William Douglas

Brasil é o 8º país com mais adultos analfabetos, aponta Unesco

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analfabetismoFlávia Foreque, na Folha de S.Paulo

Do total de 774 milhões de adultos analfabetos no mundo, 72% deles estão em dez países, entre eles o Brasil.

A Índia lidera a lista, com um total de 287 milhões, seguido de China e Paquistão. O Brasil ocupa o oitavo lugar.

Os dados fazem parte de relatório divulgado pela Unesco sobre seis metas para melhorar a educação até 2015.

Em 2000, 164 países assumiram o compromisso e desde então são monitorados pela ONU (Organização das Nações Unidas). O documento, que será lançado hoje em Brasília e em Adis Adeba (Etiópia), mostra avanços na área, mas aponta “lentidão nesse progresso” -na última década, o número de adultos analfabetos caiu apenas 1%.

Segundo o Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2012, o Brasil tem 13,2 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais.

A secretária de educação continuada e alfabetização do Ministério da Educação, Macaé dos Santos, diz que há concentração de analfabetos entre idosos, principalmente em municípios pequenos.

“As taxas de analfabetismo têm caído entre a população mais jovem, [mas] o desafio ainda nos preocupa.”

O relatório elogia iniciativas do governo, como o Ideb, indicador de qualidade da educação básica no país. No documento, ele é indicado como “ferramenta-chave” para estratégias na área.

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Acervo do egiptólogo Ciro Flamarion será doado para o MAE-USP

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Publicado no Arqueologia Egípcia

Foi anunciada esta manhã, através do perfil oficial do falecido Prof. Dr. Ciro Flamarion, a notícia de que o seu acervo pessoal será doado para a Biblioteca do MAE-USP. Segue a mensagem abaixo:

 

Hoje, 28 de janeiro de 2014, praticamente sete meses após sua morte (29 de junho de 2013 ), o acervo de Antiga e Medieval de Ciro Flamarion Santana Cardoso ruma para o MAE-USP.

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Mensagem original.

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Animação alemã retrata luta do jornalismo impresso para sobreviver

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Dirigida por Ken Ottmann, “Paper Age” buscou inspiração em polêmica lei sobre direitos autorais; leia entrevista

Imagem da animação 'Paper Age'. Foto: Divulgação

Imagem da animação ‘Paper Age’. Foto: Divulgação

Luísa Pécora, no Último Segundo

A alegoria é bastante simples: um tiranossauro rex que andava firme por uma floresta de repente agoniza diante de um estranho objeto. O dinossauro é feito de páginas de jornal; seu antagonista silencioso é um tablet.

Este é o enredo de “Paper Age”, animação do designer alemão Ken Ottmann que, em menos de dois minutos, retrata a luta do jornalismo impresso para sobreviver em meio ao crescimento da mídia digital. “É a história de uma indústria que vem sendo confrontada, que tem dificuldade em lidar com a tecnologia e que está deixando de ter o monopólio absoluto”, disse o diretor, em entrevista ao iG.

Sucesso na internet e premiada em festivais da Alemanha, a animação foi inspirada na polêmica lei conhecida como Leistungschutzrecht, que limita a reprodução de textos jornalísticos em sites de busca e agregadores de notícia.

Proposta no fim de 2012 com o apoio da associação de publishers de jornais da Alemanha, a lei originalmente previa que sites como o Google News pagassem direito autoral para exibir qualquer palavra de um texto protegido. Uma versão mais light foi aprovada em 2013, permitindo a reprodução de pequenos trechos, sem definir um tamanho exato.

Para Ottmann, o intenso debate sobre o tema está por trás da reação calorosa do público a “Paper Age”. “A legislação foi muito discutida na Alemanha e acho que consegui colocar meu dedo na ferida”, afirmou. “Meu conceito era ‘menos é mais’, então tentei reduzir a história ao mínimo necessário. Poucos ícones visuais são usados na metáfora, então você assiste e imediatamente sabe sobre o que se trata”.

