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O Senhor dos Anéis | Conheça o anel que levou Tolkien a criar o Um Anel

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Matheus Fragata, em Nos Bastidores

Pouca gente pode saber, mas a mitologia de O Senhor dos Anéis tem grandes fundamentos e inspirações na realidade e na nossa história medieval.

Celebrando o aniversário do escritor da franquia, J.R.R. Tolkien, o British Museum postou uma homenagem comentando sobre o anel que inspirou o autor a criar o Um Anel em sua fantasia.

O anel está exposto no acervo do museu:

“J.R.R. Tolkien nasceu no dia 03 de janeiro de 1892. Os livros dele se inspiraram nos anglo-saxões, como na inscrição nesse misterioso anel de ouro.”

O anel é datado de algum momento entre o século VIII e X d.C. Até hoje, ninguém descobriu o que as inscrições significam. Ele está no catálogo do museu desde 1817 e uma peça parecida foi encontrada anos depois em Bramham Moor, no norte da Inglaterra.

Curioso, não?

Por enquanto, a próxima aventura com a saga virá com a série da Amazon prevista para 2020.

Conheça St. Gallen, a cidade que inspirou livro ‘O nome da rosa’

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© iStock

Município suíço também é famoso por suas rendas

Publicado no Notícias ao Minuto

A cidade de St. Gallen, na Suíça, surpreende os visitantes com as centenas de janelas de sacada que decoram as fachadas de suas habitações. Com uma história e tradição milenares, a capital do cantão homônimo se torna uma ótima opção para uma semana de inverno.

St. Gallen impressiona com suas famosas rendas, com o Museu do Tecido e o Museu Kunst, que exibe obras de Monet, Picasso e Klee, além da inesquecível biblioteca do mosteiro, reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

O nome da cidade se deve ao monastério fundado pelo monge irlandês São Galo, em 612. Já em 747, a igreja de St. Gallen aplicou a regra que previa o estudo contemplativo de livros, o que exigia a criação de uma biblioteca. Então, durante a Idade Média, a cidade se tornou um importante polo cultural e de formação da Europa.

Mosteiro – A joia da cidade, com certeza, é seu mosteiro, que conserva na biblioteca um mapa que serviu de inspiração para o escritor italiano Umberto Eco em “O nome da rosa”. O ambiente foi erguido em estilo rococó e preserva mais de 50 mil documentos.



Museu Têxtil
– Esse é outro lugar imperdível de St. Gallen, onde se pode admirar mais de 30 mil objetos, desde tecidos de peças arqueológicas funerárias do Antigo Egito até achados históricos do século 14, de rendas trabalhadas a mão a utensílios para o trabalho manual.



Maestrani
– Já a cidade de Flawil, vizinha a St. Gallen, conta com a fábrica da célebre marca suíça de chocolate Maestrani, que revela segredos da produção e permite entrar em um fantástico mundo de emoções. (ANSA)

7 adaptações de livros para o cinema e a TV que estreiam em 2019

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Watchmen ganhará uma nova versão em série da HBO (Foto: Divulgação)

Se planejar direitinho, dá até para ler tudo antes de chegarem às telinhas e telonas

Marilia Marasciulo, na Galileu

Nos últimos anos, o principal lema da indústria cinematográfica e televisiva parece ser o de que “nada se cria, tudo se adapta”. No bom sentido, é claro. Cada vez mais livros ganham boas versões para o cinema e TV, apesar de nem sempre ser uma missão fácil. Seja você do time que gosta de ler antes de ver, ver e depois ler ou somente ver, aqui estão algumas das adaptações com estreia prevista para 2019:

Belas Maldições
A comédia fantástica sobre o Armagedom escrita pelos britânicos Terry Pratchett e Neil Gaiman vai virar uma série de TV, com roteiro e produção executiva do próprio Gaiman. A trama, que passa em 2018, segue o demônio Crowley (David Tennant) e o anjo Aziraphale (Michael Sheen) quem acostumado à vida na Terra, tenta evitar a chegada do anticristo e a batalha final entre o Paraíso e o Inferno. Os episódios de 60 minutos serão lançados na primeira metade de 2019 no Amazon Video.

Cadê você, Bernadette?
A adaptação do best seller sobre o sumiço de Bernardette, uma mulher controversa — o marido a considera uma maníaca e as mães da escola elitista da filha a detestam; os especialistas a consideram uma gênio e sua filha, Bee, acredita que tem a melhor mãe do mundo —, deve chegar aos cinemas em março de 2019. Dirigido por Richard Linklater, da trilogia Antes do Sol Nascer e Boyhood, tem Cate Blanchett no papel principal.

