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Burger King usa “It: A Coisa” para fazer piada com McDonald’s

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“Nunca confie em um palhaço”, diz campanha do Burger King em alusão ao Ronald McDonald’s

Publicado no Administradores

“It – A Coisa” foi sucesso de público, crítica e repercussão nas redes sociais. O filme, porém, também está se destacando pelas campanhas de marketing que envolvem a temática do longa: palhaços e terror.

Agora, até os créditos do remake de Stephen King estão sendo utilizados para fins publicitários. O Burger King desenvolveu uma campanha especial para os créditos que rolam ao final o filme e, claro, alfinetou o seu principal concorrente, o McDonald’s.

Segundo o B9, diversas salas de cinema da Alemanha mostraram uma mensagem especial ao final do filme: “Never Trust a Clown” ou “nunca confie em um palhaço”, fazendo alusão clara ao palhaço Ronald, símbolo do McDonald’s. A criação criativa foi da agência Grabarz & Partner. Até o momento, o McDonald’s não se pronunciou sobre a campanha.

Campanha que arrecada livros para escolas atingidas por chuvas em PE é prorrogada

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Livros serão entregues a partir de outubro, segundo o governo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Livros serão entregues a partir de outubro, segundo o governo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Interessados em participqr da iniciativa ‘Livro Solidário’ têm até sexta-feira (15) para entregar publicação nos postos montados pelo governo.

Publicado no G1

campanha que arrecada livros para as escolas de Pernambuco atingidas pelas chuvas e enchentes de maio deste ano foi prorrogada. Os interessados em participar da iniciativa ‘Livro Solidário’ têm até a sexta-feira (15) para entregar uma publicação nos postos montados pelo governo do estado. O prazo inicial era 4 de agosto.

De acordo com a Secretaria de Educação de Pernambuco, 223 escolas foram atingidas pelas chuvas. Desse total, 183 unidades são da rede municipal e 40, da rede estadual. Todas, segundo o estado, voltaram a funcionar.

Conforme o último balanço, feito esta semana, a campanha já acumula mais de 30 mil livros arrecadados. A expectativa do governo é dar início ao processo de distribuição dos volumes em outubro.

Postos

Os interessados em doar livros podem procurar os postos de arrecadação nas Gerências Regionais de Educação (GREs), além da Biblioteca Pública do Estado, Academia Pernambucana de Letras, o Núcleo de Atenção ao Servidor (NAS), na SEE, e em diversas escolas da Rede Estadual, sempre no horário das 8h às 17h. Para informações sobre os pontos de arrecadação, o contato pode ser feito pelo telefone da Biblioteca Pública de PE: (81) 3181.2642.

A campanha conta com a parceria da Academia Pernambucana de Letras (APL); Prefeitura do Recife; Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE); e Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). As enchentes prejudicaram 27 cidades, que foram incluídas em decreto de situação de emergência.

Vejas as cidades atingidas pela chuva

Água Preta
Amaraji
Barra de Guabiraba
Barreiros
Belém de Maria
Catende
Cortês
Gameleira
Jaqueira
Maraial
Palmares
Ribeirão
Rio Formoso
São Benedito do Sul
Caruaru
Ipojuca
Joaquim Nabuco
Jurema
Lagoa dos Gatos
Quipapá
Primavera
Sirinhaém
Tamandaré
Xexéu
Bonito
Escada
São José da Coroa Grande

Campanha estimula leitores a “esquecerem” livros em locais públicos

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Amanhã, 25, é dia de presentear desconhecidos com livros. A campanha “Esqueça um livro e espalhe conhecimento” convida leitores brasileiros a deixar obras em lugares públicos das cidades

Publicado em O Povo

Uma campanha nacional convida leitores a “esquecerem” livros em lugares públicos nesta terça-feira, 25. A iniciativa – que está sendo divulgada através do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp -pretende incentivar a leitura e o compartilhamento de conhecimento. A sistemática é simples: escolha uma obra, faça um bilhete explicando a campanha e o presente e deixe em um local de fácil acesso. Vale praça, parque, ponto de ônibus, táxi e restaurante.

O Vida&Arte, a Editora Dummar e o blog Leituras da Bel entraram na campanha e escolheram dez livros para deixar em lugares públicos. A reportagem vai sair, durante a manhã, para colocar as obras a disposição de seus novos donos. O roteiro, que só será revelado aos leitores amanhã, inclui quatro bairros diferentes. Vamos liberar pistas sobre os locais escolhidos nas nossas redes sociais.

Carolina Esmeraldo vai participar da campanha e promete "esquecer" pelo menos três livros em locais públicos na Aldeota AURÉLIO ALVES/ESPECIAL PARA O POVO

Carolina Esmeraldo vai participar da campanha e promete “esquecer” pelo menos três livros em locais públicos na Aldeota AURÉLIO ALVES/ESPECIAL PARA O POVO

“Esse tipo de campanha é sempre muito bem-vinda! Imagina você ser escolhida por um livro? Acho que a relação entre leitor e livro fica muito mais mágica! Com certeza ajuda na formação de leitores. Eu fico imaginando que a história vai conversar com a pessoa e a levar para lugares maravilhosos. Os livros sempre nos ajudam a crescer. Receber um livro sem ter propriamente escolhido… Chega dá um frio na barriga pensar na possibilidade! É uma coisa tão simples também, né? Mas bem poderosa”, acredita Carolina Esmeraldo, que “esquecerá” pelo menos três livros nesta terça-feira.

