Orgulho & Preconceito

Unesp lança 36 novos livros digitais gratuitos

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Foto: Divulgação

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Programa é pioneiro na publicação de livros em formato digital

Publicado no Paraiba Total

No próximo dia 3 de maio, às 9h, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp e a Fundação Editora da Unesp lançam 36 livros digitais nas áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais e Aplicadas e Linguística, Letras e Artes, com acesso totalmente gratuito.

O Programa de Publicações Digitais foi criado em 2009, com trabalhos de docentes, pós-graduandos e pós-graduados sendo selecionados pelos Conselhos de Programas de Pós-Graduação da Unesp. As obras escolhidas são editadas pelo selo Cultura Acadêmica da Fundação Editora da Unesp.

Os novos 36 títulos estarão disponíveis a partir de 3 de maio na internet no formato Creative Commons (licença para uso não comercial, vedada a criação de obras derivadas) no site www.culturaacademica.com.br.

O Programa de Publicações Digitais da Unesp é o maior projeto de difusão de publicações de uma universidade brasileira e único no sentido de conceber a publicação original de obras em formato digital. Com os novos títulos, a coleção totaliza 322 títulos. Já foram realizados mais de 20 milhões de downloads.

A apresentação da coleção terá transmissão ao vivo no endereço: www.transmitirnaweb.com.br/propg_digital_2016

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BASTIDORES LITERÁRIOS – O Lado Negro do Facebook e o Mercado Editorial

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Gianpaolo Celli, no Livrólogos

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Em meados do ano passado saiu uma matéria de capa na revista Super Interessante (edição 348, de junho de 2015) apresentando o já comentado “Lado Negro do Facebook” e parte da matéria discorria exatamente a respeito da venda de curtidas.

Caso você tenha perdido a matéria da revista e esteja se perguntando como tal prática nas redes sociais pode mudar o mercado editorial, vou explicar:

Já há algum tempo dá para se perceber a falta de empreendedorismo, assim como de visão de marketing de mercado das editoras, que ao invés de investirem nos livros em que apostaram, preferem se dedicar a projetos cujos autores são populares nas redes sociais, pois isso garantiria um bom retorno sem investimento em marketing. E como fazem para medir essa ‘popularidade’?

FALA SÉRIO! Muito simples, verificando o número de curtidas do perfil do autor nas redes sociais.

Em nossos artigos anteriores, inclusive, não só já questionava a confiabilidade destes dados, usando como exemplo as promoções (que apesar de proibidas no Facebook, até grandes empresas fazem) que exigiam que a pessoa curtisse uma página para participar de um concurso, como comentava a respeito da compra de curtidas, não só apresentada, mas também testada na matéria da revista.

No meu caso, um dos e-mails que recebi falando do assunto, o valor, já citados nos textos acima mencionados, era de R$ 29,90 para mil curtidas numa rede social. Num outro, para receber mil e quinhentas curtidas era necessário desembolsar R$ 35,00 reais. FALA SÉRIO! Uma bagatela, não?

Na verdade mesmo a compra apresentada pela matéria, que segundo eles foi paga ao próprio Facebook, conseguiu 184 curtidas por R$ 70,00 reais.

O pior é que a questão que fica não é “se o mundo já sabe que é falso por que os editores preferem acreditar nisso como base para publicação”? Mas FALA SÉRIO! “Se eles acreditam nisso, por que não usar”?

O único problema é que os editores estão fazendo isso para evitar gastar com o marketing, de modo que se você usar, depois terá de “ralar” para fazer sua publicidade por conta própria, pois já sabemos que a editora não mexerá um dedo por seu livro, mesmo este também sendo dela…

Isso sem contar que, como já coloquei anteriormente, mesmo que as curtidas fossem reais, isso não determinaria a popularidade, não garantiria a venda, nem faria da pessoa que curtiu um cliente efetivo! E FALA SÉRIO! Não sou eu que digo isso, pois há 25 anos pelo menos essa proporção está em qualquer livro de marketing do Philip Kotler: é a mais que famosa regra dos 10%!

Como funciona? Simples: se você envia um dado número de convites para um evento, 10% das pessoas comparecerá, e 10% destas comprará o produto apresentado.

Em tempos de redes sociais, é só converter curtidas, ou confirmações em eventos, à regra dos 10% para ver quantas pessoas aparecerão. E FALA SÉRIO! Destas quantas se tornaram clientes? E pode acreditar que acontece! Porque confirmar apertando um botão é muito mais simples do que sair de casa ou do trabalho depois de um dia estafante e enfrentar transito e transportes lotados para ir a um evento.

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Quando a tecnologia ajuda alunos de escola pública a entrarem na universidade

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publicado na Nova Escola

Olá, professor!

A decisão de o que e onde estudar no Ensino Superior é um divisor de águas na vida dos alunos. Muitos estudantes de escolas públicas sequer consideram ingressar em uma universidade, pois acreditam ter chances pequenas ou se sentem responsáveis por trabalhar para contribuir com a renda familiar.

