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Uma Dobra no Tempo | Produção ganha incríveis pôsteres nacionais

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Publicado no Cinema com Rapadura

O novo filme da Disney, “Uma Dobra no Tempo“, ganhou incríveis novos pôsteres para a divulgação do longa no Brasil. As artes trazem os personagens vividos por Chris Pine (“Mulher-Maravilha“), Reese Witherspoon (da série “Big Little Lies”), Oprah Winfrey (“A Estrela de Belém“), Storm Reid (“12 Anos de Escravidão“), Mindy Kaling (“Sexo, Drogas e Jingle Bells“) e Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield“). Veja abaixo:

O filme é baseado no livro homônimo escrito por Madeleine L’Engle e publicado originalmente em 1963. Na história, Meg (Reid) parte em uma missão para além do tempo e do espaço, a fim de resgatar seu pai, o cientista Alex Murry (Pine), após seu misterioso desaparecimento. Na jornada, haverá o encontro com seres fantásticos e a descoberta de outros planetas, além do clássico confronto com entidades do mal.

O filme é dirigido por Ava DuVernay (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade“) e o roteiro é assinado por Jennifer Lee (“Frozen: Uma Aventura Congelante”).

“Uma Dobra no Tempo” estreia no Brasil no dia 29 de março.

Contos de Edgar Allan Poe são reeditados no Brasil

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Jane Fonda como Metzengerstein no episódio de Vadim da versão de contos de Allan Poe para o cinema

‘Histórias Extraordinárias’ provam que o autor permanece aterrorizante mesmo na era do cinema high-tech

Caio Sarack, no Estadão

Ouvimos o corvo de Edgar Allan Poe grasnar “Nunca mais!” e tão logo somos transportados para o quarto escuro em que a personagem contempla a ave agourenta sobre o busto de Minerva, o mesmo acontece com o ruído da extensa escada de madeira que estala quando outra personagem sobe seus degraus. Nos tempos dos filmes 3D e das superproduções audiovisuais, o extraordinário e o suspense acabam por se tornar uma espécie de coringa para franquias de terror ou de fantasia. A capacidade que nosso tempo tem de replicar os modos de fazer e produzir dos muitos formatos artísticos nos atordoa de tal maneira que, não raro, passam despercebidos os grandes artistas dos tempos idos. A reedição especial das Histórias Extraordinárias, pela Companhia das Letras, nos recoloca no cerne de uma discussão sobre público e obra, autor e leitor.

Entre o sucesso de público e o interesse acadêmico existe um estreito, mas profundo espaço da experiência artística: se as quase 900 páginas de experimentação formal do Ulisses de Joyce ainda não ocupam esse espaço, o nome de Edgar Allan Poe consegue produzir, mesmo que brevemente, uma unanimidade. Acessível e com histórias surpreendentes – descrições quase sempre insuficientes e redutoras, o autor americano consegue cativar tanto o interesse massificado de quem procura passatempos que rompam com o marasmo da vida cotidiana quanto deixa os rastros da composição muito rigorosa de um autor que compreende, de fato e de direito, os vínculos profundos entre forma e conteúdo, expressão e percepção.

Em seu Filosofia da Composição, Poe não só descreve o novo paradigma da produção literária do seu século 19 e dos que viriam depois, mas também busca entender o leitor que está se construindo histórica e socialmente neste período: a consolidação da reprodução em série de livros e a consequente acessibilidade de cada vez mais homens e mulheres foram produto da expansão do trabalho na cidade e da gestão social do calendário do novo leitor; as horas reduzidas que tinham seja para reflexão intelectual seja para fruição artística, agora ocupam o centro das atenções do autor. Como podem criar suspense, melancolia ou qualquer tipo de sensação, se o leitor abandona o livro e interrompe a circunstância da leitura e seu ambiente? É, por isso, necessário que as estrofes sejam reduzidas, que os versos levem em conta o vocabulário do leitor, que o autor reconheça nas palavras o seu peso social e sua expressividade quando lidas; ao fim e ao cabo, a sensação que o autor quer provocar é o elo inevitável que a literatura guarda entre quem escreve e quem lê, eis a interação constitutiva forma-conteúdo, expressão-percepção. Mas se como já dissemos, a vida social das palavras e das imagens interfere no fazer do artista, como é que Poe permanece interessante para o leitor que não busca nele seus expedientes de produção literária, mas o arrepio gelado que nos provocam o estresse de Roderick Usher e a aparição de lady Madeline em A Queda da Casa de Usher ou mesmo a materialização da Sombra na parábola contada por um autor póstumo? Como é que o conteúdo extraordinário, isto é, incomum dos contos de Poe ainda podem nos mover em meio aos filmes com seus efeitos especiais e salas high-tech?

