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Embalagens para conservação

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Publicado por Biblioteca da Eca

Promovido pela Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e ministrado por Fernanda Brito, o curso mostrou, na prática, técnicas para confecionar alguns modelos de caixas e envelopes para conservação, com o objetivo de capacitar o profissional da área a criar suas próprias soluções de acondicionamente.

Segundo Elizabete, a prática e o conhecimento de técnicas de encadernação artesanal que Rosa e ela já adquiriram em cursos anteriores e no exercício de suas atividades na Biblioteca foi fundamental para o seu bom desempenho no momento da execução dos modelos.

As técnicas aprendidas já estão sendo compartilhadas com os demais funcionários da Biblioteca que trabalham com preservação de documentos.

Rosa e Elizabete confeccionaram, entre outras embalagens, as seguintes caixas:

Caixa Solander

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Confeccionada com papelão rígido próprio para encadernação, com revestimento interno em Tyvec e externo em Museum Barrier Paper, é uma caixa bastante resistente, própria para acondicionar manuscritos e coleções especiais. Foi criada pelo botânico sueco Daniel Carlsson Solander.

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Caixa em cruz com abas

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Usada para guarda de livros, suas abas laterais evitam a entrada de poeira e luz. Feita com papel alcalino Archival Board, livre de ácidos e lignina, sem fibras recicladas nem branqueadores.

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O curso foi pago com recursos da ProQual – Comissão do Programa Permanente de Qualidade de Produtividade da ECA USP, iniciativa de grande importância para a formação do corpo funcional da Universidade.

Mãe que fez o 1º Enem, há 15 anos, apoia filho que fará o exame em 2013

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‘Era tudo novo e difícil’, diz Divina Aguiar, que fez a primeira prova em 1998.
Exame começou com 150 mil inscritos; em 2013, pode chegar a 6 milhões.

Vanessa Fajardo, no G1

Divina Aguiar com seu filho Renato que fará Enem 15 anos depois dela (Foto: Divulgação/Farias Brito)

Divina Aguiar com seu filho Renato que fará Enem
15 anos depois dela (Foto: Divulgação/Farias Brito)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) faz 15 anos e sua evolução pode ser contada por meio da história de vida de uma analista de sistema e seu filho que moram em Fortaleza (CE). Divina Maria Penha de Aguiar, de 36 anos, fez a primeira edição do Enem, em 1998, quando o exame foi criado para avaliar o aprendizado dos alunos do ensino médio e ela nem sabia muito bem qual era a proposta. Na época, o filho dela, Renato Lopes de Aguiar, era um bebê de dois anos, e o Enem “engatinhava” com pouco mais de 150 mil inscritos. Agora, 15 anos depois, tanto Renato quanto o Enem cresceram muito.

O rapaz de 17 anos vai fazer pela primeira vez a prova do Ministério da Educação para conseguir uma vaga no curso de engenharia civil de uma universidade federal. De preferência, no Ceará. Ele já se inscreveu para a prova que poderá ter mais de 6 milhões de candidatos. As inscrições para o Enem podem ser feitas até às 23h59 desta segunda-feira (27). As provas serão dias 26 e 27 de outubro.

Em 15 anos, o Enem mudou muito. Da primeira versão de 1998, quase nada se manteve. A prova tinha 63 questões e uma redação e era aplicada em um só dia. Na estreia, 115,6 mil pessoas fizeram a prova, depois de uma abstenção de 23% do total de inscritos. O Enem foi criado com a proposta de mensurar o aprendizado dos estudantes ao final do ensino médio, que já dava sinais de fracasso.

“A gente não tinha conhecimento do que era o Enem, não sabíamos como era a prova, era tudo novo e foi muito difícil. As questões eram extensas, o tempo curto e não tinha prova naquele estilo”, afirma Divina.

A versão conhecida hoje, com o formato de quatro provas com 45 questões cada, aplicada em dois dias, chegou em 2009. Hoje 101 universidades e institutos federais utilizam o exame de alguma forma no processo de seleção. Muitos substituíram o vestibular pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

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“Estudo de manhã e fico à tarde na escola para estudar por conta própria com amigos. Quero uma vaga em engenharia civil na Universidade Federal do Ceará. A nota de corte é alta, quero muito passar e estudo para isso”, diz Renato, que estuda no Colégio Farias Brito, em Fortaleza. O estudante fez o Enem no ano passado, como treineiro, para conhecer o estilo da prova. “Acho uma boa proposta, é uma forma mais justa e ampla de testar conhecimento.”

A mãe de Renato, Divina diz que apesar das dificuldades, foi bem no Enem, tirou uma boa nota, mas não pode aproveitá-lo para entrar na faculdade. Na ocasião, aos 18 anos, seu filho já tinha 2 anos, e como ela não conseguiu passar no vestibular – queria estudar direito – desistiu dos estudos para cuidar do filho. Foram dez anos assim, longe da escola.

