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Me Chame Pelo Seu Nome | “O eixo romântico aqui é a inibição”, diz autor do livro que inspirou filme

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André Aciman fala sobre obra que gerou a love story indicada a quatro Oscars

Rodrigo Fonseca, no Omelete

Impulsionado pela indicação ao Oscar de melhor filme, Me Chame Pelo Seu Nome já soma 117 mil pagantes em solo brasileiro, onde o romance que inspirou esta love story produzida pelo carioca Rodrigo Teixeira acaba de chegar às livrarias, pela editora Intrínseca.

Americano nascido em Alexandria, no Egito, o escritor André Aciman assina o livro, transformado em longa-metragem pelo cineasta italiano Luca Guadagnino (Sonho de Amor). A bilheteria dessa adaptação literária, pelo mundo afora, beira US$ 22 milhões. A primeira exibição dele se deu no Festival de Sundance de 2017, seguido de projeção na Berlinale, onde lotou salas de exibição. Seu roteiro, adaptado pelo diretor James Ivory, também está no páreo das estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Sua narrativa é ambientada na Itália dos anos 1980 e, nela, a paixão move o músico Elio (Timothée Chalamet) e o estudante Oliver (Armie Hammer).

Coroado com 41 prêmios internacionais de janeiro de 2017 até agora, incluindo quatro indicações ao Bafta, o Oscar inglês, o filme revive o clima quente de Cremona em 1983, quando Elio põe suas convicções sexuais e afetivas em xeque, ao se encantar por Oliver, um orientando de seu pai (Michael Stuhlbarg).

Na entrevista a seguir, Aciman fala de sua surpresa em ver seus personagens no páreo do Oscar 2018, que será entregue em 4 de março.

Omelete: Para além da força lírica de sua trama, o que justifica o apelo popular de Me Chame Pelo Seu Nome e o que pode levá-lo a seduzir os votantes da Academia?
André Aciman: As indicações ao Oscar foram totalmente inesperadas. Aliás, nunca esperei que meu romance fosse virar filme. Seu sucesso se deve a uma série de razões: a) ele é lindamente fotografado, capturando a beleza da Itália rural, a luz do verão, as sensações da juventude; b) ao mesmo tempo em que ele faz todo mundo no cinema sentir deseja, querendo tocar ou ser tocado, ele captura os tormentos do primeiro amor, realçando o quanto o querer é caótico e misterioso; c) pouca gente se dá o direito de falar sobre seu primeiro amor, seja por timidez ou por medo; d) o desabafo do pai: não há gay que não tenha desejado, algum dia, ouvir de seu pai palavras de aceitação como as que ouvimos no filme.

Quais foram as suas referência literárias em relação à juventude na criação de sua prosa?
Romancistas britânicos, russos e franceses estabeleceram uma tradição de olhar sobre a juventude de maneira incisiva e lírica. Flaubert alcançou isso em novembro; Turgenev fez isso em Primeiro Amor; e D. H. Lawrence chegou a essa dimensão em Filhos e Amantes. Todos estes livros trouxeram uma acurada visão da juventude porque os três aliavam ensejos de nostalgia a um desabafo de revelação. Ser jovem é estar do lado da fantasia. Um observador mais arguto da natureza humana perceberá isso e há de perdoar os erros cometidos em nome dessa aposta juvenile no que há de fantástico. A juventude pode expressar uma paixão de maneira direta porque ela não tem a medida das palavras. O amor de juventude dribla qualquer outro amor.

Que lugar sobrou para as histórias de amor na litetarura contemporânea?
O amor sempre vai estar no topo do ranking dos assuntos mais procurados na Arte. Mas, o amor, para ser interessante, deve encarar dificuldades, transpor fronteiras ou encarar interdições, como vemos em Romeu & Julieta, por exemplo. O eixo romântico de Me Chame Pelo Seu Nome é a quebra da inibição. Em outras palavras, minha história mostra que a proibição está na gente e não nos outros. Elio reluta a dizer o que sente por travas internas: vergonha, medo e negação o silenciam. Mas ele dribla a inibição. O amor sempre dá um jeito de nos pegar pelo pé.

