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“Sherlock Holmes da vida real” dá dicas para dominar arte da dedução

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Sherlock

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Renan Guerra, no Observatório do Cinema

O último episódio da temporada de Sherlock foi exibido no domingo (15), agora os fãs terão uma espera longa pela frente. Porém, o cientista forense Colin Cloud, conhecido como o “Sherlock Holmes da vida real”, está dando lições sobre dedução e observação.

Colin fez fama com seus poderes de adivinhar o que você comeu no café da manhã ou mesmo o nome de seu primeiro cachorrinho. O cientista pesquisa a arte da dedução desde a infância e entrou em um programa universitário de investigação forense logo aos 15 anos de idade.

“Eu certamente não sou um paranormal…”, esclarece Colin ao jornal The Independent. “Nada do que eu faço é um truque – é tudo baseado no conhecimento e prestando muita atenção.”

“Você vê, mas você não observa”, é uma das falas favoritas de Sherlock. E é uma observação que Colin provavelmente faria sobre a maioria de nós. Mesmo assim, o cientista acredita que as habilidades do detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle podem ser desenvolvidas por qualquer um que se dedique ao estudo com esmero.

“Você tem que se treinar para ver as coisas de forma diferente e descobrir o que você pode aprender sobre alguém”, diz ele. “Muitas vezes conversamos com as pessoas e não prestamos atenção a coisas como sua respiração, o quanto elas estão piscando, a maneira como elas estão sentadas ou de pé – e todas essas pequenas coisas que revelam muito sobre uma pessoa”.

“Eu fui inspirado por ele”, continua Colin sobre Sherlock. “Eu folheava as páginas dos livros e o via deduzindo coisas sobre as pessoas, fazendo coisas fascinantes com sua memória e ele sempre era capaz de demonstrar como fez essas descobertas. De qualquer forma, eu rapidamente descobri que não era tão fácil como ele fez parecer.”

“Eu acho que eles tentam fazer as deduções de forma mais lógica possível, e eles são ótimos nisso”, comenta ele sobre a série da BBC. “É claro, é ficção, então eles têm a liberdade de criar cenários que são, em última instância, perfeitos para o personagem conseguir o que quer que eles queiram”, finaliza.

De qualquer forma, Cloud diz que é tão fã da série quanto dos livros: “A escrita é simplesmente fenomenal”, elogia. “Eu acho que cada episódio é, simplesmente, uma obra-prima”.

Colin Cloud, o Sherlock Holmes da vida real

Colin Cloud, o Sherlock Holmes da vida real

5 dicas para começar a ler mais

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Porque Ler Faz Bem, fique atento a estas cinco orientações para começar a ler cada vez mais

Publicado no Visão

Mesmo que haja muita vontade para começar a ler aqueles livros que já começam a formar pilha na mesinha de cabeceira, ou por falta de tempo, ou por cansaço, ou por uma série de outras razões, muita gente deixa a leitura para segundo plano.

Mas não tenha dúvidas: Ler Faz Bem, como faz questão de afirmar no projeto lançado, este mês pela VISÃO. Ler desperta a inteligência, combate o envelhecimento do cérebro, reduz o stresse e pode mesmo ser um grande aliado no combate a algumas doenças. Muitas personalidades de sucesso fazem da leitura um hábito diário. Bill Gates, fundador da Microsoft, reserva uma hora para ler, antes de dormir. O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, tenta terminar um livro a cada duas semanas. A escritora Agatha Christie lia 200 livros num ano e o 26º Presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, num dia e noite tranquilos, conseguia ler mais do que um livro.

Se gostava muito de começar a ler mais, mesmo não tendo nenhuma destas ambições, tenha atenção a estas cinco dicas simples.

1 . Leia enquanto ouve ruído branco

Para quem tem problemas de concentração, até o mínimo barulho dos ponteiros do relógio pode ser um problema para a leitura. Uma boa maneira de – ou pelo menos tentar – ignorar estas pequenas distrações é ler enquanto ouve ruído branco com os seus headphones.

E o que é isto de ruído branco? Cientificamente falando, o ruído branco é produzido pela combinação simultânea de frequências eletromagnéticas e de sons. Este tipo de barulho, quando ouvido num volume baixo, tem o poder de acalmar e ajudar na concentração. No YouTube pode encontrar vídeos com horas e horas deste tipo de ruído, como este, ou este.

