A História do Futuro de Glory O'brien

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Vinhoteca propõe harmonizar vinhos e livros

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Quem não gosta de ler um bom livro enquanto bebe uma taça de vinho?

Publicado no Notícias ao minuto

Quem gosta de vinhos certamente já parou para degustar uma bela taça da bebida e ler um bom livro. O fetiche com a prática é tão comum entre os amantes da bebida de Baco que um espaço foi criado especialmente para aproveitar os dois. A ideia do editor Marco Pace foi exatamente essa ao criar a Vinhoteca, dando dicas de “harmonização” de vinhos e livros.

O local existe há nove meses no bairro City América, na zona oeste de São Paulo, e o site existe há um ano. “Eu uni minhas duas paixões”, declara Pace em entrevista ao UOL. Ele trabalhou como editor de livros por 30 anos em empresas como Siciliano e Alta Books e criou sua própria editora, a Ornitorrinco.

O site disponibiliza 700 rótulos e 200 títulos; já na loja são 300 rótulos e 100 títulos, tanto nacionais quanto internacionais. “Se é uma leitura mais densa, como um grande romance, ou mais clássico e sério, nossa indicação é um vinho mais encorpado, mais robusto”, revela o editor.

Entre as bebidas mais vendidas estão as provenientes da França, Chile e Argentina, bem como vinículas n acionais. O vinho Rosé Piscine, da França, é o mais procurado. “Bons livros para ler bebendo este vinho são títulos como ‘Os Espiões’, de Luiz Fernando Veríssimo; e ‘Contos Gauchescos’, de Simão Lopes”, afirma ele, que pretende abrir uma segunda loka em São Paulo em 2018.

Leia mais em 2017! Descubra como a leitura influência nossa atividade cerebral

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Leia mais em 2017! Descubra como a leitura influência nossa atividade cerebral  |  Fonte: Shutterstock

Leia mais em 2017! Descubra como a leitura influência nossa atividade cerebral | Fonte: Shutterstock

 

Pesquisa aponta os principais efeitos da leitura em nosso cérebro

Publicado no Universia Brasil

Se você não gosta de ler, talvez os resultados de um estudo realizado pela universidade norte-americana Emory University te façam mudar de ideia.

Visando comprovar como a leitura de livros pode provocar alterações em nossas atividades cerebrais, pesquisadores selecionaram 21 alunos para lerem, durante nove dias consecutivos, o livro Pompeia, de Robert Harris.

A pesquisa durou 19 dias e foi realizada com um aparelho de ressonância magnética. Durante as nove manhãs seguintes às leituras, os estudantes passavam por exames no equipamento. O mesmo valeu para os cinco dias anteriores às leituras e os cincos dias após.

Apesar dos participantes não estarem lendo enquanto eram avaliados, os resultados apresentaram um aumento na conectividade de uma região do cérebro associada à recepção da linguagem. Outro aumento de conexões foi identificado na região ligada à função motora, relacionada com a criação de representações das sensações do corpo humano.

Isso significa que ler pode fortalecer as regiões de processamento de linguagem no nosso cérebro e que o estímulo contínuo do pensamento pode ativar neurônios associados ao seu ato físico. Ou seja, pensar em andar pode estimular a mesma atividade cerebral caso você estivesse realmente andando.

Portanto, os resultados da pesquisa realizada pela Emory University comprovaram que sim, ler livros pode influenciar seu cérebro. Os pesquisadores, entretanto, não afirmaram quanto tempo esses efeitos podem durar. Por isso, indicam que a leitura seja contínua e torne-se um hábito na vida da pessoa, já que, além de ser uma boa forma de distração, o livro tem potencial de aprimorar sua imaginação e melhorar sua conversação.

A seguir confira outros benefícios da leitura:

1. DIMINUE O ESTRESSE

Todos os problemas parecem distantes quando nos concentramos na história de um bom livro. Além de funcionarem como motivadores em diversos momentos, livros têm a capacidade de te ajudar a relaxar, ao abstrair todos os problemas em sua volta.

2.AUXILIA A ABSORVER CONHECIMENTO E EXPANDE SEU VOCABULÁRIO

Enquanto você lê, você está aprendendo. A prática diária da leitura pode te ensinar coisas novas a cada dia, inclusive novas palavras. Ler livros e artigos pode te auxiliar na hora da construção de um texto e até mesmo na compreensão de outros.

