PRAÇAS DA CIDADE

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Conheça 13 lugares especiais para ler em Fortaleza

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Confeitaria Sublime. (Foto: divulgação)

Confeitaria Sublime. (Foto: divulgação)

 

Isabel Costa, no Leituras da Bel

Ler deitado na varanda de casa é o local mais óbvio, mas não é a única opção. A familiaridade das paredes pode ser substituída por outros lugares. Praças, parques, ônibus, cafeterias, bibliotecas. Há dezenas de pontos bons para leitura em Fortaleza. Às vezes, ler na própria casa é difícil por conta do barulhos vizinhos ou da interrupção dos parentes. Mas não é só isso! Pegar um livro e sair de casa para ler é uma movimentação bonita e necessária. Além de criar relações com as palavras, nós criamos relações com a Cidade e seus espaços. Levar o livro para um lugar estranho, sentar, esticar as pernas, pedir um café e sentir o movimento de colisão com o cotidiano. Existem opções de locais para vários gostos e preferências.

Com um post maroto no Facebook e a ajuda de amigos, o Leituras da Bel listou lugares incríveis para ler em Fortaleza. Pegue o seu livro e escolha:

Anfiteatro do Parque do Cocó
No fim da tarde, o Anfiteatro do Parque do Cocó é local ideal para uma boa leitura. Principalmente, no fim da tarde. É só levar a toalha e colocar na grama. Geralmente, há pessoas passeando com crianças e cachorros, mas o barulho não incomoda tanto.

Confeitaria Sublime! (Foto: divulgação)

Confeitaria Sublime! (Foto: divulgação)

Confeitarias e cafeterias
São meus locais preferidos para leitura fora de casa. Pedir um doce bem gosto e um cappuccino – quando há dinheiro na conta bancária! – e abrir o livro. O Amika Coffeehouse (rua Ana Bilhar, 1136B – Meireles) e a Confeitaria Sublime (rua Eduardo Bezerra, 1276 – São João do Tauape) são ótimas pedidas!

Ônibus
É difícil por conta do “balançar” natural do ônibus, mas, para quem passa muito tempo se deslocando, é uma forma de colocar as leituras em dia.

Lugar no trabalho
Se você tem horas ociosas no almoço, pode aproveitar para fazer uma leitura. É só escolher um lugar calmo – que tenha sossego e sombra. No O POVO, onde eu trabalho, é bom ler nos jardins, onde há a estátua de uma santa. Existe também um sofá super confortável no meu setor, a Redação, que seria excelente para leituras e afins, mas geralmente ele está ocupado por pessoas que cultuam a “cesta”.

Passeio Público (Foto: divulgação/Mapa da Cultura)

Passeio Público (Foto: divulgação/Mapa da Cultura)

Passeio Público (Praça dos Mártires)
Localizado no Centro, perto da Santa Casa de Misericórdia, é um dos lugares mais famosos e característicos de Fortaleza. Tem bancos, sombra e um restaurante maravilhoso. Com a epidemia de febre chikungunya que assola a cidade, entretanto, é bom usar repelente.

Biblioteca do CCBNB
A Biblioteca Inspiração Nordestina fica no Centro Cultural Banco do Nordeste (rua Conde D’Eu , 560 – Centro). Funciona das 10h às 18h30min e tem um bom acervo de livros. É um lugar tranquilo para leituras, como toda biblioteca. Além de ter outros atrativos: água, ar condicionado, conforto, silêncio e banheiro.

Biblioteca de Ciências Humanas da UFC
Ao lado do Bosque Moreira Campos há outro lugar propício para leitura. A BCH tem vários ambientes ótimos para leitura. Logo no térreo existem alguns sofás azuis onde sempre há estudantes lendo. O acervo é excelente e, mesmo para quem não é aluno da Universidade Federal do Ceará, é possível frequentar para fazer consultas locais e estudos.

Praça Luíza Távora
As sombras da Praça Luíza Távora, no coração da Aldeota, são abrigo bom para leitura. O local é repleto de árvores e bancos.

Bosque Moreira Campos

Bosque Moreira Campos

Bosque da UFC
Você sempre encontrará uma pessoa lendo no Bosque Moreira Campos. Afinal, fica entre os blocos dos cursos de Letras e das Casas de Cultura da Universidade Federal do Ceará (UFC). O lugar mais parece uma pracinha, é cheio de árvores e muito ventilado. Além disso, há a “banquinha do Rui” com café, chocolates e outras guloseimas.