Quem sabe, ao tatear a capa roxa e as letras douradas que esta reedição apresenta nos sintamos como diante de um livro de fábulas ou histórias folclóricas de muito tempo atrás; que esses grafismos na capa evoquem um caráter incomum e instaurem uma ambiência diferente daquela com que estamos habituados, e que os estímulos vários e muito intensos dos nossos formatos do século 21 não consigam reproduzir. A distância que enxergamos nas historietas de cigarra e formigas, raposas e uvas, ou nas poesias de séculos mais antigos parece se tornar o exíguo terreno entre a minha mão que folheia o livro e a história que acompanho com os olhos bem abertos. As experiências da literatura e da leitura que atualiza em seu tempo com sua composição de inversões e expectativas, Edgar Allan Poe mostram que o horror coabita a pasmaceira da rotina e o extraordinário espreita no mais comum dos dias. Para expressar o horror da morte ou a loucura dos solitários é preciso anunciar a vida comum a fim de que, como escreve Jorge Luis Borges sobre o nosso autor, o mundo que sonhou em seus contos perdure e o mundo real tenha a figura dispersa de um sonho comum.

*Caio Sarack é mestre em filosofia pela FFLCH-USP e professor do Instituto Sidarta

Experiência Harry Potter In Concert chega ao Brasil em Março

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Guilherme Cepeda, no Burn Book

Uma parceria entre a CineConcert e a Warner Bros. trarão ao Brasil a experiência Harry Potter In Concert. Trata-se da exibição do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal com trilha sonora tocada ao vivo pelo concerto. A turnê já conta com dez países no currículo e fará do Brasil a próxima parada.

Informações:

Data: 11 de Março de 2018, Domingo.
Local: Shopping Eldorado.
Cidade: São Paulo/SP.
Horário: 20h00.
Classificação: Livre.

Os ingressos já estão a venda que estão a partir de R$ 150,00 pelo site da Compre Ingresso

Star Wars | 7 segredos de Poe Dameron revelados nos livros e HQs

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Publicado no Boa Informação

Poe Dameron tornou-se um dos imprescindíveis personagens da nova trilogia de Star Wars e retorna em Os Últimos Jedi, que estreia essa semana no Brasil. Um dos favoritos dos fãs, o piloto interpretado por Oscar Isaac virou uma potência tão grande que ganhou diversas histórias derivadas em outras mídias além dos cinemas.

Dameron conta com uma HQ solo que se passa pouco antes de O Despertar da Força e, além disso, diversas publicações tanto da Marvel, quanto do Universo Expandido mostraram mais sobre o passado conturbado do piloto.

Confira os segredos revelados de Poe Dameron:

Seus pais lutaram ao lado da Resistência :

Em Shattered Empire é revelado que Shara Bey e Kes Dameron, pais do piloto, eram peças importantes da Aliança na luta contra o Império Galáctico. Ele teve pouco contato com os pais no começo de sua vida, uma vez que a mãe (Shara) era uma pilota de A-Wing Rebelde do Esquadrão Verde e seu pai era um soldado que lutou sob o comando de Han Solo em Endor. Por conta disso, ele passou boa parte da infância sendo criado pelo avô.

Infância em Yavin:

Após a vitória da Aliança Rebelde, os pais de Poe se aposentaram e o futuro piloto cresceu em Yavin 4, base da aliança rebelde no Episódio IV. No livro Antes do Despertar, lançado no Brasil pela Seguinte (Grupo Companhia das Letras), descobrimos que ele aprendeu a pilotar com sua mãe em uma antiga A-Wing RZ-1. Juntos, eles viajavam por selvas do planeta e ele chegou até a voar pelo espaço. Infelizmente, sua mãe nunca o viu se transformar em piloto uma vez que morreu quando ele além disso era um garoto.

