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Feira de Troca de Livros e Gibis 2010

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Coordenada pelo Sistema Municipal de Bibliotecas, a Feira de Troca de Livros e Gibis teve início em 2007, quando somou cerca de 10 mil trocas em três parques municipais. Em 2008 e 2009, o projeto foi ampliado para oito parques e em 2010 ele acontece em 10 parques. O principal objetivo do evento é oferecer ao público a oportunidade de renovar suas bibliotecas pessoais sem custo. A única recomendação é que os livros não sejam didáticos e estejam em bom estado.
Os freqüentadores terão à sua disposição mesas separadas da seguinte forma: literatura geral, literatura infanto-juvenil, gibis e troca com a mesa. Nessa última, o leitor pode depositar um título e pegar outro que esteja disponível. A idéia é que as mesas funcionem como pontos de encontro para os apreciadores de determinado gênero. As trocas podem ser realizadas também entre os próprios frequentadores.
A atividade é gratuita e não há limite de idade.
Confira abaixo o calendário com as feiras programadas para 2010:
28 de março – Parque Buenos Aires
Avenida Angélica, s/nº – Higienópolis – Centro
25 de abril – Parque Anhanguera
Avenida Fortuna Tadiello Natucci, 1000 – Perus – Zona Norte
30 de maio – Parque Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Moema – Zona Sul
20 de junho – Parque Santo Dias
Estrada de Itapecerica, altura do n° 4.800 – Capão Redondo – Zona Sul
18 de julho – Parque Independência
Avenida Nazaré, s/n – Ipiranga – Zona Sul
15 de agosto – Parque do Piqueri
Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé – Zona Leste
19 de setembro – Parque do Carmo
Avenida Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera – Zona Leste
17 de outubro – Parque Mário Covas
Avenida das Nações Unidas, 7123 – Pinheiros – Zona Oeste
28 de novembro – Parque da Luz
Praça da Luz, s/n° – Bom Retiro – Centro
12 de dezembro – Parque Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Moema – Zona Sul
FEIRA DE TROCA DE LIVROS E GIBIS 2010
De 28 de março a 12 de dezembro
Parques Buenos Aires, Anhanguera, Ibirapuera, do Carmo, Piqueri, Independência, Luz, Santo Dias e Mário Covas. Das 10h às 15h
Telefone para informações ao público:
Serviço de Extensão Feira de Troca de Livros e Gibis

Coordenadora: Marta Nosé Ferreira

Assistência: Ana Lúcia de Souza Tadei – 9601-0491 / 3675-8096
 
Fonte: Portal da prefeitura de São Paulo

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Feira de Troca de Livros e Gibis 2010

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Coordenada pelo Sistema Municipal de Bibliotecas, a Feira de Troca de Livros e Gibis teve início em 2007, quando somou cerca de 10 mil trocas em três parques municipais. Em 2008 e 2009, o projeto foi ampliado para oito parques e em 2010 ele acontece em 10 parques. O principal objetivo do evento é oferecer ao público a oportunidade de renovar suas bibliotecas pessoais sem custo. A única recomendação é que os livros não sejam didáticos e estejam em bom estado.
Os freqüentadores terão à sua disposição mesas separadas da seguinte forma: literatura geral, literatura infanto-juvenil, gibis e troca com a mesa. Nessa última, o leitor pode depositar um título e pegar outro que esteja disponível. A idéia é que as mesas funcionem como pontos de encontro para os apreciadores de determinado gênero. As trocas podem ser realizadas também entre os próprios frequentadores.
A atividade é gratuita e não há limite de idade.
Confira abaixo o calendário com as feiras programadas para 2010:
28 de março – Parque Buenos Aires
Avenida Angélica, s/nº – Higienópolis – Centro
25 de abril – Parque Anhanguera
Avenida Fortuna Tadiello Natucci, 1000 – Perus – Zona Norte
30 de maio – Parque Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Moema – Zona Sul
20 de junho – Parque Santo Dias
Estrada de Itapecerica, altura do n° 4.800 – Capão Redondo – Zona Sul
18 de julho – Parque Independência
Avenida Nazaré, s/n – Ipiranga – Zona Sul
15 de agosto – Parque do Piqueri
Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé – Zona Leste
19 de setembro – Parque do Carmo
Avenida Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera – Zona Leste
17 de outubro – Parque Mário Covas
Avenida das Nações Unidas, 7123 – Pinheiros – Zona Oeste
28 de novembro – Parque da Luz
Praça da Luz, s/n° – Bom Retiro – Centro
12 de dezembro – Parque Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Moema – Zona Sul
FEIRA DE TROCA DE LIVROS E GIBIS 2010
De 28 de março a 12 de dezembro
Parques Buenos Aires, Anhanguera, Ibirapuera, do Carmo, Piqueri, Independência, Luz, Santo Dias e Mário Covas. Das 10h às 15h
Telefone para informações ao público:
Serviço de Extensão Feira de Troca de Livros e Gibis

