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De Getúlio ao livre mercado: relembre livros que foram destaque em 2014

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Sérgio Rodrigues ganhou o Portugal Telecom com O drible

Sérgio Rodrigues ganhou o Portugal Telecom com O drible

A diversidade que marca a ficção nacional, os últimos anos da vida de um presidente e a vida sob a transparência da internet são temas de obras que estiveram em evidência

Nahima Maciel, no Divirta-se

Chico Buarque movimentou o fim do ano com seu quinto romance, ‘O irmão alemão’, mas foi uma geração mais recente que marcou presença nas listas de prêmios. O quarteto Bernardo Carvalho, Michel Laub, Sérgio Rodrigues e Verônica Stigger assina romances que frequentaram as listas de indicados à maioria dos prêmios literários do país. Os quatro estiveram entre os finalistas do Portugal Telecom, do Jabuti e do Prêmio São Paulo de Literatura. Já é o suficiente para serem eleitos livros do ano. Chico Buarque certamente frequentará os mesmos prêmios em 2015 e, como sempre acontece quando lança algum romance, encabeçará as listas de premiados, então que seu ‘O irmão alemão’ seja assunto do próximo ano.

Alguns títulos produzidos em 2014 devem cair no gosto dos leitores somente em 2015, quando a agenda de prêmios começar a eleger os melhores do ano, mas alguns títulos do gênero ficção merecem ser lembrados desde já. É o caso de ‘Mil rosas roubadas’, o retrato sincero e delicado do produtor Ezequiel Neves feito por Silviano Santiago, e ‘Luzes de emergência se acenderão’, de Luisa Gleiser, autora que tem traçado caminho na geração de jovens escritores.

Na seara das crônicas, o ano foi de novatos. Gregório Duvivier fez muita gente dar risada com ‘Put some farofa’ e Fernanda Torres reuniu as crônicas publicadas na Folha de S. Paulo em ‘Sete anos’. Quem assina a orelha do livro da atriz — lembrando que “se o mundo fosse justo, Fernanda Torres escreveria mal” — é Antônio Prata, autor de ‘Nu, de botas’, outro que frequentou listas de finalistas de prêmios em 2014. Uma revelação no gênero foi Fabrício Corsaletti, com seu ‘Ela me dá capim e eu zurro’. O poeta ficou à vontade na crônica e incorporou a prática.

Entre os livros de não-ficção, a estrela foi o terceiro volume da série ‘Getúlio’, de Lira Neto. O último da trilogia biográfica sobre um dos mais relevantes políticos brasileiros, ‘Getúlio (1945-1954) – Da volta pela consagração popular ao suicídio’ acompanha a última década de vida do presidente e faz um passeio pela história do Brasil pós-Segunda Guerra.

De outras terras vieram três bons candidatos a livros do ano. ‘O capital no século XXI’, do economista francês Thomas Piketty, chegou ao Brasil pela Intrínseca com tradução de Monica Baumgarten de Bolle depois de receber elogios de ganhadores do Nobel de economia.

No livro, Piketty demonstra que o livre mercado não promove distribuição de renda, como acreditava boa parte dos economistas do planeta, e que países desenvolvidos acumulam a riqueza do mundo apesar de seu baixo crescimento. Em linguagem bem acessível e distante do economês, o autor recorre até à cultura e à literatura para tratar do tema.

Radicalismo e anonimato marcam o livro de Bernardo Carvalho

Radicalismo e anonimato marcam o livro de Bernardo Carvalho

No campo da ficção internacional, o destaque é para a língua inglesa, mesmo que o Nobel de Literatura tenha ficado com a França. Dos Estados Unidos veio ‘O círculo’, de Dave Eggers. Comparado por muitos críticos e leitores a ‘1984’, de George Orwell, o romance mergulha em questões como privacidade, democracia e individualidade em tempos de internet e redes sociais. Eggers quer falar de como o excesso de transparência e exposição podem tolher a liberdade, tema também explorado por Orwell com outro viés, mas seus personagens superficialmente desenhados não sustentam a profundidade anunciada. Mesmo assim, ‘O círculo’ é leitura inquietante e agradável nesse início de século 21.

