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Estudante cria biblioteca comunitária com 5 mil livros para ajudar crianças

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Publicado no CoNews

Um estudante de psicologia criou uma biblioteca comunitário com cerca de 5 mil livros para atender crianças do Setor Marista Sul, onde mora, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Segundo Johnatan Felipe Ferreira da Silva, a ideia surgiu depois que ele foi assaltado por um adolescente e constatou que devia agir de alguma forma para tentar evitar outros garotos pudessem entrar no mundo do crime.

“Levaram meu telefone. Foi uma criança de 11, 12 anos e colocou uma faca na minha barriga e pediu para eu passar o telefone para ela. Vieram dois sentimentos: um de frustração mesmo e outro de agora eu preciso fazer alguma coisa”, conta.

O espaço foi montado em dois cômodos – além de um banheiro – um em frente à casa dele, cedidos pela mãe. Por dia, chegam a passar cerca de 80 crianças pela biblioteca. Ele diz que, pouco a pouco, está tentando mudar a realidade dos pequenos do setor. “Esses efeitos vêm com o tempo, a médio e longo prazo. O que eu quero fazer é contribuir”, diz.

O local é todo enfeitado com itens que reforçam boas ações como amor e respeito, assim como o hábito da leitura. Dos frequentadores, o jovem recebe somente elogios. Um deles, Wisley Júnior, de 8 anos, comemora a construção da biblioteca.

“Se não tivesse aqui, eu ficar lá em casa fazendo o que? Nada. Venho aqui e leio, brinco, pinto, um monte de coisa”, afirma.

Já para Sabrina Ribeiro do Nascimento, de 9 anos, as visitas ao local serviram como um reforço na escola. “Aqui eu aprendo mais, onde aprendi a ler maus um pouco. Antes, eu não estava conseguindo ler quase nada”, revela.

Bibliotecas usam tablets para aproximar crianças pequenas da leitura

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A atividade aproxima crianças com idade entre seis meses e quatro anos da leitura

A atividade aproxima crianças com idade entre seis meses e quatro anos da leitura

Adriano Vizoni, na Folha de S.Paulo

As bibliotecas São Paulo e Villa-Lobos, no parque homônimo, incluíram no começo deste mês o uso de tablets em atividades de iniciação à leitura, para crianças de seis meses a quatro anos.

Os aparelhos se juntam aos livros de papel, bonecos e outros itens usados nas sessões, gratuitas, chamadas de Lê no Ninho.

Nelas, os educadores apresentam as histórias de livros com apoio de fantoches, de canções e da interação com tablets, que podem ser usados para emitir sons de animais, por exemplo, ou apresentar a história em versão e-book.

“A criança vai interagir com a tela, mas junto com seu cuidador. Não convém largar um instrumento desse com uma criança pequena”, afirma Pierre Ruprecht, diretor da SP Leituras, entidade que administra as duas bibliotecas.

A presença de um familiar é importante para criar um momento acolhedor. “A formação de leitores se dá na pré-infância, por meio do envolvimento afetivo positivo durante a contação de histórias”, diz Ruprecht.

Os participantes ainda podem levar por empréstimo, de 15 dias, um kit com os livros e os brinquedos usados nas sessões, para repetir as atividades com os pequenos em casa.

Lê no Ninho

Biblioteca São Paulo. Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Carandiru. Sáb. 11h e 15h. Dom.: 11h30. Grátis.

Biblioteca Villa-Lobos. Av. Queirós Filho, 1.205, Alto de Pinheiros. Sáb. e dom.: 10h30. Grátis.

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+ ATIVIDADES

Bebê a Céu Aberto
Livros são distribuídos para serem lidos em uma piscina de bolinhas.

Sesc Interlagos. Av. Manoel Alves Santos, 1.100. Dom. (19): 13h. Grátis.

Encontro de Erês
O ator João Acaiabe conta lendas do folclore brasileiro.

Sesc Belenzinho. R. Padre Adelino, 1.000. Dom. (19): 16h. Grátis

O Que É ou Não É
Contação de histórias sobre amor e medo, entremeadas por canções.

Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. Dom. (19): 11h. Grátis

Projeto francês revoluciona o conceito de biblioteca. Conheça

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Nova biblioteca de Thionville é abrigo para o acervo da cidade, mas também ambiente de estar e de criação para toda a comunidade

Publicado na Gazeta do Povo

O conceito de biblioteca foi redefinido. Esqueça aquele lugar antigo com móveis de meia idade e prateleiras gigantes abarrotadas de livros. Para o escritório francês Dominique Coulon & Associés, que projetou a nova biblioteca de Thionville, na França, o lugar precisa abrigar todo o acervo bibliográfico e de mídia, mas também precisa ser um ambiente de permanência, que acomode as pessoas com conforto e incentive a criação.

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O projeto conta ainda com áreas de exposição, espaços para criação, estúdios de música e restaurante.

