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Amazon anuncia novo aplicativo de leitura Kindle

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App terá atualização gratuita a partir desta semana para clientes que já tem o recurso de leitura

Publicado no Diário do Nordeste

imageA Amazon anunciou um aplicativo de leitura Kindle totalmente novo que promete tornar mais fácil transformar o seu celular ou tablet em um livro – para que você possa ler a qualquer hora e em qualquer lugar. O app está disponível na App Store e Google Play, e como uma atualização gratuita a partir desta semana para clientes que já tem o aplicativo de leitura Kindle instalado.

“Nós desenvolvemos o novo aplicativo Kindle do zero para os amantes de livros, dando aos leitores acesso fácil a tudo o que eles podem querer fazer com seus livros, em um só lugar”, afirma Chuck Moore, vice-presidente de Kindle.

Novo Design

As principais atualizações do aplicativo incluem:

Nova aparência: o aplicativo Kindle apresenta uma nova aparência inspirada nos livros. Os detalhes incluem capas de livros maiores, novas fontes, um novo ícone de aplicativo e novos temas de fundo claro e escuro para escolher.

Acesso em um toque: A nova barra inferior de navegação mostra automaticamente o ícone do livro que você está lendo atualmente, tornando mais fácil do que nunca voltar a lê-lo a qualquer momento. A barra inferior também fornece acesso rápido aos recursos mais populares do Kindle, permitindo alternar entre as páginas do seu livro, sua biblioteca, sua livraria pessoal e muito mais.

Pesquisa fácil: A barra de pesquisa agora está sempre disponível por todo o aplicativo, portanto, se um livro está em sua biblioteca ou entre os milhões de títulos na Loja de Kindle, é mais fácil do que nunca encontrá-lo.

Quase 4 milhões de refugiados estão sem acesso à educação

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Crianças brincam em campo de refugiados em Saadnayel, no Líbano (Foto: Bilal Hussein/AP)

Crianças brincam em campo de refugiados em Saadnayel, no Líbano (Foto: Bilal Hussein/AP)

 

Apenas 1% dos refugiados vai para a faculdade.
Cada vez há mais refugiados com menos de 18 anos, diz Acnur.

Publicado no G1

Quase 4 milhões de crianças que foram forçadas a abandonar seus lares e sobreviver em outros países não têm acesso à educação, denunciou nesta quinta-feira (15) a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

A entidade elaborou um relatório sobre a assistência aos centros de educação primária ou secundária, e revelou que 3,7 milhões das 6 milhões de crianças que estão sob seu comando não têm acesso a nenhum centro educacional.

Especificamente, 1,75 milhões de crianças refugiadas não frequentam a escola primária e 1,95 milhões de adolescentes estão na mesma situação em relação ao ensino médio.

De acordo com o estudo, os refugiados têm cinco vezes mais possibilidades de não frequentar as aulas que a média mundial de crianças sem acesso à escola.

“A educação dos refugiados está abandonada, quando seria uma das poucas oportunidades de transformar e construir a geração futura para que possam mudar o destino de dezenas de milhares de deslocados forçados que há no mundo”, disse o alto comissário para os refugiados, Filippo Grandi.

Comparando os dados do Acnur com os da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre matrículas escolares, percebe-se que apenas 50% das crianças refugiadas vão à escola primária quando a média mundial é de 90%.

Quanto mais crescem, a distância aumenta ainda mais: só 22% dos adolescentes refugiados vão à escola secundária, comparado com a média mundial de 84%.

No nível superior, apenas 1% dos refugiados vão para a universidade, comparado com 34% em nível mundial.

Outro aspecto que destaca a Acnur é o fato de que cada vez há mais refugiados que são menores de idade, e a tendência é que aumente.

A agência lembrou que os refugiados, muitas vezes, vivem em lugares onde os governos já têm problemas para poder oferecer educação a suas próprias crianças, então a logística e os recursos para educá-los envolve um esforço extra.

