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The Witcher pode ganhar mais temporadas em breve, diz rumor

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Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A Netflix parece ter gostado do resultado de The Witcher e, antes mesmo do primeiro ano estrear, rumores dizem que a série pode ser renovada para outras temporadas em breve (Via CB). A informação é de KC Walsh, do Geeks WorldWide e, segundo ele, o serviço de streaming está “muito feliz” com o que está vendo. Confira:

“Parece que a Netflix está muito feliz com The Witcher e é possível que ela dê luz verde para várias temporadas antes mesmo do primeiro ano estrear ou pouco depois de sua estreia. Isso significa que a agenda de Cavill deve ficar cheia por um tempo e seria mais uma evidência que seus dias como Superman estão acabados”.

A sinopse oficial da série de TV diz: “O bruxo Geralt, um mutante caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que as bestas.” O programa contará com oito episódios, gravados no leste e centro da Europa – principalmente na Polônia, país de origem da franquia.

A série terá produção executiva de Sean Daniel (Ben-Hur, A Múmia) e Jason Brown (The Expanse), com a produtora de efeitos especiais polonesa Platige Image, encabeçada por Tomek Baginski (A Catedral) e Jarek Sawko (The Fallen Art). Baginski dirigirá pelo menos um episódio de cada temporada. Além de Cavill no papel principal também foram confirmadas Anya Chalotra no papel de Yennefer de Vengerberg e Freya Allan como Ciri.

Na Polônia, país de origem, os contos individuais escritos por Andrzej Sapkowski deram origem à uma saga de livros e série de TV, mas só ganhou fama internacional após o lançamento do game The Witcher, em 2007. É importante ressaltar que o seriado da Netflix não será baseado nos games da CD Projekt RED.

Por que o novo Mary Poppins vai contra o que a criadora da personagem queria?

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Emily Blunt em “O Retorno de Mary Poppins” Imagem: Divulgação

Caio Coletti, no UOL

A nostalgia está em alta nos cinemas brasileiros desde quinta-feira (20), com a estreia de “O Retorno de Mary Poppins”, continuação do clássico filme de 1964 que, para muitos, é a “joia da coroa” da Disney e de seu fundador, Walt.

Na trama do novo longa, dirigido por Rob Marshall (“Chicago”), a mágica babá Mary Poppins (Emily Blunt, no papel que foi de Julie Andrews no clássico) retorna à casa da família Banks em um momento difícil, para ajudar as crianças do filme original, agora crescidas e vividas por Ben Whishaw e Emily Mortimer, a cuidar de seus próprios filhos.

A volta aos cinemas da personagem, mais de 50 anos depois do sucesso estonteante do primeiro filme, vem a despeito dos desejos de P.L. Travers, que criou Poppins em sua série de oito livros, publicada a partir de 1934.

Travers, que morreu em 1996, aos 96 anos de idade, odiava o filme da Disney. A história de sua relação complicada com Walt durante a produção do longa está por trás da relutância da autora em autorizar uma continuação enquanto estava viva.

Versão “açucarada”

Para Travers, que nasceu na Austrália, mas viveu quase toda a sua vida na Inglaterra, “Mary Poppins” era tanto sobre disciplina e obediência quanto sobre imaginação e diversão. Por isso, a “magia Disney” do filme, e a suavização da personalidade da personagem título, não lhe caíram bem.

Walt, que lia “Mary Poppins” para suas próprias filhas, tentou por vinte anos comprar os direitos dos livros de Travers, fazendo visitas regulares a ela na Inglaterra. Quando ela finalmente concordou, no começo da década de 1960, foi apenas com a condição de servir como consultora na roteirização do filme.

Travers desgostava das músicas originais compostas pelos irmãos Sherman, e brigou com Disney pela exclusão das cenas que misturavam desenho animado e live-action. O chefe do estúdio, no entanto, tinha a palavra final, e a versão de Walt Disney foi a que chegou aos cinemas, para o desgosto da autora.

A escritora P.L. Travers Imagem: Divulgação

O desentendimento entre ela e Disney, inclusive, foi o motivo pelo qual Travers não foi inicialmente convidada para a première de “Mary Poppins” em Los Angeles. A escritora, que não era de levar desaforo para casa, teve que insistir ao telefone com funcionários do estúdio e acabou por conseguir um convite.

