Romances de Época Gutenberg

Bill Pullman vem ao Brasil para o lançamento de ‘Independence Day’

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Publicado no Massa News

Bill Pulman voltará ao Brasil para divulgar a estreia de Independence Day: O Ressurgimento, que chega aos cinemas no próximo dia 23 de junho. O ator participará de uma sessão especial no dia 22, no estádio Allianz Parque, em São Paulo. O evento terá a exibição do primeiro filme e de Independence Day: O Ressurgimento na sequência.

Ao todo, 5 mil pessoas poderão assistir aos filmes, em sete setores diferentes do estádio. Os ingressos terão valor entre R$ 45 e R$ 140, e estarão disponíveis a partir do dia 9 (quinta-feira), pela Cinépolis (plataforma Velox Tickets).

Na trama, David Levinson (Goldblum) é o diretor da agência de defesa espacial humana. O grupo trabalha sem fronteiras, já que todos os países do planeta se uniram contra a ameaça alienígena. Ward será a presidente Lanford, com uma personalidade mais agressiva do que a do ex-presidente Whitmore (Pullman, cuja participação no longa não foi especificada).

Livro " Independence Day O Ressurgimento", de Alex Irvine, publicado pela Editora Nemo.

Livro ” Independence Day O Ressurgimento”, de Alex Irvine, publicado pela Editora Nemo.

 

Usher será Dylan Hiller, o filho de Steven Hiller, personagem de Will Smith no primeiro filme. Dylan terá crescido à sombra do pai, um herói que salvou a Terra. Patricia Whitmore (Maika Monroe), a filha do ex-presidente Whitmore, também terá os mesmos conflitos, apesar de trabalhar como uma agente especial da presidente Lanford. Por último, Liam Hemsworth vive Jake Morrison, um órfão e ex-piloto que cometeu um erro e, por isso, acaba trabalhando na Lua.

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A biblioteca secreta das catacumbas de Paris

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Publicado no Idealista

“Os turistas não são bem-vindos”. Nas profundezas de Paris, 35 metros abaixo do solo, há um lugar no qual descansa uma coleção de livros à espera de ser descoberta. Os privilegiados têm de percorrer alguns quilómetros em estreitos corredores de pedra até chegar ao destino, a biblioteca secreta da capital francesa.

Apenas um grupo reduzido de pessoas, entre 50 e 80, sabem da existência deste misterioso lugar, que tem uma áurea mágica, desde logo porque para aceder ao local é preciso descer uma espécie de alçapão. Lá em baixo, no subsolo, há vestígios dos mais de 1600 anos de história do local.

O fotógrafo de origem alemã François Klein “entrou” neste exclusivo círculo de “ratos de bibliotecas”, que se autodenominou “piratas subterrâneos” e que não hesita em usar a força para impedir que intrusos acedam ao seu pequeno santuário.

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Lançamento de livro vira celebração para Moro e Lava Jato

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O juiz Sergio Moro em evento de lançamento de livro sobre a Lava Jato, em Curitiba (Foto: Pedro Serapio/Gazeta do Povo)

O juiz Sergio Moro em evento de lançamento de livro sobre a Lava Jato, em Curitiba (Foto: Pedro Serapio/Gazeta do Povo)

ESTELITA HASS CARAZZAI, na Folha de S.Paulo

O autor da noite era o jornalista Vladimir Netto, da TV Globo. Mas quem chegava à livraria em Curitiba nesta terça (21) era direto: “Eu quero o livro do Moro”.

O magistrado que conduz a Operação Lava Jato estampa a capa da obra de Netto, “Lava Jato – O juiz Sergio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil”, lançada pela editora Sextante, que conta os bastidores da investigação.

Foi Moro quem atraiu mais holofotes durante o lançamento nesta noite, na cidade-sede da Lava Jato. Tirou fotos, foi aplaudido, ouviu gritos de “Viva Sergio Moro” e autografou exemplares, ainda que sob protestos –”mas o livro nem é meu”.

Além dele, delegados, procuradores e até o “Japonês da Federal”, o agente Newton Ishii, foram celebrados pelos leitores.

Ishii, recentemente condenado a cumprir pena em regime semiaberto por contrabando, posou para selfies, como sempre. Ele é monitorado por tornozeleira eletrônica.

Moro, que foi aplaudido ao chegar na livraria, é o principal perfilado da obra, que fala sobre os dois primeiros anos da Lava Jato.

“Eu ainda não li, vim na expectativa de ganhar um exemplar”, afirmou à imprensa. “É um jornalista experiente; com certeza é um trabalho de fôlego.”

Após receber um exemplar com dedicatória e posar para fotos, Moro se dirigiu a um café nos fundos da livraria, que funcionou como uma espécie de “camarote”.

