Diário da Maísa

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História de espião que inspirou “M” de James Bond vai virar série

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Roteirista de Ponte de Espiões vai adaptar o livro M: Maxwell Knight para TV

Rafael Gonzaga, no Omelete

A produtora Mammoth Screen adquiriu os direitos de adaptação do próximo livro de não-ficção de Henry Hemming, M: Maxwell Knight, que conta a história do maior espião do MI5, o serviço britânico de inteligência e contra-espionagem. Matt Charman, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo filme Ponte dos Espiões, será o responsável por adaptar o livro para uma série de televisão. A informação é do Screen Daily.

M conta a história de Maxwell Knight do MI5, um espião que ajudou a quebrar o fascismo britânico durante a Segunda Guerra Mundial e que serviu de inspiração para o M da franquia James Bond de Ian Fleming – os últimos a interpretarem o personagem no cinema foram Judi Dench em 007 Operação Skyfall e Ralph Fiennes em 007 Contra Spectre.

Charman não economizou elogios ao livro de Hemming. “Ele realmente tem tudo o que você quer de uma grande história de espionagem: agentes incríveis arriscando suas vidas; as apostas mais altas possíveis, a segurança do mundo pendurado por um fio… e no meio de tudo, um complicado espião tecendo uma teia cada vez mais intrincada.”

Além da série, a produtora tem os direitos para mais dois projetos envolvendo a história. O livro chega ao mercado no Reino Unido em 4 de maio e nos EUA em 9 de maio.

Museu de Nova York oferece mais de 400 livros para download grátis

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Museu de Nova York oferece mais de 400 livros para download grátis  |  Fonte: Shutterstock

Museu de Nova York oferece mais de 400 livros para download grátis | Fonte: Shutterstock

 

MET (Metropolitan Museum of Art) tem acervo de livros e imagens para download grátis

Publicado no Universia Brasil

Você é um apaixonado por artes? Então, vai gostar de saber que o Metropolitan Museum of Art (MET) de Nova York, um dos mais famosos museus de arte do mundo, liberou mais de 400 livros sobre o tema para download e de graça!

As obras foram publicadas entre 1964 e 2013 e contam com biografias de nomes como Pablo Picasso, John Singer Sargent e Georgia O’Keeffe. Para localizar a figura sobre a qual você quer ler, basta buscar pelo nome do autor, obra, artistas ou palavras-chave que estejam relacionadas. Também é possível buscar de acordo com a temática ou departamento.

Os interessados também podem acessar um acervo de mais de 400 mil imagens liberadas pelo museu recentemente. Boa parte delas está em alta resolução. A única exigência do museu é que, tanto os livros quanto as imagens, não sejam utilizados para fins comercias, uma vez que eles podem estar atrelados a direitos autorais.

O macabro assassinato da escritora britânica pelo noivo que conheceu na internet

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Polícia de Hertfordshire / PA Wire Image caption Helen Bailey deixou fortuna de mais de R$ 15 milhões para o noivo; seu corpo foi encontrado junto com o de seu cachorro

Polícia de Hertfordshire / PA Wire
Image caption Helen Bailey deixou fortuna de mais de R$ 15 milhões para o noivo; seu corpo foi encontrado junto com o de seu cachorro

 

Publicado na BBC Brasil

A vida da escritora britânica Helen Bailey, de 51 anos, mudou por completo com a morte do marido em 2011.

Tomada pelo pesar da perda e por solidão, ela criou um blog, o Planet Grief (Planeta Luto, em tradução livre), em que narrava sua experiência e se comunicava com outras pessoas que também sofriam com a dor de perder entes queridos.

Foi assim que conheceu e se apaixonou pelo homem que chamava de “viúvo grisalho gato” e que passou a tratar como seu futuro companheiro de vida.

Nesta semana, o noivo, Ian Stewart, de 56 anos, foi condenado a 34 anos de prisão pelo assassinato da escritora, após sete semanas de julgamento.

A promotoria disse que Stewart, descrito como “narcisista”, “frio” e “calculista”, planejou o assassinato para herdar a fortuna de Bailey, estimada em 4 milhões de libras (cerca de R$ 15,3 milhões), amealhada com a publicação de mais de 20 livros, entre eles a série Electra Brown, bastante popular entre adolescentes no Reino Unido – ainda inédita no Brasil.

Secretamente, ele administrou, por semanas, um remédio para dormir à sua noiva, até resolver asfixiá-la até a morte com um travesseiro.

Desaparecimento

Helen Tipper Image caption Ian Stewart, de 56 anos, alegou que mulher tinha sido sequestrada por dois colegas de trabalho de marido falecido de sua noiva

Helen Tipper
Image caption Ian Stewart, de 56 anos, alegou que mulher tinha sido sequestrada por dois colegas de trabalho de marido falecido de sua noiva

 

O caso de Helen Bailey começou a tomar os jornais por causa das notícias de seu desaparecimento, em abril do ano passado.

