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Projeto escolar incentiva o hábito de leitura nos pequeninos

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Caio Raphael Passamani, no Literatortura

Há dois anos, uma pequena grande ideia nasceu numa escola municipal de São José do Rio Preto (SP): o projeto Mala Viajante.

Depois da aula, os pequeninos (em geral alunos em processo de alfabetização) começaram a fazer uma rodinha paraesperar com entusiasmo o docente responder à pergunta “Quem será que vai levar pra casa a mala cheia de historinhas?!”. O escolhido, com a Mala Viajante às mãos, voltava para casa com as mais famosas histórias infantis.

Vale ponderar que, ao ser escolhida dentre todos da “salinha”, a criança certamente tem a sensação de exclusividade, o que a deixa animada/empolgada para ler as historinhas com seus pais assim que estiver em casa.

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A priori, pode-se pensar ser essa mais uma atividade escolar. Seu intuito, não obstante, é preciosíssimo. A proposta aqui é fazer com que as crianças, desde seu primeiro contato com as palavras, se interessem pelo hábito da leitura. Além disso, a atividade é uma boa “chance de os pais terem um momento exclusivo com os filhos”, como afirma a professora local LeslianeCestari. Os pais dagarotada assinam embaixo.

Os efeitos do projeto não se restringem aos momentos em que o aluno está em posse da Mala Viajante. Isso porque, após devolvê-la para dar continuidade à brincadeira,há uma maior possibilidade deo aluno sorteado e sua respectiva família darem continuidade à corrente livresco-cultural; isto é, lerem mais e mais livros.

Quão grande é o caráter paradigmático do projeto Mala Viajante, várias outras escolas nacionais já adotaram a ideia. Pensando a longo prazo, só temos a ganhar com isso.

Sem banheiro, alunos de escola do Pará usam buracos em matagal

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Em Novo Repartimento (PA), alunos da rede municipal estudam em escolas sem banheiro, com lousas degradas e graves problemas de infraestrutura. A foto foi feita em fevereiro de 2014. Logo depois da visita, um TAC foi firmado com a prefeitura. Dois meses depois, o grupo de trabalho realizou outra visita e, dessa vez, encontrou novos problemas (Foto: Claudia Martini/Divulgação)

Em Novo Repartimento (PA), alunos da rede municipal estudam em escolas sem banheiro, com lousas degradas e graves problemas de infraestrutura. A foto foi feita em fevereiro de 2014. Logo depois da visita, um TAC foi firmado com a prefeitura. Dois meses depois, o grupo de trabalho realizou outra visita e, dessa vez, encontrou novos problemas (Foto: Claudia Martini/Divulgação)

Marcelle Souza, no UOL

Uma vistoria do MPF (Ministério Público Federal) e do MPE (Ministério Público do Estado do Pará) encontrou escolas em situação precária no Pará. No município de Novo Repartimento, procuradores e promotores visitaram cinco unidades, umas delas não tinha banheiro. Sem opção, alunos, professores e funcionários da Escola Novo Progresso usavam buracos abertos em meio ao matagal.

“A situação de algumas escolas da zona rural desse município é muito precária. Uma delas foi incendiada e as salas tiveram que ser transferidas para uma igreja e outra estrutura de madeira”, diz o procurador Paulo Rubens Carvalho Marques. “Em uma escola havia banheiros convencionais, mas não tinha água. As instalações elétricas eram precárias e os ventiladores estavam quebrados”.

Outro problema é que muitas salas são multisseriadas (quando alunos de diferentes níveis de aprendizado dividem a mesma turma).  “Em uma escola, a professora dava aula para duas turmas ao mesmo tempo: enquanto um grupo fazia o exercício de costas, ela dava aula para alunos de outra série”, afirma o procurador.

O grupo ainda encontrou unidades com atraso na entrega da merenda e do material escolar no município. A fiscalização foi realizada no dia 28, Dia Internacional da Educação.

