Bertrand Brasil lança “Mais poderosa que a espada”, de Jeffrey Archer

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Cadorno Teles, no Mundo Hype

Uma bomba é instalada no transatlântico Buckingham, no dia de sua viagem inaugural pelas águas do Atlântico. O atentado, encomendado por agentes do IRA, tinha por objetivo provocar um estrago irreparável no navio para que a Barrington Shipping, comandada por Emma Clifton, fosse à falência, mesmo que isso custasse a vida de inocentes. Por sorte, os danos são minimizados e Emma e os prioritários do navio conseguem contornar a situação. O jeito é encobrir o acidente, mas isso não impede que alguns passageiros façam perguntas.

As consequências do atentado vão além e Emma precisa lidar com a crise que se instala na diretoria. Os segredos que envolvem o episódio abrem a brecha necessária para que uma velha inimiga da família, Lady Virgínia Fenwick, tente mais uma vez destruir a vida de Emma. Enquanto isso, Harry, seu marido, tem suas próprias preocupações, que surgem quando o que parece uma viagem simples a Moscou para uma palestra literária se torna algo bem mais complicado… e perigoso. Os livros da série As crônicas de Clifton guardam uma saga familiar que atravessa gerações, levando os leitores às docas da Inglaterra operária, às devastações da Primeira Guerra, às ruas da Nova York dos anos 1940 e à eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Jeffrey Archer é nome assíduo nas listas de best-sellers do mundo inteiro. Entre seus romances, destacam-se Falsa Impressão, Filhos da Sorte e O Quarto Poder. Os pecados do pai é o segundo volume de “As crônicas de Clifton”. Considerada a obra mais ambiciosa de Archer em quatro décadas como escritor, a série é uma jornada poderosa que se estende por cem anos de história. Para saber mais, acesse: www.jeffreyarcher.co.uk

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Série inspirada em A Bússola de Ouro terá James McAvoy no elenco

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Reprodução/FOX

Renan Lelis, na Poltrona Nerd

O canal BBC One confirmou que James McAvoy (Fragmentado) está se juntando ao elenco da série inspirada em A Bússola de Ouro, saga literária de Philip Pullman.

O ator irá interpretar Lorde Asriel, personagem vivido por Daniel Craig no filme de 2007.

No elenco também estão Dafne Keen (Logan) como a protagonista Lyra Belacqua. Clarke Peters (Treme) e Lin-Manuel Miranda (Hamilton).

A saga Fronteiras do Universo é composta pelos livros A Bússola de Ouro, A Faca Sutil eA Luneta Âmbar. Os livros ficaram famosos pela polêmica religiosa e o assunto que abordam, como ateísmo e perda da inocência infantil. Uma adaptação do primeiro livro foi lançada em 2007 com Dakota Blue Richards, Nicole Kidman e Daniel Craig nos papeis principais.

Tom Hooper (O Discurso do Rei) será produtor executivo e showrunner da série. Ele também deve dirigir alguns dos oito episódios da temporada.

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Nancy Drew e a Escada Secreta | Primeira foto do set mostra Sophia Lillis como a protagonista

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Filmagens começaram nesta semana

Mariana Canhisares, no Omelete

As filmagens de Nancy Drew e a Escada Secreta já começaram e a primeira foto do set já mostra a atriz Sophia Lillis, conhecida pela adaptação mais recente de It: A Coisa, como a protagonista. Confira (via Coming Soon):

Baseado na série de livros infantojuvenis da escritora Mildred Wirt Benson, o longa acompanhará a observadora estudante Nancy Drew, que se depara com uma assombração e, com a ajuda de seus amigos, decide desvendar esse mistério.

Ellen DeGeneres, Jeff Kleeman e Chip Diggins serão os responsáveis pela produção, enquanto Wendy Williams será a produtora executiva. Katt Shea comanda o longa, que tem roteiro de Nina Fiore e John Herrera. Por enquanto, não há previsão de estreia.

Lançado em 1930, Nancy Drew e a Escada Secreta era o segundo volume da série. A obra já foi adaptada para os cinemas em 1939, num longa dirigido por William Clemens e estrelado por Bonita Granville.

