Vitrali Moema

Posts tagged Acho

IT: A Coisa 2 – Bill Skarsgard, o Pennywise, diz que a sequência vai ser bem diferente do primeiro filme!

0

Lucas Rafael, no Legião de Heróis

O remake de IT: A Coisa obliterou bilheterias, rendendo um lucro astronômico para os estúdios da Warner. Agora, com a parte dois está em produção, o intérprete do palhaço, Bill Skarsgard, falou em uma entrevista com o Den of Geek sobre como a segunda parte da adaptação de Stephen King irá diferir drasticamente da primeira.

Skarsgard começou declarando que desta vez, o vilão Pennywise terá de contracenar com atores experientes e reconhecidos, que serão a contraparte das crianças introduzidas no primeiro filme:

Vai ser uma experiência bem diferente desta vez, só pelo fato de que você tem todos esses atores incríveis e experientes para contracenar, ao invés de todas as crianças. Vai ser uma experiência diferente, com certeza. Mas estou ansioso para ela.

Bill também confirmou que as filmagens da parte 2 devem iniciar em breve, fazendo com que ele volte a usar os adereços do palhaço demoníaco:

Estamos nos preparando agora, então estou no processo de voltar ao personagem de Pennywise. Estou meio que no estado mental e estamos nos preparando. Acho que começam em julho. Não sei exatamente minha data de início, mas vai ser neste verão.

IT: A Coisa – Capítulo 2 estreia nos cinemas dia 5 de setembro de 2019.

Via: HH

Hélio de La Peña: ‘Monteiro Lobato está muito ultrapassado’

4

Publicado no O Globo

O humorista Hélio de La Peña, do antigo programa Casseta e Planeta, disse, na tarde deste sábado, na Bienal do Rio, em debate no Placar Literário, que tentou ler Monteiro Lobato para seu filho, mas que “o texto está muito ultrapassado”. A declaração foi dada no debate “Gols de letra: dois romances”, em que também estava o jornalista Sérgio Rodrigues, com Francisco Paula Freitas como mediador. O humorista falava da importância de apresentar os livros certos para ajudar a incutir o hábito da leitura nas crianças.

— Acho que essa coisa da introdução da leitura às crianças é problemática. Não tem que ler necessariamente o grande livro, mas o que for interessante para ela. Você pegar livros que são desinteressantes é algo que atrapalha muito a vida de um leitor. A criança não consegue entender mais aquele texto. Tinha que haver uma escrita para, depois, levar a criança ao original. Acho que ocorre um pouco esse problema — disse o humorista.

A declaração veio depois de uma pergunta da plateia, sobre o que seria melhor dar para uma criança, um livro ou uma bola. Antes disso, Sérgio Rodrigues já havia falado sobre a importância de apresentar certos escritores à criança na idade certa.

— A cada menino de dez anos que você obriga a ler José de Alencar, você mata mais um leitor para todo sempre. Não acho que ele seja um escritor desprezível, apenas acho que não é o momento. Até Machado de Assis é complicado, dependendo da idade. Acho que a escola erra muito — afirmou Rodrigues.

Memórias do futebol

Uma das melhores novidades da Bienal do Rio deste ano, o Placar Literário tinha gente assistindo ao debate da porta. Com uma plateia formada principalmente por jovens, Hélio de La Peña e Sérgio Rodrigues estavam lá para falar de seus livros (“Meu pequeno botafoguense” e “Drible”, respectivamente). Mas, a pedido do mediador, contaram causos famosos da história do futebol, sempre em tom descontraído.

Hélio de La Peña contou aos jovens o caso de Carlito Azevedo, diretor do Botafogo conhecido por suas superstições, uma das marcas da torcida alvinegra. O humorista lembrou que o diretor precisava amarrar as cortinas do clube antes de o time jogar, com medo de o Botafogo perdesse. E que ele precisava fazer Biriba, seu cão preto e branco, com uma mancha que lembrava a estrela do clube, precisava entrar “de qualquer jeito” no campo antes do jogo. “Meu peque botafoguense”, de La Peña, conta a história do Botafogo vista pelos olhos de uma criança.

