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Firefly ganhará série de livros canônicos, mas não voltará para a TV

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Bruna Dolores, na Poltrona Nerd

Firefly, a série de TV favorita dos fãs de Joss Whedon, está programada para continuar como uma série de romances canônicos. Firefly teve apenas 14 episódios, mas a série atraiu um culto de seguidores, os quais sempre demonstraram interesse em ver a história de Firefly ganhando uma continuação nas telinhas. Apesar do elenco ter ido fazer outros projetos, eles sempre são questionados se voltariam aos antigos papéis.

Agora, parece que os fãs poderão ver mais histórias do universo de Firefly, mas não da maneira como esperavam. A Titan Books e a 20th Century Fox Consumer Products se juntaram para lanças uma série de romances de Firefly. O próprio Whedon estará voltando para esse mundo e atuando como diretor e consultor. Whedon tem sido bastante cauteloso ao trazer Firefly de volta, temendo que não alcançasse as expectativas, mas definitivamente concordou com esse projeto.

Cada um dos primeiros três livros focará em um personagem diferente. Big Damn Hero de Nacy Holder mostrará o Capitão Malcolm Reynolds sendo “sequestrado por um bando de Browncoats veteranos”. The Magnificent Nine de James Lovegrove mostrará Jayne recebendo “uma ligação angustiada de sua ex Temperance McCloud” o que leva a equipe para uma aventura em um planeta distante. E a terceira, Generations de Tim Lebbon, mostrará River Tam e a “descoberta da locação de uma nave arca legendária que trouxe os humanos da Terra para o Universo”

Os livros serão considerados canônicos e isso levantou muitas questões. Em 2005, Whedon revisitou o universo de Firefly ao lançar o filme Serenity. O filme se passa alguns anos após a série, Serenity trouxe de volta uma série de personagens. Parece que esses romances mostrarão a jornada dos personagens entre a série e o filme. O filme deixou os fãs com muitas questões e esperamos que os livros possam responde-las. Pelo menos, eles reintroduzirão os leitores a um complexo e sofisticado futuro, uma espécie de bang bang de ficção científica misturado com cultura chinesa.

É claro que a Titan Books está super animada. A editora Cat Camacho disse em uma entrevista para a EW:

“Eu estou animada por estar trazendo histórias novas e oficiais aos fãs do programa que tem continuado a crescer em popularidade ao longo dos anos, encontrando novos públicos de uma forma sem precedentes. Firefly é um título único e a Titan Books está animada em se tornar parte do legado da série”

Camacho está correta. Apesar de Firefly ter tido baixa audiência quando a série estava no ar, os fãs têm se reunido em torno do programa desde então. O cancelamento de Firefly é visto como um dos piores erros da Fox e existe uma incessante pressão para que a emissora relance a série. Infelizmente, com Firefly continuando como uma série de livros, torna essa possibilidade ainda mais remota.

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Escritor de Os 13 Porquês é expulso de associação literária por assédio sexual

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Pedro Prado, no Pipoca Moderna

Jay Asher, autor do best-seller “Os 13 Porquês”, foi expulso de uma organização proeminente de escritores após sofrer acusações de assédio sexual.

Lin Oliver, diretora executiva da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças, disse à Associated Press na segunda-feira (12/2) que Asher violou o código de conduta da associação. Ele foi banido no ano passado, mas a notícia só veio à tona com a ascensão do movimento #MeToo. Asher e o premiado ilustrador David Diaz, que também foi expulso da organização, foram mencionados com freqüência em um recente tópico de comentários no School Library Journal sobre assédio no universo da literatura infantil.

“Tanto Jay Asher quanto David Diaz foram enquadrados por terem violado o código de conduta da Sociedade em relação ao assédio”, escreveu Oliver num email enviado ao site The Hollywood Reporter. “As denúncias contra eles foram investigadas e, como resultado, eles não são mais membros e nem aparecerão em eventos da Sociedade no futuro”.

As editoras de Asher e Diaz não tiveram nenhum comentário, nem os casos que causaram as expulsões foram publicamente detalhados.

Asher disse à BuzzFeed News na segunda-feira que ele saiu voluntariamente da associação e se sentia como se tivesse sido “jogado sob um ônibus”. “É muito assustador, quando você sabe que as pessoas não vão acreditar em você”, disse ele. “Eu me sinto muito em conflito sobre isso, por causa do que está acontecendo na cultura, a respeito de quem se acredita e quem não se acredita”.

