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Amazon permite ler livros do Kindle no navegador

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“Kindle for the Web´ foi lançado nesta terça-feira (28), em fase beta

Livros podem ser lidos diretamente no navegador, sem a necessidade de download

 

A Amazon lançou nesta terça-feira (28) a versão beta do Kindle for the web, um serviço que permite a leitura de amostras de livros da plataforma Kindle diretamente a partir de um navegador, sem a necessidade de download ou instalação. Como ainda está em fase de testes, o serviço só permite visualizar algumas poucas obras.
Na página de determinados produtos no site da Amazon já aparece um botão com a inscrição “Read first chapter FREE” (“Leia o primeiro capítulo gratuitamente”), que leva ao Kindle for the Web. Na ferramenta é possível alterar o tamanho da fonte, o espaçamento das linhas, a largura da página e a cor do fundo. O usuário ainda tem a opção de compartilhar o livro via Facebook, Twitter ou e-mail e de incorporar o serviço em outros sites ou blogs.
Segundo a Amazon, blogueiros e administradores de sites que inserirem amostras de livros em suas páginas receberão comissões sobre as vendas de obras indicadas por eles. Para ter acesso ao sistema de remuneração, é preciso ser participante do Amazon Associates Program.
Além do serviço de amostra para a web, a plataforma de livros digitais Kindle conta com aplicativos de leitura para os aparelhos Kindle, iPad, iPod touch, iPhone, Mac, PC, BlackBerry e Android – e a empresa já anunciou a criação de um aplicativo para o BlackBerry Playbook. Atualmente, a Kindle Store conta com mais de 700 mil obras à venda, além de outros 1,8 milhões gratuitos.
A empresa promete futuramente otimizar o Kindle for the Web para navegadores móveis e para outros recursos. Mais informações sobre como acessar e incorporar o serviço em sites externos podem ser encontradas no site oficial.
Fonte: Exame

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Crianças não trocam livros impressos pelos digitais, mostra estudo

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The New York Times / Veja

Crianças entre 9 e 11 anos são mais propensas a se tornarem leitores habituais se os pais oferecem livros interessantes em casa e definirem limites de tempo para a tecnologia

A maioria das crianças americanas não abriria mão dos livros tradicionais para ler seus conteúdos apenas em dispositivos digitais. É o que mostra um estudo da editora Scholastic, que publica os livros da série Harry Potter nos Estados Unidos.

O estudo mostra que muitas crianças querem, sim, ter acesso aos chamados e-books, mas, mesmo com o dispositivo, dois terços delas não pretendem abrir mão de seus livros tradicionais impressos. A pesquisa explorou as atitudes e comportamentos de pais e filhos sobre leitura não obrigatória na era digital. A Scholastic ouviu mais de 2.000 crianças entre 6 e 17 anos e seus pais.

Pais e educadores têm muito medo que diversões digitais, como vídeos e telefones celulares, tirem o tempo que as crianças dedicam à leitura. No entanto, veem potencial para usar a tecnologia a seu favor, introduzindo livros para crianças por meio de e-books, computadores e dispositivos digitais.

Cerca de 25% das crianças pesquisadas disseram que já haviam lido um livro em um dispositivo digital, incluindo computadores e e-books. Outros 57%, com idades entre 9 e 17 anos, disseram que estavam interessados em fazer a mesma coisa.

Apenas 6% dos pais pesquisados têm um e-book, mas 16% disseram que planejam comprar um no próximo ano. Já 83% dos pais disseram que iriam permitir ou incentivar os filhos a usar o e-book. Francis Alexander, o diretor acadêmico da Scholastic, tratou o relatório como “um chamado à ação”.

“Não tinha ideia da rapidez com que as crianças abraçaram essa tecnologia”, disse Alexander, refererindo-se a computadores, e-books e outros dispositivos portáteis que servem para baixar livros. “É evidente que elas os veem como ferramentas para a leitura – não apenas para jogos e mensagens de texto.”

Para Milton Chen, da Fundação Educacional George Lucas, o estudo mostrou que as crianças querem ler em novas plataformas digitais. “É o mesmo dispositivo usado para socialização e envio de mensagens e o contato com seus amigos pode ser usado para outras finalidades”, disse Chen. “Essa é a esperança.”

Mas muitos pais entrevistados também expressaram preocupação com as distrações com videogames, celulares e televisão na vida dos filhos. Eles também se perguntam se o moderno adolescente multi-tarefas tem paciência de ficar absorto em um longo romance.

“Minha filha não pode parar de trocar mensagens por tempo suficiente para se dedicar a um livro”, disse a mãe de uma garota de 15 anos do Texas. O estudo não tentou medir se os dispositivos digitais realmente roubam tempo de leitura.

A pesquisa também analisou as ações de pais e professores sobre os hábitos de leitura das crianças. Crianças entre 9 e 11 anos são mais propensas a se tornarem leitores habituais se os pais oferecem livros interessantes em casa e definirem limites de tempo para a tecnologia, como videogames, disse o estudo.

A pesquisa também sugere que muitas crianças apresentaram um alarmante nível elevado de confiança em informações disponíveis na internet: 39% das crianças entre 9 e 17 anos disseram que as informações que encontram on-line “são sempre corretas”.

