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A Cabana (3)

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Acabo de ler o livro “A Cabana” e sei que muita gente está lendo ou por indicação ou curiosidade vai terminar lendo. Um Pastor me recomendou e minha filha Lea me levou a lê-lo com urgência. Trata-se da historia de Mack, como perdeu sua filha pequena em um acampamento de verão, e 4 anos depois recebeu um bilhete misterioso de alquem que queria encontra-lo na mesma cabana do acampamento, assinado por Papai (Deus).

A história se deselvolve no encontro de Mack com a Trindade, suas muitas questões e as respostas estonteantes que Eles lhe deram. Para quem tem perguntas sobre a existencia do mal, do sofrimento, da “grande tristeza”, esse livro pode ser um abrir de olhos para um novo relacionamento com Deus. Contudo, e aqui o ponto falho do livro, ele é uma continuação do movimento “new age” tão velho mas tão insinuoso nos EEUU.

Proveniente do hinduismo (India) se popularizou com o movimento “hippie” dos anos 60. Proclama que todas religiões são boas, que através do espiritualismo o homem alcança a Conciencia Universal, um deus impessoal que apenas quer ver o bem do ser humano. Alguns seminarios abraçaram a ideia e hoje alguns pulpitos proclamam, por exemplo, que a ressureição é o renascer do ser para uma vida de paz e conexão com suas forças interiores, que em suma é a Conciência Universal.

No livro deus se faz humano para trazer o bem estar a todos, o seu amor salvou a todos na cruz, no relacionamento com ele o amor nos leva a perdoar e a amar a todos, religião são estruturas humanas, o proprio Cristo não é “cristão”, nunca foi exemplo para ninguem, não existe futuro, nem expectivas sobre ninguem, quando “papai” vive no homem, no dia a dia ele vive melhor. Só faltou chamar todos a usarem florzinha no topo da orelha e cantarem “hare chrishna, hare, hare”.

Como o documentario “o segredo” e outros filmes e livros da mesma linha, talvéz alguns dos conceitos não contrarios às escrituras possam ser usados para trazer o interessado ao conhecimento do amor de Deus em Cristo e daí adiante, mostrar os erros de tais sistemas e então trazer o pecador à presença do Espírito para que este faça a obra de regeneração.

Se decidirmos usa-los, que seja apenas como ponte, se é que seja possivel, para trazer o interessado em Deus ( o que ama a verdade, vem para a luz ) ao verdadeiro encontro com o Senhor, Onipotente, Soberano e Salvador daqueles que arrependidos entram no Seu reino.

Vital, no Informativo Batista.
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interessante a dificuldade dos cristãos c/ obras de ficção. logo após o lançamento no brasil, “este mundo tenebroso” tornou-se uma espécie de “manual de guerra espiritual”, algo que nunca passou pela cabeça do frank peretti.

nos estados unidos, vários artigos foram escritos p/ apontar as “falhas teológicas” de “a cabana”. william young pacientemente respondeu a algumas das questões, sempre lembrando que uma ficção não é, digamos, um tratado teológico.

no fundo, parece vir à tona aquela questão de “não leia este livro pois pode ser perigoso p/ vc”, reduzindo os leitores a bestas quadradas manipuladas por líderes obtusos. sem esquecer que esse tipo de raciocínio foi usado como justificativa nos períodos + obscuros da humanidade.

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Conversas no caminho (3)

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“Senhor, mesmo que nos dês a beber o cálice amargo do sofrimento, cheio até a borda, nós o aceitaremos gratos e sem tremer, pois ele vem das tuas mãos boas e amadas.”
oração de Dietrich Bonhoeffer (1906-1945)

“Deus tem sido sempre medido pelo que ele faz e não pelo que ele é.”

“Ateus ideológicos ou científicos sempre desafiaram o cristianismo e contribuíram para o fortalecimento da fé e, muitas vezes, renderam-se a ela.”

“Somos ateus modernos, o pior tipo de ateu que já apareceu.”

“Deus se tornou irrelevante. Tornamo-nos ateus crentes.”

“Ateu hoje não é mais o que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina e não precisa dele para a sua vida. A sutileza do novo ateísmo é que ele não precisa negar a fé, apenas criar substitutos para ela.”

Ricardo Barbosa, em Conversas no caminho (Encontro).

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Click (2)

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Hotspot é o nome dado ao local em que a tecnologia Wi-Fi está disponível.”

“O termo Wi-Fi, escolhido como uma brincadeira com o termo Hi-Hi (‘alta fidelidade’) , é tido como abreviatura para wireless fidelity (‘fidelidade sem fio’).”

Brand equity ou ativo de marca é o conjunto de interações entre a marca e todos os seus públicos que tem como objeto potencializar as percepções acerca de uma marca.”

“Em 2003, o Congresso dos EUA aprovou a Lei de Implementação do Cadastro Do-Not-Call (‘Não-me-ligue’).”

