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Grande coleção de obras de James Joyce é doada a biblioteca de NY

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Entre as 350 peças está um fragmento do manuscruto de ‘Ulisses’, seu romance mais célebre

Publicado em O Globo

RIO — Uma das maiores coleções privadas de obras do escritor irlandês James Joyce será doada à Morgan Library, uma biblioteca e museu de Manhattan, por um galerista nova-iorquino de origem britânica, segundo informou

A coleção compreende cerca de 350 peças, entre as quais se encontram um exemplar do primeiro livro publicado por James Joyce, “The holy office”, um poema satírico de 1904, do qual se acredita haver menos de 100 cópias.

Também contém um fragmento do manuscrito de “Ulisses”, seu romance mais célebre, considerado por muitos críticos como a obra inglesa mais importante do século XX.

A coleção foi formada desde meados da década de 1990 pelo galerista Sean Kelly e sua esposa Mary.

Para o diretor da Morgan Library & Museum, Colin Bailey, a doação “transforma instantaneamente a Morgan em um grande centro de pesquisa acadêmica dedicado à vida e obra do autor”, explicou a biblioteca nesta sexta-feira em um comunicado.

O museu pretende organizar uma exposição consagrada a James Joyce em 2022, ano do centenário da publicação de “Ulisses”.

Além do James Joyce Centre, situado em Dublin em um casarão do século XVIII, existem outras coleções dedicadas ao escritor e poeta nascido em 1882 e morto em 1941.

A da universidade pública de Buffalo, no estado de Nova York, possui centenas de objetos e documentos que pertenceram a Joyce, e é considerada por muitos como a mais importante do mundo.

A Morgan Library é a antiga biblioteca particular do célebre banqueiro americano John Pierpont “J.P.” Morgan, personagem central do mundo das finanças no começo do século XX.

Após sua morte, seu filho abriu a biblioteca ao público. Depois se transformou em um museu com foco em literatura.

Lixeiros turcos montam biblioteca com livros encontrados no lixo

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Lixeiros turcos mostram livros que seriam jogados fora e hoje estão em biblioteca

Publicado no UOL

Coletores de lixo, de Ancara, capital da Turquia, abriram uma biblioteca pública somente com livros que foram jogados fora.

A biblioteca foi montada no distrito de Çankaya quando os coletores passaram a guardar os livros que encontravam no lixo.

Durante meses, conforme os trabalhadores iam recolhendo os livros abandonados com o objetivo de montar a biblioteca, moradores ficaram sabendo do projeto e passaram a fazer doações.

A ideia inicial era que somente funcionários da empresa de coleta de lixo e seus familiares pudessem usar os livros. No entanto, a coleção aumentou e a biblioteca abriu ao público em geral em setembro do ano passado, com o apoio da Prefeitura da cidade.

“De um lado, existiam aqueles que abandonavam os livros nas ruas. De outro, havia pessoas que estavam procurando esses livros”, disse o prefeito de Çankaya, Alper Tasdelen, à CNN.

A biblioteca já conta com mais de 6.000 livros de todos os gêneros. O local também abriga uma seção de quadrinhos e de pesquisas científicas. Além disso, há a disponibilidade e livros em inglês e francês.

O prédio onde fica a biblioteca era uma antiga fábrica de tijolos, com longos corredores.

Os clientes podem pegar os livros por até duas semanas. Além da biblioteca, escolas, programas educacionais e até prisões estão recebendo os livros que iriam para o lixo. (Com agências internacionais)

Biblioteca em formato de olho gigante impressiona chineses

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O edifício é um dos cinco edifícios encomendados pelo Instituto de Planejamento e Design Urbano de Tianjin para formar um novo centro cultural para a cidade

Mariana Conte, na Casa Claudia

Em Tianjin, na China, uma biblioteca pública que parece um grande olho vem conquistando a população. O projeto tem assinatura do escritório holandês MVRDV e a forma ocular do átrio pode ser observada de fora do edifício, através da fachada de vidro. As paredes em ondas são encapadas por prateleiras repletas de livros do chão ao teto. No centro, um auditório esférico incandescente forma a pupila.

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As linhas curvas criam espécies de arquibancadas em que os visitantes podem se sentar e ler e observar outras pessoas fazendo o mesmo. Winy Maas, co-fundador da MVRDV, descreveu o projeto como “uma espécie de caverna, uma estante de livros contínua”.

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“Nós criamos um espaço público bonito por dentro. Ser uma espécie de sala de estar urbana é o centro desse projeto”, disse ele ao Dezeen. “As estantes de livros são ótimos espaços para se sentar e, ao mesmo tempo, permitem o acesso aos andares superiores. Os ângulos e as curvas destinam-se a estimular diferentes usos do espaço, tais como a leitura, caminhada, reuniões e debates. Juntos eles formam o “olho” do prédio: para ver e ser visto”, explicou.

