionalista arrefece. Daí a sensação de enfraquecimento desse modelo.

No entanto, contrariando todas as expectativas, Guimarães Rosa aparece com suas obras na esteira regionalista e prova que ainda é possível retirar desse universo uma ficção de inconteste qualidade.

“Lugar sertão se divulga: é onde os pastos carecem de fecho”, define Riobaldo já nas primeiras páginas de Grande Sertão. Não são apenas os seres que têm profundidade psicológica, mas o próprio lugar. O sertão é vasto como os meandros da alma humana, é onde começa e termina, grosso modo, toda a obra de Rosa. Sertão de Minas, dos Gerais, menos árido e de rios gigantescos como o São Francisco.

É nesse espaço geográfico e simbólico, sertanejo e místico, que o autor situa também suas estórias (para usar o termo com que ele insistia em designar os próprios contos), narrativas estas do calibre de “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, “Desenredo”, “Sorôco, sua Mãe, sua Filha” e “A Terceira Margem do Rio”.

Diferentemente da síntese algo horizontal de tendências sugerida por Walnice, o que se observa é um movimento vertical. O autor supera o filão regionalista menos pela fusão de tradições opostas do que por uma investida por dentro da vertente. Sua observação crava-se tão agudamente na realidade que atinge o âmago de questões primordiais (a morte, o amor, a existência ou não do diabo, a ambiguidade dos seres, o sentido da vida, etc.), e não tópicos estritamente regionais. Paradoxalmente, quando a literatura cola no real, ela se libera como ficção de alto nível. O que indica que Guimarães Rosa não abandona propriamente o regionalismo, mas sim dá a ele dignidade, mostrando-nos que é de rumos improváveis que surgem grandes obras.

Nesses termos, as regiões afastadas dos grandes centros e as pessoas pobres não são, por isso, menos encantadoras ou cruéis. São, na verdade, tão complexas e inconstantes quanto os homens e mulheres letradas – leitores e leitoras de literatura.

É justamente em função desse olhar respeitoso e livre de um ranço de superioridade que Rosa rompe o pitoresco, fazendo-nos enxergar e reconhecer, pela leitura, as diferenças do outro. Identificando, ainda assim, o lastro comum de humanidade entre um jagunço e um doutor da cidade, como em Grande Sertão, numa conversa que tem muito a nos revelar e emocionar.

Para concluir, convém notar que esses dois aspectos são, por um lado, exemplares de que talvez, em última análise, “nunca” seja uma das palavras que não rima com arte, território no qual é sempre possível ir além. Por outro, são instigantes convites para ler Guimarães Rosa e se deliciar com as histórias sempre cativantes de seus sertanejos.

Pois então, fica o convite e boa leitura!

Quanto vale o dinheiro de Harry Potter em moedas reais?

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Alguém fez esta conta.

Laysa Zanetti, no Adoro Cinema

Quanto vale o dinheiro de Harry Potter? Os fãs do extenso universo criado por JK Rowling sabem que os bruxos da Grã-Bretanha utilizam uma moeda própria, cujos valores são divididos entre galeões, sicles e nuques. Sabemos que os pais de Harry deixaram uma bela quantidade de dinheiro para ele, e que os Weasley costumam passar por dificuldades para sustentar os filhos e mantê-los na escola. Mas qual é a correspondência do dinheiro bruxo para a nossa realidade? Acredite, alguém fez esta conversão!

Um usuário do Reddit, aubieismyhomie, fez um comparativo usando os valores reais de alguns produtos que existem nos livros — como livros didáticos, doces, bebidas etc, e comparou a equivalência. Entenda:

493 nuques = 1 galeão.

29 nuques = 1 sicle.

17 sicles = 1 galeão.

Fazendo a conversão para os valores em dólares, a aproximação é a seguinte:

1 galeão = US$ 25,00.

1 sicle = US$ 1,50.

1 nuque = US$ 0,05.

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Com estes valores, é possível entender melhor de quanto se trata a fortuna de Harry e a dificuldade financeira dos Weasley. Uma cerveja amanteigada no Cabeça de Javali, por exemplo, custaria aproximadamente US$ 3,00 (algo em torno de R$ 11,00 de acordo com a cotação atual). No primeiro livro, Harry compra o equivalente a US$ 18,00 em doces no Expresso de Hogwarts — ou seja, R$ 70! Um livro didático dos níveis mais altos custa cerca de US$ 175 (aproximadamente R$ 665,00), o que explica a reclamação de Harry quanto ao preço.

É importante lembrar que a própria J.K. Rowling já revelou em uma entrevista, em 2001, que um galeão equivalia a aproximadamente 7 libras esterlinas na época.

Novo livro, Bloodline revela como Leia se tornou General e pistas sobre a ascensão da Primeira Ordem

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Publicado no Frases de Star Wars

Star Wars: Bloodline, novo romance da saga literária de Star Wars revelará como Leia se tornou General, além de pistas sobre a ascensão da Primeira Ordem.

O livro, que se passa entre O Retorno de Jedi e O Desperta da Força, será focado em Leia e nos seus esforços para livrar a galáxia do terror imperial. Segundo a escritora Claudia Gray, autora do também ótimo Estrelas Perdidas:

“Este romance não é fundamentalmente sobre Leia como esposa, irmã ou mãe. Bloodline será sobre o papel que ela criou para si mesma desde a queda do Império e sobre aquele que ela ocupa no momento”.

Claudia também diz que um dos problemas enfrentados por Leia é que a nova geração, que inclui o seu filho Ben, não se lembra dos feitos dos rebeldes e do totalitarismo do Império. Por isso, se deixam enganar pela propaganda imperial. Isso pode explicar o porque de General Hux e Kylo Ren se referiram aos membros da Resistência como “traidores, ladrões e assassinos” em O Despertar da Força.

Star Wars: Bloodline chega às livrarias em 03 de maio de 2016.

Editora vai recorrer de proibição de livro de Hitler e defende liberdade de expressão

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Grupo afirma que edição condena ideologia nazista por ser crítica e comentada

Publicado no R7

imageA editora responsável pela publicação do livro Mein Kampf (Minha Luta, na tradução do português), escrito em 1925 por Adolf Hitler, vai recorrer da determinação do juiz Alberto Salomão Junior, da 33ª Vara Criminal da Capital, que proíbe a comercialização, exposição e divulgação da obra na cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com a Geração Editorial, a decisão é “inócua”, pois o livro pode ser baixado de graça na internet, em vários idiomas, inclusive português. O grupo afirmou que vai recorrer da decisão sob alegação de que a Constituição garante o direito à livre expressão.

Por meio de nota, a editora argumentou que a publicação crítica e comentada presta “um serviço à humanidade por desmentir, refutar e condenar as ideias de Hitler”.

A ação cautelar foi ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Quem descumprir a decisão terá que pagar multa de R$ 5.000. Mandados de busca e apreensão já foram expedidos. Diretores de livrarias em que ocorrem as buscas serão nomeados como os depositários dos livros apreendidos. O juiz deu o prazo de cinco dias para que as livrarias e seus representantes legais apresentem resposta.

Na decisão, o juiz avalia que o livro incita práticas de intolerância contra grupos sociais, étnicos e religiosos e recorda que a discriminação contraria valores humanos e jurídicos estabelecidos pela República brasileira, justificando a proibição da obra.

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