Carolina e sua irmã, Clarissa Esmeraldo, mantém um perfil na rede social instagram sobre leituras, indicações de autores, lançamentos e mercado editorial, o @sistersreading. Habituadas a ler desde a infância, elas agora compartilham a rotina de leitoras. “A gente sempre leu muito porque é um costume da nossa família mesmo. E gostamos muito de fotografia também. Aí, juntamos essas duas paixões e decidimos criar o Sisters Reading”, conta Carolina.

Para a campanha, um dos livros esquecidos por Carolina será o clássico Moby Dick, romance por Herman Melville. “Vou deixar em algum lugar da Aldeota, que é o bairro onde eu trabalho”, ela adianta. “Eu penso também em dar uma outra chance aos livros. Eu tenho alguns empacados na minha estante por pura birra ou mesmo que eu já li e sei que não vou reler. Eu tenho um monte pra desapegar”, fala sobre os outros títulos que serão “esquecidos” na terça-feira.

A professora e estudante de Letras Geisa Salgueiro já tem como hábito deixar livros em lugares públicos. É uma forma de presentear a Cidade e o outro com literatura. Moradora do Benfica, amanhã ela deve colocar a obra O mais feliz dos silêncios, da escritora cearense Ayla Andrade, na Praça da Gentilândia. “Gosto de divulgar os livros de escritores locais.

Sempre vejo muitos amigos e familiares nos lançamentos. Mas acaba que as pessoas que estão fora do circuito literário não conhecem o trabalho dos nossos escritores contemporâneos”, elucida.

Amazon rebate João Doria e disponibiliza livros de graça. Até os rivais entraram na “briga”

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Nilton Kleina, no TecMundo

Título original: Briga entre João Doria e Amazon rende eBook grátis e doações de rivais

Ainda está longe de terminar a polêmica entre o prefeito de São Paulo, Joao Doria, e a filial brasileira da Amazon. Depois do polêmico comercial em que a empresa critica a limpeza de grafites e pichações na capital paulista (e da resposta do próprio político), a própria loja e até a concorrência está repercutindo o fato.

A Amazon.com.br topou o “desafio” lançado pelo prefeito de mostrar que está mesmo preocupada com São Paulo. Em um novo vídeo, a companhia anuncia o download de um livro digital gratuito em uma seleção bem variada com mais de 30 títulos. Para acessá-la, é só clicar aqui e fazer o login para confirmar o download sem custos.

Além disso, ela prometeu doar “centenas de dispositivos Kindle para instituições que promovem cultura e educação”, pedindo para os fãs “ficarem ligados” em novidades, possivelmente com a divulgação dos locais agraciados com os eReaders.

Rivais aproveitam para ajudar a cidade

Sofrendo muitas críticas, a Amazon foi rápida em responder à polêmica e ao desafio de Doria. Porém, mais velozes ainda foram as concorrentes: alguns e-commerces brasileiros largaram antes, entraram na briga e anunciaram ações sociais similares para mostrar serviço.

A KaBuM!, por exemplo, foi a primeira do varejo a anunciar que vai doar computadores e tablets para uso em escolas e instituições do município.

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Já a Saraiva também demonstrou interesse em “ajudar a incentivar a leitura” e realizar ações sociais que complementem as que já existem sob os cuidados da empresa, como o Instituto Jorge Saraiva.

Uma campanha chocante para denunciar o quão pouco ganham os escritores

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Você pode ficar rico com a literatura? É bem provável que não. Embora as manchetes destaquem escritores que ganham milhões com seus livros, sabemos bem que isso não é o que acontece com a maioria dos autores. De acordo com um estudo britânico recente, apenas um em cada dez escritores conseguem viver apenas do que escrevem. Na verdade, o mesmo estudo conclui que apenas uma elite de 5% de escritores dominam 42,4% de toda a receita gerada pelos livros.

Infelizmente essa realidade é ignorada por parte dos leitores que, de forma contraditória, continuam pirateando PDFs de autores que dizem admirar. Para elucidar essa discrepância, uma associação francesa que representa escritores e ilustradores, lançou uma campanha que nos convida a pensar sobre o caso.

As imagens ilustram a situação econômica dos autores, mostrando o número de livros vendidos necessários para se conseguir comprar coisas básicas do nosso dia a dia.

Confira abaixo:

530 livros para comprar um óculos novo

530 livros para comprar um óculos novo

 

13 livros para comprar um livro de bolso

13 livros para comprar um livro de bolso

 

2.646 para comprar um notebook

2.646 para comprar um notebook

 

2 livros para comprar uma bisnaga

2 livros para comprar uma bisnaga

 

7 livros para comprar um pacote de café

7 livros para comprar um pacote de café

 

4 livros para uma caixa de paracetamol

4 livros para uma caixa de paracetamol

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