3. DESENVOLVE A MEMÓRIA E AJUDA A TER UMA MELHOR CONCENTRAÇÃO

Ler livros diferentes pode ajudar na conservação da memória. Lembrar e falar sobre as histórias, personagens e demais características da trama é um bom exercício para não esquecer das coisas. Além disso, quando estamos lendo, geralmente nos desconectamos das outras atividades. O hábito da leitura estimula esse exercício de concentração, que pode ajudar em diversos momentos críticos, como provas e avaliações.

4. MELHORA SEU PENSAMENTO CRÍTICO E ARGUMENTAÇÃO

Para aprender sobre determinado assunto e, mais do que isso, conseguir explicá-lo para as pessoas ao seu redor, nada melhor do que ler e ler muito! Com a prática da leitura, você começa a absorver conteúdos de maneira mais rápida e, a partir do momento em que está dominando um tema, consegue dar argumentos cada vez melhores em conversas e também ao redigir textos.

12 livros para despertar o interesse pela ciência nas crianças

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(Foto: Yellow | flickr | creative commons)

(Foto: Yellow | flickr | creative commons)

 

Publicado na Galileu

Todo grande cientista um dia já foi uma criança. Se invertermos essa constatação óbvia, chegamos a uma ideia um pouco mais interessante: toda criança um dia pode se tornar um grande cientista. Não é estimulante pensar que, no futuro, aqueles pequenos seres humanos podem realizar grandes feitos para a ciência, ganhar um Nobel ou até protagonizar o próximo grande salto do conhecimento humano? Às vezes, tudo o que eles precisam é de um empurrãozinho na curiosidade e na imaginação para que se apaixonem pela ciência e optem por seguir carreiras na área. E nada melhor que um bom livro para fornecer esse estímulo.

Para elaborar essa lista de livros que despertem nos pequenos o interesse pela ciência, pedimos a ajuda de nossos leitores do Facebook. Eles sugeriram diversos clássicos da literatura que cumprem esse papel – e nós separamos algumas das obras aqui.

Confira abaixo, e veja todas as indicações no fim do post:

– 20 Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne (indicação de Eduardo Fernandez)

– A Magia da Realidade, de Richard Dawkins (indicação de Gabriel Bergamaschi)

– George e o Segredo do Universo, de Stephen e Lucy Hawking (indicação de Matheus Gontijo)

– Cosmos, de Carl Sagan (indicação de Melissa Florencio)

– Tio Tungstênio, de Oliver Sacks (indicação de Nêmora Backes)

– O Homem que Calculava, de Malba Tahan (indicação de Emerson Tomé)

– O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry (indicação de Andreia Alexandre)

O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder (indicação de Romulo Mansur)

– O Guia dos Curiosos, de Marcelo Duarte (indicação de Rita Burnatowiski)

– O Livro dos Porquês, vários autores (indicação de Nathan dos Santos)

– O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams (indicação de Thiago Prochnow)

– Albert Einstein e seu Universo Inflável, de Mike Goldsmith (indicação de Amanda Carolina)

Documentação ou livro: qual é melhor?

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publicado na Oficina da net

Essa é uma discussão constante, e nesse artigo venho dar a minha visão sobre qual é melhor, o livro ou a documentação.

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Já vi várias discussões sobre esse assunto, muita gente dizendo que um bom livro é melhor do que a documentação oficial, e vice-versa. Sabe-se que existe muita documentação ruim, incompleta e superficial; mas também é fato que existem muitos livros no mesmo nível, e ainda existem livros que nada mais são do que a documentação com um maior volume de exemplos e algumas explicações mais claras.

Uma documentação é a forma utilizada para apresentar e especificar o funcionamento e os recursos de alguma ferramenta ou linguagem. Ela é objetiva, descreve pontualmente o funcionamento e os recursos, um a um, e costuma trazer alguns exemplos de aplicação do recurso ou funcionalidade.

O livro, assim como a documentação, apresenta e especifica o funcionamento e os recursos de alguma ferramenta ou linguagem, mas com uma abordagem totalmente diferente. Ao invés de ser pontual e altamente técnico, ele apresenta esses conceitos de maneira mais descritiva e com linguagem mais simples e menos técnica, com um maior volume de exemplos e detalhes, permitindo que alguém sem nenhum tipo de conhecimento da ferramenta ou linguagem possa começar a utilizá-la a partir das primeiras páginas.

Assim como não há livro pra tudo, também não há documentação, e em muitos casos não há nenhum dos 2 e o jeito é aprender a usar a ferramenta ou linguagem sozinho, na base da “tentativa e erro”.

A documentação é a base de conhecimento e fonte de pesquisa para os profissionais que fazem uso da ferramenta ou linguagem. É mais rápido você encontrar uma informação na documentação do que em livros, uma vez que a documentação, na maioria dos casos, está disponível na internet, e o livro você precisa comprar, ou ficar procurando na internet pra fazer o download ou então arrumar emprestado com um amigo. Em contra-partida, o livro pode trazer informações que são mais fáceis de ser compreendidas, facilitando assim o aprendizado.