Além da expulsão da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças, Asher também teve a participação numa conferência da Federação de Escritores de Oklahoma cancelada. “O Sr. Asher negou as acusações, mas, no final, entendeu nossa decisão de seguir uma direção diferente”, disse a diretora de relações públicas da federação, Jennifer McMurrain.

“Os 13 Porquês”, primeiro livro de Asher, foi adaptado numa série bem-sucedida da Netflix, produzida pela cantora Selena Gomez. Com o título original de “13 Reasons Why”, a produção fez tanto sucesso que ganhou encomenda de uma 2ª temporada, embora toda a história do livro já tenha sido contada. Além do tema central de suicídio adolescente, a série também inclui passagens de agressão e assédio.

A Netflix não respondeu aos contatos do THR sobre se as alegações contra o escritor afetariam o status da série.

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Consultas online provocam mudanças nas bibliotecas, que agora são usadas como salas de estudo

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Sala vazia. Falta espaço no campus universitário americano; a solução foi a de remover parte do rico acervo Foto: Michael Rubinkam/AP

 

Estudantes abandonam as estantes em favor do material de referência virtual

Michael Rubinkan, no Estadão

INDIANA, PENSILVÂNIA – Uma biblioteca sem livros? Não é bem assim, mas, como os estudantes abandonaram as estantes em favor do material de referência online, as bibliotecas universitárias estão querendo se livrar de milhões de volumes não lidos em uma limpeza de nível nacional, o que deixa profundamente perturbados alguns estudiosos amantes da palavra impressa.

As bibliotecas estão armazenando os livros, contratando revendedores ou simplesmente reciclando-os. Há um número cada vez maior de livros na nuvem, e as bibliotecas estão se unindo para garantir que cópias impressas sejam mantidas por alguém, em algum lugar. Ainda assim, isso nem sempre cai bem junto aos acadêmicos que praticamente vivem na biblioteca e argumentam que as grandes coleções, sempre disponíveis, são vitais para a pesquisa.

“Ninguém está realmente à vontade com isso”, disse Rick Lugg, diretor executivo da OCLC Sustainable Collection Services, que ajuda as bibliotecas a analisar suas coleções. “Mas, sem acesso a recursos infinitos para lidar com isso, trata-se de uma situação que precisa ser enfrentada”.

Na Universidade Indiana da Pensilvânia (IUP), as prateleiras da biblioteca transbordam com livros que recebem pouca atenção. Como uma empoeirada monografia sobre desenvolvimento econômico na Escócia vitoriana. Ou almanaques internacionais de televisão de 1978, 1985 e 1986. Um livro cujo título, Finanças Pessoais, parece relevante até que se veja a data de publicação: 1961.

Como quase metade da coleção da IUP ficou sem ser consultada durante 20 anos ou mais, então os administradores da universidade decidiram que deveria ser realizada uma grande limpeza. Usando o software do grupo de Lugg, eles apresentaram uma lista inicial de 170 mil livros que devem ser analisados para possível remoção.

Os professores que ganham a vida graças ao conteúdo das estantes manifestaram sua indignação diante do fato.

“Uma ideia incrivelmente mal concebida” e “uma facada no coração”, escreveu Charles Cashdollar, professor emérito de história, em carta ao reitor e ao pró-reitor. “Para os humanistas, jogar fora tais livros é tão devastador quanto seria para outras pessoas o bloqueio do laboratório ou do estúdio ou fechar as portas da clínica”.

Embora tal depuração sempre tenha ocorrido nas bibliotecas, os especialistas dizem que a situação está complicada. As finanças são um fator. Entre funcionários, despesas gerais e outros gastos, custa cerca de US$ 4 manter cada um dos livros na prateleira por um ano, de acordo com um estudo de 2009. Espaço é outro fator a se acrescentar. As bibliotecas simplesmente estão ficando sem espaço.

E, claro, a digitalização de livros e outros materiais impressos afetou dramaticamente a forma como os alunos pesquisam. A circulação vem diminuindo há anos.

As bibliotecas dizem que precisavam evoluir e fazer melhor uso de valiosos imóveis no campus. Estudantes ainda se reúnem na biblioteca. Mas eles a usam de maneiras diferentes. As estantes de livros estão dando lugar a salas de estudo em grupo e centros tutoriais, locais para trabalhos artesanais e cafeterias, já que as bibliotecas tentam se reinventar para a era digital.

“Somos uma espécie de sala de estar do campus”, disse a bibliotecária da Universidade Estadual do Oregon, Cheryl Middleton, presidente da Associação de Bibliotecas Universitárias e de Pesquisa. “Não somos apenas um depósito.”

