Marcelo Nova - o Galope do Tempo

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Shakespeare agora tem uma descendente brasileira

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Maik Barbara, no Homo Literatus

Já imaginou se em meio a uma aula universitária de literatura o professor começar a lecionar sobre nada menos que William Shakespeare e alguém levantar a mão e dizer, em português: “Sim, já conheço a história dele. Shakespeare é meu tio-tatatatatata…taravô!”

Pois bem, Suzana Araújo Kirk poderá um dia. Mas, para entender sua história, deve-se acompanhá-la desde o início.

Enredo

Em 3 de Maio de 1616, segundo o calendário gregoriano. Ou pelo calendário juliano, usado pela Inglaterra ainda naquele século, no dia 23 de Abril de 1616, falecia aos 52 anos de idade William Shakespeare. Sua cidade natal, Stratford-upon-Avon (no condado de Warwickshire , Inglaterra), sentia a perda de uma de suas mais ilustres personagens. Lá Shakespeare nasceu, cresceu, mudou-se, voltou a morar, criou seus filhos, conheceu seus netos e, por fim, faleceu e foi enterrado.

Stratford On Avon – Mapa Histórico de 1902

Stratford On Avon – Mapa Histórico de 1902

O icônico gênio, por assim dizer, e maior elemento da dramaturgia na história humana deixou herança impar em suas peças, poemas, sonetos, comédias, tragédias e escritos em geral, todavia não foi feliz em sua linhagem genética. De seu casamente com Anne Hathaway (1556-1623) deu-se três filhos e em seguida quatro netos apenas. Infelizmente William teve sua linhagem direta expandida pela história apenas até aquela geração, quando em 1670 faleceu o ultimo de seus netos, cessando sua linhagem.

Por esse motivo que os historiadores atuais se agarram a linhagem pelo lado de quem restou, ou seja, recorrem aos parentes por parte de sua irmã Joan Shakespeare (1569-1646). Ela foi casada com William Hart e, fruto de seu amor, sua linhagem começou ali e perdurou até os dias de hoje.

No presente, quase 450 anos após o nascimento do dramaturgo dos dramaturgos, nasce outra figura ilustre. Uma pequena gota de vida chamada Suzana Araújo Kirk. Mesmo com sobrenome diferente, ainda tem o sangue azul. Filha do sobrinho-neto de 13º grau de Shakespeare, o canadense Scott Kirk e de sua esposa brasileira Dayane Kirk. Ocorrido em dezembro de 2013, o nascimento foi festejado longamente pelo pai. Ele por sua vez tem admiração pelo membro mais ilustre de sua família e para tanto tatuou o brasão da família Shakespeare no braço. Tamanha foi a alegria de ambos os pais e a admiração pela linhagem que pediram e foram atendidos à solicitação de batizar sua filha na mesma igreja que William foi batizado e enterrado, a Holy Trinity Church.

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Sagrado por diferentes motivos a diferentes pessoas

Para aqueles que estranharam, aqui está a explicação:

Sim! Shakespeare está sepultado na mesma igreja da qual foi batizado. Seus restos permanecem próximo ao altar principal, juntamente com vários de seus parentes mais próximos.

Ele nunca foi dono de nenhuma fortuna, mas pertencia à classe média da época, e ao final de sua vida pode comprar um espaço dentro da igreja para que fosse enterrado.

Na época era comum esse tipo de pratica. A atual igreja anglicana com mais de 800 anos, Holy Trinity Church aceitou o ilustre hospede. Todavia, na época Shakespeare não era tão famoso e sua projeção como dramaturgo lendário só veio à tona no século seguinte. O fato central, portanto, foi a hospedagem eterna do patrocinador do “túmulo”.

A igreja e a cidade vieram a ganhar com seu ilustre personagem a partir dessa época.

A igreja e a cidade vieram a ganhar com seu ilustre personagem a partir dessa época.

Há quem diga que seria até um sacrilégio, uma profanação se ajoelhar numa igreja e mesmo olhando em direção a Jesus Cristo, pensando em Deus até, mas que também fizessem referencia a Shakespeare, pois ali estaria ele enterrado, próximo ao altar.

