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Confira a capa de Turtles All The Way Down, novo livro do autor John Green

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Guilherme Cepeda, no Burn Book

Depois de seis anos, dois filmes e 4,5 milhões de livros vendidos no Brasil, John Green está de volta!

O autor acaba de divulgar a capa do seu novo livro, Turtles All The Way Down (ainda sem título em português), via Twitter.

Nesse livro vamos conhecer a história de Aza Holmes, uma jovem de 16 anos em busca de um bilionário desaparecido para tentar ganhar a recompensa oferecida. Um livro sobre amizades duradouras, reencontros inesperados, fan fictions de Star Wars e répteis neozelandeses.

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John Green incluiu na nova obra muitos elementos da própria vida, entre eles o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), com o qual conviveu por muitos anos – mas é uma história totalmente fictícia. Em entrevista ao Entertainment Weekly, o autor declarou:

Há anos que trabalho em Turtles All The Way Down e estou animado para compartilhar essa história com os leitores, em outubro. É minha primeira tentativa de escrever diretamente sobre o tipo de distúrbio mental que afeta minha vida desde a infância, então, embora seja uma história ficcional, também é algo muito pessoal.”

O livro será publicado simultaneamente com os Estados Unidos, em 10 de Outubro.

via Intrínseca

O professor que faz desenhos incríveis no quadro para inspirar seus alunos

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Publicado no Hypeness

Nossas escolas ainda possuem um formato arcaico, com carteiras em filas, salas divididas por idade e matérias chatas que não são aplicadas no nosso cotidiano. Você lembra quando usou aquela fórmula de física que você foi obrigado(a) a decorar? A metodologia convencional não desperta a curiosidade e nem incentiva a criatividade que há dentro de cada aluno.

Um professor de artes de uma escola em Wyoming, nos Estados Unidos, é um exemplo de como os profissionais da educação podem inspirar faíscas de criatividade em seus alunos. O professor faz desenhos com cores diferentes de giz, cria animais, retratos e insere frases criativas nos desenhos, como no de um urso com o seguinte texto: “Ursos comem 100% menos pessoas felizes do que tristes. Não seja comido, seja feliz!“.

O professor mostra para seus alunos que tudo pode ser feito com materiais simples, como um giz por exemplo, basta ter uma boa ideia. Além disso, ele utiliza suas obras-primas no quadro negro para ilustrar conceitos artísticos como o sombreado. Quando perguntado sobre como ele se sente vendo suas obras sendo apagadas no final do dia, ele afirma que o processo é bom: “Apagar imagens antigas significa que seus alunos começam a ver algo novo a cada dia”.

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Todas as fotos © Imgur

Conheça a biblioteca que guarda os segredos do Vaticano

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Salone Sistino da Biblioteca Apostólica Vaticana (Foto: Reprodução/Facebook)

Salone Sistino da Biblioteca Apostólica Vaticana (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Digitalização de acervo já teve início e deve durar 18 anos

Publicado na Época Negócios

Volumes amarelados, documentos e textos sagrados, os primeiros mapas criados e um dos maiores acervos do mundo podem ser encontrados na Biblioteca do Vaticano, conhecida como a “Biblioteca dos livros do Papa”.

Localizada na cidade do Vaticano, a Biblioteca Apostólica foi fundada pelo papa Nicolau V Parentucelli (1447-1455) no Palácio dos Papas. No final do século 16, ela foi transferida para o Salão Sistino pelo papa Sisto V Peretti (1585-1590).

Atualmente, em seu acervo há mais de 180 mil volumes de manuscritos e arquivos, 1,6 milhão de livros impressos, 8,6 mil incunábulos, 300 mil moedas e medalhas, 150 mil gravuras e desenhos e 150 mil fotografias. No entanto, os arquivos secretos do Vaticano foram retirados do local.

Considerada uma das mais antigas do mundo, a biblioteca começou, recentemente, a digitalizar seu acervo para ficar disponível para visualização on-line e totalmente gratuita.

Para apoiar a iniciativa, a associação “Digita Vaticana Onlus”, em parceria com a Biblioteca e a empresa japonesa NTT DATA, imprimiu 200 cópias do manuscrito raro “Folio” do “Virgílio do Vaticano”, uma das obras mais importantes do acervo, criado por volta de 400 d.C para presentear os primeiros doadores que ajudassem com uma quantia de 500 euros em apoio ao projeto.

