Passageiro clandestino – Diário de vida

Harry Potter ganha personagens em versão Anime

0

Harry-Potter-Anime-1-760x400

Paula Ramos, no Poltrona Nerd

Você pode não saber disso, mas os livros de J.K. Rowling, Harry Potter, ainda fazem sucesso no mundo todo. Caso não saiba, descubra que os filmes baseados nos livros também são bem famosos por aí.

O que você talvez ainda não saiba é que la do outro lado do mundo, os livros e filmes são tão populares que produtos de merchandising ainda estão sendo desenvolvidos! Não, não apenas capas de livros, DVDs, etc…mas literalmente versões diferentes dos personagens dos filmes, e umas das mais legais até agora é a versão anime japonesa dos personagens dos filmes. São super famosas no mercado japonês!

Saiba que não são artes feitas por fãs para estampar camisetas nerds, mas essas figuras animes são oficialmente licenciadas pela Warner Bros no Japão. Elas serão vistas em pôsters, broches, adesivos, chaveiros, e outras coisas que irão fazer até a ida para escola (que infelizmente não é Hogwarts ) mais legal. As figuras estarão também, aparentemente, em cartões (de crédito, entre outros ), que é de onde vem as imagens da nossa galeria abaixo.

É uma pena que tenhamos apenas as imagens, mas não custa ter esperança de que serão transformadas em um manga completo. Quem não iria querer ver uma versão anime do Bicuço voando por aí ? Outra notícia ruim é que esses produtos só estarão disponíveis no Japão, pelo menos até o momento.

Harry-Potter-Anime-4

Harry-Potter-Anime-2

Harry-Potter-Anime-3

Harry-Potter-Anime-1-760x400

 

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

TJ-RJ proíbe venda e divulgação de ‘Mein Kampf’, autobiografia de Hitler

3

Juiz acatou pedido do MP e pediu busca e apreensão do livro. Legislação brasileira criminaliza a divulgação de ideias e símbolos nazistas.

Publicado no Portal O Dia

dsc_1026-11454524877O juiz Alberto Salomão Junior, da 33ª Vara Criminal da Capital, determinou nesta quarta-feira (3) que sejam proibidas a comercialização, exposição e divulgação do livro “Mein Kampf – Minha Luta”, autobiografia de Adolf Hitler, escrito em 1925 pelo líder nazista. A ação cautelar foi ajuizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Quem descumprir a decisão terá que pagar multa de R$ 5 mil.

Mandados de busca e apreensão já foram expedidos. Diretores de livrarias em que ocorrem as buscas serão nomeados como os depositários dos livros apreendidos. O juiz deu o prazo de cinco dias para que as livrarias e seus representantes legais apresentem resposta.

“É importante destacar que o Supremo Tribunal Federal já se pronunciou sobre o tema, oportunidades em que se posicionou pela tutela das garantias das pessoas humanas em detrimento de atos discriminatórios e incentivadores de ódio e violência”, lembrou o juiz, na sentença.

De acordo com o juiz Alberto Salomão Júnior, o livro incita práticas de intolerância contra grupos sociais, étnicos e religiosos e recorda que a discriminação à pessoa contraria valores humanos e jurídicos estabelecidos pela República, o que justificaria a proibição da obra.

“Registre-se que a questão relevante a ser conhecida por este juízo é a proteção dos direitos humanos de pessoas que possam vir a ser vítimas do nazismo, bem como a memória daqueles que já foram vitimados. A obra em questão tem o condão de fomentar a lamentável prática que a história demonstrou ser responsável pela morte de milhões de pessoas inocentes, sobretudo, nos episódios ligados à Segunda Guerra Mundial e seus horrores oriundos do nazismo preconizado por Adolf Hitler”, avaliou o juiz.
Fonte: G1

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Escolas de MS vão testar ensino sem provas e aulas

0

Publiado em UOL Educação.

a-escola-estadual-waldemir-barros-da-silva-foi-selecionada-para-participar-do-projeto-piloto-1454000103377_615x300

A Escola Waldemir Barros da Silva foi selecionada para participar do projeto-piloto

As aulas em duas escolas públicas de Mato Grosso do Sul não serão divididas por disciplinas. Os alunos também não terão provas e os professores serão orientadores de estudo. Saem as lições expositivas e entra o método de pesquisa, onde cada aluno avança de acordo com a sua velocidade de aprendizado.

