A História do Futuro de Glory O'brien

Baixe 4 livros de James Joyce de forma legal e gratuita

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jjoyce

Luciana Galastri, na Galileu

Há 100 anos era publicado “Dublinenses”, livro de contos do irlandês James Augustine Aloysius Joyce (2 de fevereiro de 1882 – 13 de janeiro de 1941). O livro conta as histórias de residentes comuns de Dublin que, em algum momento da narrativa, passam por uma epifania – uma revelação que muda suas vidas.

Para comemorar o aniversário do célebre livro, listamos aqui alguns links para baixar não apenas Dublinenses, mas outros livros do autor. Vale lembrar: o download é gratuito e legal. Mas, infelizmente, só encontramos links para os arquivos em inglês.

Confira:

1. A Portrait of the Artist as a Young Man (Retrato do artista quando jovem)
2. Chamber Music
3. Dubliners (Dublinenses)
4. Ulysses (Ulisses)

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Tá tendo ‘Culpa’

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Copa assustou, mas a queda nos números da lista não foi tão grande

Cassia Carrenho, no PublishNews

1O mês de junho, início da Copa no Brasil, era temido pelo mercado editorial, mas comparado com a lista de maio, a lista geral de junho vendeu apenas 3.858 exemplares a menos. Porém há um fator importante a considerar. A culpa é das estrelas (Intrínseca), primeiro lugar na lista dos mais vendidos desde fevereiro de 2014, vendeu 57.368 exemplares a mais em junho, cerca de 45% a mais do que em maio. Tá tendo Copa, mas tá tendo Culpa nas livrarias e cinemas.

Os três primeiros lugares na lista geral de junho permaneceram iguais, A culpa é das estrelas (Intrínseca), Destrua este diário (Intrínseca) e Ansiedade (Saraiva). Já no quarto lugar Quem é você, Alasca? (WMF Martins Fontes) voltou, depois de ficar em sexto lugar em maio.

A única novidade na lista geral foi Princesa adormecida (Galera Record) que ficou em 18º lugar.

No ranking mensal das editoras, a diferença entre as três primeiras foi de apenas um livro, em maio a diferença foi de dez títulos entre o primeiro e segundo lugares. Sextante continua liderando o grupo, com 18 títulos, Intrínseca com 17 e Record com 16. Companhia das Letras e Santillana empataram em quarto com 11 livros cada.

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Seth MacFarlane promete igualar doação de US$ 1 milhão a projeto de leitura para crianças

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LeVar Burton tenta arrecadar US$ 5 milhões para o ‘Reading rainbow’

O ator, roteirista e diretor Seth MacFarlane - Jordan Strauss / Jordan Strauss/Invision/AP

O ator, roteirista e diretor Seth MacFarlane – Jordan Strauss / Jordan Strauss/Invision/AP

Publicado em O Globo

LOS ANGELES — O projeto de incentivo à leitura de LeVar Burton vai receber uma generosa contribuição de Seth MacFarlane. O humorista prometeu igualar até US$ 1 milhão em doações feitas no Kickstarter para que o “Reading ainbow” alcance um número ainda maior de escolas nos EUA. Burton disse ter ficado sem palavras com a generosidade da oferta feita pelo ator, produtor e roteiristas do filme “Ted” e da série “Uma família da pesada”.

MacFarlane resolveu participar quando soube que o “Reading rainbow” precisava de pelo menos US$ 5 milhões. A oferta dele é válida para todas as doações feitas a partir da marca de US$ 4 milhões. Faltando cinco dias para o fim da campanha, o valor arrecadado está em US$ 4,1 milhões.

“Minha mãe me ensinou que ao pegar um livro você ir a ‘qualquer lugar’ e ser ‘qualquer coisa’”, escreveu Burton na página da campanha. “Desde o início do ‘Reading rainbow’ em 1983, eu me dedico a promover o amor pela literatura em crianças, assim como minha mãe fez comigo.”

Burton, estrela de “Star Trek: Next Generation”, foi o apresentador do programa de leitura que foi ao ar na televisão pública nos EUA até 2009. “Reading rainbow” foi lançado como um aplicativo para tablet em 2012 e agora os organizadores pretendem aumentar o alcance com um versão por assinatura para computadores.

Um formato específico para professores será criado para escolas e fornecido gratuitamente para 1.500 salas de aula no país graças ao primeiro milhão conseguidos com as doações. O dinheiro adicional, incluindo aquele doado por MacFarlane, permitirá que o formato seja extendido para pelo menos mais seis mil salas, de acordo com Burton.

Como sempre acontece nas campanhas do Kickstarter, as contribuições dão direito a prêmios, como lembranças autografadas e até mesmo um jantar com LeVar Burton.

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De desempregada a bilionária: conheça a história da autora da saga Harry Potter

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Ben Pruchnie/Getty Images

J. K. Rowling tem uma fortuna estimada pela Forbes em US$ 1 bilhão

Livia Maria, no Administradores

O ano era 1990 e Joanne Rowling estava em um trem, viajando entre a cidade inglesa de Manchester e a capital Londres, exatamente para a estação ferroviária de King’s Cross. Durante o trajeto de quatro horas, as ideias sobre a história de um jovem bruxo de cabelos negros, óculos redondos e sobrenome Potter tomaram sua atenção. Ela começou a rabiscar o que se tornaria a saga literária infanto-juvenil com adaptação para o cinema mais lucrativa da história.

