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Coragem | Biografia de Rose McGowan, atriz que denunciou abusos de Harvey Weinstein, chega ao Brasil

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Publicação chega ao Brasil pela Harper Collins

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A Harper Collins lança no Brasil Coragem, biografia da atriz Rose McGowan – que foi uma das primeiras a denunciar os abusos do produtor Harvey Weinstein. Confira a capa:

McGowan tornou-se uma das atrizes mais desejadas de Hollywood da noite para o dia quando foi “descoberta” nas ruas de Los Angeles. Mas o que seria um sonho virou um inferno pessoal do qual a atriz reemergiu como um ícone feminista ao expor Harvey Weinstein e a misoginia sistêmica da indústria do entretenimento.

Brigitte Bardot vai lançar “livro testamento” com balanço de sua existência

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Pedro Prado, no Pipoca Moderna

A atriz francesa Brigitte Bardot vai lançar em 25 de janeiro uma autobiografia. Ou, como ela define, um “livro testamento” com um balanço de sua existência.

“Será o balanço de minha existência. Se chamará ‘Lágrimas de Combate’. Nunca escreverei outros livros. Será o balanço total de minha visão das coisas, da sociedade, da forma como fomos governados, da maneira como se trata os animais em meu país”, declarou.

A editora Plon apresenta a obra como “um testamento animal”, “uma reflexão inédita, serena e rebelde ao mesmo tempo, sobre sua existência e o sentido de seu combate”, diz o release, referindo-se aos 40 anos em a atriz milita pela causa animal.

Seu último livro, publicado em 2003, “Um Grito no Silêncio”, causou polêmica por seus posicionamentos radicais.

A estrela do cinema, hoje com 83 anos, vive atualmente em Saint-Tropez e ainda mantém o costume de emitir comunicados contra caçadores, zoológicos, matadouros e circos. Nesta quarta-feira (27/12), inclusive, ela publicou uma carta-aberta ao governo francês no jornal Le Parisien.

“Estamos mal com este governo. [O presidente Emmanuel] Macron não tem a menor compaixão pelos animais e a natureza: em Chambord, acaba de parabenizar caçadores ante suas presas abatidas, ainda quentes! É escandaloso!”, disse Bardot à AFP por telefone.

Emma Watson distribuiu vários livros com temática feminista no Dia da Mulher

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Publicado no Jornal Metro

Em comemoração ao Dia da Mulher, a atriz Emma Watson espalhou livros feministas em diversos locais de Londres nesta última quarta-feira (8).

Contando com a ajuda dos integrantes de seu clube do livro, Our Shared Shelf, as obras também alcançaram várias cidades ao redor do mundo.

No Twitter, a atriz falou sobre a parceria com a ONG Book Fairies: “A partir da meia-noite no horário de Nova York, fadas do livro distribuirão livros feministas em comemoração ao Dia Internacional da Mulher”, escreveu.

Londres, Dubai, Buenos Aires, e Milão foram alguns dos locais que receberam as obras.

Entre os títulos estão “Mom & Me & Mom”, biografia de Maya Angelou, “My Life on the Road”, de Gloria Steinem, e “How to be a Woman”, de Caitlin Moran.

Registros de Emma Watson distribuindo os exemplares em lugares públicos foram publicados em suas redes sociais.

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Carrie Fisher além de Star Wars: 7 livros para conhecer o trabalho da princesa mais sarcástica de Hollywood

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Atriz ficou mais conhecida pelo papel de Leia Organa na franquia "Star Wars"

Atriz ficou mais conhecida pelo papel de Leia Organa na franquia “Star Wars”

 

Atriz também teve uma longa carreira como escritora e roteirista em Hollywood

Publicado no Guia da Semana

2016 realmente não está sendo um ano para amadores. Depois de nomes como Gene Wilder e David Bowie, o mundo se despediu da atriz Carrie Fisher na última terça-feira, 27 de dezembro. Fisher sofrera um ataque cardíaco durante uma viagem de avião e passou dias no hospital, mas não resistiu. Amigos e colegas lamentaram sua partida e fãs inundaram a internet com homenagens emocionadas, mas o que tem emergido de mais positivo desse luto coletivo tem sido o reconhecimento de um trabalho além do papel que marcou sua vida e sua carreira – o da Princesa Leia em “Star Wars”.

