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Está curtindo ‘Dois Irmãos’? Relembre outras 5 obras literárias que fizeram sucesso na TV

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Na trama, Zana é mãe de Yaqub (Lorenzo Rocha) e Omar (Enrico Rocha) (Foto: TV Globo)

Na trama, Zana é mãe de Yaqub (Lorenzo Rocha) e Omar (Enrico Rocha) (Foto: TV Globo)

 

Muito antes de Yaqub e Omar, outros personagens da literatura brasileira ganharam as telinhas e o coração do público.

Publicado no Blasting News

'Dois Irmãos' é baseada no livro de Milton Hatoum (via GShow)

‘Dois Irmãos’ é baseada no livro de Milton Hatoum (via GShow)

 

Adaptar livros para as telas é uma fórmula que dá resultados! Os protagonistas de ‘#Dois Irmãos’, os gêmeos Omar e Yaqub, estão dando o que falar, mas não é de hoje que personagens literários dominam a #Televisão. Relembre aqui outros sucessos da TV que nasceram nas páginas dos livros:

‘A Escrava Isaura’ (1976 e 2004)

Baseada no livro homônimo de Bernardo Guimarães, publicado em 1875, e estrelada por Lucélia Santos (versão de 1976) e Bianca Rinaldi (versão de 2004), ‘A Escrava Isaura’ narra a dramática história de uma escrava de pele branca que luta para conseguir a liberdade e escapar do assédio de seu obcecado dono, Leôncio Almeida, que até hoje é lembrado como um dos maiores vilões da teledramaturgia. A obra já foi adaptada duas vezes, ambas alcançando grande sucesso, sendo a primeira versão considerada um clássico das novelas.

‘Cabocla’ (1979 e 2004)

Baseada no livro também homônimo de Ribeiro Couto, publicado em 1931, e estrelada por Glória Pires (versão de 1979) e Vanessa Giácomo (versão de 2004), ‘Cabocla’ gira em torno do romance entre Luís Jerônimo, um jovem rico e mulherengo que vive na cidade, e Zuca, uma moça do interior, a cabocla do título.

‘Gabriela’ (1975 e 2012)

Baseada no livro ‘Gabriela, Cravo e Canela’ de Jorge Amado, publicado em 1958, a #Novela foi estrelada por Sônia Braga na primeira versão e por Juliana Paes na segunda. A trama de ‘Gabriela’ se passa na década de 1920 e tem como tema central uma jovem alegre e muito bela que, fugindo da seca no sertão, chega à cidade de Ilhéus e atrai a atenção de todos.

‘O Cravo e a Rosa’ (2000)

Inspirada na peça ‘A Megera Domada’ de William Shakespeare, escrita em 1593, ‘O Cravo e a Rosa’ é uma comédia ambientada nos anos 1920 e estrelada por Adriana Esteves. A personagem principal é Catarina Batista, uma mulher de gênio forte, à frente de seu tempo, que rejeita a ideia de se casar, mas que acaba tendo que se unir a um homem antiquado chamado Petruchio.

‘A Casa das Sete Mulheres’ (2003)

Inspirada no livro homônimo de Letícia Wierzchowski, publicado em 2002, a minissérie de apenas 51 capítulos conta a história da Revolução Farroupilha, ocorrida no sul do Brasil entre os anos de 1835 a 1845, do ponto de vista das mulheres pertencentes à família de um dos líderes da revolta. Personagens históricos muito conhecidos, como Bento Gonçalves e o casal Giuseppe e Anita Garibaldi tiveram papéis de destaque na trama.

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Jovem monta biblioteca pública em praia de Vila Velha, ES

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Suzana Lordelo Braga monta biblioteca pública na Praia da Costa (Foto: Vitor Jubini/ A Gazeta)

Suzana Lordelo Braga monta biblioteca pública na Praia da Costa (Foto: Vitor Jubini/ A Gazeta)

 

Publicado no Jornal Floripa

Neste mês de janeiro, a tradutora Suzana Lordelo Braga, de 24 anos, marca presença na orla da Praia da Costa, em Vila Velha , Grande Vitória, nas manhãs de terça e quinta. Com mochila nas costas e um carrinho de supermercado cheio de livros, ela implantou uma biblioteca pública nas areias da praia.

