PRAÇAS DA CIDADE

Com filme, ‘A cabana’ ganha força e volta a lista de livros mais vendidos da semana!

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A-Cabana

Guilherme Cepeda, no Burn Book

A adaptação de “A Cabana” ganhou o público Brasileiro, levando mais de 800 mil espectadores para os cinemas, liderando as bilheterias nacionais na semana de estreia.

E como já era esperado, o livro pegou “carona” na onda do filme, e apareceu na listas dos mais vendidos. Segundo o Publishnews, o livro alcançou o segundo lugar da Lista Geral, com 3.178 exemplares vendidos na semana passada.

O longa A Cabana (The Shack), baseado no best-seller homônimo do escritor canadense William P. Young, foi dirigido por Stuart Hazeldine e apresenta a história de Mack Phillips (Sam Worthington), um homem que viveu um drama pessoal com o desaparecimento de sua filha Missy, de seis anos.

O que vocês acharam do livro/da adaptação de “A Cabana”?

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Durma entre livros nestas bibliotecas que também recebem hóspedes

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Publicado no Nômades Digitais

Apaixonados por livros adorarão saber que podem se hospedar em um lugar que até então só pensavam existir em seus sonhos. O hotel Literary Man fica a 90 minutos de Lisboa, em Portugal, e ostenta em suas paredes mais de 45 mil títulos.

Localizado em Obidos, uma vila medieval de mais de 700 anos, o hotel Literary Man foi inaugurado no ano passado dentro de um antigo convento. Além de praticamente todas as suas paredes serem repletas de prateleiras forradas por livros, os pratos e coquetéis servidos no restaurante do local foram todos batizados em homenagem a lendas literárias.

Durante a hospedagem, é possível até mesmo reservar uma massagem à luz de velas cercado por livros, obviamente.

Este não é o único lugar onde é possível se hospedar e se sentir dentro de uma biblioteca. Na pacata cidade de Wigtown, na Escócia, uma pequena livraria chamada The Open Book possui um apartamento de um quarto no andar de cima. Quem alugá-lo pode ficar no espaço por até duas semanas pagando uma taxa de apenas US $ 42 por noite com o comprometimento de gerenciar a livraria no andar de baixo.

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O trabalho durante a estadia é feito com o auxílio de uma equipe de voluntários. A iniciativa faz parte de um projeto um sem fins lucrativos criada pela Wigtown Festival Company. O programa de residência “visa celebrar livrarias, incentivar a educação na execução de livrarias independentes e acolher pessoas de todo o mundo à Scotland’s National Book Town.

No Japão, o hostel Book and Bed também apostou na paixão das pessoas pelos livros para projetar suas acomodações. O estabelecimento possui 52 camas com banheiros compartilhados e atualmente possui cerca de 2 mil títulos em inglês e japonês espalhados por seu espaço.

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Todas as imagens: Divulgação

dica do Marcos Vichi

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Beyoncé anuncia programa de bolsas de estudo para mulheres nos EUA

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Cantora vai dar quatro bolsas para ‘encorajar e apoiar jovens mulheres que não têm medo de pensar fora da caixa e são corajosas, criativas, conscientes e confiantes’.

Publicado no G1

A cantora Beyoncé anunciou, nesta semana, um programa de bolsas de estudo para mulheres universitárias nos Estados Unidos. Segundo o anúncio oficial, o programa foi batizado de “Formation Scholars”, fazendo referência ao single lançado pela cantora em fevereiro de 2016. A nota afirma que o lançamento do programa educacional foi feito agora para comemorar o primeiro aniversário do lançamento do álbumo Lemonade, que saiu no fim de abril.

Beyoncé, uma das cantoras mais bem sucedidas dos Estados Unidos, anunciou que vai financiar bolsas de estudos para mulheres universitárias (Foto: Reprodução/Twitter)

Beyoncé, uma das cantoras mais bem sucedidas dos Estados Unidos, anunciou que vai financiar bolsas de estudos para mulheres universitárias (Foto: Reprodução/Twitter)

 

“Para acrescentar à celebração do aniversário de um ano de Lemonade, Beyoncé Knowles-Cartes anuncia o lançamento do prêmio Formation Scholars para o ano acadêmico de 2017-2018, para encorajar e apoiar jovens mulheres que não têm medo de pensar fora da caixa e são corajosas, criativas, conscientes e confiantes”, diz o comunicado.

O programa vai contemplar quatro universitárias que são ingressantes na graduação ou já estão cursando a graduação ou um curso de pós-graduação. Quatro universidades participam do Formation Scholars, e cada uma terá uma ‘bolsista Formation’: a Faculdade de Musica de Berklee, em Boston, a Universidade Howard, uma universidade fundada em 1867 e que se considera “não-sectária e historicamente negra”, em Washington, a Escola de Design Parsons, em Nova York, e a Faculdade Spelman, uma instituição só para estudantes mulheres e voltada à formação para as artes, que fica em Atlanta.

De acordo com a nota, cada universidade vai coordenar a divulgação dos prazos do processo seletivo. O requisito para as candidatas é que elas estejam estudando nas áreas de artes criativas, música, literatura ou estudos afroamericanos.