“Voltei porque tinha o sonho de me formar. Em 2005 prestei vestibular em uma universidade particular e fui fazer ciência da computação. Eu trabalhava 8h como supervisora de telemarketing, estudava à noite, e tinha meu filho, minha casa para cuidar, por isso só fiz três disciplinas por semestre [no tempo regular, seriam cinco] e demorei mais tempo para me formar”, afirma.

A formatura foi em 2011, e em fevereiro deste ano, Divina já emendou um curso de MBA na área de gerenciamento de projetos paralelamente as aulas de inglês. O objetivo é conseguir ocupar melhores posições na empresa em que trabalha. Em casa, Divina não precisa explicar a importância da educação ao filho.

“Renato estuda sozinho à tarde na escola, eu nem me preocupo. Ele namora, joga viodegame, não deixa de fazer nada, mas sabe se organizar e planejar.” Ela incentivou Renato a fazer o Enem no ano passado, como treineiro quando estava no segundo ano do ensino médio. “Ele sempre esteve entre os melhores alunos, sempre foi bom em redação, é bom de lógica, pega rápido, mas era importante conhecer a prova, eu tive muita dificuldade por não conhecer o exame.”

Divina afirma que nem de longe imaginou que o desconhecido Enem de 1998 pudesse virar este exame tão importante. “Foi uma surpresa, não imaginava que iria tomar essa proporção. É uma excelente ideia, se o Enem já existisse nesse formato, poderia ter entrado na faculdade.”

Se antes, a gravidez na adolescência a preocupou e mudou os planos de sua vida, hoje, Divina agradece ter sido mãe muito jovem. “É um orgulho, malhamos na mesma academia, conversamos muito, trocamos dica de estudo. Agradeço ele ter vindo antes da hora, somos amigos. Ninguém acredita que ele é meu filho.”

Novo Enem para medicina

Mãe e filha também fizeram o mesmo exame, porém, completamente diferentes em Maricá, no interior do Rio de Janeiro. Glória Ludimila Salles da Silva, de 53 anos, prestou a prova em 2003, e sua filha Ludimila, de 21 anos, fará neste ano o exame pela quarta vez.

Ludimila (a filha) sempre estudou em escola pública e em 2011, depois de muito estudo e dedicação, conseguiu pelo Enem uma vaga no curso de enfermagem da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Deixou a casa da família e foi morar perto da universidade. Já se foi um ano de curso e ela resolveu mudar os planos, vai fazer o Enem novamente para estudar medicina.

Ludimila Silva Salles de Sá, de 21 anos,e a mãe Glória, de 56 anos, que fez a prova em 2003 (Foto: Arquivo pessoal)

Ludimila Silva Salles de Sá, de 21 anos,e a mãe
Glória, de 56 anos, que fez a prova em 2003
(Foto: Arquivo pessoal)

“O curso de enfermagem é muito bom, os professores são excelentes, ganhei muita experiência. Mas eu ainda estou sentido falta de estar em outro curso”, diz Ludimila. Para conseguir atingir a meta, se matriculou em um cursinho preparatório e trancou algumas disciplinas para poder se dedicar às aulas do Curso Progressão Autêntico, na Ilha do Governador. “Estou estudando muito para o Enem, quero realmente cursar medicina. Pretendo me especializar em neurocirugia, nas aulas de anatomia vi que tinha aptidão para isso.”

O Enem foi um progresso para o país, mas é necessário encontrar um meio de não haver problemas, como com a correção das redações que foi uma catástrofe no ano passado”
Ludimila Salles, de 21 anos, que fará o exame pela quarta vez

Ludimila cogita a possibilidade de deixar o Rio de Janeiro e aproveitar a mobilidade oferecida pelo Sisu. A estudante aprova o modelo do Enem, mas com ressalvas. “Queria que ele fosse mais conteudista e acho que o tempo de prova é insuficiente. É cansativo, são questões longas. Também é preciso melhorar a correção da redação, que neste ano vai mudar. Mas é através do Enem que estou na UFRJ, reconheço que as vantagens.”
Glória, a mãe de Ludimila, fez o Enem em 2003 com objetivo de melhorar a pontuação e conseguir passar no vestibular para o curso de pedagogia. Ela lembra que foi bem na prova, mas não conseguiu se matricular em nenhuma universidade, porque teve um problema de saúde e ficou hospitalizada por bastante tempo.

