Ansiedade 3 - Ciúme

Renato Russo: o filho da revolução

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Em Renato Russo: o filho da revolução o jornalista Carlos Marcelo, testemunha do fatídico show de Brasília em junho de 1988, nos apresenta Renato Manfredini Junior. Desde seu nascimento até o sucesso. As histórias do Aborto Elétrico, do Trovador Solitário e do início da Legião Urbana são narradas entremeadas do cenário político e social da época. Renato é fruto do seu tempo. Renato é um espelho real de um Brasil surreal. Para quem é fã de Renato, conhece todas as letras e histórias do cantor e compositor, o livro é uma viagem no tempo e na memória. Surpreendeu-me, particularmente, a maneira como chegou ao fim de sua vida. Se a causa morte foi consequência do HIV, drogas e álcool, tudo isso tem fruto em uma mente brilhante, incansável, deslocada neste mundo, um gigante no palco, um homem perdido fora dele, um homem que amou, e por amar, sofreu. Gênio, mesmo não aceitando este rótulo, Renato se angustiava com sua geração. Poesia, cinema, música, artes. Renato era cultural, na verdade, era a própria cultura de seu tempo. Identifico-me profundamente com as palavras de Carlos Marcelo: Como aquele cara que, fora do palco, tinha aspecto frágil e voz infantil, conseguia arrastar multidões ao escrever letras que sintetizavam angústias e sentimentos de uma geração, a minha geração?.

• Renato Russo: o filho da revolução Carlos Marcelo. Agir. (416p.)

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Renato Russo: o filho da revolução

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Em Renato Russo: o filho da revolução o jornalista Carlos Marcelo, testemunha do fatídico show de Brasília em junho de 1988, nos apresenta Renato Manfredini Junior. Desde seu nascimento até o sucesso. As histórias do Aborto Elétrico, do Trovador Solitário e do início da Legião Urbana são narradas entremeadas do cenário político e social da época. Renato é fruto do seu tempo. Renato é um espelho real de um Brasil surreal. Para quem é fã de Renato, conhece todas as letras e histórias do cantor e compositor, o livro é uma viagem no tempo e na memória. Surpreendeu-me, particularmente, a maneira como chegou ao fim de sua vida. Se a causa morte foi consequência do HIV, drogas e álcool, tudo isso tem fruto em uma mente brilhante, incansável, deslocada neste mundo, um gigante no palco, um homem perdido fora dele, um homem que amou, e por amar, sofreu. Gênio, mesmo não aceitando este rótulo, Renato se angustiava com sua geração. Poesia, cinema, música, artes. Renato era cultural, na verdade, era a própria cultura de seu tempo. Identifico-me profundamente com as palavras de Carlos Marcelo: Como aquele cara que, fora do palco, tinha aspecto frágil e voz infantil, conseguia arrastar multidões ao escrever letras que sintetizavam angústias e sentimentos de uma geração, a minha geração?.

• Renato Russo: o filho da revolução Carlos Marcelo. Agir. (416p.)

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O mundo de Sofia (5)

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“E assim a filosofia se libertou da religião. Podemos dizer que os filósofos da natureza deram os primeiros passos na direção de uma forma científica de pensar. E com isto deram o pontapé inicial para todas as ciências naturais, surgidas posteriormente.
A maior parte de tudo o que os filósofos da natureza disseram e escreveram ficou perdida para a posteridade. E a maior parte do pouco que sabemos está nos escritos de Aristóteles, que viveu duzentos anos depois dos primeiros filósofos. Mas Aristóteles apenas sintetiza os resultados a que tinham chegado os filósofos que viveram antes dele. Isto significa que nem sempre é possível sabermos como eles chegaram às suas conclusões.”

Jostein Gaarden, em O mundo de Sofia (Cia. das Letras)

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O mundo de Sofia (5)

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“E assim a filosofia se libertou da religião. Podemos dizer que os filósofos da natureza deram os primeiros passos na direção de uma forma científica de pensar. E com isto deram o pontapé inicial para todas as ciências naturais, surgidas posteriormente.
A maior parte de tudo o que os filósofos da natureza disseram e escreveram ficou perdida para a posteridade. E a maior parte do pouco que sabemos está nos escritos de Aristóteles, que viveu duzentos anos depois dos primeiros filósofos. Mas Aristóteles apenas sintetiza os resultados a que tinham chegado os filósofos que viveram antes dele. Isto significa que nem sempre é possível sabermos como eles chegaram às suas conclusões.”

Jostein Gaarden, em O mundo de Sofia (Cia. das Letras)

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Vivendo com Propósitos (1)

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“O cristão é um peregrino. O cristão é um peregrino que caminha em comunhão. O cristianismo é a trilha da intimidade com Deus e com o próximo. Cristianismo é conexão.”

“Aprendi que viver é peregrinar. Uma peregrinação visível cheia de interações invisíveis. Viver é transitar entre um lugar e outro, um estado de ser e outro, uma condição humana e outra, um mundo e outro. Viver é caminhar. A vida faz sentido quando conseguimos extrair o sentido de cada momento, cada kairós, cada dia. O sentido da vida está em viver.”

Ed René Kivitz, em Vivendo com Propósitos (Mundo Cristão).

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