Mais da metade das crianças refugiadas que não frequentam a escola estão em sete países: Chade, República Democrática do Congo, Etiópia, Quênia, Líbano, Paquistão e Turquia.

Um dos exemplos no relatório é o da Síria, onde em 2009, 94% das crianças estavam na escola, e em 2016 esse nível tinha abaixado para 60%.

Atualmente, mais de 2 milhões de crianças na Síria não estão na escola.

Nos países que fazem fronteira com a Síria, sobrevivem 4,8 milhões de sírios, dos quais 35% são crianças.

Na Turquia, apenas 39% das crianças refugiadas vão para a escola primária ou secundária, 40% no Líbano e 70% na Jordânia, o que significa que quase 900 mil crianças sírias não vão ao colégio.

Acesso à biblioteca contribui para aprendizado infantil

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Estudo mostra que acesso a livros e brinquedos em espaço organizado e supervisionado faz com que mais de 80% das crianças atinjam nível máximo de aprendizado

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Publicado em Portal Brasil

Uma pesquisa indica que o acesso a uma biblioteca contribui significativamente para a aprendizagem infantil. Levantamento feito pelo Instituto Brasil Leitor e divulgado nesta sexta-feira (12) mostra que o acesso aos livros e brinquedos em um espaço organizado e supervisionado faz com que mais de 80% das crianças atinjam o nível máximo de aprendizado. Os dados foram levantados a partir do acompanhamento de crianças entre 2 e 6 anos em um Centro de Educação Infantil (CEI) e uma Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) na cidade de São Paulo.

Foram observados 32 itens, distribuídos em seis categorias: iniciativa, relações sociais, representação criativa, música e movimento, linguagem e comunicação e matemática e ciência. O desenvolvimento é medido em níveis que vão de 1 a 5.

Aprendizado

Segundo a pesquisa, de modo global, o percentual de crianças no nível 5 de aprendizagem no CEI passou de 42% antes da biblioteca para 92%, após o contato dos estudantes com o espaço. Na EMEI, apenas 5% dos alunos atingiam o nível máximo, antes da biblioteca. Após a implantação do projeto, o percentual chegou a 83%.

No quesito representação criativa, 49% das crianças do CEI estavam no nível máximo antes da biblioteca. O percentual subiu para 82% após a implementação. Na EMEI, 6% estavam no nível máximo nesse item na etapa anterior a criação do espaço, índice que subiu para 70% na etapa final.

O resultado foi ainda mais expressivo na avaliação do item de música e movimento. Antes da biblioteca, nenhum aluno da EMEI chegava ao nível máximo nesse quesito. Com a chegada da biblioteca, o percentual atingiu 93%. No CEI, o índice saiu de 26% para 92%.

A coordenadora da pesquisa, Roseli Monaco, explica que, além da estruturação adequada do espaço, é fundamental para o sucesso dos projetos a formação oferecida aos professores e famílias. “Em uma instituição de educação infantil, não adianta você colocar só o material. O educador tem que planejar e observar a criança brincando”, ressalta.

Outra estratégia importante, de acordo com Roseli, é associação entre os livros e os brinquedos, repassada aos professores no trabalho de capacitação. “Para todo livro tem um brinquedo ou uma brincadeira associada. A criança, na educação infantil, só aprende brincando. O livro é um objeto lúdico”, destaca.

Para a coordenadora, com todos esses elementos, a criança têm mais condições de desenvolver todo seu potencial. “Quando você oferece o material, o livro, o brinquedo, a formação e envolve a família, o nível de aprendizagem da criança evolui”, enfatiza.