Da França veio o Nobel, concedido este ano a Patrick Modiano, espécie de memorialista da Segunda Guerra. Os livros do autor estavam esgotados na Rocco, que já acionou o prelo e vai relançar ‘Ronda da noite’, ‘Uma rua de Roma’ e ‘Dora Bruder’ em 2015. Um último (e lúdico) lançamento fez a felicidade de leitores de todas as idades. A japonesa Yayoi Kusama assina as ilustrações de uma encantadora versão de ‘Alice no país das maravilhas’, com nova tradução feita por Vanessa Bárbara. As bolinhas alucinadas da artista são o ambiente perfeito para a correria de Alice por terras alucinantes.

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Os 16 livros que queremos ler em 2015

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Os 16 livros que queremos ler em 2015

Documentos secretos de John F. Kennedy e “novo Jogos Vorazes” estão entre os lançamentos do ano.

Publicado no Almanaque

É surpreendente a quantidade de produções literárias que acabam com uma adaptação cinematográfica. Romances, dramas, suspenses, biografias e peças estão cada vez mais próximos do cinema após o lançamento do livro.

Em 2013, o livro “The Fire Sermon” teve os direitos adquiridos pela Warner. A publicação da escritora Francesca Haig será publicada no próximo ano e está entre os grandes lançamentos do ano. Será que mais algum terá uma adaptação próxima?

Veja a lista dos livros aguardados para 2015:

“The Fire Sermon”, de Francesca Haig

Trilogia pós-apocalíptica considerada o novo “Jogos Vorazes”. A escritora novata conta a história de uma sociedade que vive sem tecnologia 400 anos após uma guerra nuclear. Além disso, todos dentro da população têm um duplo – o Alpha é fisicamente perfeito e humano; o Omega é um mutante. Os Omegas são discriminados e vivem à beira da sociedade. A vida, contudo, é ligada: quando um deles morre, o outro morre também.

“Mrs. Poe”, de Lynn Cullen

A autora narra a história do triângulo amoroso da literatura entre Frances Osgood, Virginia Clemm e Edgar Allan Poe. É considerado pela crítica internacional como uma obra-prima inteligente e viciante.

“Royal Wedding Princess Diaries XI”, de Meg Cabot

O livro da série de “O Diário da Princesa” narra as dificuldades do casamento de Mia com Michael Moscovitz e o escândalo envolvendo uma irmã perdida da princesa. A publicação é destinada ao público adulto. O lançamento do livro no Brasil vai acontecer no segundo semestre; a autora estará no País durante os dias 22 e 29 de outubro.

“From the Notebooks of a Middle School Princess”, de Meg Cabot

Por outro lado, o outro livro da franquia de “O Diário da Princesa” é focado ao público adolescente. Esta publicação é focada no parente perdido, uma garota de 12 anos chamada Olivia Grace.

“Remembrance”, de Meg Cabot

O sétimo livro da saga “A Mediadora” conta a história da protagonista Susannah Simon a partir da graduação na faculdade. Ela deseja apenas causar uma boa impressão após conseguir um emprego, porém, fantasmas começam a assombrá-la ao se deparar com um antigo assassinato.

“Legado de Segredos: O Longo Mistério do Assassinato de JFK”, de Lamar Waldron e Thom Hartmann

Os autores apresentam documentos oficiais sobre o assassinato do ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, que foram mantidos sob sigilo durante décadas. O mafioso Carlos Marcello, por exemplo, revelou como encomendou uma das mortes mais famosas da História.

“Red Queen”, de Victoria Aveyard

O lançamento do livro da jovem de 22 anos está previsto para 26 de março, nos Estados Unidos. A publicação é bastante aguardada, pois a trilogia é prevista para entrar na lista dos livros mais vendidos para o público adolescente. A protagonista é Mare Borrow, que vive em um reino dividido pelo sangue. Ela e a família dela são Vermelhos, destinados a servir os Prateados, que têm habilidades sobrenaturais. Mare descobre que tem poderes super-humanos e é forçada a se juntar aos Prateados. “Red Queen” será lançado no Brasil pela Companhia das Letras.

“Amy & Matthew”, de Cammie McGovern

A publicação é prevista somente para o fim do ano, mas a história promete: Amy tem paralisia cerebral e não consegue se comunicar ou andar sem ajuda; Matthew é diagnosticado com transtorno obsessivo compulsivo e um medo que ele não consegue explicar. A trama conta a narrativa do romance entre os dois. De acordo com a editora Macmillan, “pode não ser um conto de fadas, mas o amor entre eles é real. E, sim, tem magia nisso”.

