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Casual Vacancy | Série baseado em livro da mesma autora de Harry Potter estreia no Brasil

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Vitor Caires, no NerdSite

A série produzida pela HBO em parceria com a BBC, Casual Vacancy, baseado no livro “Morte Subita” será exibido no Brasil no próximo dia 25 de setembro, às 22h, ao canal MAX.

Escrita por J. K. Rowling, a mesma autora dos livros de Harry Potter, a série mostra os enfrentamentos e as divisões em uma pequena cidade inglesa depois que uma morte inesperada deixa vaga uma cadeira no governo municipal. Ao longo da trama, a produção aborda temas relevantes, como violência familiar, sexo na adolescência, dependências químicas e assédio escolar.

Quando Barry Fairbrother (Rory Kinnear) morre inesperadamente aos quarenta e poucos anos, os habitantes de Pagford ficam muito abalados. A bucólica comunidade inglesa, com suas ruas de paralelepípedos e sua abadia ancestral, não é o que parece. O que se esconde sob sua bela paisagem é uma comunidade em guerra: os ricos contra os pobres, os filhos contra os pais, as mulheres contra os maridos, e os professores contra os alunos. E o lugar que ficou vago com a morte de Barry rapidamente se torna o catalisador da maior batalha que Pagford já viu. Quem vencerá as eleições municipais alimentadas pelo fanatismo, pelas mentiras e pelas revelações surpreendentes?

Casual Vacancy conta com um elenco de estrelas encabeçado por Michael Gambon, Rory Kinnear, Emily Bevan, Julia McKenzie, Rufus Jones, Monica Dolan e Keeley Hawes. Por seu trabalho nesta minissérie, Michael Gambon recebeu indicações de Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV nos Critics Choice e nos Satellite Awards.

A minissérie tem produção executiva de J.K. Rowling, Neil Blair e Paul Trijbits, e produção de Ruth Kenley-Letts. A direção é de Jonny Campbell e os roteiros são assinados por Sarah Phelps.

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Autora de ‘Como matar seu marido’ é suspeita de matar marido

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Nancy Crampton-Brophy – Reprodução The Washington Post

Carolina Vilela, no R7

Nancy Crampton Brophy, 68, autora dos livros “Como matar seu marido” e “O Marido Errado” entre outros, foi presa por ser suspeita de matar o marido, Daniel Brophy, com um tiro de acordo com o Departamento de Polícia de Portland.

Nancy foi denunciada na última quinta-feira (6) e, segundo a imprensa norte-americana, os registros do tribunal mostraram que a autora não tem direito a fiança.

A autora compartilhava momentos do casal em seu blog e em um post de 2011, ela teria escrito: “Meu marido e eu estamos em nosso segundo (e último — confie em mim!) casamento. Nós prometemos, antes de dizer ‘eu aceito’ que não vamos terminar em divórcio. Nós não, devo observar, descartamos um trágico tiroteio ou um acidente suspeito.”

Ficção que virou realidade

O caso intrigou a polícia desde o princípio.

O chef de cozinha Daniel Brophy, 63, foi morto a tiros no Oregon Culinary Institute no dia 2 de junho e foi encontrado por alunos do instituto. Até então, a polícia não tinha nenhum suspeito.

“Estou lutando para entender isso agora”, afirmou Nancy em um post em seu perfil no Facebook no dia seguinte à morte do marido.

De acordo com o jornal, os vizinhos sentiram que algo parecia estar errado em relação a Nancy semanas após o ocorrido.

Don McConnell, vizinho da autora há seis anos, disse aos jornais que conversou com Nancy algum tempo depois para saber qual teria sido a motivação do crime e perguntou se os policiais ainda estavam em contato com ela.

A autora teria respondido que ela era a suspeita do assassinato do marido.

No dia 6 de setembro, os promotores e o advogado de defesa disseram que a autora foi apresentada perante um juiz para ouvir as acusações contra ela.

A polícia se recusou a responder a perguntas sobre as evidências que justificaram a prisão da autora ou o que levou a polícia a suspeitar dela.

