Jovem usa feitiços de ‘Harry Potter’ para treinar cachorro

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Guilherme Cepeda, no Burn Book

2019 ainda está começando, mas já temos o vídeo MAIS FOFO DO ANO!

A atriz e youtuber Anna Brisbin (Brizzy Voices) postou no Twitter um vídeo de Remus (as referências começam já no nome), seu Dachshund de pelos longos, mostrando todos os seus truques dessa fofura!! É para derreter de amor!!

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Literatura fantástica brasileira é redescoberta em dois livros

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Cena do filme ‘Uma História de Amor e Fúria’ (2013), animação de Luiz Bolognesi Foto: Europa Filmes

Principais editoras do País voltam os olhos para fantasia, ficção científica e horror, enquanto editoras especializadas falam sobre crescimento do gênero

André Cáceres, no Estadão

Dentro da literatura brasileira existe uma outra literatura subterrânea, invisível. Nela, autoras e autores radicalmente inventivos na forma e no conteúdo destilam ideias vertiginosas. Por décadas desprezada pela crítica, ofuscada pelo mercado e ignorada pelo público, a ficção especulativa nacional vem sendo (re)descoberta. Dois lançamentos recentes contribuem para isso: a coletânea Fractais Tropicais (Sesi-SP) reúne 30 dos melhores contos de ficção científica no Brasil; e o estudo Fantástico Brasileiro (Arte e Letra) perpassa a história da literatura nacional pinçando elementos fantásticos na obra dos principais autores.

O intelectual israelense Yuval Noah Harari, autor de Sapiens e Homo Deus, acredita que hoje a ficção científica é o mais relevante gênero artístico existente, pois “molda a compreensão do público de coisas como inteligência artificial e biotecnologia, que provavelmente transformarão nossas vidas e a sociedade mais do que qualquer outra coisa nas próximas décadas”. Talvez isso explique por que Ana Maria Gonçalves se interessou pelo estilo. A autora de Um Defeito de Cor – lançado em 2006, foi considerado por Millôr Fernandes o mais importante livro da literatura brasileira no século 21 – ambienta seu próximo livro, Quem é Josenildo?, em uma São Paulo futurista cujos habitantes têm chips implantados em seus cérebros.

Ao se aventurar pelo estilo, Gonçalves entra em uma longa tradição que é apresentada didaticamente na coletânea Fractais Tropicais, organizada por Nelson de Oliveira em três “ondas” de autores. Essa divisão foi cunhada por Roberto de Sousa Causo, escritor e pesquisador do gênero, que também tem um conto na antologia. A primeira fase surgiu nos anos 1960 pelas mãos do editor Gumercindo Rocha Dorea, 94, pioneiro na publicação sistemática do gênero no Brasil. Nela se encaixam a acadêmica da ABL Dinah Silveira de Queiróz (1911-1982), autora de Eles Herdarão a Terra (1960), e André Carneiro (1922-2014), autor, entre outros de Piscina Livre (1980) e Amorquia (1991).

A segunda e terceira ondas despontaram à margem do mercado editorial. Uma com as fanzines dos anos 1980 e a outra, ainda em expansão, pela internet. Ambos os períodos se confundem, pois vários autores continuam produzindo intensamente, como Carlos Orsi, Gerson Lodi-Ribeiro e Braulio Tavares, todos contemplados na antologia. Enquanto alguns autores como Tavares, Causo e Jorge Luiz Calife se mantêm em um registro que prima pelo rigor científico, outros nomes como Fausto Fawcett, Ronaldo Bressane e Andréa Del Fuego transitaram durante a carreira pela literatura mainstream e injetam influências diversas no gênero.

A obra demonstra que a literatura especulativa brasileira, diferente da estrangeira, tem um pé no absurdo surrealista de Murilo Rubião, José J. Veiga e Campos de Carvalho, nas maquinações fantásticas de argentinos como Jorge Luis Borges (o conto Metanfetaedro, de Alliah, brinca com a geometria de uma forma inventiva que lembra as ficções de Borges) e Adolfo Bioy Casares, e no realismo mágico de Gabriel García Márquez. A mistura é singular, sem paralelos na literatura mundial.

Insólito literário

Fantástico Brasileiro não se limita à ficção científica, mas amplia seu escopo para a fantasia, o horror e outras categorias especulativas. Para empreender tal investigação, Bruno Anselmi Matangrano, doutorando em letras pela USP, e Eneias Tavares, professor de literatura na UFSM, utilizam o conceito de “insólito”. Essa ideia, proposta pelo professor da UFRJ Flavio García, é um guarda-chuva que abarca desde o inseto monstruoso de Franz Kafka, a cegueira coletiva de José Saramago e o defunto-autor de Machado de Assis até dragões, robôs, fantasmas e sociedades distópicas.

