Ruina e Ascensão

Rolling Stones celebra 50 anos com exposição e livro de fotos

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Publicado originalmente no Valor Econômico

“Time is on my side; yes, it is”, canta Mick Jagger no video acima, divulgado hoje no canal oficial dos Rolling Stones no YouTube. Embora a canção não seja deles – quem a gravou primeiro foi Kai Winding, em 1963 -, ela serve perfeitamente de trilha para a data: o vídeo celebra a trajetória da banda, que há 50 anos fez seu primeiro show. “Não esperava nem que eu mesmo fosse durar 50 anos”, brinca Keith Richards em um texto sobre o aniversário publicado no site oficial da banda.

Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood e Charlie Watts diante do Marquee Club, onde foi realizado o primeiro show dos Rolling Stones

Em 12 de julho de 1962, os Rolling Stones subiram ao palco pela primeira vez – a apresentação ocorreu no Marquee Club, na Oxford Street, em Londres. Na época, a banda era formada por Jagger, Keith Richards, Brian Jones, Ian Stewart, Dick Taylor e Tony Chapman. Posteriormente, Stewart, Taylor e Chapman deixaram o grupo, que passou a contar com o baterista Charlie Watts. Em 1969, o quinteto perdeu Brian Jones, que foi encontrado morto na piscina de sua casa, aos 27 anos de idade.

Para marcar os 50 anos da banda, uma exposição gratuita com 70 fotos será aberta amanhã, na Somerset House, em Londres. Além disso, está sendo lançado hoje o livro “The Rolling Stones 50”, com centenas de imagens escolhidas pela banda e acompanhadas por depoimentos dos músicos. Grande parte das fotografias é proveniente do arquivo do jornal “Daily Mirror”, e entre os fotógrafos estão Gered Mankowitz, Jean-Marie Périer,Dezo Hoffman, Michael Cooper, Terry O’Neill, Bent Rej e Philip Townsend, que foi o responsável pelo primeiro ensaio fotográfico dos Stones. Publicado pela Thames & Hudson, o livro tem 352 páginas e custa £ 29,95 (cerca de R$ 94).

A banda também colocou à venda uma edição limitada de fotos, cujos preços variam de US$ 175 (R$ 357) a US$ 250 (R$ 510). Uma delas mostra Jagger falando com um policial após bater o carro – um Aston Martin DB6 que havia custado £ 5.000, adquirido apenas três semanas antes. Outra traz Keith Richards fumando um cigarro sentado no jardim, rodeado por alguns dos objetos que tinha conseguido resgatar do incêndio que havia acabado de atingir sua casa.

Para novembro, está previsto o lançamento de um documentário sobre os Rolling Stones, dirigido por Breet Morgan. E, nos próximos dias, a banda vai postar outros vídeos promocionais no YouTube, com registrados raros de bastidores e versões exclusivas de outras músicas.

Há ainda rumores de que a banda esteja planejando uma nova turnê. Keith Richards disse à BBC que eles têm se encontrado para alguns ensaios e que novos shows serão realizados, mas não deu nenhuma previsão quanto à data. A mais recente turnê dos Stones foi “Bigger Band”, que percorreu 32 países ao longo de dois anos, até o encerramento em Londres, em 2007.

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9 autores que odeiam a versão dos seus livros para o cinema

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Máquina de escrever
Rafael Aloi, na Exame.com

Adaptações

São Paulo – Walter Salles lança no dia 13 de julho o filme “Na Estrada”, baseado em um dos livros mais cultuados nos Estados Unidos: “On the Road” (“Pé na Estrada” em português).

O livro foi escrito em 1960 e levou 52 anos até que algum diretor tivesse a coragem de adaptá-lo para os cinemas. Como todo livro que possui muitos fãs, pode acontecer de o filme de Salles receber muitas críticas por parte deles. Mas, pelo menos, ele não terá que lidar com a opinião de Jack Kerouac, autor do livro, que faleceu em 1969.

Outros diretores não tiveram a mesma sorte. Clique nas imagens acima para conferir alguns autores que não gostara das adaptações para o cinema de suas obras.

O Iluminado

O Iluminado
O aclamado filme de Stanley Kubrick, lançado em 1980 e considerado uma das obras-primas do suspense, é um terror para Stephen King, que escreveu o livro em 1977.

Segundo o New York Daily News, King disse não gostar de Jack Nicholson como Jack Torrance, personagem pelo qual o ator é sempre lembrado. Segundo o escritor, Nicholson já interpretava um louco mesmo antes do protagonista se tornar um.

Para King, Stanley Kubrick fez um filme visualmente bonito, mas que não tem nada a ver com o terror e os aspectos sobrenaturais que ele narrou em seu livro. Em entrevista à revista Writers Digest, o autor disse que assistir a um formigueiro por 3 horas é mais emocionante do que o filme de Kubrick e que esta é a única adaptação de seus livros que ele se lembra de ter odiado.

