NÃO ERA VOCE QUE EU ESPERAVA

As 20 editoras mais populares do Twitter (34)

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twittercopa

Sérgio Pavarini

Em ritmo de #WorldCup, o Twitter lançou ontem (10) a Timeline da Copa. Entre as novidades, a volta do recurso hashflags, uma hashtag especial que incorpora nos tuítes as bandeiras das seleções. Basta adicionar #BRA para a do Brasil aparecer na mensagem. #dica

Entre os jogadores que vão disputar o Mundial, Neymar, Daniel Alves e David Luiz são os brasileiros com mais seguidores na microrrede. O craque português Cristiano Ronaldo lidera a lista com 26,6 milhões de fãs, mais que o dobro de Neymar. Clique aqui para conhecer o perfil dos jogadores de todas seleções.

Com os times das editoras em campo, vamos conhecer a classificação no Top 20. O novo ranking apresenta apenas duas mudanças. A Novo Conceito ultrapassou a Sextante e agora está na 7ª posição. A Nemo também ganhou uma posição e foi para o 18º lugar. L&PM e Suma de Letras estão em empate técnico, disputando quem fica com a 16ª colocação.

Que as próximas semanas sejam de festa para o Brasil e de bons resultados para todo o mercado editorial. #natorcida

Abraços

 

Ranking Maio

#1: 84.400 Intrínseca @intrinseca

#2: 75.300 Mundo Cristão @mundocristao

#3: 65.600 Companhia das Letras @cialetras

#4: 62.100 Editora Rocco @editorarocco

#5: 49.100 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#6: 44.400 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 43.000 Novo Conceito @Novo_Conceito

#8: 42.900 Sextante @sextante

#9: 42.200 Galera Record @galerarecord

#10: 40.000 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 39.500 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#12: 36.300 Editorial Record @editorarecord

#13: 32.600 Cosac Naify @cosacnaify

#14: 29.300 Editora Leya @EditoraLeya

#15: 28.800 Editora RT @revtribunais

#16: 27.200 L&PM Editores @LePM_Editores

#17: 27.200 Suma de Letras @Suma_BR

#18: 26.800 Editora Nemo @editoranemo

#19: 26.500 Casa Publicadora @casapublicadora

#20: 25.400 Globo Livros @GloboLivros

Ranking atualizado em 9/6/14

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Leitura, um exercício generoso, segundo Sartre e Beauvoir

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A leitura permite a vivência dos inúmeros benefícios que são incansavelmente debatidos e associados à apreciação dos textos literários.

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir

Jefferson Maciel, no Homo Literatus

Na obra O que é literatura?, Jean Paul-Sartre (1905-1980) aponta o ato de ler como o exercício que complementa a atividade iniciada pelo escritor. Segundo o filósofo existencialista francês, o objeto literário é um estranho pião que só existe quando movimentado pela leitura. “Fora daí, há apenas traços negros sobre o papel” (p. 35).

Contudo, Sartre não se refere a qualquer tipo de leitura. Para que o leitor possa ser personagem partícipe no processo de criação é indispensável que o seu debruçar-se sobre o livro seja generoso, assim como o exercício da escrita. Em outras palavras, é essencial que o leitor se permita envolver com as histórias que lê.

“(…) a leitura é um exercício de generosidade; e aquilo que o escritor pede ao leitor não é a aplicação de uma liberdade abstrata, mas a doação de toda a sua pessoa, com suas paixões, suas prevenções, suas simpatias, seu temperamento sexual, sua escala de valores (SARTRE, 1989, p. 42)”.

Simone de Beauvoir (1908-1986), em conferência intitulada Para que sirve la literatura? (edição argentina), defende, de modo semelhante a Sartre, que o leitor deve se dispor a entrar no mundo que lhe é apresentado, fazendo com que o universo do escritor torne-se o seu próprio universo. “Abdico de mi ‘yo’ em favor del que habla. Y sin embargo sigo siendo yo misma (1967, p. 72)”.

Assim, o leitor é convidado a se entregar e imergir pelos meandros do livro que carrega em mãos, mas sem esquecer que nesse mergulho o que é propriamente seu não deve ser esquecido, senão respeitado e preservado. Mesmo porque é naquilo que lhe é particular que o leitor vai descobrir artifícios importantes para embarcar e acessar o mundo de imagens e significados que no livro o aguardam.