Mulherzinhas
Baseado no clássico de Louisa May Alcott, o filme é um dos mais esperados de 2019. A história explora a vida de irmãs na Massachussetts dos anos 1860, período da Guerra Civil Americana. O longa terá roteiro e direção de Greta Gerwig e nomes de peso no elenco: Meryl Streep, Saoirse Ronan, Laura Dern, Emma Watson, Louis Garrel, Bob Odenkirk e Chris Cooper. A previsão de lançamento é 25 de dezembro.

Cemitério Maldito

O livro “O Cemitério”, de Stephen King, ganhará uma nova adaptação para as telonas (existe uma versão de 1989), com estreia prevista para abril. No suspense, a família Creed é atormentada por uma série de acontecimentos estranhos, que começam após a morte do gato de estimação. Aos poucos, eles chegam à conclusão de que um antigo cemitério nos fundos da casa pode ter relação com os eventos.

Watchmen
Os quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, publicados pela DC Comics, vão virar uma série de drama da HBO. Ela se passa em uma história alternativa, na qual super-heróis são tratados como criminosos. Ainda não há data confirmada de estreia.

Catch 22
Considerado uma das grandes obras do século 20, o romance satírico-histórico de Joseph Heller que trata dos estágios finais da Segunda Guerra Mundial vai virar uma mini-série. Ela gira em torno de Yossarian, um bombardeador da Força Aérea Americana, enquanto ele e seu esquadrão estão baseados na Itália. Dirigida por George Clooney e com Hugh Laurie no elenco, ainda não tem data confirmada de estreia.

The Rhythm Section
Com previsão de lançamento em fevereiro nos Estados Unidos, o filme baseado no livro homônimo conta a história de Stephanie Patrick (Blake Lively) que busca descobrir a verdade sobre um acidente aéreo que matou sua família. Quando descobre que a queda do avião não foi acidental, ela embarca em uma missão para encontrar os responsáveis e assume a identidade de uma assassina.

Os 11 livros preferidos de Obama em 2018 – e que todo mundo deveria ler

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Reprodução

Publicado no Infomoney

SÃO PAULO – Um dos hábitos mais comuns entre os nomes de sucesso no mundo todo é a leitura. Como o fundador da Microsoft, Bill Gates, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também elaborou sua lista de livros preferidos de 2018.

Vale a pena conferir a relação de obras para se inspirar e aprender cada vez mais. “Continuo com a minha tradição favorita e compartilho minhas listas de fim de ano. É o momento de fazer uma pausa e refletir sobre o ano através dos livros que achei mais instigantes, inspiradores ou que simplesmente gostei muito”, disse Obama, em um post no Instagram.

Além disso, ele afirmou que sua lista dá a chance para que ele destaque autores talentosos – “alguns são nomes familiares e outros que você pode não ter ouvido falar antes”, escreveu. Nenhum dos livros listados foi publicado em português.

 

American Prison, Shane Bauer (“Prisioneiro Americano”, em tradução livre)

O livro discorre sobre a situação do encarceramento nos Estados Unidos e o uso de prisões privadas. É uma história sobre a lógica de funcionamento e lucro das prisões no país.

Arthur Ashe: A Life, Raymond Arsenault (“Arthur Ashe, uma vida”, em tradução livre)

A obra é uma biografia do tenista negro Arthur Ashe, uma dos maiores atletas americanos da modalidade, que se tornou um ativista dos direitos civis.

Asymmetry, Lisa Halliday (“Assimetria”, em tradução livre)

O livro, dividido em três partes, explora as relações humanas abordando poder, talento, riqueza, fama, justiça, entre outros tópicos. A obra aborda duas principais histórias: a da jovem Alice e do iraquiano Amar. Embora aparentemente não tenham nenhuma relação, as narrativas começam a interagir entre si.

Feel Free, Zadie Smith (“Sinta-se Livre”, em tradução livre)

Organizado em cinco seções (No Mundo, Na Audiência, Na Galeria, Na Estante e Sinta-se Livre), o livro discute questões como: “O que é a Rede Social – e o próprio Facebook?”, “Por que amamos bibliotecas?”, “O que diremos aos nossos netos sobre nosso fracasso coletivo em lidar com o aquecimento global?”, entre outros questionamentos contados por um estudante de Harvard. É uma espécie de narrativa sobre os eventos recentes da cultura e política do mundo.

Florida, Lauren Groff

O livro conta diferentes histórias que se passam no estado americano da Flórida em diferentes momentos da história. São 5 narrativas: as irmãs abandonadas; um garoto solitário; um casal sem filhos; uma mulher sem casa; e a vida conflituosa que uma mãe e esposa leva.

Frederick Douglass: Prophet of Freedom, David W. Blight (Frederick Douglass: Profeta da Liberdade”, em tradução livre)

A obra conta sobre como o jovem Frederick Douglas (1818 -1895) escapou da escravidão em Baltimore, Maryland. Ele foi ensinado a ler pela esposa do dono dos escravos e se tornou umas das maiores figuras literárias de seu tempo.