A jovem contou que decidiu pela iniciativa porque queria oferecer alternativas gratuitas de leitura para quem passa pela orla. Suzana disse que, como o acesso a livros é difícil, já que muitas vezes eles não são baratos, e as opções de bibliotecas são bem limitadas, ela decidiu emprestar os cerca de 120 obras que arrecadou em dezembro de 2016.

Suzana explica que escolheu a praia para realizar o projeto porque o local é um ambiente democrático, frequentado por pessoas de todas as origens e classes sociais.

“Eu achei que seria legal ser na praia porque, assim, eu consigo ter acesso a todas as comunidades. Às vezes, aquela pessoa que está na periferia fica distante do acesso a esses serviços. Mas a praia é para todos”, falou.

O trabalho feito pela tradutora é voluntário e, atualmente, ela tem se esforçado bastante para conseguir carregar todos os livros que expõe em uma tenda na praia para poder ajudar as pessoas a adquirirem o hábito da leitura.

A biblioteca funciona em uma tenda instalada na orla da Praia da Costa, próximo ao cruzamento entre a avenida Antônio Gil Veloso com a rua Pernambuco, às terças e quintas, das 9h30 às 17h30, com pausa para almoço.

Para pegar um livro emprestado, o interessado deve fazer um cadastro. O empréstimo é de uma semana.

Quem quiser doar livros para o projeto pode levá-los até a tenda nos mesmos dias em que a biblioteca funciona ou buscar pela tradutora Suzana Lordelo Braga no Facebook e oferecer as obras.

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Como montar uma biblioteca para as crianças em casa

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Divulgação/Pixabay

Divulgação/Pixabay

 

Publicado no Bonde

Estimular a leitura desde os primeiros anos de vida traz inúmeros benefícios para a criançada. Além do estímulo à linguagem – tanto oral, quanto escrita -, esse momento em família fortalece a interação e o vínculo entre pais e filhos, aumenta o repertório cultural dos pequenos, a criatividade, a compreensão, o armazenamento de informações e o resgate de memórias passadas.

Pensando em contribuir ainda mais no estímulo ao gosto por livros na primeira infância, a Leiturinha, maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil, selecionou algumas dicas para transformar um simples espaço em casa em um ótimo cantinho da leitura.

1. Escolha um espaço

O primeiro passo é reservar um local adequado em casa. Pode ser um canto da sala que esteja sobrando, ou até mesmo uma parede vazia. Você poderá adequar seu projeto ao espaço que tem disponível.

2. Abuse da criatividade!
Monte prateleiras e estantes acessíveis às mãozinhas do seu pequeno. Existem algumas movelarias que comercializam estantes em tamanhos adequados, mas com criatividade vocês mesmos podem confeccionar uma. O importante é que a criança consiga manusear, sentir e tocar nos livros.

3. Crie um ambiente aconchegante
Não precisa de luxo. Um ambiente bem iluminado e algumas almofadas, tapetes ou puffs vão deixar o cantinho da leitura bem mais gostoso e aconchegante para se espalhar entre histórias e aventuras!

4. Aposte na curadoria do conteúdo
É importante uma seleção de livros adequada à fase da criança. Ela precisa ser acessível ao seu entendimento e explorar sua evolução de maneira prazerosa. É necessário também que se conheça as preferências da criança – observando o pequeno no seu dia-a-dia você poderá ter indícios claros das suas preferências literárias.

Hoje também existe no mercado a opção dos clubes de leitura, como a Leiturinha, que conta com uma equipe especializada no assunto e que seleciona livros adequados ao perfil de cada pequeno.

5. Organize os livros com seu filho

Defina uma maneira de organizar os títulos. Pode ser por gênero, autor, ordem alfabética, o que vocês acharem mais fácil! Seu filho também pode participar da organização, o que despertará ainda mais sua curiosidade.

6. Quantidade de livros
Não é necessário que se defina um número exato de títulos presentes na biblioteca do seu pequeno. É necessário que ele entre em contato com diferentes tipos de obras literárias e que esse contato esteja vinculado a uma rotina.

