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10 livros que abalaram meu mundo (1)

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Todo mundo tem aquele livro no coração. Aquele volume que, lido em um momento crucial da vida, na infância, na adolescência, ou em qualquer outro – mas não em outro qualquer – abriu nossa cabeça para os infinitos universos contidos nas páginas impressas e nos fez loucos mansos, felizes bibliodependentes.

10 livros que abalaram meu mundo (Casa da Palavra)

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10 livros que abalaram meu mundo (1)

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Todo mundo tem aquele livro no coração. Aquele volume que, lido em um momento crucial da vida, na infância, na adolescência, ou em qualquer outro – mas não em outro qualquer – abriu nossa cabeça para os infinitos universos contidos nas páginas impressas e nos fez loucos mansos, felizes bibliodependentes.

10 livros que abalaram meu mundo (Casa da Palavra)

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O Bom e o Mau

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O Bom leitor

O bom leitor lê rapidamente e entende bem o que lê. Apresenta habilidades e hábitos como:

– Lê com objetivo determinado.
– Lê unidades de pensamento.
– Tem vários padrões de velocidade.
– Avalia o que lê.
– Possui um bom vocabulário.
– Tem habilidades para conhecer o valor do livro, dá valor ao livro.
– Sabe quando deve ler um livro até o fim, quando interromper a leitura.
– Discute freqüentemente o que lê com colegas.
– Adquire livros com freqüência e cuida de ter sua biblioteca particular.
– Lê assuntos vários.
– Lê muito e gosta de ler.

O Mau leitor

O mau leitor lê vagarosamente e entende mal o que lê. Tem hábitos como:

– Lê sem finalidade ou apenas por ler.
– Lê palavra por palavra, ou vagarosamente.
– Só tem um ritmo de leitura.
– Acredita em tudo o que lê.
– Possui vocabulário limitado.
– Não possui nenhum critério técnico para conhecer o valor do livro.
– Não sabe decidir se é conveniente ou não interromper uma leitura.
– Raramente discute com colegas o que lê.
– Não possui biblioteca particular.
– Está condicionado a ler sempre o mesmo assunto.
– Lê pouco e não gosta de ler.

Autoria desconhecida
Imagem: Young Girl Reading por Jean-Honoré Fragonard

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O Bom e o Mau

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O Bom leitor

O bom leitor lê rapidamente e entende bem o que lê. Apresenta habilidades e hábitos como:

– Lê com objetivo determinado.
– Lê unidades de pensamento.
– Tem vários padrões de velocidade.
– Avalia o que lê.
– Possui um bom vocabulário.
– Tem habilidades para conhecer o valor do livro, dá valor ao livro.
– Sabe quando deve ler um livro até o fim, quando interromper a leitura.
– Discute freqüentemente o que lê com colegas.
– Adquire livros com freqüência e cuida de ter sua biblioteca particular.
– Lê assuntos vários.
– Lê muito e gosta de ler.

O Mau leitor

O mau leitor lê vagarosamente e entende mal o que lê. Tem hábitos como:

– Lê sem finalidade ou apenas por ler.
– Lê palavra por palavra, ou vagarosamente.
– Só tem um ritmo de leitura.
– Acredita em tudo o que lê.
– Possui vocabulário limitado.
– Não possui nenhum critério técnico para conhecer o valor do livro.
– Não sabe decidir se é conveniente ou não interromper uma leitura.
– Raramente discute com colegas o que lê.
– Não possui biblioteca particular.
– Está condicionado a ler sempre o mesmo assunto.
– Lê pouco e não gosta de ler.

Autoria desconhecida
Imagem: Young Girl Reading por Jean-Honoré Fragonard

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O livro mais mal-humorado da Bíblia

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A acidez da vida e a sabedoria do Eclesiastes

O livro veterotestamentário da Bíblia, Eclesiastes, com sua autoria atribuída ao rei de Israel Salomão, é uma das leituras mais indigestas das Escrituras. Eu particularmente como realista que costumo ser, logo muitas vezes pessimista no limite da medida, sou muito atraído a fazer coro com o escritor em suas divagações sobre o sentido da vida.

Ed René Kivitz disseca a mensagem do Eclesiastes numa busca sincera, sóbria e bem clara das constatações de um homem que experimentou tudo aquilo que nossa sociedade procura com tanto afinco: dinheiro, sexo e poder; claro que sobre a premissa de estar à procura da felicidade. Mas, não se intimidem com o fato do livro se basear num escrito pessimista e carregado como Eclesiastes porque mesmo assim a leitura que Kivitz faz é leve e próxima da nossa realidade.

Ed René Kivitz inicia uma viagem e nos convida a refletir com ele sobre como vencer o tédio, o utilitarismo, a morte, a injustiça, a religião, o dinheiro, a pretensão, o crime, a fatalidade, a insensatez, a luta pela sobrevivência, o tempo e, por fim, a ausência de sentido que tantas vezes percebemos num momento ou outro de nossas vidas.

Endosso a leitura d’O livro mais mal-humorado da Bíblia, e recomendo o engajamento nessa busca por sentido e valor na vida. Afinal, contrariando “O pregador”, nem tudo debaixo do Sol é correr atrás do vento… Veja +.

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