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Agora é possível ler online o acervo da Saraiva sem precisar baixar nenhum app

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Publicado no Canal Tech

Que tal poder ler qualquer obra do acervo virtual da Saraiva sem precisar baixar nenhum aplicativo? Agora isso é possível com a chegada do LEV, o leitor online da livraria, que funciona pelo navegador.

Para começar a usar, é só acessar o site LEV Saraiva  pelo computador, se cadastrar e começar. O usuário rapidamente tem acesso à biblioteca onde aparecerão todos os livros que já tiver comprado digitalmente, além de conferir o acervo da loja, que oferece mais de 530 mil títulos em língua estrangeira, 145 mil obras em português e livros exclusivos.

Além de comprar, ler e descobrir novidades, o usuário também consegue aplicar filtros para facilitar as bucas e a organização, marcar itens como favoritos, criar coleções por temas e incluir notas e marcadores, que permitem realizar anotações com dados adicionais que o leitor não quer esquecer. Também é possível copiar trechos de livros e usar atalhos para agilizar a leitura.

Outra coisa bacana é que o ecossistema digital da Saraiva foi todo integrado. Dessa forma, é possível começar a leitura de uma obra pelo LEV no desktop, depois continuar do ponto onde parou pelo aplicativo LEV, ou ainda contar com o e-reader da Saraiva quando quiser.

Prefeitura de Ribeirão Preto planeja criar ‘Uber do Professor’

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Professor seria acionado por meio de aplicativo(Foto: ThinkStock)

Professor seria acionado por meio de aplicativo(Foto: ThinkStock)

Proposta, ainda em fase de elaboração, é chamar substituto por aplicativo quando docente faltar; categoria é contrária

Publicado na PEGN

Um projeto da prefeitura de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, quer criar um sistema de trabalho que foi apelidado pelos servidores de “Uber da Educação” ou “Professor Delivery”. A ideia é pagar por aulas avulsas a docentes, sem ligação com o município, sempre que faltarem profissionais na rede municipal de ensino.

O professor não teria vínculo empregatício com a prefeitura e o acionamento se daria por aplicativos, mensagens de celular ou redes sociais. Após receber a chamada, o professor teria apenas 30 minutos para responder se aceita a tarefa e uma hora para chegar à escola –caso contrário, outro seria acionado no seu lugar.

Mesmo sem chegar oficialmente à Câmara da cidade, o projeto já foi parar no Legislativo neste mês. Um grupo de professores distribuiu aos vereadores cópia da proposta preliminar e reivindicou que a ideia seja barrada. Um dos argumentos é de que o projeto seria inconstitucional.

Suelly Villela, secretária municipal de Educação da gestão Duarte Nogueira (PSDB), defende a importância do projeto para a rede local de ensino. O objetivo, de acordo com ela, é “solucionar a grave situação de ausências de professores em sala de aula, motivadas por faltas ou licença-saúde, em período inferior a 30 dias”.

De acordo com Suelly, que atuou como reitora da Universidade de São Paulo (USP) entre 2005 e 2009, a falta de professores traz prejuízo à formação dos alunos, que “são dispensados das aulas com frequência”, principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

O projeto, explicou ela, foi submetido à consulta da comunidade escolar e está em fase de análise das sugestões enviadas à secretaria.

Críticas. O Conselho Municipal de Educação (CNE) fez parecer contrário à proposta do Executivo. Segundo a análise do órgão, a alternativa terá lacunas do ponto de vista qualitativo e criará regime laboral precário. O órgão recomenda estudos mais aprofundados antes do envio da matéria à Câmara.

Na opinião do professor Sandro Cunha, que leciona História na rede municipal, o projeto fere o princípio da isonomia, por tratar de forma desigual os funcionários a serviço da prefeitura. Já na avaliação da advogada trabalhista Danielle Dias Moreira, a contratação de professores substitutos não é ilegal, mas pode trazer questionamentos futuros nos tribunais. “O professor chamado várias vezes poderá ir à Justiça e pedir o reconhecimento do vínculo empregatício”, argumenta.

A rede municipal de Ribeirão Preto tem 109 escolas da rede direta e outras 24 conveniadas. O sistema tem 3.159 professores, sendo 400 emergenciais, de acordo com dados da própria secretaria. São cerca de 48 mil estudantes matriculados.

Aplicativo oferecerá aulas de Alto Valiriano, idioma de ‘Game of Thrones’

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DAENERYS É A ÚNICA PERSONAGEM QUE FALA ALTO VALIRIANO NO DIALETO CORRETO (FOTO: REPRODUÇÃO)

DAENERYS É A ÚNICA PERSONAGEM QUE FALA ALTO VALIRIANO NO DIALETO CORRETO (FOTO: REPRODUÇÃO)

 

Publicado na Galileu

O Duolingo, app no qual é possível aprender idiomas, oferecerá aulas para quem quer falar como Daenerys Targaryen, de Game of Thrones. O curso de Alto Valiriano está sendo finalizado e, segundo o site do app, deve ficar disponível em 16 de julho, data de estreia da sétima temporada da série. As aulas serão oferecidas em inglês.

As lições estão em processo de desenvolvimento há oito meses na plataforma ‘Incubadora’ do Duolingo. O principal responsável por elaborar as aulas é David J. Peterson, que criou o idioma para a série. Ele também recebeu apoio de mais três especialistas.

Na segunda-feira (10), o linguista deixou na página do aplicativo a mensagem ‘Valyrio Māzis’. A tradução corresponde a ‘Valiriano está chegando’. O aviso faz alusão à frase ‘o inverno está chegando’, característico do seriado da HBO.

