Diário da Maísa

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Biblioteca Pública de Nova York disponibiliza 180 mil arquivos para uso indiscriminado

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Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

A coleção inclui uma enorme quantidade de imagens digitalizadas em alta definição de domínio público, textos de poesia épica do século XI e manuscritos de mestres literários como Walt Whitman, Henry David Thoreau e Nathaniel Hawthorne, documentos e correspondências dos Pais Fundadores como Alexander Hamilton, Thomas Jefferson e James Madison e manuscritos com iluminuras medievais e renascentistas da Europa Ocidental.

http://digitalcollections.nypl.org/

 

Como montar uma biblioteca para as crianças em casa

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Divulgação/Pixabay

Divulgação/Pixabay

 

Publicado no Bonde

Estimular a leitura desde os primeiros anos de vida traz inúmeros benefícios para a criançada. Além do estímulo à linguagem – tanto oral, quanto escrita -, esse momento em família fortalece a interação e o vínculo entre pais e filhos, aumenta o repertório cultural dos pequenos, a criatividade, a compreensão, o armazenamento de informações e o resgate de memórias passadas.

Pensando em contribuir ainda mais no estímulo ao gosto por livros na primeira infância, a Leiturinha, maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil, selecionou algumas dicas para transformar um simples espaço em casa em um ótimo cantinho da leitura.

1. Escolha um espaço

O primeiro passo é reservar um local adequado em casa. Pode ser um canto da sala que esteja sobrando, ou até mesmo uma parede vazia. Você poderá adequar seu projeto ao espaço que tem disponível.

2. Abuse da criatividade!
Monte prateleiras e estantes acessíveis às mãozinhas do seu pequeno. Existem algumas movelarias que comercializam estantes em tamanhos adequados, mas com criatividade vocês mesmos podem confeccionar uma. O importante é que a criança consiga manusear, sentir e tocar nos livros.

3. Crie um ambiente aconchegante
Não precisa de luxo. Um ambiente bem iluminado e algumas almofadas, tapetes ou puffs vão deixar o cantinho da leitura bem mais gostoso e aconchegante para se espalhar entre histórias e aventuras!

4. Aposte na curadoria do conteúdo
É importante uma seleção de livros adequada à fase da criança. Ela precisa ser acessível ao seu entendimento e explorar sua evolução de maneira prazerosa. É necessário também que se conheça as preferências da criança – observando o pequeno no seu dia-a-dia você poderá ter indícios claros das suas preferências literárias.

Hoje também existe no mercado a opção dos clubes de leitura, como a Leiturinha, que conta com uma equipe especializada no assunto e que seleciona livros adequados ao perfil de cada pequeno.

5. Organize os livros com seu filho

Defina uma maneira de organizar os títulos. Pode ser por gênero, autor, ordem alfabética, o que vocês acharem mais fácil! Seu filho também pode participar da organização, o que despertará ainda mais sua curiosidade.

6. Quantidade de livros
Não é necessário que se defina um número exato de títulos presentes na biblioteca do seu pequeno. É necessário que ele entre em contato com diferentes tipos de obras literárias e que esse contato esteja vinculado a uma rotina.

Melhor tarde do que nunca: nos EUA livro é devolvido passados 100 anos

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Um norte-americano devolveu à biblioteca da cidade de São Francisco um livro que tinha sido pedido emprestado pela sua avó 100 anos antes.

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Publicado no Sputinik Brasil

A informação foi divulgada pelo jornal San Francisco Chronicle.

O livro devolvido é uma coletânea de contos de Francis Hopkinson Smith, intitulada “Forty Minutes Late and Other Stories” (“40 Minutos Mais Tarde e Outras Histórias” na tradução do inglês), que a avó de Webb Johnson pediu emprestado em 1917.

Segundo o neto, a avó faleceu muito jovem, uma semana antes da data em que o livro deveria ser devolvido à biblioteca. O homem descobriu o livro em 1996, mas não o devolveu logo porque acreditou que fosse propriedade da família, por estar em casa há tantos anos. Ao devolver o livro, Johnson só deu um suspiro triste, admitindo se sentir culpado por não entregar o livro durante mais de 20 anos. A biblioteca decidiu não cobrar multa por expiração do prazo de devolução do livro, uma vez que atualmente está realizando uma ação para reaver livros que por razões diferentes acabaram não foram entregues no prazo devido. Um incidente semelhante tinha lugar no Reino Unido no ano passado, quando uma reformada devolveu a uma biblioteca escolar um livro 63 anos após o ter pedido.