Já Sérgio Rodrigues, que publica “Drible” no próximo mês, pela Companhia das Letras, recomendou aos jovens que lessem “O negro no futebol brasileiro”, do jornalista Mario Filho.

— Considero esse o grande clássico sobre o futebol brasileiro. Não é uma ficção, mas eu considero o grande romance do futebol, contado com um fabuloso tom de crônica. É um livro sileirque merece ser lido como um clássico sobre a formação cultural brasileira, sem dever nada a “Casa grande e senzala” e “Raízes do Brasil”. Pena que é um livro meio desprezado, espero contribuir para que isso mude — afirmou Rodrigues.

Sérgio Rodrigues fez questão de lembrar, ainda, a campanha que o escrito Lima Barreto fez contra o futebol na imprensa, quando o esporte começou a se disseminar no Brasil. O jornalista lembrou que o futebol era de elite e Lima Barreto, um escritor negro, “com muita consciência de classe”.

— Ninguém previu o que o futebol ia se tornar no Brasil. É uma grande epopeia, com momentos de heroísmo e cafajestagem, sofrimento e libertação. O futebol foi sendo infiltrado pelo povo — afirmou.

A escola não me preparou para o ambiente de trabalho (o recreio me ensinou tanto quanto a sala de aula)

3

Renato fala sobre sua experiência em sala de aula

1

Renato Steinberg, no Blog do Empreendedor

O meu colega de blog Marcelo Nakagawa (além de um grande amigo e mentor) escreveu, na semana passada, sobre as várias inteligências e que alguns dos maiores empreendedores do mundo não foram grandes alunos. Eu não quero me comparar com eles, mas acho que vale eu contar um pouco da minha história nesse assunto.

Eu nunca fui um excelente aluno. Passava de ano no limite. O meu problema era a preguiça…

Eu detestava estudar, então, eu prestava atenção (mais ou menos) na aula e depois estudava na véspera da prova só para não fazer muito feio. Deu certo. Eu era o cara que ficava no meio da classe. Eu tinha alguns amigos no fundão, mas me dava bem também com o pessoal da frente, aquele pessoal que copiava toda a lição e ia bem nas provas.

Eu sabia como conversar com esses dois públicos. Uma das coisas que fez eu me destacar quando comecei a trabalhar acho que foi exatamente isso. Eu sabia conversar com o pessoal do front-office e também conseguia falar com o pessoal de tecnologia. Durante muitos anos no banco, esse foi o meu diferencial. O pessoal vinha falar comigo sobre problemas que estavam tendo com a equipe de tecnologia porque era eu quem sabia como traduzir isso para eles.

A escola não me preparou para o que vinha no ambiente de trabalho. Eu achava, de forma inocente, que se eu fosse um bom técnico, ia me dar bem. E eu era um excelente técnico. Aí, o pessoal resolveu colocar uma equipe para eu gerenciar. Adivinha se eu tinha algum preparo para isso?

Essa equipe foi crescendo cada vez mais e eu, que já não tinha preparo para gerenciar uma equipe pequena, tive que aprender na marra a gerenciar um time grande. Gerenciar relacionamentos é outra coisa que a escola não me ensinou.

Como você faz quando uma pessoa da sua equipe briga com a outra? E quando você tem que mandar embora um amigo? Quanto você deve se envolver nos problemas pessoais deles? Além dos meus próprios funcionários, eu comecei a perceber a importância de uma outra rede. As pessoas que trabalhavam em parceiros e em concorrentes. Pessoas que estavam passando pelas mesmas situações que eu em outras empresas. Quando eu botei o nariz para fora da empresa e comecei a falar com eles, até com os concorrentes, meu mundo mudou. Eles me deram as dicas, me ensinaram os caminhos para gerenciar uma equipe melhor.

