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Concurso Cultural Literário (62)

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capa salvador

LEIA UM TRECHO

Para que serve a cruz?

Símbolo de maldição, a pena de morte mais cruel, a cruz foi redimida com toda a humanidade e se transformou em algo muito maior do que um símbolo. A cruz lembra que Jesus veio ao mundo para salvar você e, para tanto, aceitou pagar um preço bastante elevado.

A correta compreensão do sentido da cruz pode fazer toda a diferença em sua vida. Ela revela um Deus que ama você de tal maneira que escolheu seu próprio filho para sofrer em seu lugar. A cruz aponta para a esperança por dias melhores; é um sinal da eternidade oferecida para aqueles que reconhecem Jesus como seu Salvador.

Por isso, você precisa descobrir ou redescobrir o sentido da Cruz.

Por isso o chamam Salvador foi escrito por Max Lucado quando de sua passagem pelo Brasil como missionário, no início dos anos 1980.

Olhando para trás, é possível perceber como ele realmente encarnou a mensagem da Cruz, apresentada nesta obra, e se tornou um mensageiro da graça de Deus cuja repercussão alcançou dimensões planetárias.

Este livro trata da essência do evangelho e de como você pode fazer de sua existência um tributo àquele que resolveu enfrentar, em seu lugar, o desprezo e a violência, a fim de que hoje você possa viver a esperança da plenitude do Reino de Deus.

Max Lucado é pastor e escritor de best-sellers mundialmente aclamados, com mais de setenta livros publicados e oitenta milhões de exemplares vendidos em dezenas de idiomas. Ele serve, atualmente, na Igreja de Oak Hills em San Antonio, Texas (EUA), junto com a esposa, Denalyn, e três filhas. Max e Denalyn atuaram por cinco anos como missionários no Brasil.

Vamos sortear 3 exemplares de Por isso o chamam Salvador, livro escrito por Max Lucado quando de sua passagem pelo Brasil como missionário, no início dos anos 1980.

A cruz aponta para a esperança por dias melhores. Para participar do concurso, registre na área de comentários um pedido de oração por nosso país. “A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos” (Tiago 5.16 – Nova Bíblia Viva).

O resultado será divulgado dia 6/5 às 17h30 neste post.

Livro de memórias do astro de “Breaking Bad” sai no Brasil em 2015

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O cenário do Novo México é ideal para a trama - As paisagens na qual "Breaking Bad" se passa, no árido Estado do Novo México, são ideias para a trama: locais ermos, com cenário de desolação, ideais para a ocorrência de transações envolvendo drogas e dinheiro. A fotografia da série se aproveita disso, com imagens quentes e alaranjadas Divulgação

O cenário do Novo México é ideal para a trama – As paisagens na qual “Breaking Bad” se passa, no árido Estado do Novo México, são ideias para a trama: locais ermos, com cenário de desolação, ideais para a ocorrência de transações envolvendo drogas e dinheiro. A fotografia da série se aproveita disso, com imagens quentes e alaranjadas Divulgação

Mauricio Stycer, no UOL

Por 25 anos, nada diria que Bryan Cranston iria se tornar uma estrela. Com um rosto comum, o ator ganhou algum dinheiro com publicidade (incluindo o comercial de um remédio para hemorróidas, nos anos 80) e fez participações especiais em algumas boas séries (um dentista que se converte ao judaísmo para contar piadas de judeu em “Seinfeld” ou um neurótico enrascado em “Arquivo X”).

O primeiro salto na carreira ocorreu no ano 2000, quando ganhou um bom personagem, o do pai do protagonista da sitcom “Malcolm in the Middle”. Em 2007, finalmente, depois de muita ralação, Cranston foi escalado para viver Walter White – “o papel que sem dúvida será a primeira linha do meu obituário”, como disse à revista “New Yorker”.

É esta a história que o ator contará, em detalhes, no livro que será publicado em meados de 2015. O acordo com a editora Scribner foi anunciado nesta quinta-feira (03). No Brasil, o livro será publicado pela Companhia das Letras, primeira editora fora dos EUA a adquirir os direitos de publicação.

“Say My Name” (título provisório) acompanha o desenvolvimento do personagem e o longo processo de criação do ator. Segundo o “New York Times”, que revelou o acordo para a publicação da obra nos EUA, Cranston disse: “O livro contará histórias da minha vida e revelará os segredos e as mentiras com os quais eu convivi durante seis anos nas filmagens de ‘Breaking Bad”’.

Este título, “Say My Name” (diga o meu nome) é uma referência a uma fala de White no sétimo episódio da quinta temporada de “Breaking Bad”.

