Orgulho & Preconceito

Por que ler grandes clássicos é tão importante?

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Fonte: Shutterstock

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Veja 3 motivos pelos quais você deveria começar a leitura de obras clássicas agora

Publicado no Universia Brasil

Você se lembra do último livro que leu? Segundo uma pesquisa da Jenkins Group, uma editora de livros norte-americana, 42% dos estudantes que se formam na graduação nunca mais lerão um livro novamente. Além disso, constatou-se que a maior parte das pessoas se dedica somente à leitura de best-sellers com, no máximo, 10 anos de existência. Ou seja, os clássicos estão, cada vez mais, ficando esquecidos nas prateleiras.

A maioria de nós tem contato com as grandes obras literárias durante o período escolar, já que praticamente todos os vestibulares do País cobram o conhecimento de livros das literaturas brasileira e portuguesa, de autores como Machado de Assis, Eça de Queirós, Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade. Depois da aprovação na universidade, muitos acabam deixando de lado esse tipo de literatura.

Contudo, a leitura de livros clássicos auxilia em diversos pontos da nossa formação pessoal, profissional e acadêmica. Além disso, deixá-los de lado é ignorar uma parte importante de conhecimento produzido pela humanidade. Para retomar as leituras agora mesmo, veja uma lista com 3 de benefícios de ler grandes obras literárias do passado:

1 – Aumenta seu vocabulário

Quando você dedica um tempinho à leitura dos clássicos também está trabalhando para ter um vocabulário mais rico e diversificado. Muitas palavras que aprecem nos textos antigos são pouco usadas ou praticamente desapareceram do nosso dia a dia. Conhecê-las pode ser um diferencial, já que terá uma lista de novos termos para se comunicar e escrever.

2 – Melhora seu texto

A leitura é a melhor forma de aprimorar a forma como você escreve. Enquanto devora as páginas dos livros, seu subconsciente absorve o estilo e construções gramaticais utilizadas pelo autor, fazendo com que aquele texto se torne uma referência para seus futuros trabalhos.

3 – Aprimora seus discursos e apresentações

A leitura tem o poder de melhorar a escrita e também a forma como nos comunicamos, pois ela cria pessoas intelectualmente mais bem preparadas. Ler ensaios, crônicas e livros de grandes pensadores e líderes contribuí ainda mais para esse processo, tornando nosso discurso mais maduro, persuasivo e inteligente.

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Uma escola para se inspirar

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As bibliotecas têm projeto do arquiteto Edmir Perrotti, que implementou no Brasil o conceito de biblioteca interativa

As bibliotecas têm projeto do arquiteto Edmir Perrotti, que implementou no Brasil o conceito de biblioteca interativa

 

Localizado em São Bernardo do Campo, Centro Educacional da Fundação Salvador Arena traz currículo diversificado e investimento de 20 mil reais anuais por aluno

Thais Paiva, no Carta e Educação

Cerca de 3 mil dólares (ou 10 mil reais) é o valor que, anualmente, o Brasil desembolsa para cada estudante matriculado na Educação Básica de sua rede pública. Para se ter uma ideia, o valor corresponde a um terço do investido por aluno pelos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), segundo o relatório “Education at a Glance”, divulgado pela entidade no final de 2015.

Em São Bernardo do Campo (SP), no entanto, uma escola totalmente gratuita chama a atenção por destoar enormemente desse panorama. Investe cerca de 20 mil reais por aluno ao ano, quantia equivalente a praticadas por países com sistemas educacionais considerados de ponta como Alemanha, Japão e Reino Unido.

Mais: dos 2.500 estudantes ali matriculados, da Educação Infantil ao Ensino Superior, metade é oriunda de famílias com renda de até 1,5 salário mínimo. Resumindo, crianças e jovens vindos de contextos socioeconômicos vulneráveis tendo acesso à uma educação de primeiro mundo.

Criado em 1989, o Centro Educacional da Fundação Salvador Arena (CEFSA) foi desenvolvido para ser uma espécie de escola-modelo para as escolas públicas do País. Sua história começa com a vinda do imigrante italiano Salvador Arena que, chegando ao Brasil, fez fortuna e tornou-se um dos maiores empresários do setor metalúrgico do País à frente da Termomecanica. Filho único e sem herdeiros, Arena viu na criação da escola uma forma de deixar seu legado e impactar outras gerações.

Aula de agricultura na estação agroambiental do Centro

Aula de agricultura na estação agroambiental do Centro

 

Iniciar os estudos na instituição é, pode-se dizer, uma questão de sorte. A entrada no colégio é realizada por meio de sorteio da Loteria Federal. Todo ano, 105 crianças ingressam na instituição pelo sorteamento que segue alguns critérios. Do total, 25 são filhos de funcionários da Fundação Salvador Arena. Das 80 vagas restantes, 50% são vagas sociais, isto é, destinadas a famílias que ganham até 1,5 salário mínimo.