Carolyn Smith, sacristã da igreja em 2014, confirma que a família Shakespeare ocupa todo o chão na parte frontal do altar, e que ao final da vida o autor estava numa ótima condição financeira e pagou muito bem para que tivesse o direito de “descansar” em solo sagrado. E adiciona que muitos acham estranho, e os padres acham mais ainda, mas que há pessoas ajoelhadas fazendo referencias a Shakespeare e não a Deus, isso sim há! Mas, reafirma, aquele lugar é sagrado para diferentes pessoas por diferentes motivos. Uma justificativa um tanto interessante.

Ano de comemoração

A notícia de mais uma parente, e ainda brasileiro, chegou e foi muito bem recebida pela cidade natal do autor, Stratford-upon-Avon, que este ano comemora os 450 anos de Shakespeare.

A pacata, pitoresca e pequena cidade sobrevive da fama de seu famoso cidadão. Festivais e atrações são itens comerciais certos para atrair turistas e interessados. Miniaturas em lojas e brinquedos produzidos com a temática shakespeariana são campeões de vendas. Encontros de historiados, grupos de discussões de adaptações dos textos de William, peças e dramatizações teatrais lotam plateias, análise de influencias cinematográficas das obras do autor… enfim, são inúmeras as possibilidades de exploração e sobrevivência.

E agora, certo publico brasileiro pode ter sua atenção voltada para a cidade, já que uma nativa brasileira entrou para a família de sangue nobremente teatral.

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Mas, em fevereiro passado a atração principal foi uma pequena criança em seu batizado.

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Suzana Araújo Kirk, que tem seu primeiro nome em homenagem a uma das filhas do autor, foi vista por milhares, se não milhões de pessoas. O batizado, não sem exageros, aconteceu na Holy Trinity Church e teve a missa e o todo o processo de batismo transmitido e televisionado pela pátria mãe do famoso autor, e redistribuído o sinal para diversos outros países. Tudo em prol da disseminação da ideia da imortalidade de Shakespeare atravessando mais uma geração, e agora abrangendo as terras tupiniquins.

Vida

De Shakespeare pouco se sabe, além das projeções, datações e especulações quanto aos momentos de lançamento de seus textos, não se sabe muito sobre sua vida. Biografia é um tipo de livro que entrou em pratica por volta de 1670, certo tempo depois da morte do autor.

Além desse fato, as criticas, duvidas e controvérsias que envolvem o dramaturgo abarcam até mesmo a incerteza da sua real autoria sobre todos os textos aclamados como sendo dele.

Entretanto, sem fontes seguras e provas concretas, tais afirmativas duvidosas se perdem ao esmo, e o que resta é a imortalidade da genialidade poética de uma criatura que viveu uma vida plena e totalmente dedicada a deixar um legado sobre a Terra. O que lhe trouxe fama maior e tardia, mas que permanece até hoje. Tamanho é o respeito, fama e admiração de seu publico que faz com que um reles parente seu nasça depois de 450 anos de seu próprio nascimento e ainda seja ovacionado meramente por pertencer à mesma família!

Isso é ser Shakespeare em 2014.

Livro “Meus desacontecimentos”, de Eliane Brum, será recolhido para correção de erros

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Editora Leya divulgou nota e escritora lamentou o ocorrido

Eliane no Açorianos 2013 (Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS)

Eliane no Açorianos 2013 (Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS)

Publicado no Zero Hora

O livro Meus desacontecimentos, de Eliane Brum, lançado recentemente, será recolhido das livrarias por conta de erros na impressão. Segundo a editora Leya, os equívocos são de “inteira responsabilidade de nossa equipe editorial”. Não ficou claro quais são estes erros.

A escritora divulgou no twitter a nota da editora, acompanhada de seu lamento: “Peço desculpas a todos. Aos que já compraram o livro (e terão que passar pelo transtorno de trocá-lo pela edição corrigida)…Peço desculpas aos que divulgaram os lançamentos, aos que mudaram sua agenda para estar comigo, às livrarias que reservaram espaço. A todos. Assim que o livro voltar às livrarias, aviso aqui. Só quem me conhece um pouco sabe como me sinto neste momento.”