Como você analisa as formas recentes de representação da homoafetividade na literatura anglo-americana?
Não estou muito familiarizado com retratos literários mais recentes do amor gay. Eu leio muito James Baldwin e E.M. Forster e, anos atrás, li Mary Renault e Marguerite Yourcenar. Mas, a maioria dos relatos sobre a homoafetividade fala sobre incidentes trágicos, preconceito, violência, hostilidade de parentes e o pavor trazido pela Aids. O que eu tentei fazer em Me Chame Pelo Seu Nome foi evitar que qualquer um desses tópicos pontuassem a história de amor de Olvier e Elio. O único intruso permitido seria a distância. A passagem do tempo os afasta.

Chris Van Allsburg, autor de Jumanji e Zathura, fecha contrato com a Fox

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O projeto pretende adaptar outras obras escritas pelo autor, além de livros ainda em desenvolvimento e ideias de narrativas futuras.

Livia Saenz, no Cinema com Rapadura

Chris Van Allsburg, autor norte-americano de livros infantis, fechou recentemente com 20th Century Fox um contrato para adaptar mais obras de sua autoria para os cinemas. Segundo apurado pelo Deadline, além de obras já publicadas, o estúdio adquiriu os direitos de livros ainda em desenvolvimento e de ideias para narrativas futuras.

A lista de adaptações cinematográficas das obras do autor conta atualmente com quatro títulos: “Jumanji” (1995), “O Expresso Polar” (2004), “Zathura: Uma Aventura Espacial” (2005) e “Jumanji: Bem-vindo à Selva” (2018), que deve ganhar uma continuação.

Os parceiros de produção de Chris que trabalharam na última adaptação de “Jumanji”, William Teitler, Ted Field e Mike Weber, também farão parte do projeto. Os produtores se pronunciaram sobre o acordo, e o que se pode esperar do projeto:

“Chris Van Allsburg criou um universo de histórias imaginativas e visionárias com amplo e persistente apelo. Estamos ansiosos, em conjunto com a Fox, para reunir escritores e diretores para adaptar e traduzir seu trabalho para o meio do filme e penso que este será um ímã emocionante para toda a comunidade criativa.”, comentou William Teitler.

“Nós espalhamos os 15 livros em uma enorme mesa de conferência, lançamos a premissa de cada um e quando terminamos, Emma [executiva da Fox] disse: ‘Ótimo, vamos fazer um acordo’, então fizemos!”, afirmou Mike Weber.

“Jumanji: Bem-Vindo à Selva” estreou dia 4 de janeiro de 2018 no Brasil e ainda está em cartaz nos cinemas.

Contos de Edgar Allan Poe são reeditados no Brasil

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Jane Fonda como Metzengerstein no episódio de Vadim da versão de contos de Allan Poe para o cinema

‘Histórias Extraordinárias’ provam que o autor permanece aterrorizante mesmo na era do cinema high-tech

Caio Sarack, no Estadão

Ouvimos o corvo de Edgar Allan Poe grasnar “Nunca mais!” e tão logo somos transportados para o quarto escuro em que a personagem contempla a ave agourenta sobre o busto de Minerva, o mesmo acontece com o ruído da extensa escada de madeira que estala quando outra personagem sobe seus degraus. Nos tempos dos filmes 3D e das superproduções audiovisuais, o extraordinário e o suspense acabam por se tornar uma espécie de coringa para franquias de terror ou de fantasia. A capacidade que nosso tempo tem de replicar os modos de fazer e produzir dos muitos formatos artísticos nos atordoa de tal maneira que, não raro, passam despercebidos os grandes artistas dos tempos idos. A reedição especial das Histórias Extraordinárias, pela Companhia das Letras, nos recoloca no cerne de uma discussão sobre público e obra, autor e leitor.

