Uma Sombra na Escuridão

Premiado escritor britânico vai escrever seu próximo livro no Twitter

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Autor de “Cloud Atlas”, David Mitchell vai publicar o conto “The Right Sort” na rede social

Publicado por Último Segundo

O escritor britânico David Mitchell, autor de “Cloud Atlas”, vai publicar sua próxima obra no site de microblogs Twitter. Trata-se do conto “The Right Sort”, escrito em segmentos com 140 caracteres cada um.

Os segmentos serão publicados em grupos com 20 tweets de cada vez, ao longo dos próximos sete dias. Ao todo, serão 280 Tweets.

Stuart Wilson/Getty Images O autor David Mitchell, em foto de 2013

Stuart Wilson/Getty Images
O autor David Mitchell, em foto de 2013

Mitchell é autor de cinco livros, já ganhou vários prêmios importantes e é tido como um dos mais talentosos escritores britânicos de sua geração. Ele nasceu em 1969.

Apenas um de seus livros – “Menino de Lugar Nenhum”, cujo título original é “Black Swan Green” – foi traduzido no Brasil, publicado pela Companhia das Letras.

Já “Cloud Atlas”, transposto para as telas de cinema pelos diretores Andy Wachowski e Lana Wachowski (que também dirigiram a trilogia The Matrix), foi visto no Brasil com o título “A Viagem”.

Recurso Promocional

Falando à BBC, Mitchell disse que aprecia o potencial artístico das mídias sociais, mas confessou que não é um tuiteiro e que teve de abrir uma conta no Twitter especificamente para esse projeto.

“Não sou um adepto da mídia social”, disse. “Gosto da minha privacidade, não quero tornar públicas as ante-salas da minha mente. Não quero contribuir para esse oceano de trivialidades e irrelevâncias, já é vasto e profundo o bastante”.

Mas Mitchell tem um novo romance para promover: “The Bone Clocks” está chegando em setembro. Então, foi persuadido por seu editor a abrir uma conta – @david_mitchell – para auxiliar na divulgação do livro e de eventos programados em torno do lançamento. A editora envia os tweets em nome do escritor.

Divulgação Cena de "A Viagem", baseado em livro de David Mitchell

Divulgação
Cena de “A Viagem”, baseado em livro de David Mitchell

Ele admitiu que a publicação do conto no Twitter não deixa de ser um truque esperto de marketing para ajudar a promover seu novo livro. Mas enfatizou que publicar uma história no Twitter foi a forma que encontrou de usar a tecnologia e ao mesmo tempo “preservar alguma integridade”.

Situado em 1978, o conto “The Right Sort” é narrado por um adolescente que descobre o remédio Valium. Enquanto o personagem narrador “viaja” na droga, conta a história em uma sequência de “pulsos”, ou sentenças curtas. “Ele está pensando em tweets por causa do Valium”, explicou o escritor.

Mitchell – que em 2003 foi incluído pela influente revista literária Granta num ranking com os melhores jovens romancistas britânicos – disse que não tem a menor intenção de virar tuiteiro, mas não exclui a possibilidade de escrever mais uma história para essa plataforma caso “The Right Sort” seja um sucesso.

“Foi realmente difícil, não foi fácil. Mas gosto dessas camisas de força”, contou. “Talvez você realmente precise do limite imposto por esses ridículos 140 caracteres para inventar algo novo”.

Mitchell é um dos mais importantes escritores da atualidade a publicar uma história no Twitter. Em 2012, a escritora americana Jennifer Egan, ganhadora de um prêmio Pulitzer, publicou o conto Black Box no site de microblogs.