“O nosso município tem 153 escolas na zona rural, a maioria de difícil acesso e algumas a 200 km da sede”, disse Raimunda Nonata Silva Sousa, coordenadora pedagógica da área rural da Secretaria de Educação de Novo Repartimento. “Nós estamos tentando solucionar os problemas detectados. O grande desafio é que estamos em plena Transamazônica e alguns trechos ficam intransitáveis durante o período de chuvas”, diz a coordenadora.

Sobre as salas multisseriadas, a representante da prefeitura disse que a medida é necessária por causa da quantidade de alunos e da distância entre um vilarejo e outro. “A maior parte dessas escolas existe há mais de 20 anos e esses problemas vem se acumulando com o tempo”, diz.

O grupo de trabalho já havia visitado as escolas de Novo Repartimento em fevereiro, quando um TAC (termo de ajustamento de conduta) foi firmado com a prefeitura. À época, foram encontradas escolas de chão batido, com banheiros improvisados e materiais didáticos insuficientes. Uma nova vistoria foi feita no dia 28 em outras unidades e novos problemas foram verificados. Diante disso, uma audiência pública será realizada no dia 22 de maio no auditório da prefeitura para discutir a educação no município.

Esgoto e fiação elétrica aparente

Na Escola Municipal Padre Gabriel Bulgarelli, em Ananindeua, região metropolitana de Belém, os alunos convivem com lixo e esgoto a céu aberto no terreno da escola. No local, promotores e procuradores encontraram todas as salas de aula com fiações elétricas aparentes, oferecendo riscos aos estudantes. Os banheiros não têm pia e a maior parte dos vasos sanitários estava interditado. Não havia extintores de incêndio.

Em Belém, a Escola Municipal Parque Amazônia tinha rachaduras e infiltrações em quase todas as paredes, as salas de aula apresentavam goteiras e a fiação elétrica também estava aparente.

Em Ananindeua, o MP e o MPF listaram alterações que devem ser realizadas na escola Padre Gabriel Bulgarelli em 30 dias. Em Belém, o grupo ainda não se encontrou com representantes da prefeitura para cobrar a adoção de medidas na Parque Amazônia.

A reportagem não conseguiu contato com a Prefeitura de Ananindeua. A Secretaria Municipal de Educação de Belém disse que já tem prevista, para esse ano, uma reforma na escola Parque Amazônia. “Constam na obra, a impermeabilização do auditório, a reforma estrutural das paredes que estão com problemas de rachaduras e a renovação da rede no teto, que impede a invasão de pombos”, disse a pasta em nota.

A ação conjunta dos dois órgãos faz parte do projeto Ministério Público pela Educação (MPEduc), que tem o objetivo de vistoriar escolas em todos os Estados. No Pará, foram inspecionadas unidades também nos municípios de Capanema, Mãe do Rio, Paragominas e Tailândia.

Em Novo Repartimento (PA), alunos precisam atravessar caminho no meio do mato para chegar ao banheiro improvisado do lado de fora da escola. A foto foi feita em fevereiro de 2014. A foto foi feita em fevereiro de 2014. Logo depois da visita, um TAC foi firmado com a prefeitura. Dois meses depois, o grupo de trabalho realizou novas visitas em outras unidades, entre elas a Escola Novo Progresso, onde os alunos não tinham nem o banheiro improvisado. Nesses casos, professores, alunos e funcionários tinham que usar o matagal (Foto: Claudia Martini/Divulgação)

Em Novo Repartimento (PA), alunos precisam atravessar caminho no meio do mato para chegar ao banheiro improvisado do lado de fora da escola. A foto foi feita em fevereiro de 2014. A foto foi feita em fevereiro de 2014. Logo depois da visita, um TAC foi firmado com a prefeitura. Dois meses depois, o grupo de trabalho realizou novas visitas em outras unidades, entre elas a Escola Novo Progresso, onde os alunos não tinham nem o banheiro improvisado. Nesses casos, professores, alunos e funcionários tinham que usar o matagal (Foto: Claudia Martini/Divulgação)

Após repercussão, professor de Direito da USP se isola, e ouve música lírica

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971602_10152317313223258_100848871_nLucas Ferraz e Rodrigo Russo, na Folha de S.Paulo

Autor da controversa aula apologética à “Revolução de 1964”, o professor de direito da USP (Universidade de São Paulo) Eduardo Gualazzi tem um único desejo se retornar à terra numa vida futura: dedicar-se exclusivamente à música erudita e ao canto lírico, “do nascimento à morte, do berço ao túmulo”.