Mágoa duradoura

A relação de Travers e Disney foi parar no filme “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”, lançado em 2013. Com Emma Thompson no papel da autora e Tom Hanks na pele de Disney, o filme tem suas próprias virtudes, mas se desvia da história real ao mostrar a escritora emocionada com o filme durante a estreia.

Emma Thompson vive Travers em “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013) Imagem: Divulgação/IMDb

Se Travers chorou durante sua sessão de “Mary Poppins” em 1964, tudo indica que foi de desgosto. A melhor coisa que a escritora disse em vida sobre o filme foi em uma entrevista de 1977, onde contou que tinha “aprendido a viver com ele, mas que não tinha nada a ver com suas obras”.

Nos anos 1990, o produtor teatral Cameron Mackintosh contatou a escritora para a montagem de um musical inspirado em sua criação. Travers concordou, desde que ninguém do filme original estivesse envolvido na produção, especialmente os irmãos Sherman.

Estes mesmos termos foram parar em seu testamento, como condições para qualquer adaptação de sua obra. “O Retorno de Mary Poppins” contorna isso ao não adaptar nenhum dos livros diretamente, usando a personagem (da qual a Disney tem os direitos) para criar uma nova história.

Baseado em fatos reais?! Os experimentos que inspiraram a história de Frankenstein

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Cena de “O Jovem Frankenstein”, de 1974.

Publicado no Tudo Celular

Recentemente uma série de terror brasileira foi anunciada pela Netflix, o gênero de horror é um dos mais clássicos que há. A sensação de tensão, gerada pelo medo instigado por palavras ou gravuras é algo que atrai um grande público. E aqui veremos como pode ter começado uma das histórias de terror mais conhecidas, a de Frankenstein e o seu Monstro.

Tudo começou em janeiro de 1803, quando um jovem chamado George Forster foi enforcado, culpado de assassinato, na prisão de Newgate, em Londres. Depois de executado, seu corpo foi levado para a Faculdade Real de Cirurgiões da Inglaterra, onde seria dissecado publicamente, não só isso, como também seria eletrocutado.

Os experimentos seriam conduzidos por Giovanni Aldini, sobrinho de Luigi Galvani, quem descobriu a “eletricidade animal”. O jornal The Times acompanhou os ocorridos:

Na primeira aplicação do processo ao rosto, a mandíbula do criminoso falecido começou a tremer, os músculos adjacentes estavam terrivelmente contorcidos, e um dos olhos estava de fato aberto. Na parte subsequente do experimento, a mão direita se levantou e cerrou-se, e as pernas e coxas foram postas em ação.

O motivo dos experimentos era defender os estudos do seu tio, de pessoas como Alessandro Volta, que clamava que a eletricidade “animal” era produzida pelo contato de metais e não devido a uma propriedade de tecido vivo.

A ideia de eletricidade estar, de forma peculiar, ligada a força vital já existia há bastante tempo, como por exemplo com Isaac Newton foi um dos que especularam pelas entrelinhas do assunto, pois também era, assim como Aldini, um filósofo natural.

Portanto não é surpreendente que a ideia fosse no mínimo presente nos círculos que Mary Wollstonecraft Shelley frequentava. O amigo da família e poeta inglês, Samuel Taylor Coleridge, era fascinado pelas conexões entre eletricidade e vida. Seu marido, que casou-se com ela no mesmo ano que o livro começou a ser escrito, em 1816, era outro entusiasta de experimentos galvânicos.

A obra viria a ser considerada a primeira do gênero ficção científica da história e considerada por muitos um dos três grandes clássicos do gênero de terror, junto de Drácula e O Médico e o Monstro, um dos que defendem isso é o aclamado escritor Stephen King.

Meses após o lançamento do livro, em 1818, o químico escocês Andrew Ure realizou experimentos elétricos em outro condenado por assassinato. A respeito do processo, Ure escreveu:

Quando o falecido foi eletrocutado, todos os músculos de seu corpo entraram em ação assustadoramente; raiva, medo, desespero, angústia, e sorrisos fantasmagóricos, uniram suas expressões hediondas no rosto do assassino.

Os experimentos que haviam sido abertos ao público, resultaram em diversos espectadores fugindo do apartamento e um cavalheiro desmaiando, de acordo com relatos.

Apesar de hoje em dia parecer nada mais que uma história de fantasia, tanto para Mary Shelley quanto para seus leitores era completamente possível que fosse real, sendo uma teoria fortemente considerada e discutida no decorrer do século que precedeu o livro.