 

Immigrant, Montana, Amitava Kumar (“Imigrante, Montana”, em tradução livre)

Com uma única mala em mãos, o jovem Kailash sai da Índia e chega aos Estados Unidos pós mandato do presidente americano Ronald Reagan para cursar pós-graduação. Ele começa a se estabelecer, conhece um professor carismático e sua vida é remodelada por uma série de mulheres diferentes com quem ele se relaciona.

The Largesse of the Sea Maiden: Stories, Denis Johnson (“A Generosidade do Mar”, em tradução livre)

A ficção aborda aspectos da velhice, da mortalidade, do passado e discorre sobre mistérios do universo. Foi a última obra escrita por Johnson, que faleceu pouco tempo depois de acabá-la.

Life 3.0: Being Human in the Age of Artificial Intelligence, Max Tegmark (“Life 3.0: Ser Humano na Era da Inteligência Artificial”, em tradução livre)

O livro discute a Inteligência Artificial e seu impacto no futuro da vida na Terra e além dela.

There There, Tommy Orange 

O romance conta a história de 12 índios que vivem na Califórnia (EUA), cujas narrativas vão convergir no Grande Powwow de Oakland (também nos EUA), tradicional evento da cultura indígena que promove a integração por meio da música. O livro retrata as comunidades indígenas urbanas contemporâneas.

Washington Black, Esi Edugyan

George Washington Black, ou “Wash”, um escravo de 11 anos vive em uma plantação de açúcar em Barbados e tem pavor de ser escolhido pelo irmão do responsável pelo negócio como seu criado. Para sua surpresa, o excêntrico Christopher Wilde é um naturalista, inventor e abolicionista. A obra conta a história da vida do menino e como ele cresce em um novo mundo, com cada vez mais tecnologia – além de discutir os limites da liberdade.

5 livros incríveis de 2018 para ler em 2019

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Marilia Marasciulo, na Galileu

O ano de 2018 foi de crise no mercado editorial brasileiro — de livrarias a grandes editoras, houve quem chegou a decretar falência. Mas isso não significa que foi um ano sem bons lançamentos de livros. Veja uma seleção para preparar a lista de leitura para o início do próximo ano:

Pequenos Incêndios Por Toda Parte, Celeste Ng (Intrínseca, 416 páginas, R$ 49,90)
O segundo romance da americana Celeste Ng ganhou uma edição em português em 2018. A história explora a relação de duas mulheres completamente diferentes, obrigadas a conviver quando seus filhos se tornam amigos. O livro vai ser adaptado para uma minissérie produzida por Reese Witherspoon (Big Little Lies) e Kerry Washington (Scandal).

As duas atrizes adaptarão o renomado livro para a televisão (Foto: Reprodução)

 

O Pai da Menina Morta, Tiago Ferro (TodaVia, 176 páginas, R$ 44,90)
Em seu romance de estreia, o paulistano escreve sobre a própria experiência com o luto de perder a filha de oito anos, vítima de uma doença aparentemente banal, a gripe H1N1. Sem se prender aos fatos ou acontecimentos reais, a história não deixa de ser dolorosamente real e explora a busca por uma vida normal após uma tragédia.

O Pai da Menina Morta é o romance de estreia do brasileiro Tiago Ferro (Foto: Divulgação)

 

O Sol na Cabeça, Geovani Martins (Cia das Letras, 120 páginas, R$ 34,90)
Outra estreia na literatura brasileira, o carioca narra em 13 contos a infância e adolescência de moradores de favelas, marcadas pela violência e discriminação racial. O escritor, que vem sendo considerado uma nova voz do realismo brasileiro, equilibra bem a linguagem e gírias típicas das comunidades do Rio de Janeiro com o português formal.

O Sol na Cabeça foi um dos livros nacionais mais comentados de 2018 (Foto: Divulgação)

 

Canção de Ninar, Leila Slimani (Tusquets, 192 páginas, R$ 46,90)
O livro, que rendeu à autora franco-marroquina o prêmio Goncourt, o mais prestigioso reconhecimento literário francês, é uma espécie de thriller com tema moderno: uma babá mata as duas crianças que deveria cuidar. Mas, ao contrário do que talvez seja o esperado, a narrativa cheia de tensão mostra que, no fundo, ninguém é inocente.

Canção de Ninar é um premiado thriller literário internacional (Foto: Divulgação)

 

Semente de Bruxa, Margaret Atwood (Morro Branco, 352 páginas, a partir de R$ 35)
A autora de O Conto da Aia, que virou sensação após ser adaptado para uma série de TV, reconta o clássico A Tempestade, de William Shakespeare. Na história, um diretor de teatro fracassado decide montar a peça shakespeariana com presos canadenses, ao mesmo tempo em que planeja uma vingança contra os políticos responsáveis pela decadência de sua carreira.

Da mesma autora de O Conto da Aia, livro traz versão de A Tempestade, de Shakespeare (Foto: Divulgação)

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