PRAÇAS DA CIDADE

Manter rotina de estudos é fundamental para desenvolver inteligência, alerta especialista

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Segundo Fabrício Cortezi, coordenador do Sistema de Ensino pH, foco e disciplina podem transformar qualquer estudante em um expert

Publicado no Terra

Ninguém nasce um gênio, torna-se um gênio. Para isso, no entanto, é preciso estudo e organização tanto dentro quanto fora da sala de aula. Mas a dúvida da maioria dos estudantes de todas as idades é de quantas horas são necessárias para absorver o conteúdo da maneira correta, e qual a melhor forma de estudar o material didático.

Segundo o coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, o segredo para alcançar o sucesso nos estudos é ter disciplina e foco. Já a quantidade de tempo gasto nos livros não é necessariamente sinônimo de eficiência. “Cada estudante tem sua forma única de absorver conteúdo. Aquele que demora seis horas para estudar não é menos inteligente comparado ao que demora três ou até uma hora. Todos são capazes, mas cada um tem seu tempo” diz Cortezi.

O ponto chave para ser um estudante “nota 10″ é dar total atenção às aulas e fazer revisões dia após dia em casa. ” Apoiar-se na explicação do professor com o acompanhamento dos materiais didáticos é fundamental”.

O coordenador pontua que pode ocorrer de o estudante ficar ansioso e se comparar aos colegas, mas isso pode ser evitado através do autoconhecimento. “É preciso estar ciente dos seus limites e seus horários de maior produtividade, e entender com naturalidade a ocorrência de dias de baixo rendimento.

Por onde começar?

Para não se perder no meio dos conteúdos, Cortezi aconselha o estudante a começar pela parte onde tem mais dificuldade. “É compreensível quando o aluno prefere estudar primeiro as disciplinas favoritas, pois é prazeroso ler e escrever sobre o que gosta. Porém, ao rever somente essas matérias, menos será estudado as outras disciplinas – aquelas que não se tem tanta afinidade. Isso pode ser perigoso”.

O aluno com dificuldades além do esperado deve procurar a ajuda dos professores e o auxílio dos pais, para entender o qual é o problema. Mas de acordo com Cortezi, esses casos são incomuns. “O estudante, independentemente da idade, que se esforça e aperfeiçoa diariamente seus métodos de estudo, certamente conseguirá boas notas. Esse é o segredo para se obter um excelente resultado”, conclui.

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Relembre os livros infantis que marcaram décadas

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(foto: Divulgação)

(foto: Divulgação)

 

Publicado no Bem Paraná

No mês de maior homenagem à literatura infantil, com a comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil e Dia Mundial do Livro, a Leiturinha, maior clube de assinaturas de livros infantis do Brasil, preparou uma surpresa para os leitores de plantão.

Para relembrar os livros que marcaram as últimas 10 décadas, o clube reuniu os clássicos que encantaram gerações ao longo dos anos. “Todas as obras escolhidas como representantes de sua década são importantes. Além de carregarem um valor histórico, trazem consigo uma carga afetiva contextualizada em seu tempo”, explica a curadora da Leiturinha, Cynthia Spaggiari.

Preparem-se para voltar no tempo!

Década 1920: A Menina do Narizinho Arrebitado – Monteiro Lobato. Lançado em 1920
Este é o primeiro clássico infantil do autor Monteiro Lobato. Esta obra deu início a uma série de personagens eternizados no Sítio do Picapau Amarelo.

Década 1930: Aventuras do Avião Vermelho – Érico Veríssimo. Lançado em 1936
Este clássico conta a história de Fernando e seu pai. Com um aviãozinho vermelho, a imaginação do leitor é transportada por uma grande aventura..

Década 1940: O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry. Lançado em 1943
Uma sensível história que se passa num planeta muito, muito distante. O escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou este clássico há 70 anos, mas transcende gerações e gostos literários.

Década 1950: As crônicas de Nárnia – de C.S. Lewis. Lançado entre 1949 e 1954
Esta é uma série de fantasia criada pelo autor irlandês C. S. Lewis. Nesta aventura, os animais falam, os objetos têm vida e as crianças são inseridas em batalhas entre o bem e o mal.

Década 1960: Flicts – Ziraldo. Lançado em 1969
O clássico de Ziraldo conta uma história emocionante que permite refletir sobre respeito, diferença e aceitação.