Avesso às modernidades e fiel a um tradicionalismo expresso no amor à música lírica, às gravatas borboletas e ao aristocratismo, que ele elenca como a primeira das características a definir sua personalidade, o professor Gualazzi viu sua “excentricidade” repercutir nacionalmente no vídeo que mostra estudantes invadindo em protesto sua aula sobre os 50 anos do golpe, na última segunda-feira, 31 de março.

Nos últimos dias, assustado com a repercussão, o professor ficou em casa, segundo amigos, ouvindo música e evitando o telefone, que soou insistentemente. Professor de direito administrativo da USP desde 1986, o paulistano Eduardo Lobo Botelho Gualazzi, 67, é o mais antigo professor associado da Faculdade de Direito. Descrito como um homem fechado, extremamente conservador e temperamental, é conhecido na universidade pela liberalidade nas provas.

O tema é livre, e segundo o relato de alunos e ex-alunos, é mais fácil obter nota máxima no exame abordando Batman e Wolverine, como fez um deles, do que discorrendo sobre o direito. É praticamente impossível ser reprovado em sua disciplina.

“A aula dele é tranquila, quase parada. Ele fica sentado, falando, e poucas pessoas interagem. Acho que todos já se acostumaram com o jeito dele”, diz Gabriela Nunes, 22, presente na invasão de segunda-feira.

A fama de excêntrico que o acompanha é famosa na USP. Como se viu no texto da aula “Continência a 1964”, ele redige seus artigos na máquina de escrever e sempre os registra em cartório. Não usa e-mail nem celular.

“Ele é respeitado na área do direito administrativo, tem alguns livros e escreve bem, eu sempre o recomendava”, lembra o professor aposentado da USP Edmir Netto de Araújo, que ressalta ter tido com ele apenas relações profissionais.

O mentor de Gualazzi na USP é outro professor aposentado, o nonagenário José Cretella Júnior, que por anos lecionou direito administrativo. Cretella fez parte da banca que aprovou Gualazzi e queria fazê-lo seu sucessor.

Num texto de introdução do livro “Direito Internacional Administrativo”, publicado em 2005, Gualazzi incluiu um prelúdio que reproduz “a parcela mais terna, suave e meiga” de uma mensagem que colocou na Arca do Centenário, enterrada em 2003, no Largo São Francisco, nas comemorações dos cem anos do Centro Acadêmico Onze de Agosto. A caixa será aberta em 2103, para os “estudantes do futuro”. Nela, conforme escreveu Gualazzi, “repousa a verdade integral de minha vida”.

Lá, descobre-se fatos da vida do professor, como a curta carreira diplomática, o trabalho como advogado na Procuradoria do Estado de São Paulo e os favores que pedia nos anos 1980 a políticos como o atual vice-presidente Michel Temer e ao ex-presidente Jânio Quadros, de quem era muito próximo. Em coautoria com um neto de Jânio, Gualazzi escreveu uma biografia sobre o político, para ele um “estadista”.

Como registra na sua carta à eternidade, Gualazzi já se envolveu em outras polêmicas na USP por causa da “Revolução”, que ele “apoiou intimamente”, “embora lamente o desvirtuamento que sucedeu entre 1968 e 85”.

Em 1986, ele quase saiu no braço com estudantes em plena aula. O professor registrou assim o episódio: “Um grupelho de três homens e uma mulher deflagrou uma série de provocações. Percebi o objetivo de agitar e destruir minha aula, bem como desmoralizar-me. Urrei ao grupelho: ‘Ou me matam ou baixam a crista e calam a boca’. Os quatro retiraram-se furiosos, minha aula continuou. Meu urro permanece no ar, em eco perpétuo”.

