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Artista transforma episódios de ‘Stranger Things’ em livros de Stephen King; Confira!

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Thiago Muniz, no Cinepop

Se você também acha que ‘Stranger Things’ e Stephen King tem muito em comum, vai adorar o que o artista Butcher Billy criou.

Billy é designer e ilustrador brasileiro, conhecido por transformar diversas obras da cultura pop em materiais retrô. Dessa vez, decidiu transformar os episódios da 2ª temporada de ‘Stranger Things’ em capas de livros dos anos 80 inspiradas nas obras do Stephen King.

Confira as artes incríveis:

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E aí, o que acharam dessas artes fantásticas?

Biblioteca no Rio de Janeiro está entre as mais belas do mundo

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Publicado no Guia Viajar Melhor

O Real Gabinete Português de Literatura já serviu de locações para filmes, novelas e minisséries

Criado no século XIX, a instituição é uma verdadeira homenagem para a cultura portuguesa em solo brasileiro e teve início apenas 15 anos depois da Independência do Brasil, quando 43 imigrantes portugueses criaram um “gabinete de leitura” inspirado nos centros culturais do mesmo formato que se consolidavam cada vez mais na Europa. O objetivo era trazer um pouco da riqueza cultural portuguesa para os imigrantes que começavam a viver no Rio de Janeiro, na época capital do Império.

Foto: Rosino

Foto: Rosino

Hoje, para quem passa próximo ao metrô Uruguaiana no centro da capital fluminense nem imagina a história da tradicional instituição portuguesa. O imponente edifício que abriga a biblioteca tem arquitetura luxuosa e foi eleito pela revista “Time” como uma das mais belas bibliotecas do mundo. O Real Gabinete Português de Literatura, também reúne o maior acervo de obras lusitanas fora de Portugal e o edifício está localizado na parte histórica do centro carioca e funciona tanto como biblioteca, como centro de estudos e instituição cultural.

Foto: Roland Sorg

Foto: Roland Sorg

A criação do Real Gabinete Português de Literatura teve início em 1837 em seu primeiro prédio e posteriormente foi transferido para o seu atual endereço na Rua Luís de Camões, 30, onde está instalado desde 1872.

Foto: Frank Alvarado

Foto: Frank Alvarado

‘É uma ficção que tem muito a ver com a minha vida’, diz Milton Hatoum sobre novo livro

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O escritor Milton Hatoum: maior romancista brasileiro vivo - Divulgação

O escritor Milton Hatoum: maior romancista brasileiro vivo – Divulgação

Alexandre Gaioto, no Viva Maringá

Milton Hatoum não pode conceder entrevistas. O maior romancista brasileiro vivo, que já participou de dois eventos literários em Maringá – enfrentando intermináveis sessões de autógrafos e dialogando com o público – encaminha uma resposta gentil e cordial, avisando que a editora Companhia das Letras pediu que não comentasse, por enquanto, o seu próximo romance, “A Noite da Espera”, que já está em pré-venda na internet e será lançado no dia 27.

O silenciamento de Hatoum é absolutamente compreensível. Seu último romance, “Cinzas do Norte”, foi publicado em 2005 e faturou os prêmios literários mais importantes do País, como o Portugal Telecom e o APCA. Hatoum e editora sabem que têm em mãos não apenas um romance: eles têm, simplesmente, a obra mais esperada dos últimos anos da literatura brasileira.

Embora Hatoum não possa falar no momento – ele prometeu entrevista para depois do lançamento da obra -, é possível ter uma ideia, mais ou menos, do que será a primeira parte da trilogia “O Lugar Mais Sombrio”.

Processo criativo

Em abril de 2014, o romancista manaura considerava “O Lugar mais Sombrio” uma sequência de apenas dois romances – e não três -, de acordo com entrevista publicada no Correio Braziliense, concedida à jornalista maringaense Ariádiny Rinaldi.