Década 1970: O Escaravelho do Diabo – Lucia Machado de Almeida. Lançado em 1974
Este é um clássico juvenil de mistério e muito suspense. Sua primeira publicação aconteceu em 1953, na revista O Cruzeiro. Em 1974, O Escaravelho do Diabo alcançou maior sucesso ao ser republicado pela Série Vaga-Lume.

Década 1980: O Menino Maluquinho – Ziraldo. Lançado em 1980
O menino maluquinho é uma série de quadrinhos eternizados por muitas crianças, servindo de inspiração para peças teatrais, filmes, óperas e séries de tv.

Década 1990: Harry Potter e a Pedra Filosofal – J.K. Rowling. Lançado em 1997
Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro dos sete volumes da série de fantasia Harry Potter. As obras deram origem a filmes que fizeram com que o bruxinho virasse uma febre entre crianças, adolescentes e até adultos de todo o mundo.

Década 2000: O Diário de um Banana – Jeff Kinney. Lançado em 2007
Não é nada fácil ser criança e esse banana sabe bem disso! Quem entende sobre ser criança melhor do que todo mundo é Greg, um menino comum que, como qualquer outro, passar por disputas na escola e sofre com sua baixa popularidade. Diário de um Banana é sucesso até hoje entre crianças e pré-adolescentes de todo o mundo.

Década 2010: Malala, a Menina que Queria Ir Para a Escola – Adriana Carranca Corrêa – Lançado em 2015
Malala é um best-seller, escrito pela brasileira Adriana Carranca, que conta a história de Malala Yousafzai, que sofreu um atentado de membros do movimento Talibã por defender a educação feminina no Paquistão. Uma emocionante história sobre coragem e resiliência.

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Bar Bukowski, no Rio de Janeiro, inaugura biblioteca coletiva

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Quintino Gomes Freire, no Diario do Rio

O bar roqueirinho de Botafogo, o Bar Bukorki, inova novamente e para estimular a leitura e democratizar o acesso aos livros, lançou uma biblioteca coletiva no dia 23 de abril. Prateleiras com diversos livros serão instaladas na frente do casarão e serão acessíveis a todos. É muito simples: o vizinho, cliente, ou até mesmo quem estiver passando pelo bar, pode escolher a obra que lhe interessa e devolvê-lo assim que acabar a leitura, fazendo com que o próximo usuário aproveite também.

E sabe aquele livro que já te fez rir, chorar, refletir ou aprender? Ele também pode ser doado para a biblioteca e proporcionar experiências para quem tiver a sorte de passar um tempinho com ele.

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Vigilante analfabeto escreve livros e compõe músicas em Nova Serrana

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Valdivino conta com ajuda da filha para escrever livros (Foto: Tô Indo/Reprodução)

Valdivino conta com ajuda da filha para escrever livros (Foto: Tô Indo/Reprodução)

 

Anna Lucia Silva, no G1

O morador de Nova Serrana e vigilante Valdivino de Carvalho, de 55 anos, é analfabeto. Não aprendeu a ler e mal escreve o próprio nome. Frequentou a escola quando tinha sete anos e logo abandonou. Contudo, há dois anos descobriu que tinha o dom da palavra e resolveu registrá-las em livros.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8% da população acima de 15 anos é analfabeta, ou seja, não sabe ler e escrever um bilhete simples no idioma que conhece. São 12,9 milhões de pessoas assim como o Valdivino Carvalho. Mas, para ele, essa condição não foi empecilho para registrar suas obras.

Valdivino tem dois livros já publicados em Nova Serrana. Além disso, ele também é compositor e cinco músicas já foram gravadas por um cantor do Vale do Jequitinhonha.

Valdivino relatou ao G1 que a inspiração para a escrita veio em um momento de muita sensibilidade, na ocasião da morte do filho mais velho. O primeiro livro ele deu o nome de: ‘A história real dos três irmãos Barbosa’ – que conta a história de vida da família, descendente de escravos.

Valdivino é morador de Nova Serrana e tem 55 anos (Foto: Tô Indo/Reprodução)

Valdivino é morador de Nova Serrana e tem 55 anos (Foto: Tô Indo/Reprodução)

 

A segunda obra chamada de “Os sinais” é justamente o registro de mensagens de paz e gratidão ao universo. O autor lembra que, mesmo sem entender as letras, já pensava em trechos de escritas, mas eles se perdiam e então resolveu pedir à filha Sarah para que ela fosse sua “caneta”, como ele mesmo destaca.

