Vitrali Moema

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Instalação revela o poder metafórico de um único livro distorcendo um muro de tijolos

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Publicado no Razões para Acreditar

Para você, qual é o papel da arte na vida das pessoas? Para mim, a arte surge da necessidade de explicar a própria vida e isso pode ser feito através de críticas ou até mesmo de homenagens, como a gente vê nesta maravilhosa instalação do artista mexicano Jorge Mández Blake. À primeira vista, sua instalação parece um muro de tijolos, mas uma vez que você descobre que, na verdade embaixo de tudo, no chão, existe um livro, tudo muda.

Sua ideia é genial e a gente explica: o livro trata-se de um exemplar do clássico O Castelo, de Franz Kafka e o artista o colocou na base de sua instalação para mostrar o poder de um único livro de transformar toda uma parede. A metáfora está no fato de que uma pequena ideia pode ter um efeito muito maior do que imaginamos.

Este livro, que foi publicado somente após a morte do escritor, é um dos maiores clássicos da literatura moderna e o amor pelos livros de Jorge, foi o que o impulsionou a criar essa instalação, que também foi intitulada de O Castelo. O muro é grande: 75 metros de comprimento, impressionantemente transformados pela força de “apenas” um livro. Vem ver:

Acho que eu nunca vi uma homenagem tão linda à literatura e ao poder dos livros!

Com informações de My Modern Met

Fotos: Jorge Méndez Blake

Artista transforma episódios de ‘Stranger Things’ em livros de Stephen King; Confira!

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Thiago Muniz, no Cinepop

Se você também acha que ‘Stranger Things’ e Stephen King tem muito em comum, vai adorar o que o artista Butcher Billy criou.

Billy é designer e ilustrador brasileiro, conhecido por transformar diversas obras da cultura pop em materiais retrô. Dessa vez, decidiu transformar os episódios da 2ª temporada de ‘Stranger Things’ em capas de livros dos anos 80 inspiradas nas obras do Stephen King.

Confira as artes incríveis:

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E aí, o que acharam dessas artes fantásticas?

Artista Javier Bellomo imprime retratos em folhas de livros

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Publicado em O Beijo

Para o artista Javier Bellomo, um livro é mais do que um livro. É um suporte para impressão de fotografias. O argentino produz retratos que depois ganham dezenas de páginas de publicações diversas.

A mescla entre as imagens e as letrinhas miúdas é quase hipnótica. “O que está escrito tem relação com a expressão do personagem retratado”, é uma das perguntas que surge quando o trabalho é visto.

Em seu site, o artista conta que a fotografia surge de um processo intenso. Há muita conversa antes da câmera ser disparada. A fragmentação também é um aspecto a ser discutido, Bellomo intitula esta série de “Quebra-Cabeças”.

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Em Frankfurt, artista pede 100 mil livros para construir templo grego

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Mauricio Meireles, na Folha de S. Paulo

A ideia é botar de pé um monumento que simbolize os ideais estéticos e políticos da primeira democracia do mundo. A artista argentina Marta Minujín pediu a ajuda de leitores e editores na Feira do Livro de Frankfurt, nesta quinta-feira (20), para reconstruir O Parthenon dos Livros, instalação que montou em Buenos Aires em 1983, durante a ditadura argentina.

A artista quer reunir, como na obra original, cem mil livros proibidos —agora ou no passado. A nova versão do Parthenon será erguida em 2017 durante a Documenta de Kassel, cidade alemã onde os nazistas queimaram 2.000 livros em 1933.

A obra de Minujín foi uma dos símbolos da redemocratização argentina e trazia obras banidas pela junta militar que governava o país. Ela foi inaugurada cinco dias depois das eleições democráticas.

Dessa vez, serão reunidos livros de todo o mundo. A ideia, como na época, é que o público possa pegá-los para si. O que sobrar deve ser doado para bibliotecas.

“[A ditadura na Argentina] foram anos de tristeza, privação de liberdade. Conseguir deixar a instalação de pé foi um milagre, com a ajuda das pessoas consegui 30 mil livros”, relembrou Minujín.

Dois contêiners estão disponíveis na Feira de Frankfurt para receber as doações.

“Nesse novo Parthenon, pensei no mundo em crise, perverso na [política de fronteiras], com os imigrantes. Quero dar representação a todas as vozes em todas as línguas possíveis”, disse a artista.

Ela aproveita a feira para pedir ajuda de editores. Durante a cerimônia, uma mulher, que se apresentou como da editora alemã Suhrkamp, lhe presenteou com cinco livros. “Por favor, peça para sua editora mandar 2.000!”, disse a artista.

Pesquisadores da Universidade de Kassel fizeram uma lista de livros proibidos ou que causaram mal-estar político —relação que vai crescer conforme as pesquisas continuarem.

Há, até agora, um livro brasileiro na lista: “O Alquimista”, de Paulo Coelho, que em 2011 afirmou que seus livros haviam sido proibidos no Irã. Na relação, também estão “O Código Da Vinci”, de Dan Brown; “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht; “Versos Satânicos”, de Salman Rushdie; e “As Vinhas da Ira”, de John Steinbeck, entre outros.

Famoso livro de receitas de Salvador Dalí será relançado

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Uma das ilustrações do livro de Salvador Dalí, "Les Diners de Gala" imagem: Divulgação

Uma das ilustrações do livro de Salvador Dalí, “Les Diners de Gala” imagem: Divulgação

 

Publicado no UOL

Lançado em 1973, o “Les Diners de Gala”, do surrealista Salvador Dalí, durante muitos anos foi considerado um livro raro de receitas. Mas os amantes da cozinha e do artista podem comemorar: a Editora Taschen está relançando a obra.

Assim como o original, a nova versão tem ilustrações do pintor, que gostava de fazer jantares para sua mulher Gala, homenageada no título da publicação.

Ao todo são 136 receitas com imagens feitas por Dalí e, algumas delas, até sexuais demais para a época da primeira edição. Além das imagens, frases do artista permeiam os pratos, que são divididos em 12 capítulos de acordo com o tipo de receita.

Ainda em fase de pré-venda, “Les Diners de Gala” será lançado em 20 de novembro e já pode ser adquirido na Amazon Brasil por R$ 185,24.

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