LOUCAS POR ELES

Persistência ajuda ou atrapalha? Confira esses 4 aspectos que influenciam o aprendizado

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Publicado no Amo Direito

Quando você estava prestes a começar um novo curso, mal conseguia conter a empolgação. Contudo, logo nas primeiras aulas, mudou de ideia. Por quê? Embora a teoria mais imediata afirme que talvez suas expectativas não tenham sido atingidas, a ciência mostra que talvez os mecanismos que em tese estimulariam os estudos podem estar, na verdade, inibindo-os. Confira quais são eles e como isso ocorre a seguir:

Insistência
Costuma-se falar que se você não está compreendendo a disciplina, a solução é persistir nos estudos até que ela faça sentido. Entretanto, a neurociência sugere que este método pode causar mais frustração do que de fato aprendizado. Explica-se que focar nos estudos insistentemente é benéfico apenas a longo prazo, para que o aluno continue desenvolvendo suas habilidades. Quando se fala de aprendizado a curto prazo, a regra muda. Portanto, caso a matéria não esteja fazendo sentido para você, desligue-se um pouco: faça um intervalo para espairecer e, mais tarde, tente retomar o conteúdo com uma nova abordagem.

100% de acertos
Aprender implica em cometer vários erros até que você tenha compreensão de todas as nuances do conteúdo trabalhado e passe a perceber as proposições corretas sobre o tema. Em outras palavras, tentar ser perfeito quando o assunto é estudar pode te atrapalhar, porque se impede de descobrir mais e mais da matéria a partir dos seus equívocos. Por isso, não tenha medo de errar. Use-os como trampolim para continuar aprendendo.

Colocar o ensino em prática
Assim que se começa a estudar algo novo, o primeiro impulso é querer começar a parte prática antes mesmo de ter qualquer embasamento teórico. Embora muito se aprenda fazendo, os professores têm razão em iniciar os conteúdos trabalhando as ideias e conceitos de maneira mais abstrata. Quando se tem este tipo de compreensão, torna-se mais fácil reagir diante de situações inusitadas quais aquelas habilidades são necessárias. Deste modo, seja paciente. Logo você começará a utilizar seus aprendizados no dia-a-dia.

Coletivo ou solitário?
É comum se pensar que o aluno deve escolher: estudar sozinho ou o fazer em grupo. Porém, por que se limitar a uma modalidade quando elas se complementam? Estude com os amigos para aprender se divertindo e perceber mais facilmente os erros de raciocínio que você pode ter pelo caminho. Depois, sem distrações, foque no que você aprendeu e desenvolva ainda mais suas habilidades.

Fonte: noticias.universia.com.br

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10 atitudes típicas de um viciado em livros

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Edival Lourenço, na Revista Bula

Quanto mais se fala no fim do livro físico, mais aumenta o número de aficionados por livros. A dependência literária chega a ponto de causar síndrome de abstinência e leva o compulsivo a tomar atitudes estranhas, só para criar oportunidades de ficar mais tempo junto a seu objeto de desejos. Em tom de brincadeira, mas baseado em situações reais, foram alinhadas dez atitudes típicas de pessoas realmente viciadas em livros. Se você se enquadrar em seis itens ou mais, já é um caso grave da síndrome e precisa se internar numa clínica detox para bibliomaníacos.

Semanalmente, pede livros pela internet

E fica acompanhando pelo código de rastreabilidade, para ver por onde o livro anda. Quando vê que o livro chegou à sede da transportadora, liga para saber a hora que vai ser entregue, para não correr o risco de o entregador perder a viagem e atrasar o encontro com o objeto de desejo.

Almoça perto do local de trabalho, bem rapidinho

Aproveita o tempo para entrar na livraria ou no sebo e ficar lambendo as novidades ou as relíquias. E, sempre compra alguns. Pergunta ao vendedor se tem o livro tal ou qual. Se não tem, faz encomenda e no dia seguinte começa a cobrar. Mesmo que o vendedor tenha dito que vão chegar só daí a 15 dias.