Em 1997, o escritor coproduziu e escreveu uma versão de “O Iluminado” para TV, que foi transmitido pela rede ABC, mas que não chegou aos pés do sucesso do filme de Kubrick.

Watchmen
O quadrinista Alan Moore criou diversos personagens, entre eles os heróis de Watchmen que foram levados para o cinema em 2009. Moore odiou o filme. Em entrevista para o Los Angeles Times, antes de o filme ser lançado ele afirmou que estava colocando uma praga sobre o filme.

Na verdade, Moore odeia Hollywood. Ele considera os milhões de dólares gastos nas superproduções como dinheiro jogado fora e que seria muito melhor aplicar a grana para recuperar o Haiti. Para Moore, os filmes nunca chegarão perto do poder de qualquer livro existente.

Outras obras de Alan Moore já foram adaptadas para o cinema (e todas ele odeia), como “A Liga Extraordinária” e “V de Vingança”. Este último ele pediu para ter seu nome retirado dos créditos.

Forrest Gump
O filme de 1994 ganhou seis estatuetas do Oscar, incluindo os de melhor filme e melhor ator. Mas o autor do livro Winston Groom não ficou muito satisfeito com o resultado final.

Groom não gosta da interpretação de Tom Hanks e, segundo o New York Times, preferia que o ator John Goodman interpretasse Forrest nos cinemas. O autor ainda disse que a adaptação poliu o personagem, retirando as partes mais profanas do livro para deixá-lo mais aceitável aos olhos do público.

Em 1995, Groom escreveu a continuação do livro Gump & Co. A primeira frase desta segunda obra é: “Nunca deixe alguém fazer um filme sobre a sua história”.

Mary Poppins
O clássico da Disney que mistura animação e atores reais ganhou dois Oscars em 1965: melhor atriz (Julie Andrews) e melhor direção de arte. Mas o que poucas pessoas sabem é que Pamela Travers, a autora da série sobre Mary Poppins, chorava de decepção na première do filme.

Segundo o jornal britânico Telegraph, durante a produção do filme, Pamela pediu várias alterações no roteiro. Ela odiava as sequências de animação e queria que fossem retiradas.

A autora considerava Julie Andrews muito bonita para interpretar Poppins e disse também que a atriz tinha toda a capacidade para fazer o papel, mas foi completamente mal dirigida.

Segundo o jornal, Walt Disney não convidou Pamela para a première do filme, mas ela conseguiu um ingresso e foi do mesmo jeito. Ela disse que sua personagem foi completamente traída por Walt Disney e que o “filme trazia muita fantasia e pouca mágica”.

Eu Sou a Lenda
O livro de Richard Matheson lançado em 1954 já foi adaptado três vezes para o cinema. E nenhuma delas foi de seu agrado.

O primeiro filme, de 1964, foi chamado de “Mortos que Matam” no Brasil e foi coescrito pelo próprio Matheson. Porém o autor não gostou do resultado final e pediu para que seu nome fosse retirado dos créditos. No lugar, entrou seu pseudônimo, Logan Swanson.

O último filme foi lançado em 2007 com Will Smith no papel principal e, diferente do livro, a história se passa em Nova York e não mais em Los Angeles.

Segundo a revista Mental Floss, Matheson disse na época do lançamento do filme que não entendia porque Hollywood ainda era fascinada com o seu livro já que “eles nunca se importaram em filmá-lo da maneira como foi escrito.”

Cena do filme Bússola de Ouro com Nicole Kidman e Dakota Blue Richards

Bússola de Ouro
Impulsionado pelo grande sucesso da série Harry Potter e da trilogia do Senhor dos Anéis, em 2007, foi lançado o primeiro filme da trilogia Fronteiras do Universo escrita por Philip Pullman.

No começo, Pullman ficou feliz de saber que seus livros seriam transformados em filmes, mas após o lançamento do primeiro filme, veio a decepção. O filme se encerra antes de muitos eventos importantes do livro. Em uma entrevista para o Guardian, o escritor afirmou que os produtores o informaram que usariam as cenas que faltaram no primeiro filme como o começo do segundo.

Aí veio mais uma decepção para o autor. “A Faca Sutil” e “A Luneta Ambar”, segundo e terceiros livros respectivamente, não tem previsão de produção.

A produtora diz que não sabe se será possível continuar a série devido ao boicote da comunidade cristã americana ao primeiro filme, o que fez com que a bilheteria dentro do país fosse baixa. A Liga Católica dos EUA acusa a série de Philip Pullman de atrair as crianças para o ateísmo.

A Fantástica Fábrica de Chocolate
Roald Dahl, o autor da história de Charlie e Willy Wonka, chegou a escrever partes do roteiro para o primeiro filme lançado em 1971. Mas o escritor não gostou nem um pouco da versão final.

