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Criador de Game of Thrones revela qual sua maior decepção com a série de televisão

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Catelyn Stark em Game of Thrones

Pedro Vieira, no Observatório do Cinema

Apesar de ter contribuído para o desenvolvimento da série de televisão de Game of Thrones, o autor dos livros da franquia, George R.R. Martin, não escondeu que possuí algumas ressalvas e decepções com a adaptação televisiva.

Durante uma entrevista à Esquire China, o escrito revelou qual personagem do livro que não está na série, ele gostaria de ter visto na adaptação. “No livro, os personagens podem ser ressuscitados. Depois Catelyn [Stark] é ressuscitada como Lady Stoneheart, ela se torna uma assassina vingativa e sem coração. No sexto livro, continuo a escrevê-la” disse o autor, deixando explícito que queria que a versão ressuscitava de Catelyn tivesse aparecido no programa.

O interessante, porém, será saber qual a importância da personagem no livro e como isso modifica a narrativa em relação ao que foi visto na série de televisão.

Nenhum detalhe em relação a trama da 8ª temporada de Game of Thrones foi revelado até o momento, mas a série recentemente filmou sua maior sequência de ação até o momento.

Enquanto os fãs tentam decifrar como será o final de Game of Thrones, o ator Joe Dempsie já revelou que nenhum teoria até o momento teria conseguido descobrir o fim da franquia.

Sendo uma das séries mais populares da história, Game of Thrones ainda recebeu uma homenagem de uma fã engenheira, que usou nome de personagens para nomear ruas de um loteamento – veja aqui.

Game of Thrones retorna para sua oitava e última temporada em 2019.

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Red Hot Chili Peppers: autobiografia de Flea será lançada em setembro

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Foto: Anderson Carvalho

Publicado na Radio Rock

O baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, terá sua autobiografia, batizada de”Acid for the Children”, lançada no dia 25 de setembro.
“O icônico baixista e co-fundador do Red Hot Chili Peppers finalmente conta sua fascinante história de vida, que mostra como um rato de rua de Los Angeles transformou-se em uma estrela do rock mundial”, diz o material de divulgação da Grand Central.

O início da amizade entre Flea e Anthony Kiedis, pouco antes da formação dos Chili Peppers, promete ser um dos trechos mais interessantes da obra de 400 páginas, que também abordará suas experiências com drogas pesadas.

O baixista havia revelado em 2014, numa entrevista para a Time, que trabalhava num livro sobre sua vida. Flea lembrou, naquela ocasião, que a descoberta da música como um jovem problemático provavelmente salvou sua vida. “Eu estava correndo na rua, roubando, invadindo casas, usando drogas… A única coisa que me manteve num caminho correto foi a música. A única razão pela qual eu fui para a escola foi porque eu gostava de tocar na banda”, revelou.

A expectativa sobre o lançamento de “Acid for the Children” é muito grande, já que Anthony Kiedis lançou sua autobiografia, “Scar Tissue”, em 2004, que tornou-se um dos livros do gênero mais cultuados.

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Sai no Brasil ‘O Romance Luminoso’, obra póstuma do uruguaio Mario Levrero

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Mario Levrero (1940-2004), autor de ‘O Romance Luminoso’ – El País

Livro trata de escritor em bloqueio criativo e se tornaria o trabalho mais cultuado do autor

Sylvia Colombo, na Folha de S.Paulo

Há uma máxima no meio da crítica literária latino-americana que sugere que os argentinos produzem os melhores contistas; os chilenos, os melhores poetas; e os uruguaios, os melhores escritores estranhos.

Mario Levrero (1940-2004), ao lado de seu conterrâneo Felisberto Hernández (1902-1964), seria um dos mais famosos entre estes últimos.

Sua estranheza estaria ligada ao experimentalismo com a linguagem e a relação com o surrealismo.

“Creio que meu pai concordaria com essa classificação, embora questionasse o que seria, então, a normalidade. Sempre foi um escritor muito intuitivo; o que pensava, sonhava, experimentava lhe saía como literatura”, afirma seu filho, Nicolás Varlotta, em entrevista à Folha em um café de Buenos Aires.

Sai agora no Brasil “O Romance Luminoso” (Companhia das Letras), obra póstuma do autor, lançada em 2005. Tida como seu romance mais famoso, é estranho desde seu formato.

O longo prólogo (mais de 400 páginas) é uma espécie de diário em que conta como, apesar de ter recebido uma bolsa da fundação Guggenheim, em 2000, para desenvolver o projeto antigo de um romance, não consegue escrever uma linha do livro.

Em vez disso, conta detalhes da vivência de seu dia a dia, o que inclui suas atividades domésticas, questões de logística cotidiana, uma pormenorizada descrição de sua atividade de procrastinação –ao mesmo tempo propondo questionar a rápida passagem do tempo diante de um romance cuja escrita talvez seja impossível concluir.

