NÃO ERA VOCE QUE EU ESPERAVA

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Como livros de literatura podem ajudar os alunos em Matemática

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Acredite: existem obras literárias que mesclam narrativa e poesia com problemas matemáticos (Foto: Mariana Pekin)

Acredite: existem obras literárias que mesclam narrativa e poesia com problemas matemáticos (Foto: Mariana Pekin)

 

Mara Mansani, na Nova Escola

Na escola em que trabalho em Sorocaba (SP), a EE Prof. Laila Galep Sacker, a Matemática ocupa um lugar de destaque. Fazemos até um “Dia Especial da Matemática na Escola”, em que todos os professores fazem com os alunos atividades que exploram os conteúdos matemáticos de forma não convencional. Ele acontece, geralmente, às sextas-feiras, pelo menos duas vezes por mês, e inclui brincadeiras, jogos e experimentos.

Essa estratégia surgiu da necessidade de nossos alunos avançarem mais em Matemática, pois as avaliações internas e externas mostravam que eles tinham dificuldades – ou seja, era necessário repensar a nossa prática. Então, essa foi uma das ações que implantamos para superar esse obstáculo, e já sentimos uma melhora nos resultados.

Analisando o desempenho das turmas, notei que uma das dificuldades apresentadas pelos alunos é a resolução de problemas. Como trabalhar mais essa capacidade, de forma diferente?

Uma das descobertas mais interessantes que fiz, pesquisando materiais, é que existem obras de literatura que apresentam a Matemática por meio de histórias ou poemas, de forma divertida e contextualizada.

Parece estranho, mas é isso: hoje, quero deixar a vocês duas sugestões de obras de literatura para trabalhar Matemática, além de atividades que você pode fazer com elas. Vamos lá:

Poemas Problemas, de Renata Bueno: o livro traz 17 problemas em historinhas rimadas, com imagem super coloridas, em uma linguagem que as crianças entendem e com a qual se identificam. Os problemas envolvem conteúdos como combinatória, sequência, figuras geométricas, entre outros – além, é claro, das quatro operações fundamentais. É um verdadeiro convite ao desafio e ao desenvolvimento das estratégias pessoais para resolução dos problemas. Esse livro é mais indicado aos alunos de 1º e 2º ano, na alfabetização.

Os problemas da família Gorgonzola, da [maravilhosa] Eva Furnari: a obra é mais indicada para 3º e 4º ano e apresenta 15 problemas que contam histórias de uma família muita estranha e divertida. As crianças adoram esse livro! As ilustrações são muito divertidas e os problemas propõem desafios que envolvem as quatro operações fundamentais, sistema monetário, comparações, entre outros conteúdos e habilidades que exigem muita atenção dos alunos, pois é preciso, em primeiro lugar, retirar da narrativa as informações que realmente importam, proporcionando um bom exercício de interpretação de texto para resolução dos problemas. Aliás, muitas vezes, a dificuldade na resolução dos problemas vem mais da incapacidade de interpretar o texto corretamente do que da falta de domínio dos conceitos matemáticos.

Venho utilizando esses livros nesses “Dias Especiais da Matemática”, seguindo os seguintes passos:

*Apresentação do livro para os alunos: começo sempre explorando o livro de maneira geral, falando sobre o autor, a proposta dele e outras informações que sejam relevantes.

*Divisão dos alunos em grupos: procuro agrupar as crianças por níveis próximos de desenvolvimento na disciplina. Assim elas podem construir juntas o caminho para resolver os problemas. Em seguida, distribuo cópias de um mesmo problema para todos os grupos.

*Intervenções: enquanto os alunos leem, vou passando pelos grupos para ajudá-los quando há mais dificuldade, fazendo questionamentos que os levem a resolver os problemas.

*Resolução: em seguida, começa a resolução propriamente dita, primeiro em grupos, depois em duplas e, por fim, individualmente.

*Compartilhamento das estratégias: por fim, as crianças apresentam aos colegas como resolveram o problema. Procuro valorizar as estratégias pessoais, mas sem deixar de mostrar também a estratégia mais convencional. Isso contribui para o desenvolvimento da aprendizagem porque amplia as possibilidades de resolução.