Segundo a BBC, Dahl não gostou que o foco da história passou para Willy Wonka ao invés do garoto Charlie, o verdadeiro protagonista do livro. Até o título original do filme foi alterado de “Charlie and the Chocolate Factory” para “Willy Wonka and the Chocolate Factory”.

Segundo a BBC, o filme foi patrocinado pela Quaker que estava lançando os chocolates Wonka na época.

A decepção de Dahl foi tão grande que ele não deixou que a continuação da história, “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, virasse outro filme. O autor também proibiu outras versões da Fantástica Fábrica de Chocolate. Somente após sua morte, em 1990, é que começaram as negociações para um novo filme, que foi lançado em 2005 e produzido por Tim Burton.

Laranja Mecânica
Stanley Kubrick parece não ter uma relação amigável com os autores dos livros que adapta para o cinema. Anthony Burgess que escreveu o livro “Laranja Mecânica” também não ficou nada satisfeito com o filme feito pelo diretor em 1971.

Segundo a revista Mental Floss, Burgess disse o seguinte sobre o filme: “O livro pelo qual eu sou mais conhecido, ou conhecido apenas por ele, foi reduzido a uma glorificação da violência e do sexo. O filme tornou fácil para as pessoas não entenderem sobre o que o livro se trata, e este mal-entendido vai me perseguir até a minha morte”.

Solaris
O livro de Stanislaw Lem já foi adaptado duas vezes para o cinema. A primeira foi em 1972 e a segunda em 2002.

Lem não ficou satisfeito com nenhuma das duas versões . Para ele, nenhuma conseguiu reproduzir de forma decente a história sobre uma inteligência alienígena tão grande que chega a ser classificada como um planeta.

Em seu site oficial, Lem fez algumas críticas sobre a última versão nos cinemas, ele disse que: “Não se lembra do livro ser sobre problemas sexuais de pessoas no espaço sideral” e que o único objetivo com o seu livro era “criar um encontro humano com alguma outra forma de vida que realmente existe, mas que não pode ser reduzida a conceitos humanos, imagens ou formas. Por isso o livro se chama Solaris e não Amor no Espaço Sideral”.

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5 Escritores de Terror para se ler na Sexta-feira 13

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Publicado originalmente no Literatortura

Nesta sexta-feira 13, decidi elencar 5 escritores que conheço e recomendo para se ler na sexta-feira 13! Digo que a escolha e as posições são quase que arbitrárias, partindo, piamente do meu gosto e das minhas leituras. Portanto, você tem o pleno direito e talvez o dever de discordar haha. Vamos lá;

Júlio Cortazar

É considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, mestre do conto curto e da prosa poética, comparável a Jorge Luis Borges e Edgar Allan Poe. Foi o criador de novelas que inauguraram uma nova forma de fazer literatura na América Latina, rompendo os moldes clássicos mediante narrações que escapam da linearidade temporal e onde os personagens adquirem autonomia e profundidade psicológica inéditas. Seu livro mais conhecido é Rayuela (O Jogo da Amarelinha), de 1963, que permite várias leituras orientadas pelo próprio autor.

(Wikipédia. Gostei tanto dessa descrição que nem fiz outra)

Edgar Allan Poe

Ah vá que a cara do literatortura não estaria aqui. Um dos maiores contistas de todos os tempos. Poe, como costumo dizer, não é apenas apreciado pela sua obra, mas é uma figura de carisma impressionante. Além de ser um dos precursores do romance policial, é simbolo puro literário da sexta-feira 13. Tanto pelos seus textos, quanto pela sua vida. É um autor mundialmente celebrado e ícone da cultura pop literária. Duvido que os leitores imaginaram que o fofíssimo Poe não estaria aqui. Há vários posts no literatortura sobre Edgar allan poe. Aqui vão alguns;
Sexta Feira 13, Edgar Allan Poe e o Medo
Edgar Allan Poe e o Gato de Botas

Stephen King

o “mestre do terror” da atualidade como é conhecido. Em uma parte da vida parecia caminhar para uma história semelhante a de Poe [entornava todas], mas se recuperou e se tornou um ícone da cultura do terror sem ser seu próprio monstro. Difícil quem nunca celebrou uma obra de King, seja nos livros ou nos filmes. As obras mais conhecidas são; Carrie, A Estranha, O Iluminado e A Procura de um Milagre. [justamente por causa de suas adaptações para o cinema]. Menção à espetacular série “A Torre Negra” [que me iniciou na literatura].

