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Livro de escritor Israelense é o mais vendido da semana no Brasil

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Foto: reprodução/internet

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O historiador israelense Yuval Noah Harari é o autor do best-seller internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade

Carol Santos, na Radio Jornal Pernambuco

Quem acompanha o programa Movimento sabe que agora nós temos duas doses literárias na semana. Todas as quintas, que não há transmissão esportiva, o jornalista Lívio Meireles traz os destaques do mundo literário e nas sexta você confere de perto os lançamentos em entrevistas com os escritores. E esta quinta-feira (17) o ponto forte dessa semana trazido por Lívio foi a presença do escritor israelense Yuval Noah Harari que conta com nada mais que dois livros na lista dos mais vendidos no país.

O grande destaque continua sendo o best-seller internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade, que tem a primeira publicação datada em 2014. Claro que Lívio trouxe muito mais, só que você precisa clicar no player abaixo para ficar por dentro de tudo, é só por o fone no ouvido e aproveitar.
Sapiens: Uma Breve História da Humanidade

A obra retrata a ‘História da Humanidade desde a evolução arcaica da espécie humana na idade da pedra, até o século XXI’. O livro é dividido em 4 partes: A Revolução Cognitiva; A Revolução Agrícola; A Unificação da Humanidade e A Revolução Científica.

Mercado de livros fecha 1º semestre de 2017 melhor que no ano passado e vê ‘volta’ de autoajuda e biografias

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Faturamento cresceu 6,59% e volume de vendas 5,47%. Ao G1, presidente de sindicato do setor diz ver resultado com ‘cautela’: ‘Reverte parcialmente as perdas’.

Cauê Muraro, no G1

Após um 2016 que esteve mais para história de terror do que para contos de fada, o mercado de livros do Brasil começa a dar sinais de recuperação.

O setor fechou o primeiro semestre de 2017 com dados positivos tanto em faturamento (alta de 6,59% com relação ao ano anterior) quanto em volume de vendas (alta de 5,47%).

Nos primeiros seis meses de 2017, foram R$ 931,6 milhões – contra R$ 873,9 milhões no ano passado. Já o número de exemplares vendidos cresceu de 20,9 milhões para 22 milhões.

Os números estão na edição mais recente do Painel das Vendas de Livros no Brasil, divulgado nesta quinta-feira (3).

O livro 'Batalha espiritual', do padre Reginaldo Manzotti, o mais vendido no primeiro semestre no Brasil, segundo o site PublishNews (Foto: Divulgação)

O livro ‘Batalha espiritual’, do padre Reginaldo Manzotti, o mais vendido no primeiro semestre no Brasil, segundo o site PublishNews (Foto: Divulgação)

Divulgado mês a mês e agora com o balanço do semestre, o estudo é feito pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e pela Nielsen. A pesquisa baseia-se no resultado da Nielsen BookScan Brasil, que verifica as vendas em livrarias, supermercados e bancas.

Vale registrar que 2016 foi considerado um ano bastante difícil para o setor. Além da crise econômica, faltou um fenômeno editorial.

‘Reverte parcialmente as perdas’

Mas como o mercado de livros vê o balanço deste primeiro semestre de 2017? “Com bons olhos e com cautela”, responde o presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira, em entrevista ao G1.

A avaliação é que o resultado “reverte parcialmente as perdas” do ano passado. “Acredito que a estabilidade da economia, a interrupção do aumento do desemprego e a queda da inflação, impactaram positivamente as vendas em geral”.

Pereira cita ainda que os primeiros três meses registraram a maior parcela do crescimento, atribuindo o aumento aos “resultados positivos no volta às aulas e promoções no Dia da Mulher”.

“Os números de 2017 também são relevantes por não estarem vinculados à nenhum fenômeno específico”, afirma ele, citando que “algumas promoções das principais redes de livrarias ‘puxaram’ as vendas para cima”.

Sem fenômeno como livros de colorir

Em 2015, houve o fenômeno dos livros de colorir. Em 2016, não houve fenômeno nenhum – os YouTubers até ajudaram, mas não deu para chamar de febre.

E em 2017: alguma tendência, pelo menos, no horizonte? Não exatamente. Mas dá para notar que livros de não ficção estão em alta (ou seja, nada de romance, contos ou poesia, por exemplo).

“Há uma volta ao livro de autoajuda e espiritualidade, em que autores como Mario Sergio Cortella, Augusto Cury, Prem Baba e o padre Reginaldo Manzoti se destacaram”, lista o presidente do Snel.