O conto que inaugurou o elemento insólito na literatura brasileira é Um Sonho (1838), do político, jornalista e escritor Justiniano José da Rocha (1812-1863). Nele, a protagonista Teodora recebe a visita fantasmagórica de sua mãe morta, Tereza, que antevê sua morte em três dias. A aparição é tida como onírica pela mulher, mas três dias depois ela de fato morre. Já o luso-brasileiro Augusto Emílio Zaluar (1825-1882) foi autor da primeira ficção científica do País, intitulada Dr. Benignus (1875), que retrata “um cientista buscando a transcendência espiritual através do conhecimento científico”, contam os estudiosos. “Em outras palavras, o insólito brasileiro nasce praticamente ao mesmo tempo que a noção de literatura nacional.”

Mas o aspecto especulativo ou fantasioso não se limita aos autores identificados especificamente com esses gêneros. O mérito de Matangrano e Tavares é mostrar como esse elemento permeia toda a literatura nacional, como no modernismo de Mário de Andrade (Macunaíma) e Menotti Del Picchia (A Filha do Inca, ficção científica também conhecida como República 3000) ou no regionalismo insólito de Graciliano Ramos (A Terra dos Meninos Pelados) e Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida). O conto Congresso Pamplanetário, de Lima Barreto, por exemplo, mostra uma reunião entre representantes de diversos planetas para discutir o papel de Júpiter na política espacial. Já Um Moço Muito Branco, de Guimarães Rosa, sugere a visita de um alienígena ao sertão nordestino.

É claro que Fantástico Brasileiro reserva a maior parte de suas páginas à catalogação de autores dedicados exclusivamente à literatura especulativa, principalmente contemporâneos como Felipe Castilho (A Ordem Vermelha) e Aline Valek (As Águas Vivas Não Sabem de Si). No entanto, outros nomes de contemporâneos pouco associados a ela também estão contemplados no livro, como Joca Reiners Terron (Noite Dentro da Noite), Ignácio de Loyola Brandão (Não Verás País Nenhum) e Chico Buarque (Fazenda Modelo), o que torna o livro interessante também para quem não conhece os gêneros em questão. Detalhando a produção nacional em uma divisão temática, a obra torna-se referência incontornável para quem quiser se aprofundar no tema.

Mercado editorial

Nos últimos anos, a ficção especulativa ganhou espaço também no mercado editorial. Grandes editoras criaram ou reformaram selos para publicar esse tipo de literatura, como a Fantástica Rocco, a Suma de Letras (da Companhia das Letras) e a Minotauro (da Planeta). “Do ponto de vista editorial, a FC brasileira vive nesta segunda década do século o seu melhor momento, com o surgimento ou a consolidação de editoras, principalmente em São Paulo, como Devir, Aleph, Draco, Tarja, Terracota, Giz”, escreve Braulio Tavares em Páginas do Futuro, coletânea que organizou para a Casa da Palavra.

A editora Bárbara Prince, da Aleph, especializada em traduções dos clássicos estrangeiros de FC, afirma que o público do gênero, embora restrito, vem crescendo especialmente entre os mais jovens. “Pode ser meio bobo, mas acho que um dos fatores para esse aumento é a normalização do nerd. O interesse por ficção científica acompanha isso. Ainda existe preconceito por parte do leitor mais velho, mas tenho visto os jovens se aproximando.” Ela acredita que o recente sucesso de obras audiovisuais como A Chegada e Black Mirror ajuda a desmistificar o estilo, mas lamenta: “Ainda existe a ideia de que esse tipo de história é infantil e exclusivamente masculina.”

Erick Sama, editor da Draco, uma das principais casas de autores nacionais, acredita que o onipresente complexo de vira-lata brasileiro vem sendo vencido aos poucos. “No começo, tínhamos uma preocupação sobre como o público reagiria, se as pessoas só se interessam pelo que tem grife estrangeira, mas foram barreiras que quebramos. Sinto que o público se importa cada vez menos se é estrangeiro ou daqui, desde que seja bom.” Em 2018, a coletânea de contos Solarpunk, organizada por Gerson Lodi-Ribeiro para a Draco, chegou a ser publicada pela World Weaver Press nos Estados Unidos, o que apenas reforça a qualidade pouco explorada dos autores brasileiros. “O retorno que recebemos é a surpresa de ‘Isso é tão bom, é nacional mesmo?’”, brinca Erick.