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O MVRDV revelou pela primeira vez seus projetos para a Biblioteca Pública de Tianjin em junho de 2016, quando a construção já estava bem encaminhada. É um dos cinco edifícios encomendados pelo Instituto de Planejamento e Design Urbano de Tianjin para formar um novo centro cultural para o distrito de Binhai, na cidade costeira.

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O edifício de 33.700 metros quadrados foi o projeto com conclusão mais rápida do MVRDV até o momento. Foram apenas três anos entre o primeiro esboço e a cerimônia de abertura. Essa agilidade toda causou algumas dores de cabeça em relação ao design. As prateleiras mais altas, por exemplo, são atualmente inacessíveis. Ali, os livros são na verdade uma projeção de imagens. Esses espaços são limpos usando um sistema de andaimes móveis e cordas.

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Áreas de leitura para crianças e idosos estão localizadas no piso térreo, outras salas de leitura se espalham pelo primeiro e segundo andares. Os pavimentos superiores contêm salas de reuniões, escritórios, salas de informática e dois terraços. Salas subterrâneas abrigam um grande arquivo e fornecem armazenamento extra de livros.

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Livro de Paulo Coelho é o mais lido de biblioteca secreta na Síria

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© Getty Images

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Correspondente francesa escreveu sobre grupo de jovens que fundou biblioteca clandestina com 15 mil títulos

Publicado no Notícias ao Minuto

A correspondente de guerra francesa Delphine Minoui revelou ao jornal isralelense ‘Haaretz’ que um livro escrito pelo brasileiro Paulo Coelho é um dos mais populares de uma biblioteca clandestina fundada por jovens na Síria. Segundo a jornalista, ‘O Alquimista’, é o título mais popular entre os 15 mil da coleção. As informações são do jornal O Globo.

“Talvez por causa da jornada que o pastor espanhol faz da Andaluzia às pirâmides egípcias”, sugere Delphine. “Os livros didáticos também são bem procurados, era sua maneira de quebrar o cerco. Os leitores buscam meios para aprender as coisas que eles perderam por causa da guerra”.

Delphine conta a história do grupo no livro “The book smugglers of Daraya” (“Os contrabandistas de livros de Daraya”), lançado no fim de outubro. Ela conta ter encontrado o grupo que reuniu títulos durante quatro anos para fundar a biblioteca.

“Por acaso, encontrei uma foto que me chamou atenção na página “Humanos da Síria”, no Facebook. Um grupo de 20 jovens sentados em uma mesa, praticamente na escuridão, com estantes de livros atrás deles. Consegui o contato de um dos fundadores da biblioteca, chamado Ahmed, e passamos a nos falar regularmente pelo Skype e o WhatsApp, muitas vezes com o som de bombardeios ao fundo”, conta Delphine, que atualmente acompanha o conflito sírio a partie de Istambul, na Turquia.

Antes de ir à Síria acompanhar contra o regime de Bashar Assad, cobria ações norte-americanas no Iraque e no Afeganistão, além da Primavera Árabe no Egito.

Biblioteca nacional do Reino Unido recebe exposição de Harry Potter

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A exposição tem mais de cem itens

A exposição tem mais de cem itens

A exposição Harry Potter: Uma história da magia é dedicada à história da bruxaria e ao universo do bruxo

Publicado no Correio Braziliense

Os londrinos têm mais um motivo para comemorar: a cidade ganhou uma atração dedicada ao universo de Harry Potter. Nos próximos quatro meses, a British Library, biblioteca nacional do Reino Unido, recebe a exposição Harry Potter: Uma história da magia.

A poucos passos da estação de King’s Cross – onde os bruxinhos precisam encontrar a plataforma 9 3/4 para embarcar no Expresso de Hogwarts -, a biblioteca será palco da mostra dedicada à história da magia e bruxaria. Além disso, a exposição comemora também o 20º aniversário do primeiro livro da saga, A pedra filosofal.

São mais de cem objetos que pertencem à biblioteca e a museus britânicos e estrangeiros. Entre os itens, estão originais de J.K. Rowling e da Bloomsburry, editora de Londres que publicou os livros sobre Harry Potter.

“Muitas das coisas que os fãs (de Harry Potter) julgam ser imaginárias têm, na verdade, algum fundo de verdade ou de folclore: vassouras voadoras, caldeirões, unicórnios, dragões”, declarou Julian Harrison, o curador principal da mostra, ao Diário de Notícias.

Os objetos em exposição estão organizados de acordo com as disciplinas ensinadas na Escola de Bruxaria e Magia de Hogwarts. Ossos oraculares, um globo celestial, livros de magia, a pedra de Nicolas Flamel e até um papel em que Alice Newton, filha de um dos fundadores da Bloomsburry, escreveu suas impressões sobre o livro. Na época ela tinha oito anos e afirmou: “A emoção neste livro fez-me sentir quente dentro de mim. Acho que este é um dos melhores livros que um menino ou menina de 8 ou 9 anos pode ler”.

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