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Portugal vai abrir escola pública em São Paulo

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Instituição deve ser inaugurada em 2015; diploma será válido nos dois países

Publicado no CenárioMT
Portugal vai abrir uma escola pública no Estado de São Paulo — provavelmente na capital. A informação foi confirmada com exclusividade pelo secretário do Ensino e da Administração Escolar de Portugal, João Casanova de Almeida, que esteve no Brasil na semana passada para encontros com o ministro brasileiro da Educação, Henrique Paim, e com o secretário de educação paulista, Herman Voorwald. São Paulo foi escolhido pelo tamanho da população: 41,2 milhões de habitantes. Sozinho, o Estado tem o maior números de falantes de língua portuguesa no mundo, atrás, é claro, do Brasil. A escola deve ser inaugurada em 2015.

A instituição será financiada pelo Ministério da Educação português via Câmara de Comércio de Portugal e administrada pela Secretaria de Educação paulista. O objetivo da iniciativa, segundo Almeida, é estreitar as relações acadêmicas entre o dois países. “Queremos que essa seja a melhor escola de São Paulo e que se torne referência”, diz. Os professores serão escolhidos entre os docentes da rede de ensino paulista, que também será responsável por encontrar o local que abrigará a escola.

Portugal já tem escolas públicas em Macau, Timor, Angola e Moçambique, que recebem em média 1.500 alunos cada. Em Moçambique, a procura por vagas superou as expectativas e levou o governo português abrir uma segunda unidade. Em todas as escolas há um centro de formação de professores que atende toda a rede de ensino. A expectativa é que o mesmo aconteça no Brasil.

O currículo da instituição já está sendo elaborado por equipes técnicas dos dois países, mas o secretário português adiantou que o objetivo é trazer ao Brasil experiências que deram certo em Portugal. “O estudante começará na pré-escola e seguirá até o ensino médio na mesma unidade, pois a experiência já nos mostrou que isso garante melhor desempenho escolar.”

Portugal figura na 25ª posição da última edição do Pisa (Programme for International Student Assessment), mais importante avaliação educacional do planeta, realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil, por sua vez, ficou na parte de trás da lista dos 65 países, com a 58ª posição.

Seguindo a tradição escolar portuguesa, a instituição em São Paulo terá, desde a educação infantil, um currículo obrigatório de leitura de obras escritas no idioma. O prédio abrigará ainda uma biblioteca vinculada à Biblioteca Nacional de Portugal, que garantirá o acervo de livros.

Dupla certificação –Segundo Almeida, a escola oferecerá aos alunos dupla certificação, ou seja, ao sair do ensino médio, o aluno estará habilitado para cursar o ensino superior nos dois países. Recentemente, a Universidade de Coimbra decidiu selecionar alunos brasileiros por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

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Especialistas comprovam que pessoas mais educadas discriminam menos

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Alfredo Dillon

A educação nos torna mais tolerantes e diminui a discriminação. A conclusão surge de um relatório recente da Unesco, cujas conclusões mostram que na Argentina e na América Latina, as pessoas com o colegial completo têm menos probabilidade de expressar intolerância em relação a homossexuais, pessoas com HIV ou imigrantes, do que quem só terminou o primário.

Um exemplo: na América Latina, a probabilidade de que pessoas com educação de ensino médio discriminem pessoas de outra raça é 47% menor que a daquelas que só completaram o nível primário. Para o caso argentino, a Unesco concluiu que a possibilidade de que pessoas com ensino médio completo discriminem homossexuais é 21% menor do que entre aqueles que têm só o primário completo.

Paradoxalmente, na Argentina a escola é um dos espaços onde mais se discrimina, só superado pelo lugar de trabalho. Em 2013, de acordo com os dados do Instituto Nacional contra a Discriminação, a Xenofobia e o Racismo da Argentina (INADI), 11,5% das denúncias por discriminação se originaram em âmbitos educativos. Mas isso é apenas um reflexo do que acontece fora das salas de aulas: em uma pesquisa de abrangência nacional, o INADI verificou que 85% dos argentinos acreditam que na Argentina “se discrimina muito ou bastante”. O número é ainda mais alto entre os jovens: 90% consideram que a discriminação é um problema importante na Argentina.