Compra livros para presentear e toma depois

Em aniversário de parentes e amigos, presenteia com livros. É claro que compra algum livro de que ele mesmo gostaria de ter. Entrega o presente, participa da cerimônia e tal. Distraidamente pega o livro para dar uma olhadinha e ali mesmo lê as orelhas e as chamadas de capa. Aliás, relê, pois já havia lido antes. Diz para o parente ou amigo que o livro realmente é ótimo e que quer ele emprestado depois. O ganhador vê nisso um alívio da obrigação de ler imediatamente e lhe diz que pode ler primeiro, que está com a leitura acumulada e tal. O ledor compulsivo aproveita para levar o livro e não devolve mais. A não ser que seja duramente cobrado.

Compra mais livros do que seria capaz de ler

Embora a intenção seja ler todos os livros que compra, o compulsivo acaba adquirindo livros numa quantidade tamanha que, nem Matusalém, se não fosse analfabeto e gostasse de livros, teria condição de ler. Compra inclusive livros em línguas estranhas, ou línguas que não domina, com o propósito de aprendê-las e curtir a musicalidade do autor no original. Com o tempo, o compulsivo desenvolve a superstição de que lê por osmose e passa a impressão de que já leu todos os livros da biblioteca de Alexandria e do Congresso Americano.

Encaminha a mãe para morar com a irmã no interior

Sob o argumento de que no interior a vida é mais sossegada e o ar é mais puro. Mas na verdade é porque o apartamento já está completamente tomado de livros, e não tem mais onde guardá-los. Aliás, o único lugar que ainda resta é o quarto da mãe. Exatamente o espaço ocupado por ela. Aí o compulsivo negocia com a irmã para levar a mãe para passar uns tempos com ela. Aproveita a oportunidade, desfaz dos objetos da mãe, chama o marceneiro e instala estantes no quarto e organiza a metade dos livros que estavam amontoados.

Não discute futebol em roda de amigos

A não ser, é claro que o assunto futebol faça parte da trama de algum livro. Ir a estádio de futebol, nem pensar. O tempo desperdiçado com deslocamentos, compras de ingressos, permanência no estádio e outras ações correlatas daria para se ler um livro de médio porte. Não é dado a acreditar em assuntos que não estejam devidamente consubstanciados em livros. (mais…)

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David Nicholls: “Detesto livros que pretendem nos dizer como a vida é”

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O autor visitará o Brasil em setembro, na Bienal do Livro do Rio Foto: Chal Shinnie / Divulgação

O autor visitará o Brasil em setembro, na Bienal do Livro do Rio Foto: Chal Shinnie / Divulgação

Leia entrevista com o escritor britânico David Nicholls, autor de “Um Dia” e “Nós”

Alexandre Lucchese, no Zero Hora

Autor do best-seller Um Dia (2009), que se tornou filme estrelado por Anne Hathaway em 2011, o escritor britânico David Nicholls tem data para conhecer o Brasil. No dia 5 de setembro, ele estará na Bienal do Livro do Rio para divulgar seu novo romance, Nós, sobre o qual conversou por telefone com o 2º Caderno.

Nós é um livro sobre o fim de um casamento, mas também é uma narrativa de viagem, pontuada com humor. Foi uma opção consciente falar de um tema pesado com leveza?

Quando comecei como escritor, já escrevia comédias para a TV. A comédia é algo instintivo para mim, mesmo quando escrevo roteiros para projetos sobre temas mais obscuros, como solidão, envelhecimento e fins de relacionamentos. Eu não havia viajado muito até as turnês de promoção de Um Dia (best-seller lançado em 2009). A partir daí, fiquei empolgado para fazer um livro sobre os aspectos difíceis das viagens, que podem ser estressantes e desastrosas.

E também é um modo de dar mais movimento a uma história muito íntima, que poderia ser monótona caso se desenrolasse em um mesmo lugar.

Exatamente. O maior desafio para quem quer escrever sobre amor, família e relacionamento é manter a história empolgante. Há uma grande tradição de comédia sobre o cotidiano na Grã-Bretanha, mas queria escrever algo com aventura, meio épico.

Um Dia virou filme. Você já pensou em escrever uma sequência, transformá-lo em uma série?

Muita gente me pede isso, mas não sei como poderia ser desenvolvida ou melhorada uma história que, para mim, acabou definitivamente. Além disso, Um Dia tem uma estrutura que só pode ser usada uma vez: os capítulos narram um dia a cada ano na vida dos personagens. O que eu poderia fazer para continuar? Escrever o dia de amanhã? Os próximos 20 anos? Isso faz com que não consiga voltar a essa história, por mais que goste dela.

Você também é roteirista. Quando escreve um livro, pensa que ele poderá se tornar filme?

