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44% dos professores de SP já sofreram agressão, diz sindicato

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Pesquisa da Apeoesp ouviu professores em 167 cidades do estado.
Agressão verbal provocada pela falta de respeito é a mais comum.

Publicado por G1

1O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou nesta quinta-feira (9) uma pesquisa sobre a violência nas escolas. Quase metade dos professores entrevistados relata que já sofreu algum tipo de agressão. A pesquisa ouviu 1.400 pessoas em 167 municípios do estado.
Brigas entre alunos e crimes mais graves estão ocorrendo nas escolas. Dos professores da rede estadual, 44% deles dizem ter sofrido algum tipo de agressão – física ou verbal.

Para 35% dos professores entrevistados, os pais ou os responsáveis são quem deve resolver a violência praticada pelos filhos. Outros 25% acham que a escola também tem papel decisivo. E, para 19% dos entrevistados, o governo do estado tem que tomar medidas mais efetivas.

Do total, 84% presenciaram ou ficaram sabendo de casos de violência na escola em que lecionam. Para 95%, os maiores responsáveis são os próprios alunos e apontam o uso de drogas e de álcool, o tráfico de drogas e a briga de gangues como situações que geram violência nas escolas. Os alunos são as maiores vítimas de da violência: 83%.

A agressão verbal é a mais comum, segundo os professores. Para 74% dos entrevistados, o xingamento e a falta de respeito são os principais problemas. A desestruturação familiar é apontada por 47% como a razão da violência, e 49% acreditam que é resultado da educação que os alunos recebem em casa. Em segundo lugar aparece o bullying, com 60%. Pelo menos 5% dos entrevistados já sofreram agressão física.

Para os professores, as escolas e o governo teriam que envolver os pais nesse debate contra a violência. Palestras e debates nas escolas atrairiam os pais para 28% dos professores. Para 16%, também é preciso investir em cultura e lazer dos alunos e familiares. Outros 15% querem que o policiamento nas áreas próximas às escolas seja reforçado para evitar a presença de gangues e tráfico de drogas.

As câmeras de segurança que serão instaladas nas escolas, medida anunciada nesta quarta-feira (8) pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), não são vistas como uma grande medida contra a segurança, segundo os professores. Só 4% acreditam que as câmeras ajudem a reduzir a violência.

Brasil aparece em lista dos 10 países mais perigosos para jornalistas

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Polícia ainda não tem conclusões sobre o assassinato de Mário Lopes (Imagem: Reprodução/Facebook)

Polícia ainda não tem conclusões sobre o assassinato de Mário Lopes (Imagem: Reprodução/Facebook)

O Brasil está entre os dez países mais perigosos para jornalistas, de acordo com o relatório do Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) divulgado nessa quinta-feira, 2, véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. O levantamento leva em consideração o índice de impunidade em casos de comunicadores assassinados.

O ranking é liderado por Iraque, Somália e Filipinas. Casos de 2003 até o fim de 2012 são estudados. No Brasil, a análise identificou nove ocorrências não resolvidas e destacou os quatro assassinatos de jornalistas ocorridos em 2012.

“Três das quatro vítimas trabalhavam em publicações digitais. Entre elas, o editor Mario Randolfo Marques Lopes, que havia coberto incisivamente corrupção no governo e má conduta policial. Repórteres do interior, trabalhando longe dos holofotes da mídia nacional e em áreas onde a aplicação da lei é fraca ou sujeita à corrupção, têm sido especialmente vulneráveis no Brasil”, diz o estudo.

De acordo com a consultora da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Veridiana Sedeh, o envolvimento de policiais nos assassinatos agrava a situação. “Há casos em que as próprias autoridades cometem os crimes e, posteriormente, dificultam a investigação.”

Livro de negócios em primeiro lugar

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‘Sonho grande’ vendeu 4.197 exemplares

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Sonho grande (Primeira Pessoa), assim como seus protagonistas, chegou ao 1º lugar vendendo 4.197 exemplares nesta semana. Logo atrás, com marcação acirrada, aparece Casagrande e seus demônios (Globo), com 4.033 livros vendidos. Com isso, a turma cinzenta caiu novamente, mas ainda continua firme na lista geral e encabeça a lista de ficção.