Segundo o editor da Scribner, Nan Graham, Cranston escreve “da mesma maneira que atua: com grande compromisso, inteligência e humor”. O ator está em cartaz na Broadway na peça “All The Way”, na qual vive o presidente americano Lyndon Johnson.

Revelação da literatura policial colhe elogios com novo romance no Brasil

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Marco Rodrigo Almeida, na Folha de S.Paulo

Raphael Montes entrou cedo para o mundo do crime. Aos 12 anos, foi cooptado por um britânico excêntrico e uma substância viciante demais.

Por sorte, o britânico era o escritor Arthur Conan Doyle (1859-1930) e a substância, o romance “Um Estudo em Vermelho”, primeira aventura de Sherlock Holmes. Com eles, o garoto descobriu sua vocação.

Não demorou a cometer seus próprios delito, histórias sobre pedófilos, professoras assassinas e mulheres serradas ao meio que fizeram dele a sensação da escola. Hoje, uma década depois, Montes continua a fascinar por seu universo macabro, mas sua fama já extrapolou os limites do Colégio de São Bento, no Rio.

O escritor Raphael Montes posa em hotel de São Paulo / Karime Xavier / Folhapress

O escritor Raphael Montes posa em hotel de São Paulo / Karime Xavier / Folhapress

Aos 23 anos, é um nome de destaque da literatura brasileira recente, trabalhando num gênero, o policial, ainda com pouca tradição por aqui.

A Companhia das Letras lança agora o segundo romance de Montes, “Dias Perfeitos”. Embora brevíssima, a carreira do escritor já ostenta uma série de conquistas.

O novo livro sai com uma tiragem inicial de dez mil exemplares, bem maior que a média do mercado (entre 3.000 e 5.000). Na capa, com destaque, um elogio nada singelo do best-seller americano Scott Turow, afirmando que Montes “certamente vai redefinir a literatura policial brasileira e surgir como uma figura da cena literária mundial”.

Em 2015, “Dias Perfeitos” deve ser lançado nos Estados Unidos pela Penguin. Fora isso,o autor vendeu seus dois livro para a produtora de cinema RT Features “por um valor na casa dos seis dígitos”.

É no cinema, por sinal, que Montes busca uma comparação para definir seu lugar no cenário brasileiro. “Quero ser o Tarantino da literatura, conciliar a cultura pop, a violência gráfica, a ironia e a qualidade artística.”

“Dias Perfeitos” é um pouco de tudo isso. Narra a história do amor obsessivo de Téo, solitário estudante de medicina, por Clarice, jovem roteirista. Rejeitado por ela, Téo dá início a uma jornada que inclui sequestro, esquartejamento e um bizarro hotel administrado por anões.

“Meus livros não são como o romance policial clássico, que começa com um crime, acompanha o trabalho do detetive e termina com o assassino desmascarado. Acho que a tendência é ser mais universal, brincar com as regras do gênero, embaralhar esses papéis fixos”, define.

A precoce ascensão de Montes pode dar a entender que tudo foi fácil em sua carreira. Mas nem sempre foi assim.

Ele concluiu seu primeiro romance, “Suicidas”, aos 19 anos. Em vão, passou os dois anos seguintes procurando uma editora que topasse publicar um livro policial de um autor desconhecido com tema horripilante: jovens que decidem se matar em um jogo de roleta-russa.

Tudo mudou quando inscreveu o livro no Prêmio Benvirá de Literatura. Não venceu, mas, recomendado pelo o júri, foi publicado pela Benvirá em 2012. “Suicidas” seria depois finalista do Prêmio São Paulo e do Machado de Assis.

Mesmo com pouca divulgação oficial, o livro foi alavancado pelo “boca a boca” nas redes sociais e já chega perto dos 7.000 exemplares vendidos. “Gosto de saber que as pessoas leem o que escrevo. Adoro conversar com os leitores no Facebook. Já recebi bronca, pedido de casamento. O escritor tem que sair de sua torre marfim.”

Enquanto lança “Dias Perfeitos”, Montes já pensa nos próximos livros. Além do que já começou a escrever, tem outros seis já planejados. A meta é lançar um por ano e, entre eles, desenvolver projetos para TV e cinema. A vida no crime, afinal, é uma tentação quase impossível de largar.

Game of Thrones: em abril o Brasil irá receber uma exposição sobre a série

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Publicado no Cinema10

A nova edição do Game of Thrones – The Exhibition já está marcada. Acontecerá entre os dias 5 e 9 de abril, no Shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Os ingressos serão gratuitos e começam a ser distribuídos no dia 26 de março. Cada pessoa poderá reservar apenas 2 convites, utilizando o CPF. Mais informações serão divulgadas na página oficial da série no facebook.

