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Amazon remove livro por ter muitos hífens

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Amazon remove livro por ter muitos hífens

Um livro do autor britânico Graeme Reynolds, editado por profissionais, foi removido da Kindle Store da Amazon devido ao excesso de pontuação, concretamente, pelo uso de demasiados hífens.

Publicado no Diário Digital

Reynolds gastou cerca de 1000 libras (cerca de 1.260 euros) para ter a sua obra editada por uma equipa de profissionais, mas acabou por ter a Amazon a avisá-lo que o livro ia ser retirado da loja.

A obra em causa, «High Moor 2: Moonstruck», estava à venda na plataforma desde Março de 2013, e recebeu mais de uma centena de críticas positivas.

Por isso o autor estranhou quando recebeu um e-mail a 14 de Dezembro a dizer que a obra ia ser removida por causa da «pontuação pobre».

Num comentário num blogue, Reynolds contou que a Amazon contactou-o a queixar-se do número de hífens no seu livro de 90.000 palavras.

No e-mail era explicado como o uso destes hífens excessivos «tinha um impacto significativo na legibilidade do livro» e que por causa disso a Amazon tinha «suprimido o livro por causa do impacto combinado junto dos clientes».

Em resposta à Amazon, Reynolds lembrou que as palavras hifenizadas são uma parte aceite da Língua Inglesa, e até incluiu um link para uma definição do seu uso, mas a gigante online não apreciou o seu sentido de humor.

«Seria cómico, na verdade, se isto não me estivesse a custar dinheiro e se não resultasse em um dos meus livros mais vendidos não estar disponível para nas vésperas de uma das alturas mais concorridas do ano», apontou o autor no seu blogue.

«O que virá a seguir? Vamos começar a ser penalizados por usar palavras com mais de duas sílabas? O semi-colon também está a caminho da extinção? A JK Rowling também vai ter de retirar o Harry Potter and the Half-Blood Prince até resolver a questão do título com hífen? (…)».

O seu post no blogue fez um sucesso tremendo e o livro tornou ontem a ficar disponível na Amazon.

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China constrói universidade parecida com Hogwarts, de ‘Harry Potter’

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Os arquitetos se inspiraram na arquitetura dos castelos da Europa medieval

Os arquitetos se inspiraram na arquitetura dos castelos da Europa medieval

Publicado no Conexão Penedo

China – As imagens de uma nova universidade, construída na província chinesa de Hebei, no Nordeste da China, revolucionaram as redes sociais por mostrar grandes semelhanças com Hogwarts, a escola de magia da saga de livros e filmes de Harry Potter.

Os arquitetos se inspiraram na arquitetura dos castelos da Europa medieval, mas reconheceram que a semelhança com Hogwarts é surpreendente, segundo disseram à emissora estatal chinesa “CFTV”.

Conheça alguns castelos que parecem sair das páginas dos livros de história:

Chamado ‘Castelo de Cinderela’, prédio faz parte do novo campus de belas artes de universidade chinesa, destinado a estudantes de animação  Foto:  Reuters

Chamado ‘Castelo de Cinderela’, prédio faz parte do novo campus de belas artes de universidade chinesa, destinado a estudantes de animação
Foto: Reuters

A nova universidade, situada na cidade de Xinle, não terá aulas de poções ou de defesa contra as artes das trevas, mas faz parte do novo campus de belas artes, destinado a estudantes de animação. Chamada “Castelo de Cinderela”, a estrutura parece ter sido tirada de um conto de fadas e tem, entre outros elementos, uma torre com relógio, várias torres pontudas de estilo gótico e muros altos.

O investimento no complexo, que dará as boas-vindas a seus estudantes no final deste mês, chegou a 240 milhões de iuanes (R$ 109 milhões). Diretor dos três primeiros filmes da saga “Harry Potter”, Chris Columbus também se inspirou em um castelo para recriar Hogwarts. neste caso o Castelo de Alnwick, em Northumberland, na Inglaterra.

Em ‘Harry Potter’, Hogwarts oferece aulas de poções ou de defesa contra as artes das trevas  Foto:  Reprodução Facebook

Em ‘Harry Potter’, Hogwarts oferece aulas de poções ou de defesa contra as artes das trevas
Foto: Reprodução Facebook

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UFRJ abre livraria para universitários em local onde funcionava Bingo

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Livraria Editora UFRJ oferecerá aos leitores cerca de 6 mil títulos (Foto: Divulgação/ UFRJ)

Livraria Editora UFRJ oferecerá aos leitores cerca de 6 mil títulos (Foto: Divulgação/ UFRJ)

Café Universitário abrirá no mesmo local em 2015.
Livraria fica ao lado do Shopping Rio Sul.

Publicado no G1
A Universidade Federal do Rio de Janeiro abriu, nesta terça-feira (16), a Editora UFRJ – Livros Universitários, ao lado Shopping Rio Sul, em Botafogo na Zona Sul do Rio. A livraria, construída no local onde funcionava um bingo, oferecerá aos leitores cerca de 6 mil títulos editados pela própria universidade e por outras editoras universitárias do país.