“Os dados apresentados nas avaliações de larga escala, como o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), demonstram que o sistema de ensino não dá mais conta das necessidades de nossos estudantes e também da sociedade contemporânea”, diz a secretária de Estado de Educação, Maria Cecilia Amendola da Motta.

“Não teremos aulas e sim tempos de estudos, onde os estudantes serão orientados pelos professores das diversas áreas de conhecimento para o desenvolvimento de suas pesquisas e aprendizagens. A organização dos tempos de estudos será flexível, porém com o tempo delimitado de 8 horas diárias”, disse a secretária.

Segundo a pasta, os alunos vão partir de problemas para buscar soluções nos livros didáticos e demais materiais de estudo. Cada escola também vai desenvolver práticas e orientações de estudo de acordo com a demanda e as necessidades locais.
Quanto a forma de avaliação, a secretaria disse que “se dará sobre a produção diária do estudante, será contínua, diagnóstica, formativa e preventiva”.

Para testar o modelo, a Secretaria de Educação afirma que fez um levantamento prévio da estrutura física e dos recursos humanos (gestores e professores) das escolas de ensino médio da rede. Algumas escolas foram visitadas e duas foram selecionadas para a implantação da educação integral: a Waldemir Barros da Silva, no bairro das Moreninhas, e a Manoel Bonifácio Nunes da Cunha, no Jardim Tarumã.

O objetivo, diz a secretária, é que o modelo seja implantado em outras unidades que queiram fazer a mudança. “Essa implantação será um processo gradativo, pois, necessitamos proporcionar formação para toda a comunidade escolar”, afirma.

Críticas ao projeto

O modelo é inspirado na Escola da Ponte, do professor português José Pacheco, mas há quem critique a sua forma de implantação na rede estadual de MS. Seria necessário mais treinamento de professores, diretores e funcionários, e a adaptação de alunos que já vieram do ensino tradicional e deficiente pode ser complicada. É o que acredita a professora Angela Costa, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

“A proposta da Escola da Ponte é espetacular, eles estudam sozinhos, as crianças trabalham juntas, mas para implantar isso é um processo”, diz a professora. “Eu não acredito nessa proposta. Primeiro, o professor José Pacheco tinha que estar aqui, ele é o autor da metodologia. Ele vai orientar a implantação do projeto? Se não for, eu não acredito”, disse Costa.

Em MS, o projeto tem a supervisão do professor Pedro Demo, aposentado da UnB (Universidade de Brasília).

“Essa proposta exige muito estudo por parte do aluno, mas se o professor não tiver a formação adequada, não adianta”, afirma Costa. A secretaria diz que os professores das escolas selecionadas participam, desde outubro do ano passado, de capacitações virtuais e presenciais.

Outro ponto importante para a implantação da proposta, diz Costa, é que os alunos vêm de um ensino deficitário. “A criança vem de um ensino péssimo e, se vem mal do fundamental, a proposta não vai dar conta de resolver todos os problemas”. As duas escolas selecionadas para participar do projeto não alcançaram as notas médias em nenhuma das habilidades do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2015.

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Lygia Fagundes Telles é a primeira mulher brasileira indicada ao prêmio Nobel de Literatura

0

n-LYGIA-large570

Luciana Sarmento, no Brasil Post

A escritora Lygia Fagundes Telles, autora de clássicos como As Meninas e Ciranda de Pedra, foi indicada ao prêmio Nobel de Literatura. O nome da autora foi encaminhado nesta quarta-feira (3) pela União Brasileira de Escritores (UBE) à Academia Sueca e foi eleito por unanimidade pelos seus membros, de acordo com informações do UOL.