Familiares, amigos e o noivo estavam preocupados. Stewart chegou a avisar a polícia que tinha encontrado um bilhete de Bailey, no qual ela dizia precisar de “espaço” e que havia ido à casa de férias que tinha no condado de Kent.

Logo depois, Stewart divulgou um apelo emocionado dirigido a Bailey, pedindo para que ela voltasse: “Você não só arrematou meu coração há cinco anos, como o tornou maior, mais forte e mais gentil. Agora sinto como se meu coração não existisse mais. Nossos planos ainda não estão completos e sem você não fazem sentido”.

Ele também mandou mensagens de texto para a escritora, pedindo notícias e implorando para que o chamasse.

Amigos organizaram buscas e fãs enviaram mensagens de solidariedade pelo telefone e redes sociais.

Mas, durante todo esse tempo, o corpo de Bailey – junto com o de seu cachorro, Boris – estava escondido embaixo da própria casa, bem distante de onde a polícia procurava por ela: na fossa séptica, embaixo da garagem.

Tania Butler / Polícia de Hertfordshire / PA Wire Image caption Polícia só descobriu a fossa graças a comentário de uma vizinha

Tania Butler / Polícia de Hertfordshire / PA Wire
Image caption Polícia só descobriu a fossa graças a comentário de uma vizinha

 

O corpo foi encontrado pela polícia três meses depois de seu assassinato. A polícia só encontrou o corpo graças ao comentário de uma vizinha de Bailey, revelando a existência da fossa escondida.
‘Viúvo grisalho gato’

Bailey foi casada com John Sinfield – seu companheiro por 22 anos. Ele morreu afogado no mar em 2011, durante férias do casal em Barbados, no Caribe.

Durante o luto, achou que o blog poderia ajudar a dissipar seu sofrimento.

Começou escrevendo sobre lembranças do marido morto, sobre o primeiro Natal sem ele e sobre as várias coisas que passou a fazer sozinha.

O blog também registrou como Bailey conheceu Stewart, através de uma foto no Facebook que chamou sua atenção. Ela passou a se referir a ele no próprio blog com as iniciais GGHW em inglês para “Viúvo Grisalho Gato”.

Polícia de Hertfordshire / PA Wire Image caption Juiz disse que Stewart representava 'perigo para as mulheres com quem tem relacionamento'

Polícia de Hertfordshire / PA Wire
Image caption Juiz disse que Stewart representava ‘perigo para as mulheres com quem tem relacionamento’

“Desde o primeiro encontro senti como se o conhecesse toda minha vida”, escreveu.

A escritora começou a trocar mensagens com GGHW. Passaram a sair juntos e logo compraram uma casa em Royston, no condado de Hertfordshire, para onde se mudaram.

Planejavam se casar e estavam organizando a cerimônia, quando, em abril do ano passado, Helen Bailey foi dada como desaparecida.
‘Calado e reservado’

Descrito por muitos como “calado” e “reservado”, Ian Stewart ficou viúvo em 2010, quando sua mulher, Diane, morreu após um ataque epilético no jardim de casa, na Inglaterra.

Trabalhou como engenheiro de sistemas até ser forçado a se afastar do emprego por problemas de saúde. Sofria de insônia crônica e os médicos lhe receitaram um remédio chamado zopiclone, o mesmo encontrado pela perícia no corpo de Bailey.

Mavis Drake, vizinha do casal, disse que Stewart “não era muito comunicativo e era preciso tirar qualquer informação dele à força”.

“Nunca, em um milhão de anos, os juntaria como um casal. Para mim, tinham personalidade completamente opostas”, opinou.

Durante o julgamento, foi revelado que, no dia em que Bailey foi morta, ele foi visitar o filho Jamie, jogou boliche e depois pediu comida chinesa “pra viagem”.

Policía de Hertfordshire / PA Wire Image caption Bailey e Stewart viviam juntos numa casa no condado de Hertfordshire, próximo a Londres, e planejavam se casar quando ela desapareceu

Policía de Hertfordshire / PA Wire
Image caption Bailey e Stewart viviam juntos numa casa no condado de Hertfordshire, próximo a Londres, e planejavam se casar quando ela desapareceu

 

Também foi revelado ,enquanto a polícia ainda procurava pela escritora, ele renovou o cartão de sócio-torcedor do time de futebol Arsenal e foi de férias para Mallorca, na Espanha, usando a conta conjunta do casal.

Ele negou que tivesse assassinado Bailey, e alegou que foi chantageado por dois colegas de trabalho do falecido marido da escritora que a teriam sequestrado.