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Para entender Caio Fernando Abreu: confira livros, filmes e peças sobre o poeta gaúcho

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Obras de outros autores ajudam a entender a figura de um dos escritores mais populares do Brasil até hoje, data em que completaria 70 anos

Publicado na Gaúcha ZH

Extensa e muito rica, a obra de Caio Fernando Abreu, que completaria 70 anos nesta quarta-feira (12), reúne um vasto número de contos, romances, novelas e peças, que versam sobre temas tão diversos como sexo, relações amorosas, política, psicologia, movimentos contraculturais e a própria trivialidade da rotina. Porém, o tamanho do autor nascido em Santiago, no interior do Rio Grande do Sul, faz com que haja muito mais sobre Caio Fernando Abreu do que compõe seus livros.

A vida e a obra do autor gaúcho, um dos mais populares do Brasil até hoje, rende uma produção contínua e crescente de peças, discos, filmes, documentários, biografias, espetáculos, fotografias e livros que se relacionam à sua figura. Com a ajuda de quem estuda e consome Caio Fernando Abreu, reunimos uma série de obras que ajudam a entender o autor além de sua produção.

Literatura

O livro mais relevante sobre Caio Fernando Abreu é Para sempre teu, Caio F., lançado em 2009 por Paula Dip, escritora e amiga pessoal de Caio – na obra, a autora reúne cartas, bilhetes e particularidades que dividiu com o escritor, além de depoimentos de pessoas importantes na vida de Caio, como Cazuza, Ney Matogrosso, entre outros. Há ainda Caio Fernando Abreu: Inventário de um Escritor Irremediável, lançada no ano anterior por Jeanne Callegari, que usa técnicas de reportagem para cobrir a vida do escritor até sua morte.

Outra obra importante para conhecer mais sobre a personalidade do escritor gaúcho foi lançada em 2016, também por Paula Dip: Numa hora assim escura, a paixão literária de Caio F. e Hilda Hilst reúne correspondências inéditas trocadas entre a poeta paulista – uma das grandes influências literárias de Caio – e o autor gaúcho entre 1971 e 1991.

Há obras, no entanto, que revelam outras facetas de Caio: 360 Graus – Inventário Astrológico de Caio Fernando Abreu, lançado em 2011 pela astróloga Amanda Costa, traça um paralelo entre o campo astrológico e as tramas do autor, um apaixonado pelo misticismo. Já em Caio Fernando Abreu e o Cinema: O Eterno Inquilino da Sala Escura, o cineasta gaúcho Fabiano de Souza traça as relações entre o escritor e a sétima arte, área que também era de sua adoração.

– Nas aulas de literatura que dava, Caio sempre sugeria que seus alunos imaginassem como queriam que as cenas que estavam escrevendo fossem filmadas: em qual enquadramento, com qual movimento, sob que ponto de vista. Apesar de nunca ter feito filmes, ele achava que a imagem da câmera sobre os personagens ajudava a montar uma cena – conta a escritora Paula Dip.

Cinema

O cinema era não só uma paixão de Caio, mas uma influência. Não à toa, muitas de suas obras geraram produções audiovisuais. Em 2016, um evento intitulado Semana Caio Mon Amour, com curadoria de Paula Dip, reuniu uma série de obras relacionadas ao escritor – entre os filmes, uma série de curtas foram exibidos: Dama da Noite (1999), de Mario Diamante; Pela Passagem de Uma Grande Dor (2006), de Bruno Polidoro; Linda, Uma História Horrível (2013), de Bruno Gularte Barreto e Bruno Polidoro; Para Sempre Teu, Caio F. (2014), de Candé Salles e Onde Andará Dulce Veiga (2008), de Guilherme de Almeida Prado.

Outro curta baseado em obra de Caio bastante respeitado é A Visita, com direção de Gilberto Perin, que foi exibido como atração do programa Curtas Gaúchos, da RBS TV.

Mas uma das obras cinematográficas mais relevantes relacionadas a Caio Fernando Abreu, no entanto, é Sobre Sete Ondas Espumantes (2013), documentário de Bruno Polidoro que usa trechos de obras e depoimentos de pessoas relacionadas ao escritor para mostrar lugares que fizeram parte de sua produção literária.