Mãe heroína :

Antes do Despertar revela além disso que Poe tornou-se um piloto da Nova República justamente por conta do trabalho de seus pais. Sua mãe nunca havia falado sobre sua época como pilota e Poe só descobre sua importância quando é aceito na academia. Shara chegou a ser comandante, recebeu diversas medalhas de honra por seu valor em combate e pessoas que lutaram ao seu lado explicaram a Poe que ela salvou diversas vidas.

Evolução como Piloto e BB 8:

Não demorou para Poe ganhar a fama como um dos melhores pilotos da tropa. Habilidoso, ele logo virou comandante da Nova República, liderando um grupo de T-85 X-Wings. Foi nessa época que ele conheceu um pequeno droid que se tornaria seu grande companheiro, BB-8.

Poe contra a Primeira Ordem:

além disso em Antes do Despertar, Poe e seu esquadrão encontram uma nave sendo atacada por diversos caças Tie da Primeira Ordem. Ele consegue destruir todas, mas perde um de seus comandados. Após isso, ele tentou convencer seus superiores da ameaça iminente, mas foi ignorado, Eventualmente, ele conheceu a General Leia Organa, que se decepcionou com a República em Legado de Sangue e começou a formar a Resistência – leia mais.

Missão para encontra Luke Skywalker:

Nos quadrinhos, Poe rapidamente se torna um dos homens de confiança da General Leia e recebe diversas missões especiais que visam fortalecer a Resistência. As HQs começam com um arco onde ele precisa libertar Grakkus, o Hutt, de um planeta prisão. Essas edições já foram publicadas no Brasil pela Panini.

Como Poe escapou de Jakku :

Em O Despertar da Força, Poe e Finn escapam da Estrela da Morte de Kylo Ren e a dupla cai em Jakku. Na adaptação literária da produção, descobrimos que Poe fica na nave até ela bater e, como Finn não estava por perto, ele começa uma jornada para encontrar uma nave para voltar à Resistência. Ele encontra em sua jornada Blarina Naka Lit, que se impressiona com Poe e aceita levá-lo até uma cidade próxima onde ele escapa do planeta.

Brasil conquista quatro medalhas de ouro em olimpíada de astronomia e astronáutica no Chile

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Brasileiros na OLAA - da direita para esquerda - Henrique, Fernando, Miriam, Danilo e Bruno (Foto: Divulgação)

Brasileiros na OLAA – da direita para esquerda – Henrique, Fernando, Miriam, Danilo e Bruno (Foto: Divulgação)

Na 9ª edição do evento, delegação ficou em 1º lugar no quadro geral de medalhas.

Publicado no G1

O Brasil ficou em primeiro lugar na 9ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (IX OLAA), realizada entre 8 e 14 de outubro na cidade de Antofagasta, no Chile. A delegação obteve quatro de ouro e uma de prata. A OLAA reuniu 50 alunos do ensino médio de 10 países da América Latina: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai.

Foram medalhistas de ouro: Miriam Harumi Koga (Guarulhos, SP), Bruno Caixeta Piazza (Campinas, SP), Fernando Ribeiro de Senna (Jundiaí, SP) e Henrique Barbosa de Oliveira (Valinhos, SP). Já Danilo Bissoli Apendino (São Paulo, SP) conquistou a prata.

De acordo com os responsáveis pela delegação, o Brasil soma 26 medalhas de ouro, 15 de prata e quatro de bronze nas nove edições do evento.

A competição

As provas da olimpíada foram divididas em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. A prova teórica foi realizada em duas partes, individual e em grupo, mesclando as delegações. Os estudantes ainda participaram de uma competição de lançamento de foguetes em grupos multinacionais. A avaliação de reconhecimento do céu real foi individual e exigiu o manuseio de telescópio.

Segundo o Dr. João Batista Garcia Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a olimpíada científica promoveu o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas entre os professores que lideraram os grupos. “O objetivo principal não é a competição entre países. A OLAA é uma grande oportunidade de integração internacional entre as nações”, disse.

Segundo a OBA, a olimpíada latino-americana é a única modalidade internacional a realizar provas em que alunos de diferentes países são avaliados também em grupos multinacionais. Além disso, é a única olimpíada que obriga que os grupos sejam de ambos os gêneros.

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