Ao final, as cento e poucas páginas que compõem o romance propriamente dito são praticamente as mesmas do projeto abandonado mais de 20 anos antes e cujo propósito da bolsa era desenvolver.

“Ele teve anos muito produtivos no início”, diz o filho de Levrero. “Eu particularmente prefiro seus primeiros livros, curtos, mais imaginativos. Depois que ganha essa bolsa, parece que tem a sensação de que perdeu a inspiração e se propõe então a refletir sobre isso”, explica.

Varlotta reconhece que “O Romance Luminoso” se transformou na obra mais conhecida do pai, mas crê que sua produção anterior também merecia ser tão reconhecida quanto esse livro, que se transformou em “cult” nos últimos tempos.

obra acabada

“Claramente a primeira parte se transformou em algo mais importante que o projeto do ‘Romance Luminoso’ em si, que só aparece no final”, diz à Folha o escritor e crítico Elvio Gandolfo. “Mas ele gostou do resultado e queria que saísse assim”, frisa o argentino, que conheceu Levrero.

“Não é uma obra inacabada. Ele fez várias correções e entregou ao editor assim como chegou aos leitores.”

E acrescenta: “Seus outros livros saíram como um raio; neste, se nota que passou por outro processo mental.”

Levrero passou a maior parte da vida em Montevidéu, mas foi em longas temporadas em Buenos Aires que se sentiu mais acolhido.

Tanto Gandolfo como Varlotta contam a anedota de que, no Uruguai, Levrero não era reconhecido nas ruas.

Porém, uma vez, quando entrou num café de Buenos Aires, foi abordado pelos autores argentinos Rodolfo Fogwill (1941-2010) e Miguel Briante (1944-1995), que vieram cumprimentá-lo e a chama-lo de “mestre”.

“Ele não era de frequentar os cafés, os encontros literários, mas Buenos Aires lhe deu mais espaço e mais tranquilidade para escrever, além de mais reconhecimento, ainda que num círculo restrito”, diz Varlotta.

Durante sua vida, interrompida por um aneurisma, Levrero não recebeu o reconhecimento que vem tendo agora, com suas obras reeditadas e traduzidas.

“Creio que, entre outros fatores, deve-se ao fato de ele nunca ter querido ser um escritor político, numa época em que isso era predominante”, diz Varlotta.

“Ele não gostava de comportamentos em massa, embora se posicionasse contra a ditadura [que no Uruguai durou de 1973 a 1985] e tivesse ajudado pessoas que estavam sendo perseguidas. Mas suas preocupações eram outras, ele queria permanecer longe da política.”

Durante a maior parte de sua vida, Levrero teve pouco dinheiro. Primeiro, trabalhou num sebo que montou com um amigo no centro de Montevidéu. Depois, praticamente sobreviveu de bolar palavras-cruzadas e outros jogos que vendia para revistas.

Apenas no fim da vida, com algum retorno de seus livros e com oficinas literárias que começou a dar, obteve certa estabilidade.

Nesse quadro veio a bolsa da fundação Guggenheim —que, se por um lado o livrou dos apuros econômicos, por agravou uma crise criativa. Ao final, contudo, o fez escrever aquele que se transformaria em seu livro mais famoso.

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9 livros que estão em alta para incluir na sua lista de leitura

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De autobiografias a crônicas, poemas e obras que viraram filme

Juliane Romanini, no UOL

O mercado literário não para de lançar novidades para os apaixonados por narrativas reais ou fictícias. São dezenas de obras que tomam conta das prateleiras das livrarias e catálogos online, mas há sempre algumas que se sobressaem e conquistam a atenção do público – seja por seus personagens, história, autor ou assunto discutido .

Pra aqueles que procuram boas sugestões para passar o tempo ou simplesmente agregar conhecimento, veja 9 livros que estão em alta em 2018 :

Fome


Foto: Reprodução/Instagram @1livronovo | Reprodução/Instagram @globolivros / ObaOba

Roxane Gay sofreu abuso sexual aos 12 anos de idade e manteve esse segredo por muito tempo, um acontecimento que impactou (e impacta até hoje) sua vida. Após o ocorrido, a autora começou a lidar com vários problemas em relação ao seu corpo, e é neste livro autobiográfico intitulado ‘Fome’ que ela se abre de uma maneira profunda e sincera. Ao longo das páginas, Gay conta um pouco sobre sua batalha com a comida e julgamento alheio a fim de ajudar mulheres que estão em uma briga constante com si mesmas.