Entre o sucesso de público e o interesse acadêmico existe um estreito, mas profundo espaço da experiência artística: se as quase 900 páginas de experimentação formal do Ulisses de Joyce ainda não ocupam esse espaço, o nome de Edgar Allan Poe consegue produzir, mesmo que brevemente, uma unanimidade. Acessível e com histórias surpreendentes – descrições quase sempre insuficientes e redutoras, o autor americano consegue cativar tanto o interesse massificado de quem procura passatempos que rompam com o marasmo da vida cotidiana quanto deixa os rastros da composição muito rigorosa de um autor que compreende, de fato e de direito, os vínculos profundos entre forma e conteúdo, expressão e percepção.

Em seu Filosofia da Composição, Poe não só descreve o novo paradigma da produção literária do seu século 19 e dos que viriam depois, mas também busca entender o leitor que está se construindo histórica e socialmente neste período: a consolidação da reprodução em série de livros e a consequente acessibilidade de cada vez mais homens e mulheres foram produto da expansão do trabalho na cidade e da gestão social do calendário do novo leitor; as horas reduzidas que tinham seja para reflexão intelectual seja para fruição artística, agora ocupam o centro das atenções do autor. Como podem criar suspense, melancolia ou qualquer tipo de sensação, se o leitor abandona o livro e interrompe a circunstância da leitura e seu ambiente? É, por isso, necessário que as estrofes sejam reduzidas, que os versos levem em conta o vocabulário do leitor, que o autor reconheça nas palavras o seu peso social e sua expressividade quando lidas; ao fim e ao cabo, a sensação que o autor quer provocar é o elo inevitável que a literatura guarda entre quem escreve e quem lê, eis a interação constitutiva forma-conteúdo, expressão-percepção. Mas se como já dissemos, a vida social das palavras e das imagens interfere no fazer do artista, como é que Poe permanece interessante para o leitor que não busca nele seus expedientes de produção literária, mas o arrepio gelado que nos provocam o estresse de Roderick Usher e a aparição de lady Madeline em A Queda da Casa de Usher ou mesmo a materialização da Sombra na parábola contada por um autor póstumo? Como é que o conteúdo extraordinário, isto é, incomum dos contos de Poe ainda podem nos mover em meio aos filmes com seus efeitos especiais e salas high-tech?

Quem sabe, ao tatear a capa roxa e as letras douradas que esta reedição apresenta nos sintamos como diante de um livro de fábulas ou histórias folclóricas de muito tempo atrás; que esses grafismos na capa evoquem um caráter incomum e instaurem uma ambiência diferente daquela com que estamos habituados, e que os estímulos vários e muito intensos dos nossos formatos do século 21 não consigam reproduzir. A distância que enxergamos nas historietas de cigarra e formigas, raposas e uvas, ou nas poesias de séculos mais antigos parece se tornar o exíguo terreno entre a minha mão que folheia o livro e a história que acompanho com os olhos bem abertos. As experiências da literatura e da leitura que atualiza em seu tempo com sua composição de inversões e expectativas, Edgar Allan Poe mostram que o horror coabita a pasmaceira da rotina e o extraordinário espreita no mais comum dos dias. Para expressar o horror da morte ou a loucura dos solitários é preciso anunciar a vida comum a fim de que, como escreve Jorge Luis Borges sobre o nosso autor, o mundo que sonhou em seus contos perdure e o mundo real tenha a figura dispersa de um sonho comum.