“No Mundo da Luna”, de Carina Rissi

A narrativa conta a vida de uma jornalista recém-formada que não tem a menor experiência na área, mas assume a coluna de horóscopo em uma revista. Chega às livrarias em março.

“The Young Elites”, de Marie Lu

Através do selo Rocco Jovens Leitores, o livro que entrou na lista dos mais vendidos no jornal americano “The New York Times” será lançado no segundo semestre no Brasil. A trama é ambientada em uma versão alternativa da Renascença. Poucos sobrevivem a uma praga que assola a Terra; alguns destes desenvolvem superpoderes. A protagonista e vilã Adelina é uma delas. Após ser expulsa de casa, ela se junta ao The Young Elite, uma sociedade secreta vista como grupo de heróis por alguns e seres com poderes demoníacos por outros.

“The Rosie Effect”, de Graeme Simsion

O protagonista, o professor de genética Donald Tillman, conseguiu encontrar a mulher perfeita através de um complexo questionário no primeiro livro da série. Na sequência, ele precisa encontrar uma solução para o “efeito de Rosie”. Após o casamento, ele se vê correndo perigo de prossecução, deportação e perder a mulher amada. Lançamento no Brasil pelo Grupo Editorial Record acontece no segundo semestre de 2015.

“Ruína e Ascensão”, de Leigh Bardugo

O terceiro livro da trilogia Grisha, que entrou para a lista de mais vendidos do “The New York Times”, tem previsão de lançamento para o mês de fevereiro pela editora Gutenberg. A primeira publicação da série foi comprada pela DreamWorks, que fará uma adaptação para o cinema com o mesmo produtor de “Harry Potter”.

“Ali’s Pretty Little Lies”, de Sara Shepard

Outro best-seller do “The New York Times”. Alison DiLaurentis sabe todos os segredos das garotas populares. Assim, ela consegue fazer com que o grupo a obedeça. Contudo, ela própria mantém um segredo que pode acabar com a reputação que batalhou muito para obter. A trama é situada nas semanas que antecedem o primeiro livro da série, “Pretty Little Liars”, e conta desde como mistério começou até como Alison foi assassinada.

“Morte Invisível”, de Lene Kaaberbøl e Agnete Friis

A publicação é a sequência de “O Menino da Mala” acompanha Pitkin e Tamás, dois garotos húngaros que encontram algo valioso para vender no mercado negro. A dupla almeja sair da pobreza e quitar as dívidas da família, mas o achado pode provocar a morte de um número alarmante de pessoas. O livro já foi publicado em 27 países. O lançamento no Brasil está marcado para 16 de janeiro pela editora Arqueiro.

“The Education of Sebastian” e “The Education of Caroline”, de Jane Harvey-Berrick

O livro erótico ainda não tem data de lançamento pela editora Novo Século, mas vão sair no mesmo mês. Em “Sebastian”, a história acompanha Caroline Wilson, que está presa em um casamento infeliz. Ao se mudar para a cidade de San Diego, ela conhece Sebastian, um jovem de 17 anos. A felicidade entre eles floresce rapidamente durante um verão.

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Nova ministra da Igualdade Racial foi a primeira reitora negra de uma federal

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Nilma Lino Gomes é a atual reitora da Unilab.
Ela é pedagoga formada pela UFMG e não tem vínculo com partidos.

nilma

Publicado no G1

Nomeada pela presidente Dilma Rousseff para ocupar a Secretaria de Política de Promoção da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes foi a primeira mulher negra a assumir a reitoria de uma universidade federal no país. Em abril de 2013, Nilma foi empossada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com sede em Redenção (CE).

A futura ministra não é filiada a nenhum partido. Nilma é pedagoga, graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também fez o mestrado em educação. Ela tem doutorado em ciências sociais pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado, em sociologia, pela Universidade de Coimbra (Portugal).

Entre 2004 e 2006, presidiu a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e desde 2010 integrou a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, onde participou da comissão técnica nacional de diversidade para assuntos relacionados à educação dos afro-brasileiros.

