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Empresas inovam com biblioteca digital

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Aos moldes do Netflix, as empresas Scribd e Oyster oferecem uma biblioteca para os amantes da leitura digital. Diferente de lojas de livros eletrônicos, neste modelo o usuário paga uma mensalidade e tem acesso livre ao catálogo.

Publicado no Vermelho

Diversos filmes e séries de tevê para assistir a hora que desejar em troca de uma mensalidade fixa. Em tempos de pirataria e com uma geração acostumada a baixar tudo de graça, a proposta do Netflix surgiu como um modelo promissor para a indústria cultural. Ao valor de 16,90 reais mensais, a empresa americana oferece aos assinantes acesso ilimitado a conteúdos audiovisuais que podem ser assistidos em computadores, smartphones, tablets, smart tevês, aparelhos de Blu-Ray e até consoles de videogames.

A ferramenta de tevê online funciona por streaming, um sistema de distribuição de informação multimídia em rede, que não requer baixar o arquivo para o computador do usuário. A conveniência do serviço conquistou adeptos ao redor do mundo e inspirou um novo modelo de biblioteca digital, no qual o leitor pode ter acesso às obras no modo streaming.

O “netflix dos livros” foi lançado recentemente pelas empresas Scribd e Oyster. Por meio da parceria com diversas editoras, essas ferramentas disponibilizam um extenso catálogo de obras literárias, do qual os usuários podem usufruir mediante pagamento mensal.

Multiplataforma, os livros podem ser acessados do celular, tablet ou computador. Além disso, o serviço é financeiramente vantajoso para os adeptos da leitura online, pois as mensalidades cobradas equivalem à aproximadamente o preço de dois e-books, mas oferecem um número muito maior de leituras.

O pioneiro nesse segmento foi o aplicativo Oyster, que oferece mais de 100 mil títulos que podem ser lidos no iPad, iPhone ou iPod Touch. Os membros têm acesso ilimitado às obras mediante o pagamento de US$ 9,95 mensais e a empresa oferece a todos os novos usuários um mês gratuito para experimentar o serviço. A leitura pode ser feita com o usuário online ou não, já que o sistema armazena automaticamente os últimos dez livros abertos pelo internauta para leitura offline.

Hoje, o Oyster possui parcerias com centenas de editoras, grandes e pequenas, de língua inglesa como HarperCollins, Houghton Mifflin Harcourt, Rodale, Open Road, Melville House, Workman, Algonquin e Smashwords para disponibilizar em sua biblioteca lançamentos, best sellers e clássicos, entre outros livros dos mais variados temas.

O serviço possui ainda uma interface social: permite que você eleja uma obra como favorita, saiba quais livros seus amigos estão lendo e tenha acesso a um catálogo de sugestões de leitura personalizado pelo sistema de acordo com suas atividades na plataforma.

Entretanto, todas as obras disponibilizadas pelo app estão em inglês e seu funcionamento está restrito aos EUA e ao sistema iOS. A expectativa é de que, conforme cresça, a plataforma vá aumentando seu leque de parcerias editoriais, estenda sua presença a outros países e crie dispositivos para o sistema Android.

Mais abrangente é o serviço de streaming de livros oferecido pelo Scribd. Além dos celulares e tablets, as obras podem ser visualizadas em notebooks e desktops e, apesar de grande parte estar em inglês, também podem ser encontradas em outras idiomas.

Lançado em 2007, o Scribd surgiu como plataforma de compartilhamento de documentos, tornando-se uma imensa biblioteca digital. Mais de 40 milhões de livros e textos compõem seu acervo, que atinge ao mês uma audiência de 80 milhões de pessoas em todo o mundo. Há cerca de dois meses, a empresa resolveu apostar nesse novo produto de olho nos bons números apresentados pelo Netflix.