Foto: Valeri Menilkov

Grupo se mobiliza para ajudar família de papeleiro que montou biblioteca

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Seu Chicão morreu em novembro em Passo Fundo, Norte do RS.
Além da biblioteca, ele também realizava ações de caridade.

Publicado no G1

Seu Chicão morreu em novembro. Papeleiro, montou uma biblioteca e ajudava a comunidade (Foto: Reprodução/RBS TV)

Seu Chicão morreu em novembro. Papeleiro,
montou uma biblioteca e ajudava a comunidade
(Foto: Reprodução/RBS TV)

Depois da morte do papeleiro Chicão em Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, em novembro deste ano, a comunidade passou a se mobilizar para ajudar a família dele, que enfrenta dificuldades. Além disso, formas de preservar o acervo que foi montado ao longo de muitos anos também são estudadas.

Era Valdelírio de Souza, chamado de Chicão, que sustentava a casa através da reciclagem. E foi em meio ao lixo que ele encontrou diversas relíquias para montar a biblioteca. Algumas delas, porém, tiveram de ser vendidas pela família, por necessidade.

A campanha da comunidade tem o objetivo de ajudar a família e também de preservar o acervo.

Uma das opções seria levar a biblioteca, que ficava em um galpão, até uma escola onde estudam algumas das crianças que foram ajudadas pelas ações solidárias do papeleiro. Para isso, seriam construídas duas novas salas pra armazenar todo o acervo.

Por enquanto, essa é uma sugestão da Secretaria Municipal de Educação. Primeiro, a situação da mulher de Chicão, Antonia, deve ser resolvida. Garantir renda e moradia para a família é a prioridade.

A campanha disponibiliza uma conta bancária para que sejam depositadas doações:

Caixa Econômica Federal
Agência: 0494
Operação: 013
Conta: 46988-1

Presídio de Natal ganha biblioteca e entra em projeto de redução de pena

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Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania inaugura biblioteca no complexo João Chaves (Foto: Divulgação/Sejuc)

Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania inaugura biblioteca no complexo João Chaves (Foto: Divulgação/Sejuc)

Segundo Sejuc, biblioteca do complexo João Chaves tem mais de mil livros.
Projeto Releitura permite redução de pena em quatro dias por cada livro lido.

Publicado no G1

Os detentos do Complexo Penal João Chaves, na Zona Norte de Natal, ganharam nesta segunda-feira (12) uma biblioteca com mais de 1 mil títulos. A iniciativa foi da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) que passa a aplicar na unidade prisional o projeto Releitura, no qual um detento pode reduzir a pena em quatro dias para cada livro que lê.

Nesse projeto, o preso tem um prazo de até um mês para ler uma obra, que pode ser literária, clássica, científica ou filosófica. Precisa, então, fazer uma resenha sobre o livro escolhido. A resenha é avaliada por uma comissão de pedagogos da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), que verifica se o conteúdo tem a ver com a obra e se não houve plágio.

A iniciativa já é aplicada no Complexo Penal Estadual Agrícola Mário Negócio, em Mossoró.

Na opinião do Secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino, o projeto Releitura “demonstra a preocupação do Estado com a recuperação da dignidade do apenado” e deve “suavizar o sistema”. Wallber acrescenta que o objetivo da Secretaria é implantar o projeto em todo o sistema penitenciário do estado.

Segundo Wallber, a biblioteca inaugurada no complexo tem acervo de mais de mil livros e é completamente informatizada. “O diretor vai ter acesso a que apenado está com qual livro e há quanto tempo”, explica o secretário.

Detentos precisam escrever resenha sobre o livro para conseguir a remissão. (Foto: Divulgação/Sejuc)

Detentos precisam escrever resenha sobre o livro para conseguir a remissão. (Foto: Divulgação/Sejuc)

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