Vitrali Moema

Ortodoxia (1)

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“Pessoas completamente mundanas nunca entendem sequer o mundo; eles confiam plenamente numas poucas máximas cínicas não verdadeiras”

“Total confiança é uma fraqueza”

“Apaixanar-se por alguém é mais poético do que se apaixonar pela poesia”

“Queixar-me de que eu só poderia casar-me uma vez era como queixar-se de ter nascido uma só vez”

“Não vejo problema se me disserem que o deu hebreu era um entre muitos. Eu sei que era, sem precisar que nenhuma pesquisa me mostre isso. Jeová e Baal pareciam ter a mesma importância, exatamente como o sol e a lua pareciam do mesmo tamanho. Só aos poucos aprendemos que o sol é o nosso patrão com poder incomensurável, e a pequena lua é apenas nosso satélite”

G. K. Chesterton, em Ortodoxia (Mundo Cristão)


+ Paradoxos em Chesterton

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Homem comum (2)

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“Não há como refazer a realidade. O jeito é enfrentar. Segurar as pontas e enfrentar.”

“…ele teve problemas de saúde, e também estava solitário — um problema também muito sério.”

“Eram coisas pequenas e belas, importantes para ele, sempre perto das mãos ou do coração dele.”

“É justamente o que há de normal nos funerais o que os torna mais dolorosos, mais um registro da realidade da morte que avassala tudo.”

“[A morte é] a atividade menos atraente a que se entrega a espécie humana.”

Philip Roth, em Homem comum (Companhia das Letras).

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Homem comum (2)

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“Não há como refazer a realidade. O jeito é enfrentar. Segurar as pontas e enfrentar.”

“…ele teve problemas de saúde, e também estava solitário — um problema também muito sério.”

“Eram coisas pequenas e belas, importantes para ele, sempre perto das mãos ou do coração dele.”

“É justamente o que há de normal nos funerais o que os torna mais dolorosos, mais um registro da realidade da morte que avassala tudo.”

“[A morte é] a atividade menos atraente a que se entrega a espécie humana.”

Philip Roth, em Homem comum (Companhia das Letras).

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Dono de livraria, Washington revela gosto por biografia e projeta a sua

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Dentro de campo, artilheiro do São Paulo na temporada com 11 gols em 13 jogos. Fora, dono de uma livraria e de uma construtora em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Washington divide a sua rotina entre o futebol e os negócios e revela ser um apreciador da leitura.

O tipo de livro predileto do centroavante é a biografia. “Gosto muito de ler histórias de pessoas que começaram do zero e chegaram ao sucesso. Já li a do Michael Jordan e a do Silvio Santos. Agora estou lendo a do Tim Maia, e é muito boa”, declarou o atleta de 33 anos em entrevista ao Pelé.Net. (Leia a exclusiva)

Questionado se pretende encomendar a sua biografia quando encerrar a carreira, respondeu: “Claro! Vou procurar um cara fera pra escrever. Tenho muita coisa para contar.” Além das passagens por diversos clubes do Brasil e do exterior, será uma oportunidade para divulgar como enfrentou um problema de saúde que quase o afastou do futebol.

Outras obras que caíram no gosto do atleta foram “O Código da Vinci”, do escritor Dan Brown, e “O Caçador de Pipas”, de Khaled Hosseini. “Esses dois são diferenciados, pra mim.” Entretanto, a concentração antes dos jogos não é um local apropriado para a leitura. “O Rogério Ceni não deixa. Ele sempre quer jogar pôquer. Leio em casa e durante as viagens”, explicou.

A ideia de abrir uma livraria surgiu em 2003, época em que Washington teve que deixar os gramados por problemas no coração. “Ali eu tive mais tempo para planejar o empreendimento, mas em nenhum momento cogitei largar o futebol.”

“Estou me preparando pra quando chegar o momento de encerrar a carreira, já pensando no futuro. É totalmente diferente da minha profissão, mas penso fazer uma faculdade de Administração depois que parar com o futebol”, acrescentou. Caxias do Sul é a cidade onde mora a mãe de Washington e foi lá que ele iniciou sua carreira, pelo Caxias. Natural de Brasília, ele mudou para o Rio Grande do Sul ainda adolescente para defender o clube.

“A opção pela livraria foi porque, além de gostar de ler, vi a necessidade da cidade também. Caxias precisava de uma livraria nova, e montei a minha em março de 2004. Quando parar de jogar, a tendência é que eu passe a morar lá com minha família”, finalizou o goleador.

fonte: Pelé.Net

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Dono de livraria, Washington revela gosto por biografia e projeta a sua

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Dentro de campo, artilheiro do São Paulo na temporada com 11 gols em 13 jogos. Fora, dono de uma livraria e de uma construtora em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Washington divide a sua rotina entre o futebol e os negócios e revela ser um apreciador da leitura.

O tipo de livro predileto do centroavante é a biografia. “Gosto muito de ler histórias de pessoas que começaram do zero e chegaram ao sucesso. Já li a do Michael Jordan e a do Silvio Santos. Agora estou lendo a do Tim Maia, e é muito boa”, declarou o atleta de 33 anos em entrevista ao Pelé.Net. (Leia a exclusiva)

Questionado se pretende encomendar a sua biografia quando encerrar a carreira, respondeu: “Claro! Vou procurar um cara fera pra escrever. Tenho muita coisa para contar.” Além das passagens por diversos clubes do Brasil e do exterior, será uma oportunidade para divulgar como enfrentou um problema de saúde que quase o afastou do futebol.

Outras obras que caíram no gosto do atleta foram “O Código da Vinci”, do escritor Dan Brown, e “O Caçador de Pipas”, de Khaled Hosseini. “Esses dois são diferenciados, pra mim.” Entretanto, a concentração antes dos jogos não é um local apropriado para a leitura. “O Rogério Ceni não deixa. Ele sempre quer jogar pôquer. Leio em casa e durante as viagens”, explicou.

A ideia de abrir uma livraria surgiu em 2003, época em que Washington teve que deixar os gramados por problemas no coração. “Ali eu tive mais tempo para planejar o empreendimento, mas em nenhum momento cogitei largar o futebol.”

“Estou me preparando pra quando chegar o momento de encerrar a carreira, já pensando no futuro. É totalmente diferente da minha profissão, mas penso fazer uma faculdade de Administração depois que parar com o futebol”, acrescentou. Caxias do Sul é a cidade onde mora a mãe de Washington e foi lá que ele iniciou sua carreira, pelo Caxias. Natural de Brasília, ele mudou para o Rio Grande do Sul ainda adolescente para defender o clube.

“A opção pela livraria foi porque, além de gostar de ler, vi a necessidade da cidade também. Caxias precisava de uma livraria nova, e montei a minha em março de 2004. Quando parar de jogar, a tendência é que eu passe a morar lá com minha família”, finalizou o goleador.

fonte: Pelé.Net

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