Victor Gomes vem consolidando a editora Morro Branco com autoras estrangeiras premiadas, como Margaret Atwood, Octavia Butler e N.K. Jemisin, mas espera que esses títulos ajudem a fomentar interesse para a literatura nacional. “Precisamos mudar a percepção do público. Temos essa pendência como um povo, não só na literatura, de pensar que o estrangeiro é melhor”, lamenta ele. “Nesse momento, estamos trazendo obras principalmente internacionais, mas nossa ideia é, por meio delas, melhorar o mercado de ficção científica aqui no Brasil e em um futuro bem próximo trazer obras nacionais desse gênero.”

Essa opinião é compartilhada por Thiago Tizzot, editor da Arte e Letra, de Curitiba, que publica autores nacionais como Fausto Fawcett e Ana Cristina Rodrigues. Ele vê no mundo virtual uma ferramenta poderosa para esse fomento. “A literatura especulativa cria universos que são propícios para o surgimento de grupos de discussão. A internet hoje permite encontrar pessoas que gostem das mesmas coisas que você. Isso faz com que esses grupos se fortaleçam e o interesse por esses livros aumente”, afirma o editor.

Thiago acredita que a recente entrada de grandes editoras nesse cenário e a evolução qualitativa das pequenas e médias torne as obras brasileiras ainda mais atraentes para o público. “Até pouco tempo atrás, o autor nacional se autopublicava ou tinha editoras que não faziam um trabalho tão profissional. A partir do momento que editoras mais consistentes deram espaço para esses autores, isso reflete na percepção do leitor.”

Enquanto essa onda de imaginação literária floresce, resta aguardar o que os autores da literatura nacional terão a dizer em um Brasil cujo cotidiano é cada vez mais surrealista.

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Projeto de escritor piauiense transforma histórias de pessoas comuns em poesia

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Ithalo Furtado idealizou o projeto em Poço de Caldas, Minas Gerais. — Foto: Isabela Quebradas

Ithalo Furtado é de Parnaíba e lançou o projeto ‘Escuto histórias, escrevo poemas’. Autor pretende viajar por capitais para levar o projeto para todas as regiões do Brasil.

José Marcelo e Andrê Nascimento, no G1

Sentado em uma praça, diante de uma cadeira vazia, o escritor piauiense Ithalo Furtado faz um convite inusitado às pessoas que caminham pelas cidades: que sentem com ele e contem sua história, para que o autor as transforme em poemas. Natural de Parnaíba, no litoral do Piauí, Ithalo planeja viajar pelo Brasil levando seu projeto de transcrever vidas em versos.

Neste 7 de janeiro, em que se comemora o Dia do Leitor, o G1 conversou com o autor, que contou que se inspirou na artista paulistana Ana Teixeira, que ficou famosa ao tricotar em praças enquanto convidava as pessoas a lhe contarem suas histórias de amor. “Esse projeto dela me inspirou a ouvir pessoas e fazer poemas sobre o que me contam, até porque todo mundo tem uma história pra contar”, disse o poeta.

“Elas vêm como uma oportunidade de desabafar, de serem ouvidas”, disse o autor — Foto: Isabela Quebradas

Ithalo já transformou histórias em poemas nas cidades de Manaus, no Amazonas, Poços de Caldas, em Minas Gerais. No Piauí, o poeta passou por Parnaíba e Teresina. Nestas experiências, ele conta que ouviu histórias familiares, aventuras amorosas, segredos guardados há anos por pessoas que decidem expor ali mesmo, diante dele.

“É algo muito forte, ouvir as pessoas contando seus segredos para você, em praça pública. Elas vêm como uma oportunidade de desabafar, de serem ouvidas. Algumas pessoas só pedem para me dar um abraço. É uma intervenção que mexe com o ambiente todo, por que as pessoas ficam imaginando o que vai acontecer ali”, disse.

Ithalo Furtado escutando histórias no Parque da Cidadania, em Teresina — Foto: Ícaro Uther

Ithalo conta que há quem chegue com histórias de luta, como a da mulher que procurou pela mãe durante anos nas ruas de São Luís mas acabou encontrando um grande amor, até contos divertidos como o do casal que se encontrou em três forrós diferentes em Teresina. “No terceiro encontro, começaram a namorar”, relembra o escritor. Depois de contar sua história, cada participante recebe seu poema e leva para casa. “Alguns falam que vão emoldurar”.