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Por conta da reimpressão, os lançamentos marcados para o dia 25 de março em São Paulo e 3 de abril em Porto Alegre foram cancelados. Os leitores que desejarem trocar seus exemplares já adquiridos devem entrar em contato com a editora a partir do dia 14 de abril.

A escritora dividiu o prêmio Açorianos de Livro do Ano de 2013 com Luís Augusto Fischer por A Menina Quebrada.

Em 2012, a editora Leya recolheu o livro A Dança dos Dragões, quinto volume da saga épica As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R Martin, que havia chegado às livrarias brasileiras sem o capítulo 26, intitulado “The Windblown” no original.

Sete resoluções de Ano Novo para quem gosta de ler

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Danilo Venticinque na revista Época

31 de dezembro é dia de fazer promessas para o ano que vem – e de lembrar, com alguma vergonha, das promessas que não  conseguimos cumprir. Sedentários correm maratonas imaginárias. Comilões planejam dietas para a primeira segunda-feira do ano. Estressados prometem relaxar mais, embora as praias e estradas lotadas não ajudem. Todos se unem no exercício esperançoso de acreditar, ao menos por alguns dias, que 2014 será melhor.

Os apaixonados por livros não escapam dessa regra. Em 2014 leremos mais e melhor. Desbravaremos clássicos que nunca ousamos abrir e ainda teremos tempo para não perder os principais lançamentos. Ao menos é nisso que acreditamos hoje. Eu, ao menos, acredito. Divido com os leitores da coluna minha lista de promessas para o próximo ano. Para os que quiserem segui-las comigo e também para os que quiserem usá-la contra mim no fim de 2014, quando eu terei inevitavelmente fracassado. Aproveito para convidá-los para compartilhar  suas promessas literárias na caixa de comentários. Que ao menos algumas delas sejam cumpridas. E que em 2014 a leitura continue a nos dar prazer.

1. Ler todos os dias, sem falta

Num ano em que a Copa do Mundo se soma à nossa já grande lista de distrações, essa é uma promessa corajosa. A recompensa é proporcional ao esforço. Há quem simplesmente prometa ler mais. Há quem estabeleça uma quantidade mínima de livros para terminar no ano. São boas promessas, mas costumam falhar. Tornar a leitura um hábito diário é uma maneira de cumprir todas essas metas. Se você for seguir apenas uma resolução literária para 2014, que seja essa.

2. Espalhar mais livros

Não deixe sua estante lotar em 2014. Ajude a literatura a circular. Doe os livros que não pretende ler mais. Empreste livros para seus amigos, e não se incomode se eles não forem devolvidos logo. São raros os livros que temos tempo para reler. Se ao terminar de ler um livro você perceber que ele já cumpriu  sua missão, passe-o adiante. Ajude a leitura a se espalhar.

3. Conter o consumismo

Comprar livros é um vício quase tão prazeroso quanto ler. A maioria dos leitores que conheço costuma comprar mais livros do que é capaz de ler. O resultado são estantes abarrotadas, carteiras vazias e um vago sentimento de culpa. Resistir a todas as tentações é impossível. Continuaremos comprando livros em 2014. Mas não custa nada tentar conter os impulsos consumistas e lembrar que os livros precisam ser lidos. Não há diferença objetiva entre um livro parado na livraria e um livro parado na estante de casa.

4. Formar novos leitores

Podemos reclamar do governo, dos currículos escolares, da formação dos professores, dos preços dos livros e da falta de bibliotecas. Não faltam motivos para que a leitura não seja um hábito tão difundido no Brasil. Muito ainda precisa ser feito, mas os leitores podem ajudar. Em 2014, apresente os livros para alguém que ainda não tem o hábito de ler. Se cada leitor converter apenas um não-leitor por ano, em pouco tempo seremos um país de leitores.

