Diário da Maísa

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Adriana Calcanhotto será professora convidada na Universidade de Coimbra

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Adriana Calcanhotto foi em 2014 directora por um dia do Público, no 24º aniversário do jornal JOANA BOURGARD

Adriana Calcanhotto foi em 2014 directora por um dia do Público, no 24º aniversário do jornal JOANA BOURGARD

 

A cantora e compositora brasileira exercerá a sua docência entre Fevereiro e Junho de 2017, período no qual escreverá também um livro para crianças sobre a Universidade.

Publicado no Publico

Durante o primeiro semestre do próximo ano, Adriana Calcanhotto vai ser professora convidada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (UC), anunciou esta quinta-feira a instituição. Entre Fevereiro e Junho de 2017, a cantora brasileira vai escrever um livro para crianças sobre a UC e “desenvolver um plano de atividades intenso” na Faculdade de Letras.

Entre essas atividades estão “aulas abertas em articulação com as áreas de Português e de Estudos Artísticos, ateliers sobre escrita e produção artística, palestras e exposições”, avança a UC. A cantora e compositora brasileira estará em Coimbra a convite da reitoria e do Instituto de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras da UC.

O coordenador do Instituto de Estudos Brasileiros, Osvaldo Manuel Silvestre, destacou o “perfil raro” de Adriana Calcanhotto, que “tanto devora o legado de Caetano Veloso como a poesia de Mário de Sá-Carneiro ou a prática performativa de Hélio Oiticica, sem esquecer o vasto acervo da música popular brasileira, de Dorival Caymmi à bossa nova e a Roberto Carlos”.
Na sua opinião, “faz, pois, todo o sentido que Adriana seja, por um semestre, professora convidada” na faculdade, para que todos possam aprender com ela.

“É com entusiasmo que receberemos Adriana Calcanhotto como professora convidada”, afirmou o diretcor da Faculdade de Letras, José Pedro Paiva. Para o responsável, “o prestígio do seu percurso artístico e a sua densa dimensão humana, cultural e cívica, facetas que motivaram o convite, contribuirão para ajudar a faculdade a revivificar os Estudos Brasileiros e permitirão robustecer a formação” que é proporcionada aos estudantes, sobretudo aos que frequentam a área de Estudos Artísticos.

“A troca de experiências que esta estadia vai oferecer enriquecerá o corpo docente que tem mais convívio com os campos de saber que Adriana Calcanhotto percorre e também contribuirá para marcar a produção artístico-cultural futura desta magistral cantautora brasileira”, frisou.

Desde o primeiro álbum de Adriana Calcanhotto, lançado em 1990, “a sua obra tem reflectido vários géneros da música popular brasileira, assim como a própria poesia modernista de Portugal e do Brasil ou a poesia concreta”, refere a UC. “Desde 2004, Adriana tem sido também Adriana Partimpim, um bem sucedido projecto musical para crianças que tem já três discos editados, um deles premiado com um Emmy Latino”, acrescenta.

O reitor da Universidade de Coimbra (UC), João Gabriel Silva, anunciou em Dezembro de 2015 que a cantora e compositora brasileira Adriana Calcanhotto será embaixadora da Universidade de Coimbra durante o evento Tudo Língua, organizado pelo PÚBLICO e pela UC.

Rita Lee lança autobiografia em outubro

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Rita Lee assina contrato para lançar sua autobiografia pela Globo Livros, com a capa ao fundo (Foto: Guilherme Samora)

Rita Lee assina contrato para lançar sua autobiografia pela Globo Livros, com a capa ao fundo (Foto: Guilherme Samora)

 

Rainha roqueira assina contrato com a Globo Livros e revela a capa que fez para a obra

Publicado na Revista Quem

Rita Lee, uma das figuras mais importantes da música mundial, lançará sua autobiografia pela Globo Livros. A cantora, compositora e escritora assinou contrato com a editora e, na ocasião, revelou a capa, criada por ela com uma foto de seu primeiro e único RG, de 1966.

O rascunho da capa partiu de cartolina, tintas, tesoura e cola, até virar a arte final, no computador. Como toque, Rita pintou com canetinha vermelha seus cabelos da foto do documento. QUEM revela as imagens da assinatura do contrato e da revelação da capa em primeira mão.

O livro mais aguardado do ano, “Rita Lee – uma autobiografia” será lançado no final de outubro com histórias e revelações sobre a vida da roqueira. Rita também fez questão de escolher as fotos, muitas delas inéditas, de seu baú, que ilustram sua obra.