Essa proposta vem trazendo bons resultados, mas ainda há muito a percorrer. Então, estudar e pesquisar novas possibilidades é atividade permanente em nossos planejamentos.

Para terminar, quero deixar mais duas sugestões para turmas mais velhas, que não misturam Matemática e literatura, mas também proporcionam estratégias mais inventivas.

A primeira é o livro Ler e Escrever – Jornada de Matemática, uma publicação da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, para alunos do 5º ano, que você pode baixar de graça aqui. Ele propicia situações que exigem raciocínio lógico e interação com os pares em atividades realizadas dentro e fora da sala. O livro é composto por dois módulos: (1) Cálculo e (2) Resolução de Problemas. Tudo muito bem explicado em objetivos, planejamento e encaminhamento.

Para os alunos maiores, dos anos finais do Ensino Fundamental, deixo como sugestão a obra Matemática Divertida e Curiosa, do célebre professor Júlio César de Mello e Souza, mais conhecido pelo pseudônimo de Malba Tahan. Esse livro é muito bacana, um clássico que apresenta os desafios matemáticos por meio de histórias e curiosidades.

E vocês, queridos professores, quais estratégias matemáticas andam utilizando? Conhece outros livros que explorem a Matemática e a literatura? Compartilhem conosco aqui nos comentários!

Estes passos podem ajudar quem morre de medo de apresentar trabalho em aula

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Reinaldo Polito, no UOL

Se você fica desesperado quando precisa falar diante dos colegas em sala de aula, pode se animar porque essa insegurança tem cura. E o melhor da história é que o remédio é você mesmo. Sim, tudo depende de você. As suas melhores armas para combater o receio de fazer apresentações são sua boa vontade, disciplina e iniciativa.

Pratique bastante

Em primeiro lugar – não fuja das oportunidades para fazer apresentações de trabalhos em sala de aula. Por mais difícil que seja, não caia na tentação de “terceirizar” as apresentações que você poderia fazer. Praticar para ter experiência no uso da palavra em público é uma das atitudes mais importantes para combater o medo.

Quanto mais praticar, exercitar e se familiarizar com a condição de falar para um grupo de pessoas, mais experiência irá adquirir, e esse é um requisito fundamental para que comece a se sentir à vontade para falar em público. Por isso, mesmo que esteja bastante nervoso, enfrente a situação. No futuro você agradecerá a “você mesmo” por essa iniciativa.

Conheça o assunto

Reflita – como você poderá se sentir tranquilo diante dos colegas e do professor se não souber o que vai falar. Estude muito. Saiba muito mais do que for preciso para a exposição que deverá fazer. Se for uma apresentação de meia hora, tenha conteúdo para pelo menos uma hora. Quanto mais dominar o tema, mais seguro irá se sentir.

Para que você tenha domínio do seu conhecimento, para fazer a apresentação é preciso que ele seja antes verbalizado. Pensar é uma coisa. Escrever é outra. Falar é outra, completamente distinta. Quando você escreve, utiliza determinados termos, determinada pontuação, determinado ritmo, determinada sequência.

Quando você fala, os termos não são necessariamente os mesmos, a pontuação obedece outra dinâmica, surge um novo ritmo, até a sequência das ideias sofre transformações. Se você apenas pensar e escrever, não terá exercitado a atividade que desenvolverá ao se apresentar diante da classe – a verbalização.

Por esse motivo, encontre uma forma de verbalizar o que sabe sobre o tema. Só assim o conhecimento será seu para a apresentação. Reúna os colegas de grupo e converse bastante sobre o assunto. Não se preocupe em fazer a apresentação para eles, apenas verbalize as informações.

Se não puder contar com a ajuda de alguém que possa ouvi-lo, fale sozinho em voz alta olhando para a parede. De vez em quando grave um pouco dessa conversa de você com você mesmo. Pegue o celular, ponha no fundo da sala e fale em voz alta. Assim saberá se aqueles que ficarão no fundo da sala durante a apresentação também irão ouvi-lo.