Apesar de aparecer apenas na 11ª posição no ranking das editoras, a Rocco colocou dois lançamentos em excelentes posições. O livro Castelo de papel, de Mary Del Priore, ficou em 4º lugar em não ficção, e Insurgente, de Veronica Roth, em 3º lugar, na lista infanto juvenil.

As novidades da semana foram: não ficção, Manual de etiqueta (Bestbolso); infanto juvenil, Meu pé de laranja lima (Melhoramentos); autoajuda, Sobre o céu e a terra (Paralela) e Para a melhor mãe do mundo (Vergara & Riba).

No ranking das editoras a Sextante se distanciou mais ainda das outras, agora com 18 títulos. A briga boa voltou a ser pela segunda colocação, disputada página por página pela Intrínseca e Record, ambas com 10. Atrás delas seguem a Ediouro, com 9 livros, Vergara&Riba com 8, e Saraiva com 7.

Intrínseca: menos é mais

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No ranking das editoras, Íntrinseca está em 4º lugar

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Cinquenta tons de cinza (Intrínseca) continua de cabeça erguida, mas longe das dezenas de milhares que vendia em 2012. Na última semana foram 5.179 exemplares.

A grande surpresa da semana foi o inédito segundo lugar para O lado bom da vida (Intrínseca), que pela primeira vez deixou para trás Cinquenta tons de liberdade (Intrínseca), acabando com o ménage à trois editorial da série erótica.

Na lista geral, a editora Intrínseca levou as quatro primeiras colocações, o 6º lugar, com a nova aposta Garota exemplar, e ainda o 14 º com A culpa é das estrelas. No ranking das editoras ela aparece em 4 ºlugar, com 8 livros, que juntos venderam 22.887 exemplares. A Sextante, 1º lugar, tem 18 livros, com um total de 13.266 exemplares. É, as vezes, menos é mais!

As novidades na lista são: ficção, Dezesseis luas (Galera Record) e O preço da vitória (Arqueiro); não ficção, Uma prova do céu (Sextante); infantojuvenil, Minhas princesas (Melhoramentos); autoajuda, Filhos bem-sucedidos (Sextante) e Dez bons conselhos de meu pai (Fontanar); negócios, Como influenciar pessoas poderosas (Gente).

No ranking das editoras, a Sextante, com 18 livros, voltou a abrir boa vantagem sobre o 2º lugar, que foi ocupado pela Record, com 11, deixando a Ediouro em 3º lugar.

Quinto lugar com gosto de primeiro

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O lado bom da vida, da Intrínseca, assume 5º lugar na lista geral

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Cassia Carrenho, no PublishNews

Na lista dessa semana, o livro O lado bom da vida (Intrínseca) pode ser considerado um campeão, apesar de aparecer apenas na 5º posição da lista geral. Isso porque no 1º lugar aparece Nada a perder (Planeta), como sempre impulsionado pelos lançamentos com a presença dos fiéis do Bispo Macedo, e na sequência, o fenômeno mundial mais quente dos últimos anos, a trilogia Cinquenta tons de cinza (Intrínseca).

O romance bipolar ficou apenas 114 exemplares atrás do 4º lugar, Cinquenta tons mais escuros. E a menor diferença entre um dos livros de Mr Grey para qualquer outro considerado “reles mortal”. Para a Intrínseca, continua só alegria, com seis livros entre os vinte da lista geral.

Outro destaque vai para Mensalão (Record), de Merval Pereira, que foi lançado na semana passada e estreou na lista de não ficção em 3º lugar, com 981 exemplares vendidos.

A lista também ficou recheada de novidades: ficção, o Toda poesia (Companhia das Letras), de Paulo Leminski; não ficção, McFLY (Bestseller), Não se desespere (Vozes), O homem que não queria ser Papa (Universo dos livros) e Alexandre VI (Editor Europa); infanto juvenil, O mágico de Oz (Zahar) e em negócios, O futuro da indústria no Brasil (José Olympio).

No ranking das editoras, a Record, com três novos livros na lista, assumiu o 2º lugar com 10 livros, atrás da primeiríssima Sextante, que emplacou 15. Ediouro e Intrínseca empataram no 3º lugar com 9 cada.

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