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Confira 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios

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Confira 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios  |  Fonte: Shutterstock

Confira 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios | Fonte: Shutterstock

 

O ditado diz que quem você anda define quem você é. Que tal ouvir as ideias das pessoas influentes da atualidade? Indicamos os livros das pessoas mais influentes nos negócios

Publicado no Universia Brasil

A leitura de livros para inspiração é uma das maiores – e mais indolores -oportunidades de aprendizado que alguém pode ter no mundo moderno. A maioria dos autores defende que o melhor jeito de aprender é com erros, mas o detalhe é que eles não precisam ser os seus erros.

Descubra os equívocos, modos de pensar e ideias de quem teve uma vida que deu muito certo. Veja a seguir 6 livros das pessoas mais influentes no mundo dos negócios e aplique os seus conselhos para conseguir uma vida melhor:

1. COMO AVALIAR SUA VIDA? – CLAYTON CHRISTENSEN
Clayton Christensen é um professor da Universidade de Harvard. É considerado um dos maiores experts em inovação do mundo. No seu livro de 2012 “Como avaliar sua vida?”, ele se desvia do padrão dos seus outros trabalhos para escrever um livro muito mais pessoal. A obra é baseada nas suas experiências de pesquisa e vida pessoal. Christensen explora, por exemplo, o que realmente significa ser bem-sucedido e o que leva algumas pessoas talentosas a crescerem.

2. PRESENÇA – AMY CUDDY
Amy Cuddy é uma psicóloga social da Universidade de Harvard que conseguiu a atenção da grande mídia com a sua TED Talk de 2012 “Sua linguagem corporal molda quem você é”, que já foi visualizada mais de 40 milhões de vezes. No seu livro “Presença” ela explica como a auto percepção dos nossos cérebros pode ser manipulada para superar a falta de confiança para permitir que você se desenvolva melhor socialmente e como pessoa.

3. DAR E RECEBER – ADAM GRANT
Adam Grant é um psicólogo de organizações em Wharton. Ele conduz uma pesquisa que mostra como não são os tipos egoístas e maquiavélicos aqueles que chegam no topo de empresas, mas aqueles vistos como generosos. No seu livro de 2013 ele explica que essas pessoas são aquelas que criam valor para outros sem esperar nada em troca. Essa abordagem funciona muito bem para o mundo profissional, desde que seja bem feita.

4. AJA COMO UM LÍDER, PENSE COMO UM LÍDER – HERMINIA IBARRA
Herminia Ibarra é professora da INSEAD. No seu livro de 2015 ela apresenta um guia de carreira não convencional que ensina como se aproveitar do mercado de trabalho atual com seu ritmo frenético, para chegar numa posição de liderança. Por exemplo, ela desafia a importância de ter “autenticidade”, uma palavra popular no mundo da liderança, dizendo que existem sim formas de ser honesto demais, e que a linha pode ser extremamente fácil de cruzar.

5. A ASCENSÃO DA CLASSE CRIATIVA – RICHARD FLORIDA
Richard Florida é o diretor do Instituto de Marin Prosperity, na Rotman School of Business. Ele é mais conhecido pelo seu trabalho com a classe criativa e sua relação com cidades. No seu livro de 2002 “A Ascensão da Classe Criativa”, ele argumenta que as cidades de maior sucesso vão evoluir para atrair talentos jovens, ser o lar de setores da tecnologia e passar políticas sociais liberais.

6. O FIM DA VANTAGEM COMPETITIVA – RITA MCGRANTH
Rita McGrath é professor da Columbia Business School. Ele serviu como consultor de liderança para grandes companhias como a Coca-Cola, a GE e a Pearson. No seu livro de 2013, “O Fim da Vantagem Competitiva”, ela argumenta que as empresas de maior sucesso precisam ser mais agressivas com novas oportunidades e passar para uma nova fase no mercado antes que se tornem ultrapassadas.