Sempre bem-humorada, Fisher tinha como companheiro fiel seu buldogue Gary

Sempre bem-humorada, Fisher tinha como companheiro fiel seu buldogue Gary

 

Fisher, que foi alçada à fama aos 19 anos com o primeiro episódio da franquia, na verdade já era bastante íntima desse universo das celebridades: filha de Debbie Reynolds (“Cantando na Chuva”) e Eddie Fisher – que se casaria depois com Elizabeth Taylor (“Cleópatra”), ela sempre cultivou uma visão crítica e sarcástica sobre Hollywood. Mais tarde, ela usaria esse sentimento para escrever diversas autobiografias ou ficções semi-autobiográficas brutalmente honestas, para criar um monólogo de stand-up que se tornaria sucesso na Broadway e para trabalhar na “recuperação” de dezenas de roteiros de filmes, incluindo “Mudança de Hábito”, “Os Irmãos Cara de Pau” e os episódios I a III de “Star Wars”.

Se você ainda não conhece esse lado da princesa-general Leia Organa, confira sete livros escritos por Fisher que vão ajudar a compreender melhor uma das figuras mais inspiradoras das galáxias:

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Postcards From The Edge (1987)

O primeiro livro de Carrie Fisher foi adaptado para o cinema pela própria autora com o nome de “Lembranças de Hollywood”, com Meryl Streep, Shirley MacLaine e Annette Benning no elenco. Semi-autobiográfico, o romance conta a história de uma atriz que tenta se recuperar após uma overdose de drogas escrevendo cartas para as pessoas próximas.

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Surrender the Pink (1990)

Publicado em 1990, “Surrender the Pink” acompanha uma roteirista de novelas que, apesar de bem sucedida na carreira, é um fracasso na vida amorosa. A protagonista se apaixona por um homem que acredita ser seu príncipe encantado, como nos personagens da TV, mas logo descobre que ele também tem seus defeitos.

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Delusions of Grandma (1993)

Outro romance centrado numa roteirista é “Delusions of Grandma”, sobre uma mulher grávida que, após ver fracassar sua relação com o pai da criança, se convence de que morrerá no parto. Sem esperanças de sobreviver, ela decide escrever cartas para o filho relembrando como sua vida chegou àquele ponto.

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The Best Awful There Is (2004)

Inspirado pela relação de Fisher com o pai de sua filha, Bryan Lourd, o livro conta a história de uma atriz bipolar que se casa com um executivo, mas acaba sendo trocada por um homem. O livro então acompanha essa personagem anos depois durante uma reabilitação, passando pelas mais incomuns situações e oscilando entre a insanidade e a lucidez.

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Wishful Drinking (2008)

A primeira das autobiografias de Carrie Fisher é, também, a mais famosa. Escrita, inicialmente, como uma apresentação de comédia stand-up, a peça relembra com humor e acidez todo o percurso da atriz, desde sua relação com a família célebre até suas experiências na saga “Star Wars”, passando pelos problemas com drogas e depressão.

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Shockaholic (2011)

Como uma continuação de “Wishful Drinking”, “Shockaholic” detalha a experiência da atriz com a terapia de choque pela qual passou para curar a depressão, e desenvolve alguns episódios de sua vida adulta, como a relação com Michael Jackson e com seu pai. O humor sarcástico continua sendo uma marca registrada.

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The Princess Diarist (2016)

O mais recente livro de memórias de Fisher foi traduzido para o português como “Memórias da Princesa – Os Diários de Carrie Fisher” e relembra, mais especificamente, os tempos de gravação da saga dirigida por George Lucas. É nessa obra que a atriz e escritora revela ao mundo o breve romance que teve com Harrison Ford (que interpretou Han Solo) durante as filmagens e recorda, com um olhar crítico, a ingenuidade de uma jovem de 19 anos trabalhando em Hollywood.