A intolerância nas salas de aula pode se expressar em forma de bullying (assédio entre colegas), mas também como maltrato entre professores e alunos, ou de um professor a outro. Segundo os dados do INADI, os tipos de discriminação mais comuns no ambiente educativo são os relacionados à situação socioeconômica, ao aspecto físico e à cor da pele. Na Grande Buenos Aires, a nacionalidade também é um fator de peso.

Quando devem explicar as causas da discriminação 65% dos argentinos respondem que é um problema de “falta de educação”. Diante deste panorama, a pesquisa da Unesco marca que a escola tem um grande potencial para transformar esses estigmas que circulam na sociedade e ensinar os alunos a valorizar a diferença.

Os especialistas advertem que é fundamental começar esse trabalho no jardim da infância. Ali, o olhar do docente tem uma influência crucial: “É fundamental que as professoras prestem atenção nas brincadeiras das crianças e a redirecionem em casos de discriminação, exclusão ou maltrato. Deverão prestar atenção nos papeis que as crianças assumem e oferecer oportunidades de conhecer o outro, de ser empático, de escutar histórias, modelos familiares, origens e crenças diferentes”, afirma a psicopedagoga María Zysman, diretora de Livres de Bullying.

Na escola se aprende muito mais do que Matemática e Língua: as salas de aula também ensinam valores e atitudes que podem transformar as relações sociais. “A educação para a paz, a convivência democrática e os direitos humanos, contribuem para que as pessoas percebam a ampla diversidade do mundo e que, ao invés de se sentirem ameaçados por ela, abram suas mentes e espíritos para valorizar a contribuição que significa conhecer e conviver com diversas visões de mundo”, explicou Victoria Valenzuela, da Unesco, ao Clarín.

Se a premissa da discriminação é o medo do diferente, o conhecimento é a ferramenta mais contundente para desmontar esse temor, muitas vezes baseado na ignorância. A escola parece ser o melhor lugar para contrapor os preconceitos que as crianças podem trazer de suas casas. “É fundamental incorporar esses assuntos desde a primeira infância e trabalhar com as famílias, já que muitas vezes são os adultos do ambiente familiar de cada criança que vão inculcando o ódio e a estigmatização em relação àqueles que são percebidos como diferentes”, afirmou Valenzuela.

Os especialistas concordam que essa tarefa é central e deve fazer parte de todo o trabalho escolar. “A discriminação não se previne com aulas especiais referidas ao assunto, mas com um trabalho diário coordenado entre professores, autoridades e famílias”, diz Zysman.

“Ao fomentar a tolerância, a educação gera valores, atitudes e normas que melhoram a confiança interpessoal e o compromisso cívico, que são os pilares da democracia”, diz o relatório. O estudo afirma que cada ano de escolarização aumenta a probabilidade de os alunos confiarem nas pessoas. Uma sociedade mais educada terá melhores níveis de convivência e, assim, poderá construir uma democracia mais forte.

(Texto originalmente publicado no site do Clarín em português)

Fonte: Uol

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Além do País das Maravilhas: Sylvie and Bruno, outro romance de Lewis Carroll

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Poucos conhecem a última obra publicada em vida pelo escritor de Alice no País das Maravilhas, mas Sylvie and Bruno talvez seja a obra-prima de Lewis Carroll.

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Maria Luiza Artese, no Homo Literatus

“’ Mas oh, Sylvie, o que faz do céu um azul tão terno?’

Os doces lábios de Sylvie moldaram-se para responder, mas sua voz soava fraca e distante. A visão estava rapidamente escapando da minha ávida vista: mas me parecia, naquele último momento perplexo, que não era Sylvie, mas um anjo olhando através daqueles fiáveis olhos castanhos, e que não a voz de Sylvie, mas a de um anjo sussurrava

‘O amor’”