Atenção – nada de tentar decorar palavra por palavra. Tenha apenas a sequência das ideias e fale como se estivesse conversando de maneira animada com um grupo de amigos. As palavras surgirão normalmente, como acontece quando está batendo um papo com as pessoas conhecidas.

Durante esse ensaio fale com voz bem audível, pronunciando corretamente as palavras. Capriche na postura deixando o corpo bem distribuído sobre as duas pernas. Gesticule de forma moderada, sem ficar apertando as mãos, nem com elas nos bolsos ou nas costas. Fale com a cabeça levantada e olhe para os ouvintes hipotéticos que estão à sua frente. Precisará agir assim diante dos colegas.

Organize as ideias

Você só se sentirá seguro se souber o caminho que irá percorrer durante a exposição. Planeje bem os passos que irá dar desde o início até a conclusão. Divida a apresentação em cinco ou seis partes e memorize bem essa sequência. Se ficar com receio de se esquecer, escreva o roteiro em uma folha de papel e a leve com você.

É incrível, mas só pelo fato de saber que se a memória falhar poderá recorrer às suas anotações, você dificilmente se esquecerá. Não caia na tentação de escrever no roteiro palavra por palavra o que irá dizer, mas sim em uma ou duas linhas as ideias que serão apresentadas em cada uma das etapas.

Eleja um tema de apoio

De maneira geral, discorrer apenas sobre o tema deixa a apresentação cansativa e desinteressante. É preciso ter um assunto de apoio para tornar a fala mais atraente. Esse recurso fará com que você se sinta mais à vontade para desenvolver a mensagem. Escolha um assunto de apoio sobre o qual tenha muito domínio.

Você poderá usar a história de um livro, de um filme, da vida de um artista, enfim qualquer assunto que conheça muito bem e que esteja perfeitamente dentro do contexto da apresentação. E essa ação deve ser empreendida de tal forma que nem pareça que você está contando uma história, mas sim ilustrando e reforçando seus argumentos.

Dê uma sequência lógica

Comece cumprimentando. Atenção, você vai falar para colegas de classe e para o professor, pessoas com as quais convive no dia a dia. Portanto, nada de formalidade. Um simples “olá”, ou “pessoal” pode ser suficiente para dirigir respeitosamente a palavra aos ouvintes e chamar a atenção para sua presença na frente do grupo.

Em seguida esclareça em uma ou duas frases, três no máximo, qual o assunto que irá apresentar. Na sequência, apresente o problema que pretende solucionar, ou faça um histórico mostrando como os fatos foram se sucedendo até chegar ao momento atual. Esta é a oportunidade em que irá instruir os ouvintes para que entendam bem sua mensagem.

Chegou o momento de apresentar a mensagem principal. Tudo o que foi preparado você irá aplicar neste instante. Se levantou um problema, agora dará a solução. Se fez um histórico, agora falará do presente. É nesta fase também que lançara mão dos exemplos, fará as comparações, usará as estatísticas e pesquisas, enfim, toda a linha de argumentação de que puder dispor.

Para expor o assunto central do seu trabalho, você poderá organizar as informações no tempo, mostrando as diversas etapas de desenvolvimento do assunto em diferentes momentos. Poderá ainda fazer uma divisão no espaço, dizendo como o tema se apresenta ou se apresentou em distintas localidades.

Por exemplo, no nosso país e em outras nações, ou no nosso estado e em estados diferentes, ou na nossa cidade e em diversas localidades. Para cada uma dessas etapas faça comentários sobre questões econômicas, sociais, políticas, de acordo com a conveniência do assunto. Esses comentários complementares irão arejar a apresentação e torná-la mais interessante.

Finalmente chegou a hora de concluir. Depois de ter contado qual o assunto, apresentado o problema ou feito o histórico, dado a solução ou falado do presente com todos os argumentos é o instante de fazer o fechamento. Para isso, será simples, por exemplo, pedir que reflitam ou aceitem a mensagem que apresentou.

