Perseguidos

Onde tudo começou…

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Publicado por Biblioteca UEZO

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De onde vem o cheiro de livros velhos

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Publicado por Hype Science

Quando entramos em sebos (lugares onde se vendem livros usados e antigos), sentimos aquele aroma particular de livros envelhecidos pelo tempo. Alguns amam o cheiro e outros o detestam. Mas de onde ele vem?

Os livros são feitos de matéria orgânica, que reage ao calor, à luz, à umidade e aos produtos químicos utilizados na sua produção. O cheiro, portanto, é resultado da reação do material orgânico com esses fatores.

Químicos da University College London, em Londres, no Reino Unido, investigaram o odor de livros velhos e chegaram à conclusão que os papéis de livros mais velhos liberam centenas de substâncias orgânicas voláteis.

Segundo esse grupo de pesquisadores, liderados por Matija Strlic, o cheiro é uma combinação de grama, ácidos, baunilha e mofo.

Os produtos químicos, dos quais os cientistas falam, são encontrados na pasta de madeira e de celulose, das quais o papel é feito, e nas tintas utilizadas no texto e nas ilustrações. Do ponto de vista químico, a principal razão para a decomposição dos livros é a acidez, que é ainda mais forte em livros impressos nos séculos 19 e 20, que se deterioram mais rapidamente.

Mas, ao contrário do que pensa o senso comum, os primeiros livros impressos sobreviveram por mais de 500 anos devido à pureza do papel.

Além disso, livros também podem reagir com materiais externos, como um recorte de jornal, por exemplo, que pode ser deixado dentro do livro, o que causa uma reação do papel do livro com a tinta e o papel ácido barato do jornal.

Mais: os livros podem absorver cheiros fortes do ambiente. Isso é visto com o tabaco e a fumaça. Portanto, a melhor maneira de guardar seus livros é em ambientes secos e frescos, bem longe da luz direta do sol. [AbeBooks]

dica do Guilherme Massuia

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Mauricio de Sousa divulga personagem de Neymar no Twitter

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Personagem de Neymar desenvolvido pelo cartunista Maurício de Souza

Publicado originalmente na Folha.com

O cartunista Mauricio de Sousa divulgou neste sábado, em seu Twitter, a primeira imagem de Neymarzinho, que será personagem de revistas em quadrinho.

Mauricio de Sousa aproveitou as comemorações do centenário do Santos para mostrar o personagem que vai representar o atacante Neymar.

Na foto, ele aparece com a camisa do Santos ao lado de Magali, da Turma da Mônica, e que também veste uma camisa do clube alvinegro.

O cartunista já havia homenageado Neymar em janeiro, quando ilustrou o gol do atacante contra o Flamengo, no dia 27 de julho, na derrota por 5 a 4, pelo Campeonato Brasileiro. O jogador foi premiado como autor do gol mais bonito na temporada 2011.

Além do jovem atleta santista, Mauricio de Sousa também homenageou outros jogadores no passado, como Pelé, Ronaldinho e Ronaldo.

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Livro infantil do ateu mais famoso do mundo agora em português

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Publicado por Hype Science

Na área infantil da sua livraria favorita é impossível de não esbarrar na generosa seção destinada aos livros religiosos para os pequenos. Agora você tem uma opção cética que mostra o mundo como um lugar mágico, porém inteiramente baseado na realidade.

Richard Dawkins lançou em português seu livro “A Magia da Realidade: Como Sabemos o que é Verdade“. Ele vem forrado de explicações simples, acessíveis e científicas sobre o mundo que nos rodeia e também repleto de belíssimas ilustrações como você pode espiar nos trecho que pode ler gratuitamente logo abaixo ou fazer o download aqui.

Eu conheço apenas a versão para iPad em inglês que é um aplicativo cheio de conteúdo multimídia onde Dawkins explica, de maneira acessível a todas as idades, como mistificamos desnecessariamente durante a história a causa das coisas que ocorrem ao nosso redor. O livro mostra o mundo como um lugar mágico no sentido de “magnífico e misterioso” com muitas coisas extraordinárias que já conhecemos e muitas outras por descobrir.

Fica fácil de sorver a noção de que tudo tem uma explicação muito mais plausível do que uma força sobrenatural que faz as coisas acontecerem com um estalar de dedos. Explica os mecanismos descobertos pela ciência de fenômenos que sempre foram atribuídos a divindades, boas ou más.

É um excelente presente para aquelas almas indômitas que nunca se cansam de questionar. Você com certeza conhece alguém assim, ou não estaria lendo este artigo.

A Magia Da Realidade

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A bênção de ser santista

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Pedro Borges, no Balaio do Pedrão

Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter

Não sou de Santos, não moro lá não pretendo findar os meus dias naquela cidade. Mesmo assim, as vibrações futebolísticas que vêm de lá me arrebatam como nenhum outro lugar do mundo pode fazer.