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ABL publica em seu site manuscritos digitalizados de Machado de Assis

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Publicado na Folha de S.Paulo

Em 825 páginas escritas à mão, Machado de Assis escreveu a história de dois gêmeos idênticos, Pedro e Paulo, mas de temperamento oposto no romance “Esaú e Jacó”, publicado em 1904. Há uma semana, desde a última terça (10), o texto pode ser consultado em sua versão original na internet: a ABL (Academia Brasileira de Letras) disponibilizou os manuscritos desse e de outros dois textos do escritor.

As rasuras, na caligrafia do autor, dão pistas sobre as idas e vindas de sua escrita e indicam as mudanças, inclusive, de nomes dos personagens do romance. A consulta, porém, ainda não é amigável: é preciso seguir uma série de recomendações do site, explicadas pela Academia.

Página de manuscrito de 'Esaú e Jacó', de Machado de Assis, digitado pela Academia Brasileira de Letras

Página de manuscrito de ‘Esaú e Jacó’, de Machado de Assis, digitado pela Academia Brasileira de Letras

 

Os documentos já integravam o Arquivo Múcio Leão, da ABL, coordenado pelo historiador e acadêmico José Murilo de Carvalho. E podiam ser consultados digitalmente, porém apenas nos computadores instalados no prédio da instituição, no Rio.

A grande procura para observar esses textos motivou a publicação irrestrita na internet, segundo a instituição. Além de “Esaú e Jacó”, estão disponíveis também “Memorial de Aires” e o poema “O Almada”. A previsão é que, no futuro, todos os manuscritos de Machado de Assis estejam abertos para consulta.

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MEC e STF firmam acordo por doações de livros a presídios

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A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, recebe o ministro da Educação, Mendonça Filho - Nelson Jr./STF

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, recebe o ministro da Educação, Mendonça Filho – Nelson Jr./STF

 

Publicado na Isto É Via Estadão

O Ministério da Educação e o Supremo Tribunal Federal (STF) assinaram, nesta terça-feira, 17, um acordo para a doação de cerca de 20 mil livros para 40 bibliotecas que serão montadas em presídios nacionais. A primeira entrega será feita na próxima semana em uma penitenciária feminina próxima a Belo Horizonte, segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, com a presença da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça.

O ministro explicou que o cronograma completo da entregas e os presídios que serão contemplados ainda estão em fase de definição, sob a coordenação da presidente do STF, que estará em contato com tribunais de justiça e secretarias estaduais de segurança. “A partir dessa primeira doação nós faremos um cronograma para as demais”, disse. O STF não confirmou ainda data e local da primeira entrega.

Segundo ele, os custos totais do projeto não estão definidos, e a montagem dos espaços físicos das bibliotecas dependerá das secretarias de segurança. “É um ato importante para garantir em diversas penitenciárias o acesso a bibliotecas. E, ao mesmo tempo também funciona como instrumento válido para a chamada remissão de pena, já que o preso pode remir (diminuir) a pena pela questão da leitura, de acordo com os critérios definidos pelo juiz de execução penal”, disse Mendonça, defendendo a leitura como instrumento importante para a “humanização” do sistema penitenciário brasileiro.

Mendonça também falou que está buscando viabilizar projetos para fornecer educação a distância e formação técnica a presidiários.

Enem

O ministro disse também que o MEC pretende oficializar na a separação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em relação à certificação da conclusão do Ensino Médio. Atualmente feita pelo Enem, essa atribuição passará a ser feita pelo Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). O Enem permanece com a função de definir o acesso ao Ensino Superior.

“O Encceja vai valer como certificado de conclusão do Ensino Médio. A partir do segundo semestre de 2017, oferecemos o Encceja ao sistema penitenciário nacional. E, para a ministra Cármen Lúcia, isto é muito positivo”, disse Mendonça.

Mendonça explicou que o motivo é ter uma prova mais adequada para a obtenção do certificado de conclusão do ensino médio, pois o nível de avaliação não deveria ser o mesmo exigido das pessoas que buscam acesso ao Ensino Superior.

O ministro disse que, de 8 milhões de candidatos ao Enem, apenas 1,2 milhão o fazem para obter a certificação de conclusão do ensino médio. E, deste 1,2 milhão, apenas 70 mil pessoas obtêm o certificado, cerca de 7%.

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