Hoje eu acho que um dos ativos mais preciosos que você tem é a sua rede de relacionamentos. Na época eu me perguntava: por que eu preciso estudar química? Será que algum dia eu vou precisar saber a equação dos gases perfeitos? Até hoje, 20 anos depois, eu nunca usei. Até entendo que química me ensinou um pouco sobre o universo que a gente vive e que entender o mundo na escala atômica é um exercício para entender um mundo abstrato. Mas existem tantas outras coisas que eu uso no dia-a-dia. Finanças pessoais, por exemplo, não seria uma ótima matéria para o ensino? E empreendedorismo então? Que tal liderança?

Quase todos os problemas na escola tem uma e apenas uma solução. Na vida real os problemas são ambíguos, tem muitas soluções ou as vezes não tem nenhuma. Só tem um jeito de se preparar para isso, vivendo!

Acho que a hora do recreio me ensinou tanto quanto a sala de aula.

“50 Tons de Cinza” conquista atletas e promove debate sobre sexo

0

1

Luiza Oliveira, no UOL

Sucesso em todo o mundo, o livro ‘50 Tons de Cinza’ invadiu também o mundo do esporte. Várias atletas se renderam à ardente relação entre a estudante Anastasia Steele e o jovem empresário Christian Grey. Ela se apaixona, ele se encanta, e criam, então, um romance em que a moça se submete às regras e aos desejos nem tão convencionais do rapaz.

A jogadora de basquete Iziane ainda nem leu, mas já se derrete pelo estilo dominador do personagem. Atarefada com as aulas da faculdade de Administração, Iziane só ouviu falar – e muito – da obra da autora inglesa E. L. James. O suficiente para considerar que o livro é ‘a sua cara’. A atleta do Maranhão Basquete fala abertamente sobre sexo e diz que ‘vale tudo entre quatro paredes’.

Veja 50 práticas sadomasoquistas classificadas em 50 tons de cinza

“Eu gosto de homem com personalidade forte, dominador, e ter ciúmes é bom também. Acho ele (protagonista) um cara interessante, um personagem intrigante que desperta curiosidade. Eu sou daquelas que pensam que entre quatro paredes vale tudo. Cada um tem de saber seu limite pessoal e agradar o outro”.

Iziane já teve até problemas na seleção brasileira por conta de sua ‘liberdade’. A ala-armadora foi cortada dos Jogos Olímpicos de Londres após levar seu namorado para o quarto na concentração em Lille, na França, onde o time disputou um amistoso preparatório para a competição.

Jogadora de vôlei e eleita miss Rio Grande do Sul, Luciane Escouto também se rendeu à obra. Ela que tem como um dos hobbys a leitura pretende adquirir os outros dois livros que completam a trilogia, e disse estar curiosa para saber o fim do caso entre Anastasia e Grey.

Luciane demonstra certa timidez para tocar no assunto, mas revela não ser adepta do estilo de relação abordado no livro. “Cada um tem seu estilo. Ele tem o dele, e a companheira vai aceitando. Quero ver como vai terminar a história. Acho que cada pessoa tem seu jeito. Mas não é meu estilo de relacionamento”.

O ‘50 tons de cinza’ também conquistou a oposto Sheilla, do Sollys/Nestlé. A atleta da seleção brasileira de vôlei já leu a trilogia que inclui os livros ’50 Tons de Liberdade’ e ’50 Tons Mais Escuros’, mas não demonstra estar à vontade para falar sobre o assunto. Sheilla se resume a dizer que gosta da mudança que Christian Grey apresenta ao longo da trama, tornando-se um homem mais sensível.

Companheira de Sheilla no Sollys, Camila Brait deve ser a próxima a entrar para os fãs da trama. Além das opiniões gerais sobre os personagens e o enredo, despertaram sua curiosidade os comentários de sua mãe após terminar a leitura.

Mas nem todo mundo concorda com a relação entre os protagonistas a virgem de 21 anos e o magnata. Na história, Anastasia descobre o mundo do sadomasoquismo por meio do parceiro. Ela se torna escrava sexual de Grey em uma relação conturbada, cheia de regras e até cláusulas contratuais.