9 livros que Emma Watson já leu — e que você deveria ler também

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Foto: Reprodução/Instagram)

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Isabela Moreira, na Galileu

onhecida por interpretar Hermione Granger nos filmes da sérieHarry Potter, Emma Watson é tão inteligente e articulada quanto sua personagem. Formada pela Universidade Brown, nos Estados Unidos, em 2014, ela se tornou porta-voz da campanha He For She da ONU, cujo objetivo é lutar pelo fim da desigualdade de gênero.

Com o objetivo de compartilhar seus conhecimentos, ela criou, no início de 2016, um clube do livro virtual. “A partir do meu trabalho com a ONU, comecei a ler tantos livros e ensaios sobre igualdade quanto pude. Tem tanta coisa incrível por ai!”, escreveu a atriz na época. “Decidi criar um clube do livro feminista e queria compartilhar o que estou aprendendo e ouvir suas opiniões também.”

O clube foi nomeado de “Our Shared Shelf” e tomou forma no Goodreads, rede social voltado para os amantes de livros. Desde então, Watson escolhe leituras relacionadas a mulheres e à discussão sobre gênero para compartilhar e discutir com os participantes do grupo. Ao longo de 2016, o clube ganhou mais de 160 mil participantes nove obras foram abordadas. Saiba quais foram elas:

1 – All About Love: New Visions, bell hooks (2001)
A feminista e ativista bell hooks oferece uma nova perspectiva sobre o amor: ao longo da obra, ela explica como as noções perpetuadas do sentimento são ultrapassadas e oferece uma forma de repensar o amor próprio.

2 – Minha Vida na Estrada, Gloria Steinem (2016)
Em seu livro de memórias, a jornalista conta sua trajetória, das viagens pelos Estados Unidos com os pais ao início de seu envolvimento com o movimento feminista, e revela como se tornou uma das principais vozes do ativismo americano.

Foto: Reprodução/Instagram)

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3 – A Cor Púrpura, Alice Walker (1982)
Ganhador de um Pulitzer de Melhor Ficção, A Cor Púrpura acompanha a vida das irmãs Celie e Nettie que sofrem várias opressões por serem mulheres e negras, mas tomam as rédeas das próprias vidas.

4 – Metade do Céu – Transformando a Opressão em Oportunidades para as Mulheres de Todo Mundo, Nicholas D. Kristof e Sheryl WuDunn
O livro-reportagem acompanha, a partir da perspectiva de diferentes personagens, as diferentes opressões que mulheres sofrem ao redor do mundo, e reflete sobre formas de como mudar essa realidade.

5 – Como Ser Mulher, Caitlin Moran (2012)
No livro, a escritora britânica Caitlin Moran usa o humor para trazer à tona vários acontecimentos de sua infância e adolescência, ressaltando como se envolveu com o feminismo.

6 – Hunger Makes Me a Modern Girl, Carrie Brownstein (2015)
Conhecida por atuar na série Portlandia, Brownstein abre, em sua memória, diferentes aspectos de seu passada e de sua vida atual. Dos dias sendo fã fervorosa de bandas até seu envolvimento com o punk e a comédia.

7 – The Argounauts, Maggie Nelson (2015)
No livro de memórias, Nelson oferece novas visões sobre assuntos como identidade, desejo, amor e linguagem.

Foto: Reprodução/Instagram)

Foto: Reprodução/Instagram)

 

8 – Mom & Me & Mom, Maya Angelou (2013)
O livro é o sétimo de uma série de autobiografias escritas por Angelou. No último volume, ela disseca a relação que desenvolveu com a mãe ao longo da vida.

9 – Persépolis, Marjane Satrapi (2000)
Satrapi usa o formato de graphic novel para contar sua experiência de crescer no Irã durante a revolução Islâmica.

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