Praça Otávio Bonfim
Apesar do grande volume de tráfego nas proximidades, é um bom lugar para leituras. Fica na Avenida Bezerra de Menezes, perto de igreja homônima.

Jardins da Unifor
A Universidade de Fortaleza é um excelente espaço de convivência. São hectares e hectares de área verde – com bancos, sombras, bicicletários, mesas. Além disso, é uma delícia fazer leituras observando as fontes, as estátuas e os animais silvestres.

Pracinha do Jardim América
Considerada o “marco zero do bairro”, a Praça Franklin Delano Roosevelt (rua Delmiro de Farias, s/n) é utilizada pela população como ponto de encontro. Sempre há pessoas passeando ou fazendo atividades físicas. É um bom espaço para leituras no fim da tarde.

Praia de Iracema
Com a proteção da estátua guardiã, a Praia de Iracema é cenário para leituras. Uma dica é buscar o Espigão que fica nas proximidades da Avenida João Cordeiro.

O que a sua casa em Hogwarts diz sobre sua personalidade

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(Foto: reprodução)

(Foto: reprodução)

Luciana Galastri, na Galileu

Se você é fã de Harry Potter, certamente se identifica mais com uma das quatro casas de Hogwarts: Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-lufa. Talvez tenha até feito o teste oficial do Pottermore – e, se não fez, recomendamos que não perca tempo, já que este estudo foi baseado completamente nele.

A pesquisadora Laura Crysel, da Universidade de Stetson, analisou 132 participantes da rede Pottermore, combinando características de sua personalidade com o resultado do seu teste. A análise foi feita através do que os psicólogos chamam de “Big Five” – cinco grandes traços da personalidade. São eles:

Neuroticismo ou instabilidade emocional, extroversão, amabilidade, escrupulosidade e abertura para a experiência. Além disso foram contabilizados traços da ‘dark triad’: narcisismo, maquiavelianismo e psicopatia. Fora essas características, a necessidade cognitiva também foi pontuada.

Inicialmente, por características mostradas nos livros, acreditou-se que os grifinórios seriam mais extrovertidos e abertos a novas experiências (por serem mais corajosos). O pessoal da Lufa-lufa, conhecido por ser justo e leal, teria uma alta pontuação em amabilidade e necessitariam pertencer a um grupo. Corvinais, espertos e com vontade de aprender, teriam uma alta necessidade cognitiva. Sonserinos, por sua vez, usariam qualquer meio para atingir o final desejado, teriam um score alto em maquiavelianismo.

grifinória \o/ (Foto: reprodução)

grifinória \o/ (Foto: reprodução)

Mas nem todas essas características são verdadeiras: grifinórios não eram tão abertos a novas experiências assim, apesar de serem mais extrovertidos. A galera da Lufa-lufa não teve scores mais altos que a média em necessidade de pertencer a um grupo – apesar de serem os mais amáveis dos quatro grupos. Já a necessidade de atividade cognitiva da Corvinal e a tendência sonserina à Dark Triad estava certa.

“Achamos menos informações conclusivas sobre os grifinórios porque não havia uma medida certa para a coragem e precisamos usar algo similar”, afirmou Laura Crysel. “Eu mesma sou grifinória, então queria ter mais informações sobre a casa do Harry”.

No estudo, só metade das pessoas foi parar na casa que gostaria no Pottermore – ou seja, é difícil trapacear no teste.
E aí, qual é a sua casa?

Conheça a casa de escritores clássicos pelo Google Street View (PARTE 2)

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Se você já acessou a primeira parte desta postagem em que visitamos as casas de escritores clássicos pelo Google Street View, vai gostar de saber que desta vez demos saltos mais longos e fomos até o velho continente, mais precisamente na Grã-Bretanha, para conhecer o lar de alguns grandes autores que viveram por lá.
Mas veja bem, a intenção aqui não é ‘stalkear’ um ídolo, até porque todos os autores listados já estão mortos, mas tentar canalizar um pouco daquela inspiração que embalou a obra desses escritores.