Usuários de táxi de BH têm acesso grátis a livros

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Cerca de 1.500 dos 6.576 táxis que rodam pela capital têm exemplares

Benefício. O taxista Almeida aproveita projeto para ler e diz preferir autores de sua terra, a Bahia

Benefício. O taxista Almeida aproveita projeto para ler e diz preferir autores de sua terra, a Bahia

Camila Bastos em O Tempo

Atendente em um restaurante no centro da capital, Beatriz Eugênia de Jesus, 42, adora ler, mas reclama da dificuldade de acesso aos livros. “É muito caro comprar, e é fora de mão ir às bibliotecas públicas”, diz. No entanto, ela descobriu uma campanha que disponibiliza exemplares em táxis da cidade, e desde a última semana, todas as noites lê um pouquinho de um romance – seu gênero literário preferido.

Denominado Bibliotáxi, o projeto disponibilizado pelo aplicativo para smartphones Easy Taxi desde março de 2013 objetiva que o passageiro pegue um exemplar durante a corrida e leve para ler em casa. Não há prazo para a devolução, que pode ser feita em qualquer carro da rede. Em Belo Horizonte, cerca de 1.500 dos 6.576 táxis que rodam pela cidade carregam os livros.

Os passageiros também são incentivados a doar livros ao Bibliotáxi. “Algumas pessoas pegam o livro e acabam trazendo mais uns de casa. Mas também tem muita gente que não devolve, e a gente fica um tempo sem nenhum”, diz o taxista Luiz Sérgio Amaral, que aderiu ao projeto há cerca de um ano.

“Nossa ideia é incentivar a leitura. Se a pessoa leva um livro para casa já é uma vitória. Se ela devolve e doa outros, melhor ainda”, avalia o criador do aplicativo, Tallis Gomes.

Adesão. Para tentar garantir que os livros sejam devolvidos, o taxista Osvaldo de Almeida, 59, oferece os livros para os passageiros que já conhece. “Como o livro fica exposto, o usuário do táxi pode pedir o livro, mas eu só divulgo o projeto para quem eu conheço”, afirma. Ele conta que a estratégia deu certo, e quase sempre recebe os livros de volta. Nesta segunda, ele foi buscar mais dois no ponto de recolhimento, na região Oeste, porque todos os exemplares estavam emprestados.
Além de emprestar os livros, Almeida aproveita para colocar a leitura em dia e até troca opiniões sobre as histórias com os passageiros. Baiano, ele prefere os autores da sua terra, mas diz que gosta de ler de tudo. “A literatura da Bahia é mais leve, mais divertida”, diz o taxista, fã de Jorge Amado.

Destaque
Minas.
Belo Horizonte tem o maior número de analfabetos entre as capitais do Sudeste: 69.183 pessoas, quase 3% da população, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010).

Saiba mais
Funcionamento.
O passageiro escolhe um livro em um dos táxis do programa e o leva para casa. Sem prazo para fazer a devolução, ele pode entregar o exemplar em qualquer carro da rede Easy Taxi e também fazer doações ao programa.

Frota. São 6.576 táxis na capital mineira. Desses, cerca de 1.500 participam do projeto. Ao todo, cem cidades no Brasil, no Chile, no Peru e na Colômbia participam do Bibliotáxi.

Minas. No Estado, além da capital, a campanha também está presente em Juiz de Fora, na Zona da Mata, e em Contagem e Betim, na região metropolitana.

Parceria. Em maio deste ano, o programa recebeu uma doação de mais de 80 mil exemplares da livraria Saraiva. O acervo conta com livros de todos os estilos literários.

Alcance. Ao todo, 111,4 mil passageiros andam de táxi todos os dias em Belo Horizonte. São realizadas 87,7 mil corridas diárias na cidade, e mais de 12 mil taxistas trabalham na capital mineira.

Metrô mantém acervo com 4.000 obras

O metrô de Belo Horizonte também tem uma iniciativa que une mobilidade urbana com incentivo à cultura. A Biblioteca Estação Leitura fica na Estação Central, no centro da cidade, e está aberta a todos os moradores da cidade.

O acervo conta com cerca de 4.000 exemplares das literaturas nacional e internacional. Segundo o site do Metrô BH, até junho desse ano, cerca de 4.500 pessoas eram sócias da biblioteca.
Para o cadastro, é preciso cópia do documento de identidade, do CPF e do comprovante de residência. Os menores devem ir acompanhados pelos pais.