O Ensino Médio, por sua vez, oferece 210 vagas. Se o aluno obtiver a média 7 do 6° ao 9° ano, ele garante automaticamente sua vaga na etapa. Se não conseguir, concorre com a comunidade por meio de uma espécie de vestibular. Das vagas que são abertas para concorrência, novamente, 50% são sociais.

Além do investimento volumoso, outro diferencial da escola está na grade curricular ofertada, bastante diversificada. Aulas de agricultura, robótica, cerâmica, educação financeira, modelismo, música e teatro são algumas das novidades que despontam no cotidiano escolar dos alunos do colégio. Fora o Ensino Médio, todos os outros ciclos funcionam em tempo integral.

“Desde a fundação da escola, houve essa preocupação de desenvolver mais do que as competências cognitivas, para que os alunos se desenvolvam como seres humanos”, explica Cristina Favaron Tugas, diretora pedagógica da Educação Básica.

Nas aulas de agricultura, por exemplo, a importância de plantar, colher, valorizar uma alimentação saudável e respeitar a natureza são questões norteadoras. “Com esse tipo de abordagem, fica mais claro para as crianças a noção de desperdício. Quando compreendem todo o processo por trás do alimento que chega ao prato delas, percebem que uma porção desperdiçada não é apenas um pouco de arroz sendo jogado no lixo, mas tempo e cuidado sendo desperdiçados”, explica a diretora.

Além da estação agroambiental, um curral, uma cisterna, uma estação de tratamento de esgoto e um extenso pomar ajudam a dar essa visão holística. “As crianças participam da ordenha manual e mecânica das vacas. O leite é usado internamente na faculdade de Engenharia de Alimentos, onde vira queijo, sorvete. Há ainda palestras sobre os vários tipos de leite e os processos que os transformam nos produtos encontrados nos supermercados”, conta Cristina.

A própria configuração da sala de aula tenta acompanhar as inovações curriculares ao fugir da disposição tradicional dos alunos enfileirados diante do quadro-negro e do professor. “Estamos testando novas disposições. Há salas com as mesas organizadas em formato de X, outras com carteiras em duplas, em grupos. Enfim, estamos vendo quais modelos favorecem mais a aprendizagem compartilhada”, explica Cristina.

Laboratório do curso de Engenharia de Controle e Automação

Laboratório do curso de Engenharia de Controle e Automação

 

A preocupação em pensar a arquitetura escolar não como um recipiente para os alunos, mas como um dos elementos influenciadores do processo de ensino-aprendizagem e da convivência fica evidente nas bibliotecas do espaço, projetadas pelo arquiteto Edmir Perrotti, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP e responsável pela implementação do conceito de biblioteca interativa em diversas cidades do Brasil.

Nas partes reservadas aos alunos da Educação Infantil e Fundamental I, prateleiras baixas, condizentes com a altura das crianças, favorecem a consulta e pesquisa nos livros, revistas e outros materiais dispostos. Na parte coletiva, bancos que imitam uma pequena arquibancada permitem que todos os alunos enxerguem e participem da contação de histórias e outras atividades lúdicas. “Todas as nossas bibliotecas possuem uma infoeducadora, uma pedagoga que realiza o trabalho de mediação com os professores das demais disciplinas. Então se a professora de Língua Portuguesa utilizará o espaço, a infoeducadora a ajuda com indicações de livros, preparação do espaço para a proposta da aula, entre outras intervenções”.

Na escola, os estudantes também recebem alimentação gratuita e dispõem de programações culturais e esportivas que acontecem no teatro e nos complexos poliesportivo e aquático sediados dentro do terreno da instituição.

No Ensino Médio, saltam aos olhos o investimento feito nos laboratórios e na ampliação da participação dos alunos com a incorporação de alguns conceitos de gestão democrática.

As salas elegem os alunos representantes que se tornam responsáveis por encaminhar as demandas dos colegas aos supervisores. “Para se candidatar tem de ter ficha-limpa, isto é, não pode ter infrações recentes”, diz a diretora. A partir das demandas, é feita a deliberação em uma espécie de plenária. “Os alunos também fazem a avaliação dos professores e demais funcionários”.

Cerca de 80% dos alunos que se formam na Educação Básica do centro vão para a universidade, dos quais 60% para instituições públicas.

CEFSA oferece também quatro cursos de Educação Superior: Administração, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação. Por ano, são abertas 80 vagas por curso, 40 no primeiro semestre e mais 40 no segundo. Destas, metade é destinada aos estudantes de famílias que ganham até 1,5 salário mínimo.

