Rolling Stones celebram 50º aniversário com livro de fotos

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Intitulada ‘The Rolling Stones: 50′, a autobiografia fotográfica dos Stones ‘contará a história de 50 anos fantásticos’, descrevem em comunicado os integrantes do grupo

Publicado na revista Exame

Divulgação

Rolling Stones

Apesar dos fãs cobrarem a realização de uma nova turnê, até o momento, esse é o único projeto confirmado pela banda para celebrar esse meio século de carreira

Nova York – O grupo Rolling Stones celebrará seu 50º aniversário neste ano com o lançamento de um livro fotográfico que abordará toda sua trajetória com imagens selecionadas pelos próprios integrantes, anunciou nesta sexta-feira a editora americana Hyperion.

Intitulada ‘The Rolling Stones: 50′, a autobiografia fotográfica dos Stones ‘contará a história de 50 anos fantásticos’, descrevem em comunicado os quatro integrantes do grupo: o vocalista Mick Jagger, o guitarrista Keith Richards, o baixista Ron Wood e o baterista Charlie Watts.

‘Começamos como uma banda de blues para se apresentar em bares e acabamos enchendo os maiores estádios do mundo com um tipo de espetáculo que nenhum de nós sequer sonhava em realizar naqueles anos’, acrescentaram os Stones.

O livro, que terá sua capa desenhada pelo próprio Charlie Watts, chegará as livrarias britânicas, pela editora Thames & Hudson, no próximo dia 12 de julho, o mesmo dia em que a banda fez sua estreia no Marquee Club, de Londres, em 1962. Nos Estados Unidos e no Canadá, ‘The Rolling Stones: 50′ será lançado no segundo semestre.

Apesar dos fãs cobrarem a realização de uma nova turnê, até o momento, esse é o único projeto confirmado pela banda para celebrar esse meio século de carreira.

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Monique do BBB não compreende a literatura de Gabriel García Márquez

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Publicado por Veja

Rafa, melhor amigo de Monique no confinamento e eliminado na terça-feira, deixou um presente de grego para a gaúcha. O livro ‘O amor nos tempos do cólera’, do colombiano Gabriel García Márquez, está perturbando a mente de Monique, que não consegue compreender a literatura de um dos escritores mais lidos e respeitados do mundo.

Renata, que não é das mais cultas, tenta ajudar a amiga e lê a orelha do livro em voz alta para Monique: “Nossa que bonito!”, diz.

Sem sucesso. Monique, que a duras penas leu a obra, afirmou ter dificuldade de entender o escritor. “Muito complexo para minha cabeça. Tem sempre gente falando no quarto. Eu tenho que me concentrar”, justifica-se. A mineira está tentando seguir adiante, mas ainda não conseguiu ir muito longe: “Estou indo para a terceira página”, diz Renata.

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Viúvo publica livro a partir de últimos desejos de sua esposa

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Publicado por R7.com

Lista inclui pedidos como comprar biscoitos favoritos e mergulhar em Belize

Kate Greene morreu de câncer, aos 38 anos, em 2010

Um viúvo britânico fechou um contrato de 100 mil libras (R$ 270 mil) para publicar um livro, com base em uma lista dos últimos desejos de sua esposa.

Kate Greene morreu de câncer, aos 38 anos, em 2010, mas antes preparou um documento em que descrevia cem esperanças, desejos e instruções para o marido, St John Greene, e os dois filhos do casal.

A lista inclui coisas simples, como comprar seus biscoitos favoritos – de laranja com chocolate – regularmente, até ‘sempre beijar os meninos ao dar boa noite’ e a sugestão mais aventureira de ‘levar os meninos para mergulhar em Belize’.

Agora, os detalhes farão parte do livro que conta a dramática história da família, que enfrentou o câncer duas vezes.

Memórias vivas

O filho mais velho do casal, Reef, foi diagnosticado com a doença quando tinha apenas dois anos, e os médicos disseram que ele viveria apenas duas semanas.

Kate estava grávida do segundo filho, Finn, e o estresse fez com que ele nascesse sete semanas prematuro.