Sylvie and Bruno e Sylvie and Bruno Concluded, publicados nos últimos anos da vida de Lewis Carroll, seriam o seu maior fracasso comercial. Estranho dizer, por outro lado, que foram, também, sua obra mais nobre — possivelmente as palavras mais puras a respeito da verdadeira essência do misterioso Charles Dodgson, o nome real do autor de Alice no País das Maravilhas. Mas é impossível negar que as intenções de Carroll, no último livro que escreveria, fossem as melhores. Entre reflexões filosóficas sobre temas como culpa, pecado, altruísmo e até respeito para com os animais, as pequenas fadas Sylvie e o irmão Bruno vêm para resgatar aquilo que começava a minar nas últimas décadas do século XIX: a fé e a inocência, a esperança acima da frieza da ciência, a pureza infantil perseverando acima da incredulidade adulta, e salvando-a com sua magia do amor. Lewis, por si mesmo, era um infeliz professor de matemática em Oxford, habituado a cálculos e fórmulas, socialmente retraído, com uma tendência à organização acentuada, e fisicamente debilitado por uma série de problemas. Especula-se que tinha epilepsia, além de sofrer de enxaquecas constantes e ser surdo de um ouvido. Era gago, mas há quem afirme que tal condição desaparecia quando estava junto de uma criança — e não é de se estranhar que o desgostoso Carroll, quando diante daquilo que lhe representava o antídoto de toda a infelicidade adulta, se entregasse a um relaxamento contente. Apesar das inúmeras especulações acerca de suas intenções nesses casos, é mais provável que Charles Dodgson não tivesse interesse sexual nas meninas a que se afeiçoava. Em Sylvie and Bruno, fica claro que a infância é, para ele, a maior representação da beleza no universo. Através dos acontecimentos malucos na aventura das duas fadas, o autor busca avidamente pela inocência perdida, a inocência que deve ser recuperada e mantida na construção de um caráter melhor, na evolução espiritual para a qual serve a experiência terrena. No prefácio que antecede a primeira edição, ele discorre sobre o assunto:

“Mas, uma vez que percebamos qual é o verdadeiro objetivo na vida—que não é prazer, nem conhecimento, nem sequer a fama(…)—mas que é o desenvolvimento do caráter, a subida a um mais elevado, mais nobre, mais puro estandarte, a construção do homem perfeito—e então, ao longo que sentirmos que isso continua, e vai (confiamos) para sempre continuar, a morte não tem para nós nenhum terror; não é uma sombra, mas uma luz; não é um fim, mas um começo!”

No mesmo prefácio, Carroll demonstra grande interesse em desenvolver obras religiosas, que inspirem nos pequeninos os “mais sérios pensamentos da vida humana”, e admite que Sylvie and Bruno fora moldado nessa direção. Mas deixa claro que, na infância, a religião deve ser tratada como uma revelação do amor. Desse modo, é mais do que natural que a grande heroína de Carroll seja então Sylvie, ao invés de Alice.

A história de Sylvie and Bruno se divide em dois universos diferentes: o narrador, um homem doente cuja enfermidade jamais é explicada, e o nome jamais revelado, transita entre o mundo real, onde vai ao encontro de um amigo médico na pequena cidade inglesa de Elveston, e Fairyland, o mundo das fadas que lhe surge em sonhos e depois passa a se misturar com a vida cotidiana. Ele conhece Sylvie, a graciosa fada que tem de escolher entre amar todos e por todos ser amada (e, num heroísmo natural, escolhe “amar todos”) e Bruno, seu irmão mais novo que detesta estudar as lições e tem um jeito de falar errado bastante peculiar. O pai dos dois protagonistas é o prefeito de Outland, província do mundo de Fairyland, mas ocorre uma conspiração para roubar-lhe o posto; e, no meio de toda a confusão, a madura Sylvie e o pequeno Bruno se perdem entre as florestas da Inglaterra e as províncias mais malucas de Fairyland, enquanto emprestam magia aos acontecimentos triviais da vida do narrador. Arthur, o médico e amigo do protagonista, está apaixonado pela encantadora Lady Muriel, que mais parece uma versão crescida e palpável de Sylvie. Mas há outro pretendente em vista para Lady Muriel, e uma epidemia de febre ameaça a vila próxima de pescadores, pondo em risco a vida de Arthur, que vai à assistência dos doentes. O desfecho, no entanto, é feliz; e, mesmo sendo extremamente pesado em relação à afável Alice, ainda há a aura encantadora e nonsense que caracterizam Carroll. Ele mesmo, aliás, parece surgir na pele de “Mister Sir”, como é evocado pelo hilário Bruno. É fácil encontrar sentidos ocultos em tal semelhança: Carroll, também eternamente debilitado por tantas doenças, deparava-se com a chegada do fim quando escreveu Sylvie and Bruno; e, de acordo com a própria convicção espiritual, era-lhe importante encontrar na vida um sentido que ultrapassasse a atmosfera cinzenta do cientificismo da época. Aqui o livro triunfa, arrancando suspiros dos leitores mais sensíveis. Para os padrões atuais, no entanto, Sylvie and Bruno é considerado excessivamente sentimentalista, quase piegas—interpretações por demais contemporâneas.