5. Redescobrir o Brasil

O drible, de Sérgio Rodrigues, e Fim, de Fernanda Torres, foram paixões tardias para mim em 2013. Ao lado de outros lançamentos recentes, esses livros provam que a ficção brasileira contemporânea é boa e acessível o bastante para sair das panelinhas e conquistar um público maior. A literatura fantástica continua num excelente momento: autores como Eduardo Spohr, Raphael Draccon e Carolina Munhóz conquistaram um público fiel e devem continuar fazendo sucesso por muitos anos. Os livros infantojuvenis de autoras como Thalita Rebouças e Paula Pimenta continuam a vender centenas de milhares de cópias e cativar novos leitores. 2013 foi um ano excelente para a literatura brasileira. Que em 2014 os escritores brasileiros percam definitivamente a vergonha de vender, e que os leitores não tenham vergonha de comprar seus livros.

6. Conversar mais sobre livros

A leitura é um hábito solitário e silencioso, mas o silêncio e a solidão precisam ser interrompidos de vez em quando. Para quem está acostumado a guardar para si as alegrias da literatura e as divagações que os livros provocam, o próximo ano é uma chance de dividir essa paixão. Há outros leitores espalhados por aí. Descubra-os. Fale com eles. Cada conversa ajuda a reforçar o hábito da leitura, descobrir novos autores e compartilhar os livros que amamos.

7. Cumprir as promessas do ano passado

As melhores resoluções de Ano Novo são renováveis. Talvez você não tenha cumprido algum item da sua lista para 2013. Talvez tenha falhado em todos eles. Não importa. 2014 acolherá todas essas promessas – e mais outras, se estiver disposto a fazê-las. Nesse quesito, os leitores têm uma enorme vantagem sobre os comilões ou sedentários. O tempo é implacável: a cada ano que passa é mais difícil entrar em forma. Conosco, o efeito é o contrário. Os anos de leitura nos transformam em leitores melhores. Se você não conseguiu vencer aquele clássico da literatura este ano, estará mais preparado no ano que vem. Se não cumpriu suas metas de leitura, pode tentar novamente agora, com mais experiência. Quanto mais listas de resoluções de Ano Novo fazemos, maior é a chance de conseguirmos realizá-las. Jamais conseguiremos ler todos os livros que queremos, mas é um consolo saber que a cada ano estamos um pouco mais perto dessa meta inatingível. Não devemos deixar de acreditar em nossas promessas para 2014. O tempo está a nosso favor.

Grande amigo de García Márquez, escritor Álvaro Mutis morre aos 90 anos

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Publicado no Terra

Mutis era um dos melhores amigos de Gabriel García Márquez Foto: AFP

Mutis era um dos melhores amigos de Gabriel García Márquez Foto: AFP

Considerado um dos maiores escritores latino-americanos da atualidade, o colombiano Álvaro Mutis morreu neste sábado na Cidade do México, onde vivia há décadas, segundo informações da agência EFE.

Ele estava hospitalizado desde o último domingo e morreu por conta de uma “longa doença”, não especificada pela família.

Entre as obras poéticas de Mutis, destacam-se Los elementos del desastre (1953), e Memoria de los hospitales de ultramar (1959). Como romancista, escreveu La mansión de Araucaíma (1973).

Em 1997, ganhou o Prêmio Príncipe de Astúrias das Letras e, em 2001, o Cervantes, a distinção máxima dada aos escritores em língua espanhola.

O Nobel de Literatura Gabriel García Márquez, também colombiano e vivendo no México, era um dos melhores amigos de Mutis e lamentou a morte em sua conta no Twitter.

No último ano, quando completou 90 anos, o autor recebeu diversas homenagens na Colômbia e teve uma série de seus romances reproduzidos em pequenos filmes.