‘A Sútil Arte de Ligar o Foda-se’ lidera lista de livros mais vendidos da Amazon

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Vitor Paiva, no Hypeness

A autoajuda segue em alta no Brasil, mas no lugar dos incentivos pessoais de superação, pela via da inspiração, da espiritualidade ou mesmo do autoconhecimento foi substituído por um sonoro e sincero foda-se. O perdão pelo termo se torna impossível, já que ele está no título do livro mais vendido pela Amazon no país: “A Sutil Arte de Ligar o F*da-se”, de Mark Manson, liderou as listas dos livros mais vendidos tanto entre os impressos quanto nos digitais. A lista também traz livros como “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg, e “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”, de Yuval Noah.

Somente dois esperados títulos de ficção adentraram as listas: “O Conto de Aia”, livro no qual a série “Handmaid’s Tale” foi inspirada, e o box com os livros do Harry Potter, entre os impressos, e nos digitais com as Obras Completas de Machado de Assis e “Os Grandes Romances de Dostoiévski”. Machado não é o único brasileiro a constar nas listas: há também a youtuber Nathalia Arcuri, com seu livro “Me Poupe!”, o terceiro mais vendido entre os impressos, e o décimo digital mais vendido.

O campeão, Mark Manson

O título campeão procura inverter quase que completamente a lógica dos livros de autoajuda: no lugar da pressão pelo sucesso e a busca incessante pela felicidade irrestrita, Manson propõe, em termos gerais, a admissão de que não somos tão especiais, e que devemos procurar o que é realmente importante na vida – e ligar um imenso foda-se para o resto. Assim, conseguiríamos algo realmente transformador, e não uma felicidade maquiada.

LIVROS IMPRESSOS

1 – “A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se”, por Mark Manson (Intrínseca)
2 – “O Milagre da Manhã”, por Hal Elrod (BestSeller)
3 – “Me Poupe!: 10 Passos Para Nunca Mais Faltar Dinheiro no seu Bolso”, por Nathalia Arcuri (Sextante)
4 – “O Poder do Hábito: Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e nos Negócios”, por Charles Duhigg (Objetiva)
5 – “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”, por Yuval Noah (L&PM)
6 – “Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso”, por Carol Dweck (Objetiva)
7 – “O Conto da Aia”, por Margaret Atwood (Rocco)
8 – “Os Segredos da Mente Milionária”, por T. Harv Eker (Sextante)
9 – “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, por Dale Carnegie (Nacional)
10 – “Caixa Harry Potter – Edição Premium”, por J.K. Rowling (Rocco)

LIVROS DIGITAIS

1 – “A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se”, por Mark Manson (Intrínseca)
2 – “O Poder do Hábito: Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e nos Negócios”, por Charles Duhigg (Objetiva)
3 – “Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso”, por Carol Dweck (Objetiva)
4 – “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”, por Yuval Noah (L&PM)
5 – “O Milagre da Manhã”, por Hal Elrod (BestSeller)
6 – “PROCRASTINAÇÃO: Guia Científico Sobre Como Parar de Procrastinar (Definitivamente)”, por Lilian Soares (Amazon)
7 – “Obras Completas de Machado de Assis I: Romances Completos (Edição Definitiva)”, por Machado de Assis (Nova Aguilar)
8 – “Os Grandes Romances de Dostoiévski”, por Fiódor Dostoiévski (Amazon)
9 – “Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã”, por Yuval Noah Harari (Companhia das Letras)
10 – “Me Poupe!: 10 Passos Para Nunca Mais Faltar Dinheiro no seu Bolso”, por Nathalia Arcuri (Sextante)

Deixe a Neve Cair | Livro de John Green virará filme na Netflix

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Editora Rocco – Divulgação

Filmagens devem começar em 2019

Mariana Canhisres, no Omelete

O livro Deixe a Neve Cair (Let It Snow, no original), coautoria de John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle, virará filme na Netflix. De acordo com o Deadline, o produtor Dylan Clark, de Planeta dos Macacos: A Guerra, está no projeto e as filmagens acontecerão no início de 2019.

O romance compila três histórias que se conectam, cada uma focada em um adolescente e sua experiência diante da grande nevasca na cidade de Gracetown, na época do Natal.

Por enquanto, não há informações sobre elenco, nem quando será o lançamento do longa.

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