Agora, o projeto do autor é viajar por treze estados brasileiros visitando praças e registrando as histórias que escutar em poemas. Os melhores textos desenvolvidos durante serão reunidos em um livro. Para isso ele lançou uma campanha de financiamento coletivo e pretende pegar a estrada em abril de 2019.

Ao final das histórias, cada participante levou seu poema para casa. “Alguns falam que vão emoldurar”, disse o escritor piauiense. — Foto: Isabela Quebradas

Além dos textos, a publicação contará ainda com o trabalho de fotógrafos de cada local visitado. “Contratarei um fotógrafo da cidade para fotografar a intervenção. É uma maneira de valorizar também a arte nativa de outras pessoas”, disse.

Autor de três livros, Ithalo tem experiência em misturar a literatura com outras artes. “Eu acredito na literatura que transcende o livro enquanto objeto artístico e cria um ambiente transmídia, sugerindo novas possibilidades para as histórias em música, audiovisual e fotografia”, disse.

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A Esposa, filme baseado em livro de Meg Wolitzer e que deu o Globo de Ouro para Glenn Close, estreia nos cinemas nessa quinta

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Atriz Glenn Close no filme | Divulgação

Cristina Danuta

A Esposa (The Wife), filme de Björn Runge, que deu o Globo de Ouro de melhor atriz para Glenn close, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 10. Baseado no livro de Meg Wolitzer, A Esposa conta a história de Joan, vivida pela atriz Glenn Close, que abandona sua carreira e seus talentos para apoiar a carreira do marido, o escritor Joe (vivido por Jonathan Pryce) e se dedicar aos filhos.

Estão ainda no elenco os atores Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern e Annie Starke, que é filha de Glenn Close na vida real e aqui interpreta a personagem de sua mãe quando jovem.

O livro ainda não tem previsão de publicação no Brasil.

Sinopse

Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan (Glenn Close) questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe (Jonathan Pryce) e sua carreira literária. Assediada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos há muito enterrados finalmente virão à tona.

Uma das partes mais emocionantes do Globo de Ouro, que ocorreu nesse domingo, em Los Angeles (EUA), foi o discurso de Glenn Close, ganhadora do prêmio de melhor atriz. Confira abaixo:

A ESPOSA (The Wife)

Direção: Björn Runge

Roteiro: Jane Anderson

Elenco: Glenn Close, Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern.

Ano: 2017

País: Reino Unido, Suécia e EUA

Duração: 100 min

Classificação: 12 anos

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Livros que todo mundo deveria ler em 2019

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Imagem: pixabay

Selecionamos os livros mais vendidos e bem avaliados lançados nos últimos meses. Confira a lista e escolha o seu

Publicado no Infomoney

Todos os anos a promessa de “ler mais livros” compete com “praticar exercícios” pela posição de resolução de Ano Novo mais listada ao redor do mundo. Para te ajudar a cumprir pelo menos um dos objetivos da sua lista, selecionamos os melhores livros lançados recentemente, que conquistaram leitores ao redor de todo o mundo e figuram nas listas de mais vendidos e bem avaliados. Confira a seguir:

A Menina da Montanha – Tara Westover

Esse romance foi eleito o livro do ano de 2018 pela Amazon e também integrou a lista de melhores livros do ano de Barack Obama e Bill Gates. A Menina da Montanha é o relato autobiográfico de Tara Westover, uma americana criada nas montanhas de Idaho, onde a família vivia totalmente isolada da sociedade, sem ninguém para oferecer uma educação formal. Quando um dos irmãos da jovem conseguiu chegar à universidade e trouxe notícias da vida além das montanhas, Tara decidiu tentar um novo estilo de vida. Ela aprendeu, de forma autodidata, matemática, gramática e ciência, e conseguiu chegar à universidade, onde estudou psicologia, política, filosofia e história. Sua busca por conhecimento a transformou e a levou para Harvard e Cambridge.

21 lições para o século 21 – Yuval Noah Harari

O aclamado autor de Sapiens e Homo Deus, Yuval Noah Harari, lançou em 2018 “21 lições para o século 21”, que explora o presente e nos conduz por uma fascinante jornada pelos assuntos prementes da atualidade. Seu novo livro trata sobre o desafio de manter o foco coletivo e individual em face a mudanças frequentes e desconcertantes. Seríamos ainda capazes de entender o mundo que criamos?

A Economia das Crises – Nouriel Roubini

Trata-se do novo livro de Nouriel Roubini, conhecido como “Dr Apocalipse”, por ter previsto a última crise financeira muito antes de qualquer outro especialista. Ao contrário dos profissionais da área, Roubini não trata os desastres econômicos como eventos extravagantes, singulares e isolados, sem causa nítida. Décadas de pesquisas em todo o mundo lhe permitiram constatar que eles são previsíveis e passíveis de prognóstico. Roubini se une a Stephen Mihm e, ao compararem crises em diversos países e épocas, eles mostram que os cataclismos financeiros são tão antigos e onipresentes quanto o capitalismo.