Um poema em cada árvore (Mobilização Nacional 2013)

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A poesia orgulhosamente apresenta:

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Publicado por Instituto Psia

Dia 21 de setembro de 2013 será realizado o Um poema em cada árvore (Mobilização Nacional), quando acontecerá em 70 cidades brasileiras uma edição simultânea do Um poema em cada árvore – iniciativa de incentivo à leitura que utiliza as árvores como suporte de leitura.

No dia em que se comemora o Dia da árvore, uma rede poetas, educadores, agentes culturais e sociais estarão mobilizados em levar a poesia aonde o povo está.
O Um poema em cada árvore é uma iniciativa de incentivo à leitura realizada mensalmente desde agosto de 2010 na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais.
Idealizada pelo poeta Marcelo Rocha e realizada pelo Instituto Psia, a iniciativa caracteriza-se por utilizar as árvores como suporte para a leitura, pendurando mensalmente poemas de poetas desconhecidos do grande público nos oitis valadarenses.
Esta foi uma forma encontrada para construir novos espaços de fruição poética, ampliar o acesso da população à poesia e colocar o trabalho de poetas contemporâneos em contato com novos públicos.
O Um poema em cada árvore foi uma das iniciativas finalistas do Prêmio Vivaleitura 2011 e atualmente é um dos projetos finalistas do Prêmio Vivaleitura 2012, premiação executada pela OEI – Organização dos Estados Ibero-Americanos.

CIDADES

ALEXANDRIA – RN
ALMENARA – MG
AQUIDAUANA – MS
AROAZES – PI
BACABAL – MA
BAGÉ – RS
BELO HORIZONTE – MG
BOQUEIRÃO – PB
CAMPINA GRANDE – PB
CAMPO GRANDE – MS
CAMPO NOVO DO PARECIS – MT
CAMPOS DOS GOYATAZES – RJ
CANELA – RS
CAXIAS DO SUL – RS
CERQUILHO – SP
CHAPADA GAÚCHA – MG
CONGONHAS – MG
CRUZ DO ESPÍRITO SANTO – PB
CURITIBA – PR
DIVINÓPOLIS – MG
DOURADOS – MS
ESPLANADA – BA
EUNÁPOLIS – BA
FORTALEZA – CE
FREDERICO WESTPHALEN – RS
GARANHUNS – PE
GARÇA/SP
GOVERNADOR VALADARES
GUARANÉSIA – MG
HERVAL D’ OESTE – SC
IBATEGUARA – AL
ILHÉUS – BA
ITABAIANA – PB
ITABUNA – BA
JARAGUARI -MS
LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA – BA
MAJOR SALES – RN
MANAUS – AM
MARINGÁ – PR
NOVA ANDRADINA – MS
PARANÁ – RN
PELOTAS – RS
PIAÇABUÇU – AL
PIRACICABA – SP
PORTEIRINHA – MG
PORTO ALEGRE – RS
PORTO VELHO – RO
PRATA DO PIAUÍ/- PI
QUELUZ – SP
RIBAS DO RIO PARDO – MS
RIO DE JANEIRO – RJ
RIO DOCE – MG
SALVADOR – BA
SANTA CRUZ DO SUL – RS
SANTA MARIA – RS
SANTO ANDRÉ – SP
SÃO FRANCISCO DE PAULA – RS
SÃO FRANCISCO DO SUL – SC
SÃO JOSÉ DO CALÇADO – ES
SÃO MATEUS -ES
SÃO PEDRO DA ALDEIA – RJ
SOBRADINHO – DF
TEIXEIRA DE FREITAS – BA
UBERABA – MG
UIRAUNA – PB
UNAI – MG
VALENÇA – BA
VILA VELHA – ES
VITÓRIA – ES
XAPURI – AC

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dica do Jarbas Aragão

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