Segundo o reitor da UFRJ, Carlos Levi, a abertura da livraria é um presente para a universidade. “Ela representa o resgate de uma área que estava degradada, que vinha sendo vilipendiada por usos indevidos e inadequados. Será mais um espaço de cultura e lazer da cidade”, afirmou.

Um Café Universitário também está previsto para ser aberto no local em 2015. Por conta disso, a universidade está preparando um concurso público de arquitetura e urbanismo que, através do Instituto de Arquitetos do Brasil, escolherá um projeto para o lugar.

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Kindle Unlimited, o serviço de aluguel de e-books da Amazon chega ao Brasil

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Kindle Unlimited, o serviço de aluguel de e-books da Amazon chega ao Brasil

Pelo preço de R$ 19,90 por mês, você terá à disposição mais de 700 mil títulos

Felipe Alencar, no Mobile Expert

Na semana passada a Amazon Brasil pegou todos de surpresa ao lançar o serviço Kindle Unlimited no país. Se você não sabe do que se trata, explicamos. O Kindle Unlimited foi lançado em junho nos EUA e, por uma taxa mensal, te permite ler qualquer livro em qualquer um dos dispositivos ou aplicativos Kindle que você tenha em casa. Funciona mais ou menos como o Netflix, só que ao invés de filmes e séries, você tem livros. Não à toa esse serviço foi apelidado de “Netflix dos Livros”.

Nos Estados Unidos os usuários pagam US$ 10 por mês e podem ler quantos livros quiserem. No Brasil, a Amazon fixou o preço da mensalidade em R$ 19,90 o que, se convertido, sai mais barato que a mensalidade praticada na terra do Tio Sam. E, como não podia deixar de ser, você tem um período de testes gratuito de 30 dias antes de efetivamente começar a pagar pelo Kindle Unlimited. A Amazon informa que mais de 700 mil títulos estão disponíveis no serviço. Porém, a grande maioria está em inglês, com alguns títulos em francês, alemão e espanhol. Desses 700 mil livros, apenas 12 mil se encontram em português, dentre eles podemos citar toda a saga Harry Potter, Diário de um Banana 1 e 2; As Crônicas de Gelo e Fogo; Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil e outros.

Kindle Unlimited, o serviço de aluguel de e-books da Amazon chega ao Brasil

Neste começo, porém, as ofertas são poucas e de editoras pouco conhecidas. Todas as grandes e conhecidas editoras, tais como L&PM, Novo Conceito, Objetiva, Planeta, Record, Rocco, Sextante, Companhia das Letras, Intrínseca e Ediouro não fecharam com a Amazon. Pelo menos neste começo. O resultado disso é que nenhum dos livros mais populares atualmente fazem parte do acervo do Kindle Unlimited. Das editoras que fizeram parceria com a Amazon, podemos citar: Gente, Globo, LeYa, PandaBooks, Universo dos Livros, Vergara & Riba (V&R) e Zahar.

A coisa melhora se você dominar o idioma inglês, onde o leque de opções é bem maior, onde temos a saga O Senhor dos Anéis; Jogos Vorazes; 2001: Uma Odisséia no Espaço; contos do Stephen King e uma série de livros não-ficção. Para ler um livro no Kindle Unlimited, basta clicar no botão “Leia de Graça” na tela de compra do livro. Assim, ele automaticamente será baixado para seu dispositivo e estará disponível para leitura. Os livros “alugados” no Kindle Unlimited podem ser sincronizados com até 6 dispositivos, tanto outros aparelhos Kindle, quanto PCs e gadgets rodando iOS ou Android e que estejam com o app Kindle instalados.

Não há prazo de “entrega” do livro. Você pode ficar com ele o quanto quiser. A única limitação é que você só pode “alugar” 10 livros simultâneamente. Se quiser pegar mais, terá que devolver um. Mas acho que ninguém lê 10 livros de uma vez só, né? A tendência é que o número de títulos cresça e o serviço se torne mais atraente com a entrada das grandes editoras.

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Prêmio Nobel da Paz, Malala condena ataque a escola no Paquistão

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Publicado por Folha De S. Paulo

A paquistanesa Malala Yousafzai condenou o ataque do Taleban que matou mais de 100 crianças nesta terça-feira (16) na província de Peshawar, no Paquistão.

“Estou de coração partido por esse ato de terror a sangue frio e sem sentido”, disse a jovem, em um comunicado divulgado por sua assessoria.

“Eu condeno esses atos atrozes e covardes e permaneço unida com o governo e as forças armadas do Paquistão, cujos esforços para solucionar esse horrível acontecimento são louváveis. Ao lado de milhões pelo mundo, eu choro por essas crianças, meus irmãos e irmãs, mas nós nunca seremos derrotados”, afirmou a jovem, de 17 anos.

Malala Yousafzai, 17, durante cerimônias do Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, Noruega

Malala Yousafzai, 17, durante cerimônias do Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, Noruega

Malala recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu ativismo pelo direito a educação de mulheres e crianças quarta-feira passada (10).

Ela, a mais jovem ganhadora do Nobel, foi baleada na cabeça em julho de 2012 justamente por integrantes do Taleban num ônibus escolar, no norte do Paquistão.

Nesta terça, membros do Taleban invadiram uma escola militar em Peshawar e mataram ao menos 126 pessoas.

O grupo luta para implantar um estado com regras islâmicas.

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