Nada, contudo, o satisfaz mais do que a música. Pianista que já se apresentou para calouros na USP, Eduardo Gualazzi já gravou discos e estudou música no Vaticano. A paixão o proporcionou momentos inesquecíveis, que os estudantes do futuro haverão de descobrir.

É o caso de um recital num táxi, em 1999, que ele deixou registrado na carta colocada na Arca do Centenário: “Comecei a cantarolar Sotto Voce, uma ária de ópera. O motorista pediu-me para cantar a seu chefe, no microfone. Cantei por meia hora tudo o que tinha na memória e até improvisei. Quando meu recital no táxi terminou, o chefe agradeceu e revelou-me haver conectado o aparelho com todos os rádio-táxis de São Paulo e com um canal secundário da PM. Todos agradeceram, aplaudiram e pediram bis, mas a corrida chegou ao destino. Não houve bis”.

História inédita de Tennessee Williams será publicada

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‘Crazy night’ conta desventuras de um calouro abandonado pela namorada mais velha no último dia de aula

O dramaturgo Tennessee Williams Reprodução

O dramaturgo Tennessee Williams Reprodução

Publicado em O Globo

RIO — Sabe-se que Tennessee Williams teve poucos relacionamentos amorosos na vida. Mas uma dessas mulheres, uma colega de escola descrita em suas memórias como “uma garota charmosa chamada Anna Jean”, parece ter se tornado a inspiração para uma história inédita sobre desejo e decepção que foi descoberta no arquivo do escritor.

O conto “Crazy night” será publicado na próxima edição da revista literária “The Strand”. Ele conta a desventuras de um calouro bêbado no último dia de aula após a Crise de 1929 e antes da revogação da Lei Seca, quando o estudante se encontra abandonado por uma aluna mais velha chamada Anna Jean depois de experimentarem “o mais alto grau de intimidade”.

“Como acontece com muito da obra de Tennessee Williams, te deixa um pouco deprimido, mas estranhamente satisfeito”, diz Andrew Gulli, editor da “Strand”.

Ele descobriu a história nos arquivos de Williams na Universidade do Texas, em Austin. Numa entrevista ao “New York Times”, Gulli afirma que o conto, até então apenas mencionado por especialistas, parece ter sido escrito no início dos anos 1930, quando o autor ainda assinava Thomas Lanier Williams.

Na vida real, provavelmente não era Anna Jean que Williams perseguia. Em suas memórias, o autor relembra um “caso pungente e inocente” durante seu primeiro ano na Universidade do Missouri. Mas a pessoa por quem se interessava era um rapaz chamado Smitty, com quem teve vários encontros duplos com “duas alunas muito selvagens”.

Williams e Smitty se encontraram por meses, mas na última noite do ano Smitty abandonou Williams. “Uma vida é tempo o bastante para sentir o arrependimento dessa caso loucamente interrompido?”, escreveu o autor.

Minecraft e Walking Dead em sala de aula: especialistas defendem games

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Tassia Moretz, no Tech Tudo

Nem sempre os jogos são apenas entretenimento. A frase “Sai do Minecraft e vem jantar!” pode ter uma reposta um tanto surpreendente para quem não está acostumado com tema. Há situações em que o jogo faz parte do dever de casa dos alunos. Sem saber, crianças e adolescentes estão inseridos em um processo de gamificação na educação que foi abordado na Contec 2014, em São Paulo. Em alguns lugares do mundo, ensinar por meio de jogos é uma realidade, como em Estocolmo, onde o Minecraft faz parte das atividades escolares. Na Noruega, The Walking Dead é abordado na disciplina de ética.

Mas, afinal, jogos são salvação ou placebo tecnológico? – questiona o jornalista e blogueiro Sergio Pavarini. A diretora da Saraiva, Carminha Branco, explica que a gamificação é anterior à inovação digital. Ela disse que a onda do aprender brincando sem existiu mas, com os novos meios, a estratégica lúdica foi revisitada. “O termo ganhou uma nova roupagem e mais dinâmica, com apelo maior”, explica.

