BKO WAVE SAÚDE

A sabedoria da ternura, um presente

3


É incrível como coisas simples nos deixam felizes. Ler um bom livro, por exemplo, alimenta nossa alma. Ser feliz não é tão difícil assim… a felicidade está na simplicidade das coisas. Na simplicidade do amor de Deus por nós!

Ontem numa tarde como todas as outras fui surpreendido com a chegada do livro A sabedoria da ternura escrito por Brennan Manning, autor de O Evangelho maltrapilho. Em meio as obrigações do dia, senti-me deveras feliz pela oportunidade de ler mais um livro. Principalmente de um escritor com tamanha sensibilidade e profundidade. Se você quer me dar um presente e me fazer feliz, é só me dar um livro que não tem erro! 😛

A maioria das pessoas geralmente não exercitam a leitura de livros. Em meio a contextos que muitas vezes não propiciam uma cultura que incentiva o hábito de ler, as pessoas tornam-se insossas e levam adiante a negligência na leitura para filhos, parentes, amigos e colegas.

Ganhei esse livro em virtude da participação neste projeto que merece engajamento e divulgação. O mob de leitura “Livros só mudam pessoas” vem pela louvável iniciativa de Sérgio Pavarini do Pavablog#. É uma tentativa de romper com a realidade de que grande parte não esmeira-se por ler bons livros regularmente. Utilizando-se dos recursos da web 2.0, o mob de leitura “Livros só mudam pessoas” pretende difundir o gosto pela leitura de uma forma divertida, atrativa e interativa. E levar adiante o prazer pelos livros…

Livros não mudam o mundo. Quem muda o mundo são as pessoas. Livros só mudam pessoas.

Mário Quintana

Se você se sente compelido a mudar, junte-se a nós nessa empreitada e participe.

Veja onde estamos:

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

A caverna (2)

0

“Marta julga conhecer bem o marido que lhe calhou nesse jogo de pôr e tirar a que quase sempre se reduz a vida conjugal.”

“A vida é assim, está cheia de palavras que não valem a pena, ou que valeram e já não valem, cada uma que ainda formos dizendo tirará o lugar a outra mais merecedora.”

“Duas fraquezas não fazem uma fraqueza maior, fazem uma força nova.”

“Os dias são todos iguais, as horas é que não.”

“…estivéssemos nós menos infelizes, e não falaríamos desta maneira.”

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

A sabedoria da ternura, um presente

3


É incrível como coisas simples nos deixam felizes. Ler um bom livro, por exemplo, alimenta nossa alma. Ser feliz não é tão difícil assim… a felicidade está na simplicidade das coisas. Na simplicidade do amor de Deus por nós!

Ontem numa tarde como todas as outras fui surpreendido com a chegada do livro A sabedoria da ternura escrito por Brennan Manning, autor de O Evangelho maltrapilho. Em meio as obrigações do dia, senti-me deveras feliz pela oportunidade de ler mais um livro. Principalmente de um escritor com tamanha sensibilidade e profundidade. Se você quer me dar um presente e me fazer feliz, é só me dar um livro que não tem erro! 😛

A maioria das pessoas geralmente não exercitam a leitura de livros. Em meio a contextos que muitas vezes não propiciam uma cultura que incentiva o hábito de ler, as pessoas tornam-se insossas e levam adiante a negligência na leitura para filhos, parentes, amigos e colegas.

Ganhei esse livro em virtude da participação neste projeto que merece engajamento e divulgação. O mob de leitura “Livros só mudam pessoas” vem pela louvável iniciativa de Sérgio Pavarini do Pavablog#. É uma tentativa de romper com a realidade de que grande parte não esmeira-se por ler bons livros regularmente. Utilizando-se dos recursos da web 2.0, o mob de leitura “Livros só mudam pessoas” pretende difundir o gosto pela leitura de uma forma divertida, atrativa e interativa. E levar adiante o prazer pelos livros…

Livros não mudam o mundo. Quem muda o mundo são as pessoas. Livros só mudam pessoas.

Mário Quintana

Se você se sente compelido a mudar, junte-se a nós nessa empreitada e participe.

Veja onde estamos:

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

A caverna (2)

0

“Marta julga conhecer bem o marido que lhe calhou nesse jogo de pôr e tirar a que quase sempre se reduz a vida conjugal.”

“A vida é assim, está cheia de palavras que não valem a pena, ou que valeram e já não valem, cada uma que ainda formos dizendo tirará o lugar a outra mais merecedora.”

“Duas fraquezas não fazem uma fraqueza maior, fazem uma força nova.”

“Os dias são todos iguais, as horas é que não.”

“…estivéssemos nós menos infelizes, e não falaríamos desta maneira.”

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Sozinho entre as prateleiras

0

“Posso ajudar?” Eis duas palavrinhas que nos soam mais que familiares. Entra-se numa loja e lá vem: “Posso ajudar?”. Está desencadeado um processo durante o qual não mais conseguiremos nos livrar da prestimosa oferta. Ao entrar numa loja, o ser humano necessita de um tempo de contemplação. Precisa se acostumar ao novo ambiente, testar a nova luminosidade, respirar com calma o novo ar. Sobretudo, necessita de solidão para, por meio de um diálogo consigo mesmo, distinguir entre os objetos expostos aquele que mais de perto fala à sua necessidade, ao seu gosto ou ao seu desejo. A turma do “posso ajudar” não deixa. Mesmo que se diga “Não, obrigado; primeiro quero examinar o que há na loja”, ela só aparentemente entregará os pontos. Ficará por perto, olhando de esguelha, como policial desconfiado.

Onde a situação atinge proporção mais dramática é nas livrarias. Livraria é por excelência lugar que convida ao exame solitário das mesas e das prateleiras. É lugar para passar lentamente os olhos sobre as capas, apanhar e sentir nas mãos um ou outro volume, abrir um ou outro para testar um parágrafo. Um jornal certa vez avaliou como critério de qualidade das livrarias a rapidez com que o atendente se apresentava ao freguês. Clamoroso equívoco. Boa é a livraria em que o atendente só se apresenta quando o freguês o convoca. As melhores, sabiamente, dispensam o “posso ajudar”. As mais mal administradas, desconhecedoras da natureza de seu ramo de negócio, insistem nele.

trecho de Palavras que ferem, palavras que salvam, texto de Roberto Pompeu de Toledo na Veja.

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Go to Top