“Vale mencionar o crescimento das biografias, que após a decisão do Supremo Tribunal Federal passar a ocupar consistentemente as listas de mais vendidos.”

Em junho de 2015, os ministros do STF decidiram, por unanimidade, derrubar a necessidade de haver autorização prévia de uma pessoa biografada para publicação de obras sobre sua vida. A decisão liberou biografias não autorizadas pela pessoa retratada (ou por seus familiares) publicadas em livros ou veiculadas em filmes, novelas e séries.

O Painel das Vendas de Livros no Brasil informa que, no primeiro semestre de 2016, os livros de não ficção haviam vendido R$ 196,8 milhões. No mesmo período de 2017, vendeu R$ 220,8 milhões.

Simbolicamente, dá para lembrar que o best-seller do Brasil no ano passado foi o doce e romântico “Como eu era antes de você” (Intríseca), de Jojo Moyes, segundo o site PublishNews. Já em 2017, o campeão até aqui é “Batalha espiritual” (Petra), do Padre Reginaldo Manzotti.

Livro decodificado do “menino do Acre” chega às lojas nesta quinta-feira

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Publicado no Canal Tech

Em abril, o misterioso caso do desaparecimento do “menino do Acre” tomou conta do noticiário nacional, chegando com destaque às grandes mídias. A família de Bruno Borges encontrou em seu quarto vários manuscritos codificados escritos nas paredes, e, ao serem transcritos, totalizaram 14 livros. Agora, os parentes do rapaz estão lançando no Brasil o livro decodificado para todo mundo que quiser matar a curiosidade sobre o “causo”.

Custando R$ 24,90, TAC — Teoria da Absorção do Conhecimento foi publicado de maneira independente e estará disponível em livrarias físicas de todo o Brasil. Na internet, o e-book já havia sido lançado no dia 21.

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A obra em que o autor propõe práticas e mecanismos que podem levar o leitor a multiplicar seus conhecimentos tem 160 páginas. Segundo o site oficial do lançamento, “Bruno Borges revela, através de intensa pesquisa, uma metodologia capaz de potencializar a absorção e a criação de novos conhecimentos”.

Borges desapareceu misteriosamente e, até o momento, não foi encontrado pelas autoridades ou familiares. Além das escrituras para lá de estranhas, em seu quarto também havia desenhos igualmente enigmáticos e uma estátua gigantesca de Giordano Bruno, teólogo, filósofo, matemático e astrônomo condenado pela Igreja Católica por acreditar que a Terra era o centro do universo.

 

USP perde a majestade, e Unicamp é a melhor universidade da América Latina

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Ranking da Times Higher Education tem 5 universidades brasileiras entre as 10 melhores.

Ana Beatriz Rosa, no HuffpostBrasil

A Universidade de São Paulo (USP) perdeu o posto de melhor universidade da América Latina no último ranking da Times Higher Education, instituto que avalia anualmente as melhores universidades do mundo.

Agora, quem lidera a lista é a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

As outras brasileiras, a Universidade Federal de São Paulo, Universidade Federal do Rio de Janeiro e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) também aparecem entre as 10 primeiras colocadas.

Phil Baty, editor dos rankings, considerou positiva a competição entre a USP e a Unicamp pelo topo do ranking.

Ele classificou a Universidade de São Paulo como a mais “tradicional” das duas instituições, enquanto a Universidade Estadual de Campinas é a mais conhecida por ser “especializada em pesquisas médicas e científicas”.

O Brasil é o país mais presente na lista da América Latina. São 32 universidades que aparecem no ranking. Além do Brasil, Chile, Colômbia e México também estão entre os países com as 10 melhores universidades.

Outra pesquisa recente da Times Higher Education em parceria com o Centre for Global Higher Education da University College London identificou sete países que devem se tornar referências no ensino superior.

Este novo grupo é chamado de “TACTICS” e é composto por Argentina, Chile e Colômbia.

O Chile está logo atrás do Brasil, com 15 universidades entre as 50 melhores. O país apresenta 11 a mais do que no ranking ano passado.

A Colômbia, por sua vez, possui cinco universidades no ranking. Já Argentina entra na lista pela primeira vez neste ano, conquistando duas classificações na tabela.

Veja a lista das 10 melhores universidades da América Latina:

1ª Posição: Universidade Estadual de Campinas, Brasil.

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2º Posição: Universidade de São Paulo, Brasil.

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3ª Posição: Pontíficia Universidade Católica do Chile.