Jogo dos estudos

Esse não é o primeiro curso dedicado ao universo habitado por Jon Snow, Sansa e Arya Stark: a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, terá em sua grade a aula “The Real Game of Thrones: From Modern Myths to Medieval Models” (O Verdadeiro Jogo dos Tronos: dos Mitos Modernos para os Modelos Medievais, em tradução livre), que tem como objetivo analisar como a série “ecoa e adapta, bem como distorce a história e a cultura do ‘mundo medieval’ da Eurásia entre 400 e 1500”.

No Recife, aplicativo registra literatura e poesia que estão espalhadas pela cidade

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Publicado no Portal Aprendiz

Transitar pelas ruas e avenidas para ir de um lugar ao outro faz parte da rotina de qualquer pessoa que vive em uma grande cidade. Na maioria das vezes, é algo que fazemos quase no modo automático, sem nos darmos conta que por trás de cada rua, de cada praça e de canto da cidade, há uma história.

Recife, capital de Pernambuco, é um desses lugares, repleto de construções históricas e locais que foram homenageados por grandes poetas e escritores.

“Gosto muito de literatura, sobretudo a pernambucana. Um dia, conversando com uma amiga, eu percebi que vários poetas e escritores faziam referência a alguma rua da cidade. Então, pensei que seria muito interessante se as pessoas pudessem conhecer as ruas de Recife por meio de um viés literário’’, conta o diretor de cinema Eric Laurence, idealizador do projeto.

Foi a partir dessa conversa com a escritora Luzilá Gonçalves que Eric teve a ideia de criar o aplicativo Ruas Literárias do Recife, lançado em setembro de 2016.

Por meio de um serviço de geolocalização, o app mostra no mapa os pontos da cidade que foram citados em alguma obra literária. Ao passar pelo pin, o usuário tem acesso ao trecho da obra e informações sobre o autor, que podem ser salvas como favoritas ou compartilhadas nas redes sociais. É possível também encontrar os poemas buscando por nomes de ruas da cidade e escritores. E o app ainda traz um quiz sobre as obras.

O projeto foi viabilizado por meio de um edital do Funcultura (Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura da Secretaria do Estado) e demorou dois anos para ser concretizado.

Eric conta que o processo que levou mais tempo para ser realizado e exigiu muito cuidado foi a parte de pesquisa. A etapa durou cerca de nove meses e contou com o apoio da amiga Luzilá Gonçalves. “Era importante que a gente mostrasse a literatura de vários ângulos, desde autores mais tradicionais, a poetas marginais e contemporâneos, imprimindo diversos olhares sobre a cidade.”

Como explica o cineasta, a proposta do aplicativo vai além de permitir aos cidadãos conhecerem e valorizarem o patrimônio histórico da cidade onde vivem. “A partir do momento em que você passa a enxergar as ruas por um olhar poético, você estabelece um laço afetivo com a cidade e cria uma nova relação com o espaço urbano, gerando uma sensação maior de pertencimento”.

Conheça cinco aplicativos essenciais para vida acadêmica

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A tecnologia facilitou a vida de muitas maneiras, inclusive na organização para que os estudos possam render

Publicado no IBahia

Quadro negro nunca mais! E caderno, então? O modelo da sala de aula não muda, mas os alunos sim. A tecnologia facilitou a vida de muitas maneiras, inclusive na organização para que os estudos possam render. Listamos aplicativos que vão ajudar – e muito – no sucesso da vida acadêmica.

Lecture Capture

Aulas, aulas e mais aulas, uma atrás da outra. É fácil se perder e ao chegar no cantinho de estudo querer rever algum conteúdo. Com esse aplicativo é possível gravar palestras em vídeo e ter acesso ao material mesmo offline. O app vai além dos gravadores padrões dos celulares, que permitem apenas ouvir. Com o Lecture Capture, o estudante pode criar notas e marcadores, além de montar suas próprias listas de reprodução. É compatível com iOS e Android.

StudyBlues

Tanto faz: iOS ou Android. Nos dois sistemas operacionais o aplicativo é gratuito. Nele é possível montar seu próprio plano de estudo através de cartões de memorização ou folhas de revisão. São mais de 250 milhões de notas de estudo disponíveis. Além de conseguir avaliar o progresso no aprendizado, há lembretes que o próprio aluno configura, como os horários de prova.

Timetable

A principal tarefa do Timetable é organizar em planilhas os trabalhos de casa e as datas das provas. O aplicativo, disponível na versão Android, é responsável por silenciar o telefone durante as aulas. Quem tem iPhone pode optar pelo Class TimeTable, que também é gratuito, mas possui uma versão mais atualizada por 99 centavos de dólar.

EasyBib

Pense num aplicativo que já deixa no modo correto as referências bibliográficas? Pois é, aquele trabalho de fim de curso e artigos ganhou um reforço. É só escanear o código de barras ou digitar o nome do livro que as informações já entram na padronização. Mas, como as normas variam entre as faculdades, estão disponibilizados diversos modelos. A dificuldade aqui pode ser que o aplicativo seja em inglês e reconhece muito mais fácil os títulos de fora. Quem tem iPhone ou Android pode fazer o download gratuitamente.

Scribd

Antes dos artigos começarem a ser escritos, deve-se ter em mente a linha da pesquisa. É aí que o Scribd entra: o aplicativo disponibiliza livros, audiobooks, notícias, revistas, documentos e até partituras. Enquanto muitos dos sites de notícias limitam as leituras aos seus assinantes, aqui é permitido ler qualquer material jornalístico que desejar. Estão disponíveis matérias da Bloomberg Businessweek, Time Magazine, People Magazine, Fortune e Money Magazine. Mas, em compensação, a versão gratuita garante acesso somente a três livros e um audiobook por mês. Montada a biblioteca no seu Android ou iPhone, é fácil: se acessa de qualquer lugar, inclusive offline.

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