Nos quatro anos seguintes, Rowling elaborou uma complexa história envolvendo criaturas mágicas, mitologias, mas principalmente histórias de amizade e amor. A hoje riquíssima e reconhecida autora, entretanto, não percorreu um caminho fácil até a publicação do seu primeiro “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, exatamente há 17 anos. No fim de 1994, Joanne era uma mãe solteira que morava em Edimburgo, na Escócia, dependia do seguro-desemprego concedido pelo governo britânico e não via nenhuma perspectiva financeira. Seus dias eram dedicados aos afazeres domésticos e cuidados com a filha recém-nascida, que quando dormia era arrastada pela mãe em um carrinho para o café mais próximo, onde Rowling se dedicava por horas e horas às aventuras e dramas de Harry Potter – muitos dos quais refletiam momentos específicos da sua vida igualmente bagunçada.

Com o manuscrito em mãos, Joanne o enviou para um agente literatário, que o devolveu com uma educada carta de recusa. Sorte de Christopher Little, que acreditou no potencial da autora e ofereceu o manuscrito à editora Bloomsbury, que sugeriu o uso de iniciais em vez do nome da autora, por acreditar que os garotos teriam preconceito com uma autora mulher. Harry Potter chegaria às livrarias inglesas em 26 de junho de 1997, sob autoria de J. K. Rowling.

Com o adiantamento recebido da editora, J. K. Rowling, que dava aulas de francês para se sustentar, pode enfim se dedicar exclusivamente à literatura. Hoje, todos seus livros viraram best-sellers, com mais de 600 milhões de cópias vendidas e traduzidos para 68 idiomas em mais de 200 países.

O sucesso dos seus livros a transformou de desempregada e bilionária, em 2004. Sua fortuna era estimada pela Forbes em 1 bilhão de dólares, colocando-a financeiramente a frente até da Rainha Elizabeth II, que tinha uma fortuna pessoal estimada em 660 milhões de dólares. Além do dinheiro que ganha com os livros, Rowling ainda recebe royalties pela venda dos diversos produtos baseados na franchising criada pelo igual sucesso da série no cinema.

Apesar de bilionária, ela não perdeu seu ar pacato e simples, sendo que uma de suas primeiras extravagâncias foi a compra de uma mansão do século XIX, na Escócia. Hoje, Rowling dedica-se à ajuda de causas humanitárias, escrita de novas histórias, à criação dos filhos e ao casamento com o médico Neil Murray.

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Professor no Brasil se sente sozinho, diz pesquisadora

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ProfessoralousaKarina Yamamoto, no UOL

“O professor no Brasil se sente sozinho, ele tem muito pouco apoio, se compararmos sua situação com a dos seus colegas na OCDE [Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico]”, afirma pesquisadora brasileira Gabriela Moriconi.

“Ele não recebe a preparação adequada durante a faculdade [50% não tem didática para tudo o que ensina], não foi formado para lidar com os problemas práticos da sala de aula [40% diz não ter treinamento para a prática] e não tem o apoio suficiente [nos países ricos, há aconselhamento profissional e psicológico para os alunos, por exemplo]”, completa Moriconi.

Pesquisadora da FCC (Fundação Carlos Chagas), Moriconi faz parte do time responsável pela nota sobre o Brasil na Talis, pesquisa da OCDE com 34 países e territórios para mapear as condições de trabalho dos professores. O levantamento foi divulgado na manhã desta quarta (25), em Paris.

Os resultados da pesquisa internacional chamam atenção também para a carga horária média desses profissionais – no Brasil, o docente trabalha cerca de 25 horas semanais nas aulas contra a média de 19 horas dos países que participaram do estudo.

“Na maioria dos países da OCDE, o professor trabalha em uma única escola, em tempo integral e leciona, em média, 19 horas na semana. Aqui no Brasil, o número de alunos com o qual o professor trabalha quase dobra se pensarmos que os docentes ensinam 25 horas e em salas com mais alunos. Fora a grande parcela que diz trabalhar como professor em tempo parcial, o que significa que ele pode ter um outro trabalho para o qual deve dedicar seu tempo”, diz Moriconi.

E ela propõe um questionamento: “Diante dos dados [de gasto de tempo com planejamento de aula], ficam algumas perguntas: mesmo que ele queira, será que o professor brasileiro consegue preparar uma aula em que os alunos tenham tantas oportunidades de aprender quanto dos seus colegas em países da OCDE? Ele tende a ter mais turmas, já dá seis horas a mais de aula em média, mas gasta o mesmo tempo com planejamento”.

Dedicação

Em sala, o professor usa 67% do seu tempo para dar aula — em 20% do tempo está mantendo a disciplina e em 12% cuida de questões administrativas como distribuir material ou conferir a presença dos alunos. Para se ter uma ideia, na Finlândia, país considerado bom exemplo na educação, os docentes dão aula em 81% do tempo.

“No Brasil, via de regra, as redes contratam o professor para ser um dador de aula, o que pode ocorrer em diversas escolas, de modo fragmentado”, diz Moriconi a respeito do nosso sistema com um currículo fragmentado e pouca valorização da carreira desse profissional.

“Em muitos outros países, o professor é contratado para ser um profissional daquela escola específica, que atua de diversas formas para que os alunos tenham a oportunidade de aprender: tanto na sala de aula, quanto sendo um tutor que acompanha a vida escolar de um grupo de alunos, ou sendo o mentor de outro professor menos experiente, seja assumindo a responsabilidade por alguma política da escola (como a política de comportamento dos alunos, por exemplo), etc. Por isso, a carga horária de aulas é menor e parte do tempo é utilizado para que o professor não só se prepare melhor para suas aulas, mas também desempenhem essas funções.”

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