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Paquistanesa de 13 anos cria projeto para ler um livro de cada país

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Aisha Arif Esbhani (Foto: Reprodução Facebook)

Aisha Arif Esbhani (Foto: Reprodução Facebook)

 

Giuliana Viggiano, na Galileu

Tudo começou em março de 2016. “Eu olhei para minha prateleira e notei que algo estava faltando”, conta Aisha Esbhani, paquistanesa de 13 anos, da cidade de Karachi. Depois disso, a menina decidiu ler uma obra de cada país do mundo, para conhecer autores e culturas diferentes, já que a maioria de seus livros vinham dos Estados Unidos ou do Reino Unido.

A garota se inspirou em Ann Morgan, que também fez esse desafio, mas, diferente de Morgan, Aisha não estipulou um tempo limite para o desafio: “Quero explorar cada país, não apenas ler o livro”, afirma ela à GALILEU.

Para escolher as obras, Aisha criou uma página no Facebook, onde busca dicas de leitores de todo o mundo. Além disso, seus pais dela sempre se certificam de que o livro é apropriado para sua idade. “Se eu posso escolher, opto por ficções de guerra e não ficções, já que esse é meu gênero preferido”, diz a paquistanesa.

Entretanto, não é tão fácil encontrar livros de todos os países no Paquistão. “Conheço apenas duas livrarias que têm livros de outros países (mas apenas de alguns), e, agora, depois de completar 80 nações, não consigo achar mais nada”, revela a leitora.

Além disso, não é fácil comprar pela internet, já que muitas lojas não entregam ou cobram um frete muito alto para entregar as encomendas em seu país. Por isso, Aisha desenvolveu um esquema: “Encomendo os livros e peço para entregarem na casa de algum parente ou amigo que virá para o Paquistão em breve”.

A “turnê” de Aisha já passou pelo Brasil. Daqui, ela leu O alquimista, de Paulo Coelho: “Sempre me disseram que ele é um ótimo escritor, mas eu nunca tinha tido a oportunidade de ler. (…) Confie em mim, é um dos melhores livros já escritos!”, afirma a garota.

Ela também diz que pretende ler mais livros brasileiros, mas só depois que completar seu desafio. Além disso, Aisha quer ler autores não tão populares: “Quero apreciar todos aqueles autores que merecem mais atenção do que recebem!”

A garota já leu muitos clássicos, como O sol é para todos, da americana Harper Lee, e Cem anos de solidão, do colombiano Gabriel García Márquez. Agora ela está lendo o grego Seven lives and one love: memoirs of a cat (Sete vidas e um amor: memórias de um gato, em tradução livre), de Lena Divani.

Sua indicação para o público brasileiro é um livro do Paquistão: The Wandering Falcon (O falcão errante, em tradução livre), de Jamil Ahmad.

Para Aisha completar o desafio ainda faltam 117 livros. “Sei que esse é um número muito alto, mas estou determinada a alcançar minha meta”, conclui a paquistanesa.

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Pesquisa: maior parte dos estudantes não ingressa na universidade por falta de dinheiro

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Foto: Agência O Globo

Foto: Agência O Globo

 

Publicado no Extra

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) revelou que 70% dos estudantes brasileiros que se formam no Ensino Médio não ingressam em uma faculdade por falta de dinheiro. O dado é da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que entrevistou 1.200 pessoas nas cinco regiões do país, entre pais, alunos e ex-alunos do Ensino Médio.

De acordo com o levantamento, 23% dos entrevistados não continuaram os estudos porque não conseguiram passar em uma instituição pública. Destes, 62% desejavam ter ingressado em uma universidade logo após a conclusão do Ensino Médio.

No município do Rio, 54% dos estudantes entrevistados que já se formaram no Ensino Médio não pensavam em cursar uma faculdade. Para 42% deles o motivo principal para ter adiado o sonho foi o fato de não terem condições de pagar. Outros 31% indicam que pararam de estudar porque começaram a trabalhar; e 20% porque não conseguiriam passar em uma universidade pública. Apenas 7% declararam não ter interesse e 4% optaram por curso técnico.

Cerca de 62% dos cariocas que não deram continuidade aos estudos não pretendem retomá-lo. Entre os 38% que desejam voltar a estudar, 87% pretendem fazê-lo nos próximos dois anos. Em São Paulo, 54% não querem mais voltar para a faculdade.

A pesquisa mapeou ainda aqueles que pararam de estudar em algum momento durante o Ensino Médio. Em todo o Brasil essa porcentagem chega a 22%. No Rio, 85% dos que deixaram a escola afirmam ter abandonado porque conseguiram um emprego. Já em Salvador, o principal motivo apontado para deixar de estudar nessa etapa foi a existência de problemas de desempenho (89%).

EXPECTATIVA DOS PAIS

O estudo perguntou aos pais que importância atribuem ao Ensino Superior. Para 98% deles, o ingresso em uma universidade é importante. A maior parte dos entrevistados atribui o diploma universitário à possibilidade de obtenção de um bom emprego.

De acordo com a pesquisa, 78% dos pais entrevistados consideram o ensino superior o caminho natural a ser trilhado após o Ensino Médio. Entre os pais, 62% afirmam que postergariam os estudos dos filhos caso eles não conseguissem entrar em uma universidade pública, e 32% porque não teriam condições de pagar a mensalidade em uma instituição privada.

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