Coordenadora: Marta Nosé Ferreira

Assistência: Ana Lúcia de Souza Tadei – 9601-0491 / 3675-8096
 
Fonte: Portal da prefeitura de São Paulo

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Uma Breve História do Mundo (2)

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“Os nômades não construiam grandes monumentos, não tinham pirâmides, nem colunas de pedra imponentes, nem templos e nem faróis perto do mar. Eram incapazes de cortar blocos pesados de pedra e carregá-los para longe, mas, de certa forma, eles não precisavam de monumentos. Um monumento é uma proclamação do que é importante e, para as pessoas que viveram há 15 mil anos, o céu e a terra stavam repletos de monumentos, alguns visíveis somente para aqueles com olhos treinados.

Para algumas sociedades nômades, o céu era um monumento criado por seus ancestrais, e sua terra tinha sido criada da mesma forma. Cada colina e serra rochosa, cada detalhe da paisagem tinham sido criados por esses seres quando começaram a viver na Terra.  Aos olhos dos primeiros australianos, as colinas, os penhascos, os animais e tudo o mais que fosse fundamental no próprio território da tribo eram quase monumentos sagrados para o culto aos ancestrais, e o ato original da criação tinha de ser repetido periodicamente através das danças, das cerimônias e dos rituais religiosos herdados desses criadores. Assim, as pessoas vivas matinham seu contato com aqueles que há muito tinham criado essa paisagem terrestre e celeste responsável pela vida.”
Geoffrey Blainey, em Uma Breve História do Mundo (Fundamento)

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Uma Breve História do Mundo (2)

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“Os nômades não construiam grandes monumentos, não tinham pirâmides, nem colunas de pedra imponentes, nem templos e nem faróis perto do mar. Eram incapazes de cortar blocos pesados de pedra e carregá-los para longe, mas, de certa forma, eles não precisavam de monumentos. Um monumento é uma proclamação do que é importante e, para as pessoas que viveram há 15 mil anos, o céu e a terra stavam repletos de monumentos, alguns visíveis somente para aqueles com olhos treinados.

Para algumas sociedades nômades, o céu era um monumento criado por seus ancestrais, e sua terra tinha sido criada da mesma forma. Cada colina e serra rochosa, cada detalhe da paisagem tinham sido criados por esses seres quando começaram a viver na Terra.  Aos olhos dos primeiros australianos, as colinas, os penhascos, os animais e tudo o mais que fosse fundamental no próprio território da tribo eram quase monumentos sagrados para o culto aos ancestrais, e o ato original da criação tinha de ser repetido periodicamente através das danças, das cerimônias e dos rituais religiosos herdados desses criadores. Assim, as pessoas vivas matinham seu contato com aqueles que há muito tinham criado essa paisagem terrestre e celeste responsável pela vida.”
Geoffrey Blainey, em Uma Breve História do Mundo (Fundamento)

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