*Caio Sarack é mestre em filosofia pela FFLCH-USP e professor do Instituto Sidarta

Conheça Carina Rissi – a autora nacional que vem conquistando o Brasil

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Jadson Lukas, no Cabana do Leitor

No Brasil e no mundo conhecemos muitas e muitas histórias incríveis, mas nem sempre sabemos de toda a trajetória do autor até seu livro ser lido por milhares de pessoas. E, pensando nisso, a editoria de livros do Cabana do Leitor resolveu criar um especial, que será postado 1 vez por semana durante 1 mês, de um autor e falaremos curiosidades sobre eles. Como leitor, eu adoro descobrir como é o autor por trás das páginas de um livro, é uma forma de me conectar com ele e, não podia deixar de falar da autora que me fez conhecer a literatura nacional e me apaixonar por este mundo. É claro que estou falando dela, da diva Carina Rissi.

Carina Rissi nunca imaginou que seria uma autora de sucesso. Desde criança, tem o hábito da leitura, um amor incondicional por Jane Austen e suas obras. Formada em jornalismo, Carina nasceu em Ariranha, uma cidade no interior de São Paulo, onde mora atualmente com sua família, após ter passado uma temporada na capital.

A ideia para escrever seu primeiro livro surgiu de repente: Quando ela estava esquentando um pedaço de lasanha no micro-ondas e faltou energia. Sua mãe lhe aconselhou a colocar a comida em um banho maria, mas ela não fazia ideia do que aquilo significava, então começou a imaginar como seria uma pessoa supermoderna ir parar em um século sem modernidade alguma e então surgiu “Perdida”, seu primeiro romance chicklit.

Perdida conta a estória da Sofia, um garota super moderna do nosso século. Não tem credibilidade no amor, os únicos romances em sua vida são os dos livros.

Após comprar um celular, Sofia percebe que foi parar no século dezenove e tenta desesperadamente voltar para casa. Ela é acolhida pela família Clarke, e com a ajuda do Ian Clarke, Sofia vai encontrando pistas que talvez possam ajuda-la a voltar para casa. Ela apenas não contava que seu coração tinha outros planos…

O processo de escrita do livro “Perdida” levou cinco meses para ficar pronto. Os primeiros capítulos foram escritos em um celular. Carina escrevia em todos os momentos possíveis.

Adriano Capela, seu marido, foi o primeiro a ler e a encoraja-la a publicar e a apoia-la. Eles fizeram publicação independente de “Perdida” por um ano de contrato. O livro foi disponibilizado em e-book e publicado na Alemanha, onde Carina conseguiu muitos leitores e reconhecimento.

Perdida ficou em quarto lugar de livro, em língua Portuguesa, mais vendido da Alemanha e em primeiro lugar em relevância e popularidade nos Estados Unidos.

Com isso, a Verus Editora trouxera o livro Perdida, da Carina Rissi, para ser republicado aqui no Brasil com contrato tradicional, e publicou também o seu segundo livro que se chama “Procura-se Um Marido”. Ambos são referências de sucesso de uma das autoras mais queridas pelo publico leitor do Brasil. Perdida já foi publicado em vários países: Portugal, Ucrânia, Rússia, Itália…

E tem promessa para virar filme. Teremos novidades sobre Perdida nas telonas no decorrer desse ano.

10 autores que odiaram os filmes baseados em seus livros

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Alguns dos filmes são verdadeiros clássicos do cinema

Luiz Carlos, no Meio Norte

1. P.L. Travers – “Mary Poppins”

A autora até tinha uma suposta influência no roteiro do longa-metragem, mas várias de suas anotações foram sumariamente ignoradas. Uma das coisas que Pamela Lyndon mais odiava era a insistência dos estúdios Disney em manter as cenas de animação de “Mary Poppins”. Ela passou a maior parte da estreia chorando e não deixou que outros filmes com a personagem fossem adaptados para a telona.

2. Stephen King – “O Iluminado”

Apesar de ser idolatrado por muitos cinéfilos, “O Iluminado” desagradou seu autor. Stephen King disse que apesar de admirar demais o diretor Stanley Kubrick, ele não conseguiu captar a essência sobrenatural e maquiavélica do próprio Hotel Overlook. Ao invés disso, preferiu apostar na maldade humana dos personagens. Nem mesmo Jack Nicholson escapou das críticas: seu papel não era para ser o de um lunático, como aconteceu no longa-metragem.

