Universidades de ponta abrem inscrições para bolsas de estudos. Saiba como concorrer

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Mapa mostra mais de trinta opções cursos de pós-graduação em cinco áreas de estudo que oferecem bolsas integrais ou parciais para brasileiros. Aulas começam no segundo semestre de 2015

Universidade de Yale, nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)

Universidade de Yale, nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)

Bianca Bibiano e Luana Massuella, na Veja on-line

Nessa época do ano, as principais universidades da Europa e dos Estados Unidos abrem inscrições para os processos seletivos de bolsas de estudo para cursos de pós-graduação. Os programas podem cobrir desde uma parte das despesas universitárias até os gastos pessoais do estudante durante a estadia no exterior. “As bolsas de estudos têm sido um grande atrativo para os brasileiros, que são bem recebidos nas universidades devido às suas qualificações acadêmicas, facilidade de entrosamento, perfil de liderança, iniciativa e criatividade”, diz Anna Laura Schmidt, coordenadora de projetos da Fundação Lemann, instituição que financia bolsas de estudos em universidade de ponta, como Harvard, Stanford e Yale, nos EUA.

As vantagens para a carreira do profissional que estuda no exterior vão além da formação acadêmica. “O aprimoramento do idioma, a troca de experiência com estudantes de outras nacionalidades e a vivência em outro país resultam em amadurecimento pessoal e profissional”, diz Leonardo de Souza, diretor-executivo da empresa de recrutamento de executivos Michael Page.

Além do programa Ciência Sem Fronteiras, que oferece bolsas de estudos no exterior para estudantes e profissionais das áreas de engenharia, ciências e tecnologia, a maioria das universidades na Europa e nos Estados Unidos investe em programas de internacionalização e oferece bolsas de estudos para pessoas da América Latina, África, Ásia e Oriente Médio em diversas outras carreiras. Em alguns cursos, cerca de 25% dos estudantes não são nativos.
Participar desses programas, contudo, não é tão simples. Cada universidade tem seu próprio sistema de seleção, que inclui etapas que vão desde a análise dos documentos até entrevistas pessoais ou por webconferência e que começam cerca de seis meses antes do início do curso. Para ajudar estudantes na procura por uma bolsa, o site de VEJA fez uma seleção de 30 cursos de mestrado, doutorado e MBA que oferecem bolsas integrais ou parciais.

Como se inscrever — A inscrição para os programas de bolsa é feita em duas etapas paralelas: a admissão na universidade e a obtenção da bolsa. Isso porque as bolsas são ofertadas por fundações ou grupos de apoio que financiam estudos, como a Fundação Lemann e o Instituto Ling, ambos brasileiros. Além disso, também é possível concorrer pelo processo interno nas universidades, que oferecem bolsas parciais de acordo com o currículo do candidato.

Para ser selecionado na universidade, o primeiro passo é escolher um curso de interesse. No mapa elaborado por VEJA.com, é possível escolher programas de bolsas de estudo em cinco áreas: negócios, saúde, educação, direito e ciências humanas. Depois, é preciso saber qual curso se enquadra melhor no perfil do candidato. Para isso, basta clicar no nome da universidade no mapa. No site de cada universidade, o candidato encontra informações detalhadas sobre as áreas de estudo priorizadas em cada instituição de ensino e sobre os programas de pesquisas em andamento.

Os processos seletivos são feitos apenas pela internet. Para isso, serão necessários: cópias digitalizadas de diploma universitário; histórico do curso com as notas obtidas em cada disciplina; documentos pessoais; currículo e cartas de recomendação, em inglês, de profissionais ou professores universitários; e certificado de fluência em inglês, que pode ser TOEFL ou IELTS, dependendo da universidade.

