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Posts tagged aula

Professores da USP ministram aulas gratuitas sobre os livros da Fuvest 2018

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Isabela Calado, no Espaço do Povo

Uma das maiores bibliotecas de São Paulo, Mário de Andrade, recebe no mês de outubro um ciclo de palestras sobre os livros que caem na Fuvest 2018, com aulas gratuitas e ministradas por professores e especialistas em literatura brasileira.

Os interessados em acompanhar os encontros não precisam, necessariamente, morar na capital paulista. Os encontros acontecem sempre às sextas-feiras, às 19h, no auditório da biblioteca. É preciso chegar com 1h de antecedência para garantir o ingresso. Mas também são transmitidos on-line no Facebook da Biblioteca Mário de Andrade e, além disso, os vídeos são disponibilizados no YouTube.

As aulas são comandadas, em sua maioria, por professores da própria USP. Já estão no ar as análises dos livros “Iracema”, de José de Alencar; “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis; “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo; Vidas Secas”, de Graciliano Ramos; e “A Cidade e as Serras”, de Eça de Queiroz.

Confira abaixo quais são as próximas aulas:

“Minha Vida de Menina”, de Helena Morley – Prof. Claudio Caus (Cursinho da Poli)
06/10, às 19h

“Mayombe”, de Pepetela – Profª. Rosangela Sarteschi (USP)
13/10, às 19h

“Claro Enigma”, de Carlos Drummond de Andrade – Prof. Murilo Marcondes de Moura (USP)
20/10, às 19h

“Sagarana”, de João Guimarães Rosa – Profª. Yudith Rosenbaum (USP)
27/10, às 19h

Harvard exige mil páginas de leitura por semana, diz aluna

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Universidade de Harvard: muita leitura (Robert Spencer/ Getty Images)

Universidade de Harvard: muita leitura (Robert Spencer/ Getty Images)

 

Tábata Amaral, que acabou de se formar em Harvard, compara sua rotina de estudos lá com a da USP

Publicado na Exame

Segundo a paulista Tábata Amaral, que se graduou em Ciências Políticas e Astronomia pela Universidade de Harvard, a instituição se diferencia de todas as outras em três pontos principais: o foco no pensar, e não no conteúdo; o contato com pessoas que são as melhores do mundo em suas áreas; e a formação de pessoas englobando seus mais diferentes interesses.

“Lá, o objeto de estudo importa muito pouco; como você aprende a pensar importa muito”, explica ela. No vídeo abaixo, gravado durante um encontro de Bolsistas da Fundação Estudar, a jovem explica como uma formação tão diversa (as pessoas sempre a questionam o porquê da escolha por Astrofísica) contribuiu para o seu desenvolvimento.

Na ocasião, ela também comentou sobre a sua rotina na melhor universidade do mundo – comparando com o período em que estudou Física na Universidade de São Paulo, considerada a melhor universidade do Brasil. “Em Harvard, a gente passa muito pouco tempo em aula e muito tempo na biblioteca”, explica. “Em ciências políticas, tem aula que tem mais de mil páginas de leitura por semana. Normal”, completa.

Por fim, Tábata argumenta que lá ela aprendeu a ser uma pessoa completa, que podia, sim, se interessar ao mesmo tempo por matemática, política e – por que não? – danças latino-americanas.

Quer saber o que Harvard tem de tão diferente? Confira no vídeo abaixo:

Desempregado, professor de história dá aulas em ônibus

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Publicado no Curiosamente

Um professor começou a fazer sucesso na internet depois que uma passageira divulgou um relato sobre a experiência que teve ao receber sua aula de história, realizada dentro de um ônibus em Belém, no Pará. O rapaz, Eduardo Veras, possui até canal no YouTube com os registros de algumas das aulas divulgadas desde março de 2016.

No relato, a mulher, identificada como Alexandra Abdon, fala que o professor está desempregado e compartilha com os passageiros seu sonho de fazer mestrado e ensinar em universidades. Eduardo distribui resumos para que os passageiros possam acompanhar as aulas, recolhidos ao final, com qualquer contribuição, caso alguém queira ajudá-lo.