Antes de ficar desesperado porque tem de fazer uma apresentação em sala de aula, reflita sobre essas orientações simples e se prepare com afinco. Seu desempenho será melhor. E à medida que for se apresentando, passará a se sentir cada vez mais confiante e seguro.

Superdicas da semana

*Sua voz precisará ter volume suficiente para ser ouvida pelos ouvintes no fundo da sala
*Cuidado para não falar com voz monótona. Alterne sempre o volume da voz e a velocidade da fala
*Olhe para todos os ouvintes, girando a cabeça e o tronco de um lado para o outro da sala
*A naturalidade deve estar sempre presente nas apresentações
*Diante dos colegas de classe, entretanto, esse cuidado deve ser redobrado

Livros de minha autoria que ajudam a refletir sobre esse tema: “29 Minutos para Falar Bem em Público”, publicado pela Editora Sextante. “Assim é que se Fala”, “Conquistar e Influenciar para se Dar Bem com as Pessoas”, “As Melhores Decisões não Seguem a Maioria” e “Como Falar Corretamente e sem Inibições”, publicados pela Editora Saraiva. “Oratória para líderes religiosos”, publicado pela Editora Planeta.

Índios da etnia Pataxó se formam em medicina pela UFMG em BH

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formandos

Amaynara e Vazigton entraram na universidade graças ao Programa de Vagas Suplementares para Estudantes Indígenas, iniciativa criada em 2009.

Thais Pimentel, no G1

Seis anos após deixar a casa onde nasceu, Amaynara Pataxó, de 27 anos, voltou à sua aldeia em Carmésia, no Vale do Rio Doce, lugar onde vivem pouco mais de 300 índios, com o diploma de medicina na mala. “A primeira médica pataxó de Minas Gerais”, disse a jovem generalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A colação de grau aconteceu em Belo Horizonte, no dia 23 de dezembro. Além de Amaynara, Vazigton Guedes Oliveira, também Pataxó, esteve entre os cerca de 130 formandos. “É de ‘encher os olhos’ adquirir o conhecimento para ajudar na comunidade”, contou o médico, o primeiro índio a se formar em medicina entre os quatro mil da etnia que vivem em Cumuruxatiba, distrito de Prado, no sul da Bahia. “É uma conquista em conjunto. De um povo”, disse.

 

Dra. Amaynara Pataxó posa para convite de formatura (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

Dra. Amaynara Pataxó posa para convite de formatura (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

 

Amaynara e Vazigton entraram na UFMG graças ao Programa de Vagas Suplementares para Estudantes Indígenas, iniciativa criada em 2009 como projeto experimental. Segundo a universidade, entre 2010 e 2013, 46 alunos indígenas ingressaram nos cursos de Enfermagem, Medicina, Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Agronomia e Odontologia por meio de processo seletivo especial.

“O pessoal do programa foi até a aldeia para saber se havia interesse dos jovens. Todos já sabiam da minha vontade de ser médica. De ajudar a minha comunidade através da medicina. Aí disseram, ‘agora é a vez da Amaynara’”, contou a jovem.

Os dois médicos querem se especializar em saúde da família e trabalhar com o povo indígena. “Aqui na comunidade sempre vem médico, mas ele fica pouco tempo. Quero ganhar experiência primeiro e retornar preparado para ajudar”, disse Vazigton. “O melhor de ser médica é o cuidado, o poder contribuir com o outro. As pessoas olham para nós com esperança”, contou Amaynara.

Vazigton posa de jaleco para o convite de formatura (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

Vazigton posa de jaleco para o convite de formatura (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

 

Choque cultural
“O trânsito é aterrorizante”, disse Vazigton ao se lembrar de Belo Horizonte. Acostumado à tranquilidade da aldeia em Cumuruxatiba, o índio demorou a se acostumar com a cidade grande. “Nunca precisei usar tênis em casa. Lá é litoral. Calor o ano todo. Quando cheguei a BH estava muito frio. Fiquei muito doente”, contou.

Amaynara já conhecia a capital mineira. “A gente vendia artesanato, fazia apresentações. Tinha noção do que era, mas morar é diferente, né?”. Segundo ela, todos se ajudam na comunidade em Carmésia. “Sempre podia contar com os meus parentes. Em BH é casa um por si”, disse.