É importante atentar para o período de inscrição para envio de toda a documentação necessária. As entrevistas pessoais ou por telefone e outras solicitações serão feitas nos meses seguintes, após o fim do prazo. “Diferente da pós-graduação no Brasil, em que existe uma seleção quantitativa para seleções de bolsas de estudo, no exterior a seleção é mais qualitativa, baseada nos objetivos do profissional, no histórico acadêmico e na sua capacidade de mostrar liderança”, explica Anna Laura. As entrevistas são usadas para detalhar esses aspectos e para comprovar a fluência em inglês do candidato.

Feira divulga vagas na Europa — Entre os dias 29 e 30, os interessados em estudar na Europa podem entrar com em contato com representantes de  diversas universidades na feira Euro-Pós, que acontece no Centro de Eventos São Luiz, em São Paulo. Promovida pelas instituições de fomento ao ensino superior da França (Campus France), Alemanha (DAAD – Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) e Holanda (Nuffic – Organização Neerlandesa para a Cooperação Internacional no Ensino Superior), o evento contará com a participação de países como Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Reino Unido, Irlanda, Hungria, Suíça, Holanda, Alemanha e Itália.

“Será uma oportunidade para que os estudantes interessados em cursos superiores na Europa conheçam mais sobre a instituição onde desejam estudar. Serão 85 expositores entre universidades europeias e instituições oficiais de informação”, afirma Silvia Bauer, coordenadora de marketing do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico. A feira tem entrada gratuita e fica aberta das das 14h às 19h. Para mais informações, acesse o site do evento.

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J.K. Rowling anuncia que terminou de escrever roteiro de filme derivado de Harry Potter

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Longa "Animais fantásticos e onde habitam" contará histórias da Hogwarts pré-Harry Potter

Longa “Animais fantásticos e onde habitam” contará histórias da Hogwarts pré-Harry Potter

“Animais fantásticos e onde habitam” é baseado em um dos livros didáticos exigidos na fictícia escola Hogwarts

Publicado no Divirta-se [via Diário de Pernambuco]

Boa notícia para os órfãos de Harry Potter! A escritora J.K. Rowling anunciou recentemente que já terminou de escrever o roteiro do longa Animais fantásticos e onde habitam, ambientado no mesmo universo dos bruxos, e que as filmagens já tem até data para começar! Baseado em um dos livros didáticos exigidos pela escola Hogwarts, o longa chega aos cinemas em 2016, com as filmagens começando já no início de 2015.

A trama acompanha as aventuras do bruxo Newt Scamander em busca de descobrir e catalogar as espécies fantásticas do mundo Harry Potter como dragões e hipogrifos. Vale lembrar que a história se passa 70 anos antes da saga de Harry, Ron e Hermione, então dificilmente veremos um retorno do trio de heróis. David Yates (Harry Potter e as relíquias da morte) assume mais uma vez a direção.

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Segundo Unesco, mais de 60 milhões de meninas estão fora da escola

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Segundo Unesco, mais de 60 milhões de meninas estão fora da escola

Publicado no Bonde

Estimativa feita pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura) presume que 65 milhões de meninas estejam fora da escola. Segundo o relatório Global Educação para Todos, em países da África e da Ásia, o caso é mais grave.

Desses números, 31 milhões de garotas deveriam frequentar o ensino primário (considerado nosso ensino fundamental) – 4 milhões a mais do que meninos em idade escolar. Entre elas, 17 milhões não devem voltar à sala de aula.

Nigéria (5,5 milhões), Paquistão (mais de 3 milhões) e Etiópia (mais de um milhão) têm estimativas de mais de um milhão de meninas fora das escolas.

“Garantir que as meninas permaneçam na escola é uma das formas mais eficazes de evitar o casamento infantil e a gravidez precoce”, afirma a Unesco. Na África Subsaariana, uma em cada oito meninas se casa com menos de 15 anos.

Ainda de acordo com o relatório, no ensino secundário (o ensino médio), outras 34 milhões de meninas estão fora da escola em todo o mundo. Além disso, dois terços dos 774 milhões de analfabetos no mundo são mulheres.

