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‘A Corredora’: Conto de Stephen King vai virar filme

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Rafaela Gomes, no CinePop

Mais uma obra do autor Stephen King será adaptada para os cinemas. Dessa vez, o conto ‘A Corredora’ migrará para as telonas. A informação foi divulgada pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, o projeto unirá King ao diretor Craig R. Baxley, cineasta responsável por dar vida à várias histórias do autor, como ‘Storm of the Century’ e ‘A Casa Adormecida’, ambos escritos para TV pelo artista, no formato de filme e minissérie, respectivamente.

‘A Corredora’ será o primeiro projeto de King dirigido por Baxley que é de fato baseado em um material previamente publicado pelo autor. O filme também contará com Mitchel Galin como produtor, com quem o escritor já trabalhou diversas vezes no passado, como em ‘Cemitério Maldito’.

Esta também será 30ª adaptação dos materiais de Stephen King.

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O que Obama, Emma Watson e outros famosos estudaram na universidade

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A estrela de “A Bela e a Fera”, Emma Watson, estudou na prestigiada Universidade de Brown, no EUA – Divulgação

Publicado em O Globo

Antes de protagonizar filmes, vender milhões de livros ou influenciar a política mundial, alguns famosos foram apenas jovens estudantes em busca de um rumo profissional. Comum à vida de qualquer “mortal”, essa fase também foi vivida pelo criador do Facebook, Mark Zuckerberg, o ex-presidente americano Barack Obama e a estrela de “A Bela e Fera” (2017), Emma Watson. A trajetória deles e de outras personalidades na universidade pode servir de inspiração para quem vive agora esse momento cheio de questionamentos e incertezas – inclusive ajudando a entender que é normal ter tantas dúvidas.

Descubra a seguir o que Obama, Mark, Emma e outras sete personalidades mais influentes da atualidade estudaram na universidade.

1. Chimamanda Ngozi Adichie

Uma das escritoras mais importantes da atualidade, a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie é conhecida por sua atuação no feminismo global e por seus escritos sobre a África contemporânea. Entretanto, bem antes do reconhecimento mundial, a intelectual já estudava os temas em sua formação acadêmica. Aos 19 anos, Chimamanda foi para os Estados Unidos, onde se tornou bacharel em Comunicação e Ciência Política, na Universidade Drexel, e mestre em Arte Africana pela Universidade de Yale.

Com grande impacto na literatura global, com livros como “Americanah” e “Hibisco Roxo”, e no feminismo pós-moderno, a palestra da autora no projeto de vídeos TED Talks, “Sejamos Todos Feministas”, é uma das mais vistas na plataforma.

2. Barack Obama

Antes de marcar a história como o 44º presidente dos Estados Unidos, Barack Obama estudou Ciência Política na Universidade de Columbia e cursou Direito na Universidade de Harvard. A passagem de Obama por Harvard coincide com seus grandes passos iniciais na carreira política. Por lá, ele foi o primeiro presidente negro da Harvard Law Review, uma das revistas acadêmicas mais prestigiadas do mundo, o que rendeu a ele reconhecimento nacional. Além de senador e chefe de Estado, o político recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2009.

Um das mais importantes escritoras da atualidade, Chimamanda Ngozi Adichie é bacharel em Comunicação e Ciência Política – Divulgação

3. Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg não parece ter sido o aluno ideal, abandonando pela metade o curso de Ciências da Computação na Universidade de Harvard, em 2005. A desistência, no entanto, não o impediu de se tornar um dos ex-alunos mais ilustres da instituição. Criador do Facebook, a maior rede social do mundo, Zuckerberg recebeu um diploma honorário da universidade doze anos mais tarde, sendo reconhecido pela grande contribuição na área.

4. Malala Yousafzai

A pessoa mais jovem da história a ganhar um Prêmio Nobel, Malala Yousafzai chegou à universidade com fama mundial. Aos 15 anos, a jovem paquistanesa foi baleada por talibãs dentro de um ônibus, por se destacar na luta pelo direito à educação das mulheres no país. Após sobreviver ao ataque e ter refúgio no Reino Unido, Malala se tornou um símbolo da luta feminina por educação no Oriente Médio. Atualmente, a ativista estuda Filosofia, Política e Economia na Universidade de Oxford, na Inglaterra, e viaja o mundo com palestras e publicações sobre direitos humanos.