3. Anne Rice – “Entrevista com o Vampiro”

O filme juntou alguns dos maiores galãs dos anos 90, como Tom Cruise, Brad Pitt e Antonio Banderas, mas Anne Rice disse que não haveria elenco mais bizarro para sua obra. Apesar disso, ela mordeu a língua e aceitou que Cruise teve uma boa atuação como o vampiro Lestat. Já “A Rainha dos Condenados” foi odiado pela autora, que pediu para seus fãs não assistirem ao filme.

4. Winston Groom – “Forrest Gump”

É com a frase “Nunca deixe ninguém fazer um filme sobre a história de sua vida” que o segundo livro de “Forrest Gump” começa. A revolta do autor é porque os produtores do filme teriam alterado demais a sua obra original. Para piorar a relação de Groom e Hollywood, ele não recebeu os 3% sobre os lucros do filme e sequer foi citado nos discursos de agradecimento do Oscar – “Forrest Gump” arrecadou US$ 677 milhões ao redor do mundo e ganhou seis estatuetas.

5. J.D. Salinger – “Meu Maior Amor”

Você ainda sonha com uma versão cinematográfica de “O Apanhador no Campo de Centeio”? Então pode ir tirando seu cavalinho de chuva: depois de “Meu Maior Amor”, o escritor prometeu que nunca mais permitiria que outra obra sua fosse adaptada para as telonas.

6. Anthony Burgess – “Laranja Mecânica”

Sejamos justos: Burgess não odiou apenas a versão cinematográfica de “Laranja Mecânica”, já que ele também se arrependeu de ter escrito o livro no qual o filme foi baseado. Apesar de pensar em um jogo mental para suas escritas, Anthony Burgess diz que o longa-metragem glorificou a parte violenta e sexual de sua obra. “Isso vai me perseguir até eu morrer”, reclamou.

7. Bret Easton Ellis – “Psicopata Americano”

A reclamação principal do autor é que “Psicopata Americano” foi pensado para ser um livro em que o narrador é o centro de tudo – algo que não funcionou muito bem nas telonas. No longa-metragem, como a narrativa é mais visual, gera pouco espaço para sabermos se aquilo que o protagonista faz é real ou fruto de sua imaginação.

8. Roald Dahl – “A Fantástica Fábrica de Chocolates”

O autor odiou tanto o Willy Wonka interpretado por Gene Wilder que prometeu que nunca iriam fazer um filme da continuação de sua obra, intitulada “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”. Isso não impediu que outros filmes baseados em livros de Dahl chegassem aos cinemas, como “James e o Pêssego Gigante”, “Matilda” e “O Fantástico Sr. Raposo”.

9. Ken Kesey – “Um Estranho no Ninho”

O filme é um dos três únicos a levar os cinco Oscars principais (filme, diretor, ator, atriz e roteiro), mas mesmo assim não agradou o escritor original da obra. A principal reclamação foi a mudança de narradora, que no livro ficava a cargo de Chefe Bromden, uma índia norte-americana que estava, desde a Segunda Guerra Mundial, internada no hospital psiquiátrico em que ocorre os eventos de “Um Estranho no Ninho”.

10. Richard Mateson – “Eu Sou a Lenda”

Não basta uma e nem duas adaptações ruins: Mateson detesta as três adaptações do livro “Eu Sou a Lenda”. O filme “Mortos que Matam” (1964) é o que mais segue a história do autor, mas falhas de direção e elenco fizeram com que ele se decepcionasse. Já “A Última Esperança da Terra” (1971) é o que menos incomoda, justamente por ter mudado praticamente tudo que Mateson escreveu. Por fim, o filme “Eu Sou a Lenda” (2007) destruiu completamente o final criado pelo escritor. Que sina, hein?

Fonte: Com informações do Megacurioso

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