Agatha Christie
Agatha Christie
Localização: 58 Sheffield Terrace, Holland Park, W8 7NA

Bram Stoker

Bram Stoker
Localização: 18 St Leonard’s Terrace, Chelsea, SW3 4QG

CS Lewis

CS Lewis
Localização: The Kilns, Lewis Close, Oxford OX3 8JD

Charles Dickens

Charles Dickens
Localização: 48 Doughty Street, Holborn, WC1N 2LX

George Orwell

George Orwell
Localização: 50 Lawford Road, Kentish Town, NW5 2LN

Ian Fleming

Ian Fleming
Localização: 22 Ebury Street, Belgravia, SW1W 8LW

JRR Tolkien

JRR Tolkien
Localização: 20 Northmoor Road, Oxford

James Joyce

James Joyce
Localização: 28 Campden Grove, Holland Park, W8 4JQ

Jane Austen

Jane Austen
Localização: Chawton, Alton, Hampshire GU34 1SD

Thomas Hardy

Thomas Hardy
Localização: 172 Trinity Road, Tooting, SW17 7HT

Pequenas editoras se destacam com títulos nas listas dos principais prêmios literários do país

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Casas como a Patuá e a Confraria do Vento apostam em distribuição independente e divulgação informal

SC São Paulo 19/06/2014; Eduardo Lacerda da editora Patuá, tem 5 livros indicados do premio Portugal. Foto: Fernando Donasci/ Agência O Globo - Fernando Donasci / Agência O Globo

SC São Paulo 19/06/2014; Eduardo Lacerda da editora Patuá, tem 5 livros indicados do premio Portugal. Foto: Fernando Donasci/ Agência O Globo – Fernando Donasci / Agência O Globo

Mariana Filgueiras em O Globo

Rio — “Acordei ácido. É primeiro de ano. Primeiras horas da manhã. De toda forma, oito e meia, para um ex-sedentário, não deixa de ser uma vitória: primeiras horas, ainda que a manhã dos sábios tenha começado lá pelas cinco. Os sábios são como o sol. Chego lá.”

Começa cedo o dia do protagonista do romance “Companhia Brasileira de Alquimia”, do escritor Manoel Herzog, um dos indicados deste ano ao Prêmio Portugal Telecom, principais reconhecimentos literários da língua portuguesa.

Começa mais cedo ainda o dia do editor Eduardo Lacerda, de 31 anos, fundador e único funcionário da editora Patuá, que lançou a obra.

Eduardo acorda às sete da manhã, às vezes seis, para conseguir cumprir sua rotina atribulada na empresa de um funcionário só. É ele quem seleciona os livros que vai publicar, edita, revisa, divulga, embrulha, põe nos Correios quando os fregueses apertam a tecla “comprar” no site da Patuá, que funciona na sala de sua casa. Trabalho que começa a ser reconhecido: com menos de três anos de funcionamento, a Patuá é uma das muitas editoras nanicas que vêm despontando na lista de prêmios literários, geralmente loteados pelas graúdas.

Olhar generoso dos jurados

Dos 64 livros indicados ao Portugal Telecom deste ano, a Patuá emplacou cinco — mesma quantidade da Cosac Naify, das mais importantes casas editoriais do país. No ano passado, a editora de Eduardo abocanhou o Prêmio São Paulo de Literatura na categoria Autor Estreante com o romance “Desnorteio”, de Paula Fábrio; e ainda teve o livro “Vário som”, de Eliza Andrade Buzzo, entre os finalistas do Jabuti.

— Percebo que há um olhar mais generoso dos jurados com as editoras menores de uns dois anos para cá, sim — observa Eduardo, formado em Letras pela USP, que começou a editora como uma revista literária (“O casulo”), e já publicou 200 títulos de maneira independente desde então, a maioria poesia. — E como é difícil publicar poesia nas grandes editoras, são as pequenas que acabam dando conta deste nicho. Acontece mais ou menos assim: escritores publicam seus romances por grandes editoras, mas se quiserem publicar suas poesias, não há interesse. Aí que nós entramos.

Na mesma lista do Prêmio Portugal Telecom divulgada no início do mês, a pequena editora carioca Confraria do Vento aparece com quatro indicações; a potiguar Jovens Escribas, com duas; a baiana Casarão do Verbo, com uma; bem como a carioca Oito e Meio e as gaúchas Não Editora (a primeira editora independente brasileira a ser convidada para a Feira de Frankfurt) e Arquipélago Editorial (que já foi vencedora e finalista dos prêmios Jabuti e Esso).

— Essas editoras merecem toda a atenção. E os prêmios já estão começando a perceber a importância do papel das editoras independentes no mercado. Apesar da distribuição modesta, do modelo de negócio às vezes ainda nem tão bem resolvido, eles desenvolvem muito mais proximidade com o autor do que uma grande editora, e isso permite que arrisquem mais. Além de tudo, têm mostrado livros belíssimos — nota Marianna Teixeira Soares, agente literária de escritores espalhados em muitas editoras com este perfil, como Victor Heringer, cujo romance, “Glória”, lançado pela 7Letras (que começou como uma das nanicas listadas acima) foi o segundo colocado no prêmio Jabuti ano passado.