Ao Estado de S. Paulo, três anos antes, Hatoum não parecia cogitar a ideia de uma trilogia. O autor comentava que “O Lugar mais Sombrio” seria o título do próximo romance e revelava ao jornalista Daniel Piza que não saberia se conseguiria cumprir o prazo da editora, finalizando a obra até julho de 2011. Ou seja: a proposta da trilogia – uma lacuna, é fato, na literatura nacional – não foi planejada desde o início da escrita, mas surgiu com o tempo.

Questionado em 2014 no Correio Braziliense sobre o que uniria os dois livros de “O Lugar mais Sombrio”, Hatoum respondeu: “A mulher do segundo volume conheceu dois dos personagens do primeiro livro quando esteve no Brasil. Então, nessa segunda parte do romance ela está relembrando e contando para um amigo uma história de amor que ele não conheceu. Uma relação amorosa, a qual ele não teve acesso, mas que foi dramática. É quase trágico para ela”.

Vida real

O romance – ou, agora, a trilogia – segundo o autor “é uma ficção que tem muito a ver com a minha vida”, comenta, adiantando que será seu primeiro romance escrito sob a perspectiva feminina e que terá momentos ambientados durante o regime militar.

“Eu tinha 12 anos quando saí da província, Manaus, para morar em Brasília, que estava fervendo naquele momento. Cheguei no Distrito em 1968, no ano do AI-5”, comentou ao Correio Braziliense.

Cerca de 4.080 noites depois do lançamento de “Cinzas do Norte”, Hatoum está prestes a matar a curiosidade de seus leitores. As esperas nunca foram tão angustiantes nem tão líricas.

NA TELINHA
Romance mais lido de Hatoum, “Dois Irmãos” é o segundo de sua trajetória e foi contemplado com o Prêmio Jabuti. Na Globo, minissérie foi dirigida por Luiz Fernando Carvalho.

NOVELA
Em uma prosa mais enxuta, autor aborda a história da decadência de uma família em “Órfãos do Eldorado”. Virou filme em 2015, nas mãos de Guilherme Coelho.

ÉPICO
Ambientado em Manaus, “Cinzas do Norte” faturou os prêmios Bravo!, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Portugal Telecom.

ESTREIA AVASSALADORA
Em seu primeiro romance, “Relato de um Certo Oriente”, Hatoum faturou o Prêmio Jabuti de Melhor Romance e já foi publicado em vários países da Europa.

Livraria Cultura anuncia compra da Fnac no Brasil

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O valor do negócio não foi revelado

Publicado na Veja

A Livraria Cultura anunciou nesta quarta-feira a compra da operação da Fnac Brasil. O valor da transação não foi revelado. O negócio foi fechado cinco meses depois de a rede francesa comunicar a intenção de se retirar do Brasil, onde possui doze lojas em sete estados.

Fontes ligadas à Fnac dizem que a aquisição envolve a marca Fnac no Brasil.

“A união entre os dois grupos criará valores e sinergias, compartilhando culturas similares e o comprometimento com a promoção da cultura no Brasil e permitirá que a Livraria Cultura diversifique seus negócios adicionando novas linhas dos produtos e serviços”, informa o presidente do conselho de administração da Livraria Cultura, Pedro Herz.

A Cultura, que atua há setenta anos no mercado brasileiro, possui dezoito lojas. Segundo a empresa, a transação deverá ser concluída nas próximas semanas.

Atuação no Brasil

A Fnac está presente no Brasil desde 1998, quando comprou as operações do varejo da editora Ática, e iniciou suas operações no ano seguinte.O grupo nacional se retirava da venda direta de livros ao consumidor cerca de um ano após ter inaugurado uma loja com fachada de vidro e metal em São Paulo. O prédio, que se destacava em relação às demais livrarias da capital paulista, é atualmente uma unidade da Fnac.

Fazia alguns anos que a empresa vinha enfrentando dificuldades no país, com menos de 2% do volume de vendas globais. O faturamento em 2016 foi de 380 milhões de reais no país.