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Os livros que você não pode deixar de ler em 2015

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Alguns gêneros literários são indispensáveis para expandir o conhecimento; confira quais são eles

Publicado no Universia Brasil

Fonte: Shutterstock

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O hábito de leitura só acrescenta conhecimento à vida dos estudantes: cada livro traz consigo uma nova experiência, um conteúdo diferente. Na nova era da informação, a disponibilidade dos materiais de leitura é maior do que nunca, com conteúdos diversos que se adapta a diferentes gostos.

Reservar parte do tempo para ler livros que cultivam a inteligência e a sabedoria é investir em um benefício contínuo ao longo da vida.

Confira a seguir os principais gêneros literários que podem trazer uma grande mudança para a sua vida em 2015:

1.Científico

O gênero científico não abrange somente os textos ligados à ciência. Ele inclui todos os tipos de livros que aumentam o entendimento do leitor sobre o mundo ligado à natureza. Esse tipo de gênero estimula a curiosidade para o aprendizado, além de ensinar o leitor a investigar a sua intuição, inspirando a admiração e o respeito pelo mundo físico.

2.Filosofia

Se a ciência nos ensina a compreender o mundo exterior, a filosofia ensina a entender o mundo interior, ou seja, a compreender sobre si mesmo. Além das obras filosóficas clássicas, esta categoria também inclui os grandes textos religiosos, como a Bíblia, por exemplo. O gênero filosófico pode aumentar a compreensão sobre o comportamento humano, analisando as suas necessidades e desejos.

3.Ficção

Trata-se de um equívoco pensar que as obras de ficção são inferiores pelo farto de serem apenas histórias inventadas: grandes obras de ficção contêm mais verdade do que qualquer outro gênero literário, uma vez que permitem ao leitor experimentar uma nova realidade. A ficção também contém traços de filosofia, psicologia e história. Como o escritor Truman Capote afirmava: um bom romance vale mais do que qualquer estudo científico.

4.História

Os livros de história abordam conteúdos fascinantes, personagens notáveis, além da evolução das idéias que moldaram a civilização. Ao aprender sobre o passado, o leitor é capaz de interpretar a sua própria época. Textos desse tipo ensinam a reconhecer os preconceitos modernos e a natureza da história humana.

5.Poesia

A poesia é capaz de despertar imagens na cabeça do leitor através de suas palavras. Ela envolve sentimentos durante a leitura, além de possuir um significado, aguçando as competências lingüísticas, ao mesmo tempo em que desenvolve a eloquência. Os melhores autores escrevem com um estilo que é ao mesmo tempo agradável e instrutivo. Uma apreciação da poesia é essencial para atingir esse grau de excelência.

Já que o ano novo está chegando, que tal renovar a sua estante de livros? Comece por um desses gêneros, e já inicie 2015 expandindo o seu conhecimento!

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Sugestões de filmes para assistir antes do vestibular da UFRGS

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Cena do filme Argo, de Ben Affleck, que retrata período da Revolução Iraniana: entretenimento com lições de história Foto: Warner Bros. / Divulgação

Cena do filme Argo, de Ben Affleck, que retrata período da Revolução Iraniana: entretenimento com lições de história Foto: Warner Bros. / Divulgação

Deixando os livros um pouco de lado, vestibulandos também podem relaxar neste fim de ano, quando os filmes podem ser bons aliados

Publicado no Zero Hora

Na tela do notebook ou da televisão, disfarçado como entretenimento, pode estar um grande auxílio ao conhecimento.

Filmes que podem contribuir para o vestibulando chegar melhor informado às provas da UFRGS que se aproximam são uma ótima companhia nestes dias de festejos e comilança.

Ressaltando que não há película que substitua a leitura de livros, os professores destacam uma variedade de filmes capazes de ajudar os estudantes a melhor entender alguns períodos históricos. Que tal saber mais sobre o Estado Novo acompanhando um suspense na telona?

– Há uma infinidade de opções na televisão ou em sites como o Netflix, e aproveitá-las vai muito do interesse do aluno – afirma o professor de história do Unificado Felipe Pimentel.

Felipe avalia que os filmes são pontuais e retratam apenas parte dos eventos. Ainda assim, para quem deseja firmar os conteúdos ou descobrir mais sobre determinadas épocas nos dias que antecedem o vestibular, os longas podem ser aliados valiosos.