O edifício foi todo concebido em linhas sinuosas, que lembrar as curvas de uma fita. Nas laterais, cortinas de vidro para aproveitar ao máximo a luz natural, e algumas ilhotas abertas com mesas e cadeiras que são abraçadas pela arquitetura da biblioteca.

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Dessa forma, fica menos clara a definição do que é um espaço público e do que é espaço privado, unindo as diferentes áreas.

O telhado virou terraço e virou mais uma alternativa de escape do tradicional, com visão para a copa das árvores que cercam a região. As pessoas podem tirar uma soneca, ler, fazer um piquenique e até reuniões.

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O “pulo do gato” é que os espaços foram criados com base no princípio de independência e de irregularidade das seções. Assim, com vocações bem específicas, o local agrada a todos os perfis, que podem escolher ficar isolados nas áreas de seus interesses.

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As cores protagonistas são variantes de tons bastante encontrados na natureza, como o verde, o azul e o branco. As áreas de passagem imitam as formas orgânicas e oferecem diferentes opções aos visitantes.

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(mais…)

Esta biblioteca comunitária de Nova Iguaçu está formando pequenos grandes leitores

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A Paulo Freire recebe cerca de 370 crianças por mês. A foto da leitora destaque Lauriene viralizou <3

Ana Beatriz Rosa, no HuffpostBrasil

“Quem lê, viaja.” Esse é o lema da biblioteca comunitária Paulo Freire, localizada no bairro de Rancho Fundo em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, e a frase nunca fez tanto sentido quanto para as crianças da região.

Distante do centro da cidade em que estão localizados outros aparelhos de lazer, os jovens e os adultos de Rancho Fundo fizeram da biblioteca Paulo Freire um espaço compartilhado de histórias, de aprendizados e de atividades.

O espaço faz parte da rede Baixada Literária que contempla outras 6 bibliotecas mantidas por instituições sociais e culturais no município carioca.

O movimento surgiu da necessidade de ampliar a possibilidade de se ter cada vez mais leitores nas zonas periféricas das grandes cidades e, apenas na Paulo Freire, são 345 leitores cadastrados.

Mas quem dá vida ao espaço são realmente os pequenos. Cerca de 370 crianças frequentam mensalmente o espaço compartilhado e podem usufruir dos livros, computadores e atividades organizadas no local.

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Foi a história de uma pequena grande leitora que chamou a atenção da internet. Lauriane, de apenas 7 anos, foi eleita como a “leitora do mês” da biblioteca, já que finalizou 23 títulos. A sua foto com a plaquinha-prêmio toda orgulhosa viralizou.

De acordo com Jane Faro, mediadora de leitura da instituição, a ideia não era fazer “propaganda” da pequena, mas sim incentivar as outras crianças.

“A foto era para servir como um incentivo para ela e para as outras crianças. A ideia era fazer com que os outros também quisessem se tornar leitores de destaque e assim ampliar o contato deles com os livros. Nós adoramos a repercussão, mas ficamos surpresos!”

Segundo a mediadora, o principal público da Paulo Freire são os jovens de 6 a 18 anos. Por estar localizada em uma região pobre e carente de infraestrutura, a biblioteca possui um papel social importante na comunidade.

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“Nós procuramos fazer atividades semanais aqui. Temos as rodas de leitura, os jogos e os laboratórios sobre o uso seguro da internet, nos quais até os pais participam. Mas o foco é sempre no manuseio dos livros. Adaptamos brincadeiras do cotidiano para o universo literário. Por exemplo, fazemos a batalha naval das obras e assim as crianças aprendem sobre os gêneros, os autores as ilustrações. Quando eles chegam aqui e não tem alguma atividade programada, eles cobram da gente. Então é realmente uma biblioteca diferente. Aqui o silêncio dá espaço para a vida dessas crianças.”

Entre os títulos favoritos, as histórias em quadrinhos, principalmente os gibis da Turma da Mônica, fazem sucesso entre a garotada. Jane confessa que é díficil escolher o preferido das crianças, mas disse que vai fazer uma pesquisa para conhecer melhor o gosto literário de cada um.

A biblioteca nasceu para atender a necessidade de alunos e professores das escolas públicas do bairro. Além de um acervo para adultos e crianças, o espaço também tem um acervo focado em pesquisas escolares.

De acordo com Jane Faro, atualmente são emprestados cerca de 450 títulos por mês, entre materiais didáticos e livros.

A disposição da comunidade em fazer as histórias acontecerem está transformando a região e a biblioteca Paulo Freire.

Biblioteca Pública de Nova York disponibiliza 180 mil arquivos para uso indiscriminado

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Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

A coleção inclui uma enorme quantidade de imagens digitalizadas em alta definição de domínio público, textos de poesia épica do século XI e manuscritos de mestres literários como Walt Whitman, Henry David Thoreau e Nathaniel Hawthorne, documentos e correspondências dos Pais Fundadores como Alexander Hamilton, Thomas Jefferson e James Madison e manuscritos com iluminuras medievais e renascentistas da Europa Ocidental.

http://digitalcollections.nypl.org/

 

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