Prêmio Wise Qatar: conheça seis projetos que estão mudando a educação no mundo

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Publicado por UOL

Desde 2009, o prêmio Wise (World Innovation Summit for Education) seleciona projetos com propostas inovadoras para resolver os problemas da educação mundial. Confira os seis ganhadores da edição 2013. O projeto canadense Pathways to Education (Caminhos para a Educação, em tradução livre) ajuda estudantes de baixa renda a concluírem o ensino fundamental e médio e chegarem à universidade. Criado em 2001, Pathways atua em 13 comunidades e atende a mais de 4.000 estudantes por ano

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O projeto Pathways to Education, de Toronto (Canadá), proporciona acompanhamento fora da sala de aula para estudantes de baixa renda. Os alunos têm aulas de reforço quatro vezes por semana. Há também atividades como orientação vocacional, grupos para solução de conflitos e preparação para o ensino superior. Além disso, a organização oferece apoio financeiro aos estudantes, que recebem de passagens de ônibus a bolsas de estudo. A taxa de evasão na área de atuação do projeto caiu em 70% e o número de estudantes que chegam ao ensino superior aumentou em 300%

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Te Kotahitanga – O maior desafio da educação na Nova Zelândia é reduzir a desigualdade entre a população branca e a população de origem maori. Após uma série de entrevistas com alunos e professores para saber quais eram os problemas que afetavam o interesse e o desempenho dos maoris, o projeto inaugurou um currículo renovado. O programa inclui a participação dos estudantes dentro da escola e o poder compartilhado entre professores, alunos e pais na reforma escolar

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Te Kotahitanga – O programa aplicado na Nova Zelândia inclui a participação dos estudantes dentro da escola e a gestão compartilhada da escola, com envolvimento de professores, alunos e pais na reforma escolar. Em 11 anos, o número de alunos maori a chegar ao ensino médio aumentou em 260%

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iThra Youth Initiative – Focado na educação de ciências e tecnologia, o projeto da Arábia Saudita reúne uma série de atividades para estudantes do ensino fundamental e médio desenvolverem habilidades científicas. As atividades vão de workshops em escolas urbanas e rurais e transmissão de programas educativos sobre ciência e matemática online ao treinamento de talentos para a participação em competições de robótica

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iThra Youth Initiative – Na Arábia Saudita, o projeto atende a cerca de 15 mil beneficiários. Os estudantes mostraram aumento do interesse em ciências, engenharia e robótica. Os alunos também aprenderam a trabalhar em grupo

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PEAS (Promovendo a igualdade nas escolas africanas, em tradução livre) – O programa cria escolas de ensino fundamental e médio de boa qualidade e baixo custo em comunidades pobres da Zâmbia e Uganda. O projeto atende cerca de 8.000 alunos africanos

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PEAS (Promovendo a igualdade nas escolas africanas, em tradução livre) – O programa cria escolas de ensino fundamental e médio de boa qualidade e baixo custo em comunidades pobres da Zâmbia e Uganda. O projeto atende cerca de 8.000 alunos africanos

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Medersat – O acesso à educação de qualidade é um desafio em comunidades de áreas rurais do Marrocos. O projeto Medersat criou salas de aulas de educação primária em 61 escolas em regiões pobres do país. Com ensino de boa qualidade nos primeiros anos, o objetivo é que as crianças tenham melhores chances de continuar a formação e ter melhor desempenho até o final do ensino médio. O programa visa ainda um currículo que reúna os conhecimentos teóricos com a cultura local

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Medersat – O acesso à educação de qualidade é um desafio em comunidades de áreas rurais do Marrocos. O projeto Medersat criou salas de aulas de educação primária em 61 escolas em regiões pobres do país. Com ensino de boa qualidade nos primeiros anos, o objetivo é que as crianças tenham melhores chances de continuar a formação e ter melhor desempenho até o final do ensino médio. O programa visa ainda um currículo que reúna os conhecimentos teóricos com a cultura local

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Alison – Sediado na Irlanda, o grupo criou uma plataforma global de aulas online. Há cursos de educação básica e cursos técnicos certificados. Atualmente, o projeto oferece mais de 500 cursos e tem cerca de 2 milhões de matriculados no Alison. A maior parte dos alunos está em países em desenvolvimento e é composta por jovens desempregados e imigrantes

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Alison – A plataforma oferece mais de 500 cursos gratuitos. Para garantir a sustentabilidade financeira, o projeto tem um modelo de negócio baseado em propagandas e venda de serviços ‘premium’. Os recursos globais são reinvestidos em áreas que precisam de aulas gratuitas

Fotos: Wise Qatar

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