É uma mudança radical. Até recentemente, o valor de uma biblioteca era medido pelo tamanho e alcance de seu acervo. Alguns acadêmicos ainda veem isso dessa maneira.

Na Universidade de Syracuse, centenas de professores e estudantes se opuseram a um plano para depositar livros num local a quatro horas de distância do campus universitário. A escola terminou construindo sua própria instalação de armazenamento para 1,2 milhões de livros, perto do campus.

Na IUP, uma universidade estadual a 96 quilômetros de Pittsburgh, a faculdade reagiu com inquietação depois que as autoridades escolares anunciaram um plano para descartar mais de um terço dos livros.

Cashdollar argumentou que a circulação é um indicador pobre do valor de um livro, uma vez que os livros são frequentemente consultados, mas isso não foi conferido. Reduzir substancialmente a coleção de livros impressos de uma biblioteca também ignora o papel do acaso na pesquisa, quando se procura um livro nas prateleiras, mas se tropeça em outro, que leva a uma nova visão ou abordagem, dizem Cashdollar e outros críticos.

“Nós vamos jogar fora quantos deles for possível para que a biblioteca continue funcionando, o que não é uma boa estratégia”, disse Alan Baumler, professor de história da IUP. “Eles dizem que querem mais áreas de estudo, mas acho difícil acreditar que não exista outro lugar para os alunos estudarem”.

O projeto da biblioteca refere-se mais à responsabilidade na administração dos recursos do estado do que a um esforço para liberar espaço, disse o diretor Timothy Moerland. Mas ele compreende a paixão de seus colegas.

“Existem alguns que jamais se sentirão à vontade com a ideia de que qualquer livro seja abandonado à sua própria sorte”, disse ele.

As bibliotecas dizem que o objetivo é tornar as suas coleções mais relevantes para os estudantes, ao mesmo tempo em que certifica que os materiais menos importantes não fiquem perdidos na história. Um grande repositório digital chamado HathiTrust tem encomendas de 50 bibliotecas para manter mais de 16 milhões de volumes impressos. Outros 6 milhões foram preservados pelo Eastern Academic Scholars ‘Trust, consórcio de 60 bibliotecas do Maine à Flórida.

Um comitê de faculdades da IUP está revisando o que Moerland chama secamente de a “lista na mira” para garantir que obras importantes permaneçam nas prateleiras. O número final de livros a serem removidos ainda não foi determinado, mas a escala potencial está facilmente à disposição. Os bibliotecários afixaram grandes adesivos vermelhos na lombada dos volumes listados.

Alguns estudantes dizem que se preocupam com a falta de prazo se tiverem que esperar por um livro que a biblioteca já não possui. Outros, como a novata de 19 anos, Dierra Rowland, dizem que estão a favor.

“Se ninguém os está lendo”, ela disse, “qual é o sentido de mantê-los?” / TRADUÇÃO DE CLAUDIA BOZZO

NÚMEROS

170 mil livros devem ser analisados para uma possível remoção da Universidade da Pensilvânia, dividindo a opinião dos professores e alunos, sendo que os últimos dizem que não se importam, pois não são lidos

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George R.R. Martin confirma que As Crônicas de Gelo e Fogo terão apenas 7 livros

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Bruna Dolores, no Poltrona Nerd

A pesar dos rumores de um oitavo volume, George R.R. Martin confirmou que As Crônicas de Gelo e Fogo consistem em apenas sete livros. Os fãs da série Game Of Thrones e dos livros na qual ela é baseada estão esperando ansiosamente pelo próximo lançamento em cada uma das plataformas.

Do lado televisivo, Game of Thrones voltará para sua última temporada em algum ponto de 2019. Felizmente as filmagens estão a todo vapor e fotos das locações tem nos provocado e apresentado alguns pontos da história. Por conta do programa de TV nós sabemos que Jon e Cersei se confrontarão durante a oitava temporada. É claro, dado o estado que as coisas acabaram no ano passado, é não surpresa que os dois governantes irão se estranhar. Mas se isso os distrairá da ameaça maior dos Outros e seu dragão de gelo ainda teremos que aguardar para saber.

Já do lado literário, os leitores estão aguardando há sete anos para que Martin entregue The Winds of Winter. O sexto livro da série já foi especulado por muito tempo, mas os fãs já desistiram de esperar que ele saia antes da série de televisão acabar. E Martin falou sobre ele ser o penúltimo dos livros em uma discussão em seu LiveJournal.