Em 10 países do mundo, menos da metade das meninas mais pobres já foram à escola. Na Somália, 95% das garotas pobres nunca estiveram em uma sala de aula. No Níger, esse número é 78%.

“Sem uma mudança radical por parte dos governos a fim de dar a estas crianças e jovens a educação de que precisam, elas terão negada a igualdade de oportunidades no trabalho e na vida para sempre”, segundo o relatório Global.

Para mudar essa realidade

A paquistanesa Gulalai Ismail, 16 anos, fundou ao lado da irmã, em 2002, a ONG Aware Girls. A organização oferece suporte à meninas e mulheres do Paquistão acesso igualitário à educação, ao trabalho, à saúde e a outros serviços públicos.

Na Índia, a Educate Girls tenta levar as meninas de volta à escola. “Nós dizemos ‘se ela tiver um filho e tiver que levá-lo ao hospital, ela vai precisar ler a receita médica’. Sendo escolarizada, vai poder cuidar melhor do seu filho”, explica.

A Camfed (Campaign for Female Education) auxilia no suporte à meninas que queiram estudar no Zimbábue, Zâmbia, Gana, Tanzânia e Malawi. A organização já ajudou mais de 1,2 milhão de crianças a frequentar as aulas.

Como auxílio, houve reforço da paquistanesa Malala Yousafzai, 17, a ganhadora do prêmio Nobel da Paz. Por defender a educação para meninas, Malala foi atingida na cabeça pelos talibãs em 2012.

“Os extremistas estavam e estão assustados com livros e lápis. O poder da educação os assusta. Eles estão com medo das mulheres. O poder da voz das mulheres os assusta”, disse Malala em 2013 ao discursar na ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York. (Com informações UOL)

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A Descola aposta em cursos livres online

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A Descola aposta em cursos livres online e quer quadruplicar de tamanho em 2015

Adriano Silva, no Projeto Draft

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Los cinco amigos da Descola: Gustavo Paiva, Caio Casseb, Atair Trindade, André Tanesi e Daniel Pasqualucci

Saca só essa turma.

André Tanesi era colega de Caio Casseb e de Atair Trindade, na ESPM, em São Paulo. Todos eles se formaram em Publicidade em 2006.

Caio fundou a Scoop&Co, em 2012, com Alessandra Garrido e Daniela Baronni. A Scoop&Co é uma empresa de pesquisas de consumidor que se dedica a realizar “projetos de cocriação de produtos e ideias de comunicação entre consumidores e empresas”.

Atair Trindade é, desde junho de 2013, gerente de planejamento da Muta.to, empresa que produz conteúdo para marcas e que atua junto à agência de propaganda JWT. Antes, passou pelas áreas de planejamento da David The Agency, da F/Nazca e da Riot.

André Tanesi também foi colega de Daniel Pasqualucci, administrador, formado pela Faap em 2007, e de Gustavo Paiva, no colégio Pueri Domus. Daniel é sócio de André na agência digital 4Now, que ambos fundaram em 2009, em São Paulo, atendendo clientes pequenos, como agências de turismo, oficinas mecânicas e fundos de investimento.

E Gustavo Paiva também se formou em Publicidade na ESPM e trabalha no marketing da Fitness Brasil.

Todos eles têm 29 anos – menos Gustavo, que tem 30.

Descola

Daniel Pasqualucci e André Tanesi tocando a lojinha em evento do SEED, em Minas Gerais

“A gente queria fazer cursos livres que fossem mais rápidos e mais baratos. Que em vez de custar 2 mil reais, custassem 100 reais”, diz André. “Um dia, conversando, chegamos à conclusão de que o caminho mais rápido para termos os cursos que queríamos fazer era nós mesmo produzi-los”.