Curiosamente, este foi um dos grandes truques para que Emerson Spartz, CEO do Spartz Inc, em criança, conseguisse completar o objetivo imposto pelos seus pais de ler quatro pequenas biografias por dia. Emerson diz que este tipo de som o ajuda na concentração e que aumenta a sua velocidade de leitura em 30%.

2. Estabeleça um objetivo

Ao impor a si mesmo uma meta de leitura, esta pequena motivação ou competição consigo pode ser um bom truque para fazer com que leia mais. Experimente, por exemplo, começar a ler um capítulo por dia, antes de dormir. Quando já estiver mais ou menos habituado a esta rotina, aumente o número de páginas por dia.

Para o pressionar e relembrar deste desafio que estabeleceu, pode ajudar ter uma alguns livros em cima da sua secretária, da sua mesa de cabeceira, ou, enfim, espalhados pela casa. Além disso, não terá desculpa para não ler mais, caso acabe um livro.

3. Experimente ler livros em formato digital ou ouvi-los

A geração milennials, tão ligada aos aparelhos digitais, talvez fique interessada nestas duas formas de ler livros: ou através do computador, tablet ou smartphone, em formato digital, ou então ouvir a leitura do livro, por intermédio de um audiolivro.

Se optar pela primeira alternativa, tente que todos os seus aparelhos digitais estejam sincronizados através de uma aplicação. Assim, tanto pode ler o livro quando está no computador, como quando está numa fila de espera, através do smartphone. Desta forma, consegue aproveitar todos os momentos livres do dia para ler e, no final, vai ver que será mais fácil completar o seu objetivo.

O audiolivro pode ser uma excelente opção para quem viaja muito mas, por estar a conduzir ou por enjoar, não consegue ler, ou para quem, simplesmente, não tem tempo para parar e ler. É verdade que esta é uma forma mais demorada – segundo o site Quora, por minuto, uma pessoa consegue ler cerca de 373 palavras, enquanto um audiolivro apresenta apenas 150 –, no entanto, quem a utiliza beneficia pelo facto de conseguir fazer várias tarefas ao mesmo tempo.

4. Carregue o livro para todo o lado

Se, no entanto, é um acérrimo adepto do livro em papel, um truque para lhe lembrar que deve ler é andar com o seu livro para onde quer que vá. Quando está nos transportes públicos, por exemplo, e tem de se entreter durante algum tempo, possivelmente tende a recorrer muito ao telemóvel. Mas e se tivesse um livro consigo?

Esta é uma boa forma de tirar partido de uma viagem, em que estaria uns bons 10 ou 15 minutos a, simplesmente, procrastinar.

5. Alterne os gêneros

Em primeiro lugar, para se motivar a si mesmo deve ler aquilo que gosta, porque se o livro lhe interessar é mais provável que lhe dedique mais tempo. Por isso, pelo menos nos primeiros tempo, não se obrigue a ler determinado livro, se o assunto não lhe despertar curiosidade.

No entanto, talvez seja boa ideia ir alternando entre géneros, no sentido de evitar a monotonia e que fique desinteressado. Além disso, há quem defenda que devemos ler mais do que um livro ao mesmo tempo, podendo, neste caso, tomar ainda maior proveito dessa alternância entre géneros.

James Cameron vai fazer série documental sobre ficção científica

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Publicado no Comunidade Cultura e Arte

O cineasta James Cameron vai produzir uma série documental que explora a evolução da ficção científica desde a sua origem como um gênero cinematográfico menor e de culto, até se transformar num fenômeno de cultura popular e sucesso de bilheteiras.

O anuncio foi feito pelo canal de televisão AMC, que adianta que a série, com o título provisório ‘James Cameron’s Story of Science’, terá seis episódios de uma hora e tem estreia prevista em 2018.

De ‘Star Wars’ a ‘Avatar’, passando por ‘The Hunger Games’ e ‘The Walking Dead’, a ficção científica tornou-se um pilar da cultura popular e o documentário vai explorar as dúvidas que cada um suscita, como por exemplo, a ciência por detrás de The Walking Dead, ou como poderia surgir uma epidemia de mortos-vivos.

Assim, nesta nova série sobre as origens e a história da ficção científica, James Cameron introduz em cada episódio uma das “grandes questões” com que a humanidade se tem confrontado ao longo dos anos, e regressa ao passado para melhor compreender como é que os filmes, programas de televisão, livros e vídeos favoritos do público nasceram e para onde é que este gênero – e a espécie humana – caminha.

O realizador afirma que esta série regressa às origens da ficção científica, seguindo o seu DNA: sem Jules Verne e H.G. Wells não haveria Ray Bradbury ou Robert A. Heinlein e, sem eles, não haveria Lucas, Spielberg ou Ridley Scott.