“O projeto é uma das iniciativas da nossa associação para levantar fundos para apoiar a digitalização dos manuscritos da biblioteca, e assim dar a oportunidade para todos, estudiosos ou não, de acessar este imenso patrimônio”, afirmou Maite Bulgari, fundador da associação “Digita Vaticana”.

A Biblioteca do Vaticano é composta por um grande salão com mais de 70 metros de comprimento e 11 metros de largura e acomoda a história e os pensamentos da humanidade através da arte, literatura, matemática, ciência, direito e medicina, do início da era Cristã até os dias atuais, em diversos idiomas.

“Obras que foram transcritas através do trabalho dos escribas, os monges que passaram boa parte de suas vidas copiando os exemplares. E agora, com a digitalização é possível voltar ao passado. Essa é a a versão moderna dos copiadores antigos”, afirmou Irmgard Shuler, responsável pelo laboratório que digitaliza os arquivos.

Antes de serem escaneados, os volumes passam por outro laboratório, conhecido como a “clínica” dos livros do Papa, onde é feito um restauro. “O inimigo número um dos livros antigos? Na minha opinião, é o homem”, ressaltou Angela Nunez, líder do departamento, que indicou que às vezes os livros se deterioram ao longo dos anos por problemas de umidade e insetos.

A previsão é de que a digitalização de todo o acervo da Biblitoeca do Vaticano aconteça em até 18 anos.

Turma da Mônica homenageia uma das mais influentes escritoras negras do Brasil

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Foto: Facebook/Turma da Mônica / Reprodução

Foto: Facebook/Turma da Mônica / Reprodução

 

Carolina de Jesus foi a mulher escolhida para representar o projeto #DonasdaRua, em parceria com a ONU Mulheres

Publicado no Zero Hora

Uma postagem feita nesta segunda-feira na página da Turma da Mônica no Facebook movimentou as redes em torno de uma figura ainda pouco lembrada na história nacional. Os personagens de Mauricio de Sousa homenagearam Carolina de Jesus (1914-1977), uma das primeiras e mais relevantes escritoras negras do Brasil.

Moradora da favela do Canindé, em São Paulo, Carolina trabalhava como catadora e registrava o cotidiano de sua comunidade em cadernos encontrados no lixo. No final da década de 1950, foram descobertos mais de 20 diários da escritora, que mais tarde deram origem ao livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. A publicação foi recusada por diferentes editoras na época, e acabou sendo impressa apenas em 1960.

A iniciativa faz parte do projeto Donas da Rua, lançado pela Turma da Mônica ainda no ano passado em parceria com a ONU Mulheres. A ideia é reforçar a autoestima de meninas de todo o Brasil e a defesa de seus direitos. A iniciativa já destacou outras brasileiras importantes, como a professora Dorina Nowill (1919-2010), pedagoga cega e uma das maiores ativistas pela inclusão de pessoas com deficiência visual no Brasil.

“Conhecer e honrar as guerreiras do passado é uma das formas de cultivar um futuro mais justo para as meninas. E nesse quesito, não temos nem o que dizer sobre Carolina de Jesus. Dona da Rua nata!”, destaca a publicação que já foi compartilhada quase 5 mil vezes, e movimentou as redes sociais no começo da semana.

Para acompanhar as homenagens do projeto, basta seguir a hashtag #DonasdaRua ou acessar o site da Turma.

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Os melhores livros, segundo Zuenir Ventura

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Publicado em O Globo

1. “A ditadura acabada” (Elio Gaspari)

“Não há nada que se compare em quantidade e qualidade de informação.”

2. “O que é que ele tem?” (Olívia Byington). “Um dos mais ternos e comoventes relatos de amor à diferença, num ano que se caracterizou pela intolerância na política”.

3. “Enquanto houver champanhe, há esperança” (Joaquim F. dos Santos). “A biografia de Zózimo Barroso do Amaral é uma saborosa crônica de costumes, que vai dos anos de chumbo até a abertura política.

4. “Verissimas” (Luis Fernando Verissimo). “Frases, tiradas, dicas e reflexões sobre tudo, fazendo-nos rir enquanto pensamos e pensando enquanto sorrimos.”

5. Essa menina. (Tina Correia)

“Um romance de estreia de quem já domina a arte de narrar”.

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