Também professor de história, Zé Tamanquevis recomenda que se busque os filmes para descansar a mente nestas semanas turbulentas. Para ele, todo filme histórico é interessante, bem como documentários, e ainda que possa não ser útil para se responder às questões da prova, a atividade serve também para relaxar os alunos antes do vestibular. Pedimos a ele e outros professores que destacassem algumas recomendações para os vestibulandos. O resultado você confere a seguir.

Getúlio

Foto: Divulgação

Getúlio (2014)
Temática: os últimos dias de Getúlio Vargas

Limitando-se aos dias finais do presidente que “saía da vida para entrar na história”, Getúlio não é um bom parâmetro para se compreender toda a vida política do gaúcho que foi chefe de Estado durante 20 anos – oito deles como ditador. Mas é um bom começo. A obra, que tem Tony Ramos como protagonista, mostra o tenso clima político do Rio de Janeiro nos anos 1950.

Não se trata de uma cinebiografia, mas de uma dramatização de um dos nossos períodos históricos mais intensos. O longa ajuda a entender mais sobre quem foi Getúlio e parte do que se passou entre o atentado ao jornalista de oposição Carlos Lacerda e o suicídio do ex-presidente.

De olho na prova, vale também lembrar que Getúlio Vargas se popularizou por regulamentar as leis trabalhistas e ficou conhecido como o “pai dos pobres”, mas teve sua história no poder marcada pela censura e por denúncias de corrupção.

Sugestão de Zé Tamanquevis

 

A Inglesa e o Duque

Foto: Divulgação

A Inglesa e o Duque (2001)
Temática: a Revolução Francesa, após a Queda da Bastilha

Uma análise dos aspectos sociais da França pela concepção aristocrática, o filme A Inglesa e o Duque conta diversos episódios da Revolução Francesa pós-Bastilha. Baseado no diário de uma aristocrata que esteve em Paris durante a revolução, o longa mostra acontecimentos que culminaram na condenação e na morte do rei Luis XVI.

Sugestão de Felipe Pimentel

 

Argo (2012)

Foto: Divulgação

Argo (2012)
Temática: Revolução Iraniana e a crise entre Estados Unidos e Oriente Médio

Quando um grupo de revolucionários invade a embaixada dos Estados Unidos na capital iraniana, começa uma história que, mesmo antes de chegar às telonas, já parecia de cinema. No início de 1980, uma operação da CIA (Agência Central de Inteligência, em inglês) inventou que estava procurando locações para um filme de ficção científica para resgatar seis diplomatas norte-americanos de Teerã.

A trama é de interesse dos vestibulandos porque resgata um pouco da Revolução Iraniana, que transformou o país em uma república islâmica de regime teocrático. Com a ascensão do aiatolá Khomeini ao poder, em novembro de 1979, um grupo de revolucionários contrários às interferências da política externa americana no país decide invadir a embaixada dos EUA em Teerã. É o início das relações nada amistosas entre americanos e iranianos.

Sugestão de Zé Tamanquevis

 

Lutero (2003)

Foto: Divulgação

Lutero (2003)
Temática: Reforma Protestante e a oposição à Igreja Católica

O filme mostra a visão de Lutero quanto às indulgências da Igreja Católica, seus ideais e teses (em protesto às práticas de então), além dos conflitos com o papa Leão X, já que seus conceitos incomodavam a tradição secular. É o início do luteranismo, identificado como um movimento protestante em relação ao catolicismo.

Sugestão de Felipe Pimentel

 

Revolução (1985) e O Patriota (2000)

Foto: Divulgação

Revolução (1985) e O Patriota (2000)
Temática: Revolução Americana e a independência das 13 colônias

Quando os americanos se revoltam contra as “intoleráveis” leis inglesas, cidadãos unidos pelos ideais de liberdade resolvem tomar as ruas – em um ambiente propício à revolução, que culminaria na luta dos Estados Unidos contra a Inglaterra. Foi quando as 13 colônias americanas, mesmo enfrentando lutas internas, conseguiram desafiar a nação mais poderosa do mundo na época. Tanto Revolução, com Al Pacino (acima), quanto O Patriota, com Mel Gibson (abaixo), mostram (mais…)

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