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Uma conversa exclusiva com Jenny Han, autora de “Para todos os garotos que já amei”

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Bárbara Allen, no Cabana do Leitor

A autora Jenny Han não está mais no Brasil, porém durante a sua estadia em terras brasileiras, nós do Cabana do Leitor tivemos a oportunidade de conversar com a autora da série “Para todos os Garotos que já amei”.

No último domingo (03/09) a editora Intrínseca, responsável pela publicação da série no Brasil, proporcionou um encontro entre os blogueiros e a autora. Foi um momento muito íntimo e agradável. Para começar, era aniversário de Jenny e logo em que chegou foi recebida com um bolo de brigadeiro com velinhas coloridas, bem estilo Lara Jean. Mesmo em uma salinha bem pequena e improvisada, todos que compareceram tiveram seu momento particular com a autora que estava bem animada.

IMG_6314-e1504804525509Muito simpática, ela recebia um por um para tirar fotos, fazer pequenas entrevistas e, algumas das vezes, era ela quem fazia perguntas super fofas. Mesmo o tempo sendo curto, conseguimos fazer algumas simples perguntas sobre curiosidades dos livros e sobre a autora. Confira abaixo a entrevista.

Por que existe tanta comida durante os livros? Você gosta de cozinhar?
Ah, sim! Eu adoro cozinhar. Cozinhar alivia o meu estresse, então quando eu fico ansiosa durante o livro ou quando eu fico “Eu preciso descobrir o que está acontecendo”, eu cozinho. É bom porque eu começo a cozinhar e em algumas horas eu termino e é muito satisfatório, diferente do livro que eu vou demorar um longo tempo e só vou ter essa sensação de satisfação quando terminar, um ano depois.

Qual a sua comida preferida?
Minha comida preferida provavelmente são massas.

Como você se sentiu ontem com os fãs brasileiros?

Me senti muito bem-vinda. Todos são tão calorosos, animados e apaixonados. São todos muito adoráveis. Foi muito legal.

Como foi o processo para escolher a capa dos livros?
Eu falei com a minha designer da capa, nós somos boas amigas, então ela me deixou colaborar com ela. Nós conversamos sobre um quarto de menina para o primeiro livro e eu peguei algumas fotos para eles usarem no ensaio, eu estava lá e ajudei. Eu peguei coisas de filmes e polaroid porque eu queria que parecesse pessoal. E a mesma coisa para esse livro também (P.S.: Ainda amo você). Foi legal, foi mais pela composição da roupa. Para esse, eu realmente queria que ela tivesse algo diferente no cabelo, afinal, ela é jovem. Então pedi para tentarem algo com um laço para ver como ficaria, e foi a que ficou melhor. Fiquei muito feliz. Eu queria que ficasse parecido com orelhas de coelho no alto do cabelo.

Como você teve a ideia para os nomes das personagens?
Eu amo dar nomes aos personagens. É a minha parte favorita. Mas eu não sei… simplesmente os nomes me vieram. Eu não lembro como eu tive a ideia, mas foram todos fáceis.

Qual é o seu livro favorito?
O meu livro favorito é “I Capture The Castle” da Dodie Smith. Ele será relançado mês que vem com uma linda capa e eu escrevi a composição no início explicando o meu amor pela história. O original saiu na década de 1940.

Agora sabemos que muitas das fotos que estão na capa de “Para todos os garotos que já amei” são realmente de Jenny Han. Uma fofa, não? Ah, e sobre o filme, ela disse que não sabe se teremos 3, assim como os livros, e que devemos focar nesse primeiro. Mal podemos esperar para ver!

Confira a capa de Turtles All The Way Down, novo livro do autor John Green

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Guilherme Cepeda, no Burn Book

Depois de seis anos, dois filmes e 4,5 milhões de livros vendidos no Brasil, John Green está de volta!

O autor acaba de divulgar a capa do seu novo livro, Turtles All The Way Down (ainda sem título em português), via Twitter.

Nesse livro vamos conhecer a história de Aza Holmes, uma jovem de 16 anos em busca de um bilionário desaparecido para tentar ganhar a recompensa oferecida. Um livro sobre amizades duradouras, reencontros inesperados, fan fictions de Star Wars e répteis neozelandeses.

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John Green incluiu na nova obra muitos elementos da própria vida, entre eles o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), com o qual conviveu por muitos anos – mas é uma história totalmente fictícia. Em entrevista ao Entertainment Weekly, o autor declarou:

Há anos que trabalho em Turtles All The Way Down e estou animado para compartilhar essa história com os leitores, em outubro. É minha primeira tentativa de escrever diretamente sobre o tipo de distúrbio mental que afeta minha vida desde a infância, então, embora seja uma história ficcional, também é algo muito pessoal.”

O livro será publicado simultaneamente com os Estados Unidos, em 10 de Outubro.

via Intrínseca

Por que o livro é caro no Brasil

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publicado na Super!

Não é novidade para ninguém. Nos Estados Unidos e na Europa, um livro sai bem mais barato que no Brasil. Vamos só lembrar um dos muitos exemplos. Na França, um dos volumes com as aventuras de Asterix (vendidos em livrarias, não em bancas) sai pelo equivalente a R$ 8,95. Aqui, custa R$ 17,00. A capa, o tamanho, o número de páginas, os quadrinhos, tudo é idêntico. Só o que muda é o idioma que vem dentro dos balões. Claro: os custos da tradução não explicam o aumento.