“Como cineasta especializado em ficção científica, estou interessado em explorar as lutas e os triunfos que trouxeram essas histórias incríveis à vida e ver como a arte imita a vida, bem como a ficção científica imita e às vezes informa a ciência”, disse.

O cineasta canadense – autor de filmes como ‘O Exterminador Implacável’, ‘Aliens’, ‘Titanic’, ‘A verdade da Mentira’ ou ‘Avatar’ – e outros contemporâneos que ajudaram a impulsionar o crescimento da ficção científica nas últimas décadas debatem os méritos, os significados e os impactos dos filmes e romances que influenciaram o gênero.

O próprio James Cameron autoproclamava-se “nerd da ficção científica”, antes de se tornar um dos realizadores de maior sucesso da sua geração.

“Quando eu era miúdo, basicamente lia qualquer livro que tivesse uma nave espacial na capa e vi o filme ‘2001: Odisseia no Espaço’ vezes sem conta”, disse o realizador, acrescentando que aquele filme o inspirou a tornar-se um realizador.

Segundo James Cameron, além dos efeitos especiais, o que mais o intrigava naqueles filmes eram as ideias e as questões por detrás deles: “Como vai o mundo acabar? A tecnologia vai acabar por nos destruir? O que significa ser humano”?

Texto de Lusa

Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para a edição 2017

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Publicado no Paraíba Online

O Prêmio Sesc de Literatura, concurso que revela novos talentos da literatura nacional, está com inscrições abertas para mais uma edição. Até o dia 17 de fevereiro, os candidatos poderão concorrer nas categorias Conto e Romance.

Os vencedores têm suas obras publicadas pela editora Record, que é responsável pela edição e distribuição, com tiragem inicial de dois mil exemplares.

Para participar, os candidatos deverão apresentar os originais de romances e as coletâneas de contos inéditos. O autor poderá concorrer nas duas categorias desde que tenha obras nunca publicadas em ambas, inclusive em plataforma online. Neste caso, as inscrições serão realizadas separadamente.

O processo seletivo será realizado via internet, desde o envio de informações pessoais até a obra digitalizada. Todos os trabalhos são submetidos à avaliação das comissões julgadoras compostas por escritores, especialistas em literatura, jornalistas e críticos literários definidos pelo Sesc. Os vencedores serão anunciados em junho de 2017.

Franklin Carvalho e Mário Rodrigues foram os vencedores do Prêmio Sesc 2016, nas categorias Romance e Conto, respectivamente, com os livros ‘Céus e Terra’ e ‘Receita Para se Fazer um Monstro’.

“Ganhar foi a sensação de dever cumprido, além de abrir caminhos para que o meu trabalho seja divulgado em todo o país,. Essa conquista foi um importante reconhecimento à minha produção literária”, destaca Mário.

“Eu mesmo me indagava se alguém leria as alegorias que inventei. Sinto-me recompensado e com uma grande responsabilidade para os projetos futuros”, conclui o jornalista baiano Franklin Carvalho.

O edital completo estará disponível em www.sesc.com.br/premiosesc. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo e-mail literatura@sesc.com.br.

Sobre o Prêmio Sesc

Lançado pelo Sesc em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Até agora já foram revelados 23 novos autores.

Além de inclui-los em programações literárias do Sesc, o Prêmio também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados e distribuídos pela editora Record.

Mais do que oferecer uma oportunidade aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.
FONTE: Ascom

Novos clubes surgem com promessa de livros de qualidade para crianças

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Surpresas. Kit recebido pelos assinantes do clube Garimpo - Divulgação

Surpresas. Kit recebido pelos assinantes do clube Garimpo – Divulgação

 

Serviços de assinatura oferecem programas específicos para cada faixa etária

Leonardo Cazes, em O Globo

RIO – Eles começaram a aparecer em 2014, mas de um ano para cá se multiplicaram. Novos clubes de assinatura com foco nas literaturas infantil e juvenil buscam suprir lacunas deixadas pelas livrarias, ajudar os pais nas escolhas e unir diversão com qualidade artística (veja detalhes dos novos serviços ao lado).