Veja a animação “Paper Age”, de Ken Ottmann:

Tecnicamente, criar a animação em 4D, especialmente os movimentos do dinossauro, foi um desafio para Ottmann. Segundo ele, foi fundamental o contato com a “comunidade online” que divide seu conhecimento em “inúmeros tutoriais de vídeo e artigos inspiradores”.

“Sem eles, não teria sido possível realizar a animação”, afirmou. “Acho que o principal desafio é se mexer e começar a aprender. Todo o conhecimento está a alguns cliques de distância. Você apenas precisa tirar um tempo e ir atrás.”

Ottmann entende que “Paper Age” possa ser vista com certa melancolia pelo público (“É sempre um pouco triste deixar os antigos hábitos”), mas negou que a animação declare morto o jornalismo impresso.

“Acho que vai ocorrer um ajuste de mercado. O conteúdo de profundidade, de alta qualidade ou de interesse específico vai sobreviver no papel e coexistir com a mídia digital”, opinou. “Como todas as coisas, o jornalismo está em constante evolução e o desafio dos jornalistas é usar de forma apropriada os diferentes canais para seu conteúdo. Eles terão de expandir seus horizontes, porque a possibilidade de interação com o leitor terá de ser incluída no processo de informação.”

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‘Você pode ensinar macacos a terem MBA’, diz Bruce Dickinson

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Cantor do Iron Maiden mostra lado empresário na Campus Party.
Ele afirma que ter uma ‘boa ideia’ é mais importante que ‘qualificação’.

Bruno Araujo, no G1

Bruce Dickinson em coletiva antes da Campus Party Brasil 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)

Bruce Dickinson em coletiva antes da Campus
Party Brasil 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)

Uma das principais atrações da Campus Party Brasil 2014 é o músico Bruce Dickinson, vocalista da banda de metal Iron Maiden. No entanto, os visitantes e campuseiros do evento que acontece no Anhembi, em São Paulo, verão em sua palestra nesta terça-feira (28), às 13h, uma personalidade diferente de Dickinson: a de empresário.

Dono de uma companhia de aviação no Reino Unido, a Cardiff Aviation, Dickinson acha que criatividade é mais importante que currículo. Em entrevista coletiva anterior à sua participação na Campus Party, ele brincou: “Não é sobre qualificação, mas sobre ter uma boa ideia. Você pode ensinar macacos a terem MBA”.

Para o músico, o jovem empreendedor precisa de duas coisas para buscar o sucesso: uma grande ideia e vontade de trabalhar sem custos.

“O problema de muitas startups é que elas querem alugar um local bonito para trabalhar, contratar muita gente”, disse. “A questão devia ser ‘como evitar que compremos qualquer tipo de móvel’, e não ‘qual será a cor dos móveis que usaremos’.”

O vocalista do Iron Maiden comentou ainda que seu foco de investimento são grandes tecnologias de materiais e transporte, como motores, e não softwares. “Eu sou investidor em uma companhia que está desenvolvendo tecnologias mais leves que o ar para transportes ecológicos de grandes cargas a lugares remotos e inacessíveis”, disse. “Também sou investidor em um jato eco-friendly, mais econômico que um grande carro”.

Ele mesmo um empresário do ramo da aviação que já sonhou quando criança em se tornar um astronauta, Dickinson falou também sobre o avanço das viagens espaciais e como as pessoas não irão para o espaço para viver – “os humanos morrem muito facilmente lá” –, mas sim para “tornar a Terra mais habitável”.

“Alguns experimentos biológicos são muito mais rápidos na gravidade zero”, comentou. “Eu sou um sonhador. As missões da Nasa e Júlio Verne me inspiraram quando criança (…) Eu acho que Elon Musk [investidor de empresas como SpaceX e Tesla Motors] será o futuro da viagem espacial”.

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10 Afirmações literárias que saíram pela culatra…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Leitores aqui do blog sabem que muitos autores famosos ouviram muitos “nãos” até se tornarem grandes clássicos e best-sellers, como os dessa lista com 10 Livros famosos rejeitados. Por isso hoje o blog traz à tona afirmações literárias em que os editores erraram feio em suas opiniões. Confira 10 afirmações literárias que saíra pela culatra:

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* Traduções livres

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