 

Da esquerda para a direita: o cofundador do Kiduca, Jorge Proença; a diretora da Saraiva, Carminha Branco; o moderador e jornalista Sergio Pavarini e o editor da Scholastic, Nick Eliopoulos (Foto: TechTudo/Tassia Moretz)

Da esquerda para a direita: o cofundador do Kiduca, Jorge Proença; a diretora da Saraiva, Carminha Branco; o moderador e jornalista Sergio Pavarini e o editor da Scholastic, Nick Eliopoulos (Foto: TechTudo/Tassia Moretz)

Analógicos ou digitais, os jogos são recursos pedagógicos importantes porque engajam estudantes. Trata-se de uma forma de intensa atividade intelectual que também mobiliza a dimensão emocional, o envolvimento, a competição, a colaboração e a interação.

“O jogo combina essas forças, por isso é poderoso”, diz Carminha. A executiva também descartou a possível subversão por causa de games. “Subverter a escola seria como romper radicalmente com o modelo escolar, implicaria revolucionar a sociedade. Experiências de vanguarda, são válidas e necessárias. Nos obrigam a pensar no modelo de escola que temos hoje”, afirma.

Game é a linguagem preferida das crianças

O cofundador do Kiduca, Jorge Proença, apresentou uma pesquisa comprovando que a linguagem preferida das crianças é o game. Para ele, os fundamentos de um bom ensino e aprendizagem são semelhantes aos fundamentos do jogo. “É preciso um processo de evolução gradativa, de feedback contínuo, onde haja diversos caminhos para chegar ao mesmo objetivo. Também é preciso reconhecer o progresso e premiar quem está caminhando”, defende. Ele acredita ainda que o processo funciona tanto em sala de aula, como em casa e também no game.

Pensando na linguagem dos games, o site Kiduca foi criado para promover atividades de autoria criativa e a interatividade entre as crianças, que criam avatares e participam de competições. “O combustível para desenvolver a plataforma são os elogios dos alunos”, revela Proença, que fez críticas e um alerta sobre games como o Candy Crush Saga, que para ele foram desenvolvidos para viciar.

Kiduca (Foto: Kiduca)

Kiduca (Foto: Kiduca)

O site também tem dispositivos que promovem um diálogo entre o digital e o analógico: um piano feito com uma penca de bananas, um quiz com massinhas de modelar, desenhos com grafite. Essa plataforma foi feita com base em experiências que duraram mais de dois anos, com crianças do ensino fundamental.

 

Jorge Proença considera a inclusão dos games na grade curricular um aspecto importante do ensino, tanto para alunos como para professores. “Países que fazem uso desses recursos estão na frente. O assunto está na pauta da educação – em todos os países, seja ele desenvolvido ou não”, afirma.

Games educativos de sucesso

Com foco no público infanto-juvenil, a editora Scholastic – que já publicou a série Harry Potter –, também apresentou algumas obras interativas que mesclam livros e games. Entre elas estão o The 39 Clues, o Infinity Ring, e o The Guide.

O The 39 Clues é uma série de dez livros de aventura complementados com cartas do tipo de um baralho que dão pistas ao leitor. Essas pistas servem para orientar as experiências online do game. The 39 Clues registrou venda de mais de 16 milhões de livros impressos. Essa obra tem autoria do best-seller David Baldacci.

The 39 clues (Foto: The 39 clues)

The 39 clues (Foto: The 39 clues)

O Infinity Ring é uma história de aventura de grandes épocas. As crianças descobrem que a história quebrou, e por isso recebem a missão de reescrevê-la corretamente. O público alvo desse game é de crianças entre oito e 12 anos. A coleção tem sete livros.

Já o game The Guide é graficamente rico e envolveu um verdadeiro trabalho de arte por parte dos desenvolvedores. Trata-se de um jogo online, imersivo, com narrativa em 3D de momentos históricos, como a Revolução Francesa do século XIII. As crianças precisam usar seus conhecimentos para completar missões, tanto no livro como no jogo. Essa obra, que também é game, está na lista dos Best Sellers do New York Times.

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