State Ibirapuera

Chamado radical (01)

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Esse fim de semana de páscoa, fui para a chácara de amigos. Eu tinha acabado de ler o ótimo livro A Mensagem secreta de Jesus do Brian McLaren, e já comecei nesse fim de semana a ler o livro Chamado Radical da Bráulia Ribeiro, presidente da JOCUM – Jovens com uma missão – eu sempre gostei dos escritos dela em artigos que vejo dela nas revistas Ultimato e Eclésia. Hoje mesmo devo terminar o livro que tem 176 páginas.

Deixo aqui um trecho do livro:

“Hoje, as pessoas não se interessam por um livro que não seja de auto-ajuda. Vivemos numa sociedade hedonista, voltada para o eu e unicamente para ele. Até mesmo Deus, salvação, evangelho, religião, são meros acessórios da nossa área pessoal “espiritual”. Temos advogados para as questões jurídicas, mecânicos para o carro, parceiros para sexo, esteticistas e cirurgiões plásticos para o nosso look, e temos Jesus como um acessório cool para o nosso lado espiritual. Saia dessa! A sociedade hedonista mente sobre a felicidade. A verdadeira felicidade só se encontra quando nos despimos de nós mesmos e nos voltamos para o outro.”

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A Cabana (3)

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Acabo de ler o livro “A Cabana” e sei que muita gente está lendo ou por indicação ou curiosidade vai terminar lendo. Um Pastor me recomendou e minha filha Lea me levou a lê-lo com urgência. Trata-se da historia de Mack, como perdeu sua filha pequena em um acampamento de verão, e 4 anos depois recebeu um bilhete misterioso de alquem que queria encontra-lo na mesma cabana do acampamento, assinado por Papai (Deus).

A história se deselvolve no encontro de Mack com a Trindade, suas muitas questões e as respostas estonteantes que Eles lhe deram. Para quem tem perguntas sobre a existencia do mal, do sofrimento, da “grande tristeza”, esse livro pode ser um abrir de olhos para um novo relacionamento com Deus. Contudo, e aqui o ponto falho do livro, ele é uma continuação do movimento “new age” tão velho mas tão insinuoso nos EEUU.

Proveniente do hinduismo (India) se popularizou com o movimento “hippie” dos anos 60. Proclama que todas religiões são boas, que através do espiritualismo o homem alcança a Conciencia Universal, um deus impessoal que apenas quer ver o bem do ser humano. Alguns seminarios abraçaram a ideia e hoje alguns pulpitos proclamam, por exemplo, que a ressureição é o renascer do ser para uma vida de paz e conexão com suas forças interiores, que em suma é a Conciência Universal.

No livro deus se faz humano para trazer o bem estar a todos, o seu amor salvou a todos na cruz, no relacionamento com ele o amor nos leva a perdoar e a amar a todos, religião são estruturas humanas, o proprio Cristo não é “cristão”, nunca foi exemplo para ninguem, não existe futuro, nem expectivas sobre ninguem, quando “papai” vive no homem, no dia a dia ele vive melhor. Só faltou chamar todos a usarem florzinha no topo da orelha e cantarem “hare chrishna, hare, hare”.

Como o documentario “o segredo” e outros filmes e livros da mesma linha, talvéz alguns dos conceitos não contrarios às escrituras possam ser usados para trazer o interessado ao conhecimento do amor de Deus em Cristo e daí adiante, mostrar os erros de tais sistemas e então trazer o pecador à presença do Espírito para que este faça a obra de regeneração.

Se decidirmos usa-los, que seja apenas como ponte, se é que seja possivel, para trazer o interessado em Deus ( o que ama a verdade, vem para a luz ) ao verdadeiro encontro com o Senhor, Onipotente, Soberano e Salvador daqueles que arrependidos entram no Seu reino.

Vital, no Informativo Batista.
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interessante a dificuldade dos cristãos c/ obras de ficção. logo após o lançamento no brasil, “este mundo tenebroso” tornou-se uma espécie de “manual de guerra espiritual”, algo que nunca passou pela cabeça do frank peretti.

nos estados unidos, vários artigos foram escritos p/ apontar as “falhas teológicas” de “a cabana”. william young pacientemente respondeu a algumas das questões, sempre lembrando que uma ficção não é, digamos, um tratado teológico.

no fundo, parece vir à tona aquela questão de “não leia este livro pois pode ser perigoso p/ vc”, reduzindo os leitores a bestas quadradas manipuladas por líderes obtusos. sem esquecer que esse tipo de raciocínio foi usado como justificativa nos períodos + obscuros da humanidade.

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Conversas no caminho (3)

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“Senhor, mesmo que nos dês a beber o cálice amargo do sofrimento, cheio até a borda, nós o aceitaremos gratos e sem tremer, pois ele vem das tuas mãos boas e amadas.”
oração de Dietrich Bonhoeffer (1906-1945)

“Deus tem sido sempre medido pelo que ele faz e não pelo que ele é.”

“Ateus ideológicos ou científicos sempre desafiaram o cristianismo e contribuíram para o fortalecimento da fé e, muitas vezes, renderam-se a ela.”

“Somos ateus modernos, o pior tipo de ateu que já apareceu.”

“Deus se tornou irrelevante. Tornamo-nos ateus crentes.”

“Ateu hoje não é mais o que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina e não precisa dele para a sua vida. A sutileza do novo ateísmo é que ele não precisa negar a fé, apenas criar substitutos para ela.”

Ricardo Barbosa, em Conversas no caminho (Encontro).

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O Deus (in)visível (2)

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No método irônico de Deus, o que consideramos desvantagens pode operar como vantagem, verdade que Jesus frisou em quase todas as histórias que contou e nos contatos humanos que fez. Destacou o bom samaritano, não os líderes religiosos privilegiados como exemplo de misericórdia. para seu primeiro missionário, escolheu outra samaritana, uma mulher com ficha de cinco casamentos desfeitos. Apontou para um soldado pagão como modelo de fé e tranformou um ganancioso cobrador de impostos chamado Zaqueu em um modelo de generosidade. Ao partir, transferiu seu mandato para um grupo de camponeses, quase todos incultos, dirigido pelo traidor Pedro. Cada uma dessas escolhas destaca a ironia da redenção

Autor: Philip Yancey, pág:272

PS: só uma observação pessoal, estava eu olhando aquele início de livro, onde ficam as datas de edição, informações tecnicas sabe? Aí, de repente, o que eu vejo? Revisão de provas: Judson Canto, Rosa M. Ferreira … e… Sérgio Pavarini! hehehe

o cara é um Mc Gayver!! hehe

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Click (2)

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Hotspot é o nome dado ao local em que a tecnologia Wi-Fi está disponível.”

“O termo Wi-Fi, escolhido como uma brincadeira com o termo Hi-Hi (‘alta fidelidade’) , é tido como abreviatura para wireless fidelity (‘fidelidade sem fio’).”

Brand equity ou ativo de marca é o conjunto de interações entre a marca e todos os seus públicos que tem como objeto potencializar as percepções acerca de uma marca.”

“Em 2003, o Congresso dos EUA aprovou a Lei de Implementação do Cadastro Do-Not-Call (‘Não-me-ligue’).”

“O número de cord-cutters (‘cortadores de fios’), palavra que a empresa de pesquisas In-Stat resolveu adotar para descrever as casas que possuem apenas telefones celulares, está crescendo exponencialmente. 22% das casas mais pobres são de ‘cortadores de fios’, quase o dobro de famílias mais ricas.”

Bill Tancer, em Click – O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante (Editora Globo).

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