Bad Blood: Fraude Bilionária no Vale do Silício – John Carreyrou

Bad Blood traz a história completa da ascensão meteórica e o chocante colapso da Theranos, uma startup multibilionária de biotecnologia. O livro foi escrito por John Carreyrou, premiado jornalista que divulgou a história em primeira mão e perseguiu-a até o fim, apesar da pressão de sua carismática CEO e das ameaças de seus advogados. Em 2014, a fundadora e CEO da Theranos, Elizabeth Holmes, foi amplamente vista como a versão feminina de Steve Jobs: uma brilhante ex-aluna de Stanford cujo “unicórnio” prometia revolucionar a indústria médica com uma máquina que tornaria os testes de sangue mais rápidos e fáceis. Em “Bad Blood”, John Carreyrou conta a história fascinante da maior fraude corporativa desde a Enron, um conto de ambição e arrogância em meio às promessas ousadas do Vale do Silício.

Breves respostas para grandes questões – Stephen Hawking

Um dos livros mais vendidos de 2018, “Breves respostas para grandes questões” traz textos inéditos do físico Stephen Hawking sobre as maiores perguntas da humanidade. Com o livro, somos conduzidos a suas reflexões sobre a origem do universo, a existência de Deus e a natureza do tempo, assuntos sempre submetidos a seu intelecto afiado de cientista. Aliado à curiosidade que o impulsionou por toda a vida, ele projeta seu olhar também para o futuro, buscando soluções para problemas que ameaçam hoje o mundo como o conhecemos, tais como o aquecimento global, a fome e a urgência de um desenvolvimento sustentável.

Minha História – Michele Obama

O livro é de autoria da ex-preimeira-dama dos Estados Unidos Michele Obama, que se se consolidou como uma das mulheres mais icônicas e cativantes de nosso tempo.Em suas memórias, um trabalho de profunda reflexão e com uma narrativa envolvente, Michelle convida os leitores a conhecer seu mundo, recontando as experiências que a moldaram — da infância na região de South Side, em Chicago, e os seus anos como executiva tentando equilibrar as demandas da maternidade e do trabalho, ao período em que passou no endereço mais famoso do mundo. Com honestidade e uma inteligência aguçada, ela descreve seus triunfos e suas decepções, tanto públicas quanto privadas, e conta toda a sua história, conforme a viveu.

Medo: Trump na Casa Branca – Bob Woodward

O autor do livro é Bob Woodward – um dos mais destacados repórteres políticos de todos os tempos. Com detalhes sobre a rotina de Trump, diálogos e documentação inédita, o livro abalou a política norte-americana. O autor se vale de centenas de horas de entrevistas com fontes primárias, atas de reunião, diários pessoais, arquivos e documentos para revelar a maneira atabalhoada como são tomadas as decisões na Casa Branca. De assuntos-chave da política internacional, como a Coreia do Norte, Afeganistão, Irã, Oriente Médio, China e Rússia, a pontos cruciais da política interna, como imigração e a violência racial em Charlottesville, MEDO retrata “o colapso nervoso do poder executivo do país mais poderoso do mundo”, afirma Woodward.

Como as democracias morrem – Steven Levitsky e Daniel Ziblatt

Ainda no cenário político, o livro faz uma análise crua e perturbadora do fim das democracias em todo o mundo. Afinal, democracias tradicionais entram em colapso? Essa é a questão que Steven Levitsky e Daniel Ziblatt – dois conceituados professores de Harvard – respondem ao discutir o modo como a eleição de Donald Trump se tornou possível. Para isso comparam o caso de Trump com exemplos históricos de rompimento da democracia nos últimos cem anos: da ascensão de Hitler e Mussolini nos anos 1930 à atual onda populista de extrema-direita na Europa, passando pelas ditaduras militares da América Latina dos anos 1970.

Do Mil ao Milhão. Sem Cortar o Cafezinho. – Thiago Nigro

O livro é leitura obrigatória para quem busca a independência financeira. Escrito por Thiago Nigro, criador do “O Primo Rico”, o livro ensina aos leitores os três pilares para atingir a independência financeira: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. Por meio de dados e de sua própria experiência como investidor e assessor, Nigro mostra que a riqueza é possível para todos – basta estar disposto a aprender e se dedicar.

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