A mensalidade do serviço de leitura é de US$ 8,99 mensais e, assim como as outras empresas, o assinante tem acesso ilimitado ao acervo da plataforma. O sistema funciona tanto via site quanto em aplicativos para Android e iOS. O Scribd oferece listas de livros mais lidos, divididos por categorias e indicações de acordo com o histórico. O usuário pode ainda começar a leitura em uma plataforma e terminar em outra sem perder a página. Por exemplo, se começar a ler um livro no computador e precisar sair de casa, basta continuar a leitura do celular do ponto em que parou.

Fonte: Carta Capital

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‘Amor à vida’ é uma vitrine literária: confira alguns títulos lidos pelos personagens da trama

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Na cena, Bruno (Malvino Salvador) lê para Paulinha (Klara Castanho) Foto: Fotos de Reprodução

Na cena, Bruno (Malvino Salvador) lê para Paulinha (Klara Castanho) Foto: Fotos de Reprodução

Publicado no Jornal Extra

Em “Amor à vida”, é comum ver personagens absorvidos pela leitura. A recorrência, o autor Walcyr Carrasco explica, sustenta a promoção do hábito de ler como importante causa social defendida por ele. Assim, paralelamente à trama, inúmeros livros aparecem em cena (como os 15 exemplares que você confere nesta página), abrigando gêneros distintos, da literatura fantástica aos títulos infantis, passando por obras clássicas.

— Quero mostrar que o livro é algo que todo mundo usa normalmente, que faz parte do cotidiano das pessoas, não só na vida escolar. São autores em quem eu boto fé… Estabeleço na minha cabeça que tipo de livro aquele personagem leria, qual gênero estaria mais de acordo e, assim, vou da alta literatura à autoajuda — confirma Walcyr.

 

Bernarda está sempre com um livro na mão na novela
Bernarda está sempre com um livro na mão na novela Foto: Reprodução site Rede Globo

Uma das personagens mais requisitadas é Bernarda (Nathalia Timberg), sempre com um livro na mão. Numa das cenas, a senhora comenta com Pilar (Susana Vieira) o novo do Frei Betto, “Fome de Deus”: “Olha que frase linda: ‘Busca-se, sobretudo, deixar que Deus rompa seu silêncio e fale no íntimo de cada um’”.

— Eu acho tão importante que se dê importância a isso. Walcyr mostra uma coisa que já se perdeu neste país, que é o hábito de ler. É bom que o público veja esse objeto estranho que se tornou o livro, já que muitos estão tão preocupados em só apertar botão — ressalta Nathalia.

“Amor à vida” é um livro aberto: confira alguns livros

 


“Nu, de botas”

– Em “Nu, de botas”, de Antonio Prata, o autor revisita passagens de sua infância.

– Em “Fios de Prata – Reconstruindo Sandman”, de Raphael Draccon, um homem está disposto a ir ao inferno por um amor.

– “Um gol de placa”, de Pedro Bandeira, acompanha uma turma boa de bola.

– Versão de “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, adaptada por Arnaldo Niskier, sobre as aventuras de um cavaleiro andante.

– Em “Fome de Deus”, de Frei Betto, são abordados temas como a oração, o amor ao próximo, a fé e a vida dos santos.

– No “Livro de sonetos”, algumas da principais composições poéticas de Vinicius de Moraes.

 


“Fim”, de Fernanda Torres

– “Fim”, da atriz Fernanda Torres, traz a história de um grupo de cinco amigos cariocas.

– A autoajuda “O que realmente importa?”, de Anderson Cavalcante, reflete sobre nossas escolhas.

– “A Bíblia, um diário de leitura”, de Luiz Paulo Horta, revela a atualidade dos temas humanos encontrados nas escrituras.

– Organizado por Cleonice Berardinelli, “Fernando Pessoa antologia poética” reúne poemas do escritor.

– No clássico “Os miseráveis”, de Victor Hugo, Jean Valjean muda de identidade para fugir de Javert, seu perseguidor.

 


“Os sete”, de André Vianco

– No terror “Os sete”, de André Vianco, sete corpos são encontrados numa caravela portuguesa.