A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se


Foto: Reprodução/Site Livraria Cultura / ObaOba

Há quem diga que praticar o otimismo 24 horas por dia não é a melhor opção para ser bem sucedido na vida – e aliás, uma dessas pessoas é Mark Manson . No livro ‘A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se’ , o autor tenta aconselhar seus leitores sobre prioridades, estresse diário, angústias da vida moderna e até mesmo sobre inveja de um jeito descontraído. Para Manson, uma das maiores questões da vida é saber entender os seus limites e trabalhar de um jeito criativo uma verdade universal: você não é tão especial quanto pensa. A obra é uma ótima bíblia para lidar com fracassos, decepções e expectativas.

Outros Jeitos de Usar a Boca


Foto: Reprodução/Instagram @planetadelivrosbrasil | Reprodução/Instagram @planetadelivrosbrasil / ObaOba

Fenômeno mundial, Rupi Kaur já provou que seu dom mais natural de todos é se expressar através da poesia. A escritora, que é feminista assumida, fala sobre traumas, cura e abusos – assuntos que antes não eram tratados com a devida importância pelo mercado de livros . Kaur se torna uma amiga próxima através de suas palavras e toca profundamente até mesmo quem não tem um lado sentimental aguçado. A canadense, que nasceu na Índia, já tem dois livros lançados: ‘Outros Jeitos de Usar a Boca’ e ‘O Que o Sol Faz com as Flores’.

Textos Cruéis Demais para Serem Lidos Rapidamente


Foto: Reprodução/Instagram @textoscrueisdemais / ObaOba

Enquanto o imediatismo e a predominância de textos curtos aumenta entre as preferências da sociedade, o coletivo Textos Cruéis Demais para Serem Lidos Rapidamente luta contra isso. Conteúdos extensos, assuntos complexos e cutucadas em sentimentos frágeis são as principais características do grupo e do livro lançado por eles. É com calma e paciência que você irá digerir os textos cheios de alma e atitude da obra.

Na Minha Pele


Foto: Reprodução/Site Companhia das Letras | Reprodução/Instagram @olazaroramos / ObaOba

Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em ‘Na minha pele’ Lázaro compartilha episódios íntimos e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismo, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.

Atenção Plena


Foto: Reprodução/Site Saraiva / ObaOba

Ansiedade, estresse e exaustão são apenas algumas das características que impactam diretamente no foco e qualidade de vida do ser humano. Através do livro e o CD com meditações, o leitor terá a oportunidade de se libertar da pressão cotidiana e lidar com os problemas e dificuldades de uma maneira mais leve e menos torturante. Além disso, a obra ‘Atenção Plena’ explica de uma forma consistente o porquê da técnica mindfulness, que muitos consideram um estilo de vida, ser tão vantajosa e eficiente para os tempos atuais.

Propósito


Foto: Reprodução/Site Saraiva | Reprodução/Instagram @sriprembaba / ObaOba

Entre as diversas indagações mundanas do ser, a dúvida da existência terrena é uma das que mais fomentam sentimentos nas pessoas. Afinal, o crescimento individual de cada um é um caminho que precisa ser percorrido exatamente para quê? Em ‘Propósito’, Sri Prem Baba acalma a alma do leitor através de seus ensinamentos e dons naturais de enxergar a vida de uma forma ‘fora da caixa’. Ao longo dos capítulos, o mestre espiritual explica a essência do amor e porque é preciso cultivá-lo acima de tudo.

A Parte que Falta


Foto: Reprodução/Instagram @companhiadasletras / ObaOba

O livro ‘A Parte que Falta’ busca por completude e faz o leitor refletir sobre relacionamentos com a poesia singela de Shel Silverstein. O protagonista desta história é um ser circular que visivelmente não está completo: falta-lhe uma parte. Ao sair à procura do pedaço que lhe falta pelo mundo, ele acaba percebendo que a felicidade não está no outro, mas em nós mesmos.

O Conto da Aia


Foto: Reprodução/Site Saraiva / ObaOba

Escrito em 1985, o romance distópico ‘O conto da Aia’ , da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão (tornando-se propriedade do governo) e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump.

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Mary Shelley | Assista ao trailer da origem de Frankenstein

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Mary Shelley nos contará como uma história de amor inspirou a criação de um dos maiores best-sellers da história.

Flavia Viana, no Mundo Hype

Elle Fanning dará vida a Mary Shelley, mulher responsável pela criação dessa obra literária que desde 1818 é vendida e é sucesso, tendo inspirado peças de teatro, filmes, séries e outros livros, ficando ao lado de Drácula e Médico e o Monstro na prateleira de clássicos. O livro, além de tudo o que representa, é um dos primeiros passos da ficção científica que conhecemos hoje.

Maisie Willians, a Arya de Game of Thrones, também está no elenco. Douglas Both também está no longa.

O filme chega aos cinemas americanos no dia 25 de maio. O longa é dirigido por Haifaa Al Mansour.

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