Após caso de sexting, professora do DF cria projeto e ganha prêmio

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Dos 187 alunos do 9º ano, 110 se engajaram na leitura dos livros sobre 'mulheres inspiradoras' e, ao final do ano, escreveram a biografia de uma personalidade feminina -- famosa ou não (Foto: Arquivo Pessoal)

Dos 187 alunos do 9º ano, 110 se engajaram na leitura dos livros sobre ‘mulheres inspiradoras’ e, ao final do ano, escreveram a biografia de uma personalidade feminina — famosa ou não (Foto: Arquivo Pessoal)

Edgard Matsuki, no UOL

Uma aluna de 13 anos do Centro de Ensino Fundamental 12, em Ceilândia, gostava de enviar vídeos em que ela dançava com poucas roupas. O material logo se espalhava e os colegas a reprovavam, faziam comentários hostis. Mas a garota seguia provocando a turma com novas publicações.

O caso de sexting, que aconteceu no ano passado, chamou a atenção da professora de português Gina Vieira Ponte. “O que eu percebi é que a menina encontrava nos vídeos uma forma de chamar atenção, de ser vista”, conta.

“Comecei a ver que eles postavam muito conteúdo erótico e que desvalorizava a mulher”, diz a professora. Ela mostrou aos alunos, no começo do ano, fotos de mulheres que estão na mídia e personalidades históricas: “Os alunos só reconheceram as famosas. Aí pude ter uma ideia do exemplo de mulher que eles tinham”.

Mulheres Inspiradoras

Gina elaborou, então, um projeto de valorização da mulher e incentivo à leitura para os alunos do 9º ano. Chamado de “Mulheres Inspiradoras”, ele foi criado no início deste ano e instituído na grade curricular dentro da disciplina Projeto Interdisciplinar.

Após o diagnóstico, seus 187 alunos leram seis livros. Entre as obras estavam “Quarto de Despejo”, da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus, “Eu Sou Malala”, da paquistanesa Malala Yousafzai e “Diário de Anne Frank”.

A turma se engajou no projeto interdisciplinar e cerca de 110 alunos leram os livros e chegaram à fase final do projeto, que era criar uma biografia da “mulher inspiradora”. Como? Os estudantes conheceram biografias de mulheres que lutaram por uma causa. Depois, eles discutiram a posição da mulher na sociedade usando a internet para as conversas em grupo. Por fim, produziram seus próprios textos, sobre mulheres notáveis da história ou personagens de suas comunidades.

Mudança de comportamento

Para Gina, a história que mais chamou sua atenção foi a de Luísa*. Introspectiva, a menina de 14 anos costumava ficar isolada dos colegas. A professora já havia tentado, sem sucesso, descobrir qual era o problema dela.

De acordo com Gina, Luisa* se mostrou uma aluna brilhante durante o projeto. Após ler o Diário de Anne Frank, a aluna confidenciou que queria entrevistar a própria mãe, mas não achava que conseguiria.

Gina ajudou na conversa entre as duas. E Luisa* teve a entrevista que queria. “Em um início de semana, ela falou comigo emocionada que havia conseguido entrevistar a mãe. E que havia descoberto que era amada por ela [a mãe]”, relata a professora. Isso causou uma mudança de comportamento na garota. De menina que nunca falava nada, ela acabou recitando um poema para cerca de 120 alunos da escola em uma homenagem à Gina.

Também durante a disciplina nasceu a banda 11D3. A banda criou composições durante o projeto. Os próprios garotos dizem que saber das histórias das mulheres inspiradoras mudaram o jeito deles agirem: “Eu achava que as mulheres não podiam fazer tanto como os homens. Hoje, eu mudei”, diz Yury Gomes, de 15 anos.

Continuidade

No final de novembro, o projeto ganhou o 1º lugar do Prêmio Nacional Educação em Direitos Humanos, dado pelo MEC. O prêmio rendeu ao projeto R$ 15 mil. Gina disse que não sabe ainda como vai ser investido o prêmio. Porém, há o plano de transformar as redações dos alunos em um livro. A professora diz que o livro seria uma forma de documentar o que foi feito durante o ano.

De acordo com a diretoria da escola, o projeto deve continuar em 2015. Como novos alunos estarão no 9º ano, a turma será totalmente diferente. Ou seja, no ano que vem estudantes vão poder ter acesso novamente a histórias de mulheres inspiradoras.

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