5. Elon Musk

Conhecido pelas invenções excêntricas e pela genialidade, o bilionário sul-africano Elon Musk obteve um diploma de bacharelado em Física, na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em 1997. CEO da Tesla e da SpaceX, o empresário pretende enviar a primeira missão tripulada para Marte em 2024. Enquanto isso, na Terra, Musk promete criar uma nova modalidade de transporte, o Hyperloop, cápsula terrestre que promete viajar a 1.000 km/h, conectando lugares muito distantes em poucos minutos.

6. Emma Watson

Poucas pessoas chegam à universidade com um currículo extenso de filmes, contratos milionários e campanhas humanitárias. Famosa por interpretar a bruxa Hermione Granger na franquia de filmes “Harry Potter”, a atriz Emma Watson fez parte desse grupo seleto de estudantes universitários globalmente conhecidos.

Formada em Literatura Inglesa pela Universidade de Brown, nos Estados Unidos, em 2014, Emma atualmente é embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e coordena o próprio clube do livro feminista, o “Our Shared Shelf”, com mais de 215 mil participantes ao redor do mundo.

7. Steven Spielberg

“E.T”. “Tubarão”. “A Lista de Schindler”. “Jurassic Park”. Todos esses e outros grandes clássicos do cinema são obras do mesmo diretor: Steven Spielberg. Com 17 indicações ao Oscar, combinando as categorias de Melhor Filme e Melhor Diretor, o cineasta americano é reconhecido como um contador de histórias versátil, indo da comédia à fantasia. Não é por coincidência que ele é o diretor com mais filmes na lista dos 100 melhores de todos os tempos, segundo o American Film Institute.

Antes de alcançar a maestria na sétima arte, Spielberg chegou a se matricular no curso de Cinema, na Universidade Estadual da Califórnia, mas só concluiu os estudos em 2002, mais de 30 anos depois de abandonar a graduação e tendo recebido muitos prêmios pela direção de longas como “Indiana Jones” e “O Resgate do Soldado Ryan”.

Ao cursar Direito na Universidade de Harvard, Barack Obama já dava sinais de que teria uma trajetória brilhante – Divulgação

8. Margaret Atwood

A escritora canadense Margaret Atwood é uma das autoras mais lidas no mundo. Entre seus principais livros estão “O Conto da Aia” e “Alias Grace”, que recentemente foram adaptados para a televisão como séries de sucesso. Além da notoriedade na literatura, Atwood é politicamente engajada e uma das grandes vozes do movimento feminista global. Esse interesse surgiu ainda no curso de Inglês, na Universidade de Toronto, em que a autora já participava de revistas e peças teatrais.

9. Justin Trudeau

Outro canadense ilustre é Justin Trudeau. Filho do mítico primeiro-ministro Pierre Trudeau, um dos mais importantes na história do país, Justin seguiu os passos do pai e se tornou chefe de Estado em 2015. Após estudar Literatura, na McGill University, e Educação, na Universidade de British Columbia, Trudeau é atualmente um dos líderes mais prestigiados no mundo, principalmente pelas políticas progressistas e de inclusão social.

10. J. K. Rowling

Com um universo mágico e totalmente novo, J. K. Rowling conquistou uma geração de leitores e vendeu centenas de milhões de livros. Apesar de quase bilionária e do sucesso como escritora, Rowling passou por dificuldades financeiras até conseguir o primeiro contrato editorial. Até então, Rowling era uma escritora formada em Francês, Grego e Alemão pela Universidade de Exeter, na Inglaterra. Durante os anos de universitária, a autora chegou a se endividar na biblioteca local por ficar tempo demais com os livros que consultava.

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Prêmio Jabuti promove mudanças para tentar se manter relevante

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Lygia Fagundes Telles recebe homenagem do Prêmio Jabuti, em 24 de novembro de 2016 Foto: JF DIORIO /ESTADÃO

 

60.ª edição da distinção literária terá 18 categorias e vai pagar R$100 mil para o livro do ano; cerimônia revela os vencedores no dia 8 de novembro

Guilherme Sobota, no Estadão

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou nesta terça-feira, 15, uma série de mudanças para o Prêmio Jabuti. Agora a premiação tem 18 categorias (eram 29 no ano passado), premia apenas o primeiro colocado de cada uma delas, e escolhe um vencedor como Livro do Ano, que vai receber R$100 mil — o vencedor de cada categoria recebe agora R$ 5 mil (eram R$3,5 mil em 2017).

Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de entrega do Prêmio, no dia 8 de novembro, às 19h, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Antes disso, a CBL anuncia 10 finalistas de cada categoria.

Duas novas categorias foram criadas: formação de novos leitores e impressão.

A primeira vai selecionar iniciativas que despertem interesse pela leitura. A segunda vai prestigiar processos de impressão (o livro e a editora serão premiados, e quem recebe o prêmio em dinheiro é a gráfica responsável).

“O Jabuti é uma edificação pronta, só estamos fazendo a reestruturação”, disse o curador Luiz Armando Bagolin em coletiva de imprensa na sede da CBL nesta terça. “Ele foi criado como um prêmio para celebrar o mercado editorial e se tornou um ativo cultural da sociedade brasileira, as mudanças então são uma homenagem do mercado ao leitor.”

O Prêmio agora se divide em quatro eixos, cada um com subcategorias. Literatura (Romance, Poesia, Conto, Crônica, Infantil e Juvenil, Tradução, HQ); Ensaios (Biografia, Humanidades, Ciências, Artes, Economia Criativa); Livro (Capa, Projeto Gráfico, Ilustração, Impressão); Inovação (Formação de Novos Leitores, Livro Brasileiro Publicado no Exterior).

Cada uma das 18 categorias terá apenas um vencedor, e não três, como ocorria no passado. Todos os livros vencedores no eixos Literatura e Ensaios concorrem ao prêmio de Livro do Ano.

O recebimento das obras (exceto daquelas inscritas no eixo Livro) agora passa a ser digital, em formato PDF, e não mais com os livros enviados.

Autores independentes, sem vínculos com editoras, também passam a ter desconto no valor de inscrição (R$327 contra R$430 para não associados da CBL; associados pagam R$285 por inscrição). De qualquer forma, respeitando a Lei do Livro, o regulamento exige que os livros tenham ISBN e ficha catalográfica (que não precisa ser feita por uma editora).

O júri de cada categoria será formado por nomes indicados à CBL e referendados pelo conselho curador do Jabuti (como ocorreu ano passado). As inscrições das indicações ao júri abrem nesta terça-feira, 15, e vão até o dia 15 de junho. Os jurados, três por categoria, terão um prazo para indicar 13 obras do universo de inscritos no Jabuti e dois meses para avaliação dos títulos.

“Sugestões podem vir de todos os envolvidos, e conflitos de interesse serão resolvidos pelo conselho”, explica Bagolin. “A consequência de mudar esse processo é a de evitar só acadêmicos no júri, a tendência é democratizar.”

O conselho curador é formado por Tarcila Lucena, Mariana Mendes, Pedro Almeida e Jair Marcatti.

Todas as mudanças têm por objetivo aproximar o Jabuti dos leitores e também dar mais reconhecimento à promoção da leitura, segundo o curador.

Para ele, a diminuição no número de categorias não representa necessariamente uma redução no número de contemplados. “Tudo que existia antes (como livros mais técnicos) ainda pode ser contemplado. Nosso foco é o leitor, não é mais o nicho”, disse.

Bagolin ainda explica que a decisão de retirar os segundo e terceiro lugares pretende tornar mais valioso o prêmio de primeiro lugar, mais competitivo. “Mais importante do que a valoração financeira é a premiação simbólica”, disse. “O Jabuti se tornou carne de vaca, todo mundo ganhou. Nessa atualização, a gente quer que ele volte a ser um prêmio disputado.”

Personalidade Literária

A distinção que nos últimos três anos premiou Mauricio de Sousa, Lygia Fagundes Telles e Ruth Rocha também segue existindo no âmbito do Jabuti.

“Nós reunimos a diretoria e cada um faz sua sugestão”, diz o presidente da CBL, Luís Antonio Torelli. “Não existem critérios fechados, partimos do princípio de homenagear quem ainda está vivo, é bem abrangente. Democraticamente faemos uma votação entre os diretores.”