– O romance “O livro do peregrino”, de Carlos Nejar, é a uma reflexão espiritual sobre o que a vida pode ensinar.

– “O inverno das fadas”, de Carolina Munhóz, acompanha uma fada que serve de musa para humanos.

– “Estórias da mitologia”, de Domício Proença Filho, apresenta temas e figuras mitológicas importantes.

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Como Isaac Asimov previu que seria 2014, 50 anos atrás

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Em 1964, durante a Feira Mundial de Nova York, o New York Times convidou o escritor de ficção científica e professor de bioquímica Isaac Asimov a fazer previsões de como seria o mundo 50 anos depois, ou seja, este ano. Asimov escreveu mais de 500 trabalhos, entre romances, contos, teses e artigos e sempre se caracterizou por fazer projeções acuradas sobre o futuro. As previsões do escritor, que morreu em 1991, são surpreendentes.

Roberto Amado no Diário do Centro do Mundo [via Vermelho]

Cozinha
Asimov prevê que os equipamentos de culinária pouparão a humanidade de fazer trabalhos tediosos. “As cozinhas estão equipadas para fazer “auto-refeições”. “Almoços e jantares serão feitos com comidas semi-preparadas, que poderão ser conservadas em freezer. Em 2014, as cozinhas terão equipamentos capazes de preparar uma refeição individual em alguns poucos segundos”. Só faltou mesmo ele usar a palavra “microondas”.

Computadores

O escritor previu um mundo repleto de computadores capazes de fazer as mais complexas tarefas. “Em 2014, haverá mini computadores instalados em robôs”, escreve ele, no que parece ser uma alusão aos chips. E garantiu que será possível fazer traduções com uma dessas máquinas, como se previsse a existência do Google Translator.

Comunicação

As ligações telefônicas terão imagem e voz, garantiu Asimov em seu texto. “As telas serão usadas não apenas para ver pessoas, mas também para estudar documentos e fotos e ler livros”. E prevê que satélites em órbita tornarão possível fazer conexões telefônicas para qualquer lugar da Terra e até mesmo “saber o clima na Antártica”. Mas em Terra haverá outras soluções. “A conexão terá que ser feita em tubos de plástico, para evitar a interferência atmosférica”, escreve ele, como se já conhecesse a fibra ótica.

Cinema

Asimov previu que em 2014 o cinema seria apresentando em 3-D, mas garantiu que algumas coisas nunca mudariam: “Continuarão a existir filas de três horas para ver o filme”.

Energia
Ele previu que já existiriam algumas usinas experimentais produzindo energia com a fusão nuclear. Errou. Mas acertou quando vaticinou a existência de baterias recarregáveis para alimentar muitos aparelhos elétricos de nossa vida cotidiana. Mais ainda: “Uma vez usadas, as baterias só poderão ser recolhidas por agentes autorizados pelos fabricantes” — o que deveria acontecer, mas nem sempre acontece.

Veículos
Asimov erra feio nas suas previsões relacionadas ao transporte.

Ele acreditou que carros e caminhões pudessem circular sem encostar no chão ou água, deslizando a uma altura de “um ou dois metros”. E que não haveria mais necessidade de construir pontes, “já que os carros seriam capazes de circular sobre as águas, mas serão desencorajados a fazer isso pelas autoridades”.

Marte
Para o escritor, em 2014 o homem já terá chegado a Marte com espaçonaves não tripuladas, embora “já estivesse sendo planejada uma expedição com pessoas e até a formação de uma colônia marciana”. O que nos faz lembrar da proposta pública de uma viagem a Marte só de ida, feita recentemente, para formar a primeira colônia no planeta.

Televisão

Asimov cita a provável existência de “televisões de parede”, como se pudesse prever as telas planas, mas acredita que os aparelhos serão substituídos por cubos capazes de fazer transmissões em 3-D, visíveis de qualquer ângulo.