E pode-se acrescentar a este exercício de leitura generosa, além da imersão total, um engajamento puramente imaginativo, já que para imergir no universo recortado pelo escritor, o imaginar se mostra sempre imprescindível. É como se o leitor submetesse os fundilhos da sua imaginação, como propõe Vladimir Nabokov (1899-1977) em Lolita (2011[1955]), a um pontapé capaz de lhes fazer imaginar de maneira viva e fértil, o que não só o leva ao cumprimento de uma das suas funções principais, mas também à concretização do seu papel de coautor do objeto literário.

Ler, portanto, pode (e deve, sobretudo, no mundo da literatura de ficção) ser uma atividade que vai além de um exercício de caráter meramente cognitivo. Arrisca-se ainda o palpite de que é, através desse envolvimento integral e dessa contribuição imaginativa, que a leitura permite a vivência dos inúmeros benefícios que são incansavelmente debatidos e associados à apreciação dos textos literários. Do contrário, o leitor estaria apenas, como lembra Sartre, diante de traços negros que, certamente, não o levaria a lugar algum.

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Pesquisa inédita revela o perfil do Ensino à Distância no país

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Dos brasileiros com mais de 16 anos, 79% creem no EaD, mas só 6% já apostaram nele

Ana Paula foi promovida depois de cursar secretariado à distância - (Foto: Fabio Rossi)

Ana Paula foi promovida depois de cursar secretariado à distância – (Foto: Fabio Rossi)

Lauro Neto, em O Globo

RIO – Uma pesquisa inédita encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope mostra a realidade do Ensino à Distância (EaD) no Brasil. Hoje, 79% dos brasileiros com mais de 16 anos acreditam que este formato é uma solução para levar educação a mais pessoas. No entanto, apenas 6% dos entrevistados disseram já ter feito um curso nessa modalidade. Os dados dão uma noção diferente do aumento de matrículas em graduações à distância: de 5 mil em 2001, o número saltou para mais de 1 milhão em 2011, baseados no Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação.

O levantamento traz dados emblemáticos, como o que revela que pessoas com ensino superior completo são as que mais fizeram cursos a distância (17%), contra 6% entre as com nível médio e 2% com o fundamental. A percepção da eficácia do EaD cresce de acordo com o grau de escolaridade. No grupo dos entrevistados que têm até a 4ª série, 30% consideram que a modalidade funciona na prática. Já entre os formados no ensino superior, 52% dizem o mesmo.

A especialista em educação Paula Martini, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), diz que a pesquisa aponta caminhos para que os 6% que já fizeram cursos à distância se aproximem mais dos 79% que acreditam na metodologia.

— A oportunidade de frequentar cursos EaD é a solução para que as pessoas percam o medo e o receio sobre a eficácia de cursos não presenciais. Temos que abrir oportunidades para consertar esse gargalo — acredita.

O Senai oferece 181 cursos à distância: seis técnicos, 28 de qualificação, 12 de iniciação profissional e 135 de aperfeiçoamentos e pós-graduação.

Ana Paula Miranda alcançou bons resultados profissionais graças a um curso de EaD. Ela foi promovida depois de fazer um curso técnico em secretaria escolar pelo Senac. Na época, ela era auxiliar de secretária escolar no Colégio e Curso pH e trabalhava das 9h às 19h. Escolheu a modalidade pela falta de tempo para cursos presenciais.

— O horário não me permitia estudar em faculdades próximas, mas eu tinha preconceito com ensino à distância — conta. — Tive medo de não ter qualidade, pela falta de contato pessoal e de eu não conseguir tirar dúvidas. Hoje, faria tranquilamente outro curso — diz.

Diretor de ensino do Sistema pH, Rui Alves acredita que a EaD é uma saída para o Brasil melhorar a educação.

— Com as dimensões geográficas do país, é uma ferramenta importante — acredita. — Se o profissional mostra qualidade, independente de ser à distância, ele vai subir na carreira — diz Alves.