Rita assina o pôster da capa criada por ela para o livro (Foto: Guilherme Samora)

Rita assina o pôster da capa criada por ela para o livro (Foto: Guilherme Samora)

Mia Couto lança seu novo livro em evento que terá Maria Bethânia

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Na Sala Cecília Meirelles. O autor vai lançar “Sombras da água” e autografar exemplares - Divulgação / Renato Parada

Na Sala Cecília Meirelles. O autor vai lançar “Sombras da água” e autografar exemplares – Divulgação / Renato Parada

 

Cantora lerá trechos de ‘Sombras da água’ na Sala Cecília Meireles

Luiz Felipe Reis, em O Globo

RIO – Mia Couto diz que escreve “ouvindo vozes”, e que foram “vozes femininas que criaram em mim o apetite pelas histórias infinitas”, diz, em entrevista concedida ao GLOBO na última quinta-feira. Autor de obras marcadas pela elaboração de diferentes vozes narrativas e de uma ficção contaminada pelas histórias orais do seu país, o autor moçambicano terá uma noite de deleite logo mais, quando ouvirá excertos de seu novo livro, “Sombras da água” (Cia. das Letras), lidos, ou melhor, reinventados pela voz de Maria Bethânia. O encontro entre os dois, gratuito, acontecerá hoje na Sala Cecília Meireles, às 19h.

— Para a escolha desses trechos, eu, meu editor (Luiz Schwarcz) e Bethânia levamos em conta o conteúdo poético de cada excerto, a necessidade de cada um dar ideia do conjunto da história, e também no modo como o texto pode transitar para a voz de Bethânia — diz.

“Sombras…” é a segunda parte da trilogia “As areias do imperador”, e assim como a primeira etapa (“Mulheres de cinzas”, de 2015), é guiada pelo entrelaçamento de vozes e perspectivas africanas e portuguesas, fronteiras que inspiram tanto a escrita de Couto como o canto de Bethânia, de quem Couto se revela um fã.

— Gostaria que ela lesse o livro todo.

O encanto do autor pela voz de Bethânia se dá pelo apreço que Couto guarda pelo efeito poético, essa capacidade que um verso, prosa ou canto têm de remodelar nosso olhar sobre o conhecido. Couto vê no canto e na fala de Bethânia a expressão do poético, liberado tanto da forma escrita como do suporte do papel.

— A poesia que me interessa não mora apenas no papel. Por exemplo, a voz de Bethânia é já poesia: profundamente evocativa e telúrica — diz. — Quando Bethânia lê um texto que eu já conheço é como se tomasse contato com esse texto pela primeira vez. Como se o texto acabasse de nascer. A voz dela tem o timbre e a modulação da água e da terra, ela inaugura as palavras como se as estivesse criando pela primeira vez.

E é esse mesmo prazer que se tem com uma revelação que o autor espera alcançar com sua literatura:

— A aposta do meu fazer literário é produzir encantamento — diz. — A minha escrita é sempre poética.

“Sombras da água” se inicia com o sargento português Germano de Melo ferido e sendo levado ao hospital por Imani, a sua amada e, ao mesmo tempo, a responsável pelo tiro que esfacelou suas mãos. A partir daí, o romance orbita em torno de um conflito: de um lado, a corte do imperador africano Ngungunyane, o último líder de Gaza em fins do século XIX, e do outro o exército português, que não mede esforços para manter o status de “conquistador” através do aniquilamento de um inimigo que “tanta humilhação lhe traz a nível internacional”, diz o autor. Guiado por estrutura epistolar, este segundo volume se desenvolve a partir das vozes de Imani e das cartas escritas por Germano e pelo tenente português Ayres de Ornelas. Nelas, seguem-se detalhes de uma série de confrontos militares e a derradeira captura de Ngungunyane.

— Pretendo mostrar que “os portugueses” não eram uma categoria única. Estavam divididos nos seus propósitos e na sua relação com as colônias — diz. — Quero mostrar que ali estão duas pessoas. Me interessa resgatar as diferentes versões do passado e colocar em diálogo as vozes do tempo.

Katy Perry doa 1 milhão de dólares para ajudar escolas nos EUA

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A cantora divulgou um vídeo pedindo doações para escolas nos Estados Unidos; assista

Publicado na Caras

Katy Perry anunciou que está doando o valor de 1 milhão de dólares, aproximadamente R$ 3,4 milhões, junto com a rede de lojas ‘Staple’ para ajudar escolas nos Estados Unidos.

A notícia foi divulgada através de um vídeo gravado pela própria cantora. O dinheiro arrecadado será convertido em materiais escolares e livros didáticos para os alunos que não conseguem arcar com os custos.

Assista ao vídeo:

Beyoncé recomenda livro de empoderamento feminino a suas fãs mais novas

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Publicado no Brasil Post

Capa da edição de março da Garage Magazine, Beyoncé deu uma excelente de dica de leitura para as fãs.

Em entrevista à publicação americana, ela disse que adoraria que as mais jovens pudessem ler o livro What Will It Take To Make a Woman President? (O que você falta para termos uma mulher presidente?, em tradução livre), escrito por Marianne Schnall.

De acordo com a sinopse, o livro compila entrevistas com mulheres da política, líderes fortes, escritoras, artistas e ativistas com o intuito de debater os obstáculos que são empecilhos para o avanço delas a postos de maior destaque.

A Rainha Bey não costuma dar muitas entrevistas e, geralmente quando as concede, não fala muito sobre sua vida pessoal. E desta vez não foi diferente.

A diva do R&B falou muito pouco sobre si, contou que seus passatempos favoritos são desenhar, pintar e tirar fotos. Sua fala mais forte foi sobre sua mãe, que ela disse ser a maior heroína de sua vida.

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