Como a documentação é mais pontual e específica, traz tudo bem divido, ela permite maior agilidade no processo de localização da informação, enquanto o livro traz diversas informações em um único capítulo e pra ter agilidade você terá que conhecer bem o livro, e isso implica em ter lido pelo menos umas 2 vezes; mas pode ser que o livro use uma liguagem e didática que tornam a compreensão melhor.

Trazendo o assunto para o cenário do desenvolvimento de softwares, onde temos uma série de linguagens, frameworks, libraries, extensions e muitas outras ferramentas, vamos encontrar muitos livros, em diversos idiomas, de vários autores, com abordagens diferentes e nenhum falando 100% do assunto, tão completo quanto a documentação (que nem sempre é completa também).

Eu estaria totalmente equivocado dizendo que um é melhor que outro, pois na verdade o que importa mesmo é que seja extraído o máximo de conhecimento tanto do livro quanto da documentação. No meu dia-a-dia eu faço uso de documentações e também de livros, pois acontece do conteúdo de um não ser tão esclarecedor, ou eu precisar de uma informação que vai além do conceito técnico.

E creio que isso aconteça com vários outros programadores. Costumo dizer para meus alunos que no início o livro – desde que seja bem escolhido – pode ser mais eficiente no aprendizado do que a documentação, por ser menos técnico e mais detalhista; mas depois de um tempo, quando chegar em um nível mais avançado, a documentação será mais eficiente, pois é impossível saber 100% dos recursos de uma linguagem ou ferramenta. E mesmo que se saiba, sempre surgem dúvidas.

Como escolher uma boa leitura

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Publicado em Revista Escola

A seleção de um livro, entre tantas opções, pode ser feita de diversas maneiras. A mais frequente comigo é a indicação de amigos, que sempre me sugerem títulos de que gostaram muito ou que acreditam ser do meu agrado. Na maioria das vezes, acertam! Por isso, tem vezes que eu mesma peço as sugestões para eles.

Já quando busco um livro por conta própria, vou basicamente pela sinopse. Se a história parecer bacana, me fisga. Mas também pode ser pelo autor, quando eu já o conheço de outras leituras ou quando seu trabalho é de reconhecida qualidade. Ler as críticas publicadas sobre a obra é algo que faço bem pouco, mas sei que há quem não dispense. Já o título e a capa não são aspectos muito determinantes para mim. Porém, como tudo é extremamente maluco na vida e na escolha de um bom livro literário, certa vez um título bizarro me levou a uma publicação realmente interessante. Vou contar essa história…

Há cerca de 5 anos, ainda na época da faculdade, eu passeava com alguns amigos por uma grande livraria no centro de São Paulo. Minha amiga Cecília queria comprar algo de um escritor que ainda não tivesse lido. Em uma das telas que mostram as ofertas da livraria, passou Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios.

O título nos pareceu muito estranho e não dava qualquer pista do que poderíamos esperar daquela história. Quando o anúncio se repetiu, vimos o nome do autor: Marçal Aquino. Nenhum de nós o conhecia. “Sobre o que será?”, perguntávamos uns aos outros, dando não mais do que palpites de pouco fundamento. Não lembro se chegamos a ler a sinopse. Só sei que Cecília o comprou e que eu fiquei ansiosa para pegá-lo emprestado.

Enfim, quando minha vez chegou, terminei a leitura rapidamente. A história é trágica, mas encantadora. A narrativa me envolveu de tal maneira que eu não conseguia parar de ler! Sentia uma necessidade incontrolável de saber o que aconteceria em seguida com as personagens centrais. A loucura intensa de Lavínia e a perturbação de Cauby – que se perdia ao tentar se adaptar ao submundo paraense e ao amor que sentia – me deixaram vidrada. Eu tentava imaginar os caminhos que eles percorreriam e o destino escolhido pelo autor.

Pouco tempo depois, assisti a uma palestra com Aquino, no SESC Pinheiros, que me deixou ainda mais curiosa a respeito de seu trabalho. Hoje, fico feliz por minha amiga ter se intrigado com o título estranho e por ter comprado o livro. Claro que se cercar de indicações e boas análises para escolher suas leituras é bom. Mas aprendi que, às vezes, navegar por mares desconhecidos pode se tornar uma boa surpresa.

E, você, como seleciona suas leituras? Já se surpreendeu com alguma escolha inusitada?

 

 

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