Nascia ali a Descola, cujo slogan é – “Uma escola desconstruída. Aprenda mais. Aprenda diferente. Aprenda agora”. Segundo André, “a ideia não surgiu como um negócio, mas como um desejo de ter à disposição os serviços que aquele negócio ofereceria ao mercado. Nossa vontade inicial era aprender em cursos com menos blablablá e com mais mão na massa – nossa ideia, no início, não era nos tornarmos empreendedores da educação”.

Essa conversa na mesa do bar aconteceu em 2011. Em meados daquele ano, a Descola estreou oficialmente com um curso de gamificação ministrado por Rafael Kenski, em São Paulo, para 50 pessoas.

Dois ou três meses depois veio um curso de Open Data, ministrado pela WebCitizen, também em São Paulo. Participaram 30 pessoas.

O terceiro curso da Descola foi sobre cerveja artesanal e aconteceu já em 2012, com Pedro Meneghetti, da Have a Nice Beer e com o apoio da Cervejaria Urbana. Participaram 30 pessoas.

Os cursos duravam de duas e três horas, custavam 60 reais, e eram itinerantes: aconteceram no The Hub, num estúdio de música, na Vila Madalena, em São Paulo, e no escritório da Webcitizen.

Os cinco amigos organizaram uma página para a Descola no Facebook e a comunidade começou a crescer. Bruno Stefani, executivo do Itaú, participou de um curso na Descola e os chamou para estruturar um curso on-demand, dentro do banco, sobre Desconstrução, em 2012. Em seguida, eles foram chamados também para organizar um curso sobre Design Thinking para o Discovery Channel, junto com a Escola de Design Thinking.

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André Tanesi no encerramento do programa de aceleração que o levou a viver e trabalhar em Minas Gerais por 6 meses

“Aí sentamos para discutir aonde iríamos com a Descola”, diz André. “Percebemos que havia um problema em fazer um curso às 20h na Av. Paulista: o cara pagava e muitas vezes não conseguia chegar. Pedidos começaram a chegar para fazermos cursos em outras cidades”. Foi assim que começaram a flertar com a ideia de oferecer cursos livres online, que pudessem nacionalizar a produção de conhecimento dos cursos livres, que acontecia presencialmente e somente nas principais capitais do país.

“Ao mesmo tempo, as referências de educação à distância que pesquisávamos eram muito caretas. Eram aulas filmadas. Aí sacamos que podíamos gerar uma experiência virtual diferenciada, com recursos de edição, inserção de caracteres, divisão em módulos curtos”, diz André. O grande benchmarking para eles foi o General Assembly. “Quando vimos o jeito dinâmico como eles empacotavam o conhecimento, decidimos que era daquele jeito que queríamos fazer”, diz André.

Foi assim que assumiram o online como a grande vocação da Descola, com vídeo-aulas que fossem narrativas audiovisuais, e não só um professor olhando fixo para uma câmera travada. A plataforma online foi ao ar em abril de 2013, como uma aposta de que o presencial não era necessário e de que era possível gerar uma experiência virtual melhor do que o que havia à disposição no Brasil.

A plataforma custou 100 mil reais – parte desses recursos foram aportados em serviços pela 4Now, cuja estrutura foi sendo lentamente direcionada para atender a Descola. Junto com a plataforma, surgia o CNPJ da nova empresa. A Descola já estava em ponto de não-retorno.

“Do Bar ao Mercado”, quase uma referência ao modo como a própria Descola surgiu, foi o primeiro curso oferecido online. Era um curso gratuito que reunia três empreendedores – Renato Russo, da GreenTee, Flavio Pripas, da Fashion.me, e Pedro Meneghetti, da Have a Nice Beer, falando exatamente sobre empreendimentos que surgem numa mesa de bar. “Era um teste para o nosso modelo. O nosso beta. E duas mil pessoas fizeram o curso”, diz André.