H.P LoverCraft

Um dos mais ‘míticos’ escritores. A mitologia que ronda o escritor é tão forte que alguns de seus leitores acreditam na existência do Cthulhu [ um tipo de monstro metade octópode, ser humano e dragão]. Os contos de LoverCraft são tão poderosos, que vários autores incorporarem as criações depois de sua morte. O autor é cultuado por uma legião de fãs, que talvez não seja tão grande, mas, certamente, é fiel. Ainda existem criaturas mais estranhas, poderosas, cruéis e por que não, memoráveis, como o Demônio-Sultão Azathoth. Recomendo fortemente sua obra. Difícil não se sentir fisgado pela genialidade de LoverCraft.

 

Neil Gaiman

mais conhecido como quadrinista do que escritor, sua obra de maior sucesso Sandman, que é a personificação antropomórfica do Sonho. Pode ser conhecido também como Morpheus em referência à mitologia grega. Alguns podem estranhar a presença de Gaiman aqui e perguntar porque, então, não coloquei Anne Rice. Bem, a resposta é simples; eu já li coisas de Neil. E não li nada de Anne. E aqueles que conheçam a obra de Gaiman, concordarão que ele merece um lugar nessa minha lista.

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Venda de livros cresce no Brasil e chega a 470 milhões de exemplares em 2011, diz pesquisa

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Tenda da Flip 2012, um dos principais eventos literários do Brasil (4/7/12)

Tenda da Flip 2012, um dos principais eventos literários do Brasil (4/7/12)

Publicado originalmente na UOL

As editoras brasileiras venderam em 2011 469,5 milhões de livros, 7,2% a mais que em 2010. Os dados são de um levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE/USP) sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Em 2010, cerca de 438 milhões de exemplares foram comercializados.

O faturamento das editoras também cresceu – 7,36% a mais que em 2010, alcançando R$ 4,837 bilhões. Em 2011, foram publicados 58.192 títulos, um aumento de 6,28% em relação a 2010. Desse total, 20.405 foram de lançamentos, um crescimento de 9% em relação ao ano anterior.

Os principais canais de comercialização de livros no país são: livrarias (44,9% do mercado), vendas porta a porta (9,07%)), igrejas e templos (4,03%), supermercados (2,4%) e bancas de jornal (2,21%).

 

Dica do Jarbas Aragão

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Finais inéditos de Hemingway

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Imagem Google

Publicado originalmente no Estadão.com

Uma nova edição de Adeus às Armas, de Ernest Hemingway, chegou ontem às livrarias americanas incluindo pela primeira vez os 47 finais alternativos imaginados pelo autor. Dessa forma, leitores terão acesso direto ao processo de criação do escritor, que se revela às voltas com diversas opções de desfecho antes de se decidir a colocar o ponto final na história do militar Frederick Henry e a enfermeira Catherine Barkley na Primeira Guerra Mundial.

O livro foi lançado em 1930. Quase três décadas depois, em uma entrevista concedida em 1958, Hemingway reconhecia ter reescrito o final do livro 39 vezes; anos mais tarde, um pesquisador encontrou em seu acervo 41 versões; e, recentemente, o neto do autor, Sean Hemingway, descobriu mais seis finais no material de seu avô depositado na Biblioteca John Fitzgerald Kennedy, em Boston. Foi então que a família do escritor começou a negociar com a editora Simon & Schuster uma nova edição da obra.

O livro relata, de maneira “semibiográfica”, segundo os editores, a “eterna e inesquecível” história de amor entre o tenente americano Frederick Henry e a enfermeira inglesa Catherine Barkley. O livro capta a “dura realidade da guerra e a dor dos amantes envolvidos em sua inevitável destruição”, diz a apresentação.

Intitulado Adeus às Armas: A Edição da Biblioteca Hemingway, o volume traz o texto original e, na sequência, inclui em anexo todas as 47 versões alternativas. Em algumas, percebe-se pequenas mudanças, frases reescritas ou suprimidas; em outras, vários parágrafos aparecem ou desaparecem do texto, levando a uma alteração no tom da narrativa, que pode assumir caráter mais fatalista ou otimista. Em especial, chamam atenção os trechos dedicados à reflexão sobre a vida e a morte. “Não há outro final além da morte e o nascimento é o único princípio”, escreve Hemingway em um dos finais descartados mais tarde.

Os desfechos alternativos, no entanto, não são a única novidade do volume. Está lá, por exemplo, uma lista de títulos imaginados por Hemingway para o romance, como O Encantamento, Amor na Guerra, Todas as Noites ou ainda Sobre Feridas e Outras Causas. Há também ilustrações utilizadas na primeira edição e uma série de indicações de passagens reescritas ao longo da criação do livro, com suas respectivas versões originais. Há ainda fac-símiles de páginas manuscritas, um texto introdutório preparado pelo autor para uma edição de 1948 da obra e um prefácio assinado pelo seu filho, Patrick Hemingway. / EFE

 

Dica do Francisco A Salerno Neto

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