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4ª Posição: Universidade do Chile.

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5ª Posição: Universidade dos Andes, Colômbia.

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6ª Posição: Instituto de Tecnologia e Ensino Superior de Monterrey, México.

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7ª Posição: Universidade Federal de São Paulo, Brasil.

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8ª Posição: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.

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9ª Posição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil.

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10ª Posição: Universidade Nacional Autônoma do México.

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O brasileiro e a falta de gosto pela leitura: mito ou verdade?

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du Cesar/iG Literatura no metrô: Mauricio Lima, 32, farmacêutico, lê 'O Cavaleiro dos Sete Reinos', de George R. R. Martin: 'É uma história fantástica, que se passa na época medieval'

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Literatura no metrô: Mauricio Lima, 32, farmacêutico, lê ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, de George R. R. Martin: ‘É uma história fantástica, que se passa na época medieval’

 

Pesquisa recente aponta que a maior parte da população brasileira se considera leitora, no entanto, o tabu de que o Brasil não é um País leitor continua firme e forte. Por que isso acontece?

Publicado no 24 Horas News

Pensar que existem um milhão de outras atividades mais legais que ler um livro não é algo que acontece com poucas pessoas. Para Tatiana Cersosimo, o grande leque de coisas para fazer nos dias de hoje é o principal competidor na corrida do desinteresse pela leitura . Antigamente, para a estudante de comunicação, não eram tantas as opções para ocupar o tempo e por isso o ato de ler era realizado por mais pessoas, com mais frequência.

No Brasil , não é só Tatiana que pensa assim. Muitas das pessoas dessas terras tropicais reproduzem, reiteram e reafirmam aquela velha história de que o brasileiro não tem gosto pela leitura . Por ser do tipo de coisa que só se fala e não se comprova, é que o iG Gente resolveu olhar com um pouco mais de profundidade para essa questão e refletir: será que o brasileiro não se interessa mesmo por leitura?

De acordo com a 4ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro, leitor é aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. Entrando para o grupo que compõe o time dos que estão sempre com um livro ao alcance da mão, Gabriela Colicigno concluiu 73 leituras em 2016 e, agora em 2017 já está na sua 24ª. “Eu sempre gostei de ler. Aprendi a ler com quase 4 anos. Lia muito gibi e quando eu fiz 8 anos ganhei os primeiros livros do Harry Potter”, conta. “Descobri que tinha livros maiores e comecei a comprar tudo que eu achava”, completa.
O mito do brasileiro não leitor

Ainda segundo a 4ª e mais recente edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, de 2016, a estimativa de público leitor no Brasil levantada no ano de 2015 bateu os 104,7 milhões de cidadãos. Em porcentagem, isso representa 56% dos 188 milhões de respondentes da pesquisa, deixando sobrar outros 44% que se autodenominam não leitores. Como costuma-se ouvir por aí, dados não mentem e dessa vez não é diferente.

De acordo com esse levantamento de apenas dois anos atrás, essa história de que o brasileiro não gosta de ler é um mito, já que a principal motivação para leitura registrada pelo estudo foi o gosto pessoal. No entanto, ainda assim existe uma boa parcela da população que não sente o mínimo de entusiasmo quando o assunto é mergulhar nas páginas de um bom (ou ruim, nunca se sabe, né?) conteúdo.

Nesse sentido e em um bate-papo com a professora de língua portuguesa e linguista Roberta Roque Baradel, não foi difícil perceber que quando falamos na recusa às capas duras e páginas acumuladas, as justificativas vão bem além dos limites de mero desinteresse. De acordo com a professora, a afirmação de que o brasileiro não gosta de ler é uma parte que não pode falar pelo todo. “Eu acho que não é completamente verdadeiro. A questão é que ler é um hábito que a gente não cultiva desde cedo”, diz a docente.

Edu Cesar/iG Literatura no metrô: A professora de inglês Kim Lucas, 42 anos, lê 'Madame Bovary', de Gustave Flaubert: 'Mudei meu estilo de leitura no Brasil'

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Literatura no metrô: A professora de inglês Kim Lucas, 42 anos, lê ‘Madame Bovary’, de Gustave Flaubert: ‘Mudei meu estilo de leitura no Brasil’

 

Segundo Roberta, muitas vezes a indiferença com a leitura pode ser resultado da obrigatoriedade de ler livros específicos numa certa fase da vida escolar. “A escola às vezes pede coisas fora da contexto para ler. Isso é um pouco enfadonho, dá preguiça nos alunos porque é aparentemente chato”, explica. “A escola não ativa isso e, nem sempre, a família também. Além disso, o mercado editorial não é tão atrativo assim”, complementa.