Cercados por seguranças da livraria e também da Justiça Federal, procuradores, policiais e delegados conversavam e, eventualmente, atendiam a pedidos para fotos e autógrafos.

Até a mulher de Moro, a advogada Rosângela Wolff Moro, foi assediada pelos leitores. Posou para fotos e chegou a assinar alguns livros.

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Livro sobre Michael Jackson vai virar série de TV

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Michael Jackson Divulgação

Michael Jackson Divulgação

Obra de Tavis Smiley refaz os últimos momentos do cantor antes de sua morte, em 2009

Publicado em O Globo

RIO – Autor do livro “Before You Judge Me: The Triumph and Tragedy of Michael Jackson’s Last Days” (“Antes que você me julgue: o triunfo e a tragédia dos últimos dias de Michael Jackson”), que será lançado nos Estados Unidos nesta terça, 21, o empresário e apresentador Tavis Smiley já está em negociações com a Bad Robot Productions, a produtora de J.J. Abram’s para levar sua história para a televisão, numa produção da Warner Bros.

Tanto Smiley quanto Abram serão produtores executivos do projeto, ao lado de Ben Stephenson e David Brewington. A atração ainda não tem emissora certa para ir ao ar e nem data de estreia.

O livro de Smiley explora os altos e baixos da carreira do Rei do Pop e sua constante busca por privacidade. A publicação especula como Michael Jackson se sentina, o que ele estava pensando, e também como ele não conseguia dormir nas 16 semanas que antecederam sua morte.

Para Smiley, a obra ajudará as pessoas a enxergarem Michael Jackson por um prisma diferente.

— Vai nos permitir enxergar não apenas o lado do gênio artístico, mas sua humanidade — disse.

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Livro de Machado de Assis foi impresso com “cagara” em vez de “cegara”

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(Foto: Izabela Barrero)

(Foto: Izabela Barrero)

 

Bruno Vaiano, na Galileu

Se você, por impaciência, já desativou o corretor ortográfico do WhatsApp, está na hora de reconsiderar a adoção do revisor robótico. Machado de Assis, o mais célebre autor da literatura brasileira, teria sido salvo pela ferramenta caso ela existisse por aqui. No prefácio de sua obra Poesias Completas, publicada em 1902, a palavra “cegara” foi substituída, na expressão “lhe cegara o juízo”, por um inusitado “cagara”.

O erro é ainda mais grave do que aparenta. Poesias Completas era, como indica o nome, uma coletânea dos quatro livros de poemas lançados anteriormente pelo autor: Crisálidas, Falenas, Americanas e Ocidentais. O primeiro desses livros, lançado muito antes do autor alcançar a fama, vinha com um prefácio escrito por um advogado e amigo do escritor chamado Caetano Filgueiras, que costumava organizar saraus em sua casa e conhecera Machado ainda jovem.

O escritor, porém, não era fã de sua própria obra poética. O prefácio original do amigo, que elogiava seus versos, foi omitido por opção do autor, que justificou a troca afirmando; “A afeição do defunto amigo a tal extremo lhe cegara o juízo que não viria a ponto reproduzir aqui aquela saudação inicial”. Machado demonstrou humildade ao atribuir os elogios à amizade de Filgueiras, àquela altura já morto, mas não deu sorte na gráfica.

Seu editor, na época, era Baptiste-Louis Garnier, francês radicado no Brasil e proprietário de uma das mais importante editoras nacionais do período, a Garnier Frères, ou Irmãos Garnier. Os livros de Garnier, entre eles os de Machado, eram compostos e impressos na França.

“Foi natural a troca de uma letra por um tipógrafo francês na composição de um texto em português”, explica o jornalista e escritor Marcos Barrero, dono do exemplar do livro fotografado para esta matéria.”Cegara” se tornou “cagara”, e a solução foi corrigir, a mão, livro por livro. “Um funcionário da Garnier, chamado Everardo Lemos, sugeriu que raspassem a letra ‘a’ e escrevessem por cima, em nanquim, a letra ‘e’.”

Entre os bibliófilos, nome dado a colecionadores de livros raros e preciosos, corre a lenda de que o próprio Machado teria participado do mutirão de correção de livros organizado na livraria naquele dia, e que muitas das letras “e” teriam sido escritas pelo próprio autor já idoso e muito doente.

Alguns exemplares, porém, escaparam, e foram vendidos antes da troca manual. O segundo lote chegou ao Brasil já retificado, originando três versões distintas: a original, uma com a correção manual e outra com a correção tipográfica. Todos são muito raros. “Tanto os livros que saíram com o erro quanto o lote que trouxe a correção são disputadas a peso de ouro por bibliófilos, estudiosos e antiquários”, explica Barrero. “Ele vale entre 1000 e 2000 reais”. A história foi publicada por Barrero no Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo em 24 de setembro de 1988, sob o título “As faces malditas do autor de Dom Casmurro”.

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