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Biblioteca em formato de olho gigante impressiona chineses

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O edifício é um dos cinco edifícios encomendados pelo Instituto de Planejamento e Design Urbano de Tianjin para formar um novo centro cultural para a cidade

Mariana Conte, na Casa Claudia

Em Tianjin, na China, uma biblioteca pública que parece um grande olho vem conquistando a população. O projeto tem assinatura do escritório holandês MVRDV e a forma ocular do átrio pode ser observada de fora do edifício, através da fachada de vidro. As paredes em ondas são encapadas por prateleiras repletas de livros do chão ao teto. No centro, um auditório esférico incandescente forma a pupila.

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As linhas curvas criam espécies de arquibancadas em que os visitantes podem se sentar e ler e observar outras pessoas fazendo o mesmo. Winy Maas, co-fundador da MVRDV, descreveu o projeto como “uma espécie de caverna, uma estante de livros contínua”.

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“Nós criamos um espaço público bonito por dentro. Ser uma espécie de sala de estar urbana é o centro desse projeto”, disse ele ao Dezeen. “As estantes de livros são ótimos espaços para se sentar e, ao mesmo tempo, permitem o acesso aos andares superiores. Os ângulos e as curvas destinam-se a estimular diferentes usos do espaço, tais como a leitura, caminhada, reuniões e debates. Juntos eles formam o “olho” do prédio: para ver e ser visto”, explicou.

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O MVRDV revelou pela primeira vez seus projetos para a Biblioteca Pública de Tianjin em junho de 2016, quando a construção já estava bem encaminhada. É um dos cinco edifícios encomendados pelo Instituto de Planejamento e Design Urbano de Tianjin para formar um novo centro cultural para o distrito de Binhai, na cidade costeira.

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O edifício de 33.700 metros quadrados foi o projeto com conclusão mais rápida do MVRDV até o momento. Foram apenas três anos entre o primeiro esboço e a cerimônia de abertura. Essa agilidade toda causou algumas dores de cabeça em relação ao design. As prateleiras mais altas, por exemplo, são atualmente inacessíveis. Ali, os livros são na verdade uma projeção de imagens. Esses espaços são limpos usando um sistema de andaimes móveis e cordas.

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Áreas de leitura para crianças e idosos estão localizadas no piso térreo, outras salas de leitura se espalham pelo primeiro e segundo andares. Os pavimentos superiores contêm salas de reuniões, escritórios, salas de informática e dois terraços. Salas subterrâneas abrigam um grande arquivo e fornecem armazenamento extra de livros.

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Livro de Paulo Coelho é o mais lido de biblioteca secreta na Síria

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© Getty Images

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Correspondente francesa escreveu sobre grupo de jovens que fundou biblioteca clandestina com 15 mil títulos

Publicado no Notícias ao Minuto

A correspondente de guerra francesa Delphine Minoui revelou ao jornal isralelense ‘Haaretz’ que um livro escrito pelo brasileiro Paulo Coelho é um dos mais populares de uma biblioteca clandestina fundada por jovens na Síria. Segundo a jornalista, ‘O Alquimista’, é o título mais popular entre os 15 mil da coleção. As informações são do jornal O Globo.

“Talvez por causa da jornada que o pastor espanhol faz da Andaluzia às pirâmides egípcias”, sugere Delphine. “Os livros didáticos também são bem procurados, era sua maneira de quebrar o cerco. Os leitores buscam meios para aprender as coisas que eles perderam por causa da guerra”.

Delphine conta a história do grupo no livro “The book smugglers of Daraya” (“Os contrabandistas de livros de Daraya”), lançado no fim de outubro. Ela conta ter encontrado o grupo que reuniu títulos durante quatro anos para fundar a biblioteca.

“Por acaso, encontrei uma foto que me chamou atenção na página “Humanos da Síria”, no Facebook. Um grupo de 20 jovens sentados em uma mesa, praticamente na escuridão, com estantes de livros atrás deles. Consegui o contato de um dos fundadores da biblioteca, chamado Ahmed, e passamos a nos falar regularmente pelo Skype e o WhatsApp, muitas vezes com o som de bombardeios ao fundo”, conta Delphine, que atualmente acompanha o conflito sírio a partie de Istambul, na Turquia.