Não. Quando tenho uma história, penso muito para decidir onde funcionará melhor. Há benefícios e problemas diferentes que a ideia terá de enfrentar ao ir para as telas ou se tornar um livro. Na tela, é difícil mostrar as pessoas envelhecendo, por exemplo, e você precisa contar uma história em duas horas. As melhores piadas de um livro não estão nos diálogos, é preciso pensar de que modo podem funcionar na tela. Por outro lado, claro que sou muito influenciado pelo cinema, por isto meus romances têm muito movimento. Mas não acho que livros devem ser tratados como filmes não realizados, e sim como… livros.

Escrever é um modo de encontrar soluções para suas próprias questões?

Nunca encarei a escrita como uma terapia, e certamente nada do que já escrevi me deu alguma resposta. Inevitavelmente escrevemos sobre o que acontece conosco, o que nos assusta e nos mantém acordados à noite, no entanto jamais abordei essas coisas diretamente. Acredito que bons livros nos fazem olhar melhor para nossas perguntas, mas sem trazer respostas. E é bom que seja assim. Detesto livros que pretendem nos dizer como a vida é.

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Depois de Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, Lionsgate vai investir em franquia sobre Júlio César

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Emperor será baseado nos livros de Conn Iggulden.

João Vitor Figueira, no Adoro Cinema

O estúdio Summit Entertainment, subsidiário da Lionsgate, irá produzir o filme Empire, desenvolvido para ser o primeiro longa-metragem de uma franquia que foca na ascenção do imperador romano Júlio César e sua inicial amizade com seu futuro inimigo mortal Marco Júnio Bruto.

A Lionsgate é famosa por produzir as populares franquias Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, baseadas em séries de livros de ficção distópica voltada para adolescentes.

Emperor será baseado nos livros “O Imperador I – Os Portões de Roma” e “O Imperador II – A Morte dos Reis”, do escritor Conn Iggulden, famoso por seus livros de ficção baseados em fatos históricos. A série de livros O Imperador conta ainda com os volumes “O Imperador III – Campo de Espadas”, “O Imperador IV – Os Deuses da Guerra” e “O Imperador V – Sangue dos Deuses”.

No primeiro filme, Júlio e Marco serão mostrados inicialmente em suas infâncias. De acordo com o site Deadline, o filme terá intrigas políticas, batalhas, personagens sedentos por poder e irá explorar situações sexuais, à exemplo da fórmula bem sucedida apresentada na série Game Of Thrones.

O roteiro do filme está sendo escrito por William Broyles Jr (Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo, A Conquista da Honra), Stephen Harrigan (da série de TV Cleopatra), Burr Steers (Orgulho e Preconceito e Zumbis, Como Perder um Homem em 10 Dias) e Ian Mackenzie Jeffers (A Perseguição).

Emperor ainda não tem previsão de estreia.

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Fundação lança primeira biblioteca on-line para cegos do Brasil

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Publicado em Folha de S.Paulo

A Fundação Dorina Nowill para Cegos, de São Paulo, lançou em agosto a primeira biblioteca on-line para pessoas com deficiência visual do Brasil.

Até o final do ano, o acervo deve ter cerca de 4.500 títulos, sendo 700 deles dedicados ao público infantil. Para se ter acesso ao conteúdo, que é gratuito, é preciso fazer o cadastro no site.

As obras estão disponíveis em três formatos diferentes. O primeiro é o livro falado, em que um narrador lê toda a história em voz alta. O segundo é o chamado livro digital Daisy, que tem alguns recursos para facilitar a navegabilidade, como ampliação de tela, soletração e busca de palavras. E o terceiro é o livro em braille –o arquivo é adaptado para a impressão com pontinhos em alto relevo.

O formato de cada livro é definido de acordo com o seu gênero: quadrinhos, por exemplo, costumam ser publicados na plataforma Daisy, que oferece mais possibilidades para o leitor visualizar o conteúdo.

Entre os títulos para crianças estão os clássicos “João e Maria”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Alice no País das Maravilhas”, “Pinóquio”, “O Picapau Amarelo” e “O Pequeno Príncipe”.

A Fundação Norina Nowill também tem um acervo físico de livros para deficientes visuais. A estante virtual pretende ampliar o acesso a esse tipo de obra para famílias e instituições educativas, como escolas e bibliotecas.

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