Os cursos ofertados foram escolhidos de acordo com o perfil econômico da região do ABC paulista, importante polo industrial do País. “Temos muitas fábricas instaladas na região. Então é uma respostas às necessidades locais. Muitas empresas procuram estagiários e funcionários aqui e também nos solicitam para fazer o desenvolvimento de produtos por conta dos nossos laboratórios de ponta”, conta Wilson Carlos da Silva Júnior, diretor acadêmico das faculdades.

Segundo o diretor, a empregabilidade dos egressos gira em torno de 96%. “Também fazemos o acompanhamento da evolução socioeconômica dos nossos alunos. Podemos dizer que a grande maioria tem uma ascensão social significativa, cerca de 60% estão com renda de 3 mil reais mensais para mais. Uma ascensão que não só impacta a vida deles, mas também de suas famílias e comunidades”, comemora Júnior.

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Veja 5 competências que a faculdade infelizmente (ainda) não ensina ao estudante

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Publicado no Amo Direito

Experiências vividas na faculdade costumam ser marcantes: elas ajudam a esboçar valores, paixões e opiniões que levaremos para o resto da vida.

Apesar de toda essa riqueza, é comum a sensação de que os aprendizados adquiridos na graduação nem sempre estão em sincronia com as competências exigidas pelo mercado de trabalho.

Segundo Felipe Brunieri, gerente da consultoria Talenses, a maior lacuna aparece nas habilidades ligadas ao comportamento e à gestão das emoções. As chamadas “soft skills” costumam receber pouca atenção das universidades.

Para o headhunter, isso ocorre porque os cursos de graduação no Brasil ainda apresentam currículos bastante engessados. “Com algumas honrosas exceções, há muita ênfase na teoria e pouco diálogo com as situações do dia a dia”, diz.

O resultado é que jovens competentes do ponto de vista técnico se descobrem pouco preparados para a realidade do trabalho numa empresa.

Lacunas
Claro que nem tudo é “culpa” da faculdade. O desenvolvimento de muitas competências – sobretudo das comportamentais – só vem com a maturidade e a experiência. Em termos simples: é preciso viver para aprender.

Mas isso não significa que você deva simplesmente esperar o tempo passar.

Para Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half, é preciso assumir uma certa postura mental durante e após a faculdade para conquistar as habilidades que ela não ensina.

“Seja no estágio ou no emprego, é importante buscar o máximo de consciência sobre o que se passa ao seu redor”, explica. Isso significa estar atento aos detalhes do cotidiano, do estilo de liderança do seu chefe à forma como os seus colegas lidam com suas emoções.

Cultura e entretenimento também podem ajudar a complementar a sua formação. “Você pode fazer diversas conexões entre a vida profissional e narrativas presentes em livros, filmes e videogames, por exemplo”, afirma Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos. “O importante é estar aberto ao aprendizado constante”.

Mas quais são exatamente as lacunas a serem supridas? Veja a seguir 5 competências essenciais para a carreira que a maioria dos cursos universitários ainda não oferece ao aluno:

1. Inteligência emocional
Profissionais resilientes e capazes de administrar sentimentos próprios e alheios são disputados a tapa pelo mercado. Não é à toa, diz Jacqueline: inteligência emocional não é o forte da maioria das pessoas.

Ausente da maior parte das discussões acadêmicas, a gestão das emoções é essencial para manter a calma em processos seletivos, continuar produtivo durante crises econômicas e até ser promovido.

2. Visão de negócio
Brunieri diz que mesmo cursos ligados umbilicalmente ao mundo empresarial, como administração e contabilidade, raramente capacitam o aluno a enxergar os negócios como eles realmente são. “Mesmo quando cases são abordados em sala de aula, as discussões são extremamente teóricas”, afirma.

Segundo o especialista, outras graduações, que formam profissionais para RH ou TI, por exemplo, oferecem ainda menos subsídios nesse sentido.

3. Liderança e trabalho em equipe
Você coordenou um grupo de estudos na faculdade? Fez muitos trabalhos em grupo? Segundo Daniela, o clima de amizade entre colegas de curso faz com que esses exercícios tenham pouca relação com a vida real.

“As empresas cobram ‘olhar de dono’, assertividade, capacidade de extrair o melhor de pessoas com diferentes perfis, habilidades pouco treinadas num contexto universitário”, completa Jacqueline.

4. Networking
“Ingrediente mágico” para ascender na carreira e sobreviver a demissões, a boa gestão da rede de contatos profissionais não costuma ser abordada na graduação. Para Brunieri, isso é grave.

“O networking começa justamente com os primeiros amigos da faculdade, mas não há muita consciência da importância disso nessa época”, explica. O headhunter também enxerga pouco ou nenhum debate em sala de aula sobre a importância do marketing pessoal para a carreira.

5. Línguas
Única competência não-comportamental desta lista, o domínio de idiomas não costuma constar do currículo da maior parte dos cursos universitários.