Ninguém saberá explicar o que que a Vila tem. Pelé, Clodoaldo, Canhoteiro. Gilmar, Mauro, Juari, Pita. Chulapa, Dema, Edu, Coutinho. Passei a infância e a adolescência toda ouvindo provocações contra o meu time, coisa do passado, velharia, diziam. Mas nenhum time tem passado semelhante.

De fato, nos meus verdes anos, não era olhando para o campo que encontraria motivos para torcer pelo time da Vila. Trata-se de herança paterna, de memória afetiva e coletiva, pois meu pai, tios e primos mais velhos viram Pelé e seu regimento conquistar espaços, títulos e mística em uma época que o marketing contava bem menos que a habilidade. Eu, enquanto via Rodolfo Rodrigues precisar trabalhar triplicado para compensar a inópia dos jogadores de linha, me alimentava de alguma esperança de que, no futuro breve, alguma fagulha do passado resplandeceria nos gramados.

Aí apareceu Giovanni, que a história cruelmente – a história e um juiz de honra duvidosa – não deixaram vencer um campeonato brasileiro. Giovanni era gênio e deu aos santistas, que já andavam cabisbaixos há anos, uma vaidade bem explicável. Ainda éramos torcedores de um time mágico, casa de bambas, súditos felizes do único rei do futebol. Não, a nossa hora não chegaria, pois o Santos já havia se tornado atemporal. Apenas voltaríamos, em breve, ao nosso lugar de direito: o topo do futebol brasileiro. Mas não havia títulos.

Então Diego, Robinho, Elano, Renato, Léo. Então vitórias, títulos, arte. Voltamos de vez.

E agora, como não bastasse, Neymar, Ganso, Arouca – Wesley e André, que passaram rapidinho por aqui, onde tiveram seus melhores momentos – títulos, a reconquista da América.

Agora, todos sabem por que somos santistas. Não é apenas pelo passado de glórias. Não é imposição ou persuasão paterna. Não é apreço pelo sofrimento, queda pelo mais fraco, tendência arqueológica. Somos os privilegiados, os eleitos para nos deliciarmos com pedaladas, bicicletas, dribles, gols de placa, irreverência, passes de gênio. Somos os que podem, a cada jogo, sorrir, não pela tática, não pela “eficiência” do 1×0: somos a especial plateia do maior espetáculo da terra.

Todos podem ver uma jogada brilhante de Neymar, um passe mágico do Ganso, uma bela defesa do Rafael. Todos, até hoje, podem se deliciar com as jogadas de Pelé, a bomba de Pepe, a força do Chulapa. Todos podem provar da elegância discreta de Giovanni. Mas todos precisam saber que cada lance de mestre desses craques foi, é e será para nós, os alvinegros da Vila Belmiro. Nós, os que temos orgulho de sermos santistas sem sermos de Santos, mas do Santos.

Nós que, como diz o hino oficial – o clube é tão gigantesco que acabou tendo mais de um hino – mantemos a dignidade, sejamos vencidos ou vencedores. Nós que há um século já nascemos vencedores.

Outros times brasileiros já comemoraram seus centenários, todos de forma melancólica ou decepcionante. Não há time como o Santos, o abençoado Santos que nos abençoa com a sua história que continua a ser escrita, que conta, em seu centésimo aniversário, com os dois maiores craques brasileiros da atualidade para apagar as velinhas.

Os presentes, já nos deram muitos, mas, cá entre nós, aguardamos para dezembro a redenção final. Caso a dádiva seja alcançada, nós, os santistas, podemos até deixar de torcer, pois o futebol, que, desconfio, tenha sido inventado para que o Santos pudesse brilhar, já terá cumprido sua função na história.

Aproventando o centenário do clube, vamos sortear HOJE 2 exemplares de Santos 100 Anos 100 Jogos 100 Ídolos, presentão da Gutenberg. Basta enviar DM para @livrosepessoas para concorrer. Boa sorte!

Saiba + sobre o livro:

Há 100 anos, a cidade que procurava um clube à altura de sua importância acabou dando ao mundo o time de futebol mais famoso de todos os tempos. Grande, porém, o Santos F. C. sempre foi. Desde os tempos dos pioneiros Millon e Arnaldo. Do ataque dos 100 gols de 1927. Do primeiro título de campeão paulista, conquistado em 1935. Do bi de 1955/56, com Formiga, Tite, Del Vecchio, Vasconcelos, Zito, Jair Rosa Pinto e Pepe, todos precursores ou contemporâneos da Era Pelé. E quando o melhor jogador de futebol do mundo de todos os tempos ganhou um lugar no time, já de 1957, o que era bom ficou melhor ainda. O Santos passaria a encantar o Brasil, a América do Sul e o mundo – que conquistou duas vezes. Depois do Rei (que neste livro ganha um capítulo à parte), o Santos seguiu enorme, ao ritmo do futebol discoteca dos Meninos da Vila, em 1978; no embalo dos gols de Serginho Chulapa, em 1984; contando com a juventude em doses duplas de Diego e Robinho, Ganso e Neymar, neste novo milênio. Aqui, esses 100 anos são contados por meio de 100 jogos, 100 ídolos e milhões de emoções.

 

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