Sarah conta que não serve apenas de auxílio ao pai que não tem condições de escrever, ela é também a maior incentivadora. “No começo não levei muito a sério, confesso. Mas, ele começou a falar muito sobre isso e então comecei a copiar no caderno o que ele queria, porque na época não tinha ainda o computador. Eu saía de casa e ia até um vizinho pra poder digitar no computador”, contou.

Autor já escreveu dois livros e compôs mais de 800 músicas (Foto: Tô Indo/Reprodução)

Autor já escreveu dois livros e compôs mais de 800 músicas (Foto: Tô Indo/Reprodução)

 

O computador foi comprado depois da publicação do primeiro livro e tudo ficou mais fácil. Valdivino se senta ao lado da filha que com atenção escuta o pai e redige as histórias, versos e músicas.

Além de Sarah, quem ajuda o autor na revisão dos textos é o advogado e também escritor Marcelo Porchat. “O que me chamou atenção no Valdivino foi a simplicidade dele. Ele é analfabeto, nascido no Vale do Jequitinhonha e até os 50 anos era um porteiro comum. Hoje ele é uma unanimidade em Nova Serrana, onde todo mundo gosta dele, se aconselha com ele”, disse.

A falta de alfabetização não traz consigo arrependimentos ou atrasos para o que Valdivino deseja, pois para ele a sabedoria não está em pessoas letradas, como destaca.

Dica da Iva Bittencourt

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13 livros que os britânicos dizem que leram (mas só assistiram ao filme)

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Pesquisa realizada no Reino Unido revelou que jovens costumam mentir mais sobre o que e quanto leram recentemente

Pesquisa realizada no Reino Unido revelou que jovens costumam mentir mais sobre o que e quanto leram recentemente

 

Trabalho, família e filhos. No tempo livre, ainda vale uma espiada nas redes sociais.

Publicado na BBC Brasil

Em um mundo cada vez mais atribulado (e conectado), ler livros parece ter deixado de ser prioridade para muita gente.

Mesmo assim, o hábito continua influenciando na forma como somos vistos pela sociedade.

Atire a primeira pedra – ou o primeiro livro – quem nunca disse que leu um clássico sem nunca ter aberto uma página sequer.

Uma nova pesquisa, realizada pela ONG The Reading Agency no Reino Unido, revelou que a prática é mais comum do que se imagina nos dias de hoje.

Pior: quanto mais jovem, maior a chance de mentir.

De acordo com o levantamento, realizado com 2 mil adultos no país, dois em cada cinco britânicos (41%) confessaram ter mentido sobre o que e quanto leram recentemente.

Entre os millennials (18 a 24 anos), esse índice foi ainda maior: 64%.

Eles mentem não só o número de livros, mas também sobre que tipo de obras leram.

Um quarto deles (25%) admitiu ter dito que leu O Senhor dos Anéis, de JRR Tolkien, quando, na verdade, só assistiu ao filme.

Muitas pessoas dizem ter lido O Senhor dos Anéis, mas só assistiram ao filme

Muitas pessoas dizem ter lido O Senhor dos Anéis, mas só assistiram ao filme

Lamento

No entanto, a pesquisa mostrou que mais de dois terços dos entrevistados gostariam de dedicar mais tempo à leitura.

Segundo a sondagem, 67% deles afirmaram que queriam ler mais, mas praticamente a metade (48%) disse estar “muito ocupada”.

E mais de 35% alegaram ter dificuldade para achar um livro de que gostem.

Confira, abaixo, a lista dos 13 livros que os britânicos dizem que leram, mas só assistiram ao filme, em ordem de popularidade:

1) Romances e contos de James Bond, Ian Fleming

2) O Senhor dos Anéis, JRR Tolkien

3) As Crônicas de Nárnia, CS Lewis

4) O Código de Da Vinci, Dan Brown

5) Jogos Vorazes, Suzanne Collins

6) Trainspotting, Irvine Welsh

7) O Mágico de Oz, L Frank Baum

8) O Diário de Bridget Jones, Helen Fielding

9) Os Homens que Não Amavam as Mulheres, Stieg Larsson

10) O Poderoso Chefão, Mario Puzo

11) Um Estranho no Ninho, Ken Kesey

12) Garota Exemplar, Gillian Flynn

13) O Caçador de Pipas, Khaled Hosseini
Brasil

Segundo a pesquisa ‘Retratos da Leitura’, divulgada no ano passado pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, 44% dos brasileiros não leem e 30% nunca compraram um livro.

Ainda de acordo com o estudo, o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria.

A pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não.

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