Em seguida, montaram o primeiro curso pago – “Redes Sociais para Pequenos e Interessantes Negócios” –, ministrado por Flávio Vieira e Bruno Brandão. “O curso custava 99 reais, tinha 1h30min de duração e nós vendemos 100 cursos, ministrados pelo pessoal da Riot”, diz André.

A Descola queria crescer. E rápido. Então eles inscreveram a empresa no programa de aceleração do governo de Minas Gerais, o Seed (Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development). Foram um dos 40 eleitos, entre 1 400 inscritos, para participarem da segunda turma do Seed, que foi acelerada entre maio e novembro de 2014.

Foi aí que André e Daniel viraram definitivamente a chave da 4Now para a Descola. Eles se mudaram para Minas e passaram a dedicar 80% do seu tempo à empresa. Os demais sócios ainda se dedicam às suas outras atividades e participam de reuniões semanais para discussão do negócio.

“Nós queríamos, a princípio, produzir 16 vídeos até o final do ano com os 80 mil reais que o Seed oferecia. Essa era a nossa motivação inicial. Mas rapidinho percebemos que o menos importante ali era a grana”, diz André. “A metodologia de aceleração fez muita diferença para a gente. A oportunidade de refletir sobre nossa empresa, nosso produto, nosso modelo de negócios. Estar incubado com outros 80 empreendedores num ambiente de inovação. Tudo isso foi muito rico”.

O Seed é um programa equity free – não fica com participação nas empresas aceleradas. A contrapartida, para a Descola, foi participar de eventos de difusão de empreendedorismo em Minas. “O programa se encerrou na quinta passada, com um Demo Day”, diz André. “Gostamos tanto que estamos aplicando agora para outros dois processos de aceleração: o StartupChile, que oferece 50 mil dólares e que também é equity free, e o StartupBrasil, que oferece até 200 mil reais, como subvenção do governo federal, e que direciona a sua empresa para uma das aceleradores pré-selecionadas, que podem fazer aportes adicionais na startup e ficar com entre 8% e 15% do negócio”.

A Descola tem hoje seis cursos disponíveis online. Descontruindo a Sustentabilidade (gratuito), Mídias Sociais para Pequenos e Interessantes Negócios (hoje a 59 reais), Design para Novos Contextos (39,90 reais), Pedro Almodóvar – Labirinto de Paixões (59 reais), Do Bar ao Mercado (gratuito) e Arquitetura de Conteúdo (99 reais).

Até o fim de 2015, a Descola pretende ter 50 cursos postos no ar. E terminar 2016 com 100 cursos online. “Em 2015, queremos quadruplicar o faturamento sobre 2014 e chegar a 1,5 milhão de reais. Para 2016, nosso objetivo é fechar o ano com receitas de 2,3 milhões de reais”, diz André.

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Livro reconstitui golpe militar de 1964 em forma de história em quadrinhos

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Publicado por Folha de S.Paulo

Nesta terça (25) será lançado o livro “O Golpe de 64″, parceria entre o jornalista Oscar Pilagallo e o ilustrador Rafael Campos Rocha, ambos colaboradores da Folha.

É a primeira vez que a história do golpe militar de 1964 é contada por meio de quadrinhos.

Imagem do livro "O Golpe de 64" de Oscar Pilagallo e Rafael Campos Rocha - Reprodução

Imagem do livro “O Golpe de 64″ de Oscar Pilagallo e Rafael Campos Rocha – Reprodução

O livro parte do suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, e percorre os anos de instabilidade política que se seguiram à morte do presidente e culminaram com a ascensão dos militares —que, uma década depois, depuseram o presidente João Goulart e instauraram uma ditadura que durou vinte anos.

O GOLPE DE 64
LANÇAMENTO ter. (25), às 18h30, na Livraria da Vila, r. Fradique Coutinho, 915, tel. (11) 3814-5811
AUTORES Oscar Pilagallo e Rafael Campos Rocha
EDITORA Três Estrelas
QUANTO R$ 34,90 (120 págs.)

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