População

O escritor previu que a população mundial seria de 6,5 bilhões em 2014 (já passou dos 7 bilhões) e que áreas desérticas e geladas seriam ocupadas por cidades — o que não é exatamente errado. Mas preconizou, também, a má divisão de renda: “Uma grande parte da humanidade não terá acesso à tecnologia existente e, embora melhor do que hoje, estará muito defasada em relação às populações mais privilegiados do mundo. Nesse sentido, andaremos para trás”, escreve ele.

Comida

“Em 2014 será comum a ‘carne falsa’, feita com vegetais, e que não será exatamente ruim, mas haverá muita resistência a essa inovação”, escreve Asimov, referindo-se provavelmente aos hambúrgueres de soja.

Expectativa de vida

O escritor preconizou problemas devido à super população do planeta, atribuindo-a aos avanços da medicina: “O uso de aparelhos capazes de substituir o coração e outros órgãos vai elevar a expectativa de vida, em algumas partes do planeta, a 85 anos de idade”. A média mundial subiu de 52 anos em 1964 para 70 anos em 2012. Em alguns países, como Japão, Suíça e Austrália, já está em 82 anos.

Escola

“As escolas do futuro”, escreve Asimov, “apresentarão aulas em circuitos fechados de TV e todos os alunos aprenderão os fundamentos da tecnologia dos computadores”. O que ele não previu foi a possibilidade de os alunos ensinarem os professores quando se trata de uso de computadores — como, aliás, ocorre em algumas escolas públicas brasileiras.

Trabalho

Asimov previu uma população entediada, como sinal de uma doença que “se alastra a cada ano, aumentando de intensidade, o que terá consequência mentais, emocionais e sociais”. Depressão? “Ouso dizer”, prossegue ele, “que a psiquiatria será a especialidade médica mais importante em 2014. Aqueles poucos que puderem se envolver em trabalhos mais criativos formarão a elite da humanidade”.

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Funções do cérebro melhoram por dias após ler um livro, diz estudo

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Romances ativam neurônios responsáveis pela percepção da linguagem e sensações

Publicado no Cenário MT

Ler é sempre um ótimo passatempo, favorece a imaginação e rende boas horas de entretenimento. O que talvez você não saiba é que pegar o seu livro favorito pode ter benefícios muito maiores: de acordo com um novo estudo eles não mudam somente as emoções, mas também o funcionamento do cérebro.

Pesquisadores americanos usaram scanners de ressonância magnética para identificar redes cerebrais associadas à leitura de histórias e perceberam que certas alterações no estado de descanso duram alguns dias após você aproveitar uma obra de ficção poderosa.  O objetivo era resolver o mistério de como os contos entram na cabeça das pessoas e seus efeitos.

Um total de 12 estudantes participaram do experimento por 19 dias lendo a mesma novela, “Pompeii”, de Robert Harris. O livro foi escolhido por sua narrativa envolvente.

Nos primeiros cinco dias, os voluntários foram scanneados pela manhã, e, após esse período, foram dadas nove partes da obra para que lessem 30 páginas todas as noites.Depois disso, eles voltaram ao laboratório para passar mais uma vez pelo scanner e responder a uma pesquisa para assegurar que haviam lido o livro. Os resultados revelaram alta conectividade no córtex temporal esquerdo, área que é associada com a percepção da linguagem. Neurônios dessa mesma região também criam sensações para o corpo, por exemplo, simplesmente por pensar em correr os neurônios dessa ação são ativados.

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Após decisão judicial, Sherlock Holmes passa a ser de domínio público nos EUA

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Publicado no Opera Mundi

Book Illustration Depicting Sherlock Holmes and Dr. Watson in a Train CabinO personagem Sherlock Holmes e todo o universo fictício que ronda o número 221 B da Baker Street passaram a ser de domínio público nos Estados Unidos após decisão de um juiz federal no estado de Illinois (região centro-norte do país). Isso significa que quem quiser criar e publicar histórias nos EUA com o mítico detetive londrino, incluindo seu fiel escudeiro Watson e o vilão James Moriarty, não está obrigado a pagar os direitos autorais à família do criador, o escritor britânico Arthur Conan Doyle.