Livros

O problema é a tiragem. Enquanto outros países trabalham com tiragens médias de mais de 10 000 exemplares por edição, no Brasil esse número fica na casa dos 2 000. O mercado é pequeno, vende-se pouco, e elevar essa média é produzir encalhes. Daí que, com edições reduzidas, o custo por unidade sobe. O raciocínio é bem simples. Fora o papel, que varia segundo a quantidade de exemplares, toda edição tem um custo fixo, do qual não dá para fugir. Composição das páginas, máquinas, revisões, ilustrações, tudo isso independe da tiragem. E quando se divide o custo fixo pelo número de exemplares, tem-se o custo unitário.

Como o mercado brasileiro se organizou com base nas pequenas tiragens, o preço final de um volume é sempre alto. Mesmo os best-sellers, que vendem dezenas de milhares de cópias, custam caro, já que os editores fixam o preço com base em padrões (um certo “x” por página) estabelecidos a partir das baixas tiragens. A vantagem, dos editores, é que best-sellers dão mais lucro. E quase sempre compensam o prejuízo dos títulos que acabam encalhando nas prateleiras.

O leitor brasileiro é prejudicado pelas tiragens pequenas. Como o mercado de livros no Brasil é bem reduzido, as edições são minguadas. Na média, não passam dos 2 000 exemplares. A equação é cruel: tiragens mínimas projetam o custo unitário lá para as alturas. O leitor, quando pode, é quem acaba pagando a conta. Veja, em porcentagens, para quem vai cada parcela do preço de capa que você paga na livraria:

Papel

Menos de 5%

Às vezes é transformado no vilão da história. O custo subiu — depois do Real, o preço da tonelada de papel branco passou de cerca de 600 para 1 100 reais —, mas não significa nem 5% do preço de um livro.

Editor

Cerca de 25%

O editor fica com algo em torno de 25% do preço de capa. Esse valor paga os custos de funcionamento da editora, a tradução, revisão, paginação e o lucro.

Autor

De 7% a 12%

Recebe em média 10% do preço de capa de um livro, mas essa porcentagem varia. O valor inclui todos os custos de seu trabalho. Na maioria dos casos, o autor não recebe adiantamentos.

Gráfica

Cercade 8%

O custo de impressão de um livro comum, sem ilustrações impressas em papel especial, é da ordem de 8% do preço de capa, sem incluir o preço do papel.

Distribuidor

Cerca de 15%

A maior parte do preço de capa do livro fica na distribuição e venda. O distribuidor atacadista fica com 15%.

Livraria

40%

A livraria fica com 40% do preço de capa do livro, em média.

Que tal comprar um livro sem ver a capa?

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Tico Farpelli, no Correio de Uberlândia

É incrível o quanto somos guiados pela estética em nossas compras. Às vezes a história de um livro nem é lá tão boa, mas aí vemos uma capa prateada, emborrachada, dura, uma arte extremamente bem elaborada e pronto, acabamos levando a obra para casa.

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Mas como seria se não julgássemos o livro pela capa? Se pudéssemos escolhê-lo apenas pelo que realmente devia nos interessar: a história. Pensando nisso que Cássio Bartolomei e a galera do site BECO DOS LIVROS realizaram uma campanha no site de crowdfunding Kickante para arrecadar fundos para o aplicativo BOOK4YOU. A campanha não arrecadou o dinheiro, mas a equipe lançou uma versão beta do site que pode ser acessada ao clicar AQUI.

A proposta aqui é bastante simples. Por meio de uma interface bem intuitiva, você escolhe o estilo de livro que gosta e passa a ler várias sinopses, optando por escolher ou não a história em um sistema parecido com o Tinder, aplicativo para relacionamentos. Quando você escolhe o livro, uma janela apresenta um link para diversas lojas e você finalmente descobre título, autor e capa.

Não é interessante? Então que tal dar uma olhadinha lá e dar match com uma boa história?!?!

Como escrever livros infantis? Conheça 5 ganchos literários

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Isabel Furini, no BondeNews

O que chama a atenção de uma criança? Por que ela fala para os pais, avós ou tios de seu desejo de ler um determinado livro? Pois bem, muitos fatores interferem na leitura de um livro infantil, entre eles, a capa, a história, a habilidade do escritor.

1º) CAPA: Um dos ganchos para chamar a atenção das crianças depende da capacidade do ilustrador, pois é a capa. O livro infantil precisa de ilustrações que chamem a atenção das crianças. E até adultos gostam de ilustrações, desenhos e lindas capas. Para comprovar isso é suficiente olhar as capas da lista dos mais vendidos, a maioria são muito bem elaboradas.
As editoras enfatizam que para um livro infantil é necessário tanto um bom escritor quanto um bom ilustrador.

2º) TÍTULO: Outro gancho importe é o título. Títulos bem escolhidos aumentam as chances de venda. Por exemplo, quem não amou títulos como: Diário de um Banana de Jeff Kinney, Bisa Bia, Bisa Bel de Ana Maria Machado? Por que só as Princesas se Dão Bem? De Thalita Rebouças, O Coelhinho que Não Era de Páscoa de Ruth Rocha,.

3º) ENREDO: E não podemos esquecer de um gancho importantíssimo: um bom enredo. Um enredo que desperte o interesse da criança. Um bom livro infantil tem diversão e emoção.

4º) LINGUAGEM. Um livro escrito com a linguagem que as crianças gostam tem chances de agradar. Linguagem sofisticada é bom para livros de adultos, mas para livros infantis a linguagem precisa ser clara, familiar, divertida.

5º) PERSONAGENS MARCANTES: Quem não lembra da “Turma da Mónica”? Do Harry Potter? Do Pinóquio? Da Cinderela? Personagens marcantes conseguem leitores cativos. É tanto o interesse que o personagem desperta que os pequenos leitores se sentem parte da história.

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