“Lygia é a maior escritora brasileira viva e a qualidade de sua produção literária é inquestionável”, afirmou o presidente da UBE, Durval de Noronha Goyos, em nota à imprensa.

Nascida em São Paulo, Lygia foi eleita para a Academia Brasileira de Letras em 1985 e recebeu o Prêmio Camões, o mais importante da literatura de língua portuguesa, em 2005. Suas obras já foram traduzidas para o alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, polonês, sueco e tcheco.

Ariano Suassuna, Jorge Amado, João Cabral de Melo Neto e Ferreira Gullar estão entre os brasileiros que já foram indicados ao Nobel de Literatura ou tiveram seus nomes sondados. Nenhum deles, no entanto, levou o prêmio. Lygia é a primeira mulher brasileira a entrar nessa lista.

O anúncio do vencedor deve acontecer em outubro deste ano em Estocolmo, na Suécia. O prêmio de 2015 foi para a bielorrussa Svetlana Alexievich.

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Professor do Mato Grosso é primeiro brasileiro a concorrer ao Global Teacher Prize, o “Nobel” da Educação

0

professor-mario-andrade-800

Suzana Camargo, no Conexão Planeta

Filho de uma professora, Márcio Andrade Batista (em meio aos colegas, na foto acima) mora em Barra dos Garças, município a pouco mais de 500 km de Cuiabá. Quando não está ensinando em sala de aula, gosta de conversar com a esposa, brincar com seu cachorro e ler. Mas Márcio tem pouco tempo livre porque está extremamente comprometido em mudar e melhorar a educação brasileira e disseminar a importância da sustentabilidade ambiental.

Justamente por esta razão, este professor do Mato Grosso é o primeiro brasileiro a ser indicado ao Global Teacher Prize, premiação anual, criada em 2014 pela Varkey Foundation.

O prêmio, considerado um Nobel da educação, tem como objetivo valorizar a profissão do professor, reconhecendo práticas inovadoras e exemplares nas escolas e desta maneira, inspirando estudantes, comunidades e meio acadêmico.

Batista é um dos 50 finalistas, selecionados entre 8 mil candidatos de 148 países. O grande vencedor vai receber o prêmio de US$ 1 milhão. A disputa será acirrada, pois o brasileiro concorrerá com docentes de países com realidades tão diferentes como Paquistão, Índia, Estados Unidos, México, Reino Unido, Quênia e Polônia.

Nascido em Marília, o professor é graduado em Engenharia Química pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado na mesma área. Atualmente dá aulas na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Barra do Garças, e também trabalha voluntariamente com alunos do ensino médio no interior do estado. Uma de suas principais preocupações é que, em locais remotos do Brasil, os estudantes têm enorme dificuldade em obter acesso à pesquisa científica – principalmente meninas, vinda de famílias pobres.

Além de promover a iniciação científica, o professor estimula o estudo e uso de produtos típicos do Cerrado em seus trabalhos com os jovens estudantes. Um de seus projetos, em que o soro de leite foi utilizado para enriquecer nutricionalmente a massa de pão, sua aluna acabou recebendo o Prêmio Jovem Cientista. Nunca antes um estudante do Mato Grosso tinha ganho este prêmio.

Márcio Batista já coleciona diversos troféus na área acadêmica. Mas nada igual ao Global Teacher Prize. Para este, foi indicado pelo projeto com o baru, castanha típica da região, que foi transformada em farinha para ser usada como complemento alimentar. O pesquisador acredita que é preciso investir no potencial econômico e social de espécies locais.

O resultado do Global Teacher Prize será anunciado em março, numa cerimônia em Dubai. Por e-mail, o professor do Mato Grosso deu esta breve entrevista ao Conexão Planeta:

Qual a importância de se utilizar elementos naturais do país na sala de aula para estimular estudantes?
Primeiro e mais importante é a sustentabilidade. Estudantes precisam interagir com os meios ambiental e social onde vivem. Segundo, valorizar as riquezas naturais do Brasil, ajudando a criar (mais…)

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Go to Top