“Eu não considero As Crônicas de Gelo e Fogo uma série, é uma única história sendo publicada em (nós esperamos) sete volumes. Para sua informação, Tolkien não estava escrevendo uma série quando ele escreveu O Senhor dos Anéis. Ele escreveu um grande romance e sua editora o dividiu em três partes, nenhuma delas se sustenta sozinha”

Como confirmado, apenas sete livros estão no plano. Dito isso, ele deixa a ideia de que a série de livros certamente expandiu além de sua visão inicial. Ele poderia produzir novos contos para uma audiência pequena, mas dedicada, porém o sucesso de Game of Thrones significou mais pressão sobre Martin para lançar novos materiais.Não apenas isso, mas finalizar algo tão épico quanto esse conto parece ser muito mais difícil do que escrever o miolo dele.

Martin também tem estado bastante ocupado. Além de escrever e editar livros de outros autores, ele está ajudando a adaptar pelo menos uma das séries derivadas de Game Of Thrones. Seu livro Nightflyers vai virar série de TV também, apesar disso ele disse que não estará diretamente envolvido. Então pode ser o que o próximo livro ainda demore um pouco para sair. Além disso, quando ele finalmente chegar, ainda não saberemos quando o sétimo e último livro será lançado, ou seja, ainda vamos ter que esperar muitos anos até finalmente conhecermos o final de As Crônicas de Gelo e Fogo.

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É Carnaval! Devo estudar ou relaxar hoje?

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Hoje é a segunda-feira, mas também é Carnaval: é hora de correr com os estudos ou aproveitar para descansar a mente para o ano que vem por aí?

Publicado no Universia Brasil

É Carnaval! Devo estudar ou relaxar hoje?

Hoje é a segunda-feira, mas também é Carnaval: é hora de correr com os estudos ou aproveitar para descansar a mente para o ano que vem por aí?

Manter o ritmo de estudos ou simplesmente “abandonar” os livros e aproveitar o “feriadão” de Carnaval para descansar?

Se a segunda opção for a sua escolha, há o risco de bater aquele peso na consciência frente aos compromissos com vestibular, universidade ou cursos técnicos que deixam o seu calendário recheado.

Hoje é segunda-feira, mas, embora seja início da semana, os eventos carnavalescos estão por toda parte. O clima festivo deixa o estudante ainda mais confuso e o questionamento não sai da cabeça: é Carnaval! Devo estudar ou relaxar hoje?

Confira, abaixo, algumas sugestões para balancear as duas coisas e avalie qual você considera melhor seguir.

Desacelerar é uma opção

Alguns especialistas não aconselham alterar a rotina de estudos. Entretanto, ponderam que o estudante deve refletir sobre o seu cronograma. Assim, uma alternativa é aproveitar o feriado de Carnaval para desacelerar.

Exemplo: encurtar de quatro para duas horas o tempo dedicado aos livros. A redução vai propiciar um momento de lazer no final do dia ou à noite. Daria até para pular Carnaval ou mesmo pegar um barzinho com os amigos.

Evite dormir e acordar muito tarde

Para não cessar a rotina de estudos e também não prejudicar a saúde, a recomendação é evitar abusos. Se você deseja manter-se empenhado no aprendizado, tente não dormir nem acordar tão tarde.

Mesmo mantendo o ritmo habitual dedicado aos livros, não deixe de separar um tempinho do seu dia para descansar. Maratona de estudos desnecessária pode prejudicar o nível de concentração e capacidade de assimilar o conteúdo estudado.

Ampliar os estudos com o tempo livre

Há quem tire proveito dos feriados para ampliar os estudos. No Carnaval, contudo, não há de ser diferente. Para atingir os objetivos no vestibular ou na universidade é preciso empenho e dedicação. Sem esforço, os resultados não são alcançados.

Portanto, se você se encaixa nesse perfil sabe que qualquer tempo livre pode fazer a diferença para atualizar o conhecimento.

Sendo assim, mantenha seus métodos nessa segunda-feira de Carnaval: continue com os exercícios, simulados e leituras de revistas e jornais para ficar atualizado.

A decisão é sua!

Independente das dicas trazidas neste texto, a decisão de estudar ou descansar no Carnaval é exclusivamente sua! Afinal, cada um sabe as dificuldades que têm e como lidar com elas.
Se você traçou um bom planejamento de estudos ao longo do ano, fique tranquilo e aproveite a folia, nunca deixando de lado, entretanto, os cuidados com a sua saúde.

Fonte: Shutterstock

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