A filial brasileira continuava estruturalmente deficitária dentro de um mercado instável e competitivo. As dificuldades do grupo se agravaram desde que o Brasil entrou em recessão, o que afetou especialmente a aquisição de bens de consumo não alimentares pela população. A entrada no Brasil foi a primeira incursão da Fnac na América Latina.

(Com AFP e Reuters)

11 curiosidades sobre Machado de Assis

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Giuliana Viggiano, na Galileu

Machado de Assis (1839-1908) entrou para a história da língua portuguesa— e também para a história pessoal de muitos de seus leitores —, mas fez muito mais que isso. Na lista abaixo, a GALILEU conta histórias menos conhecidas e nada banais da sua vida pessoal e profissional.

1. O avô de Machado de Assis foi escravo em uma chácara no morro do Livramento, no Rio de Janeiro, onde o escritor nasceu e foi batizado pela dona da casa, Maria José de Mendonça Barroso. Aliás, foi lá que ele aprendeu a ler.

2. Machado foi responsável por uma das primeiras traduções do conto O Corvo, de Edgar Allan Poe. O autor brasileiro falava francês — alguns acreditam que ele aprendeu a língua com um padeiro — e também traduziu Os Trabalhadores do Mar, de Victor Hugo.

3. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e ocupou a cadeira 23 — na época, a primeira cadeira foi designada a José de Alencar. Machado foi o primeiro presidente da instituição.

4. Foi apelidado pelos vizinhos de “Bruxo do Cosme Velho”, pois teria queimado cartas em um caldeirão em sua casa que ficava na Rua Cosme Velho. O apelido, entretanto, só pegou quando o poeta Carlos Drummond de Andrade fez o poema A um bruxo, com amor, que reverencia o escritor.

5. Em seu livro Anjo Rafael, Machado de Assis previu a existência da doença folie à deux antes de ela ser descrita. Isso porque na obra é contada a história de uma filha que é “contagiada” pela loucura do pai, enlouquecendo também. Anos depois da publicação, o mal foi descoberto por pesquisadores. Como se não bastasse, o brasileiro também descobriu a cura para a doença: afastar a pessoa saudável de quem tem o problema mental.

6. O autor era enxadrista e participou do primeiro campeonato brasileiro do esporte mental, ficando em terceiro lugar. As peças que utilizou estão expostas até hoje na Academia Brasileira de Letras.

7. Ele foi casado por 35 anos com Carolina Machado, que era quatro anos mais velha, mas não tiveram filhos. Alguns especialistas dizem que Carolina era muito inteligente e ajudava na revisão dos textos. Com a morte da mulher, Machado entrou em profunda depressão e escreveu para o amigo Joaquim Nabuco: “Foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo”.

8. No prefácio da segunda edição de sua obra Poesias Completas, publicada em 1902, a palavra “cegara” foi substituída, na expressão “lhe cegara o juízo”, por um inusitado “cagara”. Calma, a história é ainda pior. Entenda aqui por que a gafe foi ainda maior. Diz a lenda que o próprio Machado teria participado de um mutirão para corrigir os exemplares antes de chegarem ao público. O que se sabe é que alguns escaparam e saíram com o erro.

9. Machado escreveu nove textos teatrais e foi crítico desta forma de arte desde os 21 anos. Também trabalhou como jornalista e, no início da juventude, vendeu doces feitos pela madrasta e engraxou sapatos. Alguns especialistas acreditam que ele chegou a ser coroinha em uma igreja, mas não há confirmações.

10. Em 1888, foi condecorado pelo então imperador Dom Pedro 2º com a Ordem da Rosa e, meses depois, foi indicado para fazer parte da Secretaria da Agricultura. Anos depois, chegou a ocupar o cargo de diretor-geral da viação da Secretaria da Indústria, Viação e Obras Públicas.

11. Era epilético e apresentava sinais de gagueira, o que contribuiu para formação de sua personalidade insegura e reclusa. Além disso, Machado de Assis, por ser mulato, enfrentou muito preconceito para conseguir reconhecimento.

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