“O número de cord-cutters (‘cortadores de fios’), palavra que a empresa de pesquisas In-Stat resolveu adotar para descrever as casas que possuem apenas telefones celulares, está crescendo exponencialmente. 22% das casas mais pobres são de ‘cortadores de fios’, quase o dobro de famílias mais ricas.”

Bill Tancer, em Click – O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante (Editora Globo).

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Ler não precisa doer

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Lesões por esforço repetitivo – ler – têm de doer, sim. A leitura, não. Em frenesi polissilábico, Nick Hornby parece querer alertar: não transformem a leitura nessa coisa ridiculamente chata

O escritor britânico Nick Hornby deu pulos de felicidade quando a agente da revista The Believer lhe disse: na sua coluna, você poderá escrever sobre os livros que realmente quiser. Ou seja, nada de leituras recomendadas, obrigatórias ou chatas. Quer dizer, as chatas agora ficam por sua conta. Hornby exultou. Antes, comentava livros no velho esquema: recebia a incumbência de ler qualquer coisa e, depois da última página, emitir um parecer isento, fora do tempo e do espaço. Se por acaso tivesse uma dor de cabeça, as contas atrasassem ou os filhos adoecessem, nada disso importaria para o texto que teria pela frente. Em Frenesi Polissilábico: o diário de Nick Hornby, um leitor que perde as estribeiras, mas nunca perde a esperança (Rocco, 263 páginas. R$ 33), coletânea das colunas escritas não desse modo, mas daquele outro, inventado para a The Believer, vemos Hornby transformar a leitura numa coisa divertida, ligeira e sem terno e gravata.

Escritor (Um grande garoto, Alta fidelidade e Slam, todos pela Rocco), torcedor fanático do Arsenal e grande devorar de músicas, Hornby soube aproveitar a liberdade concedida. Em sua coluna mensal, ele fala da velocidade, do ritmo, da complexidade que envolve o ato de ler. Confessa detestar a chatice de encarar um livro pouco claro. Admite entediar-se se a prosa chama mais atenção do que aquilo que descreve. E odiar quando alguém da imprensa, geralmente os homens de letras que também são jornalistas, caçoam dos volumes de capa lustrosa que repousam tranquilos no colo das pessoas que tomam o metrô londrino. O que há de errado, o escritor se pergunta, em ler O Código Da Vinci, de Dan Brown, ou a famosa série que narra as aventuras de um bruxinho com marca na testa?

Para Hornby, não é totalmente inexplicável o fato de que a maioria das pessoas costuma associar o tédio à leitura, preferindo deslocar-se por quilômetros até o cinema ou virar a madrugada num bar ou mesmo assistir a algumas horas de televisão antes de despencar no sono, deitada na cadeira da sala ou, melhor, estirada numa rede. “O problema é que incutimos na cabeça que um livro pra ser tem que dar trabalho pra ler (…). Ler por diversão é o que todos nós deveríamos fazer. Vou lhe contar um segredo: nada de mau lhe acontecerá se você não ler os clássicos ou os romances que ganharam o Booker Prize deste ano. E, mais importante, nada de bom lhe acontecerá caso você os leia.”

Mas Frenesi Polissilábico não pode ser confundido com um extenso manifesto em favor dos best sellers ou do vale tudo na literatura. O livro, que reúne as colunas publicadas entre setembro de 2003 e julho de 2006, não prega o fim do que quer que seja. Nem moderação da crítica especializada ou mais profundidade às leituras feitas no ônibus. Hornby diz apenas: “Não há regra que diga que os hábitos de leitura de uma pessoa devem ter consistência”. Adiante, como a provar o que disse, Hornby reconhece haver comprado muito mais que lido. Leituras diversas, que vão de Tchekhov a Salinger, de Roth a Marjane Satrapi e Joe Sacco. Todas as suas colunas na The Believer trazem uma lista dos comprados e outra dos livros lidos. Raramente as duas coincidem. “Comprei tantos livros este mês que chega a ser obsceno. E, para ser sincero, tenho sido econômico com a verdade há meses. Não paro de encontrar livros que comprei, não li e não listei.”

Fonte: O Povo

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Conversas no caminho (2)

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“Nunca na igreja de Deus houve tantas pregações, nem tantos pregadores como hoje. POis se tanto se semeia a palavra de Deus, como é tão pouco o fruto?”
Padre Antônio Vieira (1608-1697).

“Deus fala com o homem que mostra interesse”
título de texto de A. W. Tozer (1897-1963)

“A palavra certa é um agente poderoso. Sempre que encontramos uma dessas palavras intensamente certas… o efeito resultante é físico e espiritual, além de imediato.”
Mark Twain

“O trabalho e a profissão deixaram de ser um meio para ser um fim. Talvez, mais do que um fim, vem se transformando no centro, no eixo em torno do qual toda a vida orbita.”

“Deus e as pessoas com quem nos relacionamos são a única fonte da realização humana.”

Ricardo Barbosa, em Conversas no caminho (Encontro).

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