Uma das razões para o boom dessas empresas nanicas pode ser a mudança que alguns prêmios estão empreendendo no modo de aproximar o júri dos inscritos, dizem os nanoeditores. Neste ano, pela primeira vez, o Portugal Telecom disponibilizou em seu site o e-mail de cada jurado inicial. Assim, cada concorrente poderia enviar o próprio livro.

— Isso certamente deu condições mais igualitárias de acesso das editoras menores — avalia Victor Paes, da Confraria do Vento, que no último Prêmio Brasília de Literatura ganhou o segundo lugar da categoria Poesia com “O aquário desenterrado” de Samarone Lima.

Funcionando numa sala comercial diminuta num prédio na Cinelândia há sete anos, a editora é formada por três editores — Victor, que é professor de português em uma escola municipal de Belford Roxo; Marcio-André, escritor e artista visual radicado na Espanha; e Karla Melo, que vive e trabalha no Recife. As reuniões acontecem por Skype, e só há poucos meses os três contrataram dois funcionários: Irlim Corrêa, gerente de marketing, e Ricardo Mendes, diretor comercial.

— Uma vez entrei numa livraria e pedi alguns livros do João Gilberto Noll. O livreiro me disse que só pediam um livro por vez do autor. Achei muito estranho: como um dos maiores autores do país só tem um livro pedido pela loja? Imagine com autores novos? E infelizmente a realidade é essa. Se as editoras não apostam nos autores, as livrarias, menos ainda. Mas nós acreditamos que é preciso enfrentar essa barreira de distribuição e conquistar cada livraria. Eu quero viver disso, de formar leitores. Ou não teria essa jornada dupla como professor e editor — atesta Victor, que aposta nas redes sociais para tornar as obras da Confraria dos Ventos conhecidas.

Cortesia para ganhar o leitor

Não há fórmula para a independência. A Patuá, por exemplo, prefere nem lidar com livrarias, fazendo a distribuição por conta própria. Com tiragens iniciais de cem exemplares, parte é vendida na noite de lançamento (se saem 60 livros, a R$ 30, os custos de produção estão quitados) e parte na internet. Uma das estratégias é a fidelização de leitores: quem compra pela internet não sabe, mas vai ganhar outro livro de autores da casa de presente. Uma cortesia que faz com que o público volte ao site, diz Eduardo.

— Estou satisfeito com este sistema. Gosto muito de livrarias, evidentemente, mas cresci numa região sem elas e tive que aprender a me virar — diz o editor, que está lançando justamente um livro-catálogo intitulado “Histórias de editoras independentes”. — Nestes três anos, descobri que vale a pena investir em qualidade. Livros de capa dura, bem acabados. Vale a pena não comprometer o catálogo, apelando para a venda fácil. Recebo cerca de 180 originais por mês, e publico em média de oito a dez. Curiosamente, a maioria dos que recebo não é poesia. Os originais vão seguindo um pouco a lógica do mercado: muitos ressonando Harry Potter, literatura erótica, temas holísticos. Na época do lançamento de “Toda poesia”, do Paulo Leminski (Companhia das Letras), comecei a receber muitos textos de jovens escrevendo como ele. O que acho ótimo, na verdade, minha intenção é a formação de leitores em geral, não só compradores de livros.

Personagens de Game of Thrones foram simpsonizados… ou revistos na versão Os Simpsons

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Eduardo Moreira, no SpinOff

Os personagens de Game of Thrones foram simpsonizados. Os homens, mulheres, animais e até s[imbolos de casas da história de George R.R. Martin foram transformadas para o mundo de personagens de pele amarela, graças ao trabalho do artista Adrien Noterdraen (ou ADN).

Não é a primeira vez que Adrien transforma personagens populares em personagens dos Simpsons. Na verdade, o seu tumblr Draw the Simpsons tem exatamente esse objetivo: transformar grandes hits da cultura pop em possíveis personagens dos Simpsons.

Abaixo você tem várias imagens da HBO no formato de desenho animado. Fico imaginando as ideias que Matt Groening pode ter ao ver essa página em sua casa, durante as férias. Ou no período de pré-produção da próxima temporada de The Simpsons.

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dica do Fabio Martelozzo Mendes

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