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Crianças não trocam livros impressos pelos digitais, mostra estudo

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The New York Times / Veja

Crianças entre 9 e 11 anos são mais propensas a se tornarem leitores habituais se os pais oferecem livros interessantes em casa e definirem limites de tempo para a tecnologia

A maioria das crianças americanas não abriria mão dos livros tradicionais para ler seus conteúdos apenas em dispositivos digitais. É o que mostra um estudo da editora Scholastic, que publica os livros da série Harry Potter nos Estados Unidos.

O estudo mostra que muitas crianças querem, sim, ter acesso aos chamados e-books, mas, mesmo com o dispositivo, dois terços delas não pretendem abrir mão de seus livros tradicionais impressos. A pesquisa explorou as atitudes e comportamentos de pais e filhos sobre leitura não obrigatória na era digital. A Scholastic ouviu mais de 2.000 crianças entre 6 e 17 anos e seus pais.

Pais e educadores têm muito medo que diversões digitais, como vídeos e telefones celulares, tirem o tempo que as crianças dedicam à leitura. No entanto, veem potencial para usar a tecnologia a seu favor, introduzindo livros para crianças por meio de e-books, computadores e dispositivos digitais.

Cerca de 25% das crianças pesquisadas disseram que já haviam lido um livro em um dispositivo digital, incluindo computadores e e-books. Outros 57%, com idades entre 9 e 17 anos, disseram que estavam interessados em fazer a mesma coisa.

Apenas 6% dos pais pesquisados têm um e-book, mas 16% disseram que planejam comprar um no próximo ano. Já 83% dos pais disseram que iriam permitir ou incentivar os filhos a usar o e-book. Francis Alexander, o diretor acadêmico da Scholastic, tratou o relatório como “um chamado à ação”.

“Não tinha ideia da rapidez com que as crianças abraçaram essa tecnologia”, disse Alexander, refererindo-se a computadores, e-books e outros dispositivos portáteis que servem para baixar livros. “É evidente que elas os veem como ferramentas para a leitura – não apenas para jogos e mensagens de texto.”

Para Milton Chen, da Fundação Educacional George Lucas, o estudo mostrou que as crianças querem ler em novas plataformas digitais. “É o mesmo dispositivo usado para socialização e envio de mensagens e o contato com seus amigos pode ser usado para outras finalidades”, disse Chen. “Essa é a esperança.”

Mas muitos pais entrevistados também expressaram preocupação com as distrações com videogames, celulares e televisão na vida dos filhos. Eles também se perguntam se o moderno adolescente multi-tarefas tem paciência de ficar absorto em um longo romance.

“Minha filha não pode parar de trocar mensagens por tempo suficiente para se dedicar a um livro”, disse a mãe de uma garota de 15 anos do Texas. O estudo não tentou medir se os dispositivos digitais realmente roubam tempo de leitura.

A pesquisa também analisou as ações de pais e professores sobre os hábitos de leitura das crianças. Crianças entre 9 e 11 anos são mais propensas a se tornarem leitores habituais se os pais oferecem livros interessantes em casa e definirem limites de tempo para a tecnologia, como videogames, disse o estudo.

A pesquisa também sugere que muitas crianças apresentaram um alarmante nível elevado de confiança em informações disponíveis na internet: 39% das crianças entre 9 e 17 anos disseram que as informações que encontram on-line “são sempre corretas”.

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Campanha Criança que Lê – Livraria da Travessa – Rio de Janeiro

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Para muitas pessoas comprar um livro é abrir mão do dinheiro do leite ou do arroz com feijão. Então, para poder ajudar às crianças que gostam da leitura ou àquelas que ainda não tiveram o prazer de ter um livro recheado de histórias em mãos, foi criado o programa “Criança que lê” da Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro.
O interessado em ajudar deve entrar no site da Livraria da Travessa e escolher um ou mais livros que gostaria de doar, em seguida deve escolher uma das escolas municipais listadas. Há escolas nos seguintes bairros: Cidade de Deus, Del Castilho, Estácio, Bangu, Bonsucesso, Senador Camará, Turiaçu e Rocinha. O resto do procedimento fica por conta da livraria.
A campanha é uma parceria entre a Livraria da Travessa e a POIESIS – Organização Social de Cultura.

Fonte: Sobre Isso

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Meu legado espiritual [1]

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No entanto, ainda vivemos neste mundo, no fio da navalha das coisas. Logo depois de sua publicação em 1948, o livro The Presence of the Kingdom, de Jacques Ellul, ajudou-me a ver a vivacidade com a qual a presença de Deus pode entrar em todos os aspectos da cultura. Fez minha mentalidade superficial tentar fugir do “mundanismo” de meia dúzia de tabus se transformar num desejo por um encontro de redenção com os problemas do mundo. O Senhor orou não para que o Pai nos retirasse deste mundo, mas para que nos preservasse nele. Se os cristãos não tiverem contato com o mundo, então o futuro deste será desolador. Precisamos ser sóbrios e vigilantes, sem ficar buscando “soluções”, mas vidas transformadas que podem transformar o mundo. Somente então seremos capazes de incutir uma nova consciência da presença de Deus. Um mundo mergulhado no pecado é um mundo transtornado, cheio de incoerências e incertezas que nos passam despercebidas quando generalizamos teoricamente sobre nossas “cosmovisão cristã”. Pelo contrário, vivemos num “Mundo vivo” abrangente, contingente e cheio de contradições ostensivas.

James Houston, em “Meu Legado Espiritual”

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