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Livrogram: dupla de amigas fala sobre livros e leituras de forma despojada nas redes sociais

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Formadas em Artes Cênicas, as amigas Denise Schnyder e Livia Piccolo publicam novidades semanalmente nos canais do Livrogram (foto: Divulgação)

Formadas em Artes Cênicas, as amigas Denise Schnyder e Livia Piccolo publicam novidades semanalmente nos canais do Livrogram (foto: Divulgação)

Amauri Terto, no Catraca Livre

Engana-se quem acredita que a leitura ainda seja uma ação totalmente solitária. Com a ajuda das redes sociais, ler e discutir livros se tornou uma atividade menos introspectiva, mais compartilhada e aberta aos mais diversos perfis de leitores – não apenas aos intelectuais.

Tendo esse cenário em vista, as artistas Denise Schnyder e Livia Piccolo resolveram criar em 2013 o Livrogram, um perfil na rede social Instagram com fotos de capas de livros acompanhadas de resenhas curtas.

A curadoria atenta das amigas atraiu rapidamente centenas de seguidores, incluindo designers, editores, críticos e escritores. Atualmente, o perfil possui mais de seis mil seguidores. O sucesso impulsionou a dupla a ampliar o projeto com novos perfis no YouTube e Facebook, sem deixar de lado a ideia original de falar sobre livros de uma forma leve, direta e divertida.

Em parceria com o videoartista Diogo de Nazaré, hoje a dupla formada em Artes Cênicas experimenta diferentes formas de falar sobre o universo dos livros. Essas experimentações recheiam os perfis do Livrogram  regularmente. É possível encontrar nos canais: bate-papos e dicas sobre livros novos, editoras e escritores independentes, vídeos de entrevistas com escritores, além de cobertura de eventos literários, entre outros conteúdos.

Conheça alguns vídeos do Livrogram nos players abaixo:

Game Of Thrones: Westeros deveria ser assim, segundo George R.R. Martin

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O próximo livro de George R. R. Martin está chegando. Não, não é aquele livro.

Bill Bradley, no Brasil Post

O autor falou recentemente sobre The World of Ice & Fire, seu novo livro que narra a história de Westeros. Durante a palestra, Martin revelou que o universo retratado na série Game of Thrones pode ser lindo, mas não é como ele imaginou que ficaria.

“Eu queria as versões precisas desses castelos. Nós tivemos um número de diferentes artistas desenhando em capas, cards e jogos. Alguns criaram belas imagens, mas não necessariamente precisas em relação ao mundo que eu descrevi”, disse sobre o cenário desenvolvido ao longo da série literária e televisão.

Para o novo livro – uma visão apurada sobre os conceitos, mitologias e cenários de GOT -, o autor disse que colaborou com os artistas que souberam como interpretar sua mente, extraindo paisagens de dentro dela. Veja agora como o mundo de Game of Thrones realmente deveria ser.

O Trono de Ferro

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No que diz respeito à forma como o trono foi moldado para a série, o autor disse: “É um grande trono e se tornou icônico, mas não é realmente o meu Trono de Ferro … Neste livro você vai ver o meu Trono de Ferro”. Acima, uma visão de como seria o trono com base nos livros.

Winterfell

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Sobre o trabalho de paisagem do artista Ted Nasmith, Martin disse: “Eu sabia que com Ted Naismith estava trabalhando com um dos grandes pintores de paisagens do mundo real e um cara que realmente fez grandes obras arquitetônicas, de modo que ele e eu trabalhamos muito próximos neste projeto”.

A Fortaleza Vermelha em King’s Landing

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Ao falar sobre a Fortaleza Vermelha, Martin disse que as locações e paisagens da HBO são bonitas, mas nenhuma é exatamente o que ele descreveu no livro.

Castle Black e a Muralha

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Segundo Martin, a Muralha de Adriano, na Escócia, serviu de inspiração para a criação de Castle Black. O autor disse que visitar o muro lhe deu um “profundo sentimento”.

Pedra do Dragão

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Martin disse, a Pedra do Dragão foi uma das transposições visuais mais difíceis da série. Ainda assim, a descrição mais precisa da fortaleza está nos livros, ou no novo projeto do escritor.

The World of Ice and Fire: The Untold History of Westeros and the Game of Thrones foi lançado no último dia 28 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, o título ainda segue sem tradução e previsão de lançamento.

10 Capas de Livros com “irmãs” muito parecidas…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

O Listas Literárias fez uma seleção com 10 pares de capas de livros pra lá de parecidas provando como diz a tendência há sempre alguém parecido com nós em algum lugar do mundo. Inclusive nas capas literárias:

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Balanço da Bienal do Livro 2013: a vez dos infantojuvenis

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A escritora Paula Pimenta (foto: Leo Drumond/Nitro)

A escritora Paula Pimenta (foto: Leo Drumond/Nitro)

Publicado por Veja

Se a Bienal do Livro de São Paulo de 2012 foi praticamente dominada pelas capas pretas do romance Cinquenta Tons de Cinza, que vendeu 2.200 exemplares e impulsionou o crescimento de 140% da Intrínseca no evento, o perfil dos campeões de venda da Bienal do Livro do Rio foi bem diferente. A ficção erótica de E.L. James sequer apareceu na lista dos cinco títulos mais procurados da Intrínseca, preenchida por dois romances para o público jovem de John Green, A Culpa É das Estrelas e Cidades de Papel, além dos também juvenis Extraordinário, de R.J. Palacio, O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick, e O Ladrão de Raios, o primeiro livro da saga de Percy Jackson, escrita por Rick Riordan.

Os livros infantojuvenis foram de fato dominantes nesta Bienal. Fenômeno do ramo, Paula Pimenta, colunista do site de VEJA, puxou o crescimento de sua editora, a Gutenberg, do grupo Autêntica, que quadruplicou seu faturamento. A editora não revela números de receita ou de exemplares comercializados, mas afirma que os livros de Paula, como a série Fazendo Meu Filme, foram responsáveis por 40% das vendas do estande.

Dos trinta títulos mais comercializados pelo grupo Record, que possui um selo voltado só para o público jovem, o Galera Record, 25 eram juvenis, entre eles os das séries Instrumentos Mortais e Assassin’s Creed. Dos brasileiros, os títulos mais vendidos foram A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr, e Perdida e Procura-se um Marido, ambos de Carina Rissi. Puxado pela procura do leitor jovem, o faturamento da Record nesta Bienal foi 40% maior do que em 2011.

A Rocco não ficou atrás nesse filão, já que quatro dos cinco títulos mais procurados durante a Bienal são juvenis: Ela Disse, Ele Disse – O Namoro, de Thalita Rebouças com colaboração de Mauricio de Sousa, As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, Carnaval, de Luiza Trigo, e Divergente, de Veronica Roth. A editora cresceu 20% nesta edição do evento. A Companhia das Letras, com crescimento de 30% em número de exemplares vendidos, também teve como destaques dois livros juvenis: A Seleção e A Elite, ambos de Kiera Cass. Em seguida, vieram Toda Poesia, de Paulo Leminski, e Cada Homem É uma Raça, de Mia Couto.

Outros gêneros – O estande da editora Novo Conceito, premiado pela coordenação da Bienal como o mais bonito e organizado, teve crescimento astronômico, não só em metros quadrados – passou de 50 em 2011 para 200 nesta edição–, como em faturamento: 590%. Entre os títulos mais procurados pelo público estão os romances açucarados Uma Prova de Amor, de Emily Giffin, Um Porto Seguro, de Nicholas Sparks, e P.S. Eu te Amo, de Cecelia Ahern.

A Globo Livros faturou 41% a mais na Bienal de 2013 em comparação à anterior no Rio de Janeiro. Os títulos mais comercializados foram 1889, o último da trilogia sobre as datas que marcaram o Brasil no século XIX, escrita por Laurentino Gomes, O Silêncio das Montanhas, de Khaled Hosseini, e Kairós, do Padre Marcelo Rossi.

O grupo Objetiva, com crescimento de 30% em faturamento em relação a 2011, teve como os mais comercializados o erótico Peça-me o que Quiser, de Megan Maxwell, Entre o Agora e o Nunca, de J.A. Redmerski, e Detone!, de Ian. K. Smith.

Livros infantis bizarros

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Alessandro Martins, no Livros e Afins

“Os livros não existem, somente as capas. São de Bob Staake, de uma série chamada Bad Children’n Books.”

Descobri que há diversas que não coloquei aqui.

Veja todas: Bad Children’s Books.

Baleias mortas não acenam de volta.

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Papai espera ter corda suficiente no porta-malas.

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Se Tommy fosse judeu, ele provavelmente não seria tão ruim no violino.

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Não se preocupe, nõs não vamos matar você.

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Se você desse um gatinho para uma cíclope.

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Policial O’Reilly está grávido de três meses.

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O Grande Livro das Maravilhas em Técnicas Para Remover Asas.

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(mais…)

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