“Eu acredito que a Educação pode salvar o nosso País. E é por isso que quando vejo esse tipo de coisa, não consigo fazer vista grossa. O Professor Eduardo Veras é mais um desempregado, mais um sem oportunidade, mais um que poderia optar em nos assaltar no coletivo, ao invés de nos dar aula. Mas ele preferiu fazer o que melhor sabe: ENSINAR. E de uma forma maravilhosamente didática”, disse Alexandra em seu Facebook, em postagem que começou a ser compartilhada por internautas de todo o Brasil em menos de 24 horas.

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Eduardo mantém um canal no YouTube, com poucas postagens. Entre as metas estabelecidas por ele, está a de chegar a 1 milhão de visualizações um dia.

Fazer anotações durante a aula é uma das melhores técnicas de estudo

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Ana Lourenço, no Guia do Estudante

Nem todo mundo gosta de anotar o que o professor diz durante a aula: alguns têm preguiça, outros acham que conseguem absorver tudo só ouvindo. Mas essa é uma técnica simples e brilhante no processo de aprendizado, que deve ser usada por todos.

O primeiro motivo é o fato de que é inviável anotar tudo que o professor diz. Por consequência, acabamos tendo que selecionar algumas partes, que julgamos mais importantes, para transferir para o caderno. É aí que está o pulo do gato: enquanto ouvimos, estamos o tempo todo realizando o trabalho mental de compreender e absorver as palavras para sacar o que, daquilo tudo, é mesmo fundamental.

O que vira anotação é justamente o que foi processado pelo cérebro com a estrelinha de importante. O benefício é que, de todo esse processo, nos forçamos a ficar muito atentos à explicação e a digerir toda aquela informação, o que vale bem mais a pena do que passar horas lendo o livro-texto.

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Na hora de retomar aquele assunto, as anotações também ajudam a reconstituir a memória visual daquela aula e a relembrar a explicação do professor, de forma resumida, ressaltando os pontos-chave.

Mas lembre-se que não adianta nada pegar a anotação de um colega, porque o aprendizado está justamente no ato de sintetizar o que se está ouvindo e transferir para o papel. Com a mesma lógica, de nada adianta tirar fotos da lousa ou pegar os slides da aula. É preciso que você mesmo faça o trabalho. Sem preguiça, hein? 😉

Modelo Tyra Banks dará aulas sobre criação de marcas para alunos da universidade de Stanford

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A modelo Tyra Banks vai dar aulas de criação de marca na universidade de Stanford - Reprodução/Instagram/tyrabanks

A modelo Tyra Banks vai dar aulas de criação de marca na universidade de Stanford – Reprodução/Instagram/tyrabanks

 

Publicado no Folha de S.Paulo

Conhecida por apresentar o reality “America’s Next Top Model”, na televisão americana, e por sua longa carreira como supermodelo internacional, Tyra Banks dará aulas na tradicional universidade de Stanford, nos EUA.

Por duas semanas, em maio de 2017, ela ministrará um curso de criação de marca pessoal para 25 alunos do MBA em administração de empresas da instituição.

No curso, os estudantes vão aprender, entre outras coisas, como usar as redes sociais e os meios de comunicação para mostrar seus pontos fortes e como lidar com as críticas que podem receber.

No fim do projeto, os alunos precisarão mostrar as marcas que criaram pelo recurso de vídeo ao vivo do Facebook, pelo YouTube ou por algum canal de TV local.

As aulas serão dadas junto com Allison Kruger, um dos produtores do reality show comandado pela modelo.

Quando perguntada sobre as broncas que dá nas candidatas a modelo no programa dos EUA, Banks disse que é bom seus alunos estarem preparados. “Se alguém não estiver prestando atenção, vou dar uma bronca”, afirmou a modelo ao jornal “Wall Street Journal”.

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