Entrando em acordo com o raciocínio da professora Roberta, Tatiana Cersosimo, que se considera uma pessoa sem muita simpatia com livros , pontuou que a fase escolar teve um peso considerável para que esse afastamento com a prática de leitura acontecesse. “Tive problemas com leitura quando era mais nova na escola. Eu não lia, não gostava e sempre ia mal nas provas por problema de interpretação de perguntas”, conta a estudante.

De acordo com Tatiana, o problema não são os livros em si, e sim a falta de liberdade para poder escolher leituras de interesse pessoal além das que os colégios colocam como obrigatórias. “Eles sempre passam livros pra gente ler, mas acho que eles podiam deixar mais aberta nossa escolha de leitura”, completa.

Evitando perder a oportunidade de tornar o ato de ler algo natural e desmistificado, a professora Roberta contou como é que faz em sala de aula para icentivar a prática para os próprios alunos. “Nas aulas, quando são de literatura, eu fujo da ideia do clássico. Procuro não adotar o livro em si, mas uma versão adaptada pra que o interesse do aluno venha”, conta.

“No primeiro ano do ensino médio a gente tem que trabalhar lusíadas. Eu não vou fazer meu aluno ler o original e todas as páginas e versos. Já aconteceu de pais de alunos que não leem ou que não gostam de ler me dizerem ‘nossa, não sei o que aconteceu com esse livro, professora, no final de semana ele nem quis sair direito e terminou todinho’”, conta a linguista. “Ninguém vai querer ler o clássico de “Iracema” com 15 anos, vivendo uma situação completamente diferente. Por isso eu procuro trabalhar com adaptações que podem interessar o aluno e que permitem que a partir delas possam ser feitos jornais, debates, análises…”, complementa.
Agravantes do desinteresse

Olhando o raciocínio da professora e da estudante como dois limões para fazer uma limonada, a falta de uma visão simpática para a leitura, que deveria ter sido incentivada desde o início da vida intelectual, é o que afasta o brasileiro dos livros , mas não é por aí que os motivos para o desinteresse terminam.

Edu Cesar/iG Literatura no metrô: O estudante Paulo, 16 anos, lê 'Os Jovens Perguntam - Respostas Práticas': 'Fala do jovem, de quando ele vai evoluindo, crescendo'

Edu Cesar/iG
Literatura no metrô: O estudante Paulo, 16 anos, lê ‘Os Jovens Perguntam – Respostas Práticas’: ‘Fala do jovem, de quando ele vai evoluindo, crescendo’

De acordo com os brasileiros entrevistados na última edição da pesquisa do Instituto Pró-Livro, existem algumas condições desfavoráveis que não contribuem para a formação do interesse pela prática da leitura. Entre elas, estão a falta de tempo, a carência de bibliotecas em mais lugares do Brasil e um fator crucial: os limites do poder aquisitivo de cada cidadão e cidadã.

“Acho a questão do dinheiro relevante porque às vezes um livro custa muito mais do que você tem naquela semana. O dinheiro é um fator importante porque é uma relação direta”, explica Roberta. “Um exemplo que é bem comum de algo que costuma acontecer muito em escola pública é você adotar um livro e ter que pensar na acessibilidade dele. Se ele for muito caro, alguns alunos podem não ter acesso essa leitura”, diz. “Se as pessoas tem um poder aquisitivo maior, pode ser que elas entendam melhor o poder da leitura e adquiram o hábito de ir sempre à uma livraria escolher um livro pra ler”, conclui a docente.

Para a amante de leitura e youtuber Gabriela Colicigno, o gosto por livros e por expandir ainda mais o horizonte não só de conhecimento, mas também de entretenimento , é também uma questão de influência. “As pessoas influenciam você a ler. Algumas pessoas que não tem a influencia desde crianças têm uma certa trava. Alguma coisa vai agradar”, diz. Em relação a desmistificação da ideia de “chatice” que sempre acompanha a prática de ler na cabeça de muitas pessoas, Gabriela concorda com Tatiana e Roberta no sentido de que isso se resolveria na fase escolar. “Nas escolas, por sermos obrigados a ler livros específicos, ficamos com esse ranço da leitura. Precisamos ler autores importantes, mas isso precisa ser abordado de uma forma diferente. Quando vira uma obrigação, as pessoas pegam birra mesmo”, opina.

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