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Tom Wolfe, jornalista literário e autor de ‘A Fogueira das Vaidades’, morre aos 88

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O escritor e jornalista Tom Wolfe, em 1998, no seu apartamento em Nova York (EUA), vestindo terno branco, sua vestimenta por mais de 30 anos – AP/Jim Cooper

 

Ele escreveu clássicos como ‘A Fogueira das Vaidades’ e ‘Radical Chique’

Maurício Meireles, na Folha de S.Paulo

São Paulo – O escritor e jornalista Tom Wolfe, um dos grandes nomes do jornalismo literário americano, morreu nesta segunda-feira (14) em um hospital de Nova York.

A informação foi confirmada ao jornal britânico The Guardian por sua agente literária, Lynn Nesbit. De acordo com ela, Wolfe fora internado devido a uma infecção.

Nascido em Richmond, no estado de Virginia, em 1930, Wolfe morava em Nova York desde 1962.

Ele se mudou para a cidade, que nunca mais deixou, para ser jornalista do The New York Herald Tribune —recém-saído da faculdade de direito, havia trabalhado no Springfield Union, de Massachusetts, e escreveu para outros veículos, como o Washington Post. Ele vivia com sua mulher, Sheila, com quem teve dois filhos.​

Com outros repórteres do período, Wolfe ajudou a consolidar a reportagem que adotava técnicas literárias em sua concepção.

Wolfe escreveu obras que se tornariam clássicos, como o romance “A Fogueira das Vaidades”, e textos jornalísticos cultuados, como “Radical Chique” —que trata da relação das elites nova-iorquinas com os Panteras Negras e que seria, numa expressão mais contemporânea, um retrato da esquerda festiva nova-iorquina.

Na reportagem em tom satírico, publicada no Brasil dentro do livro “Radical Chique e o Novo Jornalismo” (Companhia das Letras), Wolfe descrevia um jantar organizado na casa do maestro Leonard Bernstein para arrecadar fundos para os ativistas negros —que terminaram acusando o autor de racismo.

Num ensaio incluído nessa mesma edição, Wolfe tentava sistematizar o que a geração de jornalistas literários americanos havia criado —explicando o que, afinal, havia de novo naquele gênero.

A novidade consistia em aplicar, a narrativas de não ficção, técnicas de escrita estabelecidas pelo realismo literário, por nomes como Balzac e Gustave Flaubert. Por isso, o grupo que incluía ainda Truman Capote e Gay Talese adotava ferramentas como a construção de diálogos e a descrição minuciosa de cenas e ambientes.

É curioso o elogio que Wolfe faz do realismo literário —cujo surgimento ele compara à invenção da eletricidade—, porque o novo jornalismo floresce num momento em que, dentro da ficção, o gênero estava em baixa. Entre os anos 1950 e 1960, a França que lhe fornecia as influências já se dedicava a outra vertente de experimentação, o “nouveau roman”.

O jornalista já havia publicado livros de reportagem e ensaio sobre temas tão diversos como o programa espacial americano (“Os Eleitos”, 1979) e pós-modernismo (“Da Bauhaus ao Nosso Caos”, 1981) quando entrou na ficção por excelência com “A Fogueira das Vaidades”, um retrato satírico do mundo do dinheiro e do poder.

Ao romance de 1987 seguiram-se por “Um Homem por Inteiro” (1998) e “Eu Sou Charlotte Simmons” (2004).

O último título de Wolfe lançado no Brasil foi “O Reino da Fala”, de 2016 —quase toda sua obra saiu no país pela Rocco.

Silhueta de dândi

Não era difícil reconhecer a silhueta de Wolfe. Alto, olhos azuis, rosto de criança —e sempre desfilando seus ternos claros, como um dândi. Em uma dada ocasião, pediram-lhe que descrevesse seu estilo. O escritor disse que era “neopretensioso”.

Sua escrita, afirmou certa vez, era feita contra o tom bege do jornalês que encontrou quando começou a trabalhar.

“Os leitores choravam de tédio sem entender por quê. Quando chegavam àquele tom de bege pálido, isso inconscientemente os alertava de que ali estava de novo aquele chato bem conhecido, ‘o jornalista’, a cabeça prosaica, o espírito fleumático, a personalidade apagada, e não havia como se livrar do pálido anãozinho, senão parando de ler”, escreveu em “O Novo Jornalismo”.