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Companhia das Letras antecipa inédito de Philip Roth no Brasil

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O escritor Philip Roth em retrato feito em Nova York em setembro de 2010 (Eric Thayer/Reuters)

Com a morte do mestre americano, ‘Quando Ela Era Boa’, livro publicado em 1967 nos Estados Unidos, ganha primeira versão no país um mês antes do previsto

Maria Carolina Maia, na Veja

Foi adiantado em um mês o lançamento de Quando Ela Era Boa (tradução de Jorio Dauster, 352 páginas, 59,90 reais), romance lançado por Philip Roth em 1967, nos Estados Unidos, e ainda inédito no Brasil. O livro sai dia 26 de junho pela Companhia das Letras, editora do americano, morto dia 22 de maio, por aqui.

Para quem é atraído pela tese de que Philip Roth era um autor misógino, Quando Ela Era Boa pode interessar: o título é o único do escritor protagonizado por uma mulher, Lucy Nelson, que viu seu pai, um alcoólatra, ser preso quando era criança e então decidiu romper com a chamada vida pequeno-burguesa em uma pequena e provinciana cidade do Meio-Oeste americano, nos anos 1940.

Traumatizada pela experiência com o pai e convencida de que a “bondade” é uma doença, Lucy se dedica a transformar os homens à sua volta, como o mimado marido Roy, em uma missão que, no limite, pode representar sua própria ruína.

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Estudo alemão revela que séries de televisão reduzem nível de leitura

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Segundo a pesquisa, serviços de streaming como a Netflix substituem os livros como passatempo com frequência
Foto: Divulgação

 

O número de pessoas que compram livros na Alemanha caiu cerca de 18% entre 2013 e 2017, indicou o estudo

Publicado no JC Online

Você está viciado em sua nova série favorita da Netflix, enquanto aquele romance na sua mesinha de cabeceira está acumulando poeira?

Muitas pessoas estão nessa situação, segundo um estudo alemão publicado nessa quinta-feira (7), que mostra a redução “dramática” dos leitores de livros, porque as pessoas gastam mais tempo na internet.

O número de pessoas que compram livros na Alemanha caiu cerca de 18% entre 2013 e 2017, indicou o estudo, realizado a pedido da Associação de editores e livreiros alemães.

A queda foi ainda maior, de 24% a 37%, entre as pessoas de 20 a 50 anos, o grupo etário que dedica mais de três horas por dia à internet.

“Há cada vez mais pressão social para reagir constantemente e estar ligado para não ficar para trás” na internet, indica Alexander Skipis, chefe da Associação, em um comunicado que acompanha o estudo, intitulado “Compradores de livros, aonde estão indo?”.

Serviços de streaming como a Netflix, com suas séries de televisão dignas de maratona, estão “exercendo uma grande atração”, e com frequência substituem os livros como passatempo, acrescentou.

Os resultados do estudo são sombrios para a leitura em um país que se orgulha de seus níveis nesse campo e é a sede da maior feira de livros do mundo.

O estudo, para o qual a empresa de pesquisas GfK entrevistou 25.000 pessoas, revela que a crença de longa data de que um de cada dois alemães é um comprador de livros já não é algo atual.

No ano passado, apenas 44% dos alemães de mais de dez anos, ou seja, 29,6 milhões de pessoas, compraram um livro.

Mas em um ponto mais favorável para a indústria, o estudo mostrou também que os que continuam sendo devoradores de livros estão lendo e comprando mais que antes.

O cliente médio comprou 12 livros no ano passado, mais que os 11 de 2013. A quantidade total de compra média subiu de 117 euros a 137 euros.

A história é similar para os E-books, pois os clientes diminuíram 8% entre 2016 e 2017, a 3,5 milhões, mas a quantidade de títulos comprados por pessoa cresceu.

Em reação aos resultados, a Associação de editores e livreiros indicou que pode aproveitar a oportunidade para apresentar os livros como um antídoto ante o frenesi atual do mundo digital.

“O público busca se desconectar”, acrescentou Skipis. Todos os grupos de idade estão tomando uma atitude “muito positiva” ante os livros.

Alguns dos entrevistados fizeram sugestões sobre como incorporar melhor os livros em sua vidas.

Isso vai desde aplicativos que façam recomendações personalizadas até encontros entre leitores e autores para tornar a experiência de leitura mais interativa, ou colocar os livros em lugares inesperados, como academias de ginástica.

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