Antes de ir à Síria acompanhar contra o regime de Bashar Assad, cobria ações norte-americanas no Iraque e no Afeganistão, além da Primavera Árabe no Egito.

Biblioteca nacional do Reino Unido recebe exposição de Harry Potter

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A exposição tem mais de cem itens

A exposição tem mais de cem itens

A exposição Harry Potter: Uma história da magia é dedicada à história da bruxaria e ao universo do bruxo

Publicado no Correio Braziliense

Os londrinos têm mais um motivo para comemorar: a cidade ganhou uma atração dedicada ao universo de Harry Potter. Nos próximos quatro meses, a British Library, biblioteca nacional do Reino Unido, recebe a exposição Harry Potter: Uma história da magia.

A poucos passos da estação de King’s Cross – onde os bruxinhos precisam encontrar a plataforma 9 3/4 para embarcar no Expresso de Hogwarts -, a biblioteca será palco da mostra dedicada à história da magia e bruxaria. Além disso, a exposição comemora também o 20º aniversário do primeiro livro da saga, A pedra filosofal.

São mais de cem objetos que pertencem à biblioteca e a museus britânicos e estrangeiros. Entre os itens, estão originais de J.K. Rowling e da Bloomsburry, editora de Londres que publicou os livros sobre Harry Potter.

“Muitas das coisas que os fãs (de Harry Potter) julgam ser imaginárias têm, na verdade, algum fundo de verdade ou de folclore: vassouras voadoras, caldeirões, unicórnios, dragões”, declarou Julian Harrison, o curador principal da mostra, ao Diário de Notícias.

Os objetos em exposição estão organizados de acordo com as disciplinas ensinadas na Escola de Bruxaria e Magia de Hogwarts. Ossos oraculares, um globo celestial, livros de magia, a pedra de Nicolas Flamel e até um papel em que Alice Newton, filha de um dos fundadores da Bloomsburry, escreveu suas impressões sobre o livro. Na época ela tinha oito anos e afirmou: “A emoção neste livro fez-me sentir quente dentro de mim. Acho que este é um dos melhores livros que um menino ou menina de 8 ou 9 anos pode ler”.

Bibliotecária rejeita doação de livros de Melania Trump a escola nos EUA

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A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, fala durante um debate na Casa Branca, em Washington - MANDEL NGAN / AFP

A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, fala durante um debate na Casa Branca, em Washington – MANDEL NGAN / AFP

Primeira-dama enviou conjunto com 10 volumes para uma instituição de cada estado

Publicado em O Globo

WASHINGTON — A bibliotecária de uma escola de ensino fundamental no estado americano de Massachusetts rejeitou a doação de uma coleção de livros oferecida pela primeira-dama dos EUA, Melania Trump. No começo deste mês, Melania enviou 10 exemplares de livros para uma escola de cada estado para celebrar o Dia Nacional da Leitura. A Casa Branca disse que trabalhou em conjunto com o Departamento de Educação para identificar escolas com programas que alcançaram os padrões máximos de excelência.

Porém, em um blog, a bibliotecária da escola Cambridgeport Liz Phipps Soeiro afirmou que a instituição não precisava dos livros:

“Trabalho num distrito que há muitos recursos, que contribuem diretamente para a excelência. Meus estudantes têm acesso a uma biblioteca com mais de 9 mil volumes. “, ela escreveu, acrescentando que a Casa Branca deveria focar em apoiar escolas que não têm recursos. “Por que não dar livros para escolas sem recursos em comunidades sem privilégios que continuam a ser marginalizadas pelas políticas impostas pela secretária de Educação, Betsy DeVos?”

A cidade de Cambridge, onde a escola Cambridgeport fica, é próxima a Boston e é lar de duas universidades renomadas, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Universidade Harvard. De acordo com a imprensa local, as escolas públicas da região disseram em um comunicado que a bibliotecária não foi autorizada a rejeitar os livros doados.

Biblioteca Mário de Andrade fica sem climatização após infecção por fungos

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Vista da Biblioteca Mário de Andrade, na região central de São Paulo

Vista da Biblioteca Mário de Andrade, na região central de São Paulo

Rogério Gentile, na Folha de S.Paulo

A Biblioteca Mário de Andrade, que possui um dos acervos mais importantes do país, com 3,3 milhões de obras, está sem climatização adequada em suas reservas técnicas desde junho de 2013.