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Em 2014, 85% dos estudantes de Ensino Médio do Estado de São Paulo estavam em escolas da rede pública, mas eles eram apenas 30% dos inscritos nos principais vestibulares públicos do país. A pesquisa foi realizada por professores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e apresentada no simpósio Excellence in Higher Education. Mas esse cenário, felizmente, está em transformação. Este ano, 88% dos aprovados em Medicina na Unicamp estudava em escolas públicas!

Matheus Araújo Silva, de 18 anos, faz parte desse momento de mudança. Ele é de uma família de classe média baixa de Santo André, na Grande São Paulo, e sempre foi aluno de escola pública. Sua mãe, dona de casa, e seu pai, pintor, não fizeram curso superior. “Meu pai queria saber o que eu faria se não conseguisse ser aprovado no vestibular. Ele dizia que eu deveria esquecer os estudos e trabalhar”, contou Matheus.

Acontece que Matheus, ao contrário da maioria dos alunos, era apaixonado por Matemática no Ensino Médio. Sua professora, Mizu, o incentivou a perseguir seu plano: prestar vestibular para Matemática e, um dia, ser professor universitário. Este ano, graças à ajuda de Mizu, das tecnologias educacionais e de um horário de estudos rigoroso, ele entrou na Universidade Estadual Paulista (Unesp). “Sou o primeiro da família a chegar à universidade. Em casa, isso foi um acontecimento enorme”, disse Matheus. A conquista do estudante influenciou a família que, agora, já até torce para que o filho caçula também ingresse no Ensino Superior.

A aprendizagem personalizada como transformador na rede pública

A EE Jardim Riviera, onde Matheus estudou, fica na periferia de Santo André, na Grande São Paulo. Assim como todas as escolas da rede pública do estado de São Paulo, ela recebeu a plataforma de ensino adaptativo da Geekie no ano passado. O projeto, chamado Geekie+, foi oferecido a todos os alunos concluintes do Ensino Médio – e Matheus o considerou essencial para seu aprendizado. Mizu insistia para que seu aluno visitasse o site todos os dias e, apesar de ter aulas em período integral, ele acessava o conteúdo online em casa e nos intervalos. Usava até o trajeto entre uma sala e outra para tirar dúvidas com os professores nos corredores.

Matheus não é um caso isolado. Uma pesquisa da Fundação Lemann, divulgada em março de 2016, mostrou que no Brasil mais de 12 milhões de pessoas estudam com ferramentas digitais de Educação. São jogos, simulados, vídeos e atividades que podem ser acessados pela internet de qualquer lugar, muitas vezes até pelo celular. Também são recursos com linguagem mais jovem e interativa, que vai ao encontro do perfil conectado dos adolescentes.

Lays Reis, ex-aluna da mesma escola na Grande São Paulo e atualmente estudante de Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC (UFABC), ressalta a importância dos ambientes de aprendizado online. Ela conta que, antes da chegada da Geekie em sua escola, estudava somente em sala de aula, por meio dos livros didáticos. “Vestibulando também precisa estudar sozinho e só os livros não preparam para prestar as provas. No período em que eu ficava em casa, usava a Geekie”, afirma. Segundo ela, que ainda no Ensino Fundamental pressionou os pais, uma cozinheira e um metalúrgico, para a trocarem de escola em busca de um ensino de qualidade, diz que ter uma plataforma de aprendizagem personalizada foi essencial para que chegasse à universidade.

Lembro também do estudante Henrique Cabral, que nos contou que sempre quis estudar Turismo. Para ele, a vantagem de estudar com a Geekie era a mobilidade: “Eu estudava em período integral e fazia pré-vestibular à noite. Raramente tinha tempo para revisar todas as matérias”. Com a plataforma, conseguia acessar o conteúdo pelo celular ou pelo computador rapidamente. “Eu assistia às videoaulas e logo em seguida fazia exercícios sobre aquele assunto, fixando melhor as matérias”, reflete.

Em 2016, Henrique começou o curso de Turismo na Universidade de São Paulo (USP) – passou na primeira chamada – e é o primeiro da família a entrar em uma universidade pública. Essas histórias representam uma nova geração de jovens brasileiros.

A novidade do ano

Os três relatos acima são especiais. Eles mostram a trajetória de jovens que superaram as próprias expectativas e conquistaram o que, há poucos anos, era algo inatingível para famílias de baixa renda e provenientes da rede pública. Mostram, também, a necessidade de a escola estar aberta para a inovação porque, assim, ela possibilita um acompanhamento personalizado, que respeita as necessidades de cada aluno.