Teatro

Para comemorar os 70 anos de nascimento do autor, uma das peças mais conhecidas entre as baseadas na obra de Caio terá montagem no prédio 40 da PUCRS: Caio do Céu, montagem da Cia. de Solos & Bem Acompanhados, estrelada por Deborah Finocchiaro, parte de textos, cartas e entrevistas do autor para reconstruir dramaticamente o seu universo criativo.

Há outras peças, baseadas ou inspiradas em textos do autor, que se tornaram referência entre os fãs do gaúcho de Santiago: a performance Dama da Noite, de Gilberto Gawronski; o espetáculo de dança Graxa, com Diogo Granato e Henrique Lima; e a peça O Homem e a Mancha: Releitura Drama Multimídia, de Marcos Breda e Luis Artur Nunes, foram exemplos recentes de homenagens a Caio Fernando Abreu que ganharam montagens.


Música

Não é raro encontrar referências a músicas, discos e cantores (normalmente, cantoras) nos textos de Caio Fernando Abreu. Adorador da MPB, citou Angela Rô-Rô como trilha sonora obrigatória para o conto Os Sobreviventes, por exemplo. Com base em trechos de suas obras e em passagens de cartas ou de biografias, o fã Elder Ferreira criou uma playlist de músicas relacionadas a Caio Fernando Abreu, com direito a Cazuza, Marina, Cida Moreira e Caetano Veloso.

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Fronteiras do Universo | BBC encomenda 2ª ano da série de A Bússola de Ouro

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Julia Sabbaga, no Omelete

A BBC encomentou uma nova temporada da série de TV de Fronteiras do Universo, saga de livros do autor Philip Pullman, com a primeira temporada ainda em produção. Assim como o primeiro ano, a segunda leva de episódios terá oito episódios.

A adaptação trará Dafne Keen no papel principal, e já confirmou Ruth Wilson (The Affair), James McAvoy (Fragmentado, X-Men) e Clarke Peters no elenco. Tom Hooper, vencedor do Oscar por O Discurso do Rei, dirigirá os primeiros dois episódios.

A trilogia conta a história de Lyra Belacqua (Dafne Keen), uma órfã que foi criada na Universidade Oxford. No mundo em que vive todas as pessoas têm um “daemon”, ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Lyra leva uma vida tranquila até ela e seu daemon, Pantalaimon, descobrirem a existência de uma substância misteriosa chamada “pó”. Isto provoca um estranho efeito nas crianças, o que faz com que as autoridades religiosas se convençam de que representa o mal.

Fronteiras do Universo será adaptada para a BBC One e terá produção da Bad Wolf e New Line Cinema. O primeiro livro da trilogia já foi levado aos cinemas em 2004 no filme A Bússola de Ouro, protagonizada por Daniel Craig (007 Contra Spectre).

O seriado contará com oito episódios. Ainda não há previsão de estreia ou de chegada ao Brasil.

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Nancy Drew | CW desenvolve série sobre livros de detetive adolescente

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Bruno Tomé, no Observatório do Cinema

A CW será a terceira emissora em poucos anos que tentará adaptar a série de livros sobre Nancy Drew para TV. A informação é do Deadline.

Conforme a publicação, primeiro o canal deve desenvolver um piloto. Outro ponto é que a série se baseará nos livros como uma forma de pesquisa, e não como uma adaptação fiel da personagem. Na CW, Nancy Drew será uma jovem de 18 anos no seu último ano de escola.

A produção ficará por conta de Josh Schwartz e Stephanie Savage, de Runaways. Em 2015, um projeto similar foi iniciado, mas foi reprovado logo no piloto, que tinha Sarah Shahi como protagonista. Logo depois, a NBC tentou também produzir um seriado, que acabou não dando certo.

Apesar da informação inicial, detalhes sobre o elenco ou data de início da produção não foram divulgados.

A última aparição da personagem nas telas foi em Nancy Drew e o Mistério de Hollywood (2007), estrelado por Emma Roberts. Além da nova série, há também um filme em desenvolvimento que contará com Sophia Lillis, de It: A Coisa, como protagonista.

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