Hoje, com a saúde restabelecida, ela pensa em fazer o Enem novamente, incentivada pela filha. “Tenho vontade de fazer faculdade de pedagogia, acho muito interessante repassar a sabedoria. Já fui professora, adorei lecionar.” Para ela, o Enem significa oportunidade para muitos alunos. “Foi um progresso para o país, mas é necessário encontrar um meio de não haver problemas, como com a correção das redações que foi uma catástrofe no ano passado. Não pode haver esses erros. A ideia em si foi muito bem formada, mas a parte educacional ainda está se desenvolvendo aos poucos.”

Arthur, de 17 anos, e a mãe, Cristiane Saito: ele vai fazer o Enem em outubro, ela fez o exame em 2004 (Foto: Arquivo pessoal/Cristiane Saito)

Arthur, de 17 anos, e a mãe, Cristiane Saito: ele vai
fazer o Enem em outubro, ela fez o exame em 2004
(Foto: Arquivo pessoal/Cristiane Saito)

Filho treineiro

Primeiro a mãe, depois o filho. A história se repete em Socorro, no interior de São Paulo. A administradora Cristiane Gomes Saito, de 46 anos, fez o Enem em 2004, seu filho Arthur, de 16, fará a prova neste ano como treineiro.

Cristiane ficou 11 anos sem estudar, morou quatro anos no Japão para trabalhar e voltou em 1996, pois estava grávida, e queria ter o filho no Brasil. Anos depois, de volta à terra natal também retomou os estudou.

Concluiu o ensino médio e no mesmo ano chegou a passar na primeira fase da Fuvest, no curso de oceanografia, mas segundo ela, o “lado mãe” falou mais alto, e não se dedicou o suficiente para conquistar a vaga. Quando viu que não tinha sido aprovada na segunda etapa, sentiu até um certo “alívio”, nas palavras dela, já que o filho, na época, com 6 anos, e precisava da sua atenção. Se tivesse sido classificada, teria de mudar de cidade, pois o campus da USP que oferece oceanografia fica em São Paulo.

Em 2004, foi fazer cursinho pré-vestibular no Colégio Objetivo de Socorro e prestou o Enem. “Era uma prova longa, até dava dor no pescoço. Mas lembro que já era diferente em relação aos vestibulares. Para testar o conhecimento foi maravilhoso, mas não foi pelo Enem que entrei na faculdade”, diz. Cristiane optou por um curso semi-presencial de administração e utiliza os conhecimentos para tocar seu próprio negócio, uma padaria. Agora pretende fazer uma pós-graduação na área do mercado financeiro.

Era uma prova longa, até dava dor no pescoço. Mas lembro que já era diferente em relação aos vestibulares. Para testar o conhecimento foi maravilhoso, mas não foi pelo Enem que entrei na faculdade”
Cristiane Gomes, de 46 anos, administradora; fez o Enem em 2004

“Acho que o Enem é uma forma bacana de democratizar o ingresso na universidade, mas tem de cobrar conhecimento geral completo para que a pessoa tenha condições de ocupar a vaga na universidade.”
Para Arthur, filho de Cristiane, o Enem 2013 vai servir como treino. Ele ainda tem dúvidas se quer ingressar na faculdade de engenharia da computação ou seguir a carreira militar, assim como dois de seus tios. “Quero ver como é o Enem para ficar mais esperto, já fiz alguns simulados, mas é diferente fazer a prova de verdade.”

Erros e falhas

Nem só boas notícias fazem parte da história de 15 anos do Enem. No primeiro ano, em 2009, na estreia do novo formato, provas do Enem foram furtadas de uma gráfica em São Paulo, e o exame teve de ser remarcado às vésperas. Em 2010, houve falha na impressão dos cadernos amarelos com questões repetidas e algumas ausentes e na folhas de resposta, os cabeçalhos estavam trocados. Em 2011, vazaram perguntas do pré-teste aplicado em um colégio de Fortaleza.

Na edição do ano passado, a principal polêmica girou em torno da correção das redações. Estudaram ‘testaram’ os corretores colocando a receita de um macarrão instantâneo e do hino de um time de futebol no meio do texto. Mesmo assim as redações não tiraram nota zero. Neste ano, o MEC anunciou novas regras para a correção.

Como a gente se sente #1

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Márcia Lira, no – 1 na estante

Como uma boa fã de gifs animados e do genial tumblr Como eu me sinto quando, decidi abrir uma seção no blog pra gente fazer um post semanal inspirado nessa vibe. Digo a gente, porque realmente só vai dar certo se vocês gostarem e me ajudarem. É só lembrar das situações que vivemos envolvendo livros e encontrar gifs animados que as retratem com bom humor.

Sexta-feira, convoquei os fãs do Facebook do blog e contei com a participação de Paula Alvarez, Maria Eduarda e Luciana Brito. Foi beeeem divertido. Obrigada, meninas! Vejam o resultado.