O público que consumira Alice tão avidamente na época, também, frustrou-se pela extrema diferença entre as duas obras; e, muito possivelmente, Carroll não conseguiu direcionar-se ao público que desejava, declaradamente infantil. É fato que o imaginário das crianças da época, suas noções e ideias, eram bastante distintas do que consideramos, hoje em dia, natural. Mas é difícil imaginar que mesmo as letradas crianças vitorianas encontrassem diversão nos discursos de Arthur sobre pecado, classes sociais e ciências.

Assim como Alice, Sylvie and Bruno foi belamente ilustrado. Harry Furniss, respeitado ilustrador que assinava algumas revistas da época, passou por tumultuadas discussões com Carroll antes de entregar-lhe o trabalho desejado. Ao admirar as peças hoje, no entanto, é óbvio que a exigência do autor valeu a pena:

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Para quem quiser conhecer o que Carroll considerava como sua obra-prima, o livro pode ser baixado de graça pela loja da Amazon. Foi traduzido e publicado no Brasil em edição da Iluminuras, em 1997, mas não houve edição posterior. Também está disponível em inglês na internet. Você pode ler por aqui.

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7 livros que todo mundo precisa ler, de acordo com Neil deGrasse Tyson

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  (Foto: wikimedia commons)

(Foto: wikimedia commons)

Luciana Galstri, na Galileu

O astrofísico Neil deGrasse Tyson, que ganhou ainda mais notoriedade após apresentar a nova versão de Cosmos, acredita que há 7 livros que todos precisam ler. Além de listar, abaixo, as recomendações do cientista, também mostramos onde você pode baixar as obras de graça (e de forma legal!). Confira:

A Bíblia

“Para entender que é mais fácil acreditar nos outros sobre o que pensar do que pensar e crer por si mesmo”

Baixe aqui

A idade da razão – Thomas Paine

“Para aprender que o poder do pensamento racional é a fonte primária da liberdade do mundo”

Baixe aqui  (em inglês)

O príncipe – Maquiavel

“Para entender que quem não tem poder vai fazer de tudo para conseguí-lo – e também perceber que quem tem poder vai fazer de tudo para mantê-lo”

Baixe aqui

A arte da guerra – Sun Tzu

“Para perceber que o ato de matar outros humanos pode ser elevado ao status de arte”

Baixe aqui (em inglês)

Principia – Newton

“Para notar que o Universo é um lugar que pode ser conhecido”

Baixe aqui (em latim ) e em inglês

A origem das espécies – Darwin

“Para compreender como estamos relacionados com todos os outros seres da Terra”

Leia aqui

As viagens de Gulliver – Jonathan Swift

“Para notar, entre outras lições cheias de sarcasmo, que, na maior parte do tempo, os humanos são Yahoos”

Baixe aqui

A riqueza das nações – Adam Smith

“Para entender que o capitalismo é uma economia de ganância, uma força da natureza dentro de si mesma”

Baixe aqui (em inglês)

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