A quarta temporada da série começa no dia 6 de abril!

gameofexpo

Na série baseada no best-seller As Crônicas de Gelo e Fogo (“A Song of Ice and Fire”), de George R.R. Martin, o Trono de Ferro está em jogo e duas famílias dominantes dos Sete Reinos o querem. Não existem leis, guerreiros lutam ao lado de traidores e renegados. Verões podem durar décadas e invernos até a vida inteira. Quem vencerá essa batalha épica?

Recentemente o ator Kit Harington, que interpreta Jon Snow em Game of Thrones, contou à Variety que existe uma possibilidade da série ser transformada em um longa metragem:

“Acredito que seja uma ideia a ser debatida. Quem sabe? A série pode ser facilmente adaptada aos cinemas, então acredito que existe sim essa possibilidade”

Agora foi a vez de George R.R. Martin, autor do livro em que a série foi baseada, comentar o assunto: “Depende de quanto tempo ficaremos no ar. Vamos durar até a sétima temporada? Talvez a décima? Os livros ficam cada vez mais grandiosos. Pode ser que precise de um filme para juntar tudo, algo com um orçamento em torno de 100 milhões de dólares. Esses dragões ficam cada vez mais complicados, entende?”. Disse ele ao The Hollywood Reporter.

MEC vai criar bolsa para estudar competências emocionais dos alunos

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Governo quer saber impactos de características emocionais na sala de aula.
Detalhes das bolsas serão definidos em edital da Capes em até 90 dias.

Vanessa Fajardo, no G1

Ministro Paim e Francisco Soares durante fórum em SP (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)

Ministro Paim e Francisco Soares durante fórum
em SP (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)

O Ministério da Educação em parceria com o Instituto Ayrton Senna vai criar bolsas de estudo de pós-graduação para cursos no Brasil e no exterior para formar pesquisadores e professores que estudem os impactos das competências socioemocionais, como otimismo, responsabilidade, determinação e curiosidade, no aprendizado dos alunos. O termo de cooperação foi assinado nesta segunda-feira (24) em São Paulo.

Os detalhes das bolsas, como o número que será disponibilizado, os valores, tempo de permanência e perfil de quem poderá ser beneficiado será definido em edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) que será publicado em até 90 dias.

Os impactos das competências socioemocionais ou não cognitivas é tema de um fórum internacional que ocorre nesta segunda e terça-feira (25), em São Paulo. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que também promove o fórum se comprometeu a liderar o debate que envolve 14 países.

Currículo oculto
A presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, define as competências socioemocionais como um currículo oculto que precisa ser descoberto e explorado. “Toda tarefa exige esforço. Nós temos um currículo oculto com um conjunto de habilidades como persistência, criatividade e disciplina. Nós não temos consciência que temos, mas elas são determinantes nos resultados na escola. O desafio é tornar esse currículo oculto consciente e desenvolvido deliberadamente para que a gente possa usufruir de todos os benefícios que ele traz para a vida de um ser humano. O desafio de trazer isso para a escola não é só do Brasil, e sim, de todos os países.”

De acordo com o termo de cooperação assinado por Viviane Senna e o ministro da Educação, José Henrique Paim, caberá à Capes a oferta e o gerenciamento das bolsas, e o instituto será responsável por fornecer subsídios técnicos para definir, por exemplo, o número de bolsas oferecidas.

Para que o aluno aprenda matemática é preciso algo a mais. Uso o exemplo da perseverança, para fazer algo bem feito é preciso tentar uma vez, duas vezes…”
Francisco Soares, presidente do Inep

O ministro da Educação, José Henrique Paim, afirmou que os estados e municípios que promoverem iniciativas que valorizem as competências socioemocionais dos alunos poderão recorrer a financiamentos do governo federal. “É um tema novo não é só no Brasil. Essa temática precisa ser estimulada em vários aspectos, seja na pesquisa, para formar massa crítica, seja no aspecto que envolve avaliação e implantação de políticas. Queremos também incentivar iniciativas que alguns estados têm, aquilo que o ministério achar condizente, vamos financiar.”

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, disse que as competências socioemocionais precisam ser estudadas porque fica claro que elas impactam o aprendizado dos alunos e vão além das condições socioeconômicas da família. “Para que o aluno aprenda matemática é preciso algo a mais. Uso o exemplo da perseverança, para fazer algo bem feito é preciso tentar uma vez, duas vezes… Na arte isto está muito claro, um pianista treina muito. Há fatores não cognitivos para explicar.”

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