O sistema de ar-condicionado, instalado dois anos antes durante ampla reforma que custou R$ 20,6 milhões (valor corrigido pela inflação), foi desligado após recomendação técnica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas.

O sistema, de acordo com o parecer do IPT, era responsável por uma proliferação de fungos, detectada em dezembro de 2012, que infectou cerca de 5% das obras do acervo, entre livros, documentos e outros itens.

Desde então, segundo inspeção feita pelo TCM (Tribunal de Contas do Município), “tenta-se manter de forma artificial a umidade relativa por meio de desumidificadores portáteis, em sua maioria antigos, que ficam ligados 24 horas nos dias úteis”.

Nos demais dias, de acordo com o constatado pela equipe de fiscalização do TCM, os aparelhos ficam desligados, pois a retirada de água dos desumidificadores depende de estagiários e de determinados funcionários.

Segundo os auditores, que realizaram a inspeção na biblioteca entre junho e agosto deste ano, há dois desumidificadores na sala da reserva técnica, bem como um equipamento que faz o monitoramento da umidade relativa.

“A temperatura e a umidade relativa variam conforme as condições climáticas externas”, afirmou ao TCM o funcionário responsável pela supervisão do acervo, Henrique Coimbra Ferreira.

“Os desumidificadores, ao menos, mantêm a umidade em níveis aceitáveis para a conservação dos itens”, disse o supervisor, que apontou variação de 40% a 65%.

Equipamento usado para preservar acervo da Biblioteca Mário de Andrade

Equipamento usado para preservar acervo da Biblioteca Mário de Andrade

No livro “Como Fazer Conservação Preventiva em Arquivos e Bibliotecas”, editado pelo Arquivo do Estado/Imprensa Oficial, Norma Cassares afirma que “o calor e a umidade contribuem significativamente para a destruição de documentos”.

Segundo a especialista em restauro e conservação, “o mais recomendado é manter a temperatura o mais próximo possível de 20°C e a umidade relativa de 45% a 50%, evitando-se de todas as formas as oscilações de 3°C e 10% de umidade relativa”.

JANELAS ABERTAS

Inaugurada em 1926, a Mário de Andrade tem uma coleção de obras raras com mais de 40 mil volumes de livros e 20 mil de periódicos.

Entre os itens, destacam-se as edições originais de álbuns de viajantes estrangeiros no Brasil colonial, como Spix e Martius, Thévet, Léry, Debret e Rugendas.

Possui também 500 mapas raros e 9 exemplares de incunábulos (obras que datam da origem da imprensa, anteriores a 1500).

De dezembro de 2007 a janeiro de 2011, na gestão Gilberto Kassab, a biblioteca passou por uma profunda reforma na qual ocorreram não apenas intervenções no edifício mas também o restauro de mobiliário e a desinfestação, higienização e reorganização física do acervo.

À Folha André Sturm, secretário da Cultura de João Doria, afirma que o diretor da biblioteca, Charles Cosac, é obcecado pela preservação do acervo e está adotando as medidas necessárias.

Segundo o secretário, consultores foram chamados para ajudar a resolver o problema e orientaram a biblioteca a não comprar outro sistema de ar-condicionado.

Novos estudos, afirma ele, indicam que o melhor procedimento numa situação como a da Mário de Andrade seria deixar as janelas abertas para estimular a circulação do ar, bem como manter o sistema de monitoramento e o uso dos desumidificadores.

De acordo com Sturm, a prefeitura está adquirindo telas especiais para instalar nas janelas do prédio, impedindo a entrada de bichos. A expectativa é que passem a ser utilizadas em outubro.

Segundo o secretário, todas as obras atingidas pelos fungos já foram recuperadas. “Não há mais nenhuma com fungo”, disse.

Sturm declarou também que a atual gestão optou por não investigar a responsabilidade pela compra do equipamento causador da proliferação dos fungos, ou tentar recuperar os valores investidos. “Mais importante era garantir a preservação das obras do que ficar investigando”, afirmou.

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