“Foi difícil se adaptar ao ritmo. Foi tudo muito rápido. Mas conseguimos”, contou Vazigton.

 Vazigton, índio Pataxó, colou grau usando cocar e outros adereços de sua tribo (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)


Vazigton, índio Pataxó, colou grau usando cocar e outros adereços de sua tribo (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

 

Amaynara Pataxó mostra o diploma enfeitada com adornos indígenas (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

Amaynara Pataxó mostra o diploma enfeitada com adornos indígenas (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

Grupo se mobiliza para ajudar família de papeleiro que montou biblioteca

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Seu Chicão morreu em novembro em Passo Fundo, Norte do RS.
Além da biblioteca, ele também realizava ações de caridade.

Publicado no G1

Seu Chicão morreu em novembro. Papeleiro, montou uma biblioteca e ajudava a comunidade (Foto: Reprodução/RBS TV)

Seu Chicão morreu em novembro. Papeleiro,
montou uma biblioteca e ajudava a comunidade
(Foto: Reprodução/RBS TV)

Depois da morte do papeleiro Chicão em Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, em novembro deste ano, a comunidade passou a se mobilizar para ajudar a família dele, que enfrenta dificuldades. Além disso, formas de preservar o acervo que foi montado ao longo de muitos anos também são estudadas.

Era Valdelírio de Souza, chamado de Chicão, que sustentava a casa através da reciclagem. E foi em meio ao lixo que ele encontrou diversas relíquias para montar a biblioteca. Algumas delas, porém, tiveram de ser vendidas pela família, por necessidade.

A campanha da comunidade tem o objetivo de ajudar a família e também de preservar o acervo.

Uma das opções seria levar a biblioteca, que ficava em um galpão, até uma escola onde estudam algumas das crianças que foram ajudadas pelas ações solidárias do papeleiro. Para isso, seriam construídas duas novas salas pra armazenar todo o acervo.

Por enquanto, essa é uma sugestão da Secretaria Municipal de Educação. Primeiro, a situação da mulher de Chicão, Antonia, deve ser resolvida. Garantir renda e moradia para a família é a prioridade.

A campanha disponibiliza uma conta bancária para que sejam depositadas doações:

Caixa Econômica Federal
Agência: 0494
Operação: 013
Conta: 46988-1

Com proposta de estimular hábito da leitura entre as crianças, projeto Charlotte precisa de ajuda financeira

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publicado no R7

Com apenas oito anos de idade, Charlotte inspira o mundo adulto. Mesmo tão jovem ela já busca melhorar o mundo em que vive. Disso nasceu o livro Só não vê quem não quer. O exemplar pretende ajudar a melhorar o dia a dia das pessoas, em casa, na praia, no parque, na escola ou em qualquer outro lugar.

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Vivian Suppa, mãe de Charlotte, sempre trabalhou como voluntária em escolas públicas com oficinas que estimulassem o hábito da leitura entre as crianças. Em uma das visitas, ela percebeu que faltava livros e resolveu reverter esse quadro. Por isso, ela lançou a campanha Faça a Charlotte chegar nas escolas.

O projeto #OiCharlotte será publicado pela editora Callis no fim de 2016, mas a ilustradora, autora e artista plástica Suppa já recebeu diversos convites para fazer oficinas sobre o tema em escolas públicas e privadas.

Ao ver o sucesso da proposta, ela juntou-se a um grupo de amigos que decidiram fazer deste projeto algo que atingisse o grande público e optaram em fazer uma animação. Mas, faltava verba. Em parceria com o site de crowdfunding, eles lançaram o desafio de arrecadar R$ 69 mil para viabilizar a produção. A meta precisa ser atingida até dia 16/07/2016.

Quem ajudar, receberá recompensas como livros autografados, palestras com a Suppa, quadros originais assinados pela artista plástica, gravuras da Charlotte, entre outros.

A contribuição deverá ser feita no www.catarse.me/suppa

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