Reef acabou se recuperando do câncer no abdômen, mas, em 2008, a mãe descobriu que tinha câncer de mama.

Quando seu estado de saúde piorou e ela já não conseguia dormir, com medo de não sobreviver a cada noite, Kate decidiu escrever a lista.

‘Ela queria ter certeza de que ela estaria sempre presente para os meninos de alguma maneira’, disse St John.

– Ela sabia que se eu comprasse seus biscoitos favoritos toda semana, os meninos se lembrariam dela. Era uma maneira de manter vivas as memórias. Kate pediu que eu levasse os meninos à praia, no País de Gales, onde ela adorava ir com eles; ela pediu que eu comprasse uma mesa de jantar, para termos refeições decentes em família; ela pediu que guardasse seus diplomas e certificados em uma caixa.

(Cater News)

Mergulho no Belize

Agora, dois anos após a morte da esposa, St. John acaba de lançar a obra Mum’s List – A Mother’s Life Lesson to the Husband and Sons She Left Behind (A lista da mamãe – As lições de vida de uma mãe ao marido e aos filhos que ela deixou, em tradução livre).

Com o contrato para a publicação do livro, St John vai poder riscar mais um desejo cumprido da lista: o de levar os filhos para mergulhar no Belize, na América Central.

– Era um lugar onde queríamos ir, antes de os meninos nascerem, mas não conseguimos. Kate disse: “Se você não pode me levar lá, você pode ao menos levar dois pedacinhos de mim. Leve os meninos”.

Kate havia trabalhado como instrutora de mergulho e queria que os filhos também aprendessem a apreciar o fundo do mar.

– Escrever o livro foi um processo terapêutico para mim. Ninguém nunca poderia imaginar que algum dia haveria um livro com meu nome na capa. Isso é algo que Kate não colocou em sua lista, mas sei que ela ficaria felicíssima em saber no que seus desejos acabaram se transformando.

 

dica do Jarbas Aragão

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Todos nós nos achamos mais importantes do que somos

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Rogerio Galindo, na Gazeta do Povo

Liev Tolstoi era um sujeito cheio de ideias estranhas. Em seu livro “A Sonata a Kreutzer”, por exemplo, um personagem (e bem se sabe que estava falando o que ele queria dizer) defende, por exemplo, que a humanidade não deveria mais fazer sexo mesmo sabendo que isso levaria à extinção da espécie. Sabe-se, porém, que naquele mesmo ano Tolstoi estava tendo seu 13.º filho.

Uma ideia bem menos polêmica, mas curiosa, está em seu livro “Ressurreição”, o último longo romance que escreveu, já no início do século 20. No livro, há uma prostituta e um sujeito que se considera culpado por ela ter entrado nesta vida. E ele quer tirar a moça daquela vida (uma complicação é que ela está presa. O livro é excelente, vale ler).

O personagem masculino fica intrigado, no entanto, porque a moça se recusa a aceitar a ajuda dele. Não por achar indigno ser ajudada. Mas porque ela aprendeu a considerar que sua atividade como prostitua é valiosa. Ela se considera um bem para a sociedade. O raciocínio dela é que a melhor coisa que os homens podem ter é sexo. E que ela, uma mulher atraente, é capaz de proporcionar esse grande bem. Isso não pode ser algo mau, pensa ela…

Tolstoi diz que nos espantamos com isso, mas que todos nós tentamos fazer um esforço mental para considerar que nós, a nossa profissão, a nossa vida, são importantíssimos para os outros e para a sociedade como um todo.

“O que mais espantava a ele era que Katusha não se envergonhava de sua posição – não a posição de prisioneira (ela se envergonhava disso), mas da sua posição como uma prostituta. Ela parecia satisfeita, até orgulhosa disso. E, na verdade, como podia ser diferente? Todo mundo, para ser capaz de agir, tem de considerar a sua posição como boa e importante. Portanto, em qualquer posição em que a pessoa esteja, ela certamente vai formar uma visão da vida dos homens em geral que vai fazer com que a sua posição pareça importante e boa”, diz Tolstoi.

Será?

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“Maus leitores também são maus eleitores”

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