 

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Fundação lança primeiro livro em braile com crônicas inéditas de grandes escritores

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Alana Rodrigues, no Portal Imprensa

Com o objetivo de alertar a população sobre a necessidade do acesso universal à cultura, a Fundação Dorina Nowill acaba de lançar o livro “Palavras Invisíveis”, obra com crônicas inéditas de grandes nomes da literatura brasileira. Entre eles, Luis Fernando Verissimo, Lya Luft, Eliane Brum, Ivan Martins, Fabrício Carpinejar, Martha Medeiros, Tati Bernardi, Carlos de Britto e Mello, Antonio Prata e Estevão Azevedo.

Crédito: Divulgação / Veríssimo é um dos convidados para o projeto

Crédito: Divulgação / Veríssimo é um dos convidados para o projeto

Segundo a entidade, 95% das obras disponíveis no mercado editorial brasileiro não possuem versão em braile ou em outros formatos que possibilitem que o deficiente visual ou aqueles com dificuldades de visão possam usufruir da leitura.

A partir do tema “Tudo aquilo que não se pode ver”, a ideia é fazer com que o público vivencie a experiência de pessoas com deficiência visual e que isso gere um resultado positivo para a inclusão. “A expertise da Fundação Dorina é a inclusão da pessoa cega ou com baixa visão, e para gerar maior impacto foi escolhido o formato braille, por ser o que chama mais a atenção para a temática”, explica Adermir Ramos da Silva Filho, superintendente da entidade.

A obra, enviada para as principais bibliotecas públicas do Brasil, também está disponível na versão audiobook em um hotsite especial com todas as informações sobre o projeto. A página apresenta filmes de pessoas com deficiência visual lendo os textos publicados e ainda um gerador de tuítes em braile.

“’Palavras Invisíveis’ foi um projeto lançado para gerar reflexão sobre a acessibilidade em todos os seus âmbitos e não só relacionado à deficiência visual. Este passo inicial foi dado pensando em ter formadores de opinião que pudessem defender a causa. O projeto teve uma repercussão muito grande, maior do que o esperado”, pontua Filho.

Histórias

O jornalista Ivan Martins, editor-executivo de Época, conta que ficou honrado em receber o convite para participar do projeto, em especial, por dividir o trabalho com pessoas que admira. “É uma causa nobre e, a companhia, excelente”.

Crédito: Divulgação / Textos de escritores famosos foram publicados em braile

Crédito: Divulgação / Textos de escritores famosos foram publicados em braile

Ao vasculhar a memória em busca de uma história que pudesse compartilhar, lembrou de quando foi morar na Inglaterra, em 1990. Durante uma festa de brasileiros, conheceu o menino Daniel, de cerca de nove anos, e seu pai, que é cego. A narrativa é marcada pela tentativa do garoto em descrever em detalhes tudo o que observava ao pai.

“Depois que eu vi o vídeo da menina [Bruna Schatschineider] lendo a minha historia eu fiquei muito comovido. A leitura dela e a forma como narrou acrescentou vida, algo que não existia originalmente no texto. Fiquei profundamente tocado”, relata.

Para Ivan, o Brasil é muito indiferente às pessoas que apresentam algum tipo de deficiência. “A gente nunca sabe os resultados da privação de informação ao deficiente. Quando isso acontece, há um impedimento dele ter uma chance na vida”, avalia.

A Dorina já produziu mais de seis mil títulos e dois milhões de volumes impressos em braille, além de 2.500 obras em áudio e cerca de outros 900 títulos digitais acessíveis.

O projeto conta com o incentivo da DM9Sul e apoio da Novo Nordisk, empresa dinamarquesa relacionada à saúde. A agência calcula que até 60 milhões de pessoas já foram impactadas com a iniciativa.

Assista ao vídeo:

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Concurso Cultural Literário (74)

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capa a estrela

A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela cativa totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução por liberdade e autenticidade no espírito de sua escola.

No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum.

Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e comovente sobre os percalços da necessidade de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.

Vamos sortear 3 exemplares de “A extraordinária garota chamada Estrela“, megalançamento da Gutenberg.

Para participar, basta responder: É possível ao mesmo tempo ser inconformado e alegre? Use no máximo 3 linhas em sua resposta.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe um e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 15/7 neste post.

Boa sorte! 🙂

***

Parabéns aos ganhadores: Bárbara AlencarRaquel LemosIsaí Adegas.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

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