Medalhista de bronze do pentatlo moderno nos Jogos de Londres, Yane Marques reprova o jogo de submissão. Ela leu a obra, que se tornou ‘febre’ em Recife, onde vive, por curiosidade. Mas não gostou e considera o romance muito machista.

“Na sociedade em que a gente vive é difícil aceitar. É muito forte a submissão. Como pode um relacionamento com cláusulas? O cara dá um celular para rastrear e controlar a mulher”, diz, com tons de indignação. “Jamais teria um relacionamento assim. Ele pode ter dinheiro, mas essa doença não dá, não”.

Como cuidar dos seus livros

1

1

Thais Godinho, no Vida Organizada

Ter uma biblioteca em casa é maravilhoso, mas os livros precisam de cuidados, pois são feitos de matéria orgânica (papel). Veja algumas dicas para conservá-los:

– Sempre que trouxer um novo livro para casa, especialmente se você tiver o hábito de comprar livros usados, dê uma folheada geral para ver se não há traças ou sujeira entre as páginas. Passe um escovão (se puder, tenha um somente para este fim) seco na parte de cima e nas laterais, para tirar o pó acumulado. Se estiver engordurado, passe um pano úmido na capa e deixe secar ao sol. Só então guarde-o na estante.

– Procure não manusear os livros com as mãos sujas ou engorduradas. Dica básica, eu sei, mas vale lembrar.

– De uma a duas vezes por ano, pegue o mesmo escovão e limpe a parte de cima e as laterais de todos os seus livros para remover a sujeira e a poeira acumulada.

– Se a estante fica em um lugar com um pouco de umidade, espalhe pelas prateleiras algodão embebido em terebintina (vendida em lojas de produtos para artes). Troque a cada três meses.

– Para prevenir os livros das traças, existe uma série de receitas. A mais indicada é espalhar querosene por toda a estante. Sinceramente, eu nunca fiz isso. Primeiro, porque sequer sei onde deve vender querosene. Segundo, porque acho perigoso. Terceiro, porque minha estante não é envernizada e passar querosene a deixaria manchada. Assim, o que eu faço é manter sempre a área dos livros arejada, com as janelas abertas sempre que possível, e deixar pastilhas de cânfora pelas prateleiras (podem ser encontradas em farmácias de manipulação). Bolinhas de naftalina, cravo da índia, grãos de pimenta do reino e folhas de louro também funcionam, mas é preciso trocar mensalmente. É fundamental manter os livros limpos.

– Para capas de couro, a melhor alternativa é cobrí-las com uma camada leve de vaselina, pois isso mantém o tecido hidratado.

– Mantenha os livros na vertical. Se eles ficarem “deitados” na diagonal, se deformarão. Na horizontal também, além de ficarem com a capa marcada.

– Se as páginas dos livros estiverem manchadas, tente esfregar miolo de pão. Se forem manchas de mofo, elas devem ser removidas esfregando um paninho umedecido em vinagre, e depois passando algodão seco.

– Para evitar que os livros criem bolor, passe perfume neles. As essências de alfazema e terebintina são as mais indicadas.

– Se o livro estiver úmido, coloque-o para tomar sol.

– Para a limpeza no dia a dia, use um espanador bem peludo para remover a poeira constantemente.

– Estantes com portas de vidro são as mais recomendadas para guardar livros, pois os mantém protegidos dos insetos e também da poeira. Mas tudo bem se você só tiver uma estante aberta, pois é a mais comum mesmo. Basta ter esses cuidados.

– Procure não manter livros que você não goste, que não estejam sendo úteis ou que não tenham valor emocional para você. Doar livros ajuda outras pessoas e libera espaço na estante, fazendo o ar circular.

Cuidar dos livros dá um pouco de trabalho, mas é um trabalho necessário a todos aqueles que amam seus exemplares e querem mantê-los por um longo período de tempo. Vale a pena ter esse cuidado.

Go to Top