Entre suas outras reportagens clássicas, está “The Electric Kool-Aid Acid Test”, em que viaja com um grupo de intelectuais boêmios que pregavam as maravilhas do ácido lisérgico. Este, que é um dos grandes retratos da contracultura nos EUA, foi um de seus primeiros livros publicados, em 1968.​

Outro trabalho importante foi “The Right Stuff”, sua reportagem sobre os primeiros astronautas americanos. O livro foi publicado no Brasil como “Os Eleitos”, mesmo título de sua adaptação cinematográfica, de 1983, cujo elenco que incluía Sam Shepard, Dennis Quaid e Ed Harris

Antes deste, “A Fogueira das Vaidades” se tornara filme, em 1980, dirigido por Brian de Palma, com Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis no elenco.

O que ler de Tom Wolfe

“Radical Chique e o Novo Jornalismo” (1970) – Companhia das Letras

“Os Eleitos – Onde o Futuro Começa” (1979) – Rocco

“A Fogueira das Vaidades” (1987) – Rocco

“Um Homem por Inteiro” (1998) – Rocco

“Eu Sou Charlotte Simmons” (2004) – Rocco

“O Reino da Fala” (2016) – Rocco

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David Levithan, Marissa Meyer e Tessa Dare são confirmados na Bienal do Livro

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Matheus Malex, no Beco Literário

O anúncio de autores que irão participar da 25ª Edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo continua a todo vapor. Dessa vez, três autores autores best-sellers internacionais americanos, que desembarcam no País pela primeira vez: David Levithan (11/08), cujo livro “Todo Dia”, em breve, ganha adaptação para as telas do cinema; Marissa Meyer (12/8), que lança por aqui “Sem Coração” (Heartless); e Tessa Dare (4/8), que lança durante o evento o quinto e último volume da série “Spindle Cove”: “Como escapar de um escândalo”.

David Levithan se tornou mais conhecido no Brasil com o lançamento do romance “Will & Will: Um nome, um destino”, escrito em parceria com John Green, que foi o primeiro livro jovem adulto com protagonistas gays a entrar na lista de mais vendidos do New York Times; por aqui, foram 200 mil exemplares vendidos. Sua principal história é o livro “Todo Dia”, cuja adaptação para os cinemas chegará nos cinemas brasileiros em julho e a resenha está disponível aqui no site; O livro é centrado em A., adolescente que, a cada dia, acorda num corpo diferente: um exercício de empatia literal que só a ficção poderia proporcionar. Um dia, A. pode ser menino, no outro, menina; um dia feliz, noutro triste, até o dia em que ocupa o corpo de Justin e se apaixona por sua namorada, Rhiannon.

Marissa Meyer publicou no Brasil a série “As Crônicas Lunares”, composta por “Cinder”, “Scarlet”, “Cress” e “Winter” (contos de fadas futuristas inspirados, respectivamente, em Cinderela, Chapeuzinho vermelho, Rapunzel e Branca de Neve), e o spin-off “Levana”, que revela a verdadeira mulher por trás da fascinante vilã que perpassa a histórias de As crônicas Lunares. Durante a Bienal será lançado o “Sem Coração” (Heartless, no original), que recria o passado da famosa Rainha de Copas e mostra por que ela se tornou o terror do País das Maravilhas.

Tessa Dare, conhecida por seus livros eróticos, já lançou no Brasil duas séries: “Spindle Cove” e “Castles Ever After”, onde criou heroínas autênticas e corajosas que desafiam os conceitos da sociedade de sua época, e cavalheiros nobres e apaixonantes que têm seus corações enlaçados por elas. Para a Bienal do Livro de São Paulo a editora Gutenberg publica o quinto e último volume da série “Spindle Cove”.

A 25ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece entre os dias 3 e 12 de agosto no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Este ano o evento aposta numa campanha inovadora cujo mote é: “Venha Fazer esse Download de Conhecimento”, que tem como proposta de valor destacar o protagonismo do livro em meio à nova percepção dos brasileiros diante do turbilhão de estímulos e canais de acesso a conteúdo que a tecnologia hoje propicia. A ideia é mostrar que, apesar dessas mudanças culturais no País, o livro, em seus diversos formatos, é o agente essencial do processo de conexão entre o conhecimento e o universo digital no qual vivemos.

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