O resultado disso, avalia Daniela, é um imenso déficit em inglês – e até em português. “Quase nenhum curso de graduação dá ênfase ao uso da língua e muita gente acaba entrando no mercado com graves deficiências nesse quesito”, diz a recrutadora.

Por Claudia Gasparini
Fonte: Exame

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Brasil tem mais leitores do que a Argentina e a Colômbia

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Fonte: Shutterstock

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Pesquisa do Cerlalc aponta que brasileiros estão lendo mais livros durante o período de 12 meses

Publicado no Universia Brasil

Em 2015, o Brasil superou a Argentina e a Colômbia no número de leitores. Segundo uma pesquisa do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc), da Unesco, 85% dos argentinos, 78% dos brasileiros e 77% dos colombianos são considerados leitores, ou seja, que leram algum livro nos últimos 12 meses.

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A análise também apontou que, no ano passado, entre os entrevistados que se classificaram como leitores, os brasileiros leram uma média de 7,7 livros, enquanto os argentinos leram seis e os colombianos 4,2. Entre o restante dos entrevistados, os brasileiros leram 4,7 livros, os argentinos três e os colombianos dois.

Os resultados foram apresentados durante a 4ª edição do estudo “Retratos de Leitura no Brasil”, que é realizada pelo Ibope, a pedido do Instituto Pró-Livro, que tem projetos voltados a conhecer a realidade da leitura no Brasil.

Para o Instituto, o número de brasileiros que podem ser considerados leitores é diferente daquele apresentado pelo Cerlalc, pois os critérios usados na pesquisa são diferentes. Para o Pró-Livro, os leitores devem ter lido alguma obra nos últimos 3 meses, ao contrário dos 12 estipulados pelo Centro.

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Os cinco livros que todo mundo deveria ler, segundo Bill Gates

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publicado no Olhar Digital

Todos os anos Bill Gates publica em seu site uma lista com os últimos livros que ele já leu e recomenda que outras pessoas também o façam. Na última terça-feira, 17, o fundador da Microsoft listou cinco títulos que, segundo ele, valem a pena.

O post intitulado de “Cinco livros para ler este verão” – vale lembrar que no hemisfério norte o verão começa em junho – conta, principalmente, com obras que envolvem matemática e ciência.

“Este verão, a minha lista de leitura recomendada, tem uma boa dose de livros com ciência e matemática em seu núcleo. Mas não há nenhuma ciência ou matemática em meu processo de seleção. Os cinco livros seguintes são simplesmente os que eu gostei, me fizeram pensar em novas formas, e me fizeram passar muito tempo lendo, quando eu deveria ter ido dormir”, explica Gates.

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Veja quais foram as obras recomendadas:

Seveneves, por Neal Stephenson
O livro de ficção científica começa com a explosão da lua e as pessoas descobrindo que em dois anos uma chuva de meteoros irá acabar com toda a vida na Terra. Assim, todos se unem em um plano para manter a humanidade. Gates afirma que já fazia algum tempo que ele não lia esse tipo de livro.

How not to be wrong (O Poder do Pensamento Matemático, em português), por Jordan Ellenberg
O escritor e matemático explica como a matemática desempenha um papel importante em nossas vidas diariamente mesmo sem a gente perceber. Cada capítulo começa com um assunto que parece algo bastante comum, como eleições, loteria ou esportes, e a partir disso, ele fala sobre a matemática envolvida.

The Vital Question, por Nick Lane
“Nick é um desses pensadores originais que te faz dizer: ‘mais pessoas deveriam conhecer o trabalho desse cara’”, diz Gates. O autor tenta corrigir um erro científico que leva as pessoas a apreciarem plenamente o papel que a energia desempenha em todas as coisas vivas. Ele argumenta que só podemos entender como a vida começou, e como as coisas vivas ficaram tão complexa, após entender como a energia funciona.

The Power to Compete, por Ryoichi Mikitani and Hiroshi Mikitani
Por que as empresas japonesas estão sendo ofuscadas pelas concorrentes da Coreia do Sul e China? Esta é uma das questões que estão no centro desta série de diálogos entre Ryoichi, um economista que morreu em 2013, e seu filho Hiroshi, fundador da empresa de Internet Rakuten. “Embora eu não concorde com tudo no programa de Hiroshi, acho que ele tem um número de boas ideias. O Poder de Competir é um olhar inteligente para o futuro de um país fascinante”, afirma.

Sapiens: A Brief History of Humankind (Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, em português), por Noah Yuval Harari
Harari assume um desafio assustador: contar toda a história da raça humana em apenas 400 páginas. Ele também escreve sobre a nossa espécie hoje e como a inteligência artificial, engenharia genética e outras tecnologias vão nos mudar no futuro.

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