Caçula da turma, o Clube de Leitura Quindim foi lançado em dezembro por iniciativa do ex-diretor do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura, Volnei Canonica, em parceria com Renata Nakano e Ana Lucia Castro. Com um conselho curador formado por nomes como os escritores Ziraldo e Marina Colasanti e o ilustrador Roger Mello, o Quindim oferece programas para quatro faixas etárias. Cada kit tem dois livros e um guia de exploração e leitura. Ao fazer a assinatura, a família ganha também um “Diário de leitura”, todo ilustrado, para registrar a experiência. O clube é um braço do Centro de Leitura Quindim, fundado por Canonica em 2014 na sua cidade natal, Caxias do Sul (RS). Além de ter uma biblioteca, o espaço atua na formação na área da leitura e também na internacionalização das literaturas infantil e juvenil brasileiras.

— A gente queria ter uma ação que levasse livros de qualidade para as mãos das crianças e dos pais. Queremos que o livro esteja presente nas vidas das crianças e que elas vejam valor simbólico no objeto — afirma Canonica.

ASSINATURA SOLIDÁRIA

Foi para levar mais obras a mais crianças que as educadoras Nicole Cezar de Andrade e Fernanda Marsico, da Sexta Arte, criaram o clube de assinaturas Leitor Solidário. Em 2016, elas conseguiram reunir R$ 30 mil por meio de um crowdfunding para lançar o projeto “Formando leitores, mudando histórias”, voltado para estudantes de baixa renda e que hoje atende a 50 crianças. A dupla oferece consultoria para professores e cria ou aperfeiçoa bibliotecas e salas de leitura, além de promover encontros com autores. Para ajudar a financiar a iniciativa, elas lançaram em meados do ano passado o Leitor Solidário: em um mês, o assinante recebe um livro autografado pelo autor e, no mês seguinte, um livro autografado segue para as crianças do projeto.

— Vivemos num país de não leitores. É muito difícil formar leitor onde não se lê. Nós lançamos assinaturas para todas as idades, até os 18 anos. As crianças saem da alfabetização superempolgadas com a leitura. Por que isso se perde? Essa é a importância de formar o leitor. Acho que a leitura muda o mundo. E nossa proposta é levar isso não só para quem pode pagar — explica Nicole.

A editora e escritora Julia Wähmann, criadora do clube de assinaturas Garimpo junto com Gustavo Barbeito, vê certa distorção no mercado editorial brasileiro, “que tem pouco leitor, muito lançamento, poucas livrarias e que só dão espaço para o que vem com chancela das editoras”. Assim, o Garimpo, lançado em setembro, busca suprir também essa lacuna para adultos e crianças. Quem cuida das áreas infantil e juvenil no clube é a editora Elisa Menezes. Ela destaca que a produção brasileira é muito rica e está espalhada por casas de diferentes portes.

— Há editoras pequenas que fazem os melhores trabalhos hoje no Brasil. E há obras que não chegam às livrarias, mesmo que suas editoras estejam no Rio ou em São Paulo. O universo das literaturas infantil e juvenil é enorme e múltiplo, então a gente busca fazer essa ponte dos pais e crianças até obras às quais não chegariam sozinhas — aponta Elisa.

Mell Brites, editora da Companhia das Letrinhas, concorda. Há um ano ela toca o Expresso Letrinhas, clube de assinaturas do selo que completa 25 anos em 2017. Para Mell, a concorrência na área de infantis e juvenis aumentou muito e o espaço nas livrarias ficou mais restrito. A criação do clube foi uma forma de abrir um canal alternativo com o público:

— Os espaços, quando existem, são bagunçados. Pais e professores ficam perdidos nas livrarias. Encontramos, então, essa forma de oferecer livros de qualidade — diz.

OS CLUBES E COMO FUNCIONAM

Clube de Leitura Quindim

Quatro faixas etárias: 0 -3, 3-6, 6-9 e 9-12. As mensalidades vão de R$ 37 (plano trimestral, um livro por mês) a R$ 117 (plano semestral, quatro livros/mês). Site: clubequindim.com.br

Leitor Solidário

Faixas: 0-5, 6-9, 10-13 e 14-18. Custa R$ 44,90 por mês. Num mês, o assinante recebe seu livro, autografado; no outro, um vídeo da criança que ele beneficiou, recebendo o kit dela. Site: leitorsolidario.com

Garimpo

Três faixas etárias: 4-6, 7-8 e 9-10. A mensalidade é de R$ 40. O kit traz um livro e uma carta da curadora sobre a obra. Site: garimpoclube.com.br

Expresso Letrinhas

Faixas: 0-6, 7-9, 10-12 anos. Por mês, paga-se R$ 54,90, mais frete. O kit vem com dois livros e brindes. Site: expressoletrinhas.com.br

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