Para a Geekie, essa é a busca constante: tecnologia de qualidade e acessível a todos. Por isso, ficamos animados ao anunciar uma novidade para este ano – e que deve impactar 2 milhões de alunos do 3º ano do Ensino Médio em escolas públicas de todo o país. Trata-se do programa Hora do ENEM, oferecido pelo SESI em parceria com o Ministério da Educação (MEC). Ele inclui o acervo de aulas, avaliações online do Geekie Games e planos de estudo personalizados. O conteúdo está sendo disponibilizado gratuitamente para os alunos e, para que traga os melhores resultados possíveis, precisamos de mais professoras como Mizu, que incentivem seus alunos a aproveitá-lo. Contando com esse engajamento, espero em breve, ter mais histórias como as do Matheus, da Lays e do Henrique para contar.

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Rotina de estudos: aprenda já como gostar de estudar com essas 5 dicas super simples!

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Livros

Publicado no Amo Direito

Uma rotina de estudos exige da gente mais que vontade. Precisamos lidar com ela, fazer com que a rotina seja a nossa amiga, que seja um sábado maravilhoso. Eu sei, é muito difícil, mas não é impossível. Passo a seguir algumas dicas que considero pertinentes para vocês se darem super bem com elas, ou melhor, tentar!

1. Seja criativo:
Isso mesmo. Não tenha na mente que a rotina é uma passagem para o inferno, que você sofre e que não vive. Invente! Em vez de ler na poltrona que sabem leia na rede. Invista diariamente em opções confortáveis de estudo, desde o lugar que você estude até a forma como vai escrever. Eu afirmo, isso faz a maior diferença.

2. Vontade:
A rotina de estudos deve ser prazerosa, assim como a tentação de ir tomar uma cerveja. Ela deve estar presente todo dia. Se você gosta de chocolates, coma de em vez em quando, uma comidinha não mata ninguém e sempre cai bem.

3. Horário:
Fundamental para se criar uma rotina de estudos. Você deve delimitar os dias e em quais horários irá estudar, e muita atenção, coloque no papel, ou um cartaz na parede, no roupeiro, para que você visualize diariamente a sua rotina de estudos.

4. Persistência:
Sim, persistência em não desistir facilmente dessa rotina, de cair na tentação e dormir, de sair com os amigos, de dar aquela quebrada e deixar para depois. Muito cuidado, o depois, o mais tarde, pode se tornar o nunca, ou seja, talvez aquele livro que você queria ler amanhã, ou o material que deveria revisar pode não ser lido e revisado. A tentação é aqui a nossa maior inimiga! Por favor, se contenha, pense sempre na aprovação.

5. Tenha pequenos prazeres:
Explicando melhor essa dica. Tenha prazer na sua rotina. Não fiquem horas direto lendo, faça uma pausa de alguns minutos, coma uma coisa, escute uma música, de uma voltinha, mas não se esqueça de retornar para os estudos. Imponha horário de volta para as obrigações assim como no trabalho.

As dicas parecem simples, mas são dicas que eu alcancei nestes meses de estudo para tentar conseguir uma vaga na seleção do mestrado. Claro, pode acontecer de um dia ou outro a rotina ir água abaixo, mas se respeite e se limite. Depois de um tempo você vai ver que é quase impossível viver sem uma rotina de estudos porque ela já faz parte da sua vida, e você já começou a curti-lá, assim como o sábado.

Fonte: estudos10

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Um livro foi devolvido a uma biblioteca, 67 anos depois da data limite de entrega

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Na Nova Zelândia, uma mulher atrasou-se 67 anos a devolver um livro à biblioteca. A multa atingiu os 24.000 dólares, mas foi perdoada. “Eu queria devolver o livro há anos”.

Publicado no Observador

Uma mulher neozelandesa devolveu um livro à biblioteca local 67 anos depois da data limite de entrega. O livro”Myths and Legends of Maoriland“, de AAW Reed, foi requisitado por uma menina em 1948 e nunca mais foi visto até que, esta quinta-feira, Zoe Cornelius, uma bibliotecária de Auckland, recebeu o livro de volta.

A ficha de empréstimo do livro Twitter

A ficha de empréstimo do livro
Twitter

 

A mulher que entregava o livro perguntou quanto devia pelos 24.065 dias de atraso. Zoe respondeu-lhe que devia 24 mil dólares australianos.

Ela disse-me que leu o livro imensas vezes e que este lhe deu grandes momentos de prazer, ao longo das décadas em que o tinha tido, o que me fez bastante feliz”, afirmou Zoe. A mulher também lhe disse que quis devolver o livro durante anos.

A bibliotecária afirmou que não foi aplicada nenhuma multa à mulher, já que tinha requisitado o livro ainda em criança e que não eram aplicadas multas monetárias a crianças, na biblioteca.

O exemplar de “Myths and Legends of Maoriland”, um livro bastante popular quando foi editado pela primeira vez, deverá ir para a secção de livros especiais da biblioteca. O nome da mulher que devolveu o livro não foi revelado.

Quando Zoe perguntou o porquê de devolver o livro passados tantos anos, a mulher terá respondido que vivia fora de Auckland e que tinha aproveitado o facto de ir visitar familiares para o devolver.

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