O juiz Rubén de Castillo determinou nesta semana que as obras de Conan Doyle publicadas antes de 1.º de janeiro de 1923 não estão protegidas pelo lei de direito autoral norte-americana. Apenas dez histórias posteriores à essa data estão protegidas. Segundo o entendimento de Castillo, todo o resto está livre.

[Watson e Holmes em ilustração de Sidney Paget em 1892 no conto “Estrela de Prata”]

Na ação, os herdeiros do escritor britânico sustentaram, sem sucesso, que o copywright se estende tanto às histórias quanto aos personagens. Todas as histórias de Holmes já estão em domínio público no Reino Unido.

O tema foi levado à justiça por Leslie Klinger, um editor que deseja publicar uma coleção de histórias originais de diversos autores inspiradas no detetive. No entanto, os herdeiros do escritor britânico ameaçaram proibir a publicação caso Klinger não pagasse os devidos royalties.

“Sherlock Holmes pertence ao mundo”, anunciou Klinger nesta sexta-feira (28/12) no site eletrônico Free Sherlock. “As pessoas querem celebrar Holmes e Watson. Agora podemos fazer isso sem medo”.

O personagem

A primeira história do detetive mais popular da literatura ocidental, “Um Estudo em Vermelho” foi lançada em 6 de janeiro de 1887. O personagem foi inspirado em um dos antigos professores de Conan Doyle em Edimburgo, na Escócia. Rapidamente, o estilo peculiar e os “casos impossíveis” resolvidos pelo detetive britânico deixariam leitores de todo o mundo apaixonados.

Em 1901, seria publicada a mais célebre de suas aventuras, O Cão dos Baskervilles. Desde o primeiro livro, Holmes tornou-se um sucesso editorial que, com o passar das décadas, também migrou com a mesma popularidade para o cinema e as séries de TV.

Wikimedia Commons
Holmes é um investigador do final do século XIX que ficou famoso por utilizar, na resolução dos casos, o método científico e a lógica dedutiva. Não se vê Holmes estudando, mas domina misteriosamente uma vasta quantidade de assuntos do conhecimento humano, como geografia, história, química, geologia e línguas.

Descreve-se como um “detetive consultor”. Segundo Doyle, Holmes é capaz de resolver os problemas sem sair do seu apartamento, mas em diversas de suas mais interessantes histórias é requerida sua presença in situ. A sua especialidade é resolver enigmas singulares, que deixam a polícia desnorteada, usando a extrema faculdade de observação e dedução.

É capaz de identificar a marca de um tabaco somente pelo seu cheiro e pela cor de suas cinzas. Outra de suas marcas registradas, a frase: “Elementar, meu caro Watson”, foi criada no teatro, com muitas outras particularidades, como o cachimbo recurvado.

[O ator britânico Basil Rathbone, considerado um dos melhores intérpretes de Holmes]

O seu grande inimigo, também dotado de extraordinárias faculdades intelectuais, é o professor e matemático James Moriarty. Em 4 de maio de 1911, após uma luta feroz, Holmes e Moriarty desaparecem nas cataratas de Reichenbach, perto de Meiringen, na Suiça (“The Adventure of the Final Problem”).

Os protestos dos leitores foram tantos e de tal forma violentos, que Doyle foi obrigado a ressuscitar seu herói. Holmes acabaria reaparecendo no conto The Adventure of the Empty House, com a engenhosa explicação que somente Moriarty havia caído e, como Holmes tinha outros perigosos inimigos, havia simulado sua morte para poder investigá-los melhor.

Apesar do grande sucesso de sua obra, Conan Doyle não gostava de escrever histórias para Sherlock Holmes pois considerava o romance policial como literatura de segunda classe e, na verdade, esse tipo de história só passou a ser respeitado após o sucesso de seu personagem.

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