Quando o personagem principal do livro morre:

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Quando dou de cara com o dono daquele livro que eu não devolvi há 5 anos:

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Quando descubro que o livro que quero entrou numa super promoção:

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Quando sem querer estrago a capa de um livro que peguei emprestado:

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O que dá vontade de fazer com quem devolve livro estragado:

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Quando o livro não acaba como eu imaginei que acabaria:

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Quando o carteiro entrega aquele livro tão esperado:

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Vejo um filme e percebo que mudaram quase tudo do que está no livro:

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Grandes editoras do país apostam em revelações da cena literária de Minas Gerais

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Autores comemoram a chance de escrever para o Brasil

Carlos de Brito e Mello, Mário Alex Rosa e Ana Martins Marques: de olho na vitrine nacional  (cristina Horta/EM/D.A Press)

Carlos de Brito e Mello, Mário Alex Rosa e Ana Martins Marques: de olho na vitrine nacional

Carlos Herculano Lopes, no Uai

Ter o livro publicado por uma grande editora garante ao escritor duas certezas: o trabalho será bem distribuído, sobretudo num país de dimensões continentais como o Brasil, e atrairá o olhar mais generoso da mídia. Atualmente, três autores de BH comemoram a chance de ultrapassar as fronteiras de Minas Gerais: Carlos de Brito e Mello, Ana Martins Marques e Mário Alex Rosa. Os dois primeiros passaram a integrar o elenco da Editora Companhia das Letras. O “passe” de Rosa agora é da Cosac Naify.

Mineiro de São João del-Rei e há alguns anos morando na capital, Mário Alex lançou, no ano passado, o volume de poemas ‘Ouro Preto’ pela belo-horizontina Scriptum. “Minas tem editoras representativas e que estão crescendo muito, como a UFMG, a Autêntica e a própria Scriptum. Mas é muito bom publicar por uma empresa mais conhecida, sobretudo no caso de autores ainda pouco divulgados”, diz o poeta. Seu novo livro, ‘Via férrea’, acaba de ser lançado pela paulista Cosac Naify.

As estreias de Carlos de Brito e Mello e de Ana Martins Marques também se deram pela Scriptum. Em 2009, ela lançou ‘Vida submarina’, com poemas vencedores do Prêmio de Literatura Cidade de Belo Horizonte e saudado por nomes como Fabrício Carpinejar e Armando Freitas Filho. Ana revela que não sabe como foi parar na paulista Companhia das Letras, que publicou seu ‘Da arte das armadilhas’ no ano passado.

“De algum modo, ‘Vida submarina’ chegou às mãos do crítico paulista Davi Arrigucci Jr., que teria recomendado meu trabalho à editora. Em 2010, eles me convidaram para participar de uma coleção de poesia contemporânea e, no ano seguinte, saiu ‘Da arte das armadilhas’”, relembra Ana.

Embora reconheça que atualmente está mais fácil publicar, a escritora pondera que a distribuição continua sendo a “pedra no sapato” da maioria dos autores. “O livro chega mais facilmente às prateleiras, a imprensa tende a prestar mais atenção em nomes lançados por editoras maiores”, diz.

A experiência na Companhia das Letras vem sendo muito boa, afirma ela, contando que as editoras Marta Garcia e Heloisa Jahn, que hoje trabalham na Cosac Naify, foram importantes no processo de seleção de textos. A dupla a ajudou a chegar à forma final de ‘Da arte das armadilhas’. “Meu livro recebeu alguma atenção na imprensa. Ele jamais será best-seller, mas tem circulado razoavelmente entre as pessoas que se interessam por poesia”, comemora.

O belo-horizontino Carlos de Brito e Mello é saudado pela crítica como um dos nomes mais importantes da ficção surgidos ultimamente no estado. Seu primeiro livro, o volume de contos ‘O cadáver ri dos seus despojos’, foi lançado em 2007. Com o romance ‘A passagem tensa dos corpos’ – com o qual venceu o Prêmio Jovem Escritor, concedido pelo governo de Minas Gerais –, ele chegou à Companhia das Letras dois anos depois. Além de receber resenhas elogiosas nos jornais, o livro ficou entre os finalistas de prêmios respeitados como o São Paulo de Literatura, o Portugal Telecom e o Jabuti.

Este ano, a Companhia das Letras vai lançar o segundo romance de Carlos. Sob o título provisório de ‘A cidade, o inquisitor e os ordinários’, ele não traz a morte de forma tão marcante como ocorreu em ‘A passagem tensa dos corpos’. “Essa será sempre uma questão e voltará a aparecer em obras futuras. Em meu novo romance, a morte serve apenas como referência específica, mas não como acontecimento ou experiência”, antecipa Carlos. A “indesejada das gentes”cedeu lugar à discussão moral promovida pelo inquisitor, encarregado de investigar e julgar os modos de vida ordinários dos moradores de uma cidade.

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