Alegou, durante o julgamento, que esses dois homens o ameaçaram matar seus filhos, caso ele informasse a polícia.
‘Meu final feliz’

Durante a sentença, o juiz Andrew Bright descreveu o crime como “horrível” e disse ao réu: “Sou firmemente da opinião que você atualmente representa um perigo real para as mulheres com quem você tem um relacionamento”.

Policía de Hertfordshire Image caption Bailey era 'uma mulher valente e cheia de bondade', contou uma amiga

Policía de Hertfordshire
Image caption Bailey era ‘uma mulher valente e cheia de bondade’, contou uma amiga

 

Shelley Whitehead, que conheceu a escritora pouco depois da morte do primeiro marido, diz que ela era uma “mulher valente e cheia de bondade”, que, com seu blog, “ajudou a muitos que sofreram perdas”.

“Helen continua viva em seus livros. Guardo cópias de seu último livro dar a pessoas que ficam viúvas”, contou a amiga.

Seu último livro, When Bad Things Happen in Good Bikinis, lançado em 2015, foi baseado na sua experiência com o blog Planet Grief – e sua “jornada pelo luto”.

O livro traz uma dedicatória a Stewart.

“Por último, dedico esse livro ao meu viúvo grisalho gato, Ian Stewart: te amo. Você é meu final feliz.”

Tom Hanks vai estrear como escritor com sua primeira coleção de contos

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Pedro Prado, no Pipoca Moderna

O ator Tom Hanks vai iniciar uma nova carreira, aos 60 anos. Ele vai estrear como escritor de livros com o lançamento da coleção de contos “Uncommon Type: Some Stories”. A obra será lançada nos Estados Unidos e na Inglaterra em outubro, com 17 histórias escritas pelo astro de Hollywood.

O livro está em produção desde que Hanks publicou uma crônica na revista New Yorker em 2014. A história chamou a atenção do editor-chefe da editora Alfred A Knopf, Sonny Mehta. “Fiquei impressionado com sua voz notável e seu comando como escritor. Eu esperava que pudesse haver mais histórias. Felizmente, para os leitores, havia”, ele explicou ao jornal inglês The Guardian.

Estimulado pelo editor, Hanks começou a escrever o livro em 2015. “Nos dois anos de trabalho, eu fiz filmes em Nova York, Berlim, Budapeste e Atlanta e escrevi nos sets de todos eles. Escrevi nas férias, em aviões, em casa e no escritório”, disse o ator em um comunicado oficial.

Apesar de independentes entre si, os contos compartilham um tema que reflete uma paixão pessoal do ator: máquinas de escrever. Cada história do livro envolve de alguma maneira uma dessas máquinas, hoje em dia cada vez mais raras e menos utilizadas.

Segundo o editor adiantou, as páginas de “Uncommon Type” incluirão “uma história sobre um imigrante que chega em Nova York depois que sua família e sua vida foram destruídas pela guerra civil de seu país; outro sobre um homem que faz um jogo perfeito, se tornando a mais nova celebridade da ESPN; outro sobre um bilionário excêntrico e seu fiel assistente executivo em busca de algo maior na América; e a vida imprudente de um ator.”

Ministro da Educação comete erro crasso de português

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O ministro da Educação, Mendonça Filho (José Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Educação, Mendonça Filho (José Cruz/Agência Brasil)

 

Mendonça Filho, afirmou durante entrevista que “haverão (sic) mudanças” ao se referir ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)

Publicado na Veja

Durante entrevista ao vivo para GloboNews na última quinta-feira, o ministro da Educação, Mendonça Filho, cometeu um crasso erro de português. Ao ser questionado sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o ministro afirmou que “haverão (sic) mudanças, mas essas mudanças não ocorrerão em um curto prazo”.

Na ocasião, o ministro falava sobre as mudanças feitas por medida provisória no currículo do Ensino Médio e afirmou que modificações também acontecerão no Enem. De acordo com a gramática do português, o verbo “haver” no sentido de “existir”, “fazer”, “ocorrer”, “acontecer” sempre será impessoal, ou seja, não terá sujeito e ficará sempre no singular.

Um dia após a declaração de Mendonça Filho, a pasta comandada por ele foi alvo de uma polêmica envolvendo a reforma do Ensino do Médio e youtubers.

Em reportagem publicada na última sexta, o jornal Folha de S. Paulo revelou que o Ministério da Educação (MEC) pagou 65.000 reais para dois youtubers defenderem em um vídeo a Reforma do Ensino Médio, sancionada pelo presidente Michel Temer.

Produzido em outubro, o vídeo, com 1,7 milhão de visualizações, não deixava claro que o conteúdo era uma campanha publicitária e tratava o assunto de maneira descontraída e com linguagem jovem. “Você que quer trabalhar com História, não vai querer ficar perdendo tempo com célula”, diz no vídeo o youtuber Lukas Marques, um dos apresentadores do canal “Você Sabia?”.

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