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Ele foi mesmo casado? Confira 5 livros polêmicos sobre Jesus

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Foto: Evening Standard / Getty Images

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Publicado por Terra

Uma revelação feita recentemente por dois estudiosos gerou polêmica no cenário religioso. Os estudiosos Barrie Wilsion e Simcha Jacobovici traduziram um novo “Evangelho”, escrito há mil anos em aramaico, e concluíram que Jesus Cristo havia se casado com Maria Madalena e tido dois filhos com ela.

Esta não é a primeira vez que o assunto é trazido à tona – na literatura, vários livros discutem o tema, como no best-seller O Código Da Vinci, de Dan Brown. No entanto, para você ficar ainda mais por dentro da história de Cristo e tirar as próprias conclusões, o Terra e a Nuvem de Livros prepararam uma lista com dez obras (filosóficas, polêmicas, surpreendentes ou até mesmo acadêmicas) que discorrem sobre a vida de Jesus. Confira!

1. Dez provas da existência de Deus (Plínio Junqueira Smith)
Uma questão que preocupa quase todas as pessoas, como a existência de Deus, não poderia deixar de ser uma questão também para os filósofos. Provar a existência de Deus tornou-se, para a filosofia, uma questão permanente, que atravessou mais de dois mil anos de história. O propósito desta coletânea é apresentar várias provas da existência de Deus que se tornaram fundamentais para a filosofia da religião, escritas desde a Grécia Antiga até a Modernidade, permitindo ao leitor uma visão ampla do assunto. Este está disponível na Nuvem de Livros.

2. A família desaparecida de Jesus (Tobias Churton)
Com doses iguais de polêmica e suspense, o autor rasga o véu de mitologia que envolve o tema da família de Jesus para revelar uma verdade impactante. Um thriller da melhor qualidade que põe em xeque muitas das afirmações mais difundidas a respeito da Igreja Católica. Este está disponível na Nuvem de Livros.

3. O Evangelho segundo Jesus Cristo (José Saramago)
O renomadíssimo escritor português José Saramago, vencedor do Nobel de Literatura de 1998, também abordou a temática do Cristo em um de seus livros. Na obra, o autor conta uma história humanizada da vida de Jesus, deixando o mítico para segundo plano e trazendo para os tempos modernos. E a suposta relação com Maria Madalena também está presente no livro, que foi lançado em 1991 e recebeu fortes críticas da Igreja Católica lusitana.

4. O evangelho segundo a serpente (Faíza Hayat)
No romance, a portuguesa Faíza se apaixona por um filólogo brasileiro, especializado em língua copta. Ele desaparece no Egito, onde pesquisa escrituras nesse idioma, e deixa um caderno com misteriosas anotações escritas em copta, que são citações dispersas e não deixam pista. Faíza sabe apenas que são textos do cristianismo primitivo, que foram considerados heresia.

5. Zelota (Reza Aslan)
Apesar de ser ateu, o escritor sempre buscou bibliografias que o levassem a Jesus. Só que nunca encontrou o que queria por não acreditar em uma figura messiânica, mas em uma “pessoa física”, o Jesus histórico. Baseado em uma pesquisa meticulosa, Reza Aslan, que é especialista em religião, reconstitui a Palestina do século I e apresenta um rebelde carismático que desafiava as autoridades de Roma e a alta hierarquia religiosa judaica. Além disso, aborda as razões pelas quais a Igreja escolheu promover a imagem de Jesus como um líder espiritual, com personalidade pacífica em vez do revolucionário politicamente conscientizado que o escritor acredita que ele foi.

Concurso Cultural Literário (108)

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Pense no casamento como uma montanha, cujo topo é o alvo de todo casal: a consolidação de um lar equilibrado, marcado por plenitude e paz. Para esse lar funcionar perfeitamente, é preciso aceitar o desafio de escalar a montanha, enfrentando e vencendo cada etapa rumo ao objetivo final. As dificuldades vêm e todo casal enfrenta momentos de tensão.

O casamento não é simplesmente um ato a ser consumado, mas um percurso em que os cônjuges são trabalhados e aperfeiçoados, a fim de que, juntos, obtenham harmonia, entendimento, alegria e satisfação. Logo, os obstáculos devem ser vistos como etapas necessárias da caminhada. Afinal, todos sonham com a felicidade conjugal. Ninguém se casa para ser infeliz, e um casamento fracassado é uma das piores frustrações na vida.

Vamos sortear 3 exemplares de “Unidos pelo casamento“, lançamento da Mundo Cristão.

Para participar, basta mencionar na área de comentários o nome do seu cônjuge (ou futuro marido/esposa). A leitura deste livro certamente vai fortalecer o relacionamento de vocês.

Se usar o Facebook, por gentileza informe seu e-mail de contato.

Aproveite a oportunidade para curtir as páginas dos envolvidos nesta edição:

O resultado será divulgado dia 9/12 neste post.

Participe! :-)

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Parabéns aos ganhadores: Vitor CidAntonio Igor Pereira SantosSonilde Duarte.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

 

Mulher de Tolstói ganha voz própria

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William Grimes, na Folha de S.Paulo

Durante seu longo e muitas vezes turbulento casamento com Lev Tolstói, Sophia Andreevna Tolstói suportou muita coisa, mas “Sonata a Kreutzer” foi um castigo incomum.

Publicada em 1889, a história apresentou a visão cada vez mais radical de Tolstói sobre as relações sexuais e o casamento, por meio de um monólogo frenético feito por um narrador que assassinou sua esposa num acesso de ciúmes e nojo.

Em seu diário, Sophia escreveu: “Não sei como ou por que razão todo o mundo ligou ‘Sonata a Kreutzer’ a nossa própria vida de casados, mas foi o que aconteceu”. Escreveu também: “Também eu sei em meu íntimo que esta história é voltada contra mim e que me fez uma injustiça enorme, me humilhou aos olhos do mundo e destruiu os últimos vestígios de amor entre nós.”

Sophia apresentou seus próprios pontos de vista em duas novelas, “Whose Fault?” (de quem é a culpa?) e “Song Without Words” (canção sem palavras), que ficaram esquecidas nos arquivos do Museu Tolstói até sua publicação recente na Rússia. Michael R. Katz, professor aposentado de estudos da Rússia e Europa do Leste no Middlebury College, no Vermont, incluiu as histórias em “The Kreutzer Sonata Variations” (variações da sonata a Kreutzer), ampliando assim uma onda de trabalhos recentes que avaliam a esposa de Tolstói como figura merecedora de atenção por suas próprias qualidades.

O escritor russo Lev Tolstói - Divulgação

O escritor russo Lev Tolstói – Divulgação

“Ao ler essas novelas, minha primeira reação foi de assombro porque existiam e ninguém sabia delas”, disse Katz. “Minha segunda reação foi pensar: ‘Não são más histórias. Podem não ser literatura de primeiro nível, mas vieram de uma mulher instruída, culta, pensativa.”

“Whose Fault?” conta a história de Anna, 18 anos, bem nascida e educada, que visualiza o casamento como a união de duas mentes, almas gêmeas compartilhando o amor pela filosofia e as artes, desfrutando juntas as mesmas atividades de lazer e dedicando-se a seus filhos.

As queixas arroladas pelo narrador de Tolstói são rebatidas na narrativa tristonha de sua mulher sobre decepção amorosa, a incompatibilidade entre o desejo sexual masculino e a sede feminina de satisfação emocional, as diferentes expectativas e imposições do parto e criação dos filhos.

“Song Without Words” explora a fronteira maleável entre a atração intelectual e sexual. A história apresenta uma versão mal disfarçada da amizade intensa de Sophia com o compositor Sergei Taneyev.

A atmosfera de conflito e desilusão que permeia as histórias reflete com precisão o casamento dos Tolstói, especialmente nos anos depois de o escritor passar por uma crise espiritual e criar uma vertente idiossincrática do cristianismo.

Essa fé reencontrada o mergulhou em contradições que dificultaram sua vida e a de sua mulher até sua morte, em 1910. Tolstói foi um rico latifundiário que via a propriedade privada como imoral, um igualitarista cercado por empregados, um artista que rejeitava quase toda a arte, vendo-a como nociva, um defensor do celibato que teve 13 filhos e continuou sexualmente ativo até depois dos 80 anos de idade.

Katz traduziu as novelas ao inglês e acrescentou materiais que lançam luz sobre o furor desencadeado por “Kreutzer” e extratos das cartas de Sophia, de seus diários e de sua autobiografia, “My Life” (minha vida), outro trabalho que passou várias décadas juntando poeira.

Nos últimos anos de vida de Tolstói, e até muito tempo depois de sua morte, seus discípulos retrataram Sophia como vilã, a megera que fez o possível para manter o escritor afastado de seu trabalho. Surpreendentemente, foi Sophia quem saiu em defesa de Tolstói quando “Sonata a Kreutzer” enfrentou dificuldades com a censura. Como curadora da obra literária de seu marido, ela viajou a São Petersburgo em 1891 para defender a causa da novela diante do czar Alexandre 3˚.

Usando de charme e sofismas, argumentou que “Sonata a Kreutzer” defendia a pureza sexual, que certamente era uma coisa boa. Ademais, acrescentou, um favor do czar poderia encorajar seu marido a voltar a escrever obras como “Anna Kariênina”.

“Isso seria tão bom!”, respondeu o czar. A proibição foi revogada.

Euclydes da Cunha sabia de traição, escreveu sua mulher em manuscrito

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Cristina Grillo, na Folha de S.Paulo

A menina de 14 anos, recém-saída da escola, estava animada com a perspectiva de ganhar casa nova, vestidos e presentes que viriam com o casamento com um jovem jornalista dez anos mais velho. Para a lua de mel, levou a boneca favorita.

O desespero com o “ímpeto carnal” do marido na noite de núpcias, o choro, o pedido para ser levada de volta para a casa dos pais, o destempero do homem que a chamava de “vaca”, os vestidos rasgados por ele são descritos num manuscrito, cuja existência era desconhecida, de Anna Emília Ribeiro de Assis.

“Se soubesse que o casamento consistia em um acto tão impudico quanto violente e repugnante, não me teria casado”, escreveu.

Página do diário de Anna de Assis, mulher do escritor Euclides da Cunha (Reprodução)

Página do diário de Anna de Assis, mulher do escritor Euclides da Cunha (Reprodução)

Anna de Assis foi o pivô de um dos casos mais rumorosos do início do século 20. Casou-se com Euclydes da Cunha (1866-1909), autor do épico “Os Sertões”; separou-se para viver com o cadete Dilermando de Assis, 13 anos mais novo.

Euclydes confrontou o rival. Foi morto. Sete anos depois, tentando vingar a morte do pai, um dos filhos de Euclydes e Anna, Euclydes da Cunha Filho, também foi morto por Dilermando —segundo registros, por acidente.

Anna de Assis abre seu relato de 45 páginas afirmando “cumprir com um sagrado dever e dar desencargo à minha consciência e tranquilidade ao meu espírito, dizendo que de nós três: Euclydes, Dilermando e eu, três criminosos, o mais responsável sou eu”.

Anna de Assis conta ainda que, durante quatro anos, Euclydes soube de seu relacionamento com Dilermando e que, por três vezes, ela tinha saído de casa para viver com o cadete, voltando sob ameaças do escritor, que não lhe concedia o divórcio e ameaçava tomar-lhe os filhos.

“Isso é uma novidade, pois acreditávamos que ele tinha sido morto ao surpreender meus avós juntos”, diz a terapeuta Anna Sharp, 73, neta de Anna e Dilermando.

O documento, intitulado “O Caso do Homicídio de Euclides da Cunha por Dilermando de Assis – Exposição e Narrativa dos Fatos Feitos por Escrito do Próprio Punho da Mulher da Vítima”, foi entregue há uma semana a Sharp por Luís Henrique de Oliveira, bisneto de Gregório Garcia Seabra Júnior, advogado de Dilermando. A descoberta foi revelada no site da colunista do Portal iG Lu Lacerda.

“Ainda estou em estado de choque. É o único manuscrito existente de minha avó”, disse Sharp. Há cinco anos, a terapeuta tinha parado de escrever “Vozes do Passado”, sua versão para a história da família, a pedido das irmãs que preferiam “deixar os mortos em paz”.

Quem é o novo assassino de ‘Game of thrones’? (spoiler)

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Publicado em O Globo

Quem leu os livros que inspiram a série ‘Game of thrones’ já sabia que o desprezível rei Joffrey Baratheon morreria, mas poucos esperavam que acontecesse tão cedo na temporada, ainda no segundo episódio (apesar da distância entre os dois casamentos fatais no livro ser de menos de 100 páginas).

Joffrey morreu, envenenado pelo vinho ou pela torta, em sua festa de casamento com Margaery Tyrell, no episódio que foi ao ar neste domingo. Na festa que deveria selar a paz em todo o reino de Westeros ficou claro que a guerra ainda está longe de acabar.

Logo após a morte do filho, a rainha-regente Cersei Lannister não teve dúvidas e mandou prender o irmão Tyrion pelo assassinato. Mas entre os espectadores a culpa do anão está longe de ser uma certeza. Então, quem matou Joffrey Baratheon?

1. Tyrion Lannister

Imagem de Amostra do You Tube

A relação entre Tyrion e Joffrey nunca foi boa. Apesar do comportamento hedonista, Tyrion sempre foi muito mais rígido com o sobrinho do que os pais dele. Durante o casamento, Joffrey faz tudo o que pode para humilhar o tio, incluindo um show de comédia de anões na cerimônia e até mesmo derramando vinho na cabeça dele. No fim, exige que o tio lhe sirva o vinho que pode ter causado a sua morte.

O vídeo acima é da primeira temporada, quando Tyrion já tentava ensinar modos ao ainda príncipe Joffrey. O tapa no rosto acabou virando meme.

2. Oberyn Martell

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A Víbora Vermelha de Dorne entrou para a série nesta temporada e já no primeiro episódio deixou claro que está na cidade para matar Lannisters. O príncipe de Dorne quer vingar a morte de sua irmã, Elia. Ela era a mulher do príncipe Rhaegar, morto durante a rebelião de Robert Baratheon, que teve em Tywin Lannister um dos principais aliados.

3. Petyr Baelish, o Mindinho

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‘O caos é uma escada’, ele disse na terceira temporada. E poucas coisas desestabilizam mais que o assassinato de um rei. Um dos principais conselheiros do rei, Mindinho não estava no casamento, o que torna tudo ainda mais suspeito. Ou não?

4. Varys

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Mais um que age nos subterrânos do poder. Curiosamente, a câmera foca nele em vários momentos do casamento, o que pode ser uma tentativa do diretor de sugerir uma ligação dele com o assassinato ou de desviar a atenção para os verdadeiros culpados. De qualquer forma, Varys sempre gosta de reforçar que nada acontece na corte sem que ele saiba.

5. Dontos Hollard

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O bobo da corte era uma das vítimas favoritas das humilhações impostas por Joffrey a todos a sua volta. Ele pode não ser culpado, mas estava pelo menos informado de que algo iria acontecer, pois aparece muito rápido para tirar Sansa de cena, sabendo dos riscos que ela corria.

6. Sansa Stark

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Desde a primeira temporada, quando Joffrey mandou executar Ned Stark, o pai de Sansa, ninguém tem mais motivos para querer matá-lo do que ela. Depois do assassinato, o rei ainda se dedicou a humilhar e agredir a ex-noiva sempre que podia. Mas uma atitude tão drástica não parece fazer parte do tempramento de Sansa, sempre passiva e subserviente.

7. Olenna e Margaery Tyrell

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Ao chegar a Porto Real, com a neta Margaery já prometida em casamento a Joffrey, a senhora Olenna Tyrell pergunta a ex-noiva Sansa como é o comportamento do rei. “Ele é um monstro”, é a resposta nada tranquilizadora. A morte poderia ser uma tentativa de proteger a neta, mas a escolha do momento não parece adequada. Afinal, Margaery sequer consumou o casamento e não tem direito de sucessão com a morte de Joffrey.

8. Melisandre

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Na última temporada, a sacerdotisa jogou três sanguessugas no fogo, representando os três reis que desafiavam Stannis Baratheon. Robb Stark e